Dia Internacional da Família

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Ricardo Rio, líder do "Juntos Por Braga", elenca um conjunto de propostas de apoio às famílias do concelho e capazes de transformar Braga numa autarquia familiarmente responsável.

Longevidade do Patrimonense é exemplo de perseverança e querer

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Ricardo Rio visitou Patrimonense Futebol Clube


Englobado num ciclo de contatos com vários agentes de diferentes âmbitos de atuação, Ricardo Rio visitou o Patrimonense Futebol Clube, que está esta semana a comemorar os seus 50 anos de existência. O líder do “Juntos Por Braga”, acompanhado por João Pires, Presidente da Junta de Freguesia de S. Lázaro, e Luís Ferreira, Presidente do Patrimonense, participou num convívio na sede do clube, onde os presentes cantaram os parabéns ao Patrimonense. A iniciativa terminou com fogo-de-artifício.

Para Ricardo Rio, estar presente neste momento marcante da história do clube é um motivo de enorme orgulho e satisfação. “Este é um clube que, apesar de todos os obstáculos que teve de ultrapassar, continua a ter esta fantástica capacidade de juntar um grande número de pessoas em momentos de convívio e socialização. É um exemplo de perseverança e de querer, e demonstra bem o amor que as pessoas têm ao clube”, frisou.

Rio enfatizou a enorme importância deste tipo de associações nas zonas onde estão inseridas para reforçar a sua “identidade e a união”, como acontece neste caso no Bairro Pinheiro da Gregória. “O desporto não se faz só dos grandes clubes nem dos grandes atletas, mas faz-se fundamentalmente deste tipo de associações locais, onde os jovens encontram um lugar para praticar desporto e os mais velhos um local onde se podem reunir, passar o tempo de forma mais agradável e ajudar-se mutuamente nas dificuldades”, afiançou.

Como explicou Luís Ferreira, Presidente do clube há 15 anos, atualmente o Patrimonense tem apenas Futebol Juvenil. “Temos uma equipa de Juvenis que atua na II Divisão Regional. O nosso principal objetivo passa por tirar os miúdos dos maus vícios, e do que temos conhecimento nenhum jovem que passou por este clube se meteu por maus caminhos. Para mim e para os meus colegas de direção essa é a maior alegria que temos”, afirmou, salientando que os jogadores que alinham nos Juvenis não têm de pagar “nem um cêntimo” para jogar: “Sabemos das dificuldades com que vivem muitas famílias e a nossa política passa promover o desporto e não excluir nenhum miúdo. Nesse âmbito, temos tido um grande sucesso”.

Segundo Luís Ferreira, o Patrimonense vive com enormes dificuldades financeiras, que reduzem a margem de manobra da direção. “Chegamos a realizar na nossa sede muitas outras atividades de caráter lúdico e cultural, como aulas de música, mas neste momento não dispomos de condições nem de recursos humanos para o continuar a fazer. Felizmente, temos contado com o apoio da Junta de Freguesia de S. Lázaro e do seu Presidente, João Pires, que nos tem apoiado em todas as nossas necessidades e ao qual temos muito a agradecer”, referiu.

Nesse sentido, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga manifestou a sua intenção de colaborar e apoiar os clubes do concelho, e lembrou que enquanto oposição sempre defendeu medidas de apoio às camadas jovens dos clubes amadores. “Estamos bem cientes da importância valiosa destas associações e, quando estivermos na liderança da autarquia, é garantido que podem contar com a nossa ajuda para continuarem a desenvolver a vossa atividade”, assegurou, falando diretamente aos associados do Patrimonense.


Época sem atividade prejudicou o clube

No passado, o Patrimonense, que tinha Futebol Sénior e Atletismo, viveu momentos de glória e chegou a ter mais de 550 associados. “ Na época 78/79 fomos campeões da III Divisão Distrital e na nossa secção de atletismo chegaram a fazer parte atletas como a Albertina Machado”, enfatizou o Presidente, sublinhando que vários problemas obrigaram a extinguir estas modalidades no clube.

Em 1997, o Patrimonense passou pelo seu momento mais complicado, tendo estado sem atividade e com a sede fechada. Nesse ano, o clube perdeu grande parte dos seus associados. “Foi nessa altura que a nossa direção tomou conta do clube e, com muito esforço e suor, conseguimos voltar a erguer o Patrimonense. Mas o clube perdeu muito com o período de inatividade e ainda agora continuamos a trabalhar no sentido de voltar a atingir a grandeza que já tivemos”, disse.

