Ricardo Rio visitou grupo “O Setenta”
Câmara Municipal deve dar liberdade de atuação aos seus agentes culturais
Câmara deve criar banco de medicamentos para apoio a doentes oncológicos
![]() |
| Ricardo Rio reuniu com Associação “Amados” |
Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, reuniu com a Associação Minhota de Apoio ao Doente Oncológico de Senologia (AMADOS). Célia Ribeira e Edite Dias, Presidente e Tesoureira da Associação, respectivamente, estiverem presentes nesta iniciativa.
O líder do “Juntos Por Braga” aproveitou a reunião com esta associação para expressar o compromisso da futura gestão municipal com a criação de novos instrumentos de apoio aos doentes oncológicos do concelho, entre os quais realçou a criação imediata de um banco de medicamentos de apoio aos doentes oncológicos. Através desta iniciativa, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga pretende dar um apoio a estes cidadãos numa fase particularmente exigente das suas vidas também do ponto de vista financeiro, e contribuir para eliminar as situações discriminatórias que ainda persistem do ponto de vista da oferta generalizada de cuidados de saúde à população.
A este respeito, Célia Ribeira ilustrou com o facto de doentes com o cancro da mama não terem acesso no Hospital de Braga a medicamentos que são distribuídos gratuitamente noutras unidades de saúde do país, e relembrou a falta de apoios na aquisição de ajudas técnicas.
Como explicaram as responsáveis pela AMADOS, o objectivo da associação é apoiar as mulheres que sofrem de cancro da mama e que estão a ser tratadas no Hospital de Braga, assim como os seus familiares. “Até ao momento, temos uma equipa formada com cerca de 35 pessoas, sendo que a maior parte são mulheres que já passaram por esta doença - como é o nosso caso -, médicos, enfermeiros, psicólogos ou fisioterapeutas. Isto é, são pessoas com muita experiência acumulada, que sabem bem o que é a doença e que estão disponíveis para ajudar as mulheres que atravessam este problema durante e após o tratamento”, afirmou.
De acordo com Ricardo Rio, este tipo de associações desempenha um papel essencial numa fase complicada da vida das pessoas. “Lutar contra uma doença como o cancro exige uma enorme coragem e força de vontade. Nesse sentido, é extremamente importante que existam associações que estão disponíveis para dar a mão às pessoas e ajudá-las a atravessar todo o processo”, elogiou.
O apoio psicológico às mulheres que estão no processo de tratamento da doença e a comunicação dos seus direitos e deveres são apontados como factores fundamentais pelos elementos da direcção da AMADOS. “As pacientes que se encontram nesta situação estão muito vulneráveis psicologicamente e necessitam de um encaminhamento para não se sentirem totalmente perdidas e entrarem em desespero. Foi o que aconteceu no nosso caso, pelo que queremos preencher essa lacuna e evitar que o mesmo se passe no futuro com outras mulheres”, garantiram, salientando que é essencial apoiar, informar e acarinhar as pacientes nesta fase, dando-lhes conhecimento sobre a doença e sobre quais os melhores procedimentos a adoptar: “É muito fácil perdermo-nos na linguagem técnica usada pelos médicos, pelo que as mulheres necessitam de alguém que lhes explique de forma mais simples o que está a acontecer para que possam tomar decisões conscientemente”.
Casa para receber doentes é prioridade
Célia Ribeiro evidenciou que o grande objectivo da associação passa por possuir instalações próprias a curto prazo. “Queremos sair das instalações da Junta de Freguesia de Gualtar, onde estamos sediadas neste momento, para uma casa/sede onde tenhamos condições para receber e ajudar as doentes e os seus familiares. Precisamos de um espaço onde as pessoas possam pernoitar, porque permitiria às mulheres reunirem-se e partilharem experiências, ao mesmo tempo que daria às pessoas que são de fora de Braga um sítio para ficar durante os tratamentos”, salientou, notando que o objectivo é que a casa funcione como um abrigo temporário, onde as pessoas possam ficar durante uma ou duas noites e assim evitar as viagens de ida e volta para o Hospital de Braga.
Por seu turno, Ricardo Rio afirmou que a AMADOS pode contar com o apoio do “Juntos Por Braga” para tornar a sede uma realidade. “Faremos o que estiver ao nosso alcance para que esta associação disponha de todas as condições que necessita para desenvolver a sua actividade. É obrigação de uma autarquia ajudar e dar todo o seu apoio a causas nobres e solidárias como esta”, reforçou.
No dia 29 de Junho, a AMADOS irá organizar um concerto solidário no Parque de Exposições de Braga. Esta iniciativa será o primeiro grande evento da associação, que foi fundada este ano, e será também simbolicamente o ponto de arranque e de conhecimento público da AMADOS. Célia Ribeiro sublinhou a importância destes eventos para as mulheres com cancro da mama e apelou à participação de todos: “Este tipo de iniciativas é importante porque nos possibilita angariar fundos, mas é principalmente fundamental para evitar que as mulheres que estão a lutar contra a doença se isolem, vitimizem ou escondam. O facto de criarmos actividades lúdicas permite que se divirtam, convivam com outras pessoas e encarem o mundo de forma mais positiva. Todos estão convidados a participar nesta enorme festa”.
Após 5 anos de pressão do “Juntos por Braga” Bracarenses irão pagar menos IMI já em 2014
A reunião do Executivo Municipal de hoje aprovou uma proposta de redução das taxas do IMI aplicáveis no ano de 2014, que vem ao encontro de um princípio de redução deste imposto que o “Juntos por Braga” tem defendido coerente e incessantemente desde 2008, nos diferentes órgãos municipais, e contra as políticas expressas e praticadas pela maioria socialista em exercício.
Como tantas vezes foi referido, na óptica dos Autarcas eleitos pelo “Juntos por Braga”, esta redução daria corpo a uma política fiscal com sentido estratégico, consciente da dura realidade financeira com que os munícipes se confrontam e não se resumindo à obtenção da receita pela receita com o propósito de financiar os desmandos da Gestão da Autarquia.
Como tantas vezes foi também enunciado, esta decisão poderia não implicar sequer uma redução da receita arrecadada pela Câmara Municipal com este imposto, uma vez que o contínuo alargamento da base de incidência assim o permitiria. Esta constatação decorre aliás da própria mecânica do Imposto e apenas escapou à conduta socialmente insensível e politicamente irresponsável da maioria socialista do Executivo, do Presidente a todos os Vereadores em exercício.
Assim sendo, e tendo em conta que os responsáveis da Autarquia há muito apregoam a saúde financeira da mesma, tal opção política só se podia justificar pela sofreguidão de angariação de receitas dos responsáveis socialistas, à custa dos cidadãos e das empresas, com grave prejuízo para o bem-estar dos primeiros e para a sustentabilidade e a competitividade das últimas.
Em bom rigor, esta opção apenas é coerente com uma postura que perpassa por toda a fiscalidade municipal e pela fixação dos diversos tarifários da Câmara e das Empresas Municipais, em que a receita é vista como o objectivo a atingir e como instrumento de viabilização para as mais ruinosas, improdutivas e inaceitáveis opções de “investimento” da maioria.
