Luís Rodrigues será um dos Mandatários para a Juventude
Luís Rodrigues será um dos Mandatários para a Juventude da candidatura do Dr. Ricardo Rio à Câmara Municipal Braga
Presidente da Associação Académica da Universidade do Minho nos mandatos de 2010/2011, instituição onde foi ainda Tesoureiro em 2008 e 2009 e Director da Comunicação e Imagem em 2007, Luís Rodrigues é Licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho, encontrando-se a concluir o Mestrado em Informação e Jornalismo.
Na UMinho, foi também Presidente do Conselho de Administração da Rádio Universitária do Minho em 2010 e 2011 e representante dos estudantes no Conselho Geral entre 2009 e 2013, integrando as Comissões de “Governação e Assuntos Institucionais” e de “Investigação, Ensino, Qualidade e Avaliação”. Entre 2010 e 2011 integrou a Comissão de Acompanhamento do Sistema Interno de Garantia da Qualidade-UM e foi membro do Conselho de Acção Social da Universidade do Minho. Foi ainda membro do Senado Universitário em 2008 e 2009. Em 2010 foi eleito Representante dos Estudantes do Ensino Superior Universitário no Conselho Consultivo da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), sendo em 2011 reconduzido para um segundo mandato.
Ao longo de um percurso académico e extracurricular marcado pelo associativismo, Luís Rodrigues foi ainda Presidente da Comissão Organizadora do Mundial Universitário de Futsal’2012 em Braga, do Mundial Universitário de Xadrez’2012, em Guimarães, e do Europeu Universitário de Taekwondo’2011, em Braga. Foi Delegado da Federação Académica de Desporto Universitário em 2010/2011, e integrou a equipa que elaborou a candidatura à organização dos Campeonatos Nacionais Universitários’2012 (Braga e Guimarães) e do Mundial Universitário de Andebol, que terá lugar em Braga no próximo ano.
Braga tem de despartidarizar as políticas municipais na área social
A Juventude Social-democrata e a Juventude Popular, sob a égide do “Juntos Por Braga”, realizaram uma Conferência subordinada ao tema “Políticas Sociais para Braga”. O debate realizou-se no auditório do Instituto Monsenhor Airosa - que encheu por completo - e teve como moderadora Filomena Bordalo (ex-diretora do Centro Regional de Segurança Social de Braga).
Os oradores foram Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, Manuel Vieira, Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Deficientes de Braga (APD), Rui Barreira, Diretor do Centro Distrital de Braga da Segurança Social, e José Maria Carneiro Costa, Presidente da Assembleia-geral da Associação de Moradores das Lameiras de Vila Nova de Famalicão.
Durante a sua intervenção, Ricardo Rio garantiu que cabe ao novo executivo municipal a responsabilidade de melhorar e valorizar o que já tem sido feito em termos de trabalho social em Braga. “Vamos aproveitar as novas sugestões e ideias que temos para tentar melhorar o apoio social com todos estes contributos de enorme valia que vamos recolhendo. Estou certo de que temos um plano diferente e bem melhor para implementar, mas sempre numa lógica incremental relativamente ao que tem sido desenvolvido”, salientou.
Rio lembrou que uma das propostas já apresentadas pelo “Juntos Por Braga” à autarquia contemplava a criação de um Provedor do cidadão com deficiência, algo que defende que seria extremamente benéfico. “É muito importante introduzir permanentemente, na discussão de todas as políticas municipais, alguém que possa fazer o escrutínio em nome das próprias associações e cidadãos com deficiência, para acautelar e salvaguardar o interesse dessa população alvo”, garantiu, salientando que noutras autarquias esta é uma experiência que se está a revelar um sucesso e um contributo “diferenciador”.
Referindo-se às acessibilidades na cidade, o líder do “Juntos Por Braga” enfatizou que é urgente incluir, numa ótica de intervenção no espaço publico, a preocupação com a mobilidade de toda a população, incluindo deficientes, idosos ou pessoas que passeiam com carrinhos de bebé. “E quando falamos em acessibilidades, não nos cingimos apenas ao espaço público, mas também ao edificado e aos equipamentos de gestão municipal. É lamentável que em Braga tenhamos tantos casos de desrespeito pelas necessidades destes cidadãos em equipamentos como o Estádio Municipal, o Theatro Circo ou o próprio edifício da autarquia”, afirmou, lembrando que um cidadão em cadeira de rodas está atualmente “impossibilitado” de ser vereador municipal, devido ao facto de não ter qualquer possibilidade de aceder às reuniões municipais que se realizam no 1º piso da autarquia.
