Ricardo Rio visitou “Promecel”

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No seguimento de um ciclo de contactos com agentes empresariais, Ricardo Rio visitou a empresa Promecel - Indústria de Componentes Mecânicos e Elétricos, Lda. José Silva e Pedro Almeida, gerentes da empresa, acompanharam Ricardo Rio nesta iniciativa, assim como Agostinho Fernandes, candidato dos “Juntos Por Braga” à Junta de Adaúfe, freguesia onde a Promecel está sediada.

Fundada em 1985, a Promecel é uma empresa que atua nas áreas da indústria metalomecânica e elétrica, produzindo bastante para o ramo automóvel - atualmente trabalha com várias marcas reconhecidas no mercado -, assim como para vários outros sectores. “Cerca de 95% da nossa faturação é proveniente, direta e indiretamente da exportação. Esta é uma aposta clara da empresa porque, como todos sabemos, o mercado interno está a atravessar um período de grandes dificuldades”, explicaram, salientando que esta inversão no funcionamento da empresa se iniciou há cerca de três anos: “Efetuamos um investimento grande em máquinas e novos processos de fabrico, que tem trazido o devido retorno. Neste período, procurámos novos mercados, aumentamos a faturação e contratámos mais 24 colaboradores”.

Segundo Ricardo Rio, a Promecel é um exemplo de que o investimento na modernização e na procura de novas soluções são a melhor forma para contornar os obstáculos. “Este é um caso que nos deve encher a todos de orgulho, já que se trata de uma empresa que está a provar que a qualidade e a inovação são a melhor opção para contornar a crise. É este o caminho a seguir para conseguirmos criar riqueza e desenvolvermos economicamente a região”, sublinhou.

Dada esta rápida evolução, a Promecel começa a sentir a necessidade de estabelecer parcerias com outras empresas, de forma a conseguir sustentar o atual ritmo de crescimento. José Silva considerou que esta é uma área em que a Câmara Municipal poderia promover um “clima de maior sinergia e entreajuda” entre as empresas, organizando eventos que possibilitassem o contacto e o fomento de sinergias que, na sua opinião, acabariam por beneficiar “tanto as empresas como o próprio concelho”. O gerente da Promecel pediu também que a autarquia tenha atenção às condições oferecidas pelo Parque Industrial de Adaúfe, que afirmou ser “o principal da cidade” e que merece melhores acessos, assim como mais sinalização e condições de limpeza.

Sobre este assunto, o líder dos “Juntos Por Braga” sublinhou que esta é uma área onde pretende que a próxima gestão autárquica tenha uma intervenção diferente e bem mais ativa. “Sabemos que as coisas não caem do céu e que se queremos bons resultados a nível económico, teremos de trabalhar muito para que isso aconteça. Vamos efetuar todos os esforços no sentido de apoiar a atividade empresarial e tornar Braga uma cidade atrativa para os empresários, apostando forte na captação de investimento e dando às empresas todas as condições de que necessitam”, reforçou.

Por fim, a Promecel garantiu que, no futuro próximo, o objetivo passa por crescer ainda mais e de forma sustentada. “Somos ambiciosos e temos plena consciência da qualidade do trabalho que desenvolvemos, pelo que encaramos esse objetivo como realista e perfeitamente ao alcance”, disse, sublinhando que a empresa continua a apostar na modernização e que está a expandir-se para o mercado sul-americano: “Orgulhámo-nos de poder contar com 72 colaboradores jovens, competentes e motivados”.

Associação desenvolve trabalho de enaltecer na divulgação da música tradicional do Minho

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Ricardo Rio assistiu a ensaio do “iPUM”


Ricardo Rio, líder dos “Juntos Por Braga”, assistiu a um ensaio da Associação de Percussão Universitária do Minho (iPUM) e reuniu de seguida com alguns elementos da direcção, dando continuidade a um ciclo de auscultação com diversos agentes ligados à comunidade universitária.

A iPUM foi criada em 2005 no seio da Universidade do Minho, sendo o mais jovem grupo de percussão da academia. “Nascemos com o objectivo de ´fazer música´ reinventando as tradições, sendo parte integrante da nossa filosofia as palavras ´irreverência´ e ´inovação´, características que iremos sempre manter, assim como o espírito jovem”, salientou Luísa Silva, tesoureira da associação.