Por todo este conjunto de razões, o voto favorável dos Vereadores do “Juntos por Braga” à proposta da maioria socialista de redução das taxas do IMI para 0,62 (para prédios não reavaliados à luz do CIMI) e para 0,35 (no caso dos demais) foi a única atitude coerente com os princípios defendidos até aqui, e no total desprezo pelos considerandos politiqueiros e despropositados incluídos na fundamentação da proposta.
Naturalmente, a aprovação desta proposta, tornou inviável a discussão e votação da proposta subscrita pelos Vereadores do “Juntos por Braga”. Mais ainda, parece-nos irrelevante que os valores constantes da proposta final não coincidam com o compromisso assumido pelo Vice-Presidente da Câmara dois dias antes da submissão da mesma (ou por inépcia matemática, ou por uma mera lógica quase infantil de confrontação pública de valores) ou que a referida proposta não tenha sido subscrita pelo Presidente da Câmara em funções (ao arrepio da prática da maioria desde sempre).
Em qualquer circunstância, ganharam os Bracarenses que, caso a mesma seja aprovada em tempo útil em sede de Assembleia Municipal – e assim deverá ser garantido pelos Partidos com assento na mesma – poderão finalmente pagar menos IMI já em 2014.
Numa reunião do Executivo de que não constavam questões particularmente polémicas na agenda – foram aprovados por unanimidade os Subsídios e os Protocolos de Delegação de Competências em algumas Juntas de Freguesia,e foi aprovado com a abstenção dos Vereadores do “Juntos por Braga” o ajuste directo de serviços relativos ao projecto do novo Quartel de Bombeiros – os Vereadores da Oposição registaram pela primeira vez uma presença maioritariamente feminina.
Assim, com Ricardo Rio e Serafim Rebelo ausentes por motivos profissionais e com Américo Afonso e Hugo Soares com os respectivos mandatos suspensos, coube a Filomena Bordalo, Olga Pereira, Eva Sousa, António Macedo Barbosa (PSD) e Manuel Rocha (CDS-PP) assegurar a representação do “Juntos por Braga”.
Foi, também, devido ao conhecimento prévio da sua ausência nesta reunião que Ricardo Rio acabou por não subscrever a proposta apresentada pelos Vereadores do “Juntos por Braga”, depois de se ter assumido como o rosto da luta pela redução da carga fiscal e, neste caso, da taxa do IMI, desde 2008.
Mesmo não estando presente na reunião, o líder do “Juntos por Braga” expressou o seu enorme regozijo por esta “vitória política” e por a mesma se traduzir num “claro benefício para todos os Bracarenses”. “Tardou, mas foi!”, concluiu.
Braga tem condições únicas para se afirmar como destino turístico de primeira linha
![]() |
| Ricardo Rio reuniu com Os Do Turismo |
Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover, e que tem por objectivo desenvolver uma política de diálogo e proximidade com os diversos agentes, Ricardo Rio reuniu com “Os Do Turismo”, um grupo de jovens empresários da cidade ligados à actividade turística.
Esta iniciativa permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” debater com agentes do sector as principais dificuldades com que se defrontam as empresas turísticas em Braga e o panorama geral da área no concelho. “Ouvir as opiniões e os contributos destes jovens foi extremamente interessante e enriquecedor, acabando por confirmar algumas das percepções que temos sobre aquilo que é a pobreza da promoção e da valorização turística da nossa cidade”, afirmou.
Como explicaram os elementos do grupo “Os Do Turismo”, os seus principais objectivos passam por, através da elaboração de um conjunto de ideias e contributos, dinamizar o panorama turístico e afirmar Braga como cidade turística de primeira linha não só em Portugal, mas na Europa e no mundo. “Queremos acima de tudo mostrar o ponto de vista de quem trabalha e vive o turismo todos os dias, que não é o mesmo de quem está longe do contacto intimo com esta realidade que vivemos”, salientaram, garantindo que é essencial uma perspectiva nova para que a cidade possa aproveitar o potencial turístico fantástico e único de que dispõe.
Para Ricardo Rio, existe por parte da autarquia uma insuficiência estratégica que obstaculiza a intensificação da actividade turística, não se descortinando qualquer orientação ou capacidade de valorização da inúmera oferta que Braga tem nos mais variados domínios. “É essencial saber promover Braga junto dos muitos públicos-alvo que podemos atingir, de maneira a que possamos atrair cada vez mais visitantes e para que haja condições para surgirem mais projectos empreendedores ligados ao turismo”, sublinhou, destacando que a aposta no Turismo é prioritária para a dinamização da economia da cidade, para a criação de emprego e geração de riqueza.
Segundo o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, a promoção da cidade tem de ser feita de forma radicalmente diferente daquela que tem sido assumida até ao momento. “A autarquia não tem tido a capacidade e nem sequer tem demonstrado interesse em valorizar o que é nosso e fomentar Braga como cidade turística por excelência. Tem de haver uma orientação no sentido de que a cidade saiba valorizar aquilo que é seu e colocá-lo ao dispor dos próprios bracarenses, para que estes conhecem a história da sua terra e tenham orgulho nela. Pensar Braga para os seus é um trabalho que ainda não está feito”, garantiu.
Comunicação é chave para o sucesso
Nesse sentido, os jovens empresários garantiram que a implementação de uma estratégia de comunicação forte, eficaz e planeada, que actualmente praticamente não existe, é um passo fundamental para impulsionar turisticamente a cidade. “Apercebem-nos no contacto directo com os nossos clientes, que são turistas nacionais e internacionais, que a cidade não está devidamente divulgada. Assim sendo, os turistas aqui chegam sem grandes expectativas, mas a verdade é que, depois de conhecerem o nosso património, ficam de boca aberta com o que temos para oferecer”, enfatizaram, destacando que esta é a prova de que a nível de património, cultura, historia e localização geográfica Braga tem condições turísticas de excepção, pecando apenas na forma deficiente como a divulga e promove.
Repensar o funcionamento do Posto de Turismo; responsabilizar o Turismo e Norte de Portugal pela fraca divulgação que efectua da cidade; ligar o Turismo de Braga a Santiago de Compostela; afirmar as festas de S. João como as grandes festas da cidade e aproveitar o potencial turístico do Gerês foram alguns dos muitos contributos elaborados por este grupo de empresários.
“Estas são ideias simples que, na maior parte dos casos, nem sequer necessitam de grande investimento para ser postas em prática. O principal é ter vontade de fazer e ter atenção a uma palavra: comunicação. Esse é o elemento-chave para termos sucesso”, revelaram.
Por fim, Ricardo Rio elogiou a iniciativa deste grupo de jovens empresários em se unir e trabalhar no sentido criar uma Braga melhor. “Este é um exemplo fantástico de jovens que estão genuinamente interessados em construir uma cidade diferente e se juntam com vista à obtenção de objectivos comuns. É este espírito de iniciativa e vontade de fazer melhor e diferente que nos fazem acreditar que Braga tem tudo para mudar e para ter um futuro risonho”, acredita, elogiando ainda as empresas inovadores e diferenciadores que estes jovens representam.
Câmara Municipal deve envolver associações na definição das políticas culturais
![]() |
| Ricardo Rio reuniu com Azeituna |
Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, esteve presente num ensaio da Azeituna, a Tuna de Ciências da Universidade do Minho. João Raminhos, Presidente da associação há cerca de um ano e um dos guitarristas do grupo, acompanhou Rio durante esta iniciativa.
