Ricardo Lopes é o candidato “Juntos por Braga” à Junta da União de Freguesias de Morreira e Trandeiras

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Ricardo Manuel Ribeiro Lopes nasceu em 1980, em Braga, é casado e tem um filho.

É licenciado em Ensino de Matemática, pela Universidade do Minho, desde 2007 e possuí um CAP de Formador, desde 2008. Exerceu, por diversas vezes, a profissão de docente do terceiro ciclo do ensino básico e secundário. Actualmente é colaborador no ‘Ginásios da Educação Da Vinci’ – multisserviços de educação.

Integra a Assembleia de Freguesia de Trandeiras desde as últimas eleições autárquicas e é dirigente associativo há cerca de dez anos, tendo colaborado em vários projectos de âmbito nacional e local. Colaborou na preparação e realização de um projecto de nível europeu, realizado em Portugal, que juntou mais de três mil jovens e desempenha a função de formador de adultos dentro da associação a que pertence.

Soarense é um dos clubes com mais história do concelho e uma referência para a comunidade

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Ricardo Rio visitou “Soarense Sport Club”


Inserido num ciclo de contactos com diversos agentes de diferentes âmbitos de actuação, Ricardo Rio visitou o Soarense Sport Clube, um dos clubes com mais história e tradição no concelho e que está sediado na freguesia de S. Vicente. Jorge Pires, Presidente da Junta de Freguesia de S. Vicente, João Silva, Presidente do clube, e vários membros da direcção acompanharam Rio durante esta iniciativa.

Como explicou João Silva, o Soarense é um dos clubes mais antigos do concelho, tendo sido fundado em 1926, apesar de se estarem a reunir elementos que podem prover que a fundação foi anterior a esse ano. “Actualmente temos as modalidades de bilhar, atletismo e equipa sénior de futebol. Está em andamento o projecto para criação de camadas jovens, que queremos que arranque já este ano mas que ainda está dependente da negociação de duas a três horas por semana de cedência do campo com outro clube da freguesia”, disse, reforçando que a criação de camadas jovens é essencial para o futuro da colectividade.

De acordo com Ricardo Rio, esta reunião foi uma forma de os “Juntos Por Braga” reiterarem a sua vontade de colaborar activamente com todas as colectividades do concelho que desenvolvem um trabalho notável de integração e reforço da identidade das comunidades onde estão inseridas. “Este é um clube que, por todo o seu historial, desenvolveu uma ligação fortíssima com a população da zona das palhotas. Esses laços sentimentais e de solidariedade que se formam são a principal alma de um clube”, afirmou, sublinhando que os clubes são formados por pessoas e são as pessoas que mais importam.

Por seu turno, o Presidente do Soarense salientou que o clube necessita urgentemente de uma nova sede, sendo que este é “grande sonho” que tem sido consecutivamente adiado pela Câmara Municipal. “Já tivemos várias promessas, mas ainda nada se concretizou. Esperemos que seja um processo que tenha uma resolução para breve, porque a sede actual não permite acolher as iniciativas que queremos desenvolver”, destacou.

Segundo o líder dos “Juntos Por Braga”, a concretização do projecto da nova sede do Soarense é algo que tanto o clube como a comunidade já merecem. “Da nossa parte, iremos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que o Soarense disponha de condições dignas para exercer a sua actividade, o que engloba uma sede que permita intensificar o trabalho lúdico e social do clube”, garantiu.

Por outro lado, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga aproveitou a oportunidade para apelar à criação de um ambiente de maior parceria e entreajuda entre as diversas colectividades do concelho, e em particular entre as que estão situadas na mesma freguesia. “Ao longo dos anos estimulou-se excessivamente uma lógica concorrencial, em que alguns levaram ao milite a máxima ´dividir para reinar´. Este é o momento de se promover o estreitamento de laços e o reforço da colaboração entre clubes, porque com isso todos sairão a ganhar: as comunidades, os clubes e o próprio concelho no seu todo”, afirmou.

A finalizar, João Silva apelou aos organismos públicos que tenham uma maior atenção à necessidade de se intensificar o apoio social às populações. “S. Vicente é uma freguesia que já merecia ter um parque desportivo, que pudesse ser usufruído por clubes, escolas, etc. Temos também de ter atenção aos mais idosos, que têm de ser respeitados e ter uma terceira idade com qualidade de vida”, alertou, enfatizando que o clube, em parceria com outras associações, procura desenvolver actividades lúdicas para que jovens e idosos possam passar os seus tempos livres de forma saudável.

Câmara Municipal tem de funcionar como parceiro das empresas do concelho

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Ricardo Rio reuniu com empresa “LAM”


Englobado num ciclo de contactos com diversos agentes empresariais do concelho, Ricardo Rio visitou a empresa Manuel António & Liliana Lda (LAM). Liliana Costa, gerente da empresa, acompanhou Rio durante esta iniciativa,

Como explicou Liliana Costa, esta é uma empresa que se dedica às instalações eléctricas, abrangendo as áreas de protejo, comercialização e instalação. “Uma parte substancial do nosso negócio está localizado em Angola, onde fazemos uma aposta forte e obtemos cerca de 45% dos lucros”, salientou.

