Câmara Municipal tem de estabelecer parceria estratégica com empresas geradoras de riqueza no concelho

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Ricardo Rio visitou “Alumínios Navarra”

Englobado num ciclo de contactos que pretende promover o diálogo e o consenso com os agentes das mais diversas áreas, Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, visitou a empresa “Alumínios Navarra”. Avelino Gonçalves do Carmo, Presidente da empresa, e Arminda Carmo, Administradora, acompanharam Rio durante esta iniciativa.

Como explicou Arminda Carmo, a Alumínios Navarra foi criada há 35 anos atrás, tendo-se mudado para Navarra há cerca de 20 anos, altura que aproveitou para verticalizar a sua actividade. “Hoje em dia, fazemos a extrusão, tratamento, mecanização, corte e embalamento do alumínio. Somos capazes de entregar um produto ´chave na mão´”, garantiu.

Na ocasião, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga salientou que a Alumínios Navarra é uma referência incontornável do tecido empresarial da cidade. “Trata-se de uma empresa com um elevado volume de facturação e forte presença no mercado exportador. Como consequência desse sucesso, emprega mais de 400 trabalhadores, assumindo um papel social e económico essencial nas comunidades envolventes”, afirmou, ressaltando o facto de muitos dos trabalhadores da empresa serem oriundos das freguesias circundantes.

Por seu turno, a Administradora da empresa notou que mais de 50% do volume de negócios da Alumínios Navarra vem da exportação. “Sem dúvida nenhuma que o que está a sustentar a empresa é a exportação, principalmente o mercado europeu. Desde 2005 que efectuamos essa aposta e os resultados são extremamente positivos”, afirmou, destacando que apesar das boas perspectivas de futuro, é importante continuar a trabalhar da mesma forma e a investir na inovação, para que a empresa ofereça sempre “produtos de qualidade” aos clientes.

Por outro lado, Ricardo Rio sublinhou que a empresa merece toda a colaboração da autarquia, de forma a ter condições para desenvolver a sua actividade e crescer de uma forma sustentada. “É fundamental que exista uma lógica de colaboração activa da Câmara Municipal com empresas como a Alumínios Navarra, que geram riqueza, criam emprego e assumem uma postura de enorme responsabilidade social”, adiantou, enfatizando que este tipo de empresas, para além de contribuírem para o aumento da qualidade de vida no concelho, contribuem também com receitas para a própria autarquia.

De acordo com o líder do “Juntos Por Braga”, é importante que o próximo executivo autárquico tenha uma postura diferente do actual e perceba que uma empresa com a dimensão da Alumínios Navarra não pode ter acessos em estado tão deteriorado, nem pode ser sistematicamente penalizada pelos impostos, taxas municipais e custos relacionados com os serviços municipalizados, como a água e o saneamento. “O que está aqui em causa é a capacidade de saber valorizar os projectos que contribuem para a criação de riqueza no nosso concelho, e Braga tem de desenvolver uma lógica consistente e eficaz de colaboração com estas empresas e empresários”, destacou, sendo que as preocupações de Rio foram partilhadas por Arminda Carmo, que pediu também “menos burocracia” no processo de aprovação de projectos por parte dos organismos públicos responsáveis.

Ricardo Rio visitou Grupo Folclórico de Escudeiros

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Ricardo Rio agradeceu performance fantástica do Grupo no Theatro Circo


Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, assistiu a um ensaio do Grupo Folclórico Infantil e Juvenil do Carreiro, na freguesia de Escudeiros. A visita foi uma forma simbólica de agradecer a actuação “fantástica” deste grupo na abertura da apresentação pública da candidatura de Ricardo Rio, que teve lugar no Theatro Circo. Humberto Ribeiro, Presidente do Grupo Folclórico, e José Manuel Fernandes, mandatário da Candidatura de Rio, estiverem presentes na iniciativa.

Segundo Rio, esta foi uma oportunidade para ver uma das colectividades culturais mais dinâmicas do concelho em acção. “Este é um grupo que tem já um extenso currículo na preservação da cultura popular e das tradições em Braga. Fiz questão de vir aqui prestar o meu reconhecimento e gratidão pessoal pela actuação absolutamente notável do grupo no Theatro Circo, que deixou impressionados todos os presentes”, garantiu, referindo-se à fantástica iniciativa do grupo em adaptar a letra de uma das suas músicas para que esta se tornasse alusiva à candidatura de Ricardo Rio.

“Neste momento, a música que vocês criaram é trauteada por muitos dos nossos apoiantes e um verdadeiro sucesso de visualizações na internet. Será ainda seguramente um dos hinos desta campanha até às eleições, em Setembro”, afirmou o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga.

Por seu turno, Humberto Ribeiro, Presidente do Grupo Folclórico há cerca de 20 anos, enfatizou que foi um “prazer” e uma “honra” participar na festa de apresentação da candidatura. “Foi com enorme satisfação que participamos nessa iniciativa, que teve lugar num local tão nobre da cidade como o Theatro Circo. É sempre uma alegria e um reconhecimento assistir às reacções tão positivas das pessoas e receber elogios pela nossa actuação. É sinal de que estamos a trabalhar bem”, referiu.

Na ocasião, o Presidente do Grupo manifestou o seu agrado pela presença de Ricardo Rio no ensaio. “É uma pessoa por quem temos uma grande estima e consideração. Esperemos que o empenho, esforço e entusiasmo que colocamos na nossa actuação dê forças a todos para que o futuro traga o melhor para Braga”, afirmou.

Por fim, Humberto Ribeiro fez questão de deixar uma crítica à política de apoios culturais da Câmara Municipal. “O nosso grupo organiza em Braga, de dois em dois anos, o único Festival de Folclore Infantil e Juvenil Ibérico do país. Não recebemos um único apoio da autarquia para a realização de um evento tão importante como este, que une crianças portuguesas e espanholas num intercâmbio de experiências e culturas”, lamentou, sublinhado que só efectuando um enorme esforço financeiro, e contando com o apoio “incansável” da Junta de Freguesia, é possível continuar a realizar o Festival.

Ricardo Rio visitou grupo “O Setenta”

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Parque Industrial de Adaúfe merece melhores condições de acessibilidade 

Ricardo Rio visitou o grupo “O Setenta”, que integra as empresas Serralharia “O Setenta”, “PerfilNorte” e a “Colaborante”. Todas estas empresas estão situadas no Parque Industrial de Adaúfe. José Correia Fernandes, fundador do “O Setenta”, acompanhou Rio durante esta iniciativa. A visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de forma mais detalhada o funcionamento deste grupo e auscultar os empresários relativamente às condições oferecidas pelo Parque Industrial de Adaúfe.

