Preservação das memórias e criação de laços entre as pessoas são os objectivos da Rusga

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Ricardo Rio visitou Rusga de Merelim S. Paio


Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com vários agentes de diversos âmbitos de actuação, Ricardo Rio esteve presente num ensaio da Rusga de Merelim S. Paio. Hernâni Monteiro, Presidente da associação, acompanhou Rio durante esta visita.

O Presidente da Rusga, fundada no dia 30 de Abril de 2010, salientou que o balanço destes mais de três anos de actividade é muito positivo. “Trata-se de uma Rusga ainda muito jovem, mas que já tem cerca de 35 elementos e que tem tido bastante actuações”, afirmou.

De acordo com Hernâni Monteiro, os principais objectivos da associação estão a ser “claramente atingidos”. “Quando iniciamos este projecto, tínhamos o sonho de conseguir preservar as nossas memórias e unir as pessoas da freguesia nesta actividade, criando laços fortes de amizade, de entreajuda e de convívio entre nós. Esses objectivos foram plenamente conseguidos”, garantiu, orgulhoso, enfatizando que essa era uma lacuna que existia em Merelim S. Paio.

Nesse sentido, o líder do “Juntos Por Braga” assegurou que a existência deste tipo de associações é fundamental para reforçar o espírito colectivo e a identidade cultural das populações. “Esta é uma forma de preservar as tradições e de promover o convívio entre as pessoas. A memória das populações faz-se e constrói-se com iniciativas de grande valor como esta”, destacou.

Como explicou o Presidente da associação, as actuações da Rusga de Merelim S. Paio têm sido efectuadas maioritariamente em Vila Verde. No entanto, Hernâni Monteiro mostrou-se totalmente disponível para participar em eventos em Braga. “Quando solicitados, temos todo o gosto e interesse em participar nas actividades promovidas no nosso concelho, de forma a promover o nome da freguesia dentro de portas. Em Braga, já participamos na Feira das Freguesias, nas festividades do S. João ou nos Cantares dos Reis, recebendo um apoio muito simbólico da autarquia”, revelou.

Por seu turno, Ricardo Rio notou que é essencial inserir estas associações na vida cultural da cidade, como forma de promover e premiar o seu trabalho e também para lhes permitir alguma folga financeira para desenvolverem a sua actividade. “Nas iniciativas que desenvolve, a autarquia deve dar primazia às instituições que carregam consigo a história, as tradições e os saberes da nossa terra, remunerando-as condignamente pelas suas performances”, defendeu.

Por fim, Hernâni Monteiro sublinhou que pretende dar maior formação de dança aos elementos da Rusga. “Falta-nos apoio técnico nessa vertente, já que não temos o conhecimento técnico suficiente para ensinarmos os elementos do grupo”, afirmou, deixando ainda um apelo aos homens de Merelim S. Paio para que participem activamente na Rusga. “Estamos com falta de homens que participem nas actividades da rusga. Quem estiver interessado em participar e ensaiar connosco, será recebido de braços abertos e com muita alegria”, concluiu.

Tu, Presidente

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Ao longo da última semana, que precedeu a apresentação da candidatura de Ricardo Rio no Theatro Circo, lançamos um desafio aos bracarenses. Através da rubrica “Eu, Presidente” pedimos que nos fossem enviadas algumas frases e ideias que gostariam de ouvir no discurso do Dr. Ricardo Rio. A resposta ao desafio foi brilhante, tendo sido recebidos inúmeros contributos, que publicamos em seguida.

Poderá ainda ler, na integra, o discurso do Dr. Ricardo Rio, aquando da sua apresentação no Theatro Circo.


Filipe Macedo Que vai devolver a cidade aos bracarenses!

Zito Jose Soares Vou devolver a cidade aos bracarenses e libertá-la dos interesses instalados!

Francisco Tavares Braga não desistiu...porque Braga resistiu....porque Braga sempre existiu e existirá...!!!

Manuel Mendes Fico bem por saber que quer ouvir a opinião de outros, para gerir Braga pelo melhor dos Bracarenses

António Barbosa Braga merecia ter uma ciclovia decente!

Paula Cunha Que não prometa aquilo que não v poder cumprir se for eleito e que trate todos pobres e ricos por igual acabe com "os favores legais pra quem têm dinheiro

João Franklin Gonçalves "Em tempos eleitorais, o mais comum é prometer tudo... agradar a todos... tentar ganhar a qualquer preço... Pois não contem comigo para promessas que Eu não possa cumprir... obras faraónicas, caras e inúteis! Esses tempos acabaram!
A chave do sucesso e do futuro de Braga não está no cofre ou interesses de alguns... mas, seguramente, nas mãos de TODOS NÓS, Bracarenses!... mãos limpas, trabalhadoras e sérias... honestamente empenhadas numa BRAGA próspera e moderna, onde todos adoramos viver!"

Paulo Novais Mais do que o que se diz é o que se faz. Palavras leva-as o vento. É isso que gostava de ouvir o Ricardo Rio dizer:
"Mais importante do que prometer é fazer. Mais importante do que falar é trabalhar. "

Manuel Luis Macieira Braga merece um planeamento urbanistico cuidado, com especial atenção ao centro histórico.Acabar com as "negociatas" que prejudicam os munícipes!

Filomena Macedo Contem comigo!... Irão ter uma câmara sadia , para todos os Bracarenses

João Queiroga Duas frases que contenham estes dois compromissos; "AUDITORIA" -À gestão! "ROTURA" -Com trinta anos de negócios, compadrios e vícios democráticos!..

Lucia Alves Gostaria que prometesse, sob compromisso de honra ,que os lugares de estacionamento gratuito regressassem às ruas da cidade que se afastam do centro da mesma. Obrigar as pessoas a pagar o estacionamento na rua onde moram, distanciado do centro, é obra destes "mercenários de fazer dinheiro". Prometa e cumpra!

Fernando Pereira a minha frase seria " É TEMPO DE MUDANÇA É TEMPO DE DAR A BRAGA UMA NOVA ESPERANÇA" , força e obrigado

Pedro Magalhães Oliveira Gostaria de ouvir e de ver cumprido:

"SE EU FOR PRESIDENTE, ACABAREI COM A CORRUPÇÃO NA CÂMARA DE BRAGA E DENUNCIAREI QUEM TENTAR CORROMPER, SEMPRE!"

Maria Sameiro A melhor preparação para o amanhã é fazer o trabalho de hoje muito bem feito”

Gabriela Campos Costa Que tudo vai fazer para recuperar as casas do centro de Braga! MUITO IMPORTANTE para que sejam habitadas, de novo! Igualmente que já temos áreas pedonais demais! Nas cidades Europeias que tal fizeram , como Milão, já voltaram atrás há muito, já que essas áreas ficaram desertificadas! Onde existe uma outra cidade, em Portugal ou outro País da Europa, com um tão longo percurso de zona pedonal? Pensa-se duas vezes em comprar seja o que for....quando depois se tem de andar imenso até ao transporte público ou carro próprio! A chover...e com os túneis a meterem água! Ah, e claro....que JAMAIS irá deixar que se cubra a Rua do Souto!!!!!



