Ana Maria Ferreira anunciou candidatura à Junta de Freguesia de Lamas
Ana Maria Ferreira será candidata às próximas eleições autárquicas na freguesia de Lamas, liderando a equipa dos “Juntos Por Braga”. Ana Maria assume que esta é uma candidatura que pretende trazer à freguesia os “ventos de mudança” de que esta tanto necessita.
Ana Maria Igreja Magalhães Ferreira nasceu em 1967, em Ribeira de Pena – Vila Real. É casada e tem dois filhos. Licenciada em Educação pela Universidade do Minho, é também Mestre em Educação, Área de Especialização em Formação, Trabalho e Recursos Humanos. Exerce funções na Escola de Direito da Universidade do Minho desde 2001. Integra a Assembleia de Freguesia desde as últimas eleições autárquicas e tem sobre a sua responsabilidade a coordenação da catequese da Paróquia de Lamas.
Segundo a candidata à Junta de Lamas, este é um projecto que pretende dar um rumo diferente à freguesia. “Esta é uma candidatura moderna e inovadora, que pretende unir a população e colocar Lamas definitivamente no caminho do desenvolvimento e do progresso”, salientou, garantindo que é possível fazer muito “mais e melhor” pela freguesia.
Para Ana Maria Ferreira, esta é uma equipa que representa a mudança de que Lamas está a necessitar urgentemente. “Queremos trazer ideias novas e diferentes para a freguesia, e acreditamos que as pessoas se revêm no nosso projecto e estão prontas para inverter este ciclo que pouco tem trazido a Lamas”, assegurou, salientando que irá apostar prioritariamente na área social e na dinamização das diversas colectividades.
Por fim, a candidata dos “Juntos Por Braga” garantiu que pretende que a Junta de Freguesia esteja mais próxima da comunidade que serve. “Podemos garantir que estaremos sempre disponíveis para receber as pessoas e ouvir os seus problemas, fazendo tudo o que estiver ao nosso alcance para melhorar qualidade de vida em Lamas. Temos a obrigação de estar na linha da frente da ajuda à população e é isso mesmo que iremos fazer”, concluiu.
Ricardo Rio reuniu com Presidente da “AAUM”
Oportunidades de colaboração entre autarquia e AAUM devem ser aproveitadas
Ricardo Rio, líder dos “Juntos
Por Braga”, reuniu com o Presidente da Associação Académica da Universidade do
Minho (AAUM), Carlos Videira. Este encontro, no seguimento de outros contactos
efetuados com diversos núcleos estudantis e associações culturais da academia,
foi sobretudo uma oportunidade para se debaterem as oportunidades de
colaboração e parceria entre a Câmara Municipal e a AAUM e, de forma mais
ampla, para se reiterar a vontade de promover uma política de muito maior aproximação
entre a Universidade e a cidade.
De acordo com o candidato à
Presidência da Câmara Municipal, é fundamental que se percebam bem quais as
ambições que os estudantes da Universidade do Minho têm, para que a partir daí
se possam desenvolver iniciativas que deem respostas a essas pretensões. “É prioritário
identificar as imensas oportunidades de colaboração que existem entre a
autarquia, as Juntas de Freguesia e as estruturas da academia de forma a que se
efetue um trabalho conjunto que muitos benefícios trará tanto aos estudantes
como à cidade”, afirmou.
Por seu turno, Carlos Videira,
que tomou posse como Presidente da AAUM em Janeiro deste ano, enfatizou que a
associação está totalmente aberta e interessada em manter um espirito de maior
diálogo e proximidade com o executivo autárquico. “Existe uma colaboração
pontual a alguns níveis, sobretudo nos eventos de maior impacto, como é o caso
do Enterro da Gata. Mas há muito para fazer e seria importante que se
conseguisse aumentar o nível de colaboração e a frequência do diálogo”,
reforçou.
Para Rio, áreas como a cultura, o
apoio ao empreendedorismo, o reforço da empregabilidade ou o aproveitamento de
espaços públicos merecem uma maior atenção por parte da autarquia, que em
conjunto com a AAUM poderia desenvolver diversas iniciativas no sentido de dinamizar
estas componentes. “Há muitas oportunidades que podem e devem ser exploradas e
é esse rumo que os ´Juntos Por Braga´ pretendem seguir na próxima gestão
autárquica”, garantiu.
Também Carlos Videira reforçou
que no que se refere a assuntos como a fixação dos estudantes no centro, o
apoio social, a intervenção cultural dos diversos grupos culturais da UM, a
empregabilidade e o empreendedorismo ou as politicas de juventude, a AAUM tem um
pensamento transversal que inclui parcerias com os agentes locais e a autarquia.
“Queremos interagir com a nova gestão autárquica e com as forças vivas da
cidade no sentido de resolver problemas que existem, e que estão perfeitamente
identificados, e potenciar as oportunidades que se podem aproveitar e que
também estão à vista de todos”, disse.
Dívidas da CEJ mancham colaboração proveitosa
Nesse sentido, o Presidente da
AAUM destacou que a relação mais contínua que se estabeleceu com a Fundação
Bracara Augusta no ano da Capital Europeia da Juventude trouxe ótimos resultados,
mas lamentou que a mesma não tivesse continuidade. “Ao nível da cultura, saídas
profissionais e desporto organizamos atividades que tiveram grande impacto e que
serviram para aproximar os estudantes da própria cidade”, afirmou, recordando
que para além das questões mais ligadas à vida universitária, é também
responsabilidade da AAUM promover a integração dos estudantes na vida da
cidade.
Sobre esse assunto, o líder dos
“Juntos Por Braga” salientou também o papel muito importante da AAUM durante a
Capital Europeia da Juventude (CEJ), que durante o ano e através de várias
iniciativas enriqueceu o programa da CEJ “Tratou-se de um excelente exemplo da
mais-valia que uma maior integração da AAUM com a cidade pode trazer.
Infelizmente, é uma parceria que fica manchada pelo não pagamento atempado das
verbas contratualizadas por parte da Fundação Bracara Augusta”, lamentou Rio,
lembrando que esse atraso colocou a AAUM em sérias dificuldades financeiras:
“São episódios que no futuro não se podem repetir”.
Durante a reunião, foram ainda
abordados temas como a necessidade de maior segurança no campus, a escassez de transportes
públicos para as residências universitárias, a necessidade de redução de custos
de acesso ao Theatro Circo por parte das estruturas culturais da UM ou o
projeto da Quinta dos Peões onde ficaria localizada a sede da AAUM e que Carlos
Videira vê com “bons olhos”.
