José Manuel Fernandes é o mandatário de Ricardo Rio

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O Eurodeputado José Manuel Fernandes será o mandatário da candidatura de Ricardo Rio, pela Coligação Juntos por Braga, nas próximas eleições autárquicas. José Manuel Fernandes é licenciado em Engenharia de Sistemas e Informática, pela Universidade do Minho, tendo sido formador e professor do ensino público. Foi Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde entre 1997 e 2009. 

Eleito Eurodeputado em Junho de 2009, assume atualmente funções de membro efetivo da Comissão dos Orçamentos (BUDG) e membro suplente da Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar (ENVI). É o Relator do Parlamento Europeu para a mobilização do Fundo de Solidariedade da União Europeia. Na Comissão dos Orçamentos é o responsável do PPE pela Política de Consumidores. Em 2012, foi o relator dos Orçamentos do Parlamento Europeu e outras instituições da UE (Conselho, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Comité Económico e Social, Comité das Regiões, Provedor de Justiça, Autoridade Europeia para a Protecção de Dados e Serviço Europeu para a Acção Externa). Foi ainda membro efetivo da Comissão Especial sobre os Desafios Políticos e os Recursos Orçamentais para uma União Europeia Sustentável Após 2013. Na Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar, é o responsável do PPE pelas questões orçamentais dos programas e pela quitação do orçamento e das agências nesta área. Foi o autor do Relatório sobre os Bio-Resíduos na UE. No Parlamento Europeu é igualmente membro efectivo das delegações do Parlamento Europeu para as relações com a República Popular da China, e membro suplente para as delegações do Parlamento Europeu com a Índia e a delegação à Assembleia Parlamentar Paritária ACP-UE.

José Manel Fernandes foi também Presidente da Agência de Desenvolvimento Regional do Cávado, da Associação de Municípios do Vale do Cávado e do Conselho Executivo da Comunidade Intermunicipal do Vale do Cávado, tendo sido fundador do Centro Social e Paroquial de Moure e da Associação Juvenil de Moure.

Aposta na formação é essencial para ultrapassar as dificuldades e integrar os jovens na sociedade

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Ricardo Rio visitou Clube Desportivo Maximinense


Integrado num ciclo de contactos que os “juntos Por Braga” têm vindo a promover com vários agentes de diferentes âmbitos de actuação, Ricardo Rio visitou o Clube Desportivo Maximinense, colectividade fundada em 1931 e com longa tradição no futebol do concelho. Luís Martins Gomes, Presidente do Clube há dois anos, acompanhou Rio durante esta iniciativa.

Na ocasião, Ricardo Rio lembrou que o Maximinense é uma entidade de referência na cidade de Braga e enalteceu o trabalho da actual direcção. “Esta colectividade está, como sabemos, a atravessar alguns momentos de dificuldade do ponto de vista financeiro, mas termos de reconhecer o trabalho que esta direcção está a fazer no sentido de recuperar o clube”, afirmou.

Nesse sentido, Luís Martins Gomes salientou que o clube está a atravessar um momento económico extremamente difícil. “A realidade actual do Maximinense é muito complicada, porque as despesas são bastantes avultadas e quando assumi a presidência deparei-me com uma situação financeira que posso apelidar de catastrófica”, afirmou, notando que efectuou um “enorme esforço” para conseguir manter o clube, que estava muito próximo da extinção, de portas abertas.

O Presidente do Maximinense enfatizou que, apesar de todos os obstáculos, o clube vai conseguindo efectuar a sua actividade de forma normal, embora já não possua equipa de futebol de séniores. “Em 2010, ainda antes de a minha direcção tomar posse, o Maximinense terminou com os séniores. É óbvio que o objectivo passa por reactivar essa equipa, que tem longa tradição e que funciona como atractivo para chamar associados e jovens para o clube”, garantiu, afirmando no entanto que só depois de o clube ter as dividas saldadas é que se irá partir para esse projecto: “Não temos prazos definidos, até porque não queremos cair no erro de dar um passo maior que as pernas e pôr o clube em risco”.

Actualmente o Maximinense, que tem cerca de 200 associados, conta com equipas de Juniores, Juvenis, Iniciados, Infantis e Benjamins, que estão entre a I e a II divisão regional. “Ao todo, são mais de 150 jovens que aqui praticam desporto e se formam como jogadores e principalmente como pessoas. Temos traquinas e petizes”, afirmou, orgulhoso.

O líder do “Juntos Por Braga” sublinhou a aposta predominante que o clube está a fazer na formação desportiva, factor que considerou “primordial” para o sucesso dos clubes e para a integração dos jovens na sociedade. “Essa é uma área à qual temos dedicado especial atenção e para a qual sempre defendemos um continuado apoio por parte da autarquia para todas as colectividades”, lembrou.


Equipa de futebol feminino é projecto para o futuro

Luís Martins Gomes explicou que o Maximinense tem também um projecto para iniciar o futebol feminino, estando dependente apenas da realização de obras para construção de um balneário preparado para receber mulheres. “Antes de avançar para um clube de futebol feminino, que é algo que queremos muito, temos de criar infraestruturas em condições para as jogadoras. Já temos o projecto desenhado e o espaço onde queremos construir os balneários, mas falta o dinheiro para a concretização da obra”, destacou.

O candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga elogiou a ambição do Maximinense em criar uma equipa de futebol feminino. “Seria algo bastante interessante, na medida em que Braga deve promover o ecletismo da prática desportiva e alargar essa mesma prática a elementos do sexo feminino é promover precisamente esse ecletismo que deve ser salvaguardado no nosso concelho”, ressaltou.

Por fim, Luís Martins Gomes deixou um apelo às pessoas de Maximinos e às entidades privadas e públicas da freguesia. “Deixa-nos um pouco tristes sentir que as pessoas de Maximinos, assim como as suas entidades, apoiam pouco este clube e às vezes até parecem estar de costas voltadas para ele. Desenvolvemos um trabalho meritório e honesto e achamos que merecíamos uma maior atenção e carinho”, pediu. Assim sendo, o Presidente recordou que todos os apoios são essenciais: “Todos os euros que nos colocarem na nossa mão são uma maravilha. É só isso que nós pedimos, que as entidades de Maximinos nos ajudem com aquilo que têm e podem, por pouco que seja.”

Ricardo Rio voltou à escola do seu primeiro e segundo ano

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Ricardo Rio em visita à Escola André Soares


Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com diversos agentes da área educativa, Ricardo Rio visitou a Escola Básica 2,3 André Soares, onde funciona a sede do Agrupamento Vertical de Escolas André Soares - que engloba ainda escolas de S. Lázaro, Fujacal, Ponte Pedrinha e Carandá. Maria da Graça Moura, Directora do Agrupamento desde 2001, acompanhou Rio durante esta iniciativa.

A visita permitiu a Ricardo Rio perceber de maneira mais detalhada a forma como estão a decorrer as obras de requalificação na escola e de que modo os alunos e professores estão a prosseguir os trabalhos enquanto estas não estão concluídas.

O líder do “Juntos Por Braga” ficou extremamente satisfeito por ter constado que tanto as aulas como toda a actividade escolar estão a decorrer dentro da normalidade. “Apesar dos condicionalismos inerentes às obras que estão em curso, é possível constatar que todos se adaptaram com facilidade e que se respira confiança nesta escola”, destacou.

Nesse sentido, Maria da Graça Moura salientou que esta é uma fase muito boa para a Escola André Soares. “Estamos totalmente adaptados a esta forma de trabalhar nestes espaços provisórios e nesta parte antiga da escola. As obras estão a decorrer num espaço reservado e a bom ritmo, o que nos faz ter esperança que no início do próximo ano lectivo as novas instalações já estejam prontas”, afirmou, garantindo que todos aceitam que, nesta fase de transição, as condições sejam diferentes.

A Directora do Agrupamento enfatizou que a escola necessitava “urgentemente” de obras, afirmando que esta não aguentaria nem mais um ano nas condições em que estava. “Chovia nas salas, os alunos muitas vezes tinham de sair e retirar a água das salas com baldes; as salas eram muito frias, obrigando os alunos a estarem constantemente vestidos com casacos, luvas e gorros; a acústica era terrível, ouvia-se tudo de umas salas para as outras e a visibilidade para o quadro era horrível. Para terem uma ideia do estado em que a escola estava, temos melhores condições nos actuais contentores onde estamos do que nas antigas salas”, sublinhou.

Pese embora expressasse o seu saudosismo por ter visto demolidas as salas em que frequentou o seu primeiro e segundo ano do ciclo preparatório, numa escola de que Ricardo Rio guarda “extraordinárias memórias”, o candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga considerou “incontornável” este projecto de modernização, o que justificou que autarcas e eleitos na Assembleia da República tivessem colocado todo o “empenho” no avanço destas obras. O líder do “Juntos Por Braga” aproveitou também o ensejo para registar o esforço “incansável” do anterior responsável da associação de pais da escola, Paulo Costa, recentemente falecido, que manteve uma postura de defesa intransigente da qualidade do ensino na instituição.

No decurso da visita, Ricardo Rio foi também posto a par das dificuldades colocadas à afirmação e criação de bibliotecas escolares no concelho, por manifesto desinteresse da própria autarquia. Na ocasião, formulou também a sugestão de que a Escola André Soares estreitasse ligações com toda a sua comunidade, de antigos alunos a ex-funcionários e docentes, os quais estarão seguramente disponíveis para participar em projectos em prol da escola.



Resultados são “extremamente positivos”

O Agrupamento Vertical de Escolas André Soares tem cerca de 2100 alunos e, segundo Maria da Graça Moura, os resultados obtidos são “extremamente positivos”. “Recentemente recebemos os resultados da avaliação externa feita ao agrupamento e tivemos muito bom em todos os domínios, quer em termos de resultados, gestão e práticas educativas. É importante e muito motivador este reconhecimento do trabalho que temos vindo a efectuar, ainda mais com todos os condicionalismos com que vivemos”, disse, afirmando de seguido que, com as novas instalações, a perspectiva é aumentar a qualidade do ensino: “Se conseguimos resultados muito bons na área das ciências sem grandes condições físicas, agora que teremos laboratórios de ciências e de físico-química, o objectivo só pode ser melhorar. O mesmo se passa na área musical, com as novas salas de música, ou na educação visual. As novas instalações trarão alterações transversais para muito melhor na escola”.