No que se refere aos recentes problemas de pagamento de estacionamento dos cidadãos com deficiência em ruas com parquímetros - que estão a indignar a população deficiente -, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga deixou a garantia de apresentar brevemente uma proposta de alteração do regulamento, de forma a isentá-los do pagamento desse valor. “Em Braga, havia um pacto de bom senso entre a autarquia e a polícia municipal, que nunca multou nenhuma pessoa que estacionasse num lugar reservado para cidadãos com deficiência que se incluísse numa faixa de estacionamento pago. Desde a privatização que tudo mudou de forma inexplicável”, criticou Rio, considerando que esta atitude é uma enorme “falta de respeito” para com os deficientes.
Falando sobre o trabalho das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), Ricardo Rio sublinhou que é muito devido ao seu esforço que é possível acorrer às necessidades das diversas franjas da população, dos mais carenciados passando por aqueles que necessitam apenas de especial atenção, como as crianças e os idosos. “É obrigação de qualquer autarquia contribuir para potenciar o trabalho das IPSS´s e os seus recursos, numa ótica de subsidiariedade e de respeito pela sua identidade”, acredita, reforçando que a Câmara Municipal tem de “despartidarizar” as políticas municipais relativas à gestão da rede social e à colaboração com as IPSS´s.
De forma a garantir a sustentabilidade das IPSS´s, Rio acrescentou que é fundamental aligeirar o ónus sobre essas instituições do ponto de vista dos recursos que são absorvidos pela autarquia, em termos de tarifas, taxas, licenças e outros serviços municipais. “Por outro lado, cabe ao município dotar as IPSS´s de meios adicionais, sejam eles financeiros, humanos ou de outra natureza. Das nossas propostas fazem parte questões tão importantes como a criação de um banco de voluntários ou de medicamentos, assim como de uma central de compras que permitiria ganhar escala e reduzir substancialmente os custos na aquisição de determinados bens e serviços”, apontou, garantindo que estas são ajudas que não custam recursos à Câmara e que podem aligeirar as dificuldades das IPSS.
10% da população sofre de deficiência e exige melhores condições
Por seu tuno, Manuel Vieira, Vice-Presidente da APD, afirmou que, segundo os últimos estudos, estima-se que cerca de 10% da população nacional sofra de algum tipo de deficiência. “Esta é a prova de que se trata de uma franja grande da população que necessita de melhores condições de vida, não só em termos de saúde, mas também ao nível social e profissional”, afirmou, destacando a vertente profissional como o principal flagelo da população com deficiência: “Infelizmente, os primeiros a sofrer na pele os efeitos da crise e do desemprego são as pessoas com deficiência, que perdem assim o seu meio de subsistência. E sem emprego não é possível a integração”.
Já José Maria Carneiro Costa explicou de que forma o trabalho da Associação de Moradores das Lameiras, que conta com 29 anos de existência, contribuiu para a afirmação do complexo habitacional das Lameiras como uma zona tranquila e com qualidade de vida. “Orientamos a nossa ação na promoção da solidariedade social, educação, habitação, saúde, cultura e desporto a partir da infância, juventude, família e terceira idade. Temos desenvolvido, ao longo destes anos diversas ações junto de vários organismos oficiais, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida dos residentes do Bairro das Lameiras e da população das zonas circundantes”, realçou, garantindo que hoje em dia as Lameiras são uma zona ótima para se morar e onde todos têm acesso às oportunidades para construir uma vida de sucesso: “As pessoas são o mais importante e cabe aos cidadãos a responsabilidade de intervir e de meter mãos à obra. Aos agentes políticos devem servir como facilitadores e potenciadores destes movimentos, mas é dos cidadãos que eles devem nascer”.
A finalizar, Rui Barreira assumiu-se como um apaixonado das instituições de solidariedade social e afirmou acreditar muito no trabalho que estas desenvolvem. “São instituições que, com conhecimento de causa, afeto e em proximidade com as pessoas, fazem muito mais com menos. Os municípios têm de assumir um papel fundamental no apoio e na coordenação destas IPSS, reforçando o seu papel como elemento agregador na área social”, disse. O Diretor do Centro Distrital de Braga da Segurança Social afirmou também que é necessário acabar com um espirito de concorrência e rivalidade negativa estre estas valências, que devem ser complementares entre si e abranger a maior área territorial possível. “Foram cometidos erros no passado e construídos equipamentos desfasados da realidade, que dificilmente seriam sustentáveis. Está na altura de se construir uma rede capaz de potenciar e tornar viáveis estas valências ao longo do território”.
Tudo e Todos Por Braga
Hoje inauguramos uma nova rubrica. Queremos interagir ainda mais com os nossos seguidores. Gostávamos que nos enviassem um pequeno video, com o máximo de 1 minuto, onde expressem o vosso apoio à candidatura de forma criativa".
Sejam, também vocês, agentes da mudança em Braga!
Ricardo Jorge Pereira da Silva é o candidato “Juntos por Braga” à Junta de Freguesia de S. Victor
A intervenção cívica de Ricardo Silva é o melhor argumento da sua candidatura e da confiança que vai merecer dos eleitores de S. Victor.