De acordo com o Presidente da Azeituna, a associação está mais viva que nunca, apostando na diferença e na diversificação cultural. “Ultrapassámos os 20 anos de existência e continuamos a desenvolver a nossa actividade com enorme vitalidade, energia e com muitos projectos que queremos concretizar com o apoio do nosso público, da Universidade do Minho e das entidades públicas”, garantiu.
Por seu turno, Ricardo Rio sublinhou que o interesse dos “Juntos Por Braga” em intensificar a colaboração com a Azeituna no futuro. “Queremos que a própria Azeituna, indo ao encontro da vontade manifestada pelos seus elementos, seja cada vez mais envolvida na concepção das politicas culturais da cidade e na definição de novas iniciativas que possam ir ao encontro não só do público universitário, mas de todo o publico concelhio que tem interesse no trabalho da Tuna”, afirmou, considerando que existe uma janela de colaboração que tem de ser mais explorada e que levará no futuro a uma parceria “extremamente proveitosa”.
Criação de um Conselho Cultural seria benéfico
João Raminhos criticou a falta de actividade cultural na cidade e a pouca propensão da autarquia em ouvir as associações, sugerindo a criação de um Conselho Cultural que envolvesse as associações de Braga. “Tudo o que seja feito no sentido da nossa voz ser ouvida e tida em conta na tomada de decisões é positivo. Assim sendo, um espaço como um conselho cultural poderia permitir o trabalho em conjunto e trazer inúmeras vantagens para dinamizar o panorama cultural do concelho”, garantiu, adiantando que para a Azeituna os apoios da Câmara Municipal em termos de logística e de flexibilidade dos preços de aluguer do Theatro Circo seriam fundamentais: “Felizmente temos lotado a sala em todas as edições do Celta, mas se isso eventualmente não acontecer, e devido ao elevado custo do aluguer do espaço, ficaremos em dificuldades económicas”.
Nesse sentido, Ricardo Rio garantiu que dará todo o seu apoio à criação de um Conselho Cultural. “Sempre baseamos a nossa política no diálogo com os agentes e na procura de consensos, e é essa postura que queremos continuar a fomentar. O Conselho Cultural enquadra-se perfeitamente nos nossos objectivos de ouvir as associações e envolvê-las na construção de uma Braga melhor”, disse.
Para João Raminhos, é ainda importante encurtar a distância que separa o centro da cidade dos universitários. “Essa é uma das nossas preocupações e uma das razões pelas quais nos enche de orgulho organizar o Celta no Theatro Circo, atraindo várias pessoas que não frequentam a Universidade e chamando os estudantes à vida da cidade. Notamos que os públicos são muito diferentes consoante actuamos no centro ou na zona da Universidade e queremos contribuir para alterar essa situação”, enfatizou.
Por fim, o Presidente da Azeituna afirmou que a sede do grupo, situada no piso inferior do Bar Académico, começa a ser demasiado pequena para a actividade da associação. “Necessitamos de uma sede com melhores condições, porque esta acaba por funcionar como sala de ensaios mas também como armazém onde guardamos os instrumentos. Como se costuma dizer, está para aqui tudo ao monte e queremos uma sede maior para conseguirmos construir algo com condições”, concluiu. Sobre esse assunto, Ricardo Rio sugeriu que, dentro do esforço de aproximação da Universidade do Minho à cidade, fossem aproveitados espaços no centro para acolher estruturas estudantis como a Azeituna.
Eu, Presidente - S. João
Considera que as festas de S. João têm correspondido ao simbolismo e ao capital patrimonial e histórico que elas representam? Qual a principal atractividade destas festividades? Que tipo de programação cultural sugeriria? O que pode ser melhorado? Deixe estas e outras sugestões, para "Juntos" construirmos um concelho melhor.
Santa Casa é uma instituição de referência e com enorme legado na cidade
![]() |
| Ricardo Rio reuniu com Santa Casa da Misericórdia de Braga |
Englobado num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com diversos agentes de diferentes áreas de actuação, Ricardo Rio reuniu com a Direcção da Santa Casa da Misericórdia de Braga (SCMB). Bernardo Reis, Provedor da SCMB, acompanhou Rio durante a iniciativa.
Esta reunião foi uma forma de os “Juntos Por Braga” aferirem das dificuldades com que a SCMB se depara actualmente e de conhecerem mais detalhadamente os projectos que tem para o futuro. “Fizemos questão de reiterar o nosso compromisso de colaboração activa e intensa com esta instituição, com vista à concretização de projectos que sirvam a população do concelho e a própria Santa Casa, porque o que é bom para a SCMB, é também benéfico para todos os Bracarenses”, reforçou Rio.
Nesse sentido, Bernardo Reis destacou que a SCMB é uma instituição que, em estreita colaboração com outras entidades de solidariedade social, tem como função colmatar algumas necessidades da população às quais o Estado não tem capacidade para responder. “Especialmente na área social, funcionámos como um complemento do Estado, que não pode fazer face a todos os problemas. Num período em que aumentam todos os dias as dificuldades sociais e económicas, procurámos corrigir as assimetrias existentes, atenuando a crise e tornando menos difícil a vida das pessoas que atravessam uma fase muito complexo”, disse, notando que a assinatura do novo Contrato Local de Desenvolvimento Social fará com que a Santa Casa tenha uma actuação mais activa nas freguesias da periferia da cidade.
Na ocasião, Ricardo Rio salientou que a Santa Casa da Misericórdia – que este ano celebra os 500 anos de existência no concelho - é uma entidade incontornável em Braga nos mais diversos domínios de intervenção. “A SCMB é uma instituição de referência e com um enorme legado na região - sobretudo na esfera social, cultural e patrimonial – que, ao longo dos seus muitos anos de história, tem reconhecidamente trazido imensos benefícios aos Bracarenses, principalmente aos mais carenciados”, garantiu.
Em relação ao futuro, Bernardo Reis enfatizou que a recuperação do complexo hospitalar de S. Marcos é a principal prioridade para a Santa Casa. “É um enorme desafio que se coloca à nossa frente, os seis edifícios já estão vagos desde o dia 31 de Maio de 2012 e é preciso recuperá-los rapidamente, até porque há o risco cada vez maior de degradação - apesar de todos os cuidados de preservação que temos tido, tudo o que está fechado está a degradar-se e essa é uma realidade incontornável”, afiançou.
O Provedor da Santa Casa de Braga declarou que este terá de ser um projecto “global e total”, isto é, que seja economicamente viável e que permita apoiar a população mais necessitada, dinamizando ao mesmo tempo esta zona da cidade. “Temos já um projecto pensado, que agora está dependente da capacidade de obtenção de condições financeiras para o executar. É um projecto que inclui as valências de reabilitação física e fisiatria, cuidados continuados e lar de idosos, Sendo este último especialmente direccionado para pessoas com doenças como Parkinson e Alzheimer”, explicou, afirmando que a Santa Casa irá agora procurar dentro dos quadros comunitários um programa de ajuda financeira que permita dar seguimento a este plano.
Por seu turno, sobre o projecto de recuperação do edifício do Hospital de S. Marcos, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga sublinhou que é extremamente importante para a cidade que este se realize, até por força de se situar uma zona crucial para a delineação de uma estratégia de regeneração urbana no centro de Braga. “Esse esforço de reabilitação desta zona do centro da cidade está muito dependente da concretização deste projecto, que irá contribuir em muito para a dinamização do comércio e dos serviços, que sofreram um duro revés com a mudança de instalações do Hospital”, afirmou, lembrando que passaram a circular menos 5 mil pessoas por dia nessa zona de Braga.