Na ocasião, Ricardo Rio assumiu ser um apreciador deste grupo. “Tenho de me confessar um verdadeiro fã da vossa música. A iPUM tem desenvolvido um trabalho de enaltecer na divulgação da música e dos instrumentos tradicionais do Minho”, enfatizou.

Em cinco anos de existência, a iPUM conta já com várias actuações nos mais diversos cantos do país e além-fronteiras. “Marcamos presença no maior festival de percussão do país, o “Portugal a Rufar”, em alguns dos mais importantes festivais folk e em diversas arruadas, festas e romarias portuguesas. Tem sido, sem dúvida, um período de grande sucesso”, considerou Luísa Silva.

A tesoureira da associação assumiu a vontade da iPUM em integrar de forma mais ativa a vida cultural de Braga. “Estamos sediados em Braga e é nesta cidade que consideramos que faz sentido que esteja concentrada a nossa atividade. Pretendemos criar dinamismo dentro e fora da comunidade académica, promovendo a percussão universitária e preservando as suas raízes mais tradicionais”, afirmou, lamentando que atualmente a atividade em Braga seja pontual e que a maior parte das atuações do grupo sejam efetuadas noutras cidades.

Para o líder dos “Juntos Por Braga”, é fundamental que exista uma alteração na atual política cultural da cidade, dando-se mais espaço a este tipo de associações para que possam evidenciar o seu trabalho. “É responsabilidade da autarquia investir no enriquecimento da vida cultural de Braga, o que passa por dar uma maior atenção às associações universitárias e promover a aproximação destas à vida da cidade”, defendeu.

A iPUM está atualmente a ensaiar na Universidade do Minho, mas as condições não são as desejadas pelos seus elementos. “Temos mudado várias vezes o local dos nossos ensaios e gostávamos de ter um sítio fixo com mais condições, onde pudéssemos armazenar o material e ter mais facilidade em termos de horários para ensaiarmos”, sublinhou, garantindo que viam com “bons olhos” a mudança para um espaço no centro de Braga, o que seria uma oportunidade para se ligarem ainda mais com o público da cidade: “Queremos ter um papel mais pró-ativo no seio da comunidade e aumentar a interação entre a universidade, as comunidades locais e as instituições sociais, mediante participação e envolvimento em diversas atividades”.

Por seu turno, Ricardo Rio garantiu que conta muito com as associações culturais para conseguir criar a animação que faz falta à cidade. “É nosso objectivo estimular o diálogo e o trabalho em conjunto neste sector, onde existe ainda um longo caminho a percorrer. Para isso, vamos criar um conselho cultural onde as associações se poderão juntar e ser ouvidas”, adiantou.

Para Luísa Silva, a participação da associação num órgão como o Conselho Cultural seria muito positivo. “Tudo o que vá no sentido de se ouvir as associações e permitir o diálogo entre elas é ótimo. Obviamente que queremos perceber melhor os moldes em que este órgão funcionará e de que forma poderá permitir às associações tirar vantagens, mas estamos totalmente abertos a participar e a contribuir”, afirmou.

Alfredo Machado apresentou publicamente a candidatura à Junta de Freguesia de Tebosa

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Alfredo Machado apresentou publicamente a candidatura à Junta de Freguesia de Tebosa, liderando a equipa dos “Juntos Por Braga”. A iniciativa decorreu no recinto da capela da Srª do Campo, que encheu por completo com apoiantes e várias personalidades da vida política em Braga, entre as quais Ricardo Rio, candidato à Câmara Municipal. Na ocasião, foram também apresentados os elementos que constituem a equipa liderada por Alfredo Machado, assim como os vários mandatários.

O candidato à Junta de Tebosa iniciou o seu discurso agradecendo o apoio de todos os presentes, e em especial dos elementos da sua equipa, que se têm mostrado “totalmente empenhados” em lutar por Tebosa e pelos Tebosenses. “Temos plena consciência do trabalho que nos espera e iremos trabalhar arduamente no sentido de mudar a freguesia para muito melhor”, afirmou.