Todos estes contributos ajudaram a dar formar e corpo ao discurso do Dr. Ricardo Rio, discurso esse que publicamos de seguida:



"Caro Eng. José Manuel Fernandes, Excelso Mandatário;

Caro Eng. António Murta, Digníssimo Presidente da Comissão de Honra;

Caro Luís Rodrigues, Amigo e Mandatário da Juventude e

Amiga Jessica Augusto, também Mandatária da Juventude, hoje ausente, porque se encontra fora de Braga a fazer aquilo que melhor sabe: trazer novas vitórias para o nosso Concelho, como ontem mais uma vez sucedeu,

Caros representantes dos Partidos que apoiam a candidatura “Juntos por Braga”,

Dr. Paulo Cunha, Presidente da Distrital do PSD de Braga;

Eng. Altino Bessa, Presidente da Distrital do CDS de Braga e futuro Vereador da Câmara Municipal de Braga;

Eng. Manuel Beninger, Representante do PPM;


Demais dirigentes nacionais, distritais e locais destes Partidos,

Meu bom amigo Hugo Soares, Presidente da Juventude Social Democrata,

Ilustres Senhores Deputados, Presidentes de Câmara e Presidentes de Junta de Freguesia;

Caros Colegas Vereadores, Membros da Assembleia Municipal e das Juntas e Assembleias de Freguesia do Concelho de Braga;

Estimados candidatos às Juntas de Freguesia nas próximas eleições autárquicas;

Caros membros das estruturas de juventude da Coligação “Juntos por Braga”, hoje como sempre, verdadeiro motor, alma e coração desta Candidatura;

Digníssimos Dirigentes Associativos e representantes dos mais diversos organismos e instituições civis e religiosos;

Senhoras e Senhores Jornalistas,

À Família, Amigas e Amigos aqui presentes,


Caros Bracarenses,


Há muitos, muitos anos, num dos muitos percursos que desde o berço percorro pelas calçadas (então intactas) das ruas da minha cidade, terei firmado a convicção de que chegaria o dia em que colocaria o melhor de mim ao serviço da minha terra e de suas gentes, numa lógica de serviço aos outros e à causa pública que sempre bebi daqueles que me são mais próximos.

Assumir responsabilidades autárquicas em Braga, cidade do meu coração, é poderá quase dizer-se, um “sonho de menino”, a que o tempo ajudou a conferir robustez e realismo, sem desvirtuar a convicção, os princípios e o idealismo do primeiro impulso.

Por isso mesmo, se o menino já lá vai, o sonho continua vivo.

Porque assente na consciência crítica de quem sente que estão a fazer mal à terra e às pessoas que mais queremos;

Porque sustentado numa visão e num conhecimento profundo do terreno que marca a diferença e me permite abordar o futuro da forma mais capaz e inovadora, em linha com as exigências que os novos tempos impõem;

Porque alimentado no apoio diário, incessante e inesgotável, de todos quantos se revêem e dão corpo a um projecto alternativo, e me estimulam para a construção conjunta de um futuro melhor para Braga.

É por tudo isto, por todos e por Braga que sou, com enorme honra e orgulho pela confiança em mim depositada, Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga nas Eleições Autárquicas do presente ano.

Este não é um ponto de partida nem de chegada, mas é um momento que quisemos afirmar com toda a dignidade pela necessidade de reiterar propósitos, de vincar diferenças, de apresentar alguns dos pilares que marcam a matriz genética deste projecto.

Como puderam constatar na breve nota introdutória que me antecedeu, há já mais de uma década que me empenho de forma activa na vida política Bracarense, no exercício de cargos autárquicos que muito me honraram e em cujo mandato procurei colocar o foco no serviço a todos os Bracarenses.

Neste período, não vencemos eleições, mas nunca verdadeiramente perdemos, como nunca acontece a quem luta por aquilo em que acredita.
Ganhamos um apoio crescente de todos os quadrantes da Sociedade Bracarense, no reconhecimento da valia do nosso projecto e na afirmação da coerência e razoabilidade das nossas propostas;

Ganhamos um conhecimento mais profundo sobre a realidade de cada uma das Freguesias e as ambições e projectos de cidadãos e instituições de todo o espectro da Sociedade Civil;

Ganhamos a oportunidade de mostrar com o trabalho dos nossos Autarcas, na Câmara e na Assembleia Municipal, e, sobretudo, nas diferentes Juntas de Freguesia, a vantagem inequívoca da mudança, com um leque de representantes que muito nos prestigiam e que servem de referência a nível local, regional e nacional;

De forma inequívoca, serei hoje melhor Presidente de Câmara do que seria caso tivesse sido eleito em 2005 ou 2009. E, com toda a humildade e consciente da melhoria contínua que todos fazemos, reconheço-o perante Vós: em termos dos atributos que se exigem a um Autarca deste Tempo Novo, eu ganhei, com o tempo que Braga perdeu.

E Braga continua a perder. A perder tempo e a perder oportunidades.

Temos um Concelho com um enorme potencial por força da riqueza da sua História, da vitalidade da sua gente, da qualidade das suas Instituições, mas não sabemos agarrar o nosso futuro colectivo com as duas mãos, à falta da capacidade de liderança, de mobilização e de sentido estratégico de uma Autarquia totalmente ultrapassada no modo e no tempo.

Onde se exigia uma Câmara actuante no estímulo à actividade económica e na captação de investimentos, vemos uma gestão amorfa, feita de fogachos e de iniciativas ostensivamente lesivas para a subsistência dos sectores tradicionais.

Onde se esperava uma Câmara próxima e diligente nas respostas aos anseios dos cidadãos mais carenciados e das populações mais frágeis, assistimos a uma lógica tutelar e de serviços mínimos na intervenção no domínio social.

Onde se impunha uma gestão rigorosa dos recursos e um estudo da razoabilidade e sustentabilidade dos investimentos, verificamos que prossegue uma lógica de despesismo descontrolado e de megalomanias que só se conseguem concretizar através da promoção de uma política de usura fiscal sobre os cidadãos e as empresas.

Onde se desejava a valorização e a promoção do nosso património enquanto elemento de afirmação da identidade de Braga e foco de atractividade turística, somos confrontados com o desprezo, a destruição, a negligência com que são tratados, de igual forma, espólios de interesse público e Monumentos Nacionais.

