Câmara Municipal tem de assumir postura radicalmente diferente na área da captação de investimento empresarial

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Fórum Investimento “Por Braga”


Os “Juntos Por Braga” realizaram, no Hotel Mercure, o Fórum Investimento “Por Braga”. A iniciativa contou com a presença de Pedro Reis, Presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal – Portugal Global (AICEP), Manuel Caldeira Cabral, Docente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, e António Murta, Presidente da Comissão de Honra da Candidatura de Ricardo Rio. Este evento contou com uma grande adesão do público e em particular de muitos empresários Bracarenses, enchendo por completo o auditório do Hotel Mercure onde o Fórum se realizou.

Esta foi uma oportunidade para se discutirem e partilharem estratégias e experiências relativamente a uma das principais preocupações e prioridades dos “Juntos Por Braga” para o futuro da gestão municipal, a dinamização e promoção económica da cidade.

Durante a sua intervenção, Ricardo Rio salientou que uma Câmara Municipal que queira seguir este desígnio como prioritário não se pode ficar pelos “serviços mínimos”. “Para obtermos resultados, cabe à autarquia assumir uma postura radicalmente distinta no relacionamento com o tecido empresarial, com as associações empresariais, a Universidade e o polo de desenvolvimento ainda pouco explorado que é o Instituto de Nanotecnologia”, afirmou, sublinhando que se os agentes de desenvolvimento local se reunirem e trabalharem em conjunto, é possível oferecer aos investidores os factores de atractividade que estes procuram.

Segundo o líder dos “Juntos Por Braga”, é essencial que o executivo autárquico estabeleça uma relação próxima com as empresas instaladas no território, cooperando permanente com as mesmas e percebendo quais as suas preocupações diárias. “É incompreensível que quem tenha responsabilidades sobre a área das actividades económicas na Câmara Municipal esteja somente à boca das eleições a conhecer as realidades empresariais”, criticou, reforçando que a autarquia não tem cumprido o papel de facilitador que se exige e que não tem estado atenta aos pormenores que fazem “toda a diferença” para o funcionamento das empresas.

Ricardo Rio reafirmou que irá liderar o pelouro do desenvolvimento económico, indo ao encontro da ideia que tem defendido de que esta é uma tarefa que exige o mais alto envolvimento das entidades públicas. “Temos consciência de que esta não é uma questão que se resolva da noite para o dia ou até no espaço de um mandato autárquico, mas estamos a trabalhar num horizonte alargado de 10/12 anos e assumimos claramente como objectivo e desígnio fazer com que nesse horizonte Braga seja o principal destino de investimento do país, por via do dinamismo que aqui iremos criar”, assegurou, lamentando o facto de actualmente existirem empresas sólidas que, por falta de infraestruturas de qualidade na cidade, vêem os seus projectos de crescimento bloqueados.

Por fim, o candidato à Presidência da Câmara Municipal enfatizou que para o concelho ser atractivo para os empresários, é fundamental que exista também uma boa qualidade de vida. “Se isso não acontecer, e por muito que tenhamos politicas fiscais amigas das empresas ou incentivos para a fixação de empresas, não conseguiremos ser competitivos na captação de investimento”, concluiu.


Definição de uma estratégia a longo prazo é fundamental

Por seu turno, Pedro Reis, Presidente da AICEP, adiantou que a economia portuguesa tem vindo a registar uma subida nas exportações, que muito se deve à capacidade dos empresários em arriscar, tomar decisões e vencer os inúmeros bloqueios que ainda existem em Portugal à actividade empresarial.

De acordo com Pedro Reis, é essencial a aposta na captação de investimento, no financiamento, no combate à burocracia e a necessidade de se trabalhar consistentemente e a longo prazo o posicionamento do país. “Há muito por fazer em termos de políticas publica de captação de investimento, que é um processo que deve ser feito de uma forma cirúrgica. É essencial que se defina de uma vez por todas uma política económica e estratégias sectórias claras”, apontou, afiançando que hoje em dia ninguém sabe dizer o que o Portugal quer alcançar em vários sectores e que estratégia está a desenvolver: “É importante que se defina bem o posicionamento que queremos ter daqui a 10 anos e de que forma é que vamos interagir com os outros sectores. Temos de estar ao nível do esforço que as empresas estão a fazer”.

Pedro Reis acredita que Portugal tem condições de excepção para atingir patamares de maior sucesso na captação de investimento. “Temos um posicionamento geoestratégico ímpar, não há nenhum investidor que não esteja interessado no nosso acesso privilegiado aos mercados da África e da América Latina. Também não há nenhum investidor que não reconheça a qualidade espantosa dos nossos recursos humanos e que não valorize as nossas infraestruturas”, confirmou, afirmando que é necessário uma maior capacidade de acção e que a AICEP tudo está a fazer para dinamizar e modernizar o sector empresarial: “Mais vale ter a coragem de ser criticado mas ter a vontade de fazer alguma coisa”.

Também Manuel Caldeira Cabral, Professor da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, defendeu que é muito importante que uma autarquia trabalhe no sentido de garantir um conjunto de funcionalidades que possam atrair investimento. “Há um conjunto de medidas que podem ser implementadas e que fazem toda a diferença, como a constituição de estruturas de apoio às empresas e gabinetes de apoio ao investimento, facilitar o acesso a áreas com licenciamento e estruturas de acesso que as empresas industriais e os serviços precisam ou simplesmente falar com as empresas que têm problemas às vezes muito simples não têm interlocutores a quem possam apresentar as suas questões”, apontou.

Manuel Caldeira Cabral afirmou ainda que a aposta na exportação é crucial para o sucesso do país. “Nos próximos anos, o que o país pode crescer está muito relacionado com o que conseguirá exportar. Num país pequeno como Portugal, a internacionalização tem de estar presente com muita força, já que se as exportações não crescerem acima das importações, teremos uma fatura muito desagradável para pagar”, declarou.

O Professor da Escola de Economia e Gestão afirmou ainda que o mais comum é ver-se as autarquias a não fazerem nada em matéria de captação de investimento, com o argumento que isso depende sobretudo do Estado Central, atitude que considerou errada e que afirmou que não defende os interesses dos concelhos.