Por fim, Carlos Videira fez um
balanço extremamente positivo dos primeiros seis meses de Presidência da AAUM. “Temos
dado uma atenção especial á área social, tendo em conta o período de
dificuldades que o pais atravessa e que estende aos estudantes. Esse trabalho
teve bons resultados e refletiu se ao nível da decida de preços das senhas de
cantina, das senha de transporte, e do não aumento de propinas, o que acontece
pela primeira vez na UM”, assegurou.
Ricardo Rio visitou empresa “APC - Instrumentos Musicais”
Empresa é uma referência de qualidade a nível mundial na produção de instrumentos de corda
No seguimento de um ciclo de contactos com agentes de diversos âmbitos de atuação, Ricardo Rio visitou a empresa “APC - Instrumentos Musicais”, sediada em Celeirós. António Pinto de Carvalho, dono e fundador da empresa, acompanhou Rio durante esta iniciativa.
A APC é uma empresa que iniciou a sua atividade em 1976 e que se tornou uma verdadeira referência a nível mundial na produção de instrumentos de corda. “Fabricamos vários tipos de instrumentos, desde as guitarras clássica, folk, eletroacústica e portuguesa, passando pelos bandolins, cavaquinhos, etc. Esta foi uma arte que aprendi com o meu avô e a que dei continuidade, felizmente com enorme sucesso. Os nossos produtos são reconhecidos a nível internacional como sendo de qualidade superior”, afirmou António Carvalho.
De acordo com o líder dos “Juntos Por Braga”, esta é uma empresa que, por via da imensa variedade e qualidade dos instrumentos que produz, é hoje reconhecida por mercados de todas as partes do globo, o que é algo de muito significativo e demonstrativo de que é perfeitamente possível produzir produtos de excelência em Braga. “Se formos capazes de nos posicionar, de identificarmos os nichos de mercado e de trabalharmos bem a procura desses mesmos mercados, por certo conseguimos trazer para Braga mais projetos que vão assegurar a criação de postos de trabalho e um volume maior de faturação e da riqueza no concelho”, assegurou, salientando que a autarquia deve ser um parceiro do tecido empresarial, sendo sua responsabilidade fornecer todas as condições às empresas para estas poderem obter sucesso.
Por seu turno, António Carvalho salientou que a Câmara Municipal poderia facilitar e ajudar ao andamento de alguns processos, sobretudo em termos de licenciamento. “Seria importante que algo se alterasse ao nível da atenção que a autarquia dá às empresas”, afirmou, sublinhando que espera mudanças no próximo ciclo de gestão municipal: “É sempre bom que exista mudança, porque com ela vêm novas ideias e novas maneiras de estar e de atender as pessoas”.
Na ocasião, Ricardo Rio lançou ainda o desafio ao dono da APC de colocar o nome de Braga nas etiquetas dos produtos, levando assim a referência da cidade a todas as partes do mundo onde vendem os seus instrumentos e junto dos grandes artistas internacionais. “Da mesma forma que atualmente fazem questão de ter nas etiquetas a inscrição ´By APC, Made in Portugal’, seria também um orgulho ver o nome de Braga associado”, desafiou Rio.
Por fim, António Carvalho enfatizou que, apesar da crise que se faz sentir a nível europeu, as perspetivas para o futuro da empresa são ótimas. “É verdade que o negócio na Europa não está famoso, sobretudo no que se refere aos prazos de pagamento. Mas temos outros mercados que estamos a começar a explorar, como é o caso da Rússia, e o facto de exportarmos mais de 75% da nossa produção dá-nos muita segurança”, garantiu.
Rio defende que Parque Industrial de Sobreposta merece maior atenção por parte da autarquia
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| Ricardo Rio visitou empresa “Cachapuz” |
Integrado num ciclo de contactos com diversos agentes de diferentes âmbitos de actuação, e que tem como principal finalidade promover uma política baseada no diálogo e na proximidade, Ricardo Rio visitou a empresa Cachapuz. Graça Cunha Coelho, Codiretora-Geral da Cachapuz, acompanhou Rio durante esta iniciativa.
A Cachapuz é uma empresa que, como Graça Cunha Coelho explicou, é pioneira em Portugal na concepção e fabrico de equipamentos de pesagem e no desenho e implementação de soluções de software para pesagem industrial. “Somos líderes na pesagem industrial e, desde 1993, especializamo-nos também na concepção e implementação de software para o controlo de processos industriais. Fomos os primeiros no mercado nesta área e com a nossa atitude, empenho, qualidade e aposta na investigação e desenvolvimento contínuo conseguimos manter a liderança”, realçou, notando que a marca Cachapuz remonta a 1654, tendo a actividade industrial sido iniciada em 1920.
De acordo com o líder dos “Juntos Por Braga”, esta é uma empresa com uma vastíssima história na cidade e um excelente exemplo de que a aposta constante na inovação e modernidade trazem óptimos resultados. “A Cachapuz é uma referência na área das balanças e merece todos os elogios pelo facto de, ao longo destes anos, sempre se ter esforçado por inovar e criar novas soluções, sendo esse o segredo para se manterem tantos anos na liderança do mercado”, afirmou.
Segundo Ricardo Rio, é necessária uma maior atenção às condições oferecidas pelo Parque Industrial de Sobreposta, onde a empresa está instalada. “Esta zona poderia funcionar como local de muito maior atractividade para as empresas e para o nosso concelho, faltando-lhe para isso as condições de acessibilidade e algumas infraestruturas básicas, como o saneamento. É necessário a autarquia dar maior atenção e este Parque para que possa captar mais investimentos e riqueza para a região”, enfatizou.
No que se refere a este tema, Graça Cunha Coelho lamentou que os investimentos no melhoramento do Parque Industrial tenham sido consecutivamente adiados. “Sentimos que é necessário terminarem algumas das obras pendentes para valorizar este Parque, que merece ser dotado de melhores condições para as empresas aqui se sediarem”, afiançou.
Câmara Municipal deve proteger património industrial
Para o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, existem diversos outros aspectos onde a autarquia pode cooperar com esta empresa. “Cabe ao executivo municipal a responsabilidade de potenciar a preservação do património industrial do concelho. Tal como defendemos no passado em relação, por exemplo, à Fabrica Confiança, é fundamental que se criem núcleos museológicos para preservação do que tem sido a produção das fábricas mais emblemáticas ao longo dos anos, neste caso concreto de balanças. São elementos de atractividade e uma marca diferenciadora que Braga tem de aproveitar”, sublinhou.