Para o futuro, o objetivo passa por manter o escalão juvenil e reabrir a secção de Atletismo. O futebol sénior é um sonho antigo, mas que Luís Ferreira sabe ser difícil de realizar. “Gostávamos muito de reativar a equipa sénior. Muitos associados e jovens com interesse em ingressar na equipa estão-nos a pressionar nesse caminho, mas sabemos que, por motivos financeiros, é muito complicado”, lamentou.

A concluir, Luís Ferreira mostrou-se orgulhoso do carinho e amor que os ex-jogadores e ex-dirigentes do Patrimonense guardam pelo clube: “Quem por aqui passa, fica a gostar deste clube. Isso é bem ilustrativo pela quantidade de inscrições que já recebemos para o nosso jantar de comemoração dos 50 anos, com várias pessoas a afirmaram que fazem questão de estar presentes”.

Eu, Presidente - Protecção Cívil

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A Protecção Civil deve ser uma das funções prioritárias de um Município, uma preocupação constante em responder de forma eficaz e oportuna a qualquer situação de emergência.

Esta semana, na rubrica “Eu, Presidente”, damos destaque à Protecção Civil. Neste sentido, gostaríamos de saber quais são as principais necessidades do nosso Concelho? Que recursos serão necessários? Que investimentos os bracarenses idealizam nesta área? Que políticas devem ser assumidas pelo próximo Presidente da Câmara para melhorar o serviço prestado a todos os bracarenses?

Tu, Presidente - Casa das Convertidas

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Na semana passada, antes de saberem do polémico negócio que envolve os parentes do Presidente da Câmara Municipal de Braga, esta foi a opinião expressa pelos Bracarenses sobre a recuperação da Casa das Convertidas.  





Rui Milhão É pena que o Convento de S. Francisco em Real veja uma vez mais uma oportunidade de recuperação passar ao lado. A argumentação de que não há financiamento para o projecto parece-me um pouco fraca. Pois se parece haver para financiar a pousada na casa das Convertidas, também haveria para a edificar em Real. A CMB vai avançar para a expropriação nas Convertidas sem certezas? 

Francisco Grilo O caso da pousada da juventude que foi discutido para a programação e tendo como resposta a Capital Europeia da Juventude 2012, comprometeu inicialmente a recuperação do edifício do Convento de São Frutuoso, em Real. Parecia bem encaminhado, como qualquer projeto do CEJ2012. No entanto a indefinição posterior deixou em aberto a solução, apontando-se o que agora se projeta para a Casa das Convertidas na Avenida Central. Ambos os locais mereceriam uma atenção especial, tratando-se de imóveis em acentuada degradação e em locais privilegiados que poderão capitalizar a urgente recuperação. A fruição da Casa das Convertidas, merece uma atenção redobrada, dado a que se assiste à sua eminente depauperação patrimonial, num edifício e área que é central e poderá valorizar aquela zona tão despovoada. Note-se que o edifício do Convento de São Frutuoso, também ele em ruínas, terá uma necessidade de afetação utilitária, porque não para os seniores ou polo museológico/arqueológico do período antigo pós romano. 

Domingos Da Silva Abreu Tanto quanto julgo saber a tutela da Casa das Convertidas é do Ministério da Administração Interna. A recuperação da Casa das Convertidas é URGENTE. Se não se poder fazer tudo de uma vez, que seja feita por fases. Quanto à instalação da pousada da Juventude, já emiti a minha opinião. Instalações, devolutas, da Escola Dr. Francisco Sanches em S. Victor. 

João Queiroga Não conheço o interior da "Casa das Convertidas" como também desconheço a quem pertence a posse da propriedade! Como, certamente, a generalidade dos Bracarenses, acho que é imperativo e urgente o reaproveitamento desta estrutura, que, há muito, fica mal na fotografia do centro histórico da cidade, de preferência com uma finalidade cultural! Quanto a mim, há outro edifício no coração da cidade, muito mal aproveitado, que clama outra dignidade e um reaproveitamento urgente! O edifício da antiga Escola Comercial, paredes meias com a velha muralha da cidade, uma traça magnífica, com umas belas arcadas na sua face poente! Que belo hotel de charme aqui se instalava!... 