Onde se deve exigir uma lógica de ética, transparência, seriedade, clareza de procedimentos e de motivações, continuamos a ser vergados à vergonha dos esquemas, das suspeitas, das negociatas e da defesa do interesse de poucos em prejuízo do bem comum, que atentam continuamente contra a dignidade das instituições e o bom nome do nosso Concelho.

Como se tudo isto não bastasse, onde se quer uma polis que promova o exercício pleno dos direitos de cada cidadão, no seu trabalho, nos seus negócios, nas diferentes facetas das suas intervenções públicas, ainda prolifera o recurso sistemático ao aliciamento e ao condicionamento, num jogo de “cenoura e chicote” com que alguns continuam a levar a sua avante.


Caras e Caros Bracarenses,

È tempo de rasgar a escuridão. É tempo de virar a página e de iniciar um novo ciclo que se traduza de facto, numa nova forma de gerir a Câmara Municipal de Braga, de responder aos anseios das populações, de se relacionar com as instituições e de construir, com Todos, um verdadeiro projecto de futuro. É também por isso que cá estamos hoje.

Aliás, das muitas mensagens que recebo diariamente, é essa a reivindicação mais premente de muitos e muitos Bracarenses. Não me pedem obras, projectos faraónicos, subsídios ou outro tipo de apoios.

Pedem-me apenas que devolva Braga aos Bracarenses. Que faça desta uma cidade de homens e mulheres livres, sem medo, que sintam na Câmara Municipal de Braga um agente que está lá disponível para os apoiar na concretização dos seus projectos, para os auxiliar quando tiverem que enfrentar dificuldades, para os estimular quando quiserem dar asas à ambição de ousar algo diferente e Maior.

Para fazer do Presidente da Câmara Municipal de Braga um amigo de Todos os Bracarenses e não apenas um amigo dos seus amigos.

Em tempos pré-eleitorais, o mais comum é prometer tudo. Procurar agradar a todos. Tentar vencer a qualquer preço. Dispor-nos a querer passar a imagem de que somos, em simultâneo, algo e o seu contrário, a continuidade e a renovação, os protagonistas das práticas de sempre e os cristãos-novos das causas de agora.

Mas a chave do sucesso e do futuro de Braga não está no cofre de alguns, mas antes nas mãos de Todos nós Bracarenses. Mãos esperançosas, trabalhadoras e sérias, verdadeiramente empenhadas numa Braga próspera e moderna onde todos adoramos viver.

Em Braga, este é um tempo de Mudança, semeando a esperança num futuro melhor para Todos.

Do ontem, guardaremos o crescimento incontornável que a cidade registou ao longo das últimas décadas. A dotação de equipamentos e serviços básicos no conjunto do território. A promoção de políticas oportunas em diferentes áreas da gestão da Municipal que devem ser continuadas e melhoradas.

É sobre essas bases que queremos construir os alicerces deste projecto.

Todavia, há problemas velhos que só uma mudança radical de prioridades e protagonistas podem permitir ultrapassar e novos desafios a que só outras competências e atributos conseguem responder cabalmente. O novo rumo para Braga não se faz com menos do mesmo!

Por isso aqui estou. Por isso aqui estamos, no Teatro Circo, sala de visitas da cidade, em que, paradoxalmente, e sete anos volvidos após a sua reabertura, hoje muitos estarão a entrar pela primeira vez.

È também este o simbolismo da nossa presença aqui, pela necessidade inequívoca de alargar os horizontes da actuação da Autarquia e de perceber as necessidades e os anseios de cada um, franqueando a porta das políticas públicas a todos os Bracarenses.

Igualmente simbólica é a escolha que fiz das personalidades que prontamente se disponibilizaram a participar neste projecto e a dar o seu contributo pré e pós eleitoral, para a construção de uma Braga diferente e melhor.

A Jessica Augusto é uma das nossas atletas de maior nomeada, dando plena sequência à afirmação do êxito desta modalidade no nosso Concelho e aos muitos campeões que, em diferentes desportos, e com parcos ou nenhuns apoios da Autarquia vão saindo da fornada Bracarense.

Cada um destes atletas, faz do sacrifício, do esforço, do empenho, da ambição, o segredo do seu sucesso e servem exemplarmente de referência para os nossos jovens em todas as esferas da intervenção pública.

O Luís Rodrigues foi (e é) um notável dirigente associativo, um elo de ligação à Universidade e aos muitos jovens que todos os anos escolhem Braga para prosseguir os seus estudos e aqui se ficarem para prosseguir as suas vidas.

Com os seus contributos, estarei certo que a futura Autarquia possibilitará aos jovens Bracarenses as respostas de que na esfera profissional, formativa, habitacional, lúdica e cultural, as actuais gerações não conseguiram usufruir, por mais que, por nossa sugestão, Braga tenha sido e possa continuar a ser a Capital Europeia da Juventude.

O Eng. José Manuel Fernandes foi um Autarca de referência em Vila Verde e alguém sempre preocupado com a cooperação supra-municipal e com a afirmação do Minho e do Norte, vindo a desempenhar um papel excepcional enquanto Deputado Europeu, na luta pelas causas da Nossa Terra.

Nele, estou certo que Braga terá um forte aliado na defesa das nossas tradições, na promoção dos nossos recursos, no apoio aos projectos das nossas Instituições e na assunção de um papel de referência no plano Regional.

Finalmente, o Eng. António Murta é o exemplo vivo da Braga empreendedora, da Braga inovadora, da Braga que rompe fronteiras mas que não se esquece que esse potencial de conhecimento, de contactos e de experiência tem também que ser colocado ao serviço da nossa cidade.

Com ele, e com vários outros empresários, investigadores e académicos de referência de que hoje felizmente dispomos no nosso meio, estou certo que serei capaz de construir o clima adequado a promover o florescimento económico deste território e a captação de grandes investimentos internacionais.

A todos, o meu muito obrigado, pelo vosso apoio, pela vossa disponibilidade e, acima do mais, pelo vosso empenho em fortalecer a Braga do futuro de todos nós.

Minhas Senhoras e Meus Senhores,

Assim mereça a confiança dos Bracarenses, tenho bem claro aquilo que se exige ao futuro Presidente da Câmara Municipal de Braga e à sua equipa no futuro próximo.

Como múltiplas vezes tenho assumido, tomo como prioridades imediatas a dinamização económica e o reforço das respostas sociais.

No plano social, a Câmara Municipal de Braga tem que chegar a todas as circunstâncias a que o Governo não chega. Tem que se assegurar que, antes de qualquer outra opção, garante a todos os Bracarenses uma vida digna e condições para a sua plena inclusão na Sociedade.

Para tal, avançaremos com políticas municipais próprias mas, sobretudo, contribuiremos para a operacionalização e democratização da Rede Social, em ligação subsidiária à rica rede de IPSS de que dispomos no nosso Concelho, e acompanhando de perto os desafios à sua sustentabilidade económica.