Por seu turno, a Codiretora-Geral da Cachapuz revelou que espera que a próxima gestão autárquica traga uma atitude mais aberta para com as empresas. “Esperamos que no futuro a Câmara Municipal comunique de forma diferente e esteja mais próxima das empresas. É fundamental que se aproveitam as potencialidades das instituições que temos hoje na cidade, nomeadamente o tecido empresarial, o Instituto de Nanotecnologia e a Universidade do Minho”, defendeu, salientando que estão reunidas as condições para, em conjunto, se fazer um trabalho muito interessante e dinamizar a cidade, que por si só possui imensos factores de atracção que precisam de ser potenciados.
A finalizar, Graça Cunha Coelho evidenciou que a empresa está confiante de que no futuro continuará a liderar o mercado neste sector. “Acreditamos muito no nosso trabalho e na estratégia que delineamos para a empresa. Temos um núcleo de investigação e desenvolvimento permanente e, há medida que vamos tendo novos desafios, desenvolvemos também novos projectos e novas soluções”, afirmou, destacando que a concretização dessas soluções só é possível muito devido à mão-de-obra qualificada que recrutam na Universidade do Minho: “Da UM saem profissionais com imensas competências e muito bem preparados para a se integrarem com sucesso no mundo do trabalho”.
Braga deve aproveitar o Artesanato do ponto de vista histórico e económico
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| Ricardo Rio visitou Associação dos Artesãos do Minho |
Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com diversos agentes, Ricardo Rio visitou a Associação dos Artesãos da Região do Minho. José Torres, Presidente da Direcção e sócio fundador da associação, acompanhou Rio durante esta iniciativa.
Como explicou José Torres, a associação tem como principais objectivos a divulgação e promoção do artesanato e a defesa das condições socioeconómicas dos artesãos. “Desenvolvemos a investigação e a procura do artesanato tradicional minhoto e impulsionamos a venda do mesmo. Ajudamos a abrir portas para a comercialização e institucionalização do próprio artesão, sendo que tratamos também do processo de obtenção da carta de artesão”, revelou, afirmando que entre outras actividades pontuais, a associação promove, de quarta-feira a Sábado, os seus produtos através de uma actividade de rua no centro da cidade.
De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal, Braga é uma cidade onde existe ainda um vasto historial de ligação às diversas artes e ofícios que deve ser respeitado e aproveitado. “O artesanato tem um peso importante do ponto de vista etnográfico e histórico, mas tem também um peso económico muito relevante. Entendemos que devem ser desenvolvidas várias iniciativas de cooperação com as entidades que actuam directamente nesta área”, salientou, enaltecendo o trabalho meritório de promoção, divulgação e agilização dos canais de distribuição do artesanato que tem vindo a ser desenvolvido por esta Associação.
Nesse sentido, Rio sublinhou que é importante reforçar a colaboração da autarquia para que se possa potenciar a rentabilização da actividade destes artesãos e, ao mesmo tempo, desenvolver actividades de animação crescente na cidade. “Esta associação tem participado em diversas actividades em Braga, como recentemente aconteceu no Festival Castro-Galaico, e queremos que essa participação seja cada vez maior e repercutida por diversas zonas do concelho”, afirmou, notando que esse factor seria positivo tanto para os profissionais, que teriam oportunidade de rentabilizar mais o seu trabalho, como para a cidade, que usufruiria dessa arte e da animação dai decorrente.
Por seu turno, também José Torres defendeu que deveria haver uma maior interligação entre a Câmara Municipal e o movimento associativo. “Gostaríamos que houvesse um maior intercâmbio de ideias e que tivéssemos do outro lado um interlocutor mais assertivo e definidor de metas e tarefas, até porque o nosso trabalho acaba por promover o próprio concelho”, garantiu, adiantando que a criação de uma rede de trabalho com as várias associações daria origem a sinergias que poderiam potenciar ainda mais as actividades efectuadas.
O Presidente da associação enfatizou que é urgente mudar algo para que o artesanato tenha condições para sobreviver. “Como é óbvio, o artesanato está a sofrer as consequências da crise que está a afectar toda a nossa sociedade. Mas acreditamos que com um maior investimento no turismo e na promoção das artes e ofícios antigos, esta situação se pode inverter. É fundamental ponderar e optar pelos melhores caminhos, porque algo tem de se fazer para preservar esta actividade tão nobre”, alertou.
Por fim, o líder dos “Juntos Por Braga” elogiou a ideia expressa pela associação de criar uma Escola de Artes e Ofícios que possa transmitir os conhecimentos às gerações futuras. “É essencial para o futuro da actividade que estes saberes não sejam abandonados nem perdidos. Vemos com muito bons olhos a ideia de criação de uma escola que possa servir como garante da continuação desta tradição no futuro”, concluiu. Sobre este tema, José Torres afirmou que espera que até ao final deste ano se consigam reunir as condições para que a Escola dê os primeiros passos.
Ricardo Rio e António Cunha de acordo: É desejável uma maior colaboração entre Câmara e Universidade
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| Ricardo Rio reuniu com Reitor da “UM” |
Ricardo Rio, líder dos “Juntos Por Braga”, reuniu com António Cunha, Reitor da Universidade do Minho (UM). Esta foi uma oportunidade para Rio reiterar a vontade de, na próxima gestão autárquica, promover de forma bastante mais intensa o estreitamento de relações entre a Câmara Municipal e a UM. Presentes na reunião estiveram ainda vários elementos que integram a lista dos “Juntos Por Braga” para as próximas eleições autárquicas.
De acordo com Rio, é fundamental e urgente que haja um claro aprofundamento das relações que a autarquia tem estabelecido com a UM. “Como temos vindo a anunciar, iremos criar um pelouro exclusivamente direccionado para trabalhar a ligação à Universidade em sede de executivo municipal. Mas muito mais há para fazer em áreas como a cultura, o apoio à actividade económica ou os incentivos ao empreendedorismo”, garantiu, salientando que é importante saber aproveitar o conhecimento produzido na Universidade para fundamentar algumas das opções politicas municipais do ponto de vista técnico, tendo assim a autarquia todos os dados ao seu dispor para tomar uma decisão que seja a mais “cabal” e “sustentada” possível e evitando uma lógica de “experimentalismo” que muitas vezes se observa.
Por seu turno, António Cunha sublinhou que esta é uma área onde nunca se pode estar satisfeito e onde há sempre algo mais a fazer. “Certamente que essa relação deve ser a melhor e a mais cúmplice possível, tendo em conta a importância que a UM tem para a cidade e a influência que possui na definição de soluções para o futuro desta região e comunidade”, observou, enfatizando que deve haver um entrosamento mais efectivo entre os projectos da UM e os que são elaborados pela autarquia: “As universidades têm uma dimensão internacional, mas não deixam de estar inseridas num espaço, que tem de ser atractivo e ao qual as Universidades podem e devem ajudar a dar maior dinâmica económica”.