Maria da Graça Moura notou ainda que o futuro da escola passa pelo investimento em cursos vocacionais que sejam capazes de encaminhar os alunos que estejam desmotivados ou desenquadrados no actual sistema em que estão inseridos. “Queremos adaptar a oferta educativa aos alunos que temos, uma escola é diferente da outra e requer as suas próprias especificidades. Nós investimos muito na parte artística, temos três turmas de ensino articulado de música, e vamos ter agora três turmas exclusivamente de atletas. Tudo isto são desafios para os quais estamos preparados para lidar com sucesso”, assegurou.

Colaboração da Câmara Municipal com as IPSS´s de Braga deve ser aprofundada

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Ricardo Rio visitou UDIPSS



Inserido num ciclo de contactos com agentes que actuam na área social, e cujo objectivo passa por desenvolver uma política de diálogo e proximidade, Ricardo Rio reuniu com a direcção da União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Braga (UDIPSS). Manuel Lomba, Presidente da UDIPSS de Braga há 12 anos, esteve presente na reunião com o líder do “Juntos Por Braga”.

Como explicou Manuel Lomba, a UDIPSS funciona como uma união de base local das instituições particular de solidariedade social (IPSS) e prossegue fins não lucrativos. No desenvolvimento das suas actividades, a instituição rege-se pelos princípios da “democracia, da representatividade e da descentralização”. “No distrito de Braga, damos apoio de ordem técnica a 289 instituições, o está muito perto de ser o universo completo e é um número bastante significativo”, garantiu.

De acordo com Rio, existem múltiplas oportunidades de colaboração e aprofundamento das relações entre a autarquia e as várias instituições de cariz social no concelho que não estão a ser aproveitadas. “Até ao momento, esta é uma relação que está aquém daquilo que seria desejável, o que acaba por penalizar bastante o próprio desempenho destas instituições e o apoio dado às populações mais fragilizadas, como as crianças, os idosos ou os portadores de deficiência” salientou.

Para o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, a Câmara Municipal de Braga pode e deve ter uma postura mais pro activa na colaboração com as IPSS em diversas áreas. “Do ponto de vista financeiro, a autarquia pode reduzir os encargos destas instituições através da aplicação de preços mais baixos em alguns tarifários municipais, como é um bom exemplo o caso da água”, afirmou,

Nesse sentido, Manuel Lomba notou que as IPSS, quase sem excepção, estão a viver um período de grandes dificuldades financeiras. “Como é natural, a crise que atravessamos afecta muito as famílias e, por consequência, as instituições sociais. É natural que os meios não sejam suficientes para tudo e a ajuda da autarquia no aliviar dos encargos financeiros seria importante. Mas apesar dos obstáculos, cá estamos para tentar ajudar os mais carenciados a resolver os seus problemas e a ter maior qualidade de vida”, sublinhou.


Colaboração com autarquia ultrapassa vertente financeira

Ricardo Rio lembrou de seguida que as hipóteses de colaboração com o executivo municipal estão longe de se esgotar na vertente financeira: “Também em termos de colaboração ao nível de outros projectos que podem ser desenvolvidos a autarquia deve ter um papel crucial, tanto na disponibilização de recursos técnicos, centralização de alguns esforços na angariação de voluntários e angariação de recursos materiais e financeiros; como na criação de bancos de medicamentos e centrais de compras para determinados tipos de serviço. Tudo isto deve ser englobado numa óptica de parceria e simplificação do serviço social fundamental que é desempenhado por todas estas instituições que existem em Braga”.

Manuel Lomba acrescentou que o caminho passa também pela melhor articulação da rede social e pela fomentação de um maior sentido de colectivo e de comunidade nas próprias instituições, e esse é outro dos aspectos onde considerou que a autarquia deve ter um papel relevante. “Sempre defendi que o princípio de solidariedade deve existir entre as várias IPSS´s. Nesse ponto, tanto a autarquia como, noutro plano, as Juntas de Freguesia poderiam ter um papel mais determinante nesta articulação. O que sucede actualmente é que as instituições duvidam das vantagens de participar na rede social e a distribuição racional dos equipamentos pelo território é factor fundamental para conseguirmos ter sucesso”, acredita.


Por fim, o Director da UDIPSS de Braga salientou que, à medida que as necessidades sociais se alteram, as IPSS têm de saber evoluir e adaptar-se às novas realidades do país. “Temos uma cobertura boa em termos de creches, mas a taxa de natalidade está a diminuir e nota-se o decréscimo na procura. Com o envelhecimento da população, é essencial que se encontrem respostas para a terceira idade e para combater o isolamento dos idosos, assim como para outros problemas que vão surgindo, como a necessidade de prestação de cuidados a doentes continuados”, enfatizou.