A LAM, fundada em 2007, está sediada no Parque Industrial de Celeirós. No entanto, segundo a gerente da empresa, as condições estão longe de ser as ideais. “Mudámo-nos para esta zona há cerca de um ano e meio e, apesar das instalações serem adequadas para a nossa actividade, a zona envolvente está a precisar urgentemente de melhoramentos”, salientou, apontando a degradação dos pavilhões à volta, a falta de cuidado urbanístico e a escassez de iluminação pública, com consequente falta de segurança, como os principais problemas do Parque. “Muitos pavilhões estão em desuso há cerca de seis anos ou mais, o que dá ao Parque um ar desolador de aparente abandonado”.

De acordo com Ricardo Rio, este Parque Industrial tem uma localização privilegiada no concelho - por via dos acessos “fantásticos” de que dispõe - que deveria ser aproveitada para captar investimento. “É de lamentar que esta seja uma área que tem vindo a ser paulatinamente esquecida, com demasiadas zonas degradadas e sem condições de segurança, sendo estes obstáculos claros à captação de novos investimentos ou ao incentivo à permanência das empresas no local”, criticou, apontando a baixa taxa de ocupação do Parque Industrial como prova do desinteresse da autarquia por um local com capacidade para trazer mais-valias para o concelho. “Pretendemos ter para com todas estas infraestruturas uma abordagem muito diferente, que permita a sua valorização e utilização como factor positivo para a captação de investidores e geração de riqueza”.

Segundo Liliana Costa, é também fundamental que a Câmara Municipal tenha uma postura mais “amiga” das empresas. “No nosso caso, posso afirmar que tivemos problemas com o licenciamento do Pavilhão que consideramos simplesmente ridículos, e que fizeram com que tivéssemos de atrasar a abertura do espaço em cerca de seis meses por questões puramente burocráticas”, declarou, sublinhando que a autarquia está a criar impedimentos às empresas e à actividade económica.

Nesse sentido, o líder dos “Juntos Por Braga” enfatizou que este tipo de reparos por parte das empresas à actuação do executivo municipal é já uma história “demasiado recorrente”. “Existe uma grande preocupação por parte dos empresários pela forma como os seus problemas, por vezes simples, demoram muito tempo a ser resolvidos. Queremos desenvolver uma postura de diálogo permanente para, de forma directa e objectiva, resolver rapidamente as dificuldades das empresas e fazer da Câmara um parceiro e não um obstáculo”, garantiu, notando que no caso particular desta empresa, a situação é ainda agravada pela situação de créditos relativos a projectos municipais que estão por liquidar.

A finalizar, Liliana Costa evidenciou que, apesar da conjuntura económica não ser favorável, as perspectivas de futuro para a LAM são “muito positivas”. “Somos uma empresa recente, mas estamos no processo de consolidação e temos a garantia de estabilidade derivada do negócio no mercado Angolano”, afirmou.

Agostinho Fernandes anunciou candidatura à Junta de Freguesia de Adaúfe

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Agostinho Fernandes será candidato às próximas eleições autárquicas na freguesia de Adaúfe, liderando a equipa dos “Juntos Por Braga”.

Agostinho Fernandes nasceu em 1963 e é natural de Adaúfe. Desde 1989 que exerce a sua actividade profissional numa empresa de construção civil, onde desempenha funções de direcção de obra e projectista. Na freguesia, já exerceu vários cargos, tendo sido membro e dirigente do Grupo Juvenil de Adaúfe e secretário do Grupo Desportivo de Adaúfe.

O candidato à Junta de Adaúfe assume que aceitou liderar esta candidatura porque tem a clara noção das dificuldades da freguesia e da necessidade urgente de uma mudança de rumo. “Estou motivado pela certeza de que com empenho, verdade, transparência, motivação, pensamento positivo e sobretudo muito trabalho é possível inverter a situação negativa em que nos encontramos”, sublinha.

De acordo com Agostinho Fernandes, a equipa que vai liderar está preparada para servir os Adaúfenses, tomando atitudes pro-activas e concretas de apoio e recuperação social. “Neste contexto de grandes dificuldades em que vivemos, é prioritário ajudar quem realmente precisa e agir sempre que necessário para ajudar a população. Estaremos atentos às situações de maior carência e queremos estar na linha da frente no apoio a essas pessoas”, reforça.

Para o candidato à Junta de Adaúfe, este é projecto novo e uma lufada de ar fresco que Adaúfe bem precisa. “Dedicaremos todo o nosso esforço em prol do progresso da terra que me viu nascer e que pretendo ver melhorada a todos os níveis. Não nos conformados com a situação actual e queremos muito mais e melhor para Adaúfe”, adianta.

Segundo Agostinho Fernandes, é essencial que se acredite que a mudança é possível e está muito próxima. “Vamos acreditar no futuro, promovendo a mudança que toda esta comunidade deseja. Trabalhando em equipa, e com a qualidade das pessoas que nos rodeiam, estou certo de que estão reunidas todas as condições para colocarmos Adaúfe no caminho do progresso e do desenvolvimento”, garante.

Câmara Municipal tem de assumir postura radicalmente diferente na área da captação de investimento empresarial

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Fórum Investimento “Por Braga”


Os “Juntos Por Braga” realizaram, no Hotel Mercure, o Fórum Investimento “Por Braga”. A iniciativa contou com a presença de Pedro Reis, Presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal – Portugal Global (AICEP), Manuel Caldeira Cabral, Docente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, e António Murta, Presidente da Comissão de Honra da Candidatura de Ricardo Rio. Este evento contou com uma grande adesão do público e em particular de muitos empresários Bracarenses, enchendo por completo o auditório do Hotel Mercure onde o Fórum se realizou.