Nesse sentido, o Reitor da UM afiançou que existem várias formas de reduzir e mitigar a distância que se faz sentir entre a cidade e a Universidade, sem que para isso sejam necessários investimentos avultados. “O que me parece necessário e desejável é que haja um plano de desenvolvimento integrado entre a UM e a autarquia, que preveja os modos de resolver essas dificuldades e deficiências que o crescimento de Braga nos últimos anos foi evidenciando”, afirmou, considerando positivo o facto de ser quase unânime que esta é uma questão que necessita de ser abordada rapidamente.
Segundo o líder dos “Juntos Por Braga”, a promoção de um clima de relacionamento substancialmente diferente do que se tem verificado até ao momento será benéfico para as partes envolvidas, mas sobretudo para todos os bracarense e para a região, que muito terá a ganhar com esta relação mais cúmplice entre as entidades que são os “dois principais agentes” de desenvolvimento do concelho.
UM tem conseguido reagir a quadro adverso
Durante a reunião, foram também abordadas algumas das preocupações da UM que estão mais relacionadas com o Estado central e com o financiamento da instituição. “Como é óbvio, a UM não está imune à situação que se vive a nível nacional. Felizmente, temos tido uma grande capacidade para reagir a este quadro de adversidade: actualmente conseguimos ter mais alunos com o mesmo quadro docente e conseguimos ainda reforçar a captação de verbas externas”, explicou António Cunha.
Para o Reitor, seria óptimo que as Universidades tivessem maiores níveis de flexibilidade e de autonomia para prosseguirem os seus projectos de ensino de investigação autónomos. “Defenderei sempre a introdução de qualquer quadro de regime jurídico para as Universidades públicas que garanta mais autonomia e que permita que estas se destaquem numa área de grande concorrência internacional e onde a atracção de estudantes e de talentos se faz num quadro muito competitivo”, disse.
Por fim, António Cunha afirmou que a UM encara de forma muito positiva o projecto de urbanização e criação de valências pensado para a Quinta dos Peões. “Estivemos, no passado, envolvidos na definição de um projecto para essa zona, sendo uma proposta que nos parece muito positiva e que gostaríamos de ver consumada nos termos em que foi acordada com a Universidade, isto é, com a utilização do espaço para várias funcionalidades, quer ligadas à dimensão económica e ao empreendedorismo tecnológico, quer direccionadas para congressos, hotelaria e a uma zona destinada à Associação Académica da UM”, finalizou.
De acordo com Rio, é fundamental e urgente que haja um claro aprofundamento das relações que a autarquia tem estabelecido com a UM. “Como temos vindo a anunciar, iremos criar um pelouro exclusivamente direccionado para trabalhar a ligação à Universidade em sede de executivo municipal. Mas muito mais há para fazer em áreas como a cultura, o apoio à actividade económica ou os incentivos ao empreendedorismo”, garantiu, salientando que é importante saber aproveitar o conhecimento produzido na Universidade para fundamentar algumas das opções politicas municipais do ponto de vista técnico, tendo assim a autarquia todos os dados ao seu dispor para tomar uma decisão que seja a mais “cabal” e “sustentada” possível e evitando uma lógica de “experimentalismo” que muitas vezes se observa.
Por seu turno, António Cunha sublinhou que esta é uma área onde nunca se pode estar satisfeito e onde há sempre algo mais a fazer. “Certamente que essa relação deve ser a melhor e a mais cúmplice possível, tendo em conta a importância que a UM tem para a cidade e a influência que possui na definição de soluções para o futuro desta região e comunidade”, observou, enfatizando que deve haver um entrosamento mais efectivo entre os projectos da UM e os que são elaborados pela autarquia: “As universidades têm uma dimensão internacional, mas não deixam de estar inseridas num espaço, que tem de ser atractivo e ao qual as Universidades podem e devem ajudar a dar maior dinâmica económica”.
Nesse sentido, o Reitor da UM afiançou que existem várias formas de reduzir e mitigar a distância que se faz sentir entre a cidade e a Universidade, sem que para isso sejam necessários investimentos avultados. “O que me parece necessário e desejável é que haja um plano de desenvolvimento integrado entre a UM e a autarquia, que preveja os modos de resolver essas dificuldades e deficiências que o crescimento de Braga nos últimos anos foi evidenciando”, afirmou, considerando positivo o facto de ser quase unânime que esta é uma questão que necessita de ser abordada rapidamente.
Segundo o líder dos “Juntos Por Braga”, a promoção de um clima de relacionamento substancialmente diferente do que se tem verificado até ao momento será benéfico para as partes envolvidas, mas sobretudo para todos os bracarense e para a região, que muito terá a ganhar com esta relação mais cúmplice entre as entidades que são os “dois principais agentes” de desenvolvimento do concelho.
UM tem conseguido reagir a quadro adverso
Durante a reunião, foram também abordadas algumas das preocupações da UM que estão mais relacionadas com o Estado central e com o financiamento da instituição. “Como é óbvio, a UM não está imune à situação que se vive a nível nacional. Felizmente, temos tido uma grande capacidade para reagir a este quadro de adversidade: actualmente conseguimos ter mais alunos com o mesmo quadro docente e conseguimos ainda reforçar a captação de verbas externas”, explicou António Cunha.
Para o Reitor, seria óptimo que as Universidades tivessem maiores níveis de flexibilidade e de autonomia para prosseguirem os seus projectos de ensino de investigação autónomos. “Defenderei sempre a introdução de qualquer quadro de regime jurídico para as Universidades públicas que garanta mais autonomia e que permita que estas se destaquem numa área de grande concorrência internacional e onde a atracção de estudantes e de talentos se faz num quadro muito competitivo”, disse.
Por fim, António Cunha afirmou que a UM encara de forma muito positiva o projecto de urbanização e criação de valências pensado para a Quinta dos Peões. “Estivemos, no passado, envolvidos na definição de um projecto para essa zona, sendo uma proposta que nos parece muito positiva e que gostaríamos de ver consumada nos termos em que foi acordada com a Universidade, isto é, com a utilização do espaço para várias funcionalidades, quer ligadas à dimensão económica e ao empreendedorismo tecnológico, quer direccionadas para congressos, hotelaria e a uma zona destinada à Associação Académica da UM”, finalizou.
Orlando Gomes será o candidato da coligação “Juntos por Braga” à União de Freguesias de Escudeiros, Penso S. Estevão e Penso S. Vicente
Orlando Agostinho Marques Fernandes Gomes tem 43 anos, é casado e natural de Escudeiros, Braga.
Completou o Ensino Secundário na Escola Alberto Sampaio.