Arraial Minhoto marcado pela animação e pela enorme adesão da população

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A coligação “Juntos Por Braga” realizou um Arraial Minhoto no Parque de Merendas de Merelim S. Paio. A iniciativa decorreu em ambiente de enorme festa e a animação estendeu-se pela noite dentro. Esta foi uma forma de os “Juntos Por Braga” promoverem o convívio e a boa disposição entre os candidatos e os inúmeros apoiantes, que fizeram questão de marcar presença neste evento e encheram por completo o recinto.
De acordo com Ricardo Rio, este foi sobretudo um momento de descontracção que se pretendeu propiciar a todos os presentes, com muita música e animação à mistura. “Esta foi uma iniciativa lúdica em que desafiamos as pessoas a divertir-se e a passar uma tarde diferente em boa companhia, algo essencial nos tempos de dificuldades que atravessamos”, afirmou, garantindo que o Arraial foi também uma oportunidade para se promover as diversas colectividades e os grupos culturais do concelho: “Tivemos um programa muito diversificado e ficou demonstrado pela enorme adesão da população que esta é uma candidatura transversal e que coloca sempre as pessoas em primeiro lugar”.

Segundo Rio, a candidatura que lidera é cada vez mais inclusiva e mobilizadora, algo que é bem evidente pelo número crescente de pessoas que estão a aderir a este “movimento de mudança”. “Temos angariado um apoio muito significativo um pouco por todo o concelho, desde as freguesias rurais às mais citadinas. Até ao dia das eleições, estou certo de que vamos continuar a conquistar o apoio de todas as franjas da população e demonstrar que temos um projeto que merece a confiança que as pessoas depositam em nós”, enfatizou

Para o líder dos “Juntos Por Braga”, este Arraial Minhoto permitiu ainda às pessoas desfrutarem de espaço muito agradável do concelho e que é desconhecido para boa parte dos Bracarenses. “Quisemos promover e dar a conhecer este Parque de Merendas, localizado junto ao Rio Cávado. Esta escolha vem no seguimento do nosso projecto de aproveitamento e animação crescente das Margens do Cávado, um espaço que pretendemos que seja requalificado e cada vez mais valorizado”, sublinhou, salientando que estes espaços são ideais para estimular o convivo da população com a natureza e aumentar a qualidade de vida em Braga.

A animação do evento esteve cargo de vários grupos bem conhecidos de todos os Bracarenses. Os Bomboémia - Grupo de Percussão da Universidade do Minho -, a Rusga de Merelim S. Paio, o Borguinha de Braga, o Grupo Folclórico Infantil e Juvenil do Carreiro de Escudeiros, a Banda Novo Império de Merelim S. Pedro e o músico Hugo Torres foram os responsáveis pela animação da iniciativa. Durante a tarde, realizaram-se também vários jogos tradicionais entre os presentes, sendo que na ementa constou Porco no Espeto, Frango no Churrasco, bebidas e, como não podia faltar, muita animação.

Ana Maria Ferreira anunciou candidatura à Junta de Freguesia de Lamas

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Ana Maria Ferreira será candidata às próximas eleições autárquicas na freguesia de Lamas, liderando a equipa dos “Juntos Por Braga”. Ana Maria assume que esta é uma candidatura que pretende trazer à freguesia os “ventos de mudança” de que esta tanto necessita.

Ana Maria Igreja Magalhães Ferreira nasceu em 1967, em Ribeira de Pena – Vila Real. É casada e tem dois filhos. Licenciada em Educação pela Universidade do Minho, é também Mestre em Educação, Área de Especialização em Formação, Trabalho e Recursos Humanos. Exerce funções na Escola de Direito da Universidade do Minho desde 2001. Integra a Assembleia de Freguesia desde as últimas eleições autárquicas e tem sobre a sua responsabilidade a coordenação da catequese da Paróquia de Lamas.

Segundo a candidata à Junta de Lamas, este é um projecto que pretende dar um rumo diferente à freguesia. “Esta é uma candidatura moderna e inovadora, que pretende unir a população e colocar Lamas definitivamente no caminho do desenvolvimento e do progresso”, salientou, garantindo que é possível fazer muito “mais e melhor” pela freguesia.

Para Ana Maria Ferreira, esta é uma equipa que representa a mudança de que Lamas está a necessitar urgentemente. “Queremos trazer ideias novas e diferentes para a freguesia, e acreditamos que as pessoas se revêm no nosso projecto e estão prontas para inverter este ciclo que pouco tem trazido a Lamas”, assegurou, salientando que irá apostar prioritariamente na área social e na dinamização das diversas colectividades.

Por fim, a candidata dos “Juntos Por Braga” garantiu que pretende que a Junta de Freguesia esteja mais próxima da comunidade que serve. “Podemos garantir que estaremos sempre disponíveis para receber as pessoas e ouvir os seus problemas, fazendo tudo o que estiver ao nosso alcance para melhorar qualidade de vida em Lamas. Temos a obrigação de estar na linha da frente da ajuda à população e é isso mesmo que iremos fazer”, concluiu.

Ricardo Rio reuniu com Presidente da “AAUM”

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Oportunidades de colaboração entre autarquia e AAUM devem ser aproveitadas

Ricardo Rio, líder dos “Juntos Por Braga”, reuniu com o Presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), Carlos Videira. Este encontro, no seguimento de outros contactos efetuados com diversos núcleos estudantis e associações culturais da academia, foi sobretudo uma oportunidade para se debaterem as oportunidades de colaboração e parceria entre a Câmara Municipal e a AAUM e, de forma mais ampla, para se reiterar a vontade de promover uma política de muito maior aproximação entre a Universidade e a cidade.

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal, é fundamental que se percebam bem quais as ambições que os estudantes da Universidade do Minho têm, para que a partir daí se possam desenvolver iniciativas que deem respostas a essas pretensões. “É prioritário identificar as imensas oportunidades de colaboração que existem entre a autarquia, as Juntas de Freguesia e as estruturas da academia de forma a que se efetue um trabalho conjunto que muitos benefícios trará tanto aos estudantes como à cidade”, afirmou.