Esta foi uma oportunidade para se discutirem e partilharem estratégias e experiências relativamente a uma das principais preocupações e prioridades dos “Juntos Por Braga” para o futuro da gestão municipal, a dinamização e promoção económica da cidade.

Durante a sua intervenção, Ricardo Rio salientou que uma Câmara Municipal que queira seguir este desígnio como prioritário não se pode ficar pelos “serviços mínimos”. “Para obtermos resultados, cabe à autarquia assumir uma postura radicalmente distinta no relacionamento com o tecido empresarial, com as associações empresariais, a Universidade e o polo de desenvolvimento ainda pouco explorado que é o Instituto de Nanotecnologia”, afirmou, sublinhando que se os agentes de desenvolvimento local se reunirem e trabalharem em conjunto, é possível oferecer aos investidores os factores de atractividade que estes procuram.

Segundo o líder dos “Juntos Por Braga”, é essencial que o executivo autárquico estabeleça uma relação próxima com as empresas instaladas no território, cooperando permanente com as mesmas e percebendo quais as suas preocupações diárias. “É incompreensível que quem tenha responsabilidades sobre a área das actividades económicas na Câmara Municipal esteja somente à boca das eleições a conhecer as realidades empresariais”, criticou, reforçando que a autarquia não tem cumprido o papel de facilitador que se exige e que não tem estado atenta aos pormenores que fazem “toda a diferença” para o funcionamento das empresas.

Ricardo Rio reafirmou que irá liderar o pelouro do desenvolvimento económico, indo ao encontro da ideia que tem defendido de que esta é uma tarefa que exige o mais alto envolvimento das entidades públicas. “Temos consciência de que esta não é uma questão que se resolva da noite para o dia ou até no espaço de um mandato autárquico, mas estamos a trabalhar num horizonte alargado de 10/12 anos e assumimos claramente como objectivo e desígnio fazer com que nesse horizonte Braga seja o principal destino de investimento do país, por via do dinamismo que aqui iremos criar”, assegurou, lamentando o facto de actualmente existirem empresas sólidas que, por falta de infraestruturas de qualidade na cidade, vêem os seus projectos de crescimento bloqueados.

Por fim, o candidato à Presidência da Câmara Municipal enfatizou que para o concelho ser atractivo para os empresários, é fundamental que exista também uma boa qualidade de vida. “Se isso não acontecer, e por muito que tenhamos politicas fiscais amigas das empresas ou incentivos para a fixação de empresas, não conseguiremos ser competitivos na captação de investimento”, concluiu.


Definição de uma estratégia a longo prazo é fundamental

Por seu turno, Pedro Reis, Presidente da AICEP, adiantou que a economia portuguesa tem vindo a registar uma subida nas exportações, que muito se deve à capacidade dos empresários em arriscar, tomar decisões e vencer os inúmeros bloqueios que ainda existem em Portugal à actividade empresarial.

De acordo com Pedro Reis, é essencial a aposta na captação de investimento, no financiamento, no combate à burocracia e a necessidade de se trabalhar consistentemente e a longo prazo o posicionamento do país. “Há muito por fazer em termos de políticas publica de captação de investimento, que é um processo que deve ser feito de uma forma cirúrgica. É essencial que se defina de uma vez por todas uma política económica e estratégias sectórias claras”, apontou, afiançando que hoje em dia ninguém sabe dizer o que o Portugal quer alcançar em vários sectores e que estratégia está a desenvolver: “É importante que se defina bem o posicionamento que queremos ter daqui a 10 anos e de que forma é que vamos interagir com os outros sectores. Temos de estar ao nível do esforço que as empresas estão a fazer”.

Pedro Reis acredita que Portugal tem condições de excepção para atingir patamares de maior sucesso na captação de investimento. “Temos um posicionamento geoestratégico ímpar, não há nenhum investidor que não esteja interessado no nosso acesso privilegiado aos mercados da África e da América Latina. Também não há nenhum investidor que não reconheça a qualidade espantosa dos nossos recursos humanos e que não valorize as nossas infraestruturas”, confirmou, afirmando que é necessário uma maior capacidade de acção e que a AICEP tudo está a fazer para dinamizar e modernizar o sector empresarial: “Mais vale ter a coragem de ser criticado mas ter a vontade de fazer alguma coisa”.

Também Manuel Caldeira Cabral, Professor da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, defendeu que é muito importante que uma autarquia trabalhe no sentido de garantir um conjunto de funcionalidades que possam atrair investimento. “Há um conjunto de medidas que podem ser implementadas e que fazem toda a diferença, como a constituição de estruturas de apoio às empresas e gabinetes de apoio ao investimento, facilitar o acesso a áreas com licenciamento e estruturas de acesso que as empresas industriais e os serviços precisam ou simplesmente falar com as empresas que têm problemas às vezes muito simples não têm interlocutores a quem possam apresentar as suas questões”, apontou.

Manuel Caldeira Cabral afirmou ainda que a aposta na exportação é crucial para o sucesso do país. “Nos próximos anos, o que o país pode crescer está muito relacionado com o que conseguirá exportar. Num país pequeno como Portugal, a internacionalização tem de estar presente com muita força, já que se as exportações não crescerem acima das importações, teremos uma fatura muito desagradável para pagar”, declarou.

O Professor da Escola de Economia e Gestão afirmou ainda que o mais comum é ver-se as autarquias a não fazerem nada em matéria de captação de investimento, com o argumento que isso depende sobretudo do Estado Central, atitude que considerou errada e que afirmou que não defende os interesses dos concelhos.