Ricardo Rio entregou Certificados na Adere-Minho
Vereadores da Coligação “Juntos por Braga” apresentam proposta de redução do IMI em 10% para 2014
De há vários anos a esta parte que os Vereadores eleitos pelos “Juntos por Braga” entendem que a fiscalidade municipal deve assumir uma orientação estratégica, não se resumindo à obtenção da receita pela receita mas assegurando, antes, a concretização de determinados objectivos da Gestão Municipal.
De igual forma, entendem estes Vereadores que o reforço das competências tributárias dos Municípios, quer no domínio da cobrança, quer pelo alargamento dos intervalos de fixação das taxas dos impostos municipais – como decorre do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) – traduzem um contributo para a responsabilização da Gestão da Autarquia pelas verbas que a mesma pretenda angariar para financiar a sua actividade.
Neste contexto, a fixação das taxas do IMI pelos seus valores máximos que se vem verificando em Braga ao longo dos últimos anos serve apenas para cobrir os desequilíbrios financeiros da Câmara Municipal de Braga, a expensas dos Munícipes, sem que se possa invocar já a postura de precaução face aos eventuais impactos da Reforma da Tributação do Património.
Ano após ano, os Munícipes assistem a agravamentos crescentes dos valores liquidados de IMI e a Autarquia regista um crescimento sustentado das verbas angariadas.
Entende-se, pois, que a fixação de valores tão elevados como os actuais para as taxas do IMI é uma medida cega, lesiva dos interesses dos Munícipes e incoerente com a prática expectável de uma Autarquia que goza de uma confortável saúde financeira, como se apregoa em relação a este Município.
Na actual conjuntura, não podem também ser ignoradas as difíceis condições económicas e sociais de uma franja significativa da população, à medida que a recuperação económica tarda em materializar-se de forma visível e que as medidas tendentes à disciplina orçamental condicionam de forma decisiva as poupanças da generalidade das famílias.
De notar também que, tendo o Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal de Braga (e também candidato à Câmara Municipal) assumido já a predisposição para reduzir as taxas de IMI no próximo ano, o calendário eleitoral poderia impedir que a decisão sobre esta taxa se efectivasse a tempo de a mesma entra em vigor em 2014, visto que a mesma tem que ser aprovada em Assembleia Municipal e comunicada às Finanças até ao dia 30 de Novembro.
Defende-se, pois, que se delibere desde já sobre uma redução de 10% no valor das taxas do IMI para o ano de 2014, viabilizando a discussão desta proposta na Assembleia Municipal que terá lugar a 5 de Julho próximo.
Mantêm-se também, nos moldes da proposta, as majorações e minorações aprovadas para vigorarem no ano em curso.
É tempo de se passar das palavras aos actos claros, em vez de alguns se cingirem a esgrimir promessas pré-eleitorais.
Eu, Presidente - Políticas de Juventude
Jovens devem assumir papel mais interventivo na sociedade
![]() |
| Ricardo Rio participou em debate na Esprominho |
Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, participou num debate informal com alunos da Esprominho, intitulado “Ricardo Rio…O outro lado!”. A iniciativa teve como principal objectivo aproximar os jovens estudantes desta instituição dos temas actuais da cidade onde estão inseridos, promovendo uma participação mais activa dos mesmos no contexto político-social. Paulo Fernandes, director-geral da Esprominho, acompanhou Rio durante o debate.
Neste evento, os estudantes da Esprominho tiveram a oportunidade de colocar diversas questões de várias índoles ao candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, o que lhes permitiu, para além da vertente política, conhecerem a pessoa por detrás do candidato – o seu passado, família, gostos, passatempos, personalidade, etc. Na ocasião, o estudantes apontaram os alarmantes números do desemprego, a escassez de oportunidades e a falta de actividade cultural na cidade como as áreas mais preocupantes e prementes para a juventude.
Para Ricardo Rio, participar nesta iniciativa, organizada por uma instituição “de referência” no concelho, foi um “enorme prazer”. “É essencial, nos tempos que correm, sensibilizar os jovens para terem um papel cada vez mais ativo na sociedade - não só através das suas áreas de desenvolvimento profissional, mas principalmente como cidadãos que devem lutar para verem satisfeitas as suas necessidades e exigências”, afirmou.
De acordo com Paulo Fernandes, director-geral da Esprominho, é “muito importante” que os formandos estejam cientes da importância de terem “pensamento critico” sobre os assuntos políticos e que estejam “informados” sobre as opções para o futuro, ainda mais numa altura em que se aproximam as eleições autárquicas. “Muitos dos jovens presentes na sala vão exercer pela primeira vez o direito de voto, e desejamos que o façam da forma mais consciente possível”, salientou.
É fundamental estreitar o fosso entre os cidadãos e as populações
Nesse sentido, o líder do “Juntos Por Braga” garantiu que é fundamental que se criem laços de proximidade entre os políticos e as populações, para que se estreite o fosso que actualmente existe entre ambos. “É notório que há esse corte, e isso é algo que se contraria saindo dos gabinetes e apostando no diálogo e no contacto directo. Foi essa postura que sempre cultivei desde que entrei na política, contactando o mais possível com a comunidade e tentando abrir a participação na vida pública a mais pessoas”, disse, sublinhando aos jovens formandos que a “única” forma de ser um agente de mudança é participando, para que os políticos tenham “consciência” e “nunca se esqueçam” daquelas que são as preocupações da população e, neste caso concreto, dos jovens.
Ricardo Rio deixou um apelo a todos os jovens presentes. “Participem sempre, não apenas exercendo o direito ao voto, mas principalmente sendo exigentes com os responsáveis políticos”, pediu, enfatizando que todos os cidadãos, colectivamente, são “culpados” pela situação actual de crise a que o país e a cidade chegaram:
“Temos a nossa quota-parte de culpa, porque deixamos que as coisas chegassem a este ponto. No passado, fomos demasiado condescendentes com determinadas opções e políticas ruinosas, e a melhor forma de impedir que isto se repita no futuro é aprendendo com os erros e cultivando uma sociedade bem mais exigente no dia-a-dia para com os seus representantes. Da minha parte, estou plenamente consciente de que a política se faz de pessoas e estarei sempre disponível para ouvir e tentar melhorar a acção da autarquia, em benefício dos Bracarenses”.
Por seu turno, Paulo Fernandes evidenciou que este foi um momento extremamente enriquecedor e uma excelente oportunidade para os formandos conhecerem as ideias subjacentes ao projecto político de Ricardo Rio. “Existe, de facto, um grande distanciamento entre os mais jovens e a política, o que é extremamente perigoso para o país e para a democracia. Queremos contrariar esta tendência com iniciativas como esta. Atrás do candidato Ricardo Rio está a pessoa, e hoje ficamos a saber que temos aqui competência nos dois prismas”, concluiu.
"Torrestir é excelente exemplo de uma empresa com amor à cidade"
Preservação das memórias e criação de laços entre as pessoas são os objectivos da Rusga
![]() |
| Ricardo Rio visitou Rusga de Merelim S. Paio |
Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com vários agentes de diversos âmbitos de actuação, Ricardo Rio esteve presente num ensaio da Rusga de Merelim S. Paio. Hernâni Monteiro, Presidente da associação, acompanhou Rio durante esta visita.