Ricardo Rio, líder dos “Juntos Por Braga”, não poupou elogios ao candidato, relembrando que Alfredo Machado é o homem certo para liderar a Junta e transformar Tebosa numa freguesia moderna e desenvolvida. “Esta é uma candidatura que se distingue pelo facto de estar sempre disponível para os outros e por ter a sensibilidade necessária para resolver os problemas da população. Com esta equipa, Tebosa tem um futuro próspero garantido”, salientou, reforçando que Alfredo Machado tem todas as características necessárias para liderar com sucesso a excelente equipa que reuniu para “levar Tebosa mais longe”.

Nesse sentido, Alfredo Machado deixou claras as linhas de orientação da sua candidatura, sublinhando que pretende dar prioridade ao apoio social. “Vamos apostar na construção de um lar de médias dimensões na freguesia para apoiar os mais idosos, e iremos estar constantemente atentos às situações de maior carência e necessidade”, garantiu, apontando ainda como muito importante a formação de uma urbanização que dê aos jovens todas as condições para que estes se fixem na freguesia: “Estas são propostas que serão possíveis de realizar se contarmos com o apoio total da autarquia à freguesia, e isso é algo que só um executivo liderado pelos “Juntos Por Braga” e por Ricardo Rio pode garantir”.

Segundo Ricardo Rio, a freguesia está numa “encruzilhada”, sobretudo porque se efectuaram investimentos muito avultados para “satisfazer um grupo muito restrito.” O líder dos “Juntos por Braga” lamentou a “falta de bom senso” na aplicação dos fundos na freguesia. “É preciso identificar quais as reais necessidades das pessoas e ter a vontade de trabalhar para toda a população para as poder colmatar. Isso é algo que estou certo que esta equipa saberá fazer e os Tebosenses irão sentir brevemente os benefícios da mudança”, enfatizou.

A finalizar, Rio afiançou que, com os “Juntos Por Braga” na liderança da Câmara Municipal, Tebosa não será uma freguesia “sozinha e isolada”. “Há investimentos urgentes que são necessários em Tebosa e que iremos ajudar a concretizar. Mas para que isso aconteça e a freguesia possa caminhar rumo ao progresso e ao desenvolvimento, é fundamental inverter as actuais políticas e aderir a esta onda de mudança que vai abranger todo o concelho”, concluiu.

Francisco Vilaça apresentou publicamente a candidatura à Junta de Freguesia de Ruilhe

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Francisco Vilaça apresentou publicamente a candidatura à Junta de Freguesia de Ruilhe, liderando a equipa dos “Juntos Por Braga”. A iniciativa decorreu no auditório do Externato Infante D. Henrique (Alfacoop), que encheu por completo com apoiantes e várias personalidades da vida política em Braga, entre as quais se incluiu Ricardo Rio. Na ocasião, foram também apresentados os elementos que constituem a equipa liderada por Francisco Vilaça, assim como os nomes dos vários mandatários.

Durante o seu discurso, o candidato à Junta de Ruilhe sublinhou a necessidade “urgente” de uma mudança no rumo da freguesia. “As democracias fazem-se com alternâncias no poder, e este é o momento de efetuarmos uma viragem política em Ruilhe. É fundamental que todos contribuam para que possamos criar uma freguesia muito mais dinâmica e moderna”, salientou, acrescentando que a união entre as pessoas é um fator essencial para que a freguesia possa evoluir.

Por seu turno, Ricardo Rio fez questão de agradecer a Francisco Vilaça o empenho e dedicação com que abraçou este desafio, que se estendem a todos os elementos que constituem a sua equipa. “Esta é uma equipa jovem e muito empenhada, que acredita profundamente na mudança e que está disposta a trabalhar arduamente nesse sentido”, garantiu, enfatizando que o atual executivo da Junta de Ruilhe não tem conseguido colocar a freguesia no patamar de desenvolvimento que a sua população merece: “É altura de abraçarmos a onda de mudança que vai varrer toda a cidade de Braga e que trará inúmeros benefícios para as comunidades”.

Francisco Vilaça sublinhou ainda que a sua candidatura irá dar especial atenção ao apoio social, uma área que apelidou de “crucial” e que tem sido sistematicamente esquecida em Ruilhe. “Iremos trabalhar sempre em grande proximidade com a população, já que consideramos que é a obrigação de uma Junta ser o primeiro apoio das pessoas em alturas de maiores dificuldades e carências”, afirmou, destacando ainda as vertentes do desporto e da cultura como prioritárias: “São áreas que estão totalmente estagnadas e que fazem muita falta à freguesia”.