Arraial Minhoto marcado pela animação e pela enorme adesão da população

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A coligação “Juntos Por Braga” realizou um Arraial Minhoto no Parque de Merendas de Merelim S. Paio. A iniciativa decorreu em ambiente de enorme festa e a animação estendeu-se pela noite dentro. Esta foi uma forma de os “Juntos Por Braga” promoverem o convívio e a boa disposição entre os candidatos e os inúmeros apoiantes, que fizeram questão de marcar presença neste evento e encheram por completo o recinto.
De acordo com Ricardo Rio, este foi sobretudo um momento de descontracção que se pretendeu propiciar a todos os presentes, com muita música e animação à mistura. “Esta foi uma iniciativa lúdica em que desafiamos as pessoas a divertir-se e a passar uma tarde diferente em boa companhia, algo essencial nos tempos de dificuldades que atravessamos”, afirmou, garantindo que o Arraial foi também uma oportunidade para se promover as diversas colectividades e os grupos culturais do concelho: “Tivemos um programa muito diversificado e ficou demonstrado pela enorme adesão da população que esta é uma candidatura transversal e que coloca sempre as pessoas em primeiro lugar”.

Segundo Rio, a candidatura que lidera é cada vez mais inclusiva e mobilizadora, algo que é bem evidente pelo número crescente de pessoas que estão a aderir a este “movimento de mudança”. “Temos angariado um apoio muito significativo um pouco por todo o concelho, desde as freguesias rurais às mais citadinas. Até ao dia das eleições, estou certo de que vamos continuar a conquistar o apoio de todas as franjas da população e demonstrar que temos um projeto que merece a confiança que as pessoas depositam em nós”, enfatizou

Para o líder dos “Juntos Por Braga”, este Arraial Minhoto permitiu ainda às pessoas desfrutarem de espaço muito agradável do concelho e que é desconhecido para boa parte dos Bracarenses. “Quisemos promover e dar a conhecer este Parque de Merendas, localizado junto ao Rio Cávado. Esta escolha vem no seguimento do nosso projecto de aproveitamento e animação crescente das Margens do Cávado, um espaço que pretendemos que seja requalificado e cada vez mais valorizado”, sublinhou, salientando que estes espaços são ideais para estimular o convivo da população com a natureza e aumentar a qualidade de vida em Braga.

A animação do evento esteve cargo de vários grupos bem conhecidos de todos os Bracarenses. Os Bomboémia - Grupo de Percussão da Universidade do Minho -, a Rusga de Merelim S. Paio, o Borguinha de Braga, o Grupo Folclórico Infantil e Juvenil do Carreiro de Escudeiros, a Banda Novo Império de Merelim S. Pedro e o músico Hugo Torres foram os responsáveis pela animação da iniciativa. Durante a tarde, realizaram-se também vários jogos tradicionais entre os presentes, sendo que na ementa constou Porco no Espeto, Frango no Churrasco, bebidas e, como não podia faltar, muita animação.

Ana Maria Ferreira anunciou candidatura à Junta de Freguesia de Lamas

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Ana Maria Ferreira será candidata às próximas eleições autárquicas na freguesia de Lamas, liderando a equipa dos “Juntos Por Braga”. Ana Maria assume que esta é uma candidatura que pretende trazer à freguesia os “ventos de mudança” de que esta tanto necessita.

Ana Maria Igreja Magalhães Ferreira nasceu em 1967, em Ribeira de Pena – Vila Real. É casada e tem dois filhos. Licenciada em Educação pela Universidade do Minho, é também Mestre em Educação, Área de Especialização em Formação, Trabalho e Recursos Humanos. Exerce funções na Escola de Direito da Universidade do Minho desde 2001. Integra a Assembleia de Freguesia desde as últimas eleições autárquicas e tem sobre a sua responsabilidade a coordenação da catequese da Paróquia de Lamas.

Segundo a candidata à Junta de Lamas, este é um projecto que pretende dar um rumo diferente à freguesia. “Esta é uma candidatura moderna e inovadora, que pretende unir a população e colocar Lamas definitivamente no caminho do desenvolvimento e do progresso”, salientou, garantindo que é possível fazer muito “mais e melhor” pela freguesia.

Para Ana Maria Ferreira, esta é uma equipa que representa a mudança de que Lamas está a necessitar urgentemente. “Queremos trazer ideias novas e diferentes para a freguesia, e acreditamos que as pessoas se revêm no nosso projecto e estão prontas para inverter este ciclo que pouco tem trazido a Lamas”, assegurou, salientando que irá apostar prioritariamente na área social e na dinamização das diversas colectividades.

Por fim, a candidata dos “Juntos Por Braga” garantiu que pretende que a Junta de Freguesia esteja mais próxima da comunidade que serve. “Podemos garantir que estaremos sempre disponíveis para receber as pessoas e ouvir os seus problemas, fazendo tudo o que estiver ao nosso alcance para melhorar qualidade de vida em Lamas. Temos a obrigação de estar na linha da frente da ajuda à população e é isso mesmo que iremos fazer”, concluiu.

Ricardo Rio reuniu com Presidente da “AAUM”

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Oportunidades de colaboração entre autarquia e AAUM devem ser aproveitadas

Ricardo Rio, líder dos “Juntos Por Braga”, reuniu com o Presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), Carlos Videira. Este encontro, no seguimento de outros contactos efetuados com diversos núcleos estudantis e associações culturais da academia, foi sobretudo uma oportunidade para se debaterem as oportunidades de colaboração e parceria entre a Câmara Municipal e a AAUM e, de forma mais ampla, para se reiterar a vontade de promover uma política de muito maior aproximação entre a Universidade e a cidade.