O Presidente da Rusga, fundada no dia 30 de Abril de 2010, salientou que o balanço destes mais de três anos de actividade é muito positivo. “Trata-se de uma Rusga ainda muito jovem, mas que já tem cerca de 35 elementos e que tem tido bastante actuações”, afirmou.
De acordo com Hernâni Monteiro, os principais objectivos da associação estão a ser “claramente atingidos”. “Quando iniciamos este projecto, tínhamos o sonho de conseguir preservar as nossas memórias e unir as pessoas da freguesia nesta actividade, criando laços fortes de amizade, de entreajuda e de convívio entre nós. Esses objectivos foram plenamente conseguidos”, garantiu, orgulhoso, enfatizando que essa era uma lacuna que existia em Merelim S. Paio.
Nesse sentido, o líder do “Juntos Por Braga” assegurou que a existência deste tipo de associações é fundamental para reforçar o espírito colectivo e a identidade cultural das populações. “Esta é uma forma de preservar as tradições e de promover o convívio entre as pessoas. A memória das populações faz-se e constrói-se com iniciativas de grande valor como esta”, destacou.
Como explicou o Presidente da associação, as actuações da Rusga de Merelim S. Paio têm sido efectuadas maioritariamente em Vila Verde. No entanto, Hernâni Monteiro mostrou-se totalmente disponível para participar em eventos em Braga. “Quando solicitados, temos todo o gosto e interesse em participar nas actividades promovidas no nosso concelho, de forma a promover o nome da freguesia dentro de portas. Em Braga, já participamos na Feira das Freguesias, nas festividades do S. João ou nos Cantares dos Reis, recebendo um apoio muito simbólico da autarquia”, revelou.
Por seu turno, Ricardo Rio notou que é essencial inserir estas associações na vida cultural da cidade, como forma de promover e premiar o seu trabalho e também para lhes permitir alguma folga financeira para desenvolverem a sua actividade. “Nas iniciativas que desenvolve, a autarquia deve dar primazia às instituições que carregam consigo a história, as tradições e os saberes da nossa terra, remunerando-as condignamente pelas suas performances”, defendeu.
Por fim, Hernâni Monteiro sublinhou que pretende dar maior formação de dança aos elementos da Rusga. “Falta-nos apoio técnico nessa vertente, já que não temos o conhecimento técnico suficiente para ensinarmos os elementos do grupo”, afirmou, deixando ainda um apelo aos homens de Merelim S. Paio para que participem activamente na Rusga. “Estamos com falta de homens que participem nas actividades da rusga. Quem estiver interessado em participar e ensaiar connosco, será recebido de braços abertos e com muita alegria”, concluiu.
Tu, Presidente
Ao longo da última semana, que precedeu a apresentação da candidatura de Ricardo Rio no Theatro Circo, lançamos um desafio aos bracarenses. Através da rubrica “Eu, Presidente” pedimos que nos fossem enviadas algumas frases e ideias que gostariam de ouvir no discurso do Dr. Ricardo Rio. A resposta ao desafio foi brilhante, tendo sido recebidos inúmeros contributos, que publicamos em seguida.
Poderá ainda ler, na integra, o discurso do Dr. Ricardo Rio, aquando da sua apresentação no Theatro Circo.
Filipe Macedo Que vai devolver a cidade aos bracarenses!
Zito Jose Soares Vou devolver a cidade aos bracarenses e libertá-la dos interesses instalados!
Francisco Tavares Braga não desistiu...porque Braga resistiu....porque Braga sempre existiu e existirá...!!!
Manuel Mendes Fico bem por saber que quer ouvir a opinião de outros, para gerir Braga pelo melhor dos Bracarenses
António Barbosa Braga merecia ter uma ciclovia decente!
Paula Cunha Que não prometa aquilo que não v poder cumprir se for eleito e que trate todos pobres e ricos por igual acabe com "os favores legais pra quem têm dinheiro
João Franklin Gonçalves "Em tempos eleitorais, o mais comum é prometer tudo... agradar a todos... tentar ganhar a qualquer preço... Pois não contem comigo para promessas que Eu não possa cumprir... obras faraónicas, caras e inúteis! Esses tempos acabaram!
A chave do sucesso e do futuro de Braga não está no cofre ou interesses de alguns... mas, seguramente, nas mãos de TODOS NÓS, Bracarenses!... mãos limpas, trabalhadoras e sérias... honestamente empenhadas numa BRAGA próspera e moderna, onde todos adoramos viver!"
Paulo Novais Mais do que o que se diz é o que se faz. Palavras leva-as o vento. É isso que gostava de ouvir o Ricardo Rio dizer:
"Mais importante do que prometer é fazer. Mais importante do que falar é trabalhar. "
Manuel Luis Macieira Braga merece um planeamento urbanistico cuidado, com especial atenção ao centro histórico.Acabar com as "negociatas" que prejudicam os munícipes!
Filomena Macedo Contem comigo!... Irão ter uma câmara sadia , para todos os Bracarenses
João Queiroga Duas frases que contenham estes dois compromissos; "AUDITORIA" -À gestão! "ROTURA" -Com trinta anos de negócios, compadrios e vícios democráticos!..
Lucia Alves Gostaria que prometesse, sob compromisso de honra ,que os lugares de estacionamento gratuito regressassem às ruas da cidade que se afastam do centro da mesma. Obrigar as pessoas a pagar o estacionamento na rua onde moram, distanciado do centro, é obra destes "mercenários de fazer dinheiro". Prometa e cumpra!
Fernando Pereira a minha frase seria " É TEMPO DE MUDANÇA É TEMPO DE DAR A BRAGA UMA NOVA ESPERANÇA" , força e obrigado
Pedro Magalhães Oliveira Gostaria de ouvir e de ver cumprido:
"SE EU FOR PRESIDENTE, ACABAREI COM A CORRUPÇÃO NA CÂMARA DE BRAGA E DENUNCIAREI QUEM TENTAR CORROMPER, SEMPRE!"
Maria Sameiro A melhor preparação para o amanhã é fazer o trabalho de hoje muito bem feito”
Gabriela Campos Costa Que tudo vai fazer para recuperar as casas do centro de Braga! MUITO IMPORTANTE para que sejam habitadas, de novo! Igualmente que já temos áreas pedonais demais! Nas cidades Europeias que tal fizeram , como Milão, já voltaram atrás há muito, já que essas áreas ficaram desertificadas! Onde existe uma outra cidade, em Portugal ou outro País da Europa, com um tão longo percurso de zona pedonal? Pensa-se duas vezes em comprar seja o que for....quando depois se tem de andar imenso até ao transporte público ou carro próprio! A chover...e com os túneis a meterem água! Ah, e claro....que JAMAIS irá deixar que se cubra a Rua do Souto!!!!!