De uma forma geral, o maior contributo que a Autarquia pode dar para melhorar o bem-estar dos cidadãos, das famílias e a competitividade das empresas, é não se transformar ela própria num sorvedouro de recursos por todos os meios ao seu alcance.

Vamos reduzir a taxa de IMI. Vamos revogar o alargamento das zonas de estacionamento pago no centro da cidade. Vamos reavaliar os valores das taxas e tarifas dos diferentes serviços municipais, tendo em vista assegurar a sustentabilidade do serviço Público mas garantir o apoio à competitividade do concelho, para empresas e cidadãos.

No plano económico, além de se intensificar o programa de colaboração com a Associação Comercial de Braga na animação do comércio tradicional recentemente estabelecido, queremos revitalizar o Mercado Municipal, reforçar a capacidade de promoção turística em ligação aos agentes económicos e dotar Braga de espaços de acolhimento empresarial de vanguarda, capazes de acolher os projectos empresariais que pretendemos captar como alicerce da criação de emprego.

Vamos requalificar o Parque de Exposições de Braga e dotá-lo de condições efectivas para o acolhimento de Feiras e Congressos, bem como eventos culturais e desportivos multifacetados.

Vamos criar um Fundo de Apoio ao Empreendedorismo, com que queremos fixar as ideias inovadoras emanadas das Universidades e do INL e apoiar os novos empresários nos seus primeiros passos, numa lógica de mentoria contínua por parte de gestores de referência.

Vamos dotar o centro da cidade de Braga de acesso livre à Internet, enquanto contributo para a fixação de serviços e unidades comerciais e incentivo para o repovoamento do Centro Histórico, nas novas modalidades que iremos apoiar em ligação aos proprietários actuais dos imóveis.

Mantemo-nos fiéis ao nosso Programa e ao conjunto de prioridades que queremos finalmente concretizar: a regeneração urbana, a valorização ambiental, a dinamização cultural e a qualificação dos serviços municipais.

Reorientaremos o Programa de Regeneração Urbana, apostando na salvaguarda do edificado, na revitalização do nosso Centro Histórico e na recuperação das zonas que registaram uma expansão mais desregrada (no centro ou na periferia da cidade).

Queremos trazer vida para o Centro da Cidade, incentivando o arrendamento jovem e centrando a acção da BragaHabit na promoção de uma real Política de Habitação.

Queremos uma revisão séria do PDM, que não deixe de acautelar a promoção de Loteamentos a Custos Controlados nas Freguesias rurais, assegurando condições mínimas para a fixação da população mais jovem.

Não hesitaremos em socorrer-nos, na implementação dos mais diversos projectos, à promoção de Concursos Públicos de Ideias, abrindo à Sociedade Civil a possibilidade de discussão sobre o rumo a dar a um património que é de todos e não apenas daqueles a quem pontualmente foi confiada a gestão da Autarquia.

Vamos criar o Parque Eco-Monumental das Sete Fontes, alargar o Parque Desportivo da Rodovia e concluir o Parque Urbano Norte. Vamos concluir a renaturalização do Rio Este, iniciar o aproveitamento das Margens do Cávado e avançar com a criação de novas Praias Fluviais.

Minhas Senhores e Meus Senhores,

O Teatro Circo, este Teatro Circo, tem que ser um espaço de todos e para todos, com uma programação eclética e uma promoção que o posicione como uma referência no Norte do País.

Mas a Cultura em Braga é muito mais que devolver o Teatro Circo à cidade, impondo-se a mobilização e apoio à criação de uma verdadeira indústria de apoio às artes e à criatividade.

A nova Política Cultural tem que investir no apoio aos novos Talentos, no aproveitamento cabal do GNRation e demais equipamentos culturais disponíveis, na promoção de Grandes Eventos e na operacionalização e reforço das iniciativas de descentralização cultural.

A nova Braga vai saber valorizar devidamente o seu património, incentivando os agentes económicos e a comunidade científica a criar um consórcio que valorize e promova o legado histórico da Braga Romana, nos sítios e equipamentos já recuperados como em projectos como a Ínsula das Carvalheiras ou o Teatro Romano da Cividade.

Avançaremos com a Certificação da Qualidade das Escolas para termos garantias sólidas de que, nos planos material e imaterial, estamos a construir uma Escola de qualidade.

Vamos dotar Braga de meios de resposta eficazes no domínio da Protecção Civil Municipal.

Vamos desenvolver uma política clara e justa de apoio à formação desportiva dos nossos jovens.

Vamos colaborar com todos os Presidentes de Junta de Freguesia, sem excepção, para promover a coesão territorial e o bem-estar de toda a população do Concelho. Reconheceremos a sua legitimidade democrática e a bondade das suas aspirações, estabelecendo uma relação de proximidade e enterrando de vez as práticas “caciqueiras” e a cultura do “chapéu-na-mão”.


Amigas e Amigos Bracarenses,
Permitam-me uma palavra de especial apreço para com os funcionários dos diversos Serviços, organismos e Empresas Municipais. Com a nova gestão da Autarquia, podem contar com acções que contribuam para fortalecer a capacidade de resposta dos Bombeiros Municipais e para prestigiar a actuação da Polícia Municipal.

Compreendo a angústia daqueles que são sistematicamente confrontados com um Programa que não definimos e que não defendemos, mas que alguns insistem em repetidamente afirmar como nosso, ora por conveniência ideológica, ora por desespero e despudor.

Não vamos privatizar nenhuma Empresa Municipal. Não vamos avançar com nenhuma purga nos Serviços Municipais. Não vamos perseguir ou sanear funcionários.

Queremos melhorar os Serviços, dar respostas de proximidade junto das Freguesias mas contamos com todos para servir cada vez melhor os Bracarenses.

Não esquecerei nenhuma das 62 Freguesias de Braga, independentemente da sua localização, do seu estádio de desenvolvimento ou das afinidades partidárias dos seus responsáveis políticos.

Entre muitos outros outros, cumpre-me destacar o inexcedível contributo que, também nesta esfera, será dado pelo Autarca que muitos consideram modelo, Dr. Firmino Marques, futuro Vice-Presidente da Câmara.

Saúdo também todas as Instituições da Sociedade Civil, da Diocese, às Universidades, às Associações Empresariais, a toda a vasta estrutura associativa que, nos diferentes campos de intervenção, muito nos tranquiliza e prestigia.

Como sempre defendi, Braga tem tudo a ganhar se houver uma relação de total proximidade e colaboração entre a Autarquia e as Universidades de Braga, nos domínios técnico e científico, no plano cultural, no apoio à empregabilidade dos mais jovens, na qualificação e modernização das práticas de gestão da Autarquia, na sugestão de novas estratégias e políticas para os mais diversos campos de intervenção municipais.