A apresentação oficial da candidatura decorrerá amanhã, pelas 12 horas, junto à “Casa do Areal”.
José António Vieira Peixoto é o candidato da Coligação “Juntos por Braga” à Junta de Freguesia de Palmeira
Licenciado em Ensino de Educação Tecnológica, detém duas Pós-Graduações em Administração Escolar e Educacional conferidas pela Universidade do Minho (2003) e Universidade Católica (2008). É professor do quadros do Agrupamento de Escolas de Prado, instituição que dirige desde 1989, desempenhando sucessiva e ininterruptamente os cargos de Presidente da Comissão Instaladora, Presidente do Conselho Directivo e Conselho Executivo, exercendo desde 2009 a função de Director desde Agrupamento de Escolas, cargo para o qual acaba de ser reconduzido para novo mandato até 2017.
António Murta Presidente da Comissão de Honra
António Murta será o Presidente da Comissão de Honra de apoio à Candidatura do Dr. Ricardo Rio à CMBraga.
Licenciado em Engenharia de Sistemas pela Universidade do Minho, António Murta é membro do Conselho Geral da Universidade do Minho desde 2009, tendo sido recentemente empossado para um novo mandato. Em termos de formação, concluiu ainda o MBA pelo ISEE (Universidade do Porto), assim como o AMP pelo INSEAD. Entre 1991 e 1997 exerceu funções de Diretor de Sistemas de Informação da Sonae Distribuição. Fundou a Enabler, empresa integradora de sistemas de informação focada em retalho, e ocupou o cargo de VP na Wipro Retail após esta ter adquirido a Enabler. É ainda sócio fundador de várias outras empresas de TI. Actualmente, é Managing Director da Pathena, sociedade de investimentos que fundou com outros sócios.
Mais recentemente, foi nomeado Membro do CNEI - Conselho Nacional para o Empreendedorismo e Inovação, assim como representante de Portugal na Digital Agenda for Europe. É ainda Diretor Não-Executivo da COTEC Portugal.
Eu, Presidente - Sessão de Apresentação
Como sabe, terá lugar no próximo dia 9 a apresentação da candidatura do Dr. Ricardo Rio à Presidência da Câmara Municipal de Braga. Daí que esta semana lhe lancemos um desafio diferente: qual seria a frase que gostaria de ouvir no discurso do Dr. Ricardo Rio?
Tu, Presidente - Braga Romana
Na semana passada, na rubrica "Eu, Presidente", pedimos contributos para melhorar o "Braga Romana". Mais uma vez recebemos várias ideias. Obrigado a todos os que têm participado nesta iniciativa, pois estão a valorizar imenso o nosso projecto.
Angelo Sousa Queria enaltecer a iniciativa que deve sempre permanecer, com melhorias constantes. Aproveito para ir registando algumas ideias de melhorias:
a) delimitar (tipo muralhas) a cidade romana e colocar Gverreiros romanos nas entradas (idêntico ao ocorrido no acampamento militar);
b) Ter uma "loja" na CMB com apetrechos romanos (panos vermelhos, roupas) para serem vendidos (sem lucro) aos comerciais e ás pessoas que são antecipadamente informadas da necessidade de participarem;
c) possuir fixados e distribuir programas das actividades;
d) não permitir que sejam comercializado produtos que não sejam da época romana;
e) cortejo mais pequeno (limitar a quantidade de pessoas por grupo) e desfilar mais carros (armas de guerra);
f) criar um local (do tipo largo do paço, ou termas romanas) para fazer uma festa romana, onde só pode entrar quem estiver vestido à romano ou dessa época;
g) criar mais sinalizações da rua "romanas";
h) CRIAR A MOEDA ROMANA ( "denário"?), existir locais de cambio e obrigar a pagar nessa moeda, e os comerciais depois iriam no final cambiar para euros.
Jorge Paraiso Ter cá a televisão que é paga pelos nossos impostos...
José Carlos Silva Neste tipo de eventos há sempre espaço para melhorias e aqui há espaço de sobra, apesar das melhorias ao longo de todas as edições. Assim à primeira vista vejo algumas melhorias a fazer. Mais dias de Braga Romana, mais actividades, envolver ainda mais a cidade e a comunidade e mais rigor histórico, aliás acho que muito rigor histórico é essencial para o crescimento do evento. Claro que há que ter em atenção as possibilidades dos cofres da cidade, mas também uma aposta firme trás retorno, não é.
Isabel Pimenta Parece-me que um evento como este que envolve tantas escolas, associações... deveria ter tido uma cobertura melhor a nível da comunicação social. Este departamento de marketing que temos em Braga é mesmo fraquinho!
Maria Candida Cerqueira particularmente gostei. No entanto vi muitos elogios aos organizadores e não embarquei nisso uma vez que os membros da Câmara Municipal não fizeram mais que a sua obrigação, pois para isso foram eleitos. Melhorar é sempre bom e gostaria que fosse mais divulgada pois Braga merece estar no mapa da comunicação social particularmente na televisão.