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal, é fundamental que se percebam bem quais as ambições que os estudantes da Universidade do Minho têm, para que a partir daí se possam desenvolver iniciativas que deem respostas a essas pretensões. “É prioritário identificar as imensas oportunidades de colaboração que existem entre a autarquia, as Juntas de Freguesia e as estruturas da academia de forma a que se efetue um trabalho conjunto que muitos benefícios trará tanto aos estudantes como à cidade”, afirmou.

Por seu turno, Carlos Videira, que tomou posse como Presidente da AAUM em Janeiro deste ano, enfatizou que a associação está totalmente aberta e interessada em manter um espirito de maior diálogo e proximidade com o executivo autárquico. “Existe uma colaboração pontual a alguns níveis, sobretudo nos eventos de maior impacto, como é o caso do Enterro da Gata. Mas há muito para fazer e seria importante que se conseguisse aumentar o nível de colaboração e a frequência do diálogo”, reforçou.

Para Rio, áreas como a cultura, o apoio ao empreendedorismo, o reforço da empregabilidade ou o aproveitamento de espaços públicos merecem uma maior atenção por parte da autarquia, que em conjunto com a AAUM poderia desenvolver diversas iniciativas no sentido de dinamizar estas componentes. “Há muitas oportunidades que podem e devem ser exploradas e é esse rumo que os ´Juntos Por Braga´ pretendem seguir na próxima gestão autárquica”, garantiu.

Também Carlos Videira reforçou que no que se refere a assuntos como a fixação dos estudantes no centro, o apoio social, a intervenção cultural dos diversos grupos culturais da UM, a empregabilidade e o empreendedorismo ou as politicas de juventude, a AAUM tem um pensamento transversal que inclui parcerias com os agentes locais e a autarquia. “Queremos interagir com a nova gestão autárquica e com as forças vivas da cidade no sentido de resolver problemas que existem, e que estão perfeitamente identificados, e potenciar as oportunidades que se podem aproveitar e que também estão à vista de todos”, disse.

Dívidas da CEJ mancham colaboração proveitosa

Nesse sentido, o Presidente da AAUM destacou que a relação mais contínua que se estabeleceu com a Fundação Bracara Augusta no ano da Capital Europeia da Juventude trouxe ótimos resultados, mas lamentou que a mesma não tivesse continuidade. “Ao nível da cultura, saídas profissionais e desporto organizamos atividades que tiveram grande impacto e que serviram para aproximar os estudantes da própria cidade”, afirmou, recordando que para além das questões mais ligadas à vida universitária, é também responsabilidade da AAUM promover a integração dos estudantes na vida da cidade.

Sobre esse assunto, o líder dos “Juntos Por Braga” salientou também o papel muito importante da AAUM durante a Capital Europeia da Juventude (CEJ), que durante o ano e através de várias iniciativas enriqueceu o programa da CEJ “Tratou-se de um excelente exemplo da mais-valia que uma maior integração da AAUM com a cidade pode trazer. Infelizmente, é uma parceria que fica manchada pelo não pagamento atempado das verbas contratualizadas por parte da Fundação Bracara Augusta”, lamentou Rio, lembrando que esse atraso colocou a AAUM em sérias dificuldades financeiras: “São episódios que no futuro não se podem repetir”.

Durante a reunião, foram ainda abordados temas como a necessidade de maior segurança no campus, a escassez de transportes públicos para as residências universitárias, a necessidade de redução de custos de acesso ao Theatro Circo por parte das estruturas culturais da UM ou o projeto da Quinta dos Peões onde ficaria localizada a sede da AAUM e que Carlos Videira vê com “bons olhos”.

Por fim, Carlos Videira fez um balanço extremamente positivo dos primeiros seis meses de Presidência da AAUM. “Temos dado uma atenção especial á área social, tendo em conta o período de dificuldades que o pais atravessa e que estende aos estudantes. Esse trabalho teve bons resultados e refletiu se ao nível da decida de preços das senhas de cantina, das senha de transporte, e do não aumento de propinas, o que acontece pela primeira vez na UM”, assegurou.

Ricardo Rio visitou empresa “APC - Instrumentos Musicais”

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Empresa é uma referência de qualidade a nível mundial na produção de instrumentos de corda
No seguimento de um ciclo de contactos com agentes de diversos âmbitos de atuação, Ricardo Rio visitou a empresa “APC - Instrumentos Musicais”, sediada em Celeirós. António Pinto de Carvalho, dono e fundador da empresa, acompanhou Rio durante esta iniciativa. 

A APC é uma empresa que iniciou a sua atividade em 1976 e que se tornou uma verdadeira referência a nível mundial na produção de instrumentos de corda. “Fabricamos vários tipos de instrumentos, desde as guitarras clássica, folk, eletroacústica e portuguesa, passando pelos bandolins, cavaquinhos, etc. Esta foi uma arte que aprendi com o meu avô e a que dei continuidade, felizmente com enorme sucesso. Os nossos produtos são reconhecidos a nível internacional como sendo de qualidade superior”, afirmou António Carvalho. 