Eu, Presidente - Braga Romana

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Decorreu este último fim de semana a Braga Romana, um evento que pretende recriar, na zona histórica da cidade, a época dos Romanos. O sucesso deste programa cultural da cidade mede-se pelo elevado número de visitantes e expositores.

Esta semana, na rubrica Eu, Presidente lançamos um novo desafio aos bracarenses. O que pensa da Braga Romana? Que melhorias gostaria de ver neste certame? Quais os principais problemas que pode apontar? Partilhe a sua opinião e contribua!

Tu, Presidente - Braga verdadeiramente Digital

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Na semana passada deixamos um novo repto aos Bracarenses. Pedimos contribuições e sugestões para que Braga seja verdadeiramente uma cidade digital.

Publicamos, aqui, as propostas que foram apresentadas:


Luis Sancho Mais importante ainda do que a tecnologia, é a postura das entidades e cidadãos:

1 - Parcerias com as instituições de Ensino Superior da região, para o desenvolvimento de projectos conjuntos de simplificação administrativa,

2 - Simplificação administrativa que permita aos munícipes aceder aos formulários, licenças, etc. digitalmente e modernizar os interfaces, tornando-os intuitivos (algo a fazer, por ex. com a sugestão n.º1)

3. Disponibilização de wi-fi gratuito em algumas zonas públicas (com o devido cuidado com o material e limitações de tráfego), para estimular o uso de smartphones, tablets, etc em zonas como as praças e parques, o que traria o benefício de 'popular' essas áreas;

4. Parcerias com as associações e escolas concelhias e regionais para formação dos funcionários municipais e dos cidadãos, para aumentar a literacia informática (mais uma vez, vide sugestão n.º1);a

5. Divulgação das boas práticas e das empresas com sucesso na área;

6. Melhorias ao nível da mobilidade, com os Transportes Urbanos e a gestão do trânsito (semáforos, etc.) «centralizados» num "posto de comando" municipal

7. Concurso de criação de Apps para funcionalidades municipais (ex. App parques de estacionamento - onde há lugares, preços, etc; Apps TUB,Apps Turísticas em várias línguas etc.)

8. Controles de luminosidade em certas zonas, para que a iluminação pública não acenda ou apague a horas inadequadas, inclusivamente que permita que sejam desligadas parte das luzes caso não haja circulação;

9. Disponibilização de pontos de carga eléctrica gratuitos em alguns locais (vide ponto 3), de preferência onde o fornecimento seja obtido a partir de energia solar (ou outra renovável), para portáteis, telemóveis e afins.


Henrique Castro Nesta área está quase tudo por fazer. Braga Digital foi uma oportunidade perdida onde se esbanjaram grandes verbas em algumas infraestruturas que actualmente têm uma baixa taxa de utilização. Foi pena não se ter implementado uma rede digital a interligar a Câmara Municipal com as freguesias, Juntas de Freguesia e Escolas, com enormes potencialidades no domínio da comunicação, partilha de recursos, modernização administrativa, etc, etc.

Angelo Sousa Braga deve "vender-se" como o "silicon valley". E tem as melhores empresas nacionais cá. Creio que se juntarmos todas elas, todas vão brotar ideia, e sem custos para potenciar BRAGA como UMA CIDADE DIGITAL. Falem com essas empresas (são quase todas de antigos estudantes da UM, é fácil).

Diogo Campos Publicar uma lista exaustiva de todos a infraestruturas (equipamentos e serviços) relacionados com a Braga Digital e lançar um concurso de ideias. O critério seria o aproveitamento ao máximo das mesmas por igual ou menor valor dispendido actualmente, de acesso gratuito e o mais abrangente possível à população.

Rui Feio de Azevedo Fazer de Braga uma cidade verdadeiramente digital, passa por impulsionar a igualdade no acesso público e universal à informação e desenvolver a formação massiva da população para o uso das Tecnologias da Informação e Comunicação. Assim se consegue estimular o conhecimento e, consequentemente, gerar várias vias abertas ao investimento partilhado das empresas e do sector económico, fomentando práticas de gestão e avaliação abertas e qualificadas.
Ora, a política autárquica que tem vindo a ser seguida neste domínio aponta desde há alguns anos no sentido contrário, dado que o projecto Braga Digital surge votado ao abandono e não catalisou investimentos nem emprego, não cumprindo assim com nenhum requisito dos que foram inicialmente anunciados apesar das milionárias verbas despendidas. Senão vejamos: o Data Center a funcionar (?) na Escola Profissional de Braga, os miradouros virtuais (fazendo jus ao nome, são mesmo virtuais!), os screen media (where are they?), os guia móveis (idem) e a unidade móvel (carrinha) de demonstração que ganha raízes no parque de estacionamento da Câmara.
De positivo apenas subsiste o anel de banda larga e fibra óptica, importante infraestrutura que merece uma maior optimização na interligação entre os 34 espaços/edifícios de instituições públicas e privadas que foram previamente definidos.

Futuro do Comércio numa Cidade com Futuro

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Sabia que....