Como explicou o Presidente do “O Setenta”, este grupo dedica-se principalmente a quatro áreas: estruturas metálicas; trabalho em chapa e em perfis ligeiros, caixilharia em alumínio e trabalhos em Inox. “É verdade que estamos a trabalhar para o mercado estrangeiro, mas sobretudo a Serralharia sempre se dedicou mais ao mercado interno. Felizmente, já temos trabalho que chegue até ao final do ano, que é uma garantia de que podemos manter todas as cerca de 250 pessoas que empregamos”, afirmou, notando que não ter de despedir ninguém é uma das suas “missões”. 

Segundo Rio, o grupo “O Setenta” é já uma referência no sector da construção no concelho, com uma larga experiência consolidada ao longo dos anos. “É com enorme felicidade que vemos que este conjunto de empresas tem registado uma forte presença exportadora e um crescimento sustentado, que é algo que lhes permite aguentar os efeitos da crise que se faz sentir. Faremos o que estiver ao nosso alcance para proporcionar a este grupo, assim como aos restantes, as condições de trabalho para que possam ter sucesso na sua atividade”, salientou, garantindo que é responsabilidade da Câmara Municipal reforçar a competitividade económica de Braga. 

Na ocasião, José Correia Fernandes afirmou que as suas empresas já estão sediadas no Parque Industrial de Adaúfe há mais de 15 anos. “Globalmente estamos satisfeitos, sobretudo porque temos segurança, uma vez que o parque durante a noite é encerrado, evitando os assaltos que antigamente se faziam sentir. Mas em termos de acessos há muito por fazer”, assegurou. 

Sobre o Parque Industrial de Adaúfe, e indo ao encontro das queixas efetuadas por muitos empresários, Ricardo Rio salientou que esta é uma zona de acolhimento industrial que, pela sua “enorme” importância, merece, “no mínimo”, um investimento por parte do Município no sentido de criar melhores condições de acessibilidade e de sinalização. “As más condições dos acessos são uma das principais lacunas deste espaço, que deve ser resolvido o mais brevemente possível para criar maiores fatores de atratividade para as empresas aqui sediadas”, enfatizou. 

Por fim, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga reforçou que conta com estas empresas como parceiros “incontornáveis” de uma estratégia de desenvolvimento de apoio ao investimento e de criação de emprego que os “Juntos Por Braga” querem desenvolver e alimentar para o futuro da cidade. 

Antes da visita ao grupo “O Setenta”, Ricardo Rio visitou ainda as instalações da empresa Ferreira da Costa & Irmãos, Lda, que se dedica ao fabrico de produtos subsidiários à indústria. O Presidente da empresa, Domingos Ferreira da Costa, fez também questão de alertar Rio para os problemas relacionados com as acessibilidades ao Parque Industrial.

Câmara Municipal deve dar liberdade de atuação aos seus agentes culturais

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A Juventude Social-democrata e a Juventude Popular, sob a égide do “Juntos Por Braga”, realizaram uma Conferência subordinada ao tema “Braga, Capital de Cultura”. O debate realizou-se Espaço Cultural Pedro Remy e teve como moderadora Elisa Lessa, Diretora Pedagógica da Companhia da Música. 

Os oradores foram Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, José Machado, da Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da Sé”, Cónego José Paulo Abreu, Diretor dos Museus da Arquidiocese de Braga, Álvaro Santos, Diretor da Casa da Música de Vila Nova de Famalicão, e Rui Ferreira, Presidente da Associação BragaMais. 

Durante a sua intervenção, Ricardo Rio salientou que em Braga se tem assistido a um dirigismo e a uma municipalização dos agentes culturais que não é benéfica para a promoção e desenvolvimento da cultura. “Quando se usa os recursos financeiros da autarquia para condicionar os próprios agentes culturais, com uma política de atribuição de subsídios que não é de todo transparente e que não segue um critério percetível, obviamente que isso prejudica a cultura e o potencial de desenvolvimento cultural da nossa cidade”, afirmou. 

Para o líder do “Juntos Por Braga”, é essencial dar liberdade aos agentes culturais para que estes possam não só ser mais proactivos e responsáveis pelo seu futuro, mas também mais criativos e capazes de ir ao encontro dos diferentes públicos. “Dar essa liberdade não é abdicar de contribuir para o sucesso dessas iniciativas. Na área cultural o papel da Câmara Municipal não é o de fazer cultural, mas sim o de facilitar o trabalho de quem quer fazer cultura. E isso passa por facultar infraestruturas, por criar apoios para as diferentes iniciativas e atividades e por proporcionar aos agentes um espaço de ligação e discussão entre si”, sublinhou, reafirmando a sua intenção de criar um Conselho Cultural para que as várias associações do concelho tenham um sítio onde discutam ideias e, no mínimo, coordenem agendas, que é algo “simples” que atualmente não acontece. 

O candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga enfatizou que é preciso disponibilizar o contacto do público com as diferentes alternativas culturais para estimular a sua participação nos eventos. “Uma das lacunas de Braga é o facto de não existir um verdadeiro serviço educativo que, agregando os diversos polos de dinâmica cultural como o Theatro Circo ou o Mosteiro de Tibães, possa desenvolver iniciativas que ponham em contacto os diferente públicos com as mais variadas manifestações culturais e formas de expressão cultural”, garantiu, destacando que dessa forma seria muito mais fácil fomentar o consumo e a participação cultural nos cidadãos. 

Por fim, Rio abordou a questão patrimonial, que considerou crucial para promover a cidade no exterior e entre os próprios Bracarenses. “Do ponto de vista cultural e turístico, não podemos oferecer algo que seja distintivo e apetecível se as próprias pessoas de Braga, no seu dia-a-dia, não conseguem desfrutar do que é seu. Há muito para fazer e é urgente pôr o património ao dispor dos cidadãos, ao contrário do que atualmente acontece”, defendeu, salientando que a qualidade da oferta turística e cultural é a forma mais natural de atrair turistas e gerar uma dinâmica económica que combata a falta de emprego e de rendimentos na cidade. 




Autarquia tem de ser entidade potenciadora da promoção da cidade 

Por seu turno, Rui Ferreira refletiu sobre a cultura brácara e o calendário anual de eventos culturais, centrando-se particularmente nas festas de S. João em Braga. O Presidente da associação BragaMais garantiu que Braga é uma cidade com um património invejável e que está constantemente a ser enriquecido, com recursos em potência para explorar. “Há muito para fazer e valorizar, e isso é um grande desafio e digno de motivação para quem vai trabalhar”, salientou. 

Segundo Rui Ferreira, “não faz sentido” pensar-se turismo e cultura em separado, principalmente quando o objetivo é delinear-se uma estratégia económica de promoção da imagem da própria cidade. “Temos de saber construir a comunidade, e é a partir da cultura que nos sentimos irmanados. Uma comunidade que perde as suas referências históricas está em risco para o futuro e, nesse sentido, devíamos ser mais bairristas e termos mais gosto no que é nosso. Cabe à autarquia funcionar como entidade potenciadora dessa relação”, concluiu. 