A uma Universidade sem muros tem que se juntar uma Câmara sem muros, para que, num diálogo contínuo, franco e aberto, estas e outras instituições possam desenvolver projectos comuns que aportem um real benefício aos Bracarenses.

Entre outros contextos, será também este um campo de intervenção natural do Professor Miguel Bandeira, que integrará, como já se sabe o próximo Executivo Municipal.

No plano regional, teremos uma relação de total disponibilidade para a prossecução de projectos comuns e não hesitaremos em assumir a liderança e a iniciativa se virmos que assim poderemos mobilizar os demais parceiros públicos e privados.

Eu sou Bracarense, Minhoto e Português e pugnarei sempre para a afirmação da identidade e da força destes territórios no actual quadro de competitividade entre regiões e países.

Como Presidente da Câmara, manterei uma postura de total intransigência na defesa dos interesses do Concelho, qualquer que seja o Governo em funções, reclamando os devidos e necessários investimentos na área da Saúde, da Educação, da Segurança, da Cultura e das Acessibilidades e Transportes.

Mas não queiram fazer de um Presidente da Câmara um comentador político, desviando atenções daquilo que verdadeiramente depende da sua actuação, para desculpar os seus erros e incúrias próprios.

Minhas Senhoras e Meus Senhores,
Como é claro, este é um projecto que ultrapassa em muito as fronteiras dos partidos que o apoiam. Há muito que conquistamos a simpatia de eleitores de todos os quadrantes políticos, que se revêem nas nossas prioridades, nas nossas propostas, na nossa forma de estar e fazer política.

Na política e sobretudo na esfera Autárquica, sobre as filiações partidárias, prevalece a avaliação da credibilidade, da competência, da seriedade dos protagonistas. E é também por isso, que muitos que apoiaram no passado o actual Presidente da Câmara, estão hoje do lado da Mudança e do lado desta candidatura.

Não temos que pedir desculpa pelas nossas ideias nem pelos nossos valores. Devemos ter orgulho no que acreditamos e defendemos.

Gerações anteriores à nossa ultrapassaram desafios ainda maiores. Cabe agora a esta geração demonstrar que está à altura.

Chegou o momento de todos os Bracarenses abandonarem o marasmo e a inércia e abraçarem o futuro. Devemos ser capazes de enfrentar os próximos desafios. É por isso que precisamos de uma nova forma de pensar, de um Pacto decisivo para Braga. É por isso que nos devemos orientar pelos nossos valores e o que queremos para o nosso Concelho.

Acredito que Braga tem uma alma. É esta alma que nos dará a força e a determinação para fazermos o que temos a fazer.

Podem contar comigo e com a minha equipa. Pessoas válidas, competentes, com ideias e com projectos, que vivem e sentem Braga e não se conformam com o que este Concelho se transformou, sabendo no que se poderá tornar.

E eu conto com todos vós, mulheres e homens de Braga, cidadãos livres a quem é dada agora a responsabilidade da mudança.

Em conjunto, construiremos um Concelho melhor, mais forte e mais unido, que nos deixe, a nós e às gerações vindouras, orgulhosas do nosso legado.

Porque Juntos somos e seremos mais fortes. Sempre!

Viva Braga!

Viva Portugal!

Muito obrigado."


Reportagem do Porto Canal

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Bom Jesus é património religioso e ambiental único no mundo

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Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, visitou o santuário do Bom Jesus do Monte, acompanhado pelo Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, e por Mário Paulo Pereira, Presidente da Sociedade de Hotéis do Bom Jesus.

A visita teve como principais objetivos perceber quais as necessidades atuais do Bom Jesus, cuja candidatura a património mundial da UNESCO está a decorrer, e de que forma a autarquia pode contribuir para melhorar as condições do espaço e atrair mais turistas para o visitar.

Segundo Ricardo Rio, o Bom Jesus é um dos maiores ativos a todos os títulos não só do concelho de Braga, mas também do país e do mundo. “Trata-se de um vastíssimo património religioso de que Braga tem a sorte de dispor, mas é ainda um espaço ambientalmente fantástico, um verdadeiro pulmão da cidade e Braga”, salientou.

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, este é um local que se deseja que consiga atrair cada vez mais visitantes: “E não falo apenas de turistas, mas também dos próprios bracarenses, que muitas vezes desconhecem a riqueza do próprio património”.

Para Ricardo Rio, é importante que se estabeleça com a Confraria do Bom Jesus, responsável pela conservação do espaço, com os responsáveis dos Hotéis do Bom Jesus e com a diocese no seu todo uma parceria ativa que permita a realização nesta instância de iniciativas de carácter cultural, desportivo ou de sensibilização ambiental. “A existência de uma componente animação traria por certo outra vida a este espaço. Isto teria de ser feito, claro está, sem pôr em risco o património existente nem a componente mais religiosa deste santuário”, sublinhou, garantido que se justifica que a Câmara Municipal participe de forma mais ativa na preservação e valorização do Bom Jesus.

Turismo religioso tem condições para crescer

Por seu turno, D. Jorge Ortiga enfatizou que há ainda um grande trabalho para realizar no Bom Jesus. “Temos diante de nós a candidatura a Património Mundial, que é pura e simplesmente uma ferramenta para podermos dar a conhecer este Santuário que considero único no mundo, tanto na sua dimensão religiosa, patrimonial e arquitetónica como do ponto de vista ambiental, com espaços verdes que são de uma riqueza impar e que precisam também de ser devidamente tratados para poderem estar ao serviço do bem comum”, adiantou.

O Arcebispo de Braga notou que, apesar das obras recentes a que o espaço foi sujeito, o templo, as capelas e também o próprio escadório têm necessidade de ser restaurados. “As obras são feitas aos poucos, de acordo com as verbas que temos disponíveis e sempre colocando a qualidade na preservação do monumento como prioridade. Preferimos fazer pouco e bem do que muito e mal”, reforçou.

Na opinião de D. Jorge Ortiga, o turismo religioso tem todas as condições para crescer e deve ser melhor aproveitado em Braga, não se podendo limitar somente a algumas festas ocasionais. “É preciso saber aproveitar aquilo que temos e fazer com que, no caso específico do Bom Jesus, as pessoas fiquem mais tempo e possam contemplar as maravilhas deste Santuário. Seria interessantíssimo que isso acontecesse”, finalizou.

Já Mário Paulo Pereira abordou de forma mais concreta a questão do turismo, evidenciando que interessa projetar a instância do Bom Jesus para fora, colocando-a nos roteiros mais variados roteiros turísticos e promovendo a imagem do Bom Jesus como a imagem mais forte de Braga. “Depois, é preciso complementar esse trabalho com uma agenda cultural muito rica que permita que não tenhamos apenas passantes e excursionistas, mas sim turistas, que fiquem, pernoitem e visitem a cidade inteira”, considerou.