Domingos Da Silva Abreu Conheço o interior da "Casa das Convertidas". Todo o imóvel merece ser recuperado e posto à disposição dos bracarenses e de todos aqueles que visitam. Já para ali ser instalada a Pousada da Juventude, tenho muitas reservas, não só pela falta de espaço, como pelo perigo de se adaptarem os existentes fazendo desaparecer grande parte da riqueza arquitectónica do edifício. Temos alternativa para a instalação da Pousada da Juventude em Braga para tal defendo as antigas instalações da Escola Francisco Sanches. Bons acessos para viaturas e utentes para além de espaços interiores e exteriores com dignidade para uma Pousada da Juventude. 

Manuel Gomes Alves Transformar tão qualificado edifício numa pousada de juventude é assinar o seu óbito! Uma pousada de juventude requer outras condições físicas e espaciais, de preferência junto às principais redes de transportes nacionais e internacionais.... 

Tania Martinho Concordo com a reabilitação do edifico na Avenida Central. Braga precisa de uma boa Pousada da Juventude. Mas não basta existir... terá de ser bem divulgada, junto dos parceiros de negócios apropriados, quer nacionais quer internacionais, com uma estratégia de comunicação a curto e longo prazo, com recursos humanos especializados, sem servir para as cunhas da cidade. 

Jose Arteiro É claro que uma pousada da juventude naquele local era benéfico, não só pelo equipamento em si, mas também para dar vida ao centro da cidade, que se encontra desprovido de habitantes. Tenho dito ! 





César Vilar Será que vai ser reabilitada a Casa das Convertidas? Eu concordo a 100 % mas mantenham a fachada devidamente arranjada e não a convertam como nos antigos correios.

Filomena Macedo Atendendo a situação económica, não me parece bem ,haver investimentos destas proporções assim para já, uma vez que é urgente. Restaurar este edifício ,seguindo a traça original, não deve ser uma obra muito barata, para fazer mal já temos que chegue. Naturalmente haverá uma outra solução e os jovens serão muito bem recebidos.Com as dificuldades que todos estamos a atravessar, tem que se dar prioridade as necessidades urgentes 

Maria Rebelo Concordo plenamente invistam o dinheiro no nosso património não em obras faraónicas de fachada só com o intuito de caçar votos aos eleitores menos atentos !!!
  
Rui Pedra Estão a espera de que para recuperar este monumento? À espera que caia em ruína para depois deitarem tudo a baixo, para construir um qualquer mamarracho de cimento? 

José Carlos Silva Recuperar sim e nunca será demasiado cedo, mas acho que usar o Convento das convertidas para uma pousada da juventude adulterará demais algo que se devia manter o mais fiel possível ao original, recupera-se/estraga-se demasiado nesta cidade. Quanto à pousada ir para Real, acho que foge demasiado ao centro da cidade e perde o seu propósito, no entanto era muito bom recuperar (e não estragar!) o Convento de S. Francisco. 

Jorge Louro A pousada da juventude deveria ser uma das âncoras para a revitalização do centro e a ideia de a levar para Real foi um enorme erro. Ultrapassado esse erro, porque não estudar outras localizações? Não há outras possíveis localizações que a Casa das Convertidas? Julgo que sim. E na última Assembleia de S. Victor foi aprovada uma moção, por todas as forças políticas presentes, que entendeu isso (também o PS). Desde logo porque há o edifício antigo da Francisco Sanches, porque a adaptação da Casa das Convertidas a uma pousada poderá levantar problemas na conciliação do património (Monumento Nacional) e porque poderão existir outras localizações. Se a isto juntarmos a ideia que para haver uma pousada na Casa das Convertidas é preciso comprar as casas ao lado (que depois vamos descobrir pertencerem aos de sempre) há que reflectir duas vezes sobre as motivações desta “conversão” às Convertidas. 

Henrique Castro A Coligação Juntos por Braga deve liderar a escolha da nova localização da Pousada da Juventude cuja proximidade ao centro histórico, que precisa de ser dinamizado, deve ser o principal critério. A proposta inicial dos Socialistas era um disparate, no entanto já se preparam para fazer passar a ideia que o Centro da cidade também era a sua localização preferida.