Já Álvaro Santos, Diretor da Casa da Música, falou sobre o potencial das indústrias criativas para a economia. “As indústrias criativas não podem ser vistas como uma despesa nem como uma coisa menor, mas sim como fenómenos de criação de valor. São indústrias com um potencial enorme, mas não nos deixemos iludir, é preciso um trabalho que tem de emanar da autarquia e dos próprios agentes culturais para que estas funcionem e criem riqueza para a região”, afirmou. 

Para José Machado, da Associação Cultural e Festiva “Os Sinos da Sé”, é importante manter a riqueza das raízes e as tradições da cultura popular do Baixo Minho. “Atualmente, a cultura popular quase virou catálogo. É fundamental manter a genuinidade das tradições que identificam o nosso povo”, revelou. 

José Machado defendeu que a Câmara deve dar uma maior liberdade aos agentes culturais e que não se pode limitar a criatividade artística. “Há um enorme controlo na atividade cultural que é muito limitativa da atuação e do desenvolvimento dos agentes culturais na cidade. Essa é uma realidade que tem de ser invertida”, assegurou. 

A finalizar, o Cónego José Paulo Abreu, Diretor dos Museus da Arquidiocese de Braga, abordou o património religioso de “enorme” valor que Braga tem. “A alma do nosso povo está na cultura e também está no nosso edificado, sendo que grande parte é religioso. Temos de ter uma maior atenção com a preservação do património e de saber dar as mãos no sentido de valorizar o que de muito valioso a cidade tem”, afirmou, lamentando que até ao momento Braga não tenha sabido estimar e amar devidamente o seu património. 

Na opinião do Cónego, tem havido um desrespeito sistemático pela Sé de Braga e sua envolvente que é muito preocupante e que tem contribuído para reduzir a ida de turistas à Sé de Braga: “Por este caminho, qualquer dia a própria Sé tem de fechar as portas”, alertou. O Cónego foi ainda muito crítico em relação à atitude autárquica perante o património do Bom Jesus e do Sameiro. “Quando apenas se oferece umas pedrinhas e se deixa as Capelas e o resto do património a degradarem-se, endossando as responsabilidades todas para a igreja, não se pode apregoar que se estejam a desenvolver esforços no sentido de preservar o que é nosso”, adiantou, considerando fundamental dinamizar a Fundação Bracara Augusta para reforçar a cooperação entre a Câmara, a Diocese e a Universidade.

Câmara deve criar banco de medicamentos para apoio a doentes oncológicos

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Ricardo Rio reuniu com Associação “Amados”


Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, reuniu com a Associação Minhota de Apoio ao Doente Oncológico de Senologia (AMADOS). Célia Ribeira e Edite Dias, Presidente e Tesoureira da Associação, respectivamente, estiverem presentes nesta iniciativa.

O líder do “Juntos Por Braga” aproveitou a reunião com esta associação para expressar o compromisso da futura gestão municipal com a criação de novos instrumentos de apoio aos doentes oncológicos do concelho, entre os quais realçou a criação imediata de um banco de medicamentos de apoio aos doentes oncológicos. Através desta iniciativa, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga pretende dar um apoio a estes cidadãos numa fase particularmente exigente das suas vidas também do ponto de vista financeiro, e contribuir para eliminar as situações discriminatórias que ainda persistem do ponto de vista da oferta generalizada de cuidados de saúde à população.

A este respeito, Célia Ribeira ilustrou com o facto de doentes com o cancro da mama não terem acesso no Hospital de Braga a medicamentos que são distribuídos gratuitamente noutras unidades de saúde do país, e relembrou a falta de apoios na aquisição de ajudas técnicas.

Como explicaram as responsáveis pela AMADOS, o objectivo da associação é apoiar as mulheres que sofrem de cancro da mama e que estão a ser tratadas no Hospital de Braga, assim como os seus familiares. “Até ao momento, temos uma equipa formada com cerca de 35 pessoas, sendo que a maior parte são mulheres que já passaram por esta doença - como é o nosso caso -, médicos, enfermeiros, psicólogos ou fisioterapeutas. Isto é, são pessoas com muita experiência acumulada, que sabem bem o que é a doença e que estão disponíveis para ajudar as mulheres que atravessam este problema durante e após o tratamento”, afirmou.

De acordo com Ricardo Rio, este tipo de associações desempenha um papel essencial numa fase complicada da vida das pessoas. “Lutar contra uma doença como o cancro exige uma enorme coragem e força de vontade. Nesse sentido, é extremamente importante que existam associações que estão disponíveis para dar a mão às pessoas e ajudá-las a atravessar todo o processo”, elogiou.

O apoio psicológico às mulheres que estão no processo de tratamento da doença e a comunicação dos seus direitos e deveres são apontados como factores fundamentais pelos elementos da direcção da AMADOS. “As pacientes que se encontram nesta situação estão muito vulneráveis psicologicamente e necessitam de um encaminhamento para não se sentirem totalmente perdidas e entrarem em desespero. Foi o que aconteceu no nosso caso, pelo que queremos preencher essa lacuna e evitar que o mesmo se passe no futuro com outras mulheres”, garantiram, salientando que é essencial apoiar, informar e acarinhar as pacientes nesta fase, dando-lhes conhecimento sobre a doença e sobre quais os melhores procedimentos a adoptar: “É muito fácil perdermo-nos na linguagem técnica usada pelos médicos, pelo que as mulheres necessitam de alguém que lhes explique de forma mais simples o que está a acontecer para que possam tomar decisões conscientemente”.



Casa para receber doentes é prioridade

Célia Ribeiro evidenciou que o grande objectivo da associação passa por possuir instalações próprias a curto prazo. “Queremos sair das instalações da Junta de Freguesia de Gualtar, onde estamos sediadas neste momento, para uma casa/sede onde tenhamos condições para receber e ajudar as doentes e os seus familiares. Precisamos de um espaço onde as pessoas possam pernoitar, porque permitiria às mulheres reunirem-se e partilharem experiências, ao mesmo tempo que daria às pessoas que são de fora de Braga um sítio para ficar durante os tratamentos”, salientou, notando que o objectivo é que a casa funcione como um abrigo temporário, onde as pessoas possam ficar durante uma ou duas noites e assim evitar as viagens de ida e volta para o Hospital de Braga.

Por seu turno, Ricardo Rio afirmou que a AMADOS pode contar com o apoio do “Juntos Por Braga” para tornar a sede uma realidade. “Faremos o que estiver ao nosso alcance para que esta associação disponha de todas as condições que necessita para desenvolver a sua actividade. É obrigação de uma autarquia ajudar e dar todo o seu apoio a causas nobres e solidárias como esta”, reforçou.