A finalizar, o candidato à Câmara Municipal de Braga garantiu que Ruilhe irá sempre merecer por parte dos “Juntos Por Braga” o mesmo respeito que as freguesias mais próximas do centro da cidade. “O próximo executivo municipal terá de ter em atenção as reais necessidades de cada freguesia, tratando-as de igual forma e contribuindo para o aumento da qualidade de vida das populações. Estamos aqui para servir os interesses de todas as freguesias do concelho, e podem contar com todo o nosso empenho para tornar Ruilhe numa freguesia mais moderna e dinâmica” acrescentou.

"Queremos que Braga se torne um destino de excelência do Turismo Religioso"

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Ricardo Rio reuniu com a TUREL 

Dando seguimento a uma série de contactos com os agentes de desenvolvimento locais, Ricardo Rio, líder dos “Juntos Por Braga”, acompanhado por alguns dos candidatos à Vereação, reuniu com a Cooperativa TUREL – Turismo Cultural e Religioso. A reunião teve o intuito de conhecer o trabalho da TUREL e de compreender as necessidades desta cooperativa contando com a presença do Cónego Dr.º José Paulo Abreu, Presidente da Cooperativa, Eng Abílio Vilaça, Vice-Presidente e Dr.º Hugo Sá, Director da área de agência de viagens.

A TUREL dedica-se à promoção, dinamização e comercialização de produtos e serviços ligados ao turismo cultural e religioso, tendo clientes da Dinamarca, Holanda, Espanha, França, Brasil, Tunísia entre outros que, tiveram oportunidade de conhecer o potencial de turismo que existe no Minho, muito por via da presença da TUREL em duas feiras internacionais e de diversas acções de promoção no exterior. 

Como explicou Hugo Sá, a TUREL tem vindo a apostar em diversos projectos sem recorrer a subsídios e muitos deles já são auto-sustentados. A cooperativa aposta também nas novas tecnologias, ao nível da produção de conteúdos internet com informação complementar para Turistas e ao respectivo acesso por diversos canais, com explicação de roteiros para adultos e crianças e um site renovado. 

A formação também não está esquecida e a TUREL avançou, sem apoios, com um projecto-piloto para formação dos taxistas que contou com a participação da Antral. 

Ricardo Rio mostrou-se profundamente agradado com estes projectos mas, foi confrontado com o facto de que a Câmara Municipal de Braga, ao contrário de várias outras do Norte e Centro, nunca aceitou o convite de adesão à TUREL - convite esse que foi lançado a primeira vez em 2002 e sistematicamente reiterado e recusado. 

No entender do Candidato é necessário implementar uma lógica de cooperação a partir da Autarquia para que seja possível criar sinergias que procurem dinamizar o potencial turístico que a cidade de Braga tem para oferecer aos turistas. Abílio Vilaça diz abertamente que “após a tomada de posse do Dr Ricardo Rio a TUREL vai de imediato fazer o pedido à Câmara para aderir à cooperativa.” Em resposta a este desafio e numa lógica de cooperação Rio afirma que “para nós faz todo o sentido associarmo-nos à TUREL e é o que pretendemos fazer após vencermos as próximas eleições autárquicas” 

Ainda no decorrer da reunião o vice-presidente abordou a forma como Braga estrutura e projecta o potencial turismo religioso: “É urgente que Braga reestruture toda a oferta turística como fez o Município de Guimarães que é nosso associado e já está a ver frutos desse trabalho.” Adiantou ainda que se deve reflectir de forma séria sobre a Semana Santa e a forma como é promovido esse potencial turístico, sendo que o S. João é outra festividade que, no entender de Vilaça precisa de ser reformulada para que o seu significado não seja desvirtuado. 

Por sua vez, Rio lamenta que Braga, “sendo por excelência a sede do património religioso se coloque à margem de todas as meritórias iniciativas que se tem desenvolvido em prol do turismo Bracarense” 

O Cónego José Paulo Abreu abordou ainda o tema da criação de emprego por parte do turismo religioso. No entender do presidente da TUREL Braga sendo o epicentro do turismo cultural e religioso tem todas as condições, numa parceria com a Câmara, a Diocense e a TUREL, de formar guias e salienta ainda que “ Temos que fazer um levantamento sólido do que temos de interessante para oferecer mas acredito que temos potencial para formar guias residentes nos santuários e monumentos e de criar muitos postos de trabalho.” 