Enterro da Gata é momento ideal para promover o convívio e a união entre os alunos

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Ricardo Rio visitou Gatódromo


Ricardo Rio esteve presente no Gatódromo no dia de abertura das Monumentais Festas do Enterro da Gata de 2013, que se realiza durante esta semana na Alameda do Estádio Municipal de Braga. A iniciativa foi uma forma simbólica de Rio se associar a um momento marcante e especial na vida da cidade e de uma das suas mais importantes instituições, a Universidade do Minho.

O líder do “Juntos Por Braga” aproveitou a ocasião para felicitar a Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) pela organização deste evento, que conta mais uma vez com a presença de bandas de enorme qualidade e prestígio. “À semelhança do que nos tem habituado, a AAUM organizou com enorme eficácia e qualidade este Enterro. Todos os que participaram na organização estão de parabéns e merecem agora desfrutar destes momentos de muito trabalho, mas também de muita alegria e animação”, afirmou.

Segundo o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, este é o momento oportuno para os estudantes descomprimirem da desgastante época de estudos a que são sujeitos e de recuperarem energias para a reta final do ano letivo. “Os alunos devem usar estes momentos para promover o convívio, a confraternização e a união entre si. Para alguns estudantes, que estão prestes a terminar as suas Licenciaturas ou Mestrados e a entrar no mercado de trabalho, esta é ainda a melhor forma de se despedirem deste ciclo da sua vida”, afirmou, garantindo em seguida que irá fazer o que estiver ao seu alcance para que a transição desses estudantes para a vida ativa seja feita com sucesso: “A autarquia tem a responsabilidade de, em ligação com a Universidade e suas associações, trabalhar no sentido de dar a estes alunos todas as condições para uma integração mais fácil e bem-sucedida. É isso que iremos fazer”.

Ricardo Rio desejou que as festividades do Enterro da Gata decorram em ambiente de festa e segurança, apelando para isso à precaução e à responsabilidade de todos os intervenientes do evento. “É importante que uma festa tão bonita e marcante como esta não fique manchada por incidentes evitáveis. Nesse sentido, é fundamental que todos os intervenientes - desde os estudantes, aos elementos da organização e passando pelas forças de segurança - atuem de forma responsável e séria e evitem os exageros, para que todos possam divertir-se e usufruir desta semana de festa”, disse.

Por fim, o líder do “Juntos Por Braga” enfatizou que é muito importante que, durante o resto do ano, os estudantes da Universidade do Minho se integrem mais na vida da cidade e encontrem no centro espaços atrativos onde possam conviver. “Estes estudantes que aqui se encontram no Enterro da Gata raramente podem ser vistos no centro da cidade, e essa é uma grande perda para o concelho. Braga não se pode lembrar destes alunos apenas durante o período do Enterro da Gata. É preciso saber chamá-los e encontrar no centro da cidade espaços culturais, de convívio e de diversão onde estes se possam sentir confortáveis e bem-recebidos”, concluiu.

Ricardo Rio visitou Agência Nacional para a Gestão do Programa Juventude em Acção

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Englobado num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com diversos agentes de diferentes áreas de actuação, cuja finalidade passa por desenvolver uma política de diálogo e proximidade, Ricardo Rio visitou a Agência Nacional para a Gestão do Programa Juventude em Acção, que está sediada em Braga. José Gonçalo Regalado, Director do Programa desde Novembro de 2012, acompanhou Ricardo Rio durante a iniciativa.

Como explicou José Gonçalo Regalado, a Agência tem como missão a gestão do programa comunitário “Juventude em Acção”, um programa da União Europeia para os jovens que pretende apoiar e promover a mobilidade dos jovens dentro e para além das fronteiras da União, a aprendizagem não formal, o diálogo intercultural e ainda a inclusão de todos os jovens independentemente do seu meio social, educacional ou cultura.

O líder do “Juntos Por Braga” salientou que a instalação da sede da Agência em Braga é crucial para manter uma série de recursos e de trabalhos que são desenvolvidos pela agência em ligação à comunidade local. “A localização da Agência no concelho é uma oportunidade tanto para o meio associativo, que pode beneficiar da vantagem da proximidade para esclarecer dúvidas e facilitar contactos, como para o próprio meio empresarial, com possibilidades de negócio com a Agência”, afirmou.