No dia 29 de Junho, a AMADOS irá organizar um concerto solidário no Parque de Exposições de Braga. Esta iniciativa será o primeiro grande evento da associação, que foi fundada este ano, e será também simbolicamente o ponto de arranque e de conhecimento público da AMADOS. Célia Ribeiro sublinhou a importância destes eventos para as mulheres com cancro da mama e apelou à participação de todos: “Este tipo de iniciativas é importante porque nos possibilita angariar fundos, mas é principalmente fundamental para evitar que as mulheres que estão a lutar contra a doença se isolem, vitimizem ou escondam. O facto de criarmos actividades lúdicas permite que se divirtam, convivam com outras pessoas e encarem o mundo de forma mais positiva. Todos estão convidados a participar nesta enorme festa”.

Após 5 anos de pressão do “Juntos por Braga” Bracarenses irão pagar menos IMI já em 2014

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A reunião do Executivo Municipal de hoje aprovou uma proposta de redução das taxas do IMI aplicáveis no ano de 2014, que vem ao encontro de um princípio de redução deste imposto que o “Juntos por Braga” tem defendido coerente e incessantemente desde 2008, nos diferentes órgãos municipais, e contra as políticas expressas e praticadas pela maioria socialista em exercício.

Como tantas vezes foi referido, na óptica dos Autarcas eleitos pelo “Juntos por Braga”, esta redução daria corpo a uma política fiscal com sentido estratégico, consciente da dura realidade financeira com que os munícipes se confrontam e não se resumindo à obtenção da receita pela receita com o propósito de financiar os desmandos da Gestão da Autarquia.

Como tantas vezes foi também enunciado, esta decisão poderia não implicar sequer uma redução da receita arrecadada pela Câmara Municipal com este imposto, uma vez que o contínuo alargamento da base de incidência assim o permitiria. Esta constatação decorre aliás da própria mecânica do Imposto e apenas escapou à conduta socialmente insensível e politicamente irresponsável da maioria socialista do Executivo, do Presidente a todos os Vereadores em exercício.

Assim sendo, e tendo em conta que os responsáveis da Autarquia há muito apregoam a saúde financeira da mesma, tal opção política só se podia justificar pela sofreguidão de angariação de receitas dos responsáveis socialistas, à custa dos cidadãos e das empresas, com grave prejuízo para o bem-estar dos primeiros e para a sustentabilidade e a competitividade das últimas.

Em bom rigor, esta opção apenas é coerente com uma postura que perpassa por toda a fiscalidade municipal e pela fixação dos diversos tarifários da Câmara e das Empresas Municipais, em que a receita é vista como o objectivo a atingir e como instrumento de viabilização para as mais ruinosas, improdutivas e inaceitáveis opções de “investimento” da maioria.

Por todo este conjunto de razões, o voto favorável dos Vereadores do “Juntos por Braga” à proposta da maioria socialista de redução das taxas do IMI para 0,62 (para prédios não reavaliados à luz do CIMI) e para 0,35 (no caso dos demais) foi a única atitude coerente com os princípios defendidos até aqui, e no total desprezo pelos considerandos politiqueiros e despropositados incluídos na fundamentação da proposta.

Naturalmente, a aprovação desta proposta, tornou inviável a discussão e votação da proposta subscrita pelos Vereadores do “Juntos por Braga”. Mais ainda, parece-nos irrelevante que os valores constantes da proposta final não coincidam com o compromisso assumido pelo Vice-Presidente da Câmara dois dias antes da submissão da mesma (ou por inépcia matemática, ou por uma mera lógica quase infantil de confrontação pública de valores) ou que a referida proposta não tenha sido subscrita pelo Presidente da Câmara em funções (ao arrepio da prática da maioria desde sempre).

Em qualquer circunstância, ganharam os Bracarenses que, caso a mesma seja aprovada em tempo útil em sede de Assembleia Municipal – e assim deverá ser garantido pelos Partidos com assento na mesma – poderão finalmente pagar menos IMI já em 2014.


“Juntos por Braga” com representação maioritariamente feminina no Executivo

Numa reunião do Executivo de que não constavam questões particularmente polémicas na agenda – foram aprovados por unanimidade os Subsídios e os Protocolos de Delegação de Competências em algumas Juntas de Freguesia,e foi aprovado com a abstenção dos Vereadores do “Juntos por Braga” o ajuste directo de serviços relativos ao projecto do novo Quartel de Bombeiros – os Vereadores da Oposição registaram pela primeira vez uma presença maioritariamente feminina.

Assim, com Ricardo Rio e Serafim Rebelo ausentes por motivos profissionais e com Américo Afonso e Hugo Soares com os respectivos mandatos suspensos, coube a Filomena Bordalo, Olga Pereira, Eva Sousa, António Macedo Barbosa (PSD) e Manuel Rocha (CDS-PP) assegurar a representação do “Juntos por Braga”.

Foi, também, devido ao conhecimento prévio da sua ausência nesta reunião que Ricardo Rio acabou por não subscrever a proposta apresentada pelos Vereadores do “Juntos por Braga”, depois de se ter assumido como o rosto da luta pela redução da carga fiscal e, neste caso, da taxa do IMI, desde 2008.

Mesmo não estando presente na reunião, o líder do “Juntos por Braga” expressou o seu enorme regozijo por esta “vitória política” e por a mesma se traduzir num “claro benefício para todos os Bracarenses”. “Tardou, mas foi!”, concluiu.

Braga tem condições únicas para se afirmar como destino turístico de primeira linha

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Ricardo Rio reuniu com Os Do Turismo


Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover, e que tem por objectivo desenvolver uma política de diálogo e proximidade com os diversos agentes, Ricardo Rio reuniu com “Os Do Turismo”, um grupo de jovens empresários da cidade ligados à actividade turística.

Esta iniciativa permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” debater com agentes do sector as principais dificuldades com que se defrontam as empresas turísticas em Braga e o panorama geral da área no concelho. “Ouvir as opiniões e os contributos destes jovens foi extremamente interessante e enriquecedor, acabando por confirmar algumas das percepções que temos sobre aquilo que é a pobreza da promoção e da valorização turística da nossa cidade”, afirmou.

Como explicaram os elementos do grupo “Os Do Turismo”, os seus principais objectivos passam por, através da elaboração de um conjunto de ideias e contributos, dinamizar o panorama turístico e afirmar Braga como cidade turística de primeira linha não só em Portugal, mas na Europa e no mundo. “Queremos acima de tudo mostrar o ponto de vista de quem trabalha e vive o turismo todos os dias, que não é o mesmo de quem está longe do contacto intimo com esta realidade que vivemos”, salientaram, garantindo que é essencial uma perspectiva nova para que a cidade possa aproveitar o potencial turístico fantástico e único de que dispõe.