"Caro Eng. José Manuel Fernandes, Excelso Mandatário;
Caro Eng. António Murta, Digníssimo Presidente da Comissão de Honra;
Caro Luís Rodrigues, Amigo e Mandatário da Juventude e
Amiga Jessica Augusto, também Mandatária da Juventude, hoje ausente, porque se encontra fora de Braga a fazer aquilo que melhor sabe: trazer novas vitórias para o nosso Concelho, como ontem mais uma vez sucedeu,
Caros representantes dos Partidos que apoiam a candidatura “Juntos por Braga”,
Dr. Paulo Cunha, Presidente da Distrital do PSD de Braga;
Eng. Altino Bessa, Presidente da Distrital do CDS de Braga e futuro Vereador da Câmara Municipal de Braga;
Eng. Manuel Beninger, Representante do PPM;
Demais dirigentes nacionais, distritais e locais destes Partidos,
Meu bom amigo Hugo Soares, Presidente da Juventude Social Democrata,
Ilustres Senhores Deputados, Presidentes de Câmara e Presidentes de Junta de Freguesia;
Caros Colegas Vereadores, Membros da Assembleia Municipal e das Juntas e Assembleias de Freguesia do Concelho de Braga;
Estimados candidatos às Juntas de Freguesia nas próximas eleições autárquicas;
Caros membros das estruturas de juventude da Coligação “Juntos por Braga”, hoje como sempre, verdadeiro motor, alma e coração desta Candidatura;
Digníssimos Dirigentes Associativos e representantes dos mais diversos organismos e instituições civis e religiosos;
Senhoras e Senhores Jornalistas,
À Família, Amigas e Amigos aqui presentes,
Caros Bracarenses,
Há muitos, muitos anos, num dos muitos percursos que desde o berço percorro pelas calçadas (então intactas) das ruas da minha cidade, terei firmado a convicção de que chegaria o dia em que colocaria o melhor de mim ao serviço da minha terra e de suas gentes, numa lógica de serviço aos outros e à causa pública que sempre bebi daqueles que me são mais próximos.
Assumir responsabilidades autárquicas em Braga, cidade do meu coração, é poderá quase dizer-se, um “sonho de menino”, a que o tempo ajudou a conferir robustez e realismo, sem desvirtuar a convicção, os princípios e o idealismo do primeiro impulso.
Por isso mesmo, se o menino já lá vai, o sonho continua vivo.
Porque assente na consciência crítica de quem sente que estão a fazer mal à terra e às pessoas que mais queremos;
Porque sustentado numa visão e num conhecimento profundo do terreno que marca a diferença e me permite abordar o futuro da forma mais capaz e inovadora, em linha com as exigências que os novos tempos impõem;
Porque alimentado no apoio diário, incessante e inesgotável, de todos quantos se revêem e dão corpo a um projecto alternativo, e me estimulam para a construção conjunta de um futuro melhor para Braga.
É por tudo isto, por todos e por Braga que sou, com enorme honra e orgulho pela confiança em mim depositada, Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga nas Eleições Autárquicas do presente ano.
Este não é um ponto de partida nem de chegada, mas é um momento que quisemos afirmar com toda a dignidade pela necessidade de reiterar propósitos, de vincar diferenças, de apresentar alguns dos pilares que marcam a matriz genética deste projecto.
Como puderam constatar na breve nota introdutória que me antecedeu, há já mais de uma década que me empenho de forma activa na vida política Bracarense, no exercício de cargos autárquicos que muito me honraram e em cujo mandato procurei colocar o foco no serviço a todos os Bracarenses.
Neste período, não vencemos eleições, mas nunca verdadeiramente perdemos, como nunca acontece a quem luta por aquilo em que acredita.
Ganhamos um apoio crescente de todos os quadrantes da Sociedade Bracarense, no reconhecimento da valia do nosso projecto e na afirmação da coerência e razoabilidade das nossas propostas;
Ganhamos um conhecimento mais profundo sobre a realidade de cada uma das Freguesias e as ambições e projectos de cidadãos e instituições de todo o espectro da Sociedade Civil;
Ganhamos a oportunidade de mostrar com o trabalho dos nossos Autarcas, na Câmara e na Assembleia Municipal, e, sobretudo, nas diferentes Juntas de Freguesia, a vantagem inequívoca da mudança, com um leque de representantes que muito nos prestigiam e que servem de referência a nível local, regional e nacional;
De forma inequívoca, serei hoje melhor Presidente de Câmara do que seria caso tivesse sido eleito em 2005 ou 2009. E, com toda a humildade e consciente da melhoria contínua que todos fazemos, reconheço-o perante Vós: em termos dos atributos que se exigem a um Autarca deste Tempo Novo, eu ganhei, com o tempo que Braga perdeu.
E Braga continua a perder. A perder tempo e a perder oportunidades.
Temos um Concelho com um enorme potencial por força da riqueza da sua História, da vitalidade da sua gente, da qualidade das suas Instituições, mas não sabemos agarrar o nosso futuro colectivo com as duas mãos, à falta da capacidade de liderança, de mobilização e de sentido estratégico de uma Autarquia totalmente ultrapassada no modo e no tempo.
Onde se exigia uma Câmara actuante no estímulo à actividade económica e na captação de investimentos, vemos uma gestão amorfa, feita de fogachos e de iniciativas ostensivamente lesivas para a subsistência dos sectores tradicionais.
Onde se esperava uma Câmara próxima e diligente nas respostas aos anseios dos cidadãos mais carenciados e das populações mais frágeis, assistimos a uma lógica tutelar e de serviços mínimos na intervenção no domínio social.
Onde se impunha uma gestão rigorosa dos recursos e um estudo da razoabilidade e sustentabilidade dos investimentos, verificamos que prossegue uma lógica de despesismo descontrolado e de megalomanias que só se conseguem concretizar através da promoção de uma política de usura fiscal sobre os cidadãos e as empresas.
Onde se desejava a valorização e a promoção do nosso património enquanto elemento de afirmação da identidade de Braga e foco de atractividade turística, somos confrontados com o desprezo, a destruição, a negligência com que são tratados, de igual forma, espólios de interesse público e Monumentos Nacionais.
Onde se deve exigir uma lógica de ética, transparência, seriedade, clareza de procedimentos e de motivações, continuamos a ser vergados à vergonha dos esquemas, das suspeitas, das negociatas e da defesa do interesse de poucos em prejuízo do bem comum, que atentam continuamente contra a dignidade das instituições e o bom nome do nosso Concelho.
Como se tudo isto não bastasse, onde se quer uma polis que promova o exercício pleno dos direitos de cada cidadão, no seu trabalho, nos seus negócios, nas diferentes facetas das suas intervenções públicas, ainda prolifera o recurso sistemático ao aliciamento e ao condicionamento, num jogo de “cenoura e chicote” com que alguns continuam a levar a sua avante.
Caras e Caros Bracarenses,
È tempo de rasgar a escuridão. É tempo de virar a página e de iniciar um novo ciclo que se traduza de facto, numa nova forma de gerir a Câmara Municipal de Braga, de responder aos anseios das populações, de se relacionar com as instituições e de construir, com Todos, um verdadeiro projecto de futuro. É também por isso que cá estamos hoje.
Aliás, das muitas mensagens que recebo diariamente, é essa a reivindicação mais premente de muitos e muitos Bracarenses. Não me pedem obras, projectos faraónicos, subsídios ou outro tipo de apoios.
Pedem-me apenas que devolva Braga aos Bracarenses. Que faça desta uma cidade de homens e mulheres livres, sem medo, que sintam na Câmara Municipal de Braga um agente que está lá disponível para os apoiar na concretização dos seus projectos, para os auxiliar quando tiverem que enfrentar dificuldades, para os estimular quando quiserem dar asas à ambição de ousar algo diferente e Maior.