Para o Director da Agência Nacional de Juventude, a descentralização do país traz grandes vantagens, e ter a sede em Braga é ao mesmo tempo um desafio e um ato de gestão sensato e exigente. “Para além da sede em Braga, temos uma base mais pequena em Lisboa, porque reconhecemos que os jovens do Alentejo e do Algarve também merecem ter uma proximidade com a Agência. Mas é importante para o país que este tipo de estruturas se localize fora de Lisboa e que haja maior igualdade no país”, disse, evidenciando que a Agência dá prevalência a entidades de carácter local nos concursos que fazem, que vão desde viagens, materiais para distribuição, formação, parte hoteleira, etc. “A nossa presença na cidade permite-nos criar alguma economia local e ajudar o município e o concelho naquilo que são as suas entidades”, afiançou.  

Por outro lado, Ricardo Rio ficou a conhecer de forma mais exacta e detalhada as oportunidades de colaboração da Agência quer com as associações, quer com a autarquia, nomeadamente de organismos como o Conselho Municipal da Juventude, e não escondeu a sua preocupação pela inactividade registada até ao momento pela Câmara Municipal “Ficamos apreensivos pelo facto de termos constatado que esta é uma valência que não está a ser devidamente aproveitada, já que o recém-criado Conselho Municipal da Juventude, órgão que a autarquia tem vindo a negligenciar, não teve até ao momento nenhuma candidatura através da Agência nacional. “Esse é claramente um dos eixos que julgamos que deve ser explorado para o futuro e, nesse sentido, contamos estreitar o relacionamento com esta Agência”, garantiu.

Programa mais justo e dirigido para mais participantes

Por seu turno, José Gonçalo Regalado sublinhou que estes primeiros seis meses de gestão da Agência forma exigentes, porque tomaram em mãos um conjunto de desafios muito complicados. “A Agência tinha uma questão de sobrevivência funcional: havia um conjunto de pontos levantados pela Comissão Europeia de não conformidade que teriam de ser rapidamente revistas, sob pena de encerrarmos, desde a questão da alocação dos projectos, do número de pessoas que tínhamos alocadas à Agência Nacional, passando por questões de supervisão”, explicou.

O Director da Agência garantiu que forma definidas novas linhas orientadoras, sendo agora o programa dirigido para muitos mais participantes e para pessoas com poucas oportunidades, ao invés do que acontecia no passado, o que permitirá ainda que o país seja coberto por apoios financeiros na sua integridade. “A Agência estava a deixar de forma quase cabal metade do país sem fundos, que era o interior, e depois um conjunto de distritos urbanos congregavam 65% dos fundos. Essa é uma realidade que estamos a alterar para atribuir de um forma justa às associações juvenis e grupos informais de jovens as verbas necessárias para os seus projectos empreendedores”, enfatizou, notando que o principal desafio passa mesmo por fazer muito mais com o mesmo e garantir que a alocação e a distribuição das verbas e apoios são feitas de uma forma muito mais justa e incluindo muito mais pessoas com menos oportunidades. 

"Rampa da Falperra é essencial do ponto de vista turístico e económico"

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Ricardo Rio completou percurso da Rampa da Falperra

Ricardo Rio, ao volante de um Abarth 500, completou o percurso da 34ª Rampa Internacional da Falperra, que se realiza durante este fim-de-semana. A iniciativa do líder do “Juntos Por Braga” foi uma forma simbólica de este manifestar o seu apoio inequívoco a uma prova com forte tradição no Concelho e que é um dos principais factores de atracção de turistas para a cidade. 

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, a Rampa da Falperra, que esteve em risco de não se realizar este ano por falta de verbas e até de sair do calendário de provas da FIA, é essencial não só do ponto de vista desportivo, mas essencialmente do ponto de vista turístico e económico. 

“Estamos a falar de um evento que chama mais de 200 mil visitantes a Braga, e este é um número que não pode nem deve ser ignorado. Nesse sentido, a prova tem de ser considerada uma prioridade por parte da Autarquia, que deve desenvolver todos os esforços para que esta se continue a realizar”, salientou, enfatizando a enorme importância económica da iniciativa para o comércio da região, numa altura em que o concelho tem “tão poucos eventos capazes de atrair pessoas de fora e de dinamizar a economia”. “Só quem sente o ambiente que se vive aqui por estes dias consegue avaliar o impacto de uma realização destas”, garantiu. 