Por seu turno, Carlos Videira, que tomou posse como Presidente da AAUM em Janeiro deste ano, enfatizou que a associação está totalmente aberta e interessada em manter um espirito de maior diálogo e proximidade com o executivo autárquico. “Existe uma colaboração pontual a alguns níveis, sobretudo nos eventos de maior impacto, como é o caso do Enterro da Gata. Mas há muito para fazer e seria importante que se conseguisse aumentar o nível de colaboração e a frequência do diálogo”, reforçou.

Para Rio, áreas como a cultura, o apoio ao empreendedorismo, o reforço da empregabilidade ou o aproveitamento de espaços públicos merecem uma maior atenção por parte da autarquia, que em conjunto com a AAUM poderia desenvolver diversas iniciativas no sentido de dinamizar estas componentes. “Há muitas oportunidades que podem e devem ser exploradas e é esse rumo que os ´Juntos Por Braga´ pretendem seguir na próxima gestão autárquica”, garantiu.

Também Carlos Videira reforçou que no que se refere a assuntos como a fixação dos estudantes no centro, o apoio social, a intervenção cultural dos diversos grupos culturais da UM, a empregabilidade e o empreendedorismo ou as politicas de juventude, a AAUM tem um pensamento transversal que inclui parcerias com os agentes locais e a autarquia. “Queremos interagir com a nova gestão autárquica e com as forças vivas da cidade no sentido de resolver problemas que existem, e que estão perfeitamente identificados, e potenciar as oportunidades que se podem aproveitar e que também estão à vista de todos”, disse.

Dívidas da CEJ mancham colaboração proveitosa

Nesse sentido, o Presidente da AAUM destacou que a relação mais contínua que se estabeleceu com a Fundação Bracara Augusta no ano da Capital Europeia da Juventude trouxe ótimos resultados, mas lamentou que a mesma não tivesse continuidade. “Ao nível da cultura, saídas profissionais e desporto organizamos atividades que tiveram grande impacto e que serviram para aproximar os estudantes da própria cidade”, afirmou, recordando que para além das questões mais ligadas à vida universitária, é também responsabilidade da AAUM promover a integração dos estudantes na vida da cidade.

Sobre esse assunto, o líder dos “Juntos Por Braga” salientou também o papel muito importante da AAUM durante a Capital Europeia da Juventude (CEJ), que durante o ano e através de várias iniciativas enriqueceu o programa da CEJ “Tratou-se de um excelente exemplo da mais-valia que uma maior integração da AAUM com a cidade pode trazer. Infelizmente, é uma parceria que fica manchada pelo não pagamento atempado das verbas contratualizadas por parte da Fundação Bracara Augusta”, lamentou Rio, lembrando que esse atraso colocou a AAUM em sérias dificuldades financeiras: “São episódios que no futuro não se podem repetir”.

Durante a reunião, foram ainda abordados temas como a necessidade de maior segurança no campus, a escassez de transportes públicos para as residências universitárias, a necessidade de redução de custos de acesso ao Theatro Circo por parte das estruturas culturais da UM ou o projeto da Quinta dos Peões onde ficaria localizada a sede da AAUM e que Carlos Videira vê com “bons olhos”.

Por fim, Carlos Videira fez um balanço extremamente positivo dos primeiros seis meses de Presidência da AAUM. “Temos dado uma atenção especial á área social, tendo em conta o período de dificuldades que o pais atravessa e que estende aos estudantes. Esse trabalho teve bons resultados e refletiu se ao nível da decida de preços das senhas de cantina, das senha de transporte, e do não aumento de propinas, o que acontece pela primeira vez na UM”, assegurou.

Ricardo Rio visitou empresa “APC - Instrumentos Musicais”

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Empresa é uma referência de qualidade a nível mundial na produção de instrumentos de corda
No seguimento de um ciclo de contactos com agentes de diversos âmbitos de atuação, Ricardo Rio visitou a empresa “APC - Instrumentos Musicais”, sediada em Celeirós. António Pinto de Carvalho, dono e fundador da empresa, acompanhou Rio durante esta iniciativa. 

A APC é uma empresa que iniciou a sua atividade em 1976 e que se tornou uma verdadeira referência a nível mundial na produção de instrumentos de corda. “Fabricamos vários tipos de instrumentos, desde as guitarras clássica, folk, eletroacústica e portuguesa, passando pelos bandolins, cavaquinhos, etc. Esta foi uma arte que aprendi com o meu avô e a que dei continuidade, felizmente com enorme sucesso. Os nossos produtos são reconhecidos a nível internacional como sendo de qualidade superior”, afirmou António Carvalho. 

De acordo com o líder dos “Juntos Por Braga”, esta é uma empresa que, por via da imensa variedade e qualidade dos instrumentos que produz, é hoje reconhecida por mercados de todas as partes do globo, o que é algo de muito significativo e demonstrativo de que é perfeitamente possível produzir produtos de excelência em Braga. “Se formos capazes de nos posicionar, de identificarmos os nichos de mercado e de trabalharmos bem a procura desses mesmos mercados, por certo conseguimos trazer para Braga mais projetos que vão assegurar a criação de postos de trabalho e um volume maior de faturação e da riqueza no concelho”, assegurou, salientando que a autarquia deve ser um parceiro do tecido empresarial, sendo sua responsabilidade fornecer todas as condições às empresas para estas poderem obter sucesso. 

Por seu turno, António Carvalho salientou que a Câmara Municipal poderia facilitar e ajudar ao andamento de alguns processos, sobretudo em termos de licenciamento. “Seria importante que algo se alterasse ao nível da atenção que a autarquia dá às empresas”, afirmou, sublinhando que espera mudanças no próximo ciclo de gestão municipal: “É sempre bom que exista mudança, porque com ela vêm novas ideias e novas maneiras de estar e de atender as pessoas”.