Antonio Lourenço Paiva Eu penso que na Bracara Romana, só se deviam vender artigos relacionados com a época. Conforme está mais parece o São João.
Manuela Pereira Excelente nicho de mercado para a nossa cidade.
Filipe Macedo Aprender um pouco mais com as sextas 13 de Montalegre e motivar ainda mais a população a participar na temática, seja na indumentária, seja nas casas. Mas foi muito boa este ano e cada vez melhor.
Alice Diez Botelho Falta a televisão, o evento e bom e merecia ser mostrado.
Filipe Macedo Fazer regressar a concentração de motas de Braga, subordinada ao tema claro. Iria trazer muita gente de todo o País.
Ricardo Rio distribuiu balões e sorrisos no Dia Mundial da Criança
Como forma de comemoração do Dia Mundial da Criança, os “Juntos Por Braga” ofereceram balões às crianças em vários pontos do centro da cidade. A iniciativa, que contou com uma enorme adesão das pessoas, visou homenagear de uma forma simbólica todas as crianças Bracarenses.
Ricardo Rio aproveitou a ocasião para desejar um dia muito feliz a todas as crianças do concelho. “Este é, sem dúvida, um dia especial e diferente para os mais novos, que devem usufruir dele da melhor forma, divertindo-se junto das suas famílias e amigos. Da nossa parte, queremos com este gesto oferecer não só balões, mas principalmente sorrisos a estas crianças”, afirmou.
O candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga deixou uma mensagem de esperança e confiança no futuro às crianças Bracarenses. “Apesar de estarmos a viver um período de dificuldades, que tem afetado bastante os jovens, acredito muito num futuro melhor. Da nossa parte, faremos o que estiver ao nosso alcance para que estas crianças tenham as condições para crescerem felizes, se formarem como pessoas e terem acesso às oportunidades para fazerem a sua vida na nossa cidade e serem, elas próprias, o futuro de Braga”, sublinhou.
O líder do “Juntos Por Braga” salientou também que este é o melhor dia para lembrar a Câmara Municipal que as crianças Bracarenses merecem uma cidade com mais parques e espaços verdes, onde possam brincar em tranquilidade e segurança. “Infelizmente, temos uma autarquia que tem privilegiado o cimento em detrimento do verde da natureza. Não é essa a cidade que nós queremos construir, e por certo será uma estratégia que iremos inverter para tornar Braga numa cidade mais acolhedora para as famílias e com muito melhor qualidade de vida”, garantiu.
Por fim, Ricardo Rio não esqueceu as crianças Bracarenses que estão a atravessar períodos de dificuldades a nível económico e social. “Este é também um dia para pensarmos nas crianças que vivem sem as condições que consideramos mínimas de bem-estar e qualidade de vida. Todas as crianças merecem crescer num clima de paz, harmonia e segurança. Sabemos que isso nem sempre acontece, e será a prioridade das prioridades do “Juntos Por Braga” aumentar o apoio social e garantir que todas as crianças do concelho têm direito a uma infância digna e feliz”, reforçou.
Ricardo Rio visitou Associação Social e Cultural de Sobreposta
Associação é exemplo de vitalidade e envolvimento da população da região
No seguimento de um ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm levado a cabo junto de diversos agentes de diferentes âmbitos de atuação, Ricardo Rio visitou a Associação Social e Cultural de Sobreposta. Fernando Mendes, Presidente da coletividade há 8 anos, acompanhou Rio durante esta iniciativa.
Como explicou Fernando Mendes, a Associação Social e Cultural de Sobreposta, fundada em 2004 e sediada na Junta de Freguesia de Sobreposta, tem como principais objetivos desenvolver trabalhos na área cultural, social e educativa. “Estas são as três áreas que elegemos como prioritárias e é nestes setores que temos feito uma grande aposta. O balanço destes anos de atividade da associação é extremamente positivo”, sublinhou, esclarecendo que apesar de a associação estar sediada em Sobreposta, o seu âmbito de atuação pretende ser muito mais abrangente, incluindo a área que vai do planalto do Sameiro até à Citânia de Briteiros: “Este é um território homogéneo, com tradições comuns e com mistura de famílias entre as freguesias de Espinho, Pedralva e Sobreposta”.
Na ocasião, o líder do “Juntos Por Braga” salientou que esta visita permitiu-lhe ter um conhecimento mais claro relativamente à atividade desenvolvida por esta associação, e elogiou o facto dessa atividade não se limitar a Sobreposta, mas estender-se também às freguesias vizinhas de Espinho e Pedralva. “Esta é uma coletividade onde são desenvolvidas várias iniciativas de cariz social, cultural, e de promoção do património seja ele material ou imaterial, destas freguesias. É um verdadeiro exemplo no que se refere ao envolvimento da comunidade, que é bastante significativo”, afirmou.