Ricardo Rio mostrou-se empenhado em explorar esta questão e adianta, “é preciso que todos os intervenientes ao nível do turismo local se sentem à mesma mesa com a Autarquia para aprofundar todas estas questões e dar um volte face a estar área” 

A concluir, o candidato mostrou-se receptivo a todas as propostas apresentadas e lamentou a falta de empenho da Câmara, garantindo que da parte dos “Juntos por Braga” tudo vai fazer para que Braga seja efectivamente um destino de excelência de turismo religioso no contexto internacional. 

João Carlos Martins candidata-se a Fradelos e Vilaça pelo “Juntos por Braga”

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João Carlos Martins foi o nome escolhido para encabeçar a candidatura às próximas Eleições Autárquicas na União de Freguesias de Fradelos e Vilaça, liderando a equipa do “Juntos Por Braga”. Da lista também faz parte Daniel Carvalho como primeiro representante de Vilaça e outros representantes de valia reconhecida em ambas as Freguesias. 

O candidato, actual presidente da Junta de Freguesia de Fradelos, tem 56 anos de idade é casado e tem 2 filhos. Ao nível profissional é funcionário público ligado à Segurança Social de Braga. 

Segundo o próprio o seu trabalho será dirigido para o apoio social, para a dinamização cultural e formação dos cidadãos, visto que “o trabalho de uma Junta tem de ser orientado para as pessoas e esta é uma candidatura de pessoas e para as pessoas.” 

Refere ainda que, há uma serie de investimentos necessários para o bem-estar da população mas que estes estão dependentes da boa vontade da Câmara Municipal de Braga, a qual esqueceu Fradelos ao longo dos últimos mandatos e pouco contribuiu para o bem-estar de Vilaça. 

Ricardo Rio, presente na apresentação do candidato enalteceu o trabalho absolutamente exemplar deste, “apesar da atitude discriminatória que a Câmara Municipal tem tido, impedindo os investimentos necessários para dar mais qualidade de vida aos habitantes locais.” 

A expectativa do candidato à Câmara Municipal de Braga é que as duas Freguesias, agora unidas sob a liderança de uma única Junta, se tornem coesas e contribuam de forma igualitária para o desenvolvimento de Fradelos e Vilaça.

Manuel Dias anuncia a candidatura a Lomar e Arcos pelo “Juntos por Braga”

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Aproveitando a visita de Ricardo Rio à Freguesia de Arcos, Manuel Dias anunciou a sua candidatura pela União de Freguesias de Lomar e S. Paio d’Arcos liderando a equipa do “Juntos Por Braga”. Nos primeiros lugares da lista consta ainda Liliana Vilaça representando a Freguesia da S. Paio d’Arcos, entre vários outros autarcas com ampla experiência de ambas as Freguesias. 

Manuel da Silva Dias, 70 anos é casado, tem 3 filhos e 3 netos e está aposentado. Está à frente dos destinos da Junta de Freguesia de Lomar há 16 anos. Apresentou-se para mais um mandato porque pretende dar continuidade ao trabalho que tem vindo a desenvolver. 

O candidato à Junta de Freguesia de Lomar e Arcos salienta que a equipa é coesa e lutadora, tem noção do desafio que abraçou mas está empenhada e pronta a trabalhar. Manuel Dias esclarece de forma clara que o trabalho da equipa não se esgota nas freguesias “O nosso objectivo é conquistar a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal de Braga.” O autarca aproveitou a oportunidade para dizer de forma clara e sem rodeios que a Junta de Arcos “não vai encerrar e verá até o seu horário ajustado para servir melhor a população”. 

O líder do “Juntos por Braga” começou por agradecer a Manuel Dias a disponibilidade para abraçar uma nova candidatura em prol das duas Freguesias. Não poupou elogios ao candidato que, sempre abraçou e lutou por todos os desafios em prol da sua Freguesia, garantindo que “é muito fácil ser treinador de bancada mas o Manuel Dias sempre deu a cara e esteve presente nas alturas de maiores dificuldades, não contando com o apoio da Câmara Municipal”. 