Para fazer do Presidente da Câmara Municipal de Braga um amigo de Todos os Bracarenses e não apenas um amigo dos seus amigos.
Em tempos pré-eleitorais, o mais comum é prometer tudo. Procurar agradar a todos. Tentar vencer a qualquer preço. Dispor-nos a querer passar a imagem de que somos, em simultâneo, algo e o seu contrário, a continuidade e a renovação, os protagonistas das práticas de sempre e os cristãos-novos das causas de agora.
Mas a chave do sucesso e do futuro de Braga não está no cofre de alguns, mas antes nas mãos de Todos nós Bracarenses. Mãos esperançosas, trabalhadoras e sérias, verdadeiramente empenhadas numa Braga próspera e moderna onde todos adoramos viver.
Em Braga, este é um tempo de Mudança, semeando a esperança num futuro melhor para Todos.
Do ontem, guardaremos o crescimento incontornável que a cidade registou ao longo das últimas décadas. A dotação de equipamentos e serviços básicos no conjunto do território. A promoção de políticas oportunas em diferentes áreas da gestão da Municipal que devem ser continuadas e melhoradas.
É sobre essas bases que queremos construir os alicerces deste projecto.
Todavia, há problemas velhos que só uma mudança radical de prioridades e protagonistas podem permitir ultrapassar e novos desafios a que só outras competências e atributos conseguem responder cabalmente. O novo rumo para Braga não se faz com menos do mesmo!
Por isso aqui estou. Por isso aqui estamos, no Teatro Circo, sala de visitas da cidade, em que, paradoxalmente, e sete anos volvidos após a sua reabertura, hoje muitos estarão a entrar pela primeira vez.
È também este o simbolismo da nossa presença aqui, pela necessidade inequívoca de alargar os horizontes da actuação da Autarquia e de perceber as necessidades e os anseios de cada um, franqueando a porta das políticas públicas a todos os Bracarenses.
Igualmente simbólica é a escolha que fiz das personalidades que prontamente se disponibilizaram a participar neste projecto e a dar o seu contributo pré e pós eleitoral, para a construção de uma Braga diferente e melhor.
A Jessica Augusto é uma das nossas atletas de maior nomeada, dando plena sequência à afirmação do êxito desta modalidade no nosso Concelho e aos muitos campeões que, em diferentes desportos, e com parcos ou nenhuns apoios da Autarquia vão saindo da fornada Bracarense.
Cada um destes atletas, faz do sacrifício, do esforço, do empenho, da ambição, o segredo do seu sucesso e servem exemplarmente de referência para os nossos jovens em todas as esferas da intervenção pública.
O Luís Rodrigues foi (e é) um notável dirigente associativo, um elo de ligação à Universidade e aos muitos jovens que todos os anos escolhem Braga para prosseguir os seus estudos e aqui se ficarem para prosseguir as suas vidas.
Com os seus contributos, estarei certo que a futura Autarquia possibilitará aos jovens Bracarenses as respostas de que na esfera profissional, formativa, habitacional, lúdica e cultural, as actuais gerações não conseguiram usufruir, por mais que, por nossa sugestão, Braga tenha sido e possa continuar a ser a Capital Europeia da Juventude.
O Eng. José Manuel Fernandes foi um Autarca de referência em Vila Verde e alguém sempre preocupado com a cooperação supra-municipal e com a afirmação do Minho e do Norte, vindo a desempenhar um papel excepcional enquanto Deputado Europeu, na luta pelas causas da Nossa Terra.
Nele, estou certo que Braga terá um forte aliado na defesa das nossas tradições, na promoção dos nossos recursos, no apoio aos projectos das nossas Instituições e na assunção de um papel de referência no plano Regional.
Finalmente, o Eng. António Murta é o exemplo vivo da Braga empreendedora, da Braga inovadora, da Braga que rompe fronteiras mas que não se esquece que esse potencial de conhecimento, de contactos e de experiência tem também que ser colocado ao serviço da nossa cidade.
Com ele, e com vários outros empresários, investigadores e académicos de referência de que hoje felizmente dispomos no nosso meio, estou certo que serei capaz de construir o clima adequado a promover o florescimento económico deste território e a captação de grandes investimentos internacionais.
A todos, o meu muito obrigado, pelo vosso apoio, pela vossa disponibilidade e, acima do mais, pelo vosso empenho em fortalecer a Braga do futuro de todos nós.
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Assim mereça a confiança dos Bracarenses, tenho bem claro aquilo que se exige ao futuro Presidente da Câmara Municipal de Braga e à sua equipa no futuro próximo.
Como múltiplas vezes tenho assumido, tomo como prioridades imediatas a dinamização económica e o reforço das respostas sociais.
No plano social, a Câmara Municipal de Braga tem que chegar a todas as circunstâncias a que o Governo não chega. Tem que se assegurar que, antes de qualquer outra opção, garante a todos os Bracarenses uma vida digna e condições para a sua plena inclusão na Sociedade.
Para tal, avançaremos com políticas municipais próprias mas, sobretudo, contribuiremos para a operacionalização e democratização da Rede Social, em ligação subsidiária à rica rede de IPSS de que dispomos no nosso Concelho, e acompanhando de perto os desafios à sua sustentabilidade económica.
De uma forma geral, o maior contributo que a Autarquia pode dar para melhorar o bem-estar dos cidadãos, das famílias e a competitividade das empresas, é não se transformar ela própria num sorvedouro de recursos por todos os meios ao seu alcance.
Vamos reduzir a taxa de IMI. Vamos revogar o alargamento das zonas de estacionamento pago no centro da cidade. Vamos reavaliar os valores das taxas e tarifas dos diferentes serviços municipais, tendo em vista assegurar a sustentabilidade do serviço Público mas garantir o apoio à competitividade do concelho, para empresas e cidadãos.
No plano económico, além de se intensificar o programa de colaboração com a Associação Comercial de Braga na animação do comércio tradicional recentemente estabelecido, queremos revitalizar o Mercado Municipal, reforçar a capacidade de promoção turística em ligação aos agentes económicos e dotar Braga de espaços de acolhimento empresarial de vanguarda, capazes de acolher os projectos empresariais que pretendemos captar como alicerce da criação de emprego.
Vamos requalificar o Parque de Exposições de Braga e dotá-lo de condições efectivas para o acolhimento de Feiras e Congressos, bem como eventos culturais e desportivos multifacetados.
Vamos criar um Fundo de Apoio ao Empreendedorismo, com que queremos fixar as ideias inovadoras emanadas das Universidades e do INL e apoiar os novos empresários nos seus primeiros passos, numa lógica de mentoria contínua por parte de gestores de referência.
Vamos dotar o centro da cidade de Braga de acesso livre à Internet, enquanto contributo para a fixação de serviços e unidades comerciais e incentivo para o repovoamento do Centro Histórico, nas novas modalidades que iremos apoiar em ligação aos proprietários actuais dos imóveis.
Mantemo-nos fiéis ao nosso Programa e ao conjunto de prioridades que queremos finalmente concretizar: a regeneração urbana, a valorização ambiental, a dinamização cultural e a qualificação dos serviços municipais.