Como o Presidente da Sociedade de Hotéis do Bom Jesus fez questão de referir, o Bom Jesus recebeu, no ano passado, cerca de um milhão e cem mil passantes. “Apesar de este ser um número de grande relevo, a verdade é que o tempo médio de estadia é muito curo.  Precisamos de uma programação cultural dentro da própria cidade de Braga, cujo corolário natural seja a visita historia a este espaço, e é fundamental ainda a criação de percursos pedonais para ciclistas, para a prática de desporto, para a visualização de fauna e flora, etc”, afirmou, ressaltando que dessa forma é possível fazer os turistas ficar durante “três dias, uma ou até duas e três semanas”.

Mário Paulo Pereira abordou ainda os problemas de segurança que se fazem sentir no santuário e pediu uma maior vigilância e atenção por parte das autoridades. “A iluminação desliga muito cedo, principalmente no verão, que é quando as pessoa frequentam a instância até horas tardias”, concluiu.

Fotos da apresentação de Ricardo Rio

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Já estão disponíveis no Facebook algumas fotos da fantástica sessao de apresentação de Ricardo Rio no Theatro Circo. 

Transmissão em directo da sessão de apresentação (inicio às 16h30)

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Luís Rodrigues será um dos Mandatários para a Juventude

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Luís Rodrigues será um dos Mandatários para a Juventude da candidatura do Dr. Ricardo Rio à Câmara Municipal Braga

Presidente da Associação Académica da Universidade do Minho nos mandatos de 2010/2011, instituição onde foi ainda Tesoureiro em 2008 e 2009 e Director da Comunicação e Imagem em 2007, Luís Rodrigues é Licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho, encontrando-se a concluir o Mestrado em Informação e Jornalismo.

Na UMinho, foi também Presidente do Conselho de Administração da Rádio Universitária do Minho em 2010 e 2011 e representante dos estudantes no Conselho Geral entre 2009 e 2013, integrando as Comissões de “Governação e Assuntos Institucionais” e de “Investigação, Ensino, Qualidade e Avaliação”. Entre 2010 e 2011 integrou a Comissão de Acompanhamento do Sistema Interno de Garantia da Qualidade-UM e foi membro do Conselho de Acção Social da Universidade do Minho. Foi ainda membro do Senado Universitário em 2008 e 2009. Em 2010 foi eleito Representante dos Estudantes do Ensino Superior Universitário no Conselho Consultivo da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), sendo em 2011 reconduzido para um segundo mandato.

Ao longo de um percurso académico e extracurricular marcado pelo associativismo, Luís Rodrigues foi ainda Presidente da Comissão Organizadora do Mundial Universitário de Futsal’2012 em Braga, do Mundial Universitário de Xadrez’2012, em Guimarães, e do Europeu Universitário de Taekwondo’2011, em Braga. Foi Delegado da Federação Académica de Desporto Universitário em 2010/2011, e integrou a equipa que elaborou a candidatura à organização dos Campeonatos Nacionais Universitários’2012 (Braga e Guimarães) e do Mundial Universitário de Andebol, que terá lugar em Braga no próximo ano.

Braga tem de despartidarizar as políticas municipais na área social

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A Juventude Social-democrata e a Juventude Popular, sob a égide do “Juntos Por Braga”, realizaram uma Conferência subordinada ao tema “Políticas Sociais para Braga”. O debate realizou-se no auditório do Instituto Monsenhor Airosa - que encheu por completo - e teve como moderadora Filomena Bordalo (ex-diretora do Centro Regional de Segurança Social de Braga). 

Os oradores foram Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, Manuel Vieira, Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Deficientes de Braga (APD), Rui Barreira, Diretor do Centro Distrital de Braga da Segurança Social, e José Maria Carneiro Costa, Presidente da Assembleia-geral da Associação de Moradores das Lameiras de Vila Nova de Famalicão. 

Durante a sua intervenção, Ricardo Rio garantiu que cabe ao novo executivo municipal a responsabilidade de melhorar e valorizar o que já tem sido feito em termos de trabalho social em Braga. “Vamos aproveitar as novas sugestões e ideias que temos para tentar melhorar o apoio social com todos estes contributos de enorme valia que vamos recolhendo. Estou certo de que temos um plano diferente e bem melhor para implementar, mas sempre numa lógica incremental relativamente ao que tem sido desenvolvido”, salientou. 

Rio lembrou que uma das propostas já apresentadas pelo “Juntos Por Braga” à autarquia contemplava a criação de um Provedor do cidadão com deficiência, algo que defende que seria extremamente benéfico. “É muito importante introduzir permanentemente, na discussão de todas as políticas municipais, alguém que possa fazer o escrutínio em nome das próprias associações e cidadãos com deficiência, para acautelar e salvaguardar o interesse dessa população alvo”, garantiu, salientando que noutras autarquias esta é uma experiência que se está a revelar um sucesso e um contributo “diferenciador”. 

Referindo-se às acessibilidades na cidade, o líder do “Juntos Por Braga” enfatizou que é urgente incluir, numa ótica de intervenção no espaço publico, a preocupação com a mobilidade de toda a população, incluindo deficientes, idosos ou pessoas que passeiam com carrinhos de bebé. “E quando falamos em acessibilidades, não nos cingimos apenas ao espaço público, mas também ao edificado e aos equipamentos de gestão municipal. É lamentável que em Braga tenhamos tantos casos de desrespeito pelas necessidades destes cidadãos em equipamentos como o Estádio Municipal, o Theatro Circo ou o próprio edifício da autarquia”, afirmou, lembrando que um cidadão em cadeira de rodas está atualmente “impossibilitado” de ser vereador municipal, devido ao facto de não ter qualquer possibilidade de aceder às reuniões municipais que se realizam no 1º piso da autarquia. 

No que se refere aos recentes problemas de pagamento de estacionamento dos cidadãos com deficiência em ruas com parquímetros - que estão a indignar a população deficiente -, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga deixou a garantia de apresentar brevemente uma proposta de alteração do regulamento, de forma a isentá-los do pagamento desse valor. “Em Braga, havia um pacto de bom senso entre a autarquia e a polícia municipal, que nunca multou nenhuma pessoa que estacionasse num lugar reservado para cidadãos com deficiência que se incluísse numa faixa de estacionamento pago. Desde a privatização que tudo mudou de forma inexplicável”, criticou Rio, considerando que esta atitude é uma enorme “falta de respeito” para com os deficientes.

Falando sobre o trabalho das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), Ricardo Rio sublinhou que é muito devido ao seu esforço que é possível acorrer às necessidades das diversas franjas da população, dos mais carenciados passando por aqueles que necessitam apenas de especial atenção, como as crianças e os idosos. “É obrigação de qualquer autarquia contribuir para potenciar o trabalho das IPSS´s e os seus recursos, numa ótica de subsidiariedade e de respeito pela sua identidade”, acredita, reforçando que a Câmara Municipal tem de “despartidarizar” as políticas municipais relativas à gestão da rede social e à colaboração com as IPSS´s. 