A nível profissional, Orlando Gomes trabalhou, até 2001, na empresa SPORMEX, onde foi o Responsável do Departamento de Planeamento e Logística. Desde 2001 que é o sócio gerente da empresa MODELSTAND, LDA. No plano empresarial, é, também, sócio gerente da empresa MULTITENDAS, LDA, desde 2004, e da WC Rente desde 2010.
Orlando Gomes é o actual Presidente da Junta de Escudeiros, lugar para o qual se recandidata, desta vez em União às Freguesias de Penso de S. Estevão e Penso S. Vicente.
Arraial Minhoto
No próximo Sábado, dia 20 de Julho, pelas 16H, a coligação “Juntos Por Braga” vai realizar um Arraial Minhoto no Parque de Merendas de Merelim S. Paio. A iniciativa, de entrada livre, irá estender-se pela noite dentro e será uma forma de promover o convívio e a boa disposição entre os candidatos e os apoiantes, aproveitando o bom tempo que se faz sentir.
A animação do evento estará a cargo de vários grupos bem conhecidos de todos os Bracarenses. Os Bomboémia - Grupo de Percussão da Universidade do Minho -, a Rusga de Merelim S. Paio, o Borguinha de Braga, o Grupo Folclórico Infantil e Juvenil do Carreiro de Escudeiros, a Banda Novo Império de Merelim S. Pedro e o músico Hugo Torres serão os responsáveis pela animação da iniciativa. Durante a tarde, está também prevista a realização de vários jogos tradicionais entre os presentes. Na ementa constará ainda Porco no Espeto, Frango no Churrasco, bebidas e muita animação.
Como salientou Ricardo Rio, todos estão convidados a comparecer nesta jornada que se quer de convívio e de enorme diversão. “Esta é uma óptima oportunidade para retemperar forças e estimular a confraternização entre as pessoas. A animação será a palavra de ordem num dia que queremos que todos aproveitem para se divertir e fugir à rotina do dia-a-dia”, afirmou.
Henrique Borges anunciou candidatura à União de Freguesias de Cabreiros e Passos S. Julião
Henrique Borges anunciou a sua candidatura às próximas eleições autárquicas na união de freguesias de Cabreiros e Passos S. Julião, liderando a equipa dos “Juntos Por Braga”. O anúncio foi efectuado aproveitando a visita de Ricardo Rio às duas freguesias, numa iniciativa de contacto e diálogo com a população local.
Henrique Lobo Borges tem 34 anos e é solteiro. Nasceu em Cabreiros, tendo origens familiares em Passos S. Julião. Frequentou o Licenciatura de Sociologia, ramo Politicas Sociais na Universidade do Minho em Braga, tendo realizado o seu Estágio Curricular na Empresa Municipal BragaHabit. Desenvolveu funções de assessor parlamentar na Assembleia da República durante duas legislaturas. Actualmente exerce funções de adjunto do Secretário de Estado de Ensino e Administração Escolar, no Ministério da Educação e Ciência. Na freguesia de Cabreiros desenvolveu várias actividades, foi coordenador da catequese paroquial e pertenceu ao grupo de Jovens. No plano desportivo é sócio do Sporting Clube de Cabreiros, onde foi também Director durante um mandato. Faz parte da Direcção do Centro Social da Associação Cultural e Recreativa de Cabreiros.
Na ocasião do anúncio, Henrique Borges salientou que esta é uma candidatura que pretende colocar definitivamente Cabreiros e Passos S. Julião na rota da modernidade e do desenvolvimento. “Estas são duas freguesias que estão estagnadas e que necessitam de um abanão. Estamos prontos para ser os rostos da mudança”, afirmou.
Como sublinhou Henrique Borges, esta é uma candidatura que vem na sequência de um trabalho dinâmico e sério de oposição efectuado em Cabreiros, a que agora pretende dar continuidade enquanto Presidente da Junta, estendendo-o a Passos S. Julião. “Estamos a formar uma lista capaz de defender os interesses de Cabreiros e Passos S. Julião, sempre em pé de igualdade e respeitando as características próprias de cada freguesia”, disse.
Para o candidato à liderança desta união de freguesias, o apoio social, a aposta na educação e o reforço das condições de prestação de cuidados de saúde são as grandes prioridades. “Estas são áreas às quais queremos dar uma atenção maior, melhorando a qualidade de vida dos habitantes destas freguesias. Estou certo de que as pessoas saberão reconhecer o valor do nosso programa e as vantagens da mudança que representamos”, garantiu,
Por seu turno, o líder dos “Juntos Por Braga” enfatizou que estas são duas freguesias onde se tem vindo a “fazer caminho” rumo à mudança que se irá concretizar a 29 de Setembro. “Este é o caso exemplar de uma equipa que teve a coragem de não desistir e de sempre lutar pelos interesses maiores das suas freguesias, acreditando que no futuro as coisas iriam melhor. Pois esse futuro está quase a chegar e tenho a certeza que Cabreiros e Passos S. Julião irão fazer parte da mudança que se irá sentir um pouco por todo o concelho”, afirmou.
Segundo Ricardo Rio, esta é uma equipa que sai reforçada com a união de esforços e as sinergias criadas entre as duas freguesias e que tem todas as condições para obter sucesso. “Temos um projecto muito válido, liderado por uma pessoa com enorme capacidade de trabalho e com um passado recheado de intervenções políticas de grande relevo. Esta candidatura está muito bem entregue ao Henrique Borges”, acredita.
Por fim, o candidato à Presidência da Câmara Municipal adiantou que pretende uma autarquia mais interessada e disponível para ajudar as freguesias. “Da nossa parte, podem contar com todo o empenho e dedicação no sentido de dar a Cabreiros e Passos S. Julião todas as condições para que se desenvolvam de forma consolidada e harmoniosa”, finalizou.
Ricardo Ferreira anunciou candidatura à União de Freguesias de Merelim S. Pedro e Frossos
Ricardo Ferreira, Presidente da Junta de Merelim S. Pedro, anunciou a sua candidatura às próximas eleições autárquicas na união de freguesias de Merelim S. Pedro e Frossos, liderando a equipa dos “Juntos Por Braga”. Ricardo Ferreira pretende dar continuidade ao trabalho que vem desenvolvendo na sua freguesia desde 2009, ano em que tomou posse como Presidente da Junta.
Ricardo José Pinto dos Anjos Ferreira tem 37 anos e é residente em Merelim S. Paio, onde também exerce a sua atividade profissional. Ao longo dos anos, foi-se destacando pela sua intervenção ativa na vida da comunidade. Foi vice-presidente e secretário-geral do Merelinense Futebol Clube. É também o fundador da Associação ‘Os 13 Moscas de Merelim’, uma coletividade de cariz social, cultural, recreativo e desportivo.