De acordo com o líder dos “Juntos Por Braga”, esta é uma empresa que, por via da imensa variedade e qualidade dos instrumentos que produz, é hoje reconhecida por mercados de todas as partes do globo, o que é algo de muito significativo e demonstrativo de que é perfeitamente possível produzir produtos de excelência em Braga. “Se formos capazes de nos posicionar, de identificarmos os nichos de mercado e de trabalharmos bem a procura desses mesmos mercados, por certo conseguimos trazer para Braga mais projetos que vão assegurar a criação de postos de trabalho e um volume maior de faturação e da riqueza no concelho”, assegurou, salientando que a autarquia deve ser um parceiro do tecido empresarial, sendo sua responsabilidade fornecer todas as condições às empresas para estas poderem obter sucesso. 

Por seu turno, António Carvalho salientou que a Câmara Municipal poderia facilitar e ajudar ao andamento de alguns processos, sobretudo em termos de licenciamento. “Seria importante que algo se alterasse ao nível da atenção que a autarquia dá às empresas”, afirmou, sublinhando que espera mudanças no próximo ciclo de gestão municipal: “É sempre bom que exista mudança, porque com ela vêm novas ideias e novas maneiras de estar e de atender as pessoas”.

Na ocasião, Ricardo Rio lançou ainda o desafio ao dono da APC de colocar o nome de Braga nas etiquetas dos produtos, levando assim a referência da cidade a todas as partes do mundo onde vendem os seus instrumentos e junto dos grandes artistas internacionais. “Da mesma forma que atualmente fazem questão de ter nas etiquetas a inscrição ´By APC, Made in Portugal’, seria também um orgulho ver o nome de Braga associado”, desafiou Rio. 

Por fim, António Carvalho enfatizou que, apesar da crise que se faz sentir a nível europeu, as perspetivas para o futuro da empresa são ótimas. “É verdade que o negócio na Europa não está famoso, sobretudo no que se refere aos prazos de pagamento. Mas temos outros mercados que estamos a começar a explorar, como é o caso da Rússia, e o facto de exportarmos mais de 75% da nossa produção dá-nos muita segurança”, garantiu.


Hino da campanha de Ricardo Rio

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Rio defende que Parque Industrial de Sobreposta merece maior atenção por parte da autarquia

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Ricardo Rio visitou empresa “Cachapuz”


Integrado num ciclo de contactos com diversos agentes de diferentes âmbitos de actuação, e que tem como principal finalidade promover uma política baseada no diálogo e na proximidade, Ricardo Rio visitou a empresa Cachapuz. Graça Cunha Coelho, Codiretora-Geral da Cachapuz, acompanhou Rio durante esta iniciativa.

A Cachapuz é uma empresa que, como Graça Cunha Coelho explicou, é pioneira em Portugal na concepção e fabrico de equipamentos de pesagem e no desenho e implementação de soluções de software para pesagem industrial. “Somos líderes na pesagem industrial e, desde 1993, especializamo-nos também na concepção e implementação de software para o controlo de processos industriais. Fomos os primeiros no mercado nesta área e com a nossa atitude, empenho, qualidade e aposta na investigação e desenvolvimento contínuo conseguimos manter a liderança”, realçou, notando que a marca Cachapuz remonta a 1654, tendo a actividade industrial sido iniciada em 1920.

De acordo com o líder dos “Juntos Por Braga”, esta é uma empresa com uma vastíssima história na cidade e um excelente exemplo de que a aposta constante na inovação e modernidade trazem óptimos resultados. “A Cachapuz é uma referência na área das balanças e merece todos os elogios pelo facto de, ao longo destes anos, sempre se ter esforçado por inovar e criar novas soluções, sendo esse o segredo para se manterem tantos anos na liderança do mercado”, afirmou.

Segundo Ricardo Rio, é necessária uma maior atenção às condições oferecidas pelo Parque Industrial de Sobreposta, onde a empresa está instalada. “Esta zona poderia funcionar como local de muito maior atractividade para as empresas e para o nosso concelho, faltando-lhe para isso as condições de acessibilidade e algumas infraestruturas básicas, como o saneamento. É necessário a autarquia dar maior atenção e este Parque para que possa captar mais investimentos e riqueza para a região”, enfatizou.

No que se refere a este tema, Graça Cunha Coelho lamentou que os investimentos no melhoramento do Parque Industrial tenham sido consecutivamente adiados. “Sentimos que é necessário terminarem algumas das obras pendentes para valorizar este Parque, que merece ser dotado de melhores condições para as empresas aqui se sediarem”, afiançou.



Câmara Municipal deve proteger património industrial

Para o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, existem diversos outros aspectos onde a autarquia pode cooperar com esta empresa. “Cabe ao executivo municipal a responsabilidade de potenciar a preservação do património industrial do concelho. Tal como defendemos no passado em relação, por exemplo, à Fabrica Confiança, é fundamental que se criem núcleos museológicos para preservação do que tem sido a produção das fábricas mais emblemáticas ao longo dos anos, neste caso concreto de balanças. São elementos de atractividade e uma marca diferenciadora que Braga tem de aproveitar”, sublinhou.

Por seu turno, a Codiretora-Geral da Cachapuz revelou que espera que a próxima gestão autárquica traga uma atitude mais aberta para com as empresas. “Esperamos que no futuro a Câmara Municipal comunique de forma diferente e esteja mais próxima das empresas. É fundamental que se aproveitam as potencialidades das instituições que temos hoje na cidade, nomeadamente o tecido empresarial, o Instituto de Nanotecnologia e a Universidade do Minho”, defendeu, salientando que estão reunidas as condições para, em conjunto, se fazer um trabalho muito interessante e dinamizar a cidade, que por si só possui imensos factores de atracção que precisam de ser potenciados.