O candidato à Câmara Municipal de Braga lamenta a forma como Lomar foi “esquecida” pelo poder autárquico que durante tantos anos se recusou a colaborar com o Presidente da Junta, deixando “muitas ambições por concretizar” e “muitos problemas por resolver”. 

Rio aproveitou ainda a oportunidade e voltou a enfatizar que, apesar da nova realidade ao nível da organização administrativa, a Junta e a Câmara têm que atender de igual forma ao anseios das populações das duas Freguesias, o que “vai exigir um esforço redobrado que só um líder e uma equipa capaz como esta podem concretizar”. 

Por fim e, pegando nas palavras de Manuel Dias, o candidato vincou a importância da mudança na Câmara Municipal “para que as Juntas de Freguesia saiam a ganhar e sejam tratadas todas de forma justa e equitativa”.

Comunidade ganha com políticas de Responsabilidade Social das Empresas

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“Juntos por Braga” visitou Associação Maconde 

No seguimento de uma série de visitas que a coligação “Juntos por Braga” tem vindo a efectuar às diversas instituições de solidariedade social (IPSS), Ricardo Rio, candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, e Fernando Almeida, candidato à Presidência da Junta da União de Freguesias Maximinos, Sé e Cividade, visitaram a Associação Maconde. Os responsáveis pela instituição, Olga Domingues, Maria José Gomes e Abílio Gomes acompanharam a iniciativa. 

A Associação Maconde iniciou a sua actividade em 1993 e nasceu do empenho de um grupo de trabalhadores da unidade fabril “Maconde”, que contou desde a primeira hora com uma forte colaboração da gestão desta Empresa. Após o encerramento da mesma, esta IPSS tem vindo a fazer obras de melhorias no edifício da antiga fábrica que acabaram por adquirir num significativo esforço financeiro. Estas obras destinam-se a promover o bem-estar e o conforto dos seus utentes e tem recebido apoios pontuais de diversos organismos públicos. 

Ricardo Rio congratulou-se pelo contexto de onde emergiu a instituição, realçando a importância de se estimular a generalização de práticas de responsabilidade por parte do tecido empresarial e dos próprios organismos públicos: “Não era comum uma empresa preocupar-se com o bem-estar dos seus colaboradores ao ponto de criar uma creche para os filhos destes”. Após o encerramento da fábrica, os operários não baixaram os braços e a comissão de trabalhadores assumiu a continuidade da creche e do ATL já antes convertidos em IPSS. O candidato de “Juntos por Braga” salienta que “conseguiram continuar a trabalhar e a desenvolver este serviço hoje tão importante para todo o Concelho.” 

E é precisamente por este ser um serviço tão importante para a comunidade que o Autarca considera que “é essencial que as instituições públicas, quer seja a Junta quer seja a própria Câmara, se envolvam e colaborem de forma continua e não pontual para a concretização dos projectos desta entidade e para o desenvolvimento da sua actividade”. 

Já o candidato à União de Freguesias Maximinos, Sé e Cividade, Fernando Almeida, realçou que esta “foi uma oportunidade para conhecer de perto as múltiplas dificuldades que estas instituições de solidariedade têm, as quais são, infelizmente, comuns a muitas IPSS do concelho”. Salientou por isso que é “necessário o envolvimento de todos” mas realçou aspectos positivos que esta Associação tem em particular. “A Associação Maconde tem feito um óptimo trabalho e tem muitas potencialidades como é o caso das instalações, a qualidade dos seus recursos humanos, a entrega dos seus dirigentes e a envolvência com a comunidade”, realçou. 

Olga Domingues, uma das responsáveis da Associação confessa que a manutenção das instalações são o maior objectivo que têm para conferir bem-estar aos utentes: “Esta casa tem 20 anos e para dar boa qualidade aos nossos utentes são essenciais obras de manutenção”, um trabalho que tem sido realizado de forma “metódica e com muito esforço.” Refere ainda que a Junta “nunca ajudou muito”. “No início, quando havia fábrica dava-nos um subsidio no Natal para ajuda na aquisição das prendas mas depois não sabemos porque deixou de dar”, lamentou. Segundo esta responsável, “a continuidade da actividade exige a colaboração de todos, na medida do possível”.