Ricardo Rio defendeu no passado ano de 2012 que a CM de Braga tem a “obrigação” de actuar no sentido de tornar a estrutura comercial da cidade, nomeadamente no centro histórico, mais “resistente e resiliente”? “Numa altura em que a própria conjuntura externa é adversa, com o país a atravessar uma grave crise económica, é essencial que a Câmara Municipal dê uma resposta adequada. É urgente o apoio ao comércio através da redução das taxas municipais e da disponibilização de soluções de estacionamento e de mobilidade para o centro da cidade, que tem uma área pedonal muito extensa e que se está a revelar prejudicial para os empresários”.

Estas foram algumas ideias defendidas por Ricardo Rio no âmbito de uma conferência realizada ano passado sobre a dinamização e criação de factores de atractividade no centro histórico, de modo a criar novas dinâmicas no comércio local e na habitação da zona histórica de Braga.

A Coligação “Juntos Por Braga”, juntamente com a Juventude Social-Democrata e a Juventude Popular, realizou uma conferência subordinada ao tema “O Futuro do Comércio numa cidade com Futuro”, a 29 de Novembro de 2012. A iniciativa decorreu no Seminário Conciliar de Braga e teve como objectivo discutir o futuro da actividade comercial nas suas várias vertentes em Braga. Esta conferência, inserida no âmbito do projecto “Braga 2025 – Reflectir Juntos, Por Braga”, pretendeu abordar o plano estratégico de desenvolvimento associada ao novo ciclo de governação municipal, através de um diálogo activo com os cidadãos, os agentes, os especialistas e os investigadores nas diversas áreas em questão.

O debate contou com a moderação de Ricardo Rio e teve como oradores José Rio Fernandes, Professor da Faculdade do Porto na área da Geografia Urbana, Rui Marques, Director-geral da Associação Comercial de Braga e Milton Araújo e José Manuel Gomes, empresários de Braga de distintos sectores de actividade.

As dificuldades cada vez maiores que estão a ser sentidas pelo comércio local para sobreviver no centro da cidade foi um dos principais temas abordados. A desertificação do centro de Braga e as dificuldades de acesso das pessoas ao centro histórico foram apontados como factores fundamentais para o declínio da actividade comercial.

Durante a sua intervenção, Ricardo Rio afirmou que a Câmara Municipal de Braga tem “obrigação” de actuar no sentido de tornar a estrutura comercial mais “resistente e resiliente”. “Numa altura em que a própria conjuntura externa é adversa, com o país a atravessar uma grave crise económica, é essencial que a Câmara Municipal dê uma resposta adequada. É urgente o apoio ao comércio através da redução das taxas municipais e da disponibilização de soluções de estacionamento e de mobilidade para o centro da cidade, que tem uma área pedonal muito extensa e que se está a revelar prejudicial para os empresários”, disse o líder da Coligação.

Nesse sentido, também Milton Araújo e José Manuel Gomes, empresários com negócios no centro de Braga, enfatizaram a necessidade de um maior apoio ao comércio local. “Existe uma crescente procura de espaços para habitação no centro histórico e, em termos comerciais e não só, era muito importante que se conseguisse que as pessoas voltassem a viver no centro da cidade. “Eu pergunto: Quantas pessoas morarão actualmente na Rua do Souto”, afirmou José Manuel Gomes, que destacou ainda a escassa iluminação, que cria graves problemas de segurança, como outro factor que a Câmara Municipal tem de alterar. Já Milton Araújo destaca a desvantagem que advém do facto de o estacionamento ser pago no centro: “O estacionamento pago é um grande obstáculo e até uma injustiça concorrencial. Se pensarmos que um consumidor vai ao centro comprar um produto e tem pagar um acréscimo de cerca de cinco euros de parque, quando pode ir a um centro comercial envolvente, chegamos à conclusão que os centros comerciais têm grande vantagem”

Mas para Ricardo Rio, a questão central está mesmo na capacidade de criar animação e factores de atractividade que diferenciem o centro de todos os outros espaços comerciais existentes nas redondezas da cidade. “Se isso for conseguido, quem visita o centro da cidade vai viver uma experiência diferente, distintiva e motivadora, e mais importante ainda, vai ficar com vontade de voltar”, acredita Rio, que salientou também que a responsabilidade de animação do centro de Braga deve ser assumida pela Câmara Municipal em diálogo e em parceria com os agentes no terreno, como por exemplo a Associação Comercial de Braga.
Numa óptica mais estratégica para o futuro, Ricardo Rio defendeu a necessidade de se promover uma dinâmica artística e cultural maior em Braga. “Queremos uma cidade em ebulição, onde os eventos e as oportunidades de atrair pessoas se sucedem”, afirmou, notando que só dessa forma é possível atrair visitantes para a cidade e impulsionar o comércio e a actividade económica.


“Esta é a altura certa para as lojas novas e os conceitos novos surgirem no centro da cidade”

Por sua vez, José Rio Fernandes, Professor da Faculdade do Porto, destacou que para se fazer uma gestão urbana competente e eficaz, deve-se perceber como podem ser usadas as características de determinas áreas para as desenvolver. Assim sendo, e do ponto de vista do crescimento da economia e do impulso da actividade comercial, Rio Fernandes defendeu a renovação do centro. “Actualmente, o centro de Braga está pensado da mesma forma que um centro comercial, com estacionamento em baixo e área para circular a pé em cima. Este é um caminho errado, o sucesso vem da diferenciação. É essencial surgirem outras formas de mobilidade no centro, nomeadamente com transportes colectivos. O centro tem de se destacar pela diferença”.