Na ocasião do anúncio, que contou com a presença do líder dos “Juntos Por Braga”, Ricardo Ferreira salientou que esta é uma candidatura “natural” e de “continuidade” face ao trabalho que a sua equipa tem vindo a desenvolver em Merelim S. Pedro, e que agora será estendido a Frossos. “Na freguesia que lideramos, temos conseguido aumentar a qualidade de vida dos habitantes, que sentem no seu dia-a-dia as diferenças relativamente ao passado. Agora o desafio é maior, e queremos que Frossos e a sua população sintam também os ventos da mudança e os enormes benefícios que uma gestão transparente e rigorosa pode trazer”, afirmou.
Segundo o candidato à liderança da União de freguesias, é necessário formar-se uma equipa forte e sólida, que tenha como objetivo comum o desenvolvimento de ambas as freguesias. “Temos de falar a uma só voz na defesa dos interesses de Frossos e Merelim S. Pedro. Podem estar certos de que vamos efetuar um trabalho sério e leal, tendo a união como palavra-chave”, garantiu.
De acordo com Ricardo Ferreira, é fundamental a atenção à ajuda social, ao associativismo e à defesa do ambiente. “Essas são áreas às quais temos dado grande atenção em Merelim S. Pedro, num trabalho que começou em 2009 e que tem todas as condições para evoluir e continuar a crescer, aproveitando também o impulso e as sinergias que se irão criar com Frossos”, sublinhou.
Por seu turno, o líder dos “Juntos Por Braga” reforçou que a equipa liderada por Ricardo Ferreira tem feito um trabalho extremamente meritório em circunstâncias muito adversas, já que ao longo deste tempo nunca contou com o apoio da Câmara Municipal. “No próximo ciclo autárquico, podem contar com os ´Juntos Por Braga´ para inverter este tipo de políticas. Iremos sempre trabalhar tendo em vista o benefício das comunidades, sem discriminar nenhuma freguesia”, destacou, afiançando que com a alteração na Câmara Municipal e com a equipa de Ricardo Ferreira na liderança destas duas freguesias, estão reunidas todas as condições para se caminhar definitivamente rumo ao progresso e ao desenvolvimento.
Ricardo Rio visitou empresa “Novo Modelo Europa”
Aposta na modernidade e na inovação é o segredo do sucesso da empresa no mercado
Ricardo Rio, líder dos “Juntos Por Braga”, visitou a empresa “Novo Modelo Europa”, sediada em Priscos. Manuel Correia, dono e fundador da empresa, acompanhou Rio durante a iniciativa.
A Novo Modelo Europa, fundada em 1994, desenvolve a sua atividade principal na construção civil e obras públicas, estando focalizada estrategicamente na construção metálica, carpintarias e mobiliário, fachadas em vidro, alumínio e painéis leves. “Somos uma empresa que se tem vindo a afirmar no mercado pelo seu valor e dinamismo, sendo que procuramos sempre manter os mais elevados níveis de serviço, promovendo as práticas empresariais e ambientais responsáveis”, salientou Manuel Correia, garantido que a empresa se rege pelos princípios do rigor e da qualidade, palavras-chave que permitiram um crescimento sustentado ao longo dos anos.
De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, esta é uma empresa que está num patamar de grande qualidade em termos de modernidade das suas instalações e dos serviços que desenvolve. “É essa capacidade que diferencia esta empresa e que tem conseguido alavancar não só uma presença bastante positiva no mercado nacional, mas também uma expansão contínua para mercados estrangeiros”, sublinhou.
Nesse sentido, Rio felicitou a empresa pela capacidade de investimento e inovação demonstradas, que possibilitam a geração de riqueza para a cidade e a criação de vários postos de trabalho. “Queremos contribuir para que estes tipos de estruturas empresariais tenham todas as condições para triunfar em Braga, fortalecendo o tecido económico e a empregabilidade no nosso concelho. Ao contrário do que tem sucedido na atual gestão municipal, será prioridade dos ´Juntos Por Braga´ garantir que isso acontece”, afirmou.
Por seu turno, Manuel Correia afirmou que o mercado externo é a principal aposta da empresa. “Estamos a exportar 45% da nossa produção para o estrangeiro, nomeadamente França e Angola. O mercado interno, como sabemos, diminuiu e o nosso sucesso depende muito das exportações, onde temos novas perspetivas ótimas para o futuro. Já no próximo ano, queremos estar a exportar cerca de 75% dos nossos produtos”, enfatizou.
A Novo Modelo Europa mudou-se para Priscos há cerca de 5 anos, tendo a mudança de instalações representado um investimento elevado que o dono da empresa garante que “valeu a pena”. “Foi um risco, mas só apostando é que podemos ter retorno. Fizemos um grande investimento, que foi desde a compra dos terrenos, à construção das instalações e à compra dos equipamentos, que são todos novos. Felizmente, a opção está a dar frutos”, concluiu, congratulando-se pelo facto de desde o início do ano a empresa ter admitido mais 13 colaboradores, num total de 129.
Associação desenvolve trabalho excecional reconhecido por toda a sociedade Bracarense
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| Ricardo Rio visitou “AAAEIC” |
No seguimento de um ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com diversos agentes de diferentes áreas de actuação, Ricardo Rio visitou a Associação dos Antigos Alunos da Escola Industrial e Comercial de Braga (AAAEIC). Cláudio Silva, Presidente da associação desde 2011, e João Pires, Presidente da Junta de Freguesia de S. Lázaro, acompanharam Rio durante esta iniciativa.
Esta é uma associação que, como explicou Cláudio Silva, surgiu através de convívios e confraternizações de antigos alunos da Escola Frei Bartolomeu do Mártires, que deu origem à Escola Industrial e Comercial de Braga. “Inicialmente, a ideia da criação da associação era unicamente a promoção do convívio e a manutenção dos laços de amizade entre as pessoas. Com o tempo, as coisas foram-se tornando mais sérias, mas sem nunca perder o objectivo inicial de vista”, salientou, contando que a AAAEIC se constituiu como IPSS em 1993, usufruindo da valência de centro de acolhimento de idosos, que acolhe 25 pessoas.
Actualmente, a AAAEIC, que conta com mais de 700 associados, desenvolve várias actividades lúdicas regulares como aulas de dança, pintura, artes decorativas, inglês, etc. “Mantemos as pessoas entretidas e a passar o tempo de forma divertida e pedagógica, ao mesmo tempo que juntamos ex-alunos que a vida separou quando acabaram os estudos, e que aqui se juntam de novo para reviver o passado e aproveitar o presente”, garantiu.