Segundo Ricardo Rio, o facto de existir esta enorme vitalidade e capacidade para concretizar eventos em freguesias que estão no extremo do concelho é fundamental. “É extremamente interessante verificar esta atividade constante em freguesias afastadas do centro, e é algo de muito importante para as pessoas desta região se sentirem integradas e que deve ser incentivado pela autarquia. Demonstra bem a vitalidade das pessoas destas freguesias”, elogiou.
Centro de Convívio e Recuperação de Moinhos são prioridades
A curto prazo, a Associação Cultural e Social de Sobreposta pretende abrir um Centro de Convívio intergeracional onde a população mais idoso possa conviver e passar o tempo de forma lúdica. “Em conjugação de esforços entre as três freguesias, estamos em fase de aprovação do projeto para o centro de convívio e esse é um dos nossos principais objetivos na área social. O novo centro ficará localizado na Casa do Povo de Pedralva, que está desocupado”, afirmou.
Outro dos grandes projetos da Associação passa pela valorização e recuperação do complexo de moinhos que existe em Sobreposta. “Este é um projeto que encaixa perfeitamente no âmbito cultural e patrimonial da nossa coletividade. Os moinhos estão degradados e abandonados há muitos anos e nós pretendemos conservar alguns para turismo e requalificar outros, dando-lhes novas funcionalidade”, disse.
Também na área cultural a Associação tem um grupo de teatro e um grupo coral que que interpreta canções tradicionais do povo desta zona, tendo também no ano passado publicado um Cancioneiro de Sobreposta. “Efetuamos o levantamento dos costumes e tradições desta região, com o apoio de duas alunas da Universidade do Minho que fizeram um trabalho de campo de recolha das canções junto de algumas senhoras. É um património cultural muito valioso e, como esse, temos muito mais material produzido e à espera apenas de ser publicado”, garantiu Fernando Mendes.
Por fim, o Presidente da Associação referiu que, no setor educativo, representam a comunidade educativa no Agrupamento de Escolas local e dão apoio aos alunos da zona com dificuldades de integração social e escolar.
Apresentação de José Manuel Fernandes
Apresentação de José Manuel Fernandes, Eurodeputado como mandatário da candidatura de Ricardo Rio à Presidência da Câmara Municipal de Braga.
José Manuel Fernandes é o mandatário de Ricardo Rio
O Eurodeputado José Manuel Fernandes será o mandatário da candidatura de Ricardo Rio, pela Coligação Juntos por Braga, nas próximas eleições autárquicas. José Manuel Fernandes é licenciado em Engenharia de Sistemas e Informática, pela Universidade do Minho, tendo sido formador e professor do ensino público. Foi Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde entre 1997 e 2009.
Eleito Eurodeputado em Junho de 2009, assume atualmente funções de membro efetivo da Comissão dos Orçamentos (BUDG) e membro suplente da Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar (ENVI). É o Relator do Parlamento Europeu para a mobilização do Fundo de Solidariedade da União Europeia. Na Comissão dos Orçamentos é o responsável do PPE pela Política de Consumidores. Em 2012, foi o relator dos Orçamentos do Parlamento Europeu e outras instituições da UE (Conselho, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Comité Económico e Social, Comité das Regiões, Provedor de Justiça, Autoridade Europeia para a Protecção de Dados e Serviço Europeu para a Acção Externa). Foi ainda membro efetivo da Comissão Especial sobre os Desafios Políticos e os Recursos Orçamentais para uma União Europeia Sustentável Após 2013. Na Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar, é o responsável do PPE pelas questões orçamentais dos programas e pela quitação do orçamento e das agências nesta área. Foi o autor do Relatório sobre os Bio-Resíduos na UE. No Parlamento Europeu é igualmente membro efectivo das delegações do Parlamento Europeu para as relações com a República Popular da China, e membro suplente para as delegações do Parlamento Europeu com a Índia e a delegação à Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE.
José Manel Fernandes foi também Presidente da Agência de Desenvolvimento Regional do Cávado, da Associação de Municípios do Vale do Cávado e do Conselho Executivo da Comunidade Intermunicipal do Vale do Cávado, tendo sido fundador do Centro Social e Paroquial de Moure e da Associação Juvenil de Moure.
Aposta na formação é essencial para ultrapassar as dificuldades e integrar os jovens na sociedade
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| Ricardo Rio visitou Clube Desportivo Maximinense |
Integrado num ciclo de contactos que os “juntos Por Braga” têm vindo a promover com vários agentes de diferentes âmbitos de actuação, Ricardo Rio visitou o Clube Desportivo Maximinense, colectividade fundada em 1931 e com longa tradição no futebol do concelho. Luís Martins Gomes, Presidente do Clube há dois anos, acompanhou Rio durante esta iniciativa.