Para o docente da Faculdade do Porto, a lógica dos espaços confortáveis e todos iguais está a cansar, e o centro de Braga tem de saber aproveitar esta tendência. “Esta é a altura certa para as lojas novas e os conceitos novos surgirem no centro da cidade, que tem de se destacar pela humanização e proximidade aos cidadãos”, concluiu.

Essa foi uma opinião também partilhada por Rui Marques, Director-Geral da Associação Comercial de Braga, que afirmou que o comércio no centro, para ter sucesso, deve ter uma oferta “diversificada e rica”, o que aliado à sua moldura histórica criará um espaço privilegiado e distintivo para os consumidores efectuarem as suas compras e, simultaneamente, visitarem e fruírem de múltiplos locais de interesse turístico, memorável e lúdico.

De acordo com Rui Marques, o sucesso do comércio no centro histórico depende da “capacidade de adaptação” às transformações e mudanças sociais, às novas exigências do mercado, bem como, à capacidade de criar uma “proximidade afectiva” com os consumidores e prestar um verdadeiro serviço de excelência.

A finalizar, o líder do “Juntos Por Braga” reiterou a sua confiança na reabilitação do centro de Braga e criticou a conduta “passiva” da Câmara Municipal. “Há muito por fazer e vamos continuar a lutar no dia-a-dia por aquilo em que acreditamos. E ao contrário da maioria socialista, nós não acreditamos nem queremos uma cidade fantasma. Não podemos mais aceitar que artérias principais da cidade como a Rua do Souto estejam completamente vazias a partir das 18 horas. Devolver a vida ao centro, até a nível habitacional, é sem dúvida, uma das nossas prioridades”, disse Ricardo Rio.

Ricardo Rio critica expropriação de terrenos adjacentes à Casa das Convertidas

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Ricardo Rio apelidou de "negócio de família" a expropriação das três parcelas adjacentes às Convertidas, onde a Câmara Municipal de Braga pretende instalar a nova Pousada da Juventude assim como outras valências. O líder do "Juntos Por Braga" criticou ainda o vice-presidente da autarquia, Vítor Sousa, que permitiu a aprovação da expropriação ao exercer o "voto de qualidade". 

Ricardo Rio defende redução de taxas municipais incidentes sobre o comércio

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Ricardo Rio visitou Stand “Só Barroso”



Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a desenvolver com diversos agentes do concelho que actuam em diferentes áreas, Ricardo Rio visitou o Stand Só Barroso, empresa de comércio e aluguer de veículos automóveis. A visita deu a oportunidade ao líder do “Juntos Por Braga” de perceber de forma mais detalhada o funcionamento e os problemas com que vive actualmente o comércio automóvel em Braga. Américo Barroso, sócio-gerente da empresa, acompanhou Rio durante a iniciativa.

Segundo Ricardo Rio, esta visita permitiu-lhe constatar que, apesar de este ser um sector que tem estado a sofrer um duro revés por força da quebra do consumo de bens duradouros, a aposta na inovação e na capacidade de gestão continua a dar óptimos resultados. “Pelos excelentes resultados que tem conseguido obter, este é um exemplo de que a abordagem ao mercado de forma diferenciadora traz inúmeros benefícios. Hoje em dia, em qualquer que seja o sector, é fundamental que se perceba que somente apostando na inovação e estando um passo à frente da concorrência se pode ter sucesso”, salientou.

Nesse sentido, Américo Barroso, sócio-gerente da empresa, sublinhou que a Só Barroso está em contra-ciclo com o que se passa no mercado automóvel nacional, uma vez que estão a conseguir vender cerca de 80 automóveis por mês, resultados que apelidou de “excepcionais”. “O nosso desempenho tem sido muito positivo, somos uma empresa com 29 anos de experiência no sector e pautamos a nossa actuação pela atenção, transparência e rigor”, enfatizou, garantido que ao longo do tempo têm conseguido estabelecer parcerias de sucesso.

Para o líder do “Juntos Por Braga”, este é também um sector que, através da internet  se transformou num mercado global, abrindo inúmeras oportunidades de negócio a nível nacional. “É um mercado que tem registado, segundo aqui podemos apurar, um crescimento paulatino que é de saudar e que nos leva necessariamente a estimular quem aposta nessa inovação e nessa capacidade de, mesmo por entre as dificuldades, fazer diferente e lutar pelo sucesso e pelo crescimento económico da sua empresa”, garantiu Rio, lembrando que esta é uma empresa que emprega cerca de 20 pessoas, o que é um número relevante no contexto actual.