De acordo com Ricardo Rio, também ele associado da AAAEIC, esta é uma associação que desenvolve um trabalho excepcional que é reconhecido por toda a sociedade Bracarense. “A vossa instituição tem um impacto que vai muito para lá dos antigos alunos da Escola Industrial e Comercial, e que é fruto do reconhecimento do vosso mérito e da qualidade dos projectos”, adiantou.
O líder dos “Juntos Por Braga” defendeu que a autarquia não pode ficar indiferente ao trabalho que esta associação desenvolve e que merece uma colaboração e parceria mais activas. “Há muitas formas de apoiar que nem sequer envolvem gastar dinheiro, mas envolvem muita vontade de trabalhar e disponibilidade para perceber as reais necessidades das instituições. É o que tem faltado ao actual executivo municipal”, criticou.
O candidato à Presidência da Câmara Municipal disse que conta muito com a AAAEIC para desenvolver um trabalho que sirva cada vez mais a comunidade. “Vamos aproveitar o vosso empenho e dedicação para desenvolver trabalho nas áreas do reforço do apoio social e do acompanhamento dos alunos, para além da intervenção na vertente cultural e social que são do âmbito normal da vossa actuação”, concluiu.
Nova sede pronta em Outubro é objectivo da direcção
A AAAEIC está sediada provisoriamente no topo da Rua 31 de Janeiro, num edifício cedido por um associado. No entanto, a associação adquiriu já um novo edifício para onde se pretendem mudar em Outubro. “A nossa nova sede será localizada na Avenida Imaculada Conceição, sendo que iniciamos o processo de obras e estamos apenas à espera da conclusão de alguns trâmites legais para as finalizar. Esperamos novidades em breve e temos esperança de em Outubro já estarem reunidas as condições para nos mudarmos para o novo edifício”, sublinhou, enfatizando que este estará melhor preparado para receber as actividades da associação.
Em termos financeiros, Cláudio Silva notou que, apesar da conjuntura, a AAAEIC goza de uma gestão equilibrada. “É evidente que a aquisição do imóvel para a nova sede obrigou a um esforço adicional, que só foi possível graças à gestão regrada das direcções que me antecederam e que permitiram que quase todo o pagamento do imóvel fosse proveniente de capitais próprios e o restante de donativos de associados”, disse, ressaltando que esse facto dá agora uma maior margem de liberdade à instituição.
Segundo o Presidente da AAAEIC, outro dos principais objectivos para o futuro passa por promover uma maior interacção entre os jovens e os associados mais idosos, que predominam na associação. “É verdade que existe um hiato bastante grande, mas estamos a criar valências para a juventude de forma a incentivar o intercâmbio geracional, que é fundamental. Queremos que se faça um “link” entre os recentes antigos alunos e os mais velhos”, afirmou, afiançando que o projecto de apoio social e serviço à comunidade do Centro Artístico Social e Criativo Urbano, direccionado para os jovens, é uma “arma” para promover essa mesma aproximação.
Por fim, João Pires, Presidente da Junta de S. Lázaro, garantiu que irá continuar a apoiar esta instituição de forma incansável. “É nossa obrigação estar atentos e ajudar esta associação, como fazemos com todas as organizações que têm sede nesta freguesia”, considerou. Também Cláudio Silva aproveitou a ocasião para agradecer a postura de João Pires e a sua atenção e preocupação constantes com as necessidades da AAAEIC.
Câmara Municipal deve ser elemento facilitador do trabalho das associações culturais
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| Ricardo Rio visitou “ARCUM” |
Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com diversos agentes ligados à Universidade do Minho, Ricardo Rio reuniu com a direcção da Associação Recreativa e Cultural Universitária do Minho (ARCUM), tendo assistido de seguida aos ensaios do grupo “Bomboémia” e da “Tuna Universitária do Minho”. Nuno Pinto, Presidente da ARCUM, acompanhou Rio durante esta iniciativa
Como explicou Nuno Pinto, a ARCUM, nascida em 1991, é uma associação que cresceu fruto da necessidade de agregar vários grupos culturais com elementos comuns que foram surgindo na Universidade do Minho (UM). “Criou-se uma estrutura capaz de ser responsável pela parte directiva desses vários grupos. Actualmente, esta associação engloba a Tuna Universitária do Minho, os Bomboémia e os grupos de poesia, música popular, folclórico e de fados de Coimbra”, afirmou.
De acordo com o Presidente da Associação há cerca de três anos, é importante que exista um “click” a nível do apoio das entidades públicas para que a actividade cultural da ARCUM se possa expandir e atingir outro patamar de importância em Braga. “O que é fundamental é que haja uma maior agilização, pró-actividade e atenção da autarquia às nossas realizações culturais. Na maior parte das vezes nem sequer são apoios financeiros que pedimos, mas sim um maior cuidado com as nossas actividades no sentido de aprofundar a ligação com a cidade”, afirmou, salientando que esses pormenores podem fazer toda a diferença para a ARCUM.
Por seu turno, Ricardo Rio salientou que a Câmara Municipal de Braga tem a obrigação de funcionar como elemento facilitador da normal actividade deste tipo de associações. “A autarquia não se pode demitir da responsabilidade de acompanhar estes grupos culturais e de dar-lhes todas as condições para que as suas realizações sejam um sucesso, enriquecendo a vida cultural de Braga. É um trabalho que não está a ser feito e há um longo caminho que temos de percorrer para inverter esta situação”, considerou, lamentando a constante “falta de atenção” dispensada pelo município às associações culturais.
O líder dos “Juntos Por Braga” reforçou a ideia de que a criação de um Conselho Cultural serviria para se inverter esta tendência e para estimular o trabalho em conjunto entre as várias associações e o município. “É um órgão que queremos implementar e que estamos convictos de que terá resultados visíveis a curto prazo. Faz falta a Braga uma política de diálogo neste sector, sendo esta uma lacuna que está a afectar em muito o trabalho das associações”, alertou.
Por seu turno, Nuno Pinto apontou a realização do Festival Internacional de Tunas Universitárias (FITU), do Festival Universitário de Música Popular e a organização de digressões como as principais actividades da associação. “No futuro, temos a ambição de manter e engrandecer os nossos Festivais e de continuar com as nossas digressões, sobretudo para o estrangeiro, levando dessa forma o nome da UM e de Braga a outras gentes e dando a conhecer a nossa cultura para fora das fronteiras”, garantiu.
Por Fim, o Presidente da ARCUM revelou que sempre foi uma preocupação da associação estar integrada na vida cultural da cidade e não limitar a sua actividade à zona da Universidade. “É um esforço que fazemos com muito gosto e algo que parte do nosso querer. Consideramo-nos completamente integrados na cidade e muitas das nossas actividades são efectuadas no centro”, enfatizou.