Na ocasião, Ricardo Rio lembrou que o Maximinense é uma entidade de referência na cidade de Braga e enalteceu o trabalho da actual direcção. “Esta colectividade está, como sabemos, a atravessar alguns momentos de dificuldade do ponto de vista financeiro, mas termos de reconhecer o trabalho que esta direcção está a fazer no sentido de recuperar o clube”, afirmou.
Nesse sentido, Luís Martins Gomes salientou que o clube está a atravessar um momento económico extremamente difícil. “A realidade actual do Maximinense é muito complicada, porque as despesas são bastantes avultadas e quando assumi a presidência deparei-me com uma situação financeira que posso apelidar de catastrófica”, afirmou, notando que efectuou um “enorme esforço” para conseguir manter o clube, que estava muito próximo da extinção, de portas abertas.
O Presidente do Maximinense enfatizou que, apesar de todos os obstáculos, o clube vai conseguindo efectuar a sua actividade de forma normal, embora já não possua equipa de futebol de séniores. “Em 2010, ainda antes de a minha direcção tomar posse, o Maximinense terminou com os séniores. É óbvio que o objectivo passa por reactivar essa equipa, que tem longa tradição e que funciona como atractivo para chamar associados e jovens para o clube”, garantiu, afirmando no entanto que só depois de o clube ter as dividas saldadas é que se irá partir para esse projecto: “Não temos prazos definidos, até porque não queremos cair no erro de dar um passo maior que as pernas e pôr o clube em risco”.
Actualmente o Maximinense, que tem cerca de 200 associados, conta com equipas de Juniores, Juvenis, Iniciados, Infantis e Benjamins, que estão entre a I e a II divisão regional. “Ao todo, são mais de 150 jovens que aqui praticam desporto e se formam como jogadores e principalmente como pessoas. Temos traquinas e petizes”, afirmou, orgulhoso.
O líder do “Juntos Por Braga” sublinhou a aposta predominante que o clube está a fazer na formação desportiva, factor que considerou “primordial” para o sucesso dos clubes e para a integração dos jovens na sociedade. “Essa é uma área à qual temos dedicado especial atenção e para a qual sempre defendemos um continuado apoio por parte da autarquia para todas as colectividades”, lembrou.
Equipa de futebol feminino é projecto para o futuro
Luís Martins Gomes explicou que o Maximinense tem também um projecto para iniciar o futebol feminino, estando dependente apenas da realização de obras para construção de um balneário preparado para receber mulheres. “Antes de avançar para um clube de futebol feminino, que é algo que queremos muito, temos de criar infraestruturas em condições para as jogadoras. Já temos o projecto desenhado e o espaço onde queremos construir os balneários, mas falta o dinheiro para a concretização da obra”, destacou.
O candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga elogiou a ambição do Maximinense em criar uma equipa de futebol feminino. “Seria algo bastante interessante, na medida em que Braga deve promover o ecletismo da prática desportiva e alargar essa mesma prática a elementos do sexo feminino é promover precisamente esse ecletismo que deve ser salvaguardado no nosso concelho”, ressaltou.
Por fim, Luís Martins Gomes deixou um apelo às pessoas de Maximinos e às entidades privadas e públicas da freguesia. “Deixa-nos um pouco tristes sentir que as pessoas de Maximinos, assim como as suas entidades, apoiam pouco este clube e às vezes até parecem estar de costas voltadas para ele. Desenvolvemos um trabalho meritório e honesto e achamos que merecíamos uma maior atenção e carinho”, pediu. Assim sendo, o Presidente recordou que todos os apoios são essenciais: “Todos os euros que nos colocarem na nossa mão são uma maravilha. É só isso que nós pedimos, que as entidades de Maximinos nos ajudem com aquilo que têm e podem, por pouco que seja.”
Nesse sentido, Luís Martins Gomes salientou que o clube está a atravessar um momento económico extremamente difícil. “A realidade actual do Maximinense é muito complicada, porque as despesas são bastantes avultadas e quando assumi a presidência deparei-me com uma situação financeira que posso apelidar de catastrófica”, afirmou, notando que efectuou um “enorme esforço” para conseguir manter o clube, que estava muito próximo da extinção, de portas abertas.
O Presidente do Maximinense enfatizou que, apesar de todos os obstáculos, o clube vai conseguindo efectuar a sua actividade de forma normal, embora já não possua equipa de futebol de séniores. “Em 2010, ainda antes de a minha direcção tomar posse, o Maximinense terminou com os séniores. É óbvio que o objectivo passa por reactivar essa equipa, que tem longa tradição e que funciona como atractivo para chamar associados e jovens para o clube”, garantiu, afirmando no entanto que só depois de o clube ter as dividas saldadas é que se irá partir para esse projecto: “Não temos prazos definidos, até porque não queremos cair no erro de dar um passo maior que as pernas e pôr o clube em risco”.