Na ocasião, Ricardo Rio lançou ainda o desafio ao dono da APC de colocar o nome de Braga nas etiquetas dos produtos, levando assim a referência da cidade a todas as partes do mundo onde vendem os seus instrumentos e junto dos grandes artistas internacionais. “Da mesma forma que atualmente fazem questão de ter nas etiquetas a inscrição ´By APC, Made in Portugal’, seria também um orgulho ver o nome de Braga associado”, desafiou Rio. 

Por fim, António Carvalho enfatizou que, apesar da crise que se faz sentir a nível europeu, as perspetivas para o futuro da empresa são ótimas. “É verdade que o negócio na Europa não está famoso, sobretudo no que se refere aos prazos de pagamento. Mas temos outros mercados que estamos a começar a explorar, como é o caso da Rússia, e o facto de exportarmos mais de 75% da nossa produção dá-nos muita segurança”, garantiu.


Hino da campanha de Ricardo Rio

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Rio defende que Parque Industrial de Sobreposta merece maior atenção por parte da autarquia

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Ricardo Rio visitou empresa “Cachapuz”


Integrado num ciclo de contactos com diversos agentes de diferentes âmbitos de actuação, e que tem como principal finalidade promover uma política baseada no diálogo e na proximidade, Ricardo Rio visitou a empresa Cachapuz. Graça Cunha Coelho, Codiretora-Geral da Cachapuz, acompanhou Rio durante esta iniciativa.

A Cachapuz é uma empresa que, como Graça Cunha Coelho explicou, é pioneira em Portugal na concepção e fabrico de equipamentos de pesagem e no desenho e implementação de soluções de software para pesagem industrial. “Somos líderes na pesagem industrial e, desde 1993, especializamo-nos também na concepção e implementação de software para o controlo de processos industriais. Fomos os primeiros no mercado nesta área e com a nossa atitude, empenho, qualidade e aposta na investigação e desenvolvimento contínuo conseguimos manter a liderança”, realçou, notando que a marca Cachapuz remonta a 1654, tendo a actividade industrial sido iniciada em 1920.

De acordo com o líder dos “Juntos Por Braga”, esta é uma empresa com uma vastíssima história na cidade e um excelente exemplo de que a aposta constante na inovação e modernidade trazem óptimos resultados. “A Cachapuz é uma referência na área das balanças e merece todos os elogios pelo facto de, ao longo destes anos, sempre se ter esforçado por inovar e criar novas soluções, sendo esse o segredo para se manterem tantos anos na liderança do mercado”, afirmou.

Segundo Ricardo Rio, é necessária uma maior atenção às condições oferecidas pelo Parque Industrial de Sobreposta, onde a empresa está instalada. “Esta zona poderia funcionar como local de muito maior atractividade para as empresas e para o nosso concelho, faltando-lhe para isso as condições de acessibilidade e algumas infraestruturas básicas, como o saneamento. É necessário a autarquia dar maior atenção e este Parque para que possa captar mais investimentos e riqueza para a região”, enfatizou.

No que se refere a este tema, Graça Cunha Coelho lamentou que os investimentos no melhoramento do Parque Industrial tenham sido consecutivamente adiados. “Sentimos que é necessário terminarem algumas das obras pendentes para valorizar este Parque, que merece ser dotado de melhores condições para as empresas aqui se sediarem”, afiançou.



Câmara Municipal deve proteger património industrial

Para o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, existem diversos outros aspectos onde a autarquia pode cooperar com esta empresa. “Cabe ao executivo municipal a responsabilidade de potenciar a preservação do património industrial do concelho. Tal como defendemos no passado em relação, por exemplo, à Fabrica Confiança, é fundamental que se criem núcleos museológicos para preservação do que tem sido a produção das fábricas mais emblemáticas ao longo dos anos, neste caso concreto de balanças. São elementos de atractividade e uma marca diferenciadora que Braga tem de aproveitar”, sublinhou.

Por seu turno, a Codiretora-Geral da Cachapuz revelou que espera que a próxima gestão autárquica traga uma atitude mais aberta para com as empresas. “Esperamos que no futuro a Câmara Municipal comunique de forma diferente e esteja mais próxima das empresas. É fundamental que se aproveitam as potencialidades das instituições que temos hoje na cidade, nomeadamente o tecido empresarial, o Instituto de Nanotecnologia e a Universidade do Minho”, defendeu, salientando que estão reunidas as condições para, em conjunto, se fazer um trabalho muito interessante e dinamizar a cidade, que por si só possui imensos factores de atracção que precisam de ser potenciados.

A finalizar, Graça Cunha Coelho evidenciou que a empresa está confiante de que no futuro continuará a liderar o mercado neste sector. “Acreditamos muito no nosso trabalho e na estratégia que delineamos para a empresa. Temos um núcleo de investigação e desenvolvimento permanente e, há medida que vamos tendo novos desafios, desenvolvemos também novos projectos e novas soluções”, afirmou, destacando que a concretização dessas soluções só é possível muito devido à mão-de-obra qualificada que recrutam na Universidade do Minho: “Da UM saem profissionais com imensas competências e muito bem preparados para a se integrarem com sucesso no mundo do trabalho”.

Braga deve aproveitar o Artesanato do ponto de vista histórico e económico

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Ricardo Rio visitou Associação dos Artesãos do Minho


Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com diversos agentes, Ricardo Rio visitou a Associação dos Artesãos da Região do Minho. José Torres, Presidente da Direcção e sócio fundador da associação, acompanhou Rio durante esta iniciativa.

Como explicou José Torres, a associação tem como principais objectivos a divulgação e promoção do artesanato e a defesa das condições socioeconómicas dos artesãos. “Desenvolvemos a investigação e a procura do artesanato tradicional minhoto e impulsionamos a venda do mesmo. Ajudamos a abrir portas para a comercialização e institucionalização do próprio artesão, sendo que tratamos também do processo de obtenção da carta de artesão”, revelou, afirmando que entre outras actividades pontuais, a associação promove, de quarta-feira a Sábado, os seus produtos através de uma actividade de rua no centro da cidade.