A finalizar, Graça Cunha Coelho evidenciou que a empresa está confiante de que no futuro continuará a liderar o mercado neste sector. “Acreditamos muito no nosso trabalho e na estratégia que delineamos para a empresa. Temos um núcleo de investigação e desenvolvimento permanente e, há medida que vamos tendo novos desafios, desenvolvemos também novos projectos e novas soluções”, afirmou, destacando que a concretização dessas soluções só é possível muito devido à mão-de-obra qualificada que recrutam na Universidade do Minho: “Da UM saem profissionais com imensas competências e muito bem preparados para a se integrarem com sucesso no mundo do trabalho”.

Braga deve aproveitar o Artesanato do ponto de vista histórico e económico

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Ricardo Rio visitou Associação dos Artesãos do Minho


Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com diversos agentes, Ricardo Rio visitou a Associação dos Artesãos da Região do Minho. José Torres, Presidente da Direcção e sócio fundador da associação, acompanhou Rio durante esta iniciativa.

Como explicou José Torres, a associação tem como principais objectivos a divulgação e promoção do artesanato e a defesa das condições socioeconómicas dos artesãos. “Desenvolvemos a investigação e a procura do artesanato tradicional minhoto e impulsionamos a venda do mesmo. Ajudamos a abrir portas para a comercialização e institucionalização do próprio artesão, sendo que tratamos também do processo de obtenção da carta de artesão”, revelou, afirmando que entre outras actividades pontuais, a associação promove, de quarta-feira a Sábado, os seus produtos através de uma actividade de rua no centro da cidade.

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal, Braga é uma cidade onde existe ainda um vasto historial de ligação às diversas artes e ofícios que deve ser respeitado e aproveitado. “O artesanato tem um peso importante do ponto de vista etnográfico e histórico, mas tem também um peso económico muito relevante. Entendemos que devem ser desenvolvidas várias iniciativas de cooperação com as entidades que actuam directamente nesta área”, salientou, enaltecendo o trabalho meritório de promoção, divulgação e agilização dos canais de distribuição do artesanato que tem vindo a ser desenvolvido por esta Associação.

Nesse sentido, Rio sublinhou que é importante reforçar a colaboração da autarquia para que se possa potenciar a rentabilização da actividade destes artesãos e, ao mesmo tempo, desenvolver actividades de animação crescente na cidade. “Esta associação tem participado em diversas actividades em Braga, como recentemente aconteceu no Festival Castro-Galaico, e queremos que essa participação seja cada vez maior e repercutida por diversas zonas do concelho”, afirmou, notando que esse factor seria positivo tanto para os profissionais, que teriam oportunidade de rentabilizar mais o seu trabalho, como para a cidade, que usufruiria dessa arte e da animação dai decorrente.

Por seu turno, também José Torres defendeu que deveria haver uma maior interligação entre a Câmara Municipal e o movimento associativo. “Gostaríamos que houvesse um maior intercâmbio de ideias e que tivéssemos do outro lado um interlocutor mais assertivo e definidor de metas e tarefas, até porque o nosso trabalho acaba por promover o próprio concelho”, garantiu, adiantando que a criação de uma rede de trabalho com as várias associações daria origem a sinergias que poderiam potenciar ainda mais as actividades efectuadas.

O Presidente da associação enfatizou que é urgente mudar algo para que o artesanato tenha condições para sobreviver. “Como é óbvio, o artesanato está a sofrer as consequências da crise que está a afectar toda a nossa sociedade. Mas acreditamos que com um maior investimento no turismo e na promoção das artes e ofícios antigos, esta situação se pode inverter. É fundamental ponderar e optar pelos melhores caminhos, porque algo tem de se fazer para preservar esta actividade tão nobre”, alertou.

Por fim, o líder dos “Juntos Por Braga” elogiou a ideia expressa pela associação de criar uma Escola de Artes e Ofícios que possa transmitir os conhecimentos às gerações futuras. “É essencial para o futuro da actividade que estes saberes não sejam abandonados nem perdidos. Vemos com muito bons olhos a ideia de criação de uma escola que possa servir como garante da continuação desta tradição no futuro”, concluiu. Sobre este tema, José Torres afirmou que espera que até ao final deste ano se consigam reunir as condições para que a Escola dê os primeiros passos.

Ricardo Rio e António Cunha de acordo: É desejável uma maior colaboração entre Câmara e Universidade

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Ricardo Rio reuniu com Reitor da “UM”

Ricardo Rio, líder dos “Juntos Por Braga”, reuniu com António Cunha, Reitor da Universidade do Minho (UM). Esta foi uma oportunidade para Rio reiterar a vontade de, na próxima gestão autárquica, promover de forma bastante mais intensa o estreitamento de relações entre a Câmara Municipal e a UM. Presentes na reunião estiveram ainda vários elementos que integram a lista dos “Juntos Por Braga” para as próximas eleições autárquicas.

De acordo com Rio, é fundamental e urgente que haja um claro aprofundamento das relações que a autarquia tem estabelecido com a UM. “Como temos vindo a anunciar, iremos criar um pelouro exclusivamente direccionado para trabalhar a ligação à Universidade em sede de executivo municipal. Mas muito mais há para fazer em áreas como a cultura, o apoio à actividade económica ou os incentivos ao empreendedorismo”, garantiu, salientando que é importante saber aproveitar o conhecimento produzido na Universidade para fundamentar algumas das opções politicas municipais do ponto de vista técnico, tendo assim a autarquia todos os dados ao seu dispor para tomar uma decisão que seja a mais “cabal” e “sustentada” possível e evitando uma lógica de “experimentalismo” que muitas vezes se observa.