Para Ricardo Rio, existe por parte da autarquia uma insuficiência estratégica que obstaculiza a intensificação da actividade turística, não se descortinando qualquer orientação ou capacidade de valorização da inúmera oferta que Braga tem nos mais variados domínios. “É essencial saber promover Braga junto dos muitos públicos-alvo que podemos atingir, de maneira a que possamos atrair cada vez mais visitantes e para que haja condições para surgirem mais projectos empreendedores ligados ao turismo”, sublinhou, destacando que a aposta no Turismo é prioritária para a dinamização da economia da cidade, para a criação de emprego e geração de riqueza.

Segundo o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, a promoção da cidade tem de ser feita de forma radicalmente diferente daquela que tem sido assumida até ao momento. “A autarquia não tem tido a capacidade e nem sequer tem demonstrado interesse em valorizar o que é nosso e fomentar Braga como cidade turística por excelência. Tem de haver uma orientação no sentido de que a cidade saiba valorizar aquilo que é seu e colocá-lo ao dispor dos próprios bracarenses, para que estes conhecem a história da sua terra e tenham orgulho nela. Pensar Braga para os seus é um trabalho que ainda não está feito”, garantiu.



Comunicação é chave para o sucesso

Nesse sentido, os jovens empresários garantiram que a implementação de uma estratégia de comunicação forte, eficaz e planeada, que actualmente praticamente não existe, é um passo fundamental para impulsionar turisticamente a cidade. “Apercebem-nos no contacto directo com os nossos clientes, que são turistas nacionais e internacionais, que a cidade não está devidamente divulgada. Assim sendo, os turistas aqui chegam sem grandes expectativas, mas a verdade é que, depois de conhecerem o nosso património, ficam de boca aberta com o que temos para oferecer”, enfatizaram, destacando que esta é a prova de que a nível de património, cultura, historia e localização geográfica Braga tem condições turísticas de excepção, pecando apenas na forma deficiente como a divulga e promove.

Repensar o funcionamento do Posto de Turismo; responsabilizar o Turismo e Norte de Portugal pela fraca divulgação que efectua da cidade; ligar o Turismo de Braga a Santiago de Compostela; afirmar as festas de S. João como as grandes festas da cidade e aproveitar o potencial turístico do Gerês foram alguns dos muitos contributos elaborados por este grupo de empresários.

“Estas são ideias simples que, na maior parte dos casos, nem sequer necessitam de grande investimento para ser postas em prática. O principal é ter vontade de fazer e ter atenção a uma palavra: comunicação. Esse é o elemento-chave para termos sucesso”, revelaram.

Por fim, Ricardo Rio elogiou a iniciativa deste grupo de jovens empresários em se unir e trabalhar no sentido criar uma Braga melhor. “Este é um exemplo fantástico de jovens que estão genuinamente interessados em construir uma cidade diferente e se juntam com vista à obtenção de objectivos comuns. É este espírito de iniciativa e vontade de fazer melhor e diferente que nos fazem acreditar que Braga tem tudo para mudar e para ter um futuro risonho”, acredita, elogiando ainda as empresas inovadores e diferenciadores que estes jovens representam.

Câmara Municipal deve envolver associações na definição das políticas culturais

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Ricardo Rio reuniu com Azeituna


Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, esteve presente num ensaio da Azeituna, a Tuna de Ciências da Universidade do Minho. João Raminhos, Presidente da associação há cerca de um ano e um dos guitarristas do grupo, acompanhou Rio durante esta iniciativa.

Na ocasião, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga realçou que a Azeituna, criada em 1992, é um dos grupos culturais de referência da Universidade do Minho e até da cidade- “Todos conhecemos bem o valor artístico e o conjunto de iniciativas que esta associação tem desenvolvido, no sentido de oferecer aos Bracarense momentos lúdicos relevantes”, salientou, apontando o Festival Celta (Certame Lusitano de Tunas Académicas) - que se realiza anualmente desde 1993 e que nos últimos anos regressou à casa que o viu nascer, o Theatro Circo – como momento alto e mais emblemático da actividade cultural da Tuna.

De acordo com o Presidente da Azeituna, a associação está mais viva que nunca, apostando na diferença e na diversificação cultural. “Ultrapassámos os 20 anos de existência e continuamos a desenvolver a nossa actividade com enorme vitalidade, energia e com muitos projectos que queremos concretizar com o apoio do nosso público, da Universidade do Minho e das entidades públicas”, garantiu.

Por seu turno, Ricardo Rio sublinhou que o interesse dos “Juntos Por Braga” em intensificar a colaboração com a Azeituna no futuro. “Queremos que a própria Azeituna, indo ao encontro da vontade manifestada pelos seus elementos, seja cada vez mais envolvida na concepção das politicas culturais da cidade e na definição de novas iniciativas que possam ir ao encontro não só do público universitário, mas de todo o publico concelhio que tem interesse no trabalho da Tuna”, afirmou, considerando que existe uma janela de colaboração que tem de ser mais explorada e que levará no futuro a uma parceria “extremamente proveitosa”.



Criação de um Conselho Cultural seria benéfico


João Raminhos criticou a falta de actividade cultural na cidade e a pouca propensão da autarquia em ouvir as associações, sugerindo a criação de um Conselho Cultural que envolvesse as associações de Braga. “Tudo o que seja feito no sentido da nossa voz ser ouvida e tida em conta na tomada de decisões é positivo. Assim sendo, um espaço como um conselho cultural poderia permitir o trabalho em conjunto e trazer inúmeras vantagens para dinamizar o panorama cultural do concelho”, garantiu, adiantando que para a Azeituna os apoios da Câmara Municipal em termos de logística e de flexibilidade dos preços de aluguer do Theatro Circo seriam fundamentais: “Felizmente temos lotado a sala em todas as edições do Celta, mas se isso eventualmente não acontecer, e devido ao elevado custo do aluguer do espaço, ficaremos em dificuldades económicas”.

Nesse sentido, Ricardo Rio garantiu que dará todo o seu apoio à criação de um Conselho Cultural. “Sempre baseamos a nossa política no diálogo com os agentes e na procura de consensos, e é essa postura que queremos continuar a fomentar. O Conselho Cultural enquadra-se perfeitamente nos nossos objectivos de ouvir as associações e envolvê-las na construção de uma Braga melhor”, disse.

Para João Raminhos, é ainda importante encurtar a distância que separa o centro da cidade dos universitários. “Essa é uma das nossas preocupações e uma das razões pelas quais nos enche de orgulho organizar o Celta no Theatro Circo, atraindo várias pessoas que não frequentam a Universidade e chamando os estudantes à vida da cidade. Notamos que os públicos são muito diferentes consoante actuamos no centro ou na zona da Universidade e queremos contribuir para alterar essa situação”, enfatizou.