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal, Braga é uma cidade onde existe ainda um vasto historial de ligação às diversas artes e ofícios que deve ser respeitado e aproveitado. “O artesanato tem um peso importante do ponto de vista etnográfico e histórico, mas tem também um peso económico muito relevante. Entendemos que devem ser desenvolvidas várias iniciativas de cooperação com as entidades que actuam directamente nesta área”, salientou, enaltecendo o trabalho meritório de promoção, divulgação e agilização dos canais de distribuição do artesanato que tem vindo a ser desenvolvido por esta Associação.

Nesse sentido, Rio sublinhou que é importante reforçar a colaboração da autarquia para que se possa potenciar a rentabilização da actividade destes artesãos e, ao mesmo tempo, desenvolver actividades de animação crescente na cidade. “Esta associação tem participado em diversas actividades em Braga, como recentemente aconteceu no Festival Castro-Galaico, e queremos que essa participação seja cada vez maior e repercutida por diversas zonas do concelho”, afirmou, notando que esse factor seria positivo tanto para os profissionais, que teriam oportunidade de rentabilizar mais o seu trabalho, como para a cidade, que usufruiria dessa arte e da animação dai decorrente.

Por seu turno, também José Torres defendeu que deveria haver uma maior interligação entre a Câmara Municipal e o movimento associativo. “Gostaríamos que houvesse um maior intercâmbio de ideias e que tivéssemos do outro lado um interlocutor mais assertivo e definidor de metas e tarefas, até porque o nosso trabalho acaba por promover o próprio concelho”, garantiu, adiantando que a criação de uma rede de trabalho com as várias associações daria origem a sinergias que poderiam potenciar ainda mais as actividades efectuadas.

O Presidente da associação enfatizou que é urgente mudar algo para que o artesanato tenha condições para sobreviver. “Como é óbvio, o artesanato está a sofrer as consequências da crise que está a afectar toda a nossa sociedade. Mas acreditamos que com um maior investimento no turismo e na promoção das artes e ofícios antigos, esta situação se pode inverter. É fundamental ponderar e optar pelos melhores caminhos, porque algo tem de se fazer para preservar esta actividade tão nobre”, alertou.

Por fim, o líder dos “Juntos Por Braga” elogiou a ideia expressa pela associação de criar uma Escola de Artes e Ofícios que possa transmitir os conhecimentos às gerações futuras. “É essencial para o futuro da actividade que estes saberes não sejam abandonados nem perdidos. Vemos com muito bons olhos a ideia de criação de uma escola que possa servir como garante da continuação desta tradição no futuro”, concluiu. Sobre este tema, José Torres afirmou que espera que até ao final deste ano se consigam reunir as condições para que a Escola dê os primeiros passos.

Ricardo Rio e António Cunha de acordo: É desejável uma maior colaboração entre Câmara e Universidade

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Ricardo Rio reuniu com Reitor da “UM”

Ricardo Rio, líder dos “Juntos Por Braga”, reuniu com António Cunha, Reitor da Universidade do Minho (UM). Esta foi uma oportunidade para Rio reiterar a vontade de, na próxima gestão autárquica, promover de forma bastante mais intensa o estreitamento de relações entre a Câmara Municipal e a UM. Presentes na reunião estiveram ainda vários elementos que integram a lista dos “Juntos Por Braga” para as próximas eleições autárquicas.

De acordo com Rio, é fundamental e urgente que haja um claro aprofundamento das relações que a autarquia tem estabelecido com a UM. “Como temos vindo a anunciar, iremos criar um pelouro exclusivamente direccionado para trabalhar a ligação à Universidade em sede de executivo municipal. Mas muito mais há para fazer em áreas como a cultura, o apoio à actividade económica ou os incentivos ao empreendedorismo”, garantiu, salientando que é importante saber aproveitar o conhecimento produzido na Universidade para fundamentar algumas das opções politicas municipais do ponto de vista técnico, tendo assim a autarquia todos os dados ao seu dispor para tomar uma decisão que seja a mais “cabal” e “sustentada” possível e evitando uma lógica de “experimentalismo” que muitas vezes se observa.

Por seu turno, António Cunha sublinhou que esta é uma área onde nunca se pode estar satisfeito e onde há sempre algo mais a fazer. “Certamente que essa relação deve ser a melhor e a mais cúmplice possível, tendo em conta a importância que a UM tem para a cidade e a influência que possui na definição de soluções para o futuro desta região e comunidade”, observou, enfatizando que deve haver um entrosamento mais efectivo entre os projectos da UM e os que são elaborados pela autarquia: “As universidades têm uma dimensão internacional, mas não deixam de estar inseridas num espaço, que tem de ser atractivo e ao qual as Universidades podem e devem ajudar a dar maior dinâmica económica”.

Nesse sentido, o Reitor da UM afiançou que existem várias formas de reduzir e mitigar a distância que se faz sentir entre a cidade e a Universidade, sem que para isso sejam necessários investimentos avultados. “O que me parece necessário e desejável é que haja um plano de desenvolvimento integrado entre a UM e a autarquia, que preveja os modos de resolver essas dificuldades e deficiências que o crescimento de Braga nos últimos anos foi evidenciando”, afirmou, considerando positivo o facto de ser quase unânime que esta é uma questão que necessita de ser abordada rapidamente.

Segundo o líder dos “Juntos Por Braga”, a promoção de um clima de relacionamento substancialmente diferente do que se tem verificado até ao momento será benéfico para as partes envolvidas, mas sobretudo para todos os bracarense e para a região, que muito terá a ganhar com esta relação mais cúmplice entre as entidades que são os “dois principais agentes” de desenvolvimento do concelho.


UM tem conseguido reagir a quadro adverso

Durante a reunião, foram também abordadas algumas das preocupações da UM que estão mais relacionadas com o Estado central e com o financiamento da instituição. “Como é óbvio, a UM não está imune à situação que se vive a nível nacional. Felizmente, temos tido uma grande capacidade para reagir a este quadro de adversidade: actualmente conseguimos ter mais alunos com o mesmo quadro docente e conseguimos ainda reforçar a captação de verbas externas”, explicou António Cunha.