Por seu turno, António Cunha sublinhou que esta é uma área onde nunca se pode estar satisfeito e onde há sempre algo mais a fazer. “Certamente que essa relação deve ser a melhor e a mais cúmplice possível, tendo em conta a importância que a UM tem para a cidade e a influência que possui na definição de soluções para o futuro desta região e comunidade”, observou, enfatizando que deve haver um entrosamento mais efectivo entre os projectos da UM e os que são elaborados pela autarquia: “As universidades têm uma dimensão internacional, mas não deixam de estar inseridas num espaço, que tem de ser atractivo e ao qual as Universidades podem e devem ajudar a dar maior dinâmica económica”.

Nesse sentido, o Reitor da UM afiançou que existem várias formas de reduzir e mitigar a distância que se faz sentir entre a cidade e a Universidade, sem que para isso sejam necessários investimentos avultados. “O que me parece necessário e desejável é que haja um plano de desenvolvimento integrado entre a UM e a autarquia, que preveja os modos de resolver essas dificuldades e deficiências que o crescimento de Braga nos últimos anos foi evidenciando”, afirmou, considerando positivo o facto de ser quase unânime que esta é uma questão que necessita de ser abordada rapidamente.

Segundo o líder dos “Juntos Por Braga”, a promoção de um clima de relacionamento substancialmente diferente do que se tem verificado até ao momento será benéfico para as partes envolvidas, mas sobretudo para todos os bracarense e para a região, que muito terá a ganhar com esta relação mais cúmplice entre as entidades que são os “dois principais agentes” de desenvolvimento do concelho.


UM tem conseguido reagir a quadro adverso

Durante a reunião, foram também abordadas algumas das preocupações da UM que estão mais relacionadas com o Estado central e com o financiamento da instituição. “Como é óbvio, a UM não está imune à situação que se vive a nível nacional. Felizmente, temos tido uma grande capacidade para reagir a este quadro de adversidade: actualmente conseguimos ter mais alunos com o mesmo quadro docente e conseguimos ainda reforçar a captação de verbas externas”, explicou António Cunha.

Para o Reitor, seria óptimo que as Universidades tivessem maiores níveis de flexibilidade e de autonomia para prosseguirem os seus projectos de ensino de investigação autónomos. “Defenderei sempre a introdução de qualquer quadro de regime jurídico para as Universidades públicas que garanta mais autonomia e que permita que estas se destaquem numa área de grande concorrência internacional e onde a atracção de estudantes e de talentos se faz num quadro muito competitivo”, disse.

Por fim, António Cunha afirmou que a UM encara de forma muito positiva o projecto de urbanização e criação de valências pensado para a Quinta dos Peões. “Estivemos, no passado, envolvidos na definição de um projecto para essa zona, sendo uma proposta que nos parece muito positiva e que gostaríamos de ver consumada nos termos em que foi acordada com a Universidade, isto é, com a utilização do espaço para várias funcionalidades, quer ligadas à dimensão económica e ao empreendedorismo tecnológico, quer direccionadas para congressos, hotelaria e a uma zona destinada à Associação Académica da UM”, finalizou.

Orlando Gomes será o candidato da coligação “Juntos por Braga” à União de Freguesias de Escudeiros, Penso S. Estevão e Penso S. Vicente

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Orlando Agostinho Marques Fernandes Gomes tem 43 anos, é casado e natural de Escudeiros, Braga.
Completou o Ensino Secundário na Escola Alberto Sampaio.

A nível profissional, Orlando Gomes trabalhou, até 2001, na empresa SPORMEX, onde foi o Responsável do Departamento de Planeamento e Logística. Desde 2001 que é o sócio gerente da empresa MODELSTAND, LDA. No plano empresarial, é, também, sócio gerente da empresa MULTITENDAS, LDA, desde 2004, e da WC Rente desde 2010.

Orlando Gomes é o actual Presidente da Junta de Escudeiros, lugar para o qual se recandidata, desta vez em União às Freguesias de Penso de S. Estevão e Penso S. Vicente.

Arraial Minhoto

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No próximo Sábado, dia 20 de Julho, pelas 16H, a coligação “Juntos Por Braga” vai realizar um Arraial Minhoto no Parque de Merendas de Merelim S. Paio. A iniciativa, de entrada livre, irá estender-se pela noite dentro e será uma forma de promover o convívio e a boa disposição entre os candidatos e os apoiantes, aproveitando o bom tempo que se faz sentir.

A animação do evento estará a cargo de vários grupos bem conhecidos de todos os Bracarenses. Os Bomboémia - Grupo de Percussão da Universidade do Minho -, a Rusga de Merelim S. Paio, o Borguinha de Braga, o Grupo Folclórico Infantil e Juvenil do Carreiro de Escudeiros, a Banda Novo Império de Merelim S. Pedro e o músico Hugo Torres serão os responsáveis pela animação da iniciativa. Durante a tarde, está também prevista a realização de vários jogos tradicionais entre os presentes. Na ementa constará ainda Porco no Espeto, Frango no Churrasco, bebidas e muita animação.

Como salientou Ricardo Rio, todos estão convidados a comparecer nesta jornada que se quer de convívio e de enorme diversão. “Esta é uma óptima oportunidade para retemperar forças e estimular a confraternização entre as pessoas. A animação será a palavra de ordem num dia que queremos que todos aproveitem para se divertir e fugir à rotina do dia-a-dia”, afirmou.