Por fim, o Presidente da Azeituna afirmou que a sede do grupo, situada no piso inferior do Bar Académico, começa a ser demasiado pequena para a actividade da associação. “Necessitamos de uma sede com melhores condições, porque esta acaba por funcionar como sala de ensaios mas também como armazém onde guardamos os instrumentos. Como se costuma dizer, está para aqui tudo ao monte e queremos uma sede maior para conseguirmos construir algo com condições”, concluiu. Sobre esse assunto, Ricardo Rio sugeriu que, dentro do esforço de aproximação da Universidade do Minho à cidade, fossem aproveitados espaços no centro para acolher estruturas estudantis como a Azeituna.

Eu, Presidente - S. João

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Ao longo da próxima semana, Braga celebra o S. João, uma festa popular, cheia de tradição no nosso concelho. Esta semana, na rubrica Eu, Presidente, gostaríamos de saber a sua opinião relativamente a estas festividades.

Considera que as festas de S. João têm correspondido ao simbolismo e ao capital patrimonial e histórico que elas representam? Qual a principal atractividade destas festividades? Que tipo de programação cultural sugeriria? O que pode ser melhorado? Deixe estas e outras sugestões, para "Juntos" construirmos um concelho melhor.

Santa Casa é uma instituição de referência e com enorme legado na cidade

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Ricardo Rio reuniu com Santa Casa da Misericórdia de Braga


Englobado num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com diversos agentes de diferentes áreas de actuação, Ricardo Rio reuniu com a Direcção da Santa Casa da Misericórdia de Braga (SCMB). Bernardo Reis, Provedor da SCMB, acompanhou Rio durante a iniciativa.

Esta reunião foi uma forma de os “Juntos Por Braga” aferirem das dificuldades com que a SCMB se depara actualmente e de conhecerem mais detalhadamente os projectos que tem para o futuro. “Fizemos questão de reiterar o nosso compromisso de colaboração activa e intensa com esta instituição, com vista à concretização de projectos que sirvam a população do concelho e a própria Santa Casa, porque o que é bom para a SCMB, é também benéfico para todos os Bracarenses”, reforçou Rio.

Nesse sentido, Bernardo Reis destacou que a SCMB é uma instituição que, em estreita colaboração com outras entidades de solidariedade social, tem como função colmatar algumas necessidades da população às quais o Estado não tem capacidade para responder. “Especialmente na área social, funcionámos como um complemento do Estado, que não pode fazer face a todos os problemas. Num período em que aumentam todos os dias as dificuldades sociais e económicas, procurámos corrigir as assimetrias existentes, atenuando a crise e tornando menos difícil a vida das pessoas que atravessam uma fase muito complexo”, disse, notando que a assinatura do novo Contrato Local de Desenvolvimento Social fará com que a Santa Casa tenha uma actuação mais activa nas freguesias da periferia da cidade.

Na ocasião, Ricardo Rio salientou que a Santa Casa da Misericórdia – que este ano celebra os 500 anos de existência no concelho - é uma entidade incontornável em Braga nos mais diversos domínios de intervenção. “A SCMB é uma instituição de referência e com um enorme legado na região - sobretudo na esfera social, cultural e patrimonial – que, ao longo dos seus muitos anos de história, tem reconhecidamente trazido imensos benefícios aos Bracarenses, principalmente aos mais carenciados”, garantiu.


Recuperação do antigo edifício do Hospital é prioridade

Em relação ao futuro, Bernardo Reis enfatizou que a recuperação do complexo hospitalar de S. Marcos é a principal prioridade para a Santa Casa. “É um enorme desafio que se coloca à nossa frente, os seis edifícios já estão vagos desde o dia 31 de Maio de 2012 e é preciso recuperá-los rapidamente, até porque há o risco cada vez maior de degradação - apesar de todos os cuidados de preservação que temos tido, tudo o que está fechado está a degradar-se e essa é uma realidade incontornável”, afiançou.

O Provedor da Santa Casa de Braga declarou que este terá de ser um projecto “global e total”, isto é, que seja economicamente viável e que permita apoiar a população mais necessitada, dinamizando ao mesmo tempo esta zona da cidade. “Temos já um projecto pensado, que agora está dependente da capacidade de obtenção de condições financeiras para o executar. É um projecto que inclui as valências de reabilitação física e fisiatria, cuidados continuados e lar de idosos, Sendo este último especialmente direccionado para pessoas com doenças como Parkinson e Alzheimer”, explicou, afirmando que a Santa Casa irá agora procurar dentro dos quadros comunitários um programa de ajuda financeira que permita dar seguimento a este plano.

Por seu turno, sobre o projecto de recuperação do edifício do Hospital de S. Marcos, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga sublinhou que é extremamente importante para a cidade que este se realize, até por força de se situar uma zona crucial para a delineação de uma estratégia de regeneração urbana no centro de Braga. “Esse esforço de reabilitação desta zona do centro da cidade está muito dependente da concretização deste projecto, que irá contribuir em muito para a dinamização do comércio e dos serviços, que sofreram um duro revés com a mudança de instalações do Hospital”, afirmou, lembrando que passaram a circular menos 5 mil pessoas por dia nessa zona de Braga.

Ricardo Rio entregou Certificados na Adere-Minho

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Autarquia de Braga deve ter Adere-Minho como parceira e aproveitar experiência de sucesso 

Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, entregou Certificados de Formação Profissional aos formandos que concluíram Ações Modulares nas áreas de Informática, Apoio à Criança, Hotelaria e Comércio na Adere-Minho. Os Certificados entregues por Rio corresponderam a ações de formação que tiveram lugar em Braga. A cerimónia de entrega dos diplomas contou ainda com a presença de Abílio Vilaça, Presidente da Adere-Minho, e com a participação especial do conhecido Chef Hernâni Ermida, que efetuou um Show Cooking de receitas saudáveis que colocou à disposição de todos os presentes. 

Como explicou Abílio Vilaça, a Adere-Minho - Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho -, fundada em 14 de Setembro de 1990, tem como objetivos principais a valorização do potencial endógeno do Minho e a promoção do desenvolvimento integrado da região. “Para atingir esses fins, estabelecemos protocolos de colaboração e cooperação com várias instituições públicas e privadas tais como Cooperativas, Associações, Câmaras, IPSS, Santa Casa Misericórdia, Bancos, etc”, salientou. 

Por seu turno, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga fez questão de iniciar o seu discurso com um agradecimento pelo convite endereçado para estar presente nesta iniciativa em Vila Verde. “É com enorme orgulho e felicidade que participo nesta cerimónia. Vocês são a prova e a marca do trabalho de grande valor que tem sido desenvolvido ao longo destes anos pela Adere-Minho”, afirmou. 

Para Ricardo Rio, este é um projeto notável e que tem tido resultados evidentes. “O importante nestas iniciativas é que se veja os resultados e, neste caso, eles são bem visíveis. A Câmara Municipal de Braga deve ter a Adere-Minho como parceira ativa, de forma a aproveitar também em Braga a experiência de sucesso que aqui estão a desenvolver em Vila Verde”, defendeu, salvaguardado que em Braga essa experiência teria de ser necessariamente ajustada, dados os diferentes contextos e realidades dos dois concelhos. “Braga é uma terra de artes e ofícios muito relevantes e que merecem ser preservados e valorizados, nomeadamente através da preparação de novos profissionais para o desenvolvimento dessas atividades no futuro”. 