Para o Reitor, seria óptimo que as Universidades tivessem maiores níveis de flexibilidade e de autonomia para prosseguirem os seus projectos de ensino de investigação autónomos. “Defenderei sempre a introdução de qualquer quadro de regime jurídico para as Universidades públicas que garanta mais autonomia e que permita que estas se destaquem numa área de grande concorrência internacional e onde a atracção de estudantes e de talentos se faz num quadro muito competitivo”, disse.

Por fim, António Cunha afirmou que a UM encara de forma muito positiva o projecto de urbanização e criação de valências pensado para a Quinta dos Peões. “Estivemos, no passado, envolvidos na definição de um projecto para essa zona, sendo uma proposta que nos parece muito positiva e que gostaríamos de ver consumada nos termos em que foi acordada com a Universidade, isto é, com a utilização do espaço para várias funcionalidades, quer ligadas à dimensão económica e ao empreendedorismo tecnológico, quer direccionadas para congressos, hotelaria e a uma zona destinada à Associação Académica da UM”, finalizou.

Orlando Gomes será o candidato da coligação “Juntos por Braga” à União de Freguesias de Escudeiros, Penso S. Estevão e Penso S. Vicente

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Orlando Agostinho Marques Fernandes Gomes tem 43 anos, é casado e natural de Escudeiros, Braga.
Completou o Ensino Secundário na Escola Alberto Sampaio.

A nível profissional, Orlando Gomes trabalhou, até 2001, na empresa SPORMEX, onde foi o Responsável do Departamento de Planeamento e Logística. Desde 2001 que é o sócio gerente da empresa MODELSTAND, LDA. No plano empresarial, é, também, sócio gerente da empresa MULTITENDAS, LDA, desde 2004, e da WC Rente desde 2010.

Orlando Gomes é o actual Presidente da Junta de Escudeiros, lugar para o qual se recandidata, desta vez em União às Freguesias de Penso de S. Estevão e Penso S. Vicente.

Arraial Minhoto

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No próximo Sábado, dia 20 de Julho, pelas 16H, a coligação “Juntos Por Braga” vai realizar um Arraial Minhoto no Parque de Merendas de Merelim S. Paio. A iniciativa, de entrada livre, irá estender-se pela noite dentro e será uma forma de promover o convívio e a boa disposição entre os candidatos e os apoiantes, aproveitando o bom tempo que se faz sentir.

A animação do evento estará a cargo de vários grupos bem conhecidos de todos os Bracarenses. Os Bomboémia - Grupo de Percussão da Universidade do Minho -, a Rusga de Merelim S. Paio, o Borguinha de Braga, o Grupo Folclórico Infantil e Juvenil do Carreiro de Escudeiros, a Banda Novo Império de Merelim S. Pedro e o músico Hugo Torres serão os responsáveis pela animação da iniciativa. Durante a tarde, está também prevista a realização de vários jogos tradicionais entre os presentes. Na ementa constará ainda Porco no Espeto, Frango no Churrasco, bebidas e muita animação.

Como salientou Ricardo Rio, todos estão convidados a comparecer nesta jornada que se quer de convívio e de enorme diversão. “Esta é uma óptima oportunidade para retemperar forças e estimular a confraternização entre as pessoas. A animação será a palavra de ordem num dia que queremos que todos aproveitem para se divertir e fugir à rotina do dia-a-dia”, afirmou.

Henrique Borges anunciou candidatura à União de Freguesias de Cabreiros e Passos S. Julião

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Henrique Borges anunciou a sua candidatura às próximas eleições autárquicas na união de freguesias de Cabreiros e Passos S. Julião, liderando a equipa dos “Juntos Por Braga”. O anúncio foi efectuado aproveitando a visita de Ricardo Rio às duas freguesias, numa iniciativa de contacto e diálogo com a população local.

Henrique Lobo Borges tem 34 anos e é solteiro. Nasceu em Cabreiros, tendo origens familiares em Passos S. Julião. Frequentou o Licenciatura de Sociologia, ramo Politicas Sociais na Universidade do Minho em Braga, tendo realizado o seu Estágio Curricular na Empresa Municipal BragaHabit. Desenvolveu funções de assessor parlamentar na Assembleia da República durante duas legislaturas. Actualmente exerce funções de adjunto do Secretário de Estado de Ensino e Administração Escolar, no Ministério da Educação e Ciência. Na freguesia de Cabreiros desenvolveu várias actividades, foi coordenador da catequese paroquial e pertenceu ao grupo de Jovens. No plano desportivo é sócio do Sporting Clube de Cabreiros, onde foi também Director durante um mandato. Faz parte da Direcção do Centro Social da Associação Cultural e Recreativa de Cabreiros.

Na ocasião do anúncio, Henrique Borges salientou que esta é uma candidatura que pretende colocar definitivamente Cabreiros e Passos S. Julião na rota da modernidade e do desenvolvimento. “Estas são duas freguesias que estão estagnadas e que necessitam de um abanão. Estamos prontos para ser os rostos da mudança”, afirmou.

Como sublinhou Henrique Borges, esta é uma candidatura que vem na sequência de um trabalho dinâmico e sério de oposição efectuado em Cabreiros, a que agora pretende dar continuidade enquanto Presidente da Junta, estendendo-o a Passos S. Julião. “Estamos a formar uma lista capaz de defender os interesses de Cabreiros e Passos S. Julião, sempre em pé de igualdade e respeitando as características próprias de cada freguesia”, disse.

Para o candidato à liderança desta união de freguesias, o apoio social, a aposta na educação e o reforço das condições de prestação de cuidados de saúde são as grandes prioridades. “Estas são áreas às quais queremos dar uma atenção maior, melhorando a qualidade de vida dos habitantes destas freguesias. Estou certo de que as pessoas saberão reconhecer o valor do nosso programa e as vantagens da mudança que representamos”, garantiu,

Por seu turno, o líder dos “Juntos Por Braga” enfatizou que estas são duas freguesias onde se tem vindo a “fazer caminho” rumo à mudança que se irá concretizar a 29 de Setembro. “Este é o caso exemplar de uma equipa que teve a coragem de não desistir e de sempre lutar pelos interesses maiores das suas freguesias, acreditando que no futuro as coisas iriam melhor. Pois esse futuro está quase a chegar e tenho a certeza que Cabreiros e Passos S. Julião irão fazer parte da mudança que se irá sentir um pouco por todo o concelho”, afirmou.