De forma a garantir a sustentabilidade das IPSS´s, Rio acrescentou que é fundamental aligeirar o ónus sobre essas instituições do ponto de vista dos recursos que são absorvidos pela autarquia, em termos de tarifas, taxas, licenças e outros serviços municipais. “Por outro lado, cabe ao município dotar as IPSS´s de meios adicionais, sejam eles financeiros, humanos ou de outra natureza. Das nossas propostas fazem parte questões tão importantes como a criação de um banco de voluntários ou de medicamentos, assim como de uma central de compras que permitiria ganhar escala e reduzir substancialmente os custos na aquisição de determinados bens e serviços”, apontou, garantindo que estas são ajudas que não custam recursos à Câmara e que podem aligeirar as dificuldades das IPSS. 

10% da população sofre de deficiência e exige melhores condições 

Por seu tuno, Manuel Vieira, Vice-Presidente da APD, afirmou que, segundo os últimos estudos, estima-se que cerca de 10% da população nacional sofra de algum tipo de deficiência. “Esta é a prova de que se trata de uma franja grande da população que necessita de melhores condições de vida, não só em termos de saúde, mas também ao nível social e profissional”, afirmou, destacando a vertente profissional como o principal flagelo da população com deficiência: “Infelizmente, os primeiros a sofrer na pele os efeitos da crise e do desemprego são as pessoas com deficiência, que perdem assim o seu meio de subsistência. E sem emprego não é possível a integração”. 

Já José Maria Carneiro Costa explicou de que forma o trabalho da Associação de Moradores das Lameiras, que conta com 29 anos de existência, contribuiu para a afirmação do complexo habitacional das Lameiras como uma zona tranquila e com qualidade de vida. “Orientamos a nossa ação na promoção da solidariedade social, educação, habitação, saúde, cultura e desporto a partir da infância, juventude, família e terceira idade. Temos desenvolvido, ao longo destes anos diversas ações junto de vários organismos oficiais, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida dos residentes do Bairro das Lameiras e da população das zonas circundantes”, realçou, garantindo que hoje em dia as Lameiras são uma zona ótima para se morar e onde todos têm acesso às oportunidades para construir uma vida de sucesso: “As pessoas são o mais importante e cabe aos cidadãos a responsabilidade de intervir e de meter mãos à obra. Aos agentes políticos devem servir como facilitadores e potenciadores destes movimentos, mas é dos cidadãos que eles devem nascer”. 

A finalizar, Rui Barreira assumiu-se como um apaixonado das instituições de solidariedade social e afirmou acreditar muito no trabalho que estas desenvolvem. “São instituições que, com conhecimento de causa, afeto e em proximidade com as pessoas, fazem muito mais com menos. Os municípios têm de assumir um papel fundamental no apoio e na coordenação destas IPSS, reforçando o seu papel como elemento agregador na área social”, disse. O Diretor do Centro Distrital de Braga da Segurança Social afirmou também que é necessário acabar com um espirito de concorrência e rivalidade negativa estre estas valências, que devem ser complementares entre si e abranger a maior área territorial possível. “Foram cometidos erros no passado e construídos equipamentos desfasados da realidade, que dificilmente seriam sustentáveis. Está na altura de se construir uma rede capaz de potenciar e tornar viáveis estas valências ao longo do território”.

Tudo e Todos Por Braga

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Hoje inauguramos uma nova rubrica. Queremos interagir ainda mais com os nossos seguidores. Gostávamos que nos enviassem um pequeno video, com o máximo de 1 minuto, onde expressem o vosso apoio à candidatura de forma criativa".

Sejam, também vocês, agentes da mudança em Braga!

Ricardo Jorge Pereira da Silva é o candidato “Juntos por Braga” à Junta de Freguesia de S. Victor

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Licenciado em História e em Arqueologia pela Universidade do Minho, Ricardo Silva, de 32 anos, é o coordenador da JovemCoop. Ao longo dos últimos anos deu a cara pela defesa do património e pelas causas socais mais eminentes da freguesia. Recordamos, particularmente, as Sete Fontes, que foi a causa mais emblemática, mas muitas outras se juntam ao rol: fábrica Confiança, Convertidas, Guadalupe, candeeiros do Campo Novo ou a Casa do Areal. Além do mais, não faltam causas de apoio social como recentemente a caminhada em favor da CERCI Braga, a campanha de recolha de azeite para os cabazes a serem entregues às famílias carenciadas da freguesia, entre outras acções solidárias em favor de associações da freguesia. Ricardo Silva foi também um dos restauradores das festas de S. Marçal e de Nossa Senhora da Piedade em Guadalupe, património de Braga que estava esquecido há algumas décadas.

A intervenção cívica de Ricardo Silva é o melhor argumento da sua candidatura e da confiança que vai merecer dos eleitores de S. Victor.

A apresentação oficial da candidatura decorrerá amanhã, pelas 12 horas, junto à “Casa do Areal”.


José António Vieira Peixoto é o candidato da Coligação “Juntos por Braga” à Junta de Freguesia de Palmeira

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José Peixoto tem 56 anos e é natural e residente em Palmeira, onde desde jovem exerceu cargos dirigentes no CNE – Agrupamento de Escuteiros de Palmeira, no Clube Juvenil de Palmeira, na Associação Recreativa e Cultural de Palmeira, na Casa do Povo de Palmeira e na ATIP (Associação de Amigos da 3ª Idade de Palmeira. Desempenha, desde 1997, as funções de Secretário da Junta de Freguesia de Palmeira.

Licenciado em Ensino de Educação Tecnológica, detém duas Pós-Graduações em Administração Escolar e Educacional conferidas pela Universidade do Minho (2003) e Universidade Católica (2008). É professor do quadros do Agrupamento de Escolas de Prado, instituição que dirige desde 1989, desempenhando sucessiva e ininterruptamente os cargos de Presidente da Comissão Instaladora, Presidente do Conselho Directivo e Conselho Executivo, exercendo desde 2009 a função de Director desde Agrupamento de Escolas, cargo para o qual acaba de ser reconduzido para novo mandato até 2017.

António Murta Presidente da Comissão de Honra

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António Murta será o Presidente da Comissão de Honra de apoio à Candidatura do Dr. Ricardo Rio à CMBraga.