Reorientaremos o Programa de Regeneração Urbana, apostando na salvaguarda do edificado, na revitalização do nosso Centro Histórico e na recuperação das zonas que registaram uma expansão mais desregrada (no centro ou na periferia da cidade).
Queremos trazer vida para o Centro da Cidade, incentivando o arrendamento jovem e centrando a acção da BragaHabit na promoção de uma real Política de Habitação.
Queremos uma revisão séria do PDM, que não deixe de acautelar a promoção de Loteamentos a Custos Controlados nas Freguesias rurais, assegurando condições mínimas para a fixação da população mais jovem.
Não hesitaremos em socorrer-nos, na implementação dos mais diversos projectos, à promoção de Concursos Públicos de Ideias, abrindo à Sociedade Civil a possibilidade de discussão sobre o rumo a dar a um património que é de todos e não apenas daqueles a quem pontualmente foi confiada a gestão da Autarquia.
Vamos criar o Parque Eco-Monumental das Sete Fontes, alargar o Parque Desportivo da Rodovia e concluir o Parque Urbano Norte. Vamos concluir a renaturalização do Rio Este, iniciar o aproveitamento das Margens do Cávado e avançar com a criação de novas Praias Fluviais.
Minhas Senhores e Meus Senhores,
O Teatro Circo, este Teatro Circo, tem que ser um espaço de todos e para todos, com uma programação eclética e uma promoção que o posicione como uma referência no Norte do País.
Mas a Cultura em Braga é muito mais que devolver o Teatro Circo à cidade, impondo-se a mobilização e apoio à criação de uma verdadeira indústria de apoio às artes e à criatividade.
A nova Política Cultural tem que investir no apoio aos novos Talentos, no aproveitamento cabal do GNRation e demais equipamentos culturais disponíveis, na promoção de Grandes Eventos e na operacionalização e reforço das iniciativas de descentralização cultural.
A nova Braga vai saber valorizar devidamente o seu património, incentivando os agentes económicos e a comunidade científica a criar um consórcio que valorize e promova o legado histórico da Braga Romana, nos sítios e equipamentos já recuperados como em projectos como a Ínsula das Carvalheiras ou o Teatro Romano da Cividade.
Avançaremos com a Certificação da Qualidade das Escolas para termos garantias sólidas de que, nos planos material e imaterial, estamos a construir uma Escola de qualidade.
Vamos dotar Braga de meios de resposta eficazes no domínio da Protecção Civil Municipal.
Vamos desenvolver uma política clara e justa de apoio à formação desportiva dos nossos jovens.
Vamos colaborar com todos os Presidentes de Junta de Freguesia, sem excepção, para promover a coesão territorial e o bem-estar de toda a população do Concelho. Reconheceremos a sua legitimidade democrática e a bondade das suas aspirações, estabelecendo uma relação de proximidade e enterrando de vez as práticas “caciqueiras” e a cultura do “chapéu-na-mão”.
Compreendo a angústia daqueles que são sistematicamente confrontados com um Programa que não definimos e que não defendemos, mas que alguns insistem em repetidamente afirmar como nosso, ora por conveniência ideológica, ora por desespero e despudor.
Não vamos privatizar nenhuma Empresa Municipal. Não vamos avançar com nenhuma purga nos Serviços Municipais. Não vamos perseguir ou sanear funcionários.
Queremos melhorar os Serviços, dar respostas de proximidade junto das Freguesias mas contamos com todos para servir cada vez melhor os Bracarenses.
Não esquecerei nenhuma das 62 Freguesias de Braga, independentemente da sua localização, do seu estádio de desenvolvimento ou das afinidades partidárias dos seus responsáveis políticos.
Entre muitos outros outros, cumpre-me destacar o inexcedível contributo que, também nesta esfera, será dado pelo Autarca que muitos consideram modelo, Dr. Firmino Marques, futuro Vice-Presidente da Câmara.
Saúdo também todas as Instituições da Sociedade Civil, da Diocese, às Universidades, às Associações Empresariais, a toda a vasta estrutura associativa que, nos diferentes campos de intervenção, muito nos tranquiliza e prestigia.
Como sempre defendi, Braga tem tudo a ganhar se houver uma relação de total proximidade e colaboração entre a Autarquia e as Universidades de Braga, nos domínios técnico e científico, no plano cultural, no apoio à empregabilidade dos mais jovens, na qualificação e modernização das práticas de gestão da Autarquia, na sugestão de novas estratégias e políticas para os mais diversos campos de intervenção municipais.
A uma Universidade sem muros tem que se juntar uma Câmara sem muros, para que, num diálogo contínuo, franco e aberto, estas e outras instituições possam desenvolver projectos comuns que aportem um real benefício aos Bracarenses.
Entre outros contextos, será também este um campo de intervenção natural do Professor Miguel Bandeira, que integrará, como já se sabe o próximo Executivo Municipal.
No plano regional, teremos uma relação de total disponibilidade para a prossecução de projectos comuns e não hesitaremos em assumir a liderança e a iniciativa se virmos que assim poderemos mobilizar os demais parceiros públicos e privados.
Eu sou Bracarense, Minhoto e Português e pugnarei sempre para a afirmação da identidade e da força destes territórios no actual quadro de competitividade entre regiões e países.
Como Presidente da Câmara, manterei uma postura de total intransigência na defesa dos interesses do Concelho, qualquer que seja o Governo em funções, reclamando os devidos e necessários investimentos na área da Saúde, da Educação, da Segurança, da Cultura e das Acessibilidades e Transportes.
Mas não queiram fazer de um Presidente da Câmara um comentador político, desviando atenções daquilo que verdadeiramente depende da sua actuação, para desculpar os seus erros e incúrias próprios.
Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Na política e sobretudo na esfera Autárquica, sobre as filiações partidárias, prevalece a avaliação da credibilidade, da competência, da seriedade dos protagonistas. E é também por isso, que muitos que apoiaram no passado o actual Presidente da Câmara, estão hoje do lado da Mudança e do lado desta candidatura.
Não temos que pedir desculpa pelas nossas ideias nem pelos nossos valores. Devemos ter orgulho no que acreditamos e defendemos.
Gerações anteriores à nossa ultrapassaram desafios ainda maiores. Cabe agora a esta geração demonstrar que está à altura.
Chegou o momento de todos os Bracarenses abandonarem o marasmo e a inércia e abraçarem o futuro. Devemos ser capazes de enfrentar os próximos desafios. É por isso que precisamos de uma nova forma de pensar, de um Pacto decisivo para Braga. É por isso que nos devemos orientar pelos nossos valores e o que queremos para o nosso Concelho.
Acredito que Braga tem uma alma. É esta alma que nos dará a força e a determinação para fazermos o que temos a fazer.
Podem contar comigo e com a minha equipa. Pessoas válidas, competentes, com ideias e com projectos, que vivem e sentem Braga e não se conformam com o que este Concelho se transformou, sabendo no que se poderá tornar.
E eu conto com todos vós, mulheres e homens de Braga, cidadãos livres a quem é dada agora a responsabilidade da mudança.
Em conjunto, construiremos um Concelho melhor, mais forte e mais unido, que nos deixe, a nós e às gerações vindouras, orgulhosas do nosso legado.
Porque Juntos somos e seremos mais fortes. Sempre!
Viva Braga!
Viva Portugal!
Muito obrigado."



.jpg)
.jpg)

.jpg)


.jpg)