Nesse sentido, Rio garantiu que os “Juntos Por Braga” estarão sempre disponíveis para incentivar e promover essa aproximação entre as associações culturais universitárias e a cidade. “É nosso objectivo reduzir a distância existente entre a UM e a população Bracarense, e uma das formas para o fazer passa por trazer a vida cultural académica para o centro de Braga”, disse.
De acordo com o Presidente da Associação há cerca de três anos, é importante que exista um “click” a nível do apoio das entidades públicas para que a actividade cultural da ARCUM se possa expandir e atingir outro patamar de importância em Braga. “O que é fundamental é que haja uma maior agilização, pró-actividade e atenção da autarquia às nossas realizações culturais. Na maior parte das vezes nem sequer são apoios financeiros que pedimos, mas sim um maior cuidado com as nossas actividades no sentido de aprofundar a ligação com a cidade”, afirmou, salientando que esses pormenores podem fazer toda a diferença para a ARCUM.
Por seu turno, Ricardo Rio salientou que a Câmara Municipal de Braga tem a obrigação de funcionar como elemento facilitador da normal actividade deste tipo de associações. “A autarquia não se pode demitir da responsabilidade de acompanhar estes grupos culturais e de dar-lhes todas as condições para que as suas realizações sejam um sucesso, enriquecendo a vida cultural de Braga. É um trabalho que não está a ser feito e há um longo caminho que temos de percorrer para inverter esta situação”, considerou, lamentando a constante “falta de atenção” dispensada pelo município às associações culturais.
O líder dos “Juntos Por Braga” reforçou a ideia de que a criação de um Conselho Cultural serviria para se inverter esta tendência e para estimular o trabalho em conjunto entre as várias associações e o município. “É um órgão que queremos implementar e que estamos convictos de que terá resultados visíveis a curto prazo. Faz falta a Braga uma política de diálogo neste sector, sendo esta uma lacuna que está a afectar em muito o trabalho das associações”, alertou.
Por seu turno, Nuno Pinto apontou a realização do Festival Internacional de Tunas Universitárias (FITU), do Festival Universitário de Música Popular e a organização de digressões como as principais actividades da associação. “No futuro, temos a ambição de manter e engrandecer os nossos Festivais e de continuar com as nossas digressões, sobretudo para o estrangeiro, levando dessa forma o nome da UM e de Braga a outras gentes e dando a conhecer a nossa cultura para fora das fronteiras”, garantiu.
Por Fim, o Presidente da ARCUM revelou que sempre foi uma preocupação da associação estar integrada na vida cultural da cidade e não limitar a sua actividade à zona da Universidade. “É um esforço que fazemos com muito gosto e algo que parte do nosso querer. Consideramo-nos completamente integrados na cidade e muitas das nossas actividades são efectuadas no centro”, enfatizou.
Nesse sentido, Rio garantiu que os “Juntos Por Braga” estarão sempre disponíveis para incentivar e promover essa aproximação entre as associações culturais universitárias e a cidade. “É nosso objectivo reduzir a distância existente entre a UM e a população Bracarense, e uma das formas para o fazer passa por trazer a vida cultural académica para o centro de Braga”, disse.
Instituição desenvolve trabalho fundamental numa área onde existem poucas respostas sociais
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| Ricardo Rio visitou APPACDM |
Ricardo Rio, líder dos “Juntos Por Braga”, visitou as instalações da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Braga (APPACDM) em Lomar, onde funcionam as valências de centro de actividades ocupacionais e lar residencial. Odete Dantas, Directora Técnica do complexo, outros elementos da direcção e Manuel Dias, Presidente da Junta de Freguesia de Lomar, acompanharam Rio nesta iniciativa.
Como explicou Odete Dantas, a APPACDM é uma IPSS que tem várias valências distribuídas pelo concelho de Braga. “Nestas instalações, criadas em 1996, acolhemos 20 jovens com deficiência moderada a profunda que frequentam o lar residencial, mais 16 que durante o dia estão nas actividades ocupacionais e à noite voltam para casa. Ao todo, são 36 jovens que apoiamos, sendo que contamos com cerca de 30 colaboradores”, adiantou.
De acordo com o candidato à Presidência da Câmara de Braga, esta é uma instituição que tem vindo a desenvolver um trabalho fantástico numa área onde as respostas sociais são ainda muito poucas face à dimensão do problema. “Foi com enorme gosto que visitamos esta valência da APPACDM, e é também uma forma de agradecermos o trabalho incansável que têm efectuado em prol dos cidadãos com deficiência, substituindo-se muitas vezes ao Estado e às próprias famílias”, elogiou, salientando o contributo essencial da APPACDM para o aumento do bem-estar e da qualidade de vida da população deficiente que auxilia.
Para o líder dos “Juntos Por Braga”, este é um sector que merece toda a colaboração por parte da autarquia. “Queremos que a Câmara Municipal apoie esta instituição através de acções concretas e respostas práticas e imediatas para algumas das dificuldades muito particulares que aqui se vão vivendo no dia-a-dia”, afirmou, enfatizando que seja do ponto de vista das infraestruturas, seja na ajuda para a concretização de determinado tipo de projectos, a autarquia deve ter um papel não só facilitador, mas também mobilizador de apoios. “É essa a determinação que nós temos e é nesse sentido que iremos trabalhar com as IPSS´s no futuro próximo”.
Por seu turno, Odete Dantas sublinhou que as grandes necessidades do complexo que lidera estão relacionadas com a manutenção do edifício. “Trata-se um equipamento que já tem alguns anos e, apesar de termos todo o tipo de cuidados com manutenção, ao fim deste período de tempo há sempre algumas estruturas que têm de ser melhoradas e remodeladas”, afirmou, enfatizando que a instituição passa por dificuldades económicas que são um obstáculo para a realização de um investimento desta dimensão.
A Directora Técnica do Complexo de Lomar garantiu ainda que são muito poucas as valências existentes no concelho para auxiliar os cidadãos portadores de deficiência mental. “A prova disso é que temos uma lista de espera muito grande para entrada em lar residencial, onde procuramos dar primazia aos jovens que já frequentam a instituição. Com o avançar da idade, torna-se muito complicado para as famílias tratar das pessoas com deficiência mental, já que os pais envelhecem e perdem condições físicas e mentais para tratar dos filhos”, alertou.
Por fim, Manuel Dias, Presidente da Junta, evidenciou que irá continuar a fazer o que estiver ao alcance das suas responsabilidades para apoiar a APPACDM “Dentro do que nos é possível, e enquanto responsáveis políticos, temos obrigação de ajudar e estar atentos às necessidades deste tipo de instituições, que estão ao serviço da comunidade e a trabalhar em seu benefício”, afirmou.