Por outro lado, o candidato à Câmara Municipal de Braga notou que foram também discutidas alguma das interacções do comércio e deste sector em particular com a esfera da autarquia. A esse nível, o elevado valor das taxas de publicidade foi a principal preocupação levantada por Américo Barroso e partilhado por Ricardo Rio. “Essa é uma preocupação que já temos registado noutros contextos. As taxas de publicidade são muito dispendiosas para o sector do comércio e, numa conjuntura difícil como hoje vivemos, acabam por onerar excessivamente os orçamentos destas empresas de média dimensão”, acrescentou.

A concluir, ficou a sugestão de se reactivar uma grande feira automóvel em Braga, de forma a promover o sector e em linha com o que já aconteceu no passado na cidade. “Mesmo tendo em conta que grande parte das nossas campanhas de marketing se fazerem a partir da internet, a existência de uma feira desse género permitiria um contacto directo com o público que consideramos muito importante”, afirmou Américo Barroso.  

Jorge Pires é o candidato à Junta de S. Vicente

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Jorge Pires é o candidato pelo “Juntos Por Braga” à Junta de Freguesia de S. Vicente.

Casado, com 2 filhos, Jorge Pires tem 56 anos e é técnico superior na Autoridade Tributária. É um dirigente político experiente, tendo desempenhado cargos de relevância em várias Associações. Foi também Vice-Presidente nacional no Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos.

Na Autarquia a sua experiência desenvolveu-se ao longo do último mandato como Presidente da Junta de Freguesia, liderando a Coligação “Juntos por Braga” na Freguesia de S Vicente, onde tem mostrado a sua capacidade de representar a população naquela que é a Casa da Democracia dos cidadãos.

Além do agradecimento sentido a toda a sua equipa, Jorge Pires, expressa o seu apoio à candidatura de Ricardo Rio.

Jorge Pires não tem dúvidas que as eleições se ganham com projetos credíveis, sempre no sentido de ajudar as pessoas, com muito trabalho, com muita credibilidade, com muita honestidade, disposto a ouvir todas as pessoas, dialogar sempre com as forças vivas, para todos com o todo o empenho e força, e da sua equipa ter levado a Freguesia a ser considerada uma referencia da cidade de Braga.

Jorge Pires, e a sua equipa, continua disposto a manter esse espírito para os próximos 4 anos, cooperação com todas as Associações e Instituições. É também essencial um bom relacionamento institucional com a Camara Municipal de Braga, e por isso entende ser necessário eleger o Dr Ricardo Rio, que será certamente a pessoa certa para implementar o projeto necessário para a mudança de Braga.

Francisco Vilaça anunciou candidatura à freguesia de Ruilhe

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Francisco Vilaça anunciou a sua candidatura à liderança da equipa do “Juntos por Braga” para as próximas eleições autárquicas na freguesia de Ruílhe. O anúncio foi efectuado aproveitando a presença de Ricardo Rio na freguesia e perante uma plateia repleta de apoiantes.

Unir Ruílhe é o principal objetivo de Francisco Vilaça, sendo o rosto de uma equipa em evolução e cuja matriz do projeto assenta na solidariedade, no crescimento estrutural, na cultura e no desporto. Francisco Vilaça tem 41 anos e, para além de 16 anos de experiência no ramo automóvel, conta ainda com 12 anos de carreira enquanto músico, animador e produtor de eventos, tendo ainda sido speaker do Sporting de Braga de 2003 a 2007. Como o próprio gosta de salientar, em todos os projectos em que esteve envolvido deixou marca pela “entrega, paixão e profissionalismo”.

Para Francisco Vilaça, Ruilhe precisa de uma equipa com novas mentalidades, ambição e vontade de fazer. “A freguesia está há demasiado tempo estagnada e o nosso desenvolvimento parou. Cabe-nos a nós mudar essa situação. Ruilhe necessita urgentemente de uma mudança para evoluir e efectuar um caminho bem diferente do que está a ser seguido há demasiados anos”, sublinhou.

Nesta ocasião, o líder do “Juntos Por Braga” fez questão de dar um testemunho de reconhecimento pela enorme “vontade e empenho” demonstrados por Francisco Vilaça, próprios de quem está disponível para fazer algo “diferente e melhor” por amor à sua terra e em prol da sua população. “Esta é uma candidatura que por certo será mobilizadora e representativa dos anseios do conjunto da população de Ruilhe”, afirmou.

De acordo com Ricardo Rio, é essencial que a equipa de Francisco Vilaça saiba fazer a ponte com as instituições de grande relevo que Ruilhe tem, como são o caso da Alfacoop e do Centro Social Padre David. “Esta é uma candidatura que a ser vencedora, como estou plenamente convicto que será, terá de apoiar o futuro executivo da Câmara Municipal no trabalho que é preciso desenvolver em prol desta freguesia e terá ainda de conseguir ajudar a aproximar Ruilhe do centro da cidade”, enfatizou.

O candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga afirmou ainda que as freguesias do extremo do concelho, como é o caso de Ruilhe, se sentem muitas vezes abandonadas e um bocado distantes de mais do centro de decisão. “Essa realidade configura uma enorme injustiça para as populações e é muito penalizador para a sua qualidade de vida. É também um sinal de desrespeito da própria autarquia, que não acarinha estas freguesias da forma que seria desejável e como estes cidadãos merecem”, criticou.