Esforço de adquirir competências “irá dar frutos” 

Nesse sentido, o Presidente da Adere-Minho acrescentou que a instituição pretende continuar a desenvolver laços de cooperação e de associativismo ativo para a promoção do bem comum na região. “A dinamização do nosso tecido económico depende muito do trabalho conjunto entre as várias entidades, aproveitando cada uma o que a outra tem de melhor e sabendo conjugar esforços. Da nossa parte, estaremos sempre disponíveis para contribuir para o desenvolvimento local e para a qualificação dos agentes de desenvolvimento da região”, afirmou. 

Por fim, Ricardo Rio deixou uma palavra de “estímulo” e “esperança” a todos os formandos que concluíram os seus cursos, enfatizando que no futuro o esforço de estudar e adquirir competências irá “dar frutos”. “Parabéns pelo vosso esforço e por terem tido a força para terminar mais esta etapa da vossa vida. Vocês fizeram a vossa parte. Agora é importante que as outras entidades façam a parte delas, criando condições para que possam demonstrar as aptidões que agora adquiriram e para que desenvolvam projetos próprios que correspondam à realização dos vossos sonhos”, sublinhou, reforçando que propiciar essas mesmas condições será uma das prioridades dos “Juntos Por Braga” quando assumirem a liderança do executivo municipal de Braga.

Vereadores da Coligação “Juntos por Braga” apresentam proposta de redução do IMI em 10% para 2014

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De há vários anos a esta parte que os Vereadores eleitos pelos “Juntos por Braga” entendem que a fiscalidade municipal deve assumir uma orientação estratégica, não se resumindo à obtenção da receita pela receita mas assegurando, antes, a concretização de determinados objectivos da Gestão Municipal.

De igual forma, entendem estes Vereadores que o reforço das competências tributárias dos Municípios, quer no domínio da cobrança, quer pelo alargamento dos intervalos de fixação das taxas dos impostos municipais – como decorre do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) – traduzem um contributo para a responsabilização da Gestão da Autarquia pelas verbas que a mesma pretenda angariar para financiar a sua actividade.

Neste contexto, a fixação das taxas do IMI pelos seus valores máximos que se vem verificando em Braga ao longo dos últimos anos serve apenas para cobrir os desequilíbrios financeiros da Câmara Municipal de Braga, a expensas dos Munícipes, sem que se possa invocar já a postura de precaução face aos eventuais impactos da Reforma da Tributação do Património.

Ano após ano, os Munícipes assistem a agravamentos crescentes dos valores liquidados de IMI e a Autarquia regista um crescimento sustentado das verbas angariadas.

Entende-se, pois, que a fixação de valores tão elevados como os actuais para as taxas do IMI é uma medida cega, lesiva dos interesses dos Munícipes e incoerente com a prática expectável de uma Autarquia que goza de uma confortável saúde financeira, como se apregoa em relação a este Município.

Na actual conjuntura, não podem também ser ignoradas as difíceis condições económicas e sociais de uma franja significativa da população, à medida que a recuperação económica tarda em materializar-se de forma visível e que as medidas tendentes à disciplina orçamental condicionam de forma decisiva as poupanças da generalidade das famílias.

Mais, na óptica da Autarquia, são vários os factores que asseguram de forma quase automática o aumento da receita auferida com este Imposto Municipal, seja por via do fim dos períodos de isenção dos imóveis mais antigos, seja pela redução do prazo de isenção aplicável aos imóveis mais recentes, seja, também, pelo processo de reavaliação generalizada de imóveis recentemente concluído.

De notar também que, tendo o Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal de Braga (e também candidato à Câmara Municipal) assumido já a predisposição para reduzir as taxas de IMI no próximo ano, o calendário eleitoral poderia impedir que a decisão sobre esta taxa se efectivasse a tempo de a mesma entra em vigor em 2014, visto que a mesma tem que ser aprovada em Assembleia Municipal e comunicada às Finanças até ao dia 30 de Novembro.

Defende-se, pois, que se delibere desde já sobre uma redução de 10% no valor das taxas do IMI para o ano de 2014, viabilizando a discussão desta proposta na Assembleia Municipal que terá lugar a 5 de Julho próximo.

Mantêm-se também, nos moldes da proposta, as majorações e minorações aprovadas para vigorarem no ano em curso.

É tempo de se passar das palavras aos actos claros, em vez de alguns se cingirem a esgrimir promessas pré-eleitorais.

Eu, Presidente - Políticas de Juventude

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Braga é, reconhecidamente, uma das cidades mais jovens de Portugal, sendo até há poucos anos, a mais jovem da Europa. Este é, de facto, um potencial que tem de ser explorado pelo autarquia. O dinamismo empregue pelos jovens Bracarenses é uma marca do nosso concelho. Apesar da inércia que pautou a gestão das últimas décadas, o esforço empregue por diversas associações juvenis e de organizações, Braga é uma cidade dinâmica e activa.

Este semana, no Eu, Presidente, queremos auscultar a sociedade bracarense no que respeita às políticas de Juventude. Quais os principais planos de acção que gostariam de ver apresentados por esta candidatura? Quais são os principais problemas que os jovens encontram? Como potenciar e colaborar com as associações juvenis?

Jovens devem assumir papel mais interventivo na sociedade

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Ricardo Rio participou em debate na Esprominho


Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, participou num debate informal com alunos da Esprominho, intitulado “Ricardo Rio…O outro lado!”. A iniciativa teve como principal objectivo aproximar os jovens estudantes desta instituição dos temas actuais da cidade onde estão inseridos, promovendo uma participação mais activa dos mesmos no contexto político-social. Paulo Fernandes, director-geral da Esprominho, acompanhou Rio durante o debate.

Neste evento, os estudantes da Esprominho tiveram a oportunidade de colocar diversas questões de várias índoles ao candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, o que lhes permitiu, para além da vertente política, conhecerem a pessoa por detrás do candidato – o seu passado, família, gostos, passatempos, personalidade, etc. Na ocasião, o estudantes apontaram os alarmantes números do desemprego, a escassez de oportunidades e a falta de actividade cultural na cidade como as áreas mais preocupantes e prementes para a juventude.

Para Ricardo Rio, participar nesta iniciativa, organizada por uma instituição “de referência” no concelho, foi um “enorme prazer”. “É essencial, nos tempos que correm, sensibilizar os jovens para terem um papel cada vez mais ativo na sociedade - não só através das suas áreas de desenvolvimento profissional, mas principalmente como cidadãos que devem lutar para verem satisfeitas as suas necessidades e exigências”, afirmou.