Segundo Ricardo Rio, esta é uma equipa que sai reforçada com a união de esforços e as sinergias criadas entre as duas freguesias e que tem todas as condições para obter sucesso. “Temos um projecto muito válido, liderado por uma pessoa com enorme capacidade de trabalho e com um passado recheado de intervenções políticas de grande relevo. Esta candidatura está muito bem entregue ao Henrique Borges”, acredita.

Por fim, o candidato à Presidência da Câmara Municipal adiantou que pretende uma autarquia mais interessada e disponível para ajudar as freguesias. “Da nossa parte, podem contar com todo o empenho e dedicação no sentido de dar a Cabreiros e Passos S. Julião todas as condições para que se desenvolvam de forma consolidada e harmoniosa”, finalizou.

Ricardo Ferreira anunciou candidatura à União de Freguesias de Merelim S. Pedro e Frossos

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Ricardo Ferreira, Presidente da Junta de Merelim S. Pedro, anunciou a sua candidatura às próximas eleições autárquicas na união de freguesias de Merelim S. Pedro e Frossos, liderando a equipa dos “Juntos Por Braga”. Ricardo Ferreira pretende dar continuidade ao trabalho que vem desenvolvendo na sua freguesia desde 2009, ano em que tomou posse como Presidente da Junta.

Ricardo José Pinto dos Anjos Ferreira tem 37 anos e é residente em Merelim S. Paio, onde também exerce a sua atividade profissional. Ao longo dos anos, foi-se destacando pela sua intervenção ativa na vida da comunidade. Foi vice-presidente e secretário-geral do Merelinense Futebol Clube. É também o fundador da Associação ‘Os 13 Moscas de Merelim’, uma coletividade de cariz social, cultural, recreativo e desportivo. 

Na ocasião do anúncio, que contou com a presença do líder dos “Juntos Por Braga”, Ricardo Ferreira salientou que esta é uma candidatura “natural” e de “continuidade” face ao trabalho que a sua equipa tem vindo a desenvolver em Merelim S. Pedro, e que agora será estendido a Frossos. “Na freguesia que lideramos, temos conseguido aumentar a qualidade de vida dos habitantes, que sentem no seu dia-a-dia as diferenças relativamente ao passado. Agora o desafio é maior, e queremos que Frossos e a sua população sintam também os ventos da mudança e os enormes benefícios que uma gestão transparente e rigorosa pode trazer”, afirmou. 

Segundo o candidato à liderança da União de freguesias, é necessário formar-se uma equipa forte e sólida, que tenha como objetivo comum o desenvolvimento de ambas as freguesias. “Temos de falar a uma só voz na defesa dos interesses de Frossos e Merelim S. Pedro. Podem estar certos de que vamos efetuar um trabalho sério e leal, tendo a união como palavra-chave”, garantiu. 

De acordo com Ricardo Ferreira, é fundamental a atenção à ajuda social, ao associativismo e à defesa do ambiente. “Essas são áreas às quais temos dado grande atenção em Merelim S. Pedro, num trabalho que começou em 2009 e que tem todas as condições para evoluir e continuar a crescer, aproveitando também o impulso e as sinergias que se irão criar com Frossos”, sublinhou. 

Por seu turno, o líder dos “Juntos Por Braga” reforçou que a equipa liderada por Ricardo Ferreira tem feito um trabalho extremamente meritório em circunstâncias muito adversas, já que ao longo deste tempo nunca contou com o apoio da Câmara Municipal. “No próximo ciclo autárquico, podem contar com os ´Juntos Por Braga´ para inverter este tipo de políticas. Iremos sempre trabalhar tendo em vista o benefício das comunidades, sem discriminar nenhuma freguesia”, destacou, afiançando que com a alteração na Câmara Municipal e com a equipa de Ricardo Ferreira na liderança destas duas freguesias, estão reunidas todas as condições para se caminhar definitivamente rumo ao progresso e ao desenvolvimento.

Ricardo Rio visitou empresa “Novo Modelo Europa”

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Aposta na modernidade e na inovação é o segredo do sucesso da empresa no mercado 

Ricardo Rio, líder dos “Juntos Por Braga”, visitou a empresa “Novo Modelo Europa”, sediada em Priscos. Manuel Correia, dono e fundador da empresa, acompanhou Rio durante a iniciativa. 

A Novo Modelo Europa, fundada em 1994, desenvolve a sua atividade principal na construção civil e obras públicas, estando focalizada estrategicamente na construção metálica, carpintarias e mobiliário, fachadas em vidro, alumínio e painéis leves. “Somos uma empresa que se tem vindo a afirmar no mercado pelo seu valor e dinamismo, sendo que procuramos sempre manter os mais elevados níveis de serviço, promovendo as práticas empresariais e ambientais responsáveis”, salientou Manuel Correia, garantido que a empresa se rege pelos princípios do rigor e da qualidade, palavras-chave que permitiram um crescimento sustentado ao longo dos anos. 

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, esta é uma empresa que está num patamar de grande qualidade em termos de modernidade das suas instalações e dos serviços que desenvolve. “É essa capacidade que diferencia esta empresa e que tem conseguido alavancar não só uma presença bastante positiva no mercado nacional, mas também uma expansão contínua para mercados estrangeiros”, sublinhou. 

Nesse sentido, Rio felicitou a empresa pela capacidade de investimento e inovação demonstradas, que possibilitam a geração de riqueza para a cidade e a criação de vários postos de trabalho. “Queremos contribuir para que estes tipos de estruturas empresariais tenham todas as condições para triunfar em Braga, fortalecendo o tecido económico e a empregabilidade no nosso concelho. Ao contrário do que tem sucedido na atual gestão municipal, será prioridade dos ´Juntos Por Braga´ garantir que isso acontece”, afirmou. 