Infraestruturas, acção social e cultura e desporto são prioridades

Francisco Vilaça identificou as infraestruturas, a acção social e a cultura e desporto como principais áreas de intervenção da sua candidatura. Em termos de infraestruturas, o candidato a Ruilhe pelo “Juntos Por Braga” apontou várias situações pendentes, como são os casos do adro da igreja, do campo de jogos - que está “completamente parado e em ruínas” – e da Ponte Nova, que liga Ruilhe a Arentim e que está “intransitável”. “Para além disso, iremos apresentar vários projectos de regeneração de ruas e caminhos da freguesia que têm necessidade disso”, garantiu.

No que se refere à ação social, o candidato do “Juntos Por Braga” assegurou que irá reforçar a vertendo do apoio social e, acima de tudo, suprir uma grande lacuna da freguesia, que passa pela falta de coordenação da Junta com a Alfacoop e com o Centro Social Padre David. “A Junta de Freguesia não está a conseguir constituir um triângulo eficaz e profícuo com estas instituições, e esse é um problema que terá de ser invertido rapidamente, de forma a tirarmos o máximo proveito destas associações sediadas na freguesia”, evidenciou.

Por fim, na cultura e desporto, Francisco Vilaça considerou que “há muito para fazer” e um longo caminho a percorrer para voltar a dinamizar e unir as pessoas da freguesia. “Temos de trabalhar o fomento associativo que é grande um vazio da freguesia, tanto a nível desportivo como cultural. Nesse aspecto, a freguesia está completamente parada e sem nenhuma actividade capaz de cativar e juntar os cidadãos”, realçou.

Francisco Manuel da Costa Vilaça é o candidato à Freguesia de Ruílhe

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Francisco Manuel da Costa Vilaça é o candidato do “Juntos Por Braga” à Freguesia de Ruílhe.

Unir Ruílhe é o seu objectivo, sendo o rosto de uma equipa em evolução, onde a matriz do seu projecto assenta na solidariedade, no crescimento estrutural, na cultura e no desporto. 

Além de 16 anos de experiência no ramo automóvel, Francisco Vilaça conta ainda com 12 anos de carreira enquanto músico, animador e produtor de eventos, tendo ainda sido speaker do Sporting de Braga de 2003 a 2007. Em todos os projectos, deixou marca pela entrega, paixão e profissionalismo.

Eu, Presidente - Braga verdadeiramente Digital

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Há não muito tempo, a Câmara Municipal de Braga procurou afirmar Braga como uma cidade tecnológica, contando para o efeito com um vultuoso financiamento público e comunitário através do Programa “Braga Digital”.

Vários milhões de Euros depois, enquanto uns se interrogam sobre a efectiva aplicação dessas verbas, muitos questionam as limitações que a Autarquia ainda apresenta ao nível da sua qualificação tecnológica: um Data Center quase ao abandono, interfaces arcaicos dos serviços com os cidadãos, plataformas digitais pouco atractivas e funcionais, um claro desaproveitamento das infra-estruturas de comunicações existentes.

Por tudo isto, cumpre-nos hoje perguntar: quais seriam as suas prioridades (ao nível de investimentos e / ou políticas) para fazer de Braga uma cidade verdadeiramente Digital?

Lídia Brás Dias número seis do "Juntos Por Braga"

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Lídia Brás Dias é a escolhida para integrar a lista do "Juntos Por Braga" em número seis à Câmara Municipal de Braga. 

Tem 37 anos e é Educadora de Infância no Colégio Dom Diogo de Sousa desde 2000. Licenciada em Educação de Infância pela Universidade do Minho, é actualmente aluna de mestrado na mesma Universidade. Desde 2006 que é Coordenadora do Departamento de Educação Pré-Escolar. Integra ainda, como representante da Assembleia Municipal de Famalicão, a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Vila Nova de Famalicão desde 2009. 

Altino Bessa será o número dois do “Juntos Por Braga”

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Altino Bessa será o número dois do "Juntos Por Braga" ao executivo camarário de Braga. Tem 43 anos, é casado e pai de duas filhas. Nasceu em Celorico de Basto, licenciou-se em Engenharia Florestal pela Escola Superior Agraria de Castelo Branco. Actualmente é Deputado na XI Legislatura, sendo coordenador do CDS-PP na comissão de ambiente, ordenamento do território e poder local; Presidente da Distrital de Braga do CDS/PP e Conselheiro Nacional do CDS/PP;

Altino Bessa Foi Deputado na VIII e X Legislatura; Membro da Assembleia Municipal de Celorico de Basto e Membro da Comissão Política Nacional do CDS/PP. O seu reconhecimento enquanto autarca foi feito com a entrega da Medalha de Prata atribuída pela Assembleia Municipal de Celorico de Basto.

A nível profissional foi Sócio-Gerente da Empresa Transportes de Mercadorias Bessa e Filhos, Lda e Sócio Gerente da Empresa Embamadeira - Embalagens de Madeira Lda. Actualmente é Sócio da Empresa - NOVELBASTO - Comércio e Indústria de Componentes de Madeira, Lda