De acordo com Paulo Fernandes, director-geral da Esprominho, é “muito importante” que os formandos estejam cientes da importância de terem “pensamento critico” sobre os assuntos políticos e que estejam “informados” sobre as opções para o futuro, ainda mais numa altura em que se aproximam as eleições autárquicas. “Muitos dos jovens presentes na sala vão exercer pela primeira vez o direito de voto, e desejamos que o façam da forma mais consciente possível”, salientou.


É fundamental estreitar o fosso entre os cidadãos e as populações

Nesse sentido, o líder do “Juntos Por Braga” garantiu que é fundamental que se criem laços de proximidade entre os políticos e as populações, para que se estreite o fosso que actualmente existe entre ambos. “É notório que há esse corte, e isso é algo que se contraria saindo dos gabinetes e apostando no diálogo e no contacto directo. Foi essa postura que sempre cultivei desde que entrei na política, contactando o mais possível com a comunidade e tentando abrir a participação na vida pública a mais pessoas”, disse, sublinhando aos jovens formandos que a “única” forma de ser um agente de mudança é participando, para que os políticos tenham “consciência” e “nunca se esqueçam” daquelas que são as preocupações da população e, neste caso concreto, dos jovens.

Ricardo Rio deixou um apelo a todos os jovens presentes. “Participem sempre, não apenas exercendo o direito ao voto, mas principalmente sendo exigentes com os responsáveis políticos”, pediu, enfatizando que todos os cidadãos, colectivamente, são “culpados” pela situação actual de crise a que o país e a cidade chegaram:

“Temos a nossa quota-parte de culpa, porque deixamos que as coisas chegassem a este ponto. No passado, fomos demasiado condescendentes com determinadas opções e políticas ruinosas, e a melhor forma de impedir que isto se repita no futuro é aprendendo com os erros e cultivando uma sociedade bem mais exigente no dia-a-dia para com os seus representantes. Da minha parte, estou plenamente consciente de que a política se faz de pessoas e estarei sempre disponível para ouvir e tentar melhorar a acção da autarquia, em benefício dos Bracarenses”.

Por seu turno, Paulo Fernandes evidenciou que este foi um momento extremamente enriquecedor e uma excelente oportunidade para os formandos conhecerem as ideias subjacentes ao projecto político de Ricardo Rio. “Existe, de facto, um grande distanciamento entre os mais jovens e a política, o que é extremamente perigoso para o país e para a democracia. Queremos contrariar esta tendência com iniciativas como esta. Atrás do candidato Ricardo Rio está a pessoa, e hoje ficamos a saber que temos aqui competência nos dois prismas”, concluiu.

"Torrestir é excelente exemplo de uma empresa com amor à cidade"

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Ricardo Rio visitou a empresa Torrestir, que se dedica principalmente ao transporte rodoviário de mercadorias. A iniciativa, inserida num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover, permitiu a Rio conhecer de perto o funcionamento da empresa e a realidade do sector no concelho. Fernando Torres, Presidente da Torrestir há 20 anos, acompanhou o líder do “Juntos Por Braga” durante esta iniciativa. 

Como explicou Fernando Torres, o grupo Torrestir, fundado em 1962, engloba cerca de 18 empresas no ramo dos transportes, logística e rent-a-car, empregando mais de 1200 pessoas em todo o país. A sede de todas estas empresas que integram a Torrestir situa-se em Braga, sendo este um aspeto que o Presidente faz questão de assegurar. “Acima de tudo é uma questão de honra. Sou de Braga, cresci em Braga e farei tudo o que estiver ao meu alcance para contribuir para o enriquecimento do concelho. Sediar as empresas na minha cidade é para mim motivo de felicidade e orgulho”, garantiu. 

De acordo com Ricardo Rio, a Torrestir é uma das maiores empresas de Braga e um dos maiores grupos económicos do país. “É de destacar o facto de a Torrestir nunca ter perdido esta ligação às suas raízes, ao ponto de todas as empresas que têm vindo a ser adquiridas, num processo de expansão sustentado e continuado ao longo do tempo, terem vindo a registar a mudança da sua sede para o nosso concelho - contribuindo para a geração de receitas para a autarquia. É, sem dúvida nenhuma, um excelente exemplo”, elogiou. 

Por seu turno, Fernando Torres enfatizou que Braga necessita de uma plataforma logística de forma a atrair investimento para a região. “Esta é uma enorme carência que se faz sentir na zona. É fundamental que exista uma plataforma, com cerca de 100 hectares, que dê condições para acolher empresas, empresários e investimentos de fora”, salientou, reforçando que este seria um investimento da autarquia que traria lucros óbvios e imediatos: “Sem poder, obviamente, quantificar, seriam por certo muitas as empresas que viriam para o concelho e que trariam consigo mais emprego e riqueza que tanta falta fazem a Braga”. 

Nesse sentido, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga confirmou que Braga precisa urgentemente de criar condições de atratividade para mais investimentos, algo que já lhe havia sido transmitido noutros contactos com agentes económicos. “O caso da plataforma logística é uma questão que consideramos óbvia e em que muitos outros concelhos têm vindo a apostar. Esta zona do território está manifestamente desprotegida do ponto de vista da existência de um equipamento dessa natureza”, destacou, reforçando que esse equipamento seria indutor da captação de investimento e que é precisamente neste tipo de condições de atratividade que a autarquia deve investir. 

Sobre este aspeto, Ricardo Rio assegurou que o custo de construção da plataforma logística - que traria um “enorme” retorno económico a Braga - seria muito inferior ao que a autarquia dispensou noutros projetos que não têm a mesma utilidade nem produtividade para o nosso concelho. “Por um terço do dinheiro que foi gasto nas ruinas da Piscina Olímpica podíamos construir esta plataforma. É um exemplo bem demonstrativo das prioridades totalmente desfasadas das reais necessidades do concelho que a gestão socialista teima em seguir”, criticou 

Impostos Municipais sobrecarregam empresas 

O Presidente da Torrestir afirmou também que era importante que a autarquia aliviasse o peso fiscal sobre as empresas. “Vivemos uma época complicada, em que se justifica plenamente que Câmara Municipal alivie os impostos que sobrecarregam as empresas, mais concretamente a Derrama. Seria uma forma de tornar a cidade mais competitiva economicamente relativamente aos concelhos vizinhos e de atrair mais empresas para a região”, afirmou. 

Fernando Torres adiantou que a Torrestir faturou cerca de 150 milhões de euros no ano transato, justificando os resultados positivos com a gestão “à moda antiga” que desenvolvem. “Estamos a crescer dois dígitos todos os anos, em contraciclo com o que se passa neste sector. E somos muito competitivos porque fazemos uma gestão à moda antiga, isto é, o que ganhamos é para investir e não investimos mais do que o que ganhamos. Como podem ver, é muito simples o segredo do nosso sucesso e do nosso crescimento paulatino ao longo dos anos”, garantiu.