Actualmente o Maximinense, que tem cerca de 200 associados, conta com equipas de Juniores, Juvenis, Iniciados, Infantis e Benjamins, que estão entre a I e a II divisão regional. “Ao todo, são mais de 150 jovens que aqui praticam desporto e se formam como jogadores e principalmente como pessoas. Temos traquinas e petizes”, afirmou, orgulhoso.
O líder do “Juntos Por Braga” sublinhou a aposta predominante que o clube está a fazer na formação desportiva, factor que considerou “primordial” para o sucesso dos clubes e para a integração dos jovens na sociedade. “Essa é uma área à qual temos dedicado especial atenção e para a qual sempre defendemos um continuado apoio por parte da autarquia para todas as colectividades”, lembrou.
Equipa de futebol feminino é projecto para o futuro
Luís Martins Gomes explicou que o Maximinense tem também um projecto para iniciar o futebol feminino, estando dependente apenas da realização de obras para construção de um balneário preparado para receber mulheres. “Antes de avançar para um clube de futebol feminino, que é algo que queremos muito, temos de criar infraestruturas em condições para as jogadoras. Já temos o projecto desenhado e o espaço onde queremos construir os balneários, mas falta o dinheiro para a concretização da obra”, destacou.
O candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga elogiou a ambição do Maximinense em criar uma equipa de futebol feminino. “Seria algo bastante interessante, na medida em que Braga deve promover o ecletismo da prática desportiva e alargar essa mesma prática a elementos do sexo feminino é promover precisamente esse ecletismo que deve ser salvaguardado no nosso concelho”, ressaltou.
Por fim, Luís Martins Gomes deixou um apelo às pessoas de Maximinos e às entidades privadas e públicas da freguesia. “Deixa-nos um pouco tristes sentir que as pessoas de Maximinos, assim como as suas entidades, apoiam pouco este clube e às vezes até parecem estar de costas voltadas para ele. Desenvolvemos um trabalho meritório e honesto e achamos que merecíamos uma maior atenção e carinho”, pediu. Assim sendo, o Presidente recordou que todos os apoios são essenciais: “Todos os euros que nos colocarem na nossa mão são uma maravilha. É só isso que nós pedimos, que as entidades de Maximinos nos ajudem com aquilo que têm e podem, por pouco que seja.”
Ricardo Rio voltou à escola do seu primeiro e segundo ano
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| Ricardo Rio em visita à Escola André Soares |
Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com diversos agentes da área educativa, Ricardo Rio visitou a Escola Básica 2,3 André Soares, onde funciona a sede do Agrupamento Vertical de Escolas André Soares - que engloba ainda escolas de S. Lázaro, Fujacal, Ponte Pedrinha e Carandá. Maria da Graça Moura, Directora do Agrupamento desde 2001, acompanhou Rio durante esta iniciativa.
A visita permitiu a Ricardo Rio perceber de maneira mais detalhada a forma como estão a decorrer as obras de requalificação na escola e de que modo os alunos e professores estão a prosseguir os trabalhos enquanto estas não estão concluídas.
O líder do “Juntos Por Braga” ficou extremamente satisfeito por ter constado que tanto as aulas como toda a actividade escolar estão a decorrer dentro da normalidade. “Apesar dos condicionalismos inerentes às obras que estão em curso, é possível constatar que todos se adaptaram com facilidade e que se respira confiança nesta escola”, destacou.
Nesse sentido, Maria da Graça Moura salientou que esta é uma fase muito boa para a Escola André Soares. “Estamos totalmente adaptados a esta forma de trabalhar nestes espaços provisórios e nesta parte antiga da escola. As obras estão a decorrer num espaço reservado e a bom ritmo, o que nos faz ter esperança que no início do próximo ano lectivo as novas instalações já estejam prontas”, afirmou, garantindo que todos aceitam que, nesta fase de transição, as condições sejam diferentes.
A Directora do Agrupamento enfatizou que a escola necessitava “urgentemente” de obras, afirmando que esta não aguentaria nem mais um ano nas condições em que estava. “Chovia nas salas, os alunos muitas vezes tinham de sair e retirar a água das salas com baldes; as salas eram muito frias, obrigando os alunos a estarem constantemente vestidos com casacos, luvas e gorros; a acústica era terrível, ouvia-se tudo de umas salas para as outras e a visibilidade para o quadro era horrível. Para terem uma ideia do estado em que a escola estava, temos melhores condições nos actuais contentores onde estamos do que nas antigas salas”, sublinhou.
Pese embora expressasse o seu saudosismo por ter visto demolidas as salas em que frequentou o seu primeiro e segundo ano do ciclo preparatório, numa escola de que Ricardo Rio guarda “extraordinárias memórias”, o candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga considerou “incontornável” este projecto de modernização, o que justificou que autarcas e eleitos na Assembleia da República tivessem colocado todo o “empenho” no avanço destas obras. O líder do “Juntos Por Braga” aproveitou também o ensejo para registar o esforço “incansável” do anterior responsável da associação de pais da escola, Paulo Costa, recentemente falecido, que manteve uma postura de defesa intransigente da qualidade do ensino na instituição.