Por seu turno, Manuel Correia afirmou que o mercado externo é a principal aposta da empresa. “Estamos a exportar 45% da nossa produção para o estrangeiro, nomeadamente França e Angola. O mercado interno, como sabemos, diminuiu e o nosso sucesso depende muito das exportações, onde temos novas perspetivas ótimas para o futuro. Já no próximo ano, queremos estar a exportar cerca de 75% dos nossos produtos”, enfatizou. 

A Novo Modelo Europa mudou-se para Priscos há cerca de 5 anos, tendo a mudança de instalações representado um investimento elevado que o dono da empresa garante que “valeu a pena”. “Foi um risco, mas só apostando é que podemos ter retorno. Fizemos um grande investimento, que foi desde a compra dos terrenos, à construção das instalações e à compra dos equipamentos, que são todos novos. Felizmente, a opção está a dar frutos”, concluiu, congratulando-se pelo facto de desde o início do ano a empresa ter admitido mais 13 colaboradores, num total de 129.

Associação desenvolve trabalho excecional reconhecido por toda a sociedade Bracarense

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Ricardo Rio visitou “AAAEIC”


No seguimento de um ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com diversos agentes de diferentes áreas de actuação, Ricardo Rio visitou a Associação dos Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial de Braga (AAAEIC). Cláudio Silva, Presidente da associação desde 2011, e João Pires, Presidente da Junta de Freguesia de S. Lázaro, acompanharam Rio durante esta iniciativa.

Esta é uma associação que, como explicou Cláudio Silva, surgiu através de convívios e confraternizações de antigos alunos da Escola Frei Bartolomeu do Mártires, que deu origem à Escola Industrial e Comercial de Braga. “Inicialmente, a ideia da criação da associação era unicamente a promoção do convívio e a manutenção dos laços de amizade entre as pessoas. Com o tempo, as coisas foram-se tornando mais sérias, mas sem nunca perder o objectivo inicial de vista”, salientou, contando que a AAAEIC se constituiu como IPSS em 1993, usufruindo da valência de centro de acolhimento de idosos, que acolhe 25 pessoas.

Actualmente, a AAAEIC, que conta com mais de 700 associados, desenvolve várias actividades lúdicas regulares como aulas de dança, pintura, artes decorativas, inglês, etc. “Mantemos as pessoas entretidas e a passar o tempo de forma divertida e pedagógica, ao mesmo tempo que juntamos ex-alunos que a vida separou quando acabaram os estudos, e que aqui se juntam de novo para reviver o passado e aproveitar o presente”, garantiu.

De acordo com Ricardo Rio, também ele associado da AAAEIC, esta é uma associação que desenvolve um trabalho excepcional que é reconhecido por toda a sociedade Bracarense. “A vossa instituição tem um impacto que vai muito para lá dos antigos alunos da Escola Industrial e Comercial, e que é fruto do reconhecimento do vosso mérito e da qualidade dos projectos”, adiantou.

O líder dos “Juntos Por Braga” defendeu que a autarquia não pode ficar indiferente ao trabalho que esta associação desenvolve e que merece uma colaboração e parceria mais activas. “Há muitas formas de apoiar que nem sequer envolvem gastar dinheiro, mas envolvem muita vontade de trabalhar e disponibilidade para perceber as reais necessidades das instituições. É o que tem faltado ao actual executivo municipal”, criticou.

O candidato à Presidência da Câmara Municipal disse que conta muito com a AAAEIC para desenvolver um trabalho que sirva cada vez mais a comunidade. “Vamos aproveitar o vosso empenho e dedicação para desenvolver trabalho nas áreas do reforço do apoio social e do acompanhamento dos alunos, para além da intervenção na vertente cultural e social que são do âmbito normal da vossa actuação”, concluiu.


Nova sede pronta em Outubro é objectivo da direcção

A AAAEIC está sediada provisoriamente no topo da Rua 31 de Janeiro, num edifício cedido por um associado. No entanto, a associação adquiriu já um novo edifício para onde se pretendem mudar em Outubro. “A nossa nova sede será localizada na Avenida Imaculada Conceição, sendo que iniciamos o processo de obras e estamos apenas à espera da conclusão de alguns trâmites legais para as finalizar. Esperamos novidades em breve e temos esperança de em Outubro já estarem reunidas as condições para nos mudarmos para o novo edifício”, sublinhou, enfatizando que este estará melhor preparado para receber as actividades da associação.

Em termos financeiros, Cláudio Silva notou que, apesar da conjuntura, a AAAEIC goza de uma gestão equilibrada. “É evidente que a aquisição do imóvel para a nova sede obrigou a um esforço adicional, que só foi possível graças à gestão regrada das direcções que me antecederam e que permitiram que quase todo o pagamento do imóvel fosse proveniente de capitais próprios e o restante de donativos de associados”, disse, ressaltando que esse facto dá agora uma maior margem de liberdade à instituição.

Segundo o Presidente da AAAEIC, outro dos principais objectivos para o futuro passa por promover uma maior interacção entre os jovens e os associados mais idosos, que predominam na associação. “É verdade que existe um hiato bastante grande, mas estamos a criar valências para a juventude de forma a incentivar o intercâmbio geracional, que é fundamental. Queremos que se faça um “link” entre os recentes antigos alunos e os mais velhos”, afirmou, afiançando que o projecto de apoio social e serviço à comunidade do Centro Artístico Social e Criativo Urbano, direccionado para os jovens, é uma “arma” para promover essa mesma aproximação.

Por fim, João Pires, Presidente da Junta de S. Lázaro, garantiu que irá continuar a apoiar esta instituição de forma incansável. “É nossa obrigação estar atentos e ajudar esta associação, como fazemos com todas as organizações que têm sede nesta freguesia”, considerou. Também Cláudio Silva aproveitou a ocasião para agradecer a postura de João Pires e a sua atenção e preocupação constantes com as necessidades da AAAEIC.