Licenciado em Engenharia de Sistemas pela Universidade do Minho, António Murta é membro do Conselho Geral da Universidade do Minho desde 2009, tendo sido recentemente empossado para um novo mandato. Em termos de formação, concluiu ainda o MBA pelo ISEE (Universidade do Porto), assim como o AMP pelo INSEAD. Entre 1991 e 1997 exerceu funções de Diretor de Sistemas de Informação da Sonae Distribuição. Fundou a Enabler, empresa integradora de sistemas de informação focada em retalho, e ocupou o cargo de VP na Wipro Retail após esta ter adquirido a Enabler. É ainda sócio fundador de várias outras empresas de TI. Actualmente, é Managing Director da Pathena, sociedade de investimentos que fundou com outros sócios.

Mais recentemente, foi nomeado Membro do CNEI - Conselho Nacional para o Empreendedorismo e Inovação, assim como representante de Portugal na Digital Agenda for Europe. É ainda Diretor Não-Executivo da COTEC Portugal.

Eu, Presidente - Sessão de Apresentação

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Como sabe, terá lugar no próximo dia 9 a apresentação da candidatura do Dr. Ricardo Rio à Presidência da Câmara Municipal de Braga. Daí que esta semana lhe lancemos um desafio diferente: qual seria a frase que gostaria de ouvir no discurso do Dr. Ricardo Rio?

Tu, Presidente - Braga Romana

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Na semana passada, na rubrica "Eu, Presidente", pedimos contributos para melhorar o "Braga Romana". Mais uma vez recebemos várias ideias. Obrigado a todos os que têm participado nesta iniciativa, pois estão a valorizar imenso o nosso projecto.

Angelo Sousa Queria enaltecer a iniciativa que deve sempre permanecer, com melhorias constantes. Aproveito para ir registando algumas ideias de melhorias: 
a) delimitar (tipo muralhas) a cidade romana e colocar Gverreiros romanos nas entradas (idêntico ao ocorrido no acampamento militar);
b) Ter uma "loja" na CMB com apetrechos romanos (panos vermelhos, roupas) para serem vendidos (sem lucro) aos comerciais e ás pessoas que são antecipadamente informadas da necessidade de participarem;
c) possuir fixados e distribuir programas das actividades;
d) não permitir que sejam comercializado produtos que não sejam da época romana;
e) cortejo mais pequeno (limitar a quantidade de pessoas por grupo) e desfilar mais carros (armas de guerra);
f) criar um local (do tipo largo do paço, ou termas romanas) para fazer uma festa romana, onde só pode entrar quem estiver vestido à romano ou dessa época;
g) criar mais sinalizações da rua "romanas";
h) CRIAR A MOEDA ROMANA ( "denário"?), existir locais de cambio e obrigar a pagar nessa moeda, e os comerciais depois iriam no final cambiar para euros. 



Jorge Paraiso Ter cá a televisão que é paga pelos nossos impostos...
 





José Carlos Silva Neste tipo de eventos há sempre espaço para melhorias e aqui há espaço de sobra, apesar das melhorias ao longo de todas as edições. Assim à primeira vista vejo algumas melhorias a fazer. Mais dias de Braga Romana, mais actividades, envolver ainda mais a cidade e a comunidade e mais rigor histórico, aliás acho que muito rigor histórico é essencial para o crescimento do evento. Claro que há que ter em atenção as possibilidades dos cofres da cidade, mas também uma aposta firme trás retorno, não é.





Isabel Pimenta Parece-me que um evento como este que envolve tantas escolas, associações... deveria ter tido uma cobertura melhor a nível da comunicação social. Este departamento de marketing que temos em Braga é mesmo fraquinho!





Maria Candida Cerqueira particularmente gostei. No entanto vi muitos elogios aos organizadores e não embarquei nisso uma vez que os membros da Câmara Municipal não fizeram mais que a sua obrigação, pois para isso foram eleitos. Melhorar é sempre bom e gostaria que fosse mais divulgada pois Braga merece estar no mapa da comunicação social particularmente na televisão.





Antonio Lourenço Paiva Eu penso que na Bracara Romana, só se deviam vender artigos relacionados com a época. Conforme está mais parece o São João. 





Manuela Pereira Excelente nicho de mercado para a nossa cidade. 





Filipe Macedo Aprender um pouco mais com as sextas 13 de Montalegre e motivar ainda mais a população a participar na temática, seja na indumentária, seja nas casas. Mas foi muito boa este ano e cada vez melhor. 





Alice Diez Botelho Falta a televisão, o evento e bom e merecia ser mostrado. 





Filipe Macedo Fazer regressar a concentração de motas de Braga, subordinada ao tema claro. Iria trazer muita gente de todo o País.

Ricardo Rio distribuiu balões e sorrisos no Dia Mundial da Criança

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Como forma de comemoração do Dia Mundial da Criança, os “Juntos Por Braga” ofereceram balões às crianças em vários pontos do centro da cidade. A iniciativa, que contou com uma enorme adesão das pessoas, visou homenagear de uma forma simbólica todas as crianças Bracarenses. 

Ricardo Rio aproveitou a ocasião para desejar um dia muito feliz a todas as crianças do concelho. “Este é, sem dúvida, um dia especial e diferente para os mais novos, que devem usufruir dele da melhor forma, divertindo-se junto das suas famílias e amigos. Da nossa parte, queremos com este gesto oferecer não só balões, mas principalmente sorrisos a estas crianças”, afirmou. 

O candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga deixou uma mensagem de esperança e confiança no futuro às crianças Bracarenses. “Apesar de estarmos a viver um período de dificuldades, que tem afetado bastante os jovens, acredito muito num futuro melhor. Da nossa parte, faremos o que estiver ao nosso alcance para que estas crianças tenham as condições para crescerem felizes, se formarem como pessoas e terem acesso às oportunidades para fazerem a sua vida na nossa cidade e serem, elas próprias, o futuro de Braga”, sublinhou. 

O líder do “Juntos Por Braga” salientou também que este é o melhor dia para lembrar a Câmara Municipal que as crianças Bracarenses merecem uma cidade com mais parques e espaços verdes, onde possam brincar em tranquilidade e segurança. “Infelizmente, temos uma autarquia que tem privilegiado o cimento em detrimento do verde da natureza. Não é essa a cidade que nós queremos construir, e por certo será uma estratégia que iremos inverter para tornar Braga numa cidade mais acolhedora para as famílias e com muito melhor qualidade de vida”, garantiu. 

Por fim, Ricardo Rio não esqueceu as crianças Bracarenses que estão a atravessar períodos de dificuldades a nível económico e social. “Este é também um dia para pensarmos nas crianças que vivem sem as condições que consideramos mínimas de bem-estar e qualidade de vida. Todas as crianças merecem crescer num clima de paz, harmonia e segurança. Sabemos que isso nem sempre acontece, e será a prioridade das prioridades do “Juntos Por Braga” aumentar o apoio social e garantir que todas as crianças do concelho têm direito a uma infância digna e feliz”, reforçou.