No decurso da visita, Ricardo Rio foi também posto a par das dificuldades colocadas à afirmação e criação de bibliotecas escolares no concelho, por manifesto desinteresse da própria autarquia. Na ocasião, formulou também a sugestão de que a Escola André Soares estreitasse ligações com toda a sua comunidade, de antigos alunos a ex-funcionários e docentes, os quais estarão seguramente disponíveis para participar em projectos em prol da escola.
Resultados são “extremamente positivos”
O Agrupamento Vertical de Escolas André Soares tem cerca de 2100 alunos e, segundo Maria da Graça Moura, os resultados obtidos são “extremamente positivos”. “Recentemente recebemos os resultados da avaliação externa feita ao agrupamento e tivemos muito bom em todos os domínios, quer em termos de resultados, gestão e práticas educativas. É importante e muito motivador este reconhecimento do trabalho que temos vindo a efectuar, ainda mais com todos os condicionalismos com que vivemos”, disse, afirmando de seguido que, com as novas instalações, a perspectiva é aumentar a qualidade do ensino: “Se conseguimos resultados muito bons na área das ciências sem grandes condições físicas, agora que teremos laboratórios de ciências e de físico-química, o objectivo só pode ser melhorar. O mesmo se passa na área musical, com as novas salas de música, ou na educação visual. As novas instalações trarão alterações transversais para muito melhor na escola”.
Maria da Graça Moura notou ainda que o futuro da escola passa pelo investimento em cursos vocacionais que sejam capazes de encaminhar os alunos que estejam desmotivados ou desenquadrados no actual sistema em que estão inseridos. “Queremos adaptar a oferta educativa aos alunos que temos, uma escola é diferente da outra e requer as suas próprias especificidades. Nós investimos muito na parte artística, temos três turmas de ensino articulado de música, e vamos ter agora três turmas exclusivamente de atletas. Tudo isto são desafios para os quais estamos preparados para lidar com sucesso”, assegurou.
Pese embora expressasse o seu saudosismo por ter visto demolidas as salas em que frequentou o seu primeiro e segundo ano do ciclo preparatório, numa escola de que Ricardo Rio guarda “extraordinárias memórias”, o candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga considerou “incontornável” este projecto de modernização, o que justificou que autarcas e eleitos na Assembleia da República tivessem colocado todo o “empenho” no avanço destas obras. O líder do “Juntos Por Braga” aproveitou também o ensejo para registar o esforço “incansável” do anterior responsável da associação de pais da escola, Paulo Costa, recentemente falecido, que manteve uma postura de defesa intransigente da qualidade do ensino na instituição.
No decurso da visita, Ricardo Rio foi também posto a par das dificuldades colocadas à afirmação e criação de bibliotecas escolares no concelho, por manifesto desinteresse da própria autarquia. Na ocasião, formulou também a sugestão de que a Escola André Soares estreitasse ligações com toda a sua comunidade, de antigos alunos a ex-funcionários e docentes, os quais estarão seguramente disponíveis para participar em projectos em prol da escola.
Resultados são “extremamente positivos”
O Agrupamento Vertical de Escolas André Soares tem cerca de 2100 alunos e, segundo Maria da Graça Moura, os resultados obtidos são “extremamente positivos”. “Recentemente recebemos os resultados da avaliação externa feita ao agrupamento e tivemos muito bom em todos os domínios, quer em termos de resultados, gestão e práticas educativas. É importante e muito motivador este reconhecimento do trabalho que temos vindo a efectuar, ainda mais com todos os condicionalismos com que vivemos”, disse, afirmando de seguido que, com as novas instalações, a perspectiva é aumentar a qualidade do ensino: “Se conseguimos resultados muito bons na área das ciências sem grandes condições físicas, agora que teremos laboratórios de ciências e de físico-química, o objectivo só pode ser melhorar. O mesmo se passa na área musical, com as novas salas de música, ou na educação visual. As novas instalações trarão alterações transversais para muito melhor na escola”.
Maria da Graça Moura notou ainda que o futuro da escola passa pelo investimento em cursos vocacionais que sejam capazes de encaminhar os alunos que estejam desmotivados ou desenquadrados no actual sistema em que estão inseridos. “Queremos adaptar a oferta educativa aos alunos que temos, uma escola é diferente da outra e requer as suas próprias especificidades. Nós investimos muito na parte artística, temos três turmas de ensino articulado de música, e vamos ter agora três turmas exclusivamente de atletas. Tudo isto são desafios para os quais estamos preparados para lidar com sucesso”, assegurou.











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