O carro conduzido por Ricardo Rio tinha inscrito na frente e nos lados os slogans “Juntos Pela Falperra” e “Falperra Sempre”, ilustrando bem o apoio que os “Juntos Por Braga” sempre deram à prova, efetuando todos os esforços ao seu alcance para que esta reunisse as condições para se realizar e, mais importante ainda, para que não se condenasse irreversivelmente ao desaparecimento uma iniciativa pela qual os Bracarenses nutrem grande carinho. 

Rio aproveitou ainda a oportunidade para agradecer os esforços incansáveis do Clube Automóvel do Minho (CAM) e mais especificamente do seu Presidente, Barbosa Ferreira, na organização da prova. “Se hoje os Bracarenses e os visitantes podem usufruir deste fim de semana desportivo, muito o devem ao trabalho do CAM e do seu Presidente que, apesar de todos os obstáculos no percurso, sempre acreditaram que era possível contornar as dificuldades e realizar a Rampa. Este sucesso é muito deles e estão de parabéns pelo que conseguiram”, afirmou. 

O líder do “Juntos Por Braga” fez votos de que a competição, de grande qualidade e prestígio reconhecido internacionalmente, decorra de forma normal, em segurança e em ambiente de festa e convívio, para que todos os concorrentes, equipas técnicas e público possam desfrutar e divertir-se durante esta iniciativa.

Ricardo Rio sobre a expropriação dos prédios vizinhos da Casa das Convertidas

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Ricardo Rio criticou a expropriação urgente e a qualquer preço dos prédios vizinhos da Casa das Convertidas, que até à semana passada pertenciam à filha e ao Genro de Mesquita Machado, para construção da Pousada da Juventude.

Theatro Circo deve ser epicentro da dinâmica cultural da cidade

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Ricardo Rio visitou Theatro Circo

Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover com diversos agentes de diferentes áreas de atuação, Ricardo Rio visitou o Theatro Circo, empresa participada pela Câmara Municipal, que detém a totalidade do capital social.

O líder do “Juntos Por Braga” salientou que a reunião com a administração do Theatro Circo foi “extremamente útil”, porque permitiu fazer um balanço alargado de vários aspetos que considerou “cruciais” para a atividade do próprio Theatro, desde o nível da programação, ao financiamento, passando pelas estratégias de promoção que têm sido seguidas.

“Aquilo que concluímos após esta visita é que, pese embora haja alguns dados positivos do trabalho que vem sendo realizado, há fundamentalmente um grande desafio pela frente, que passa por tornar esta estrutura cultural reconhecida como um local de destino natural para a população da cidade que tem apetência para a participação em atividades culturais”, sublinhou Rio, que enfatizou que este é um fator que atualmente não está a ser conseguido, já que se sente um “divórcio” entre a cidade e a própria região e o Theatro.

Segundo o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, é essencial que exista uma diversificação da programação e uma aproximação das estruturas locais ao Theatro, juntamente com uma promoção eficaz que vá ao encontro das exigências da generalidade dos bracarenses e de todos os que vivem neste território. “O grande desígnio que queremos alcançar passa por, sem canalizar muitos mais recursos para o Theatro, garantir quer este não é um eucalipto no meio do deserto, mas sim o epicentro de uma dinâmica cultural coletiva que efetivamente transforme a cidade de Braga neste sector, bebendo também das dinâmicas culturais que existem a nível local em vários domínios”, garantiu.

Ricardo Rio assumiu ainda o compromisso de manter a estrutura atual e os recursos humanos do Theatro Circo e de, dentro das possibilidades, reforçar essa mesma estrutura. “Esse é um desígnio com o qual nos comprometemos totalmente e nem sequer poderia ser de outra maneira. No futuro, consoante as carências que detetarmos, equacionamos o reforço da estrutura para cobrir essas necessidades”, afirmou.


Complementaridade estratégica na região é fundamental

Por seu turno, Rui Madeira, administrador do Theatro Circo, reforçou a importância deste tipo de iniciativas para que as forças políticas percebam os problemas e as dinâmicas destes equipamentos. “Mais informação e conhecimento permitirão ajudá-los a formar e a organizar um discurso de cidade para o qual nós todos lutamos, independentemente das posições que cada um possa ter a cada momento. Todos estamos imbuídos do espirito de melhorar as coisas e para isso não temos de ser da mesma opinião, pelo contrário, as diferenças é são de salutar”, disse.

O administrador apontou a necessidade de se olhar de uma forma mais vasta para o território do Minho para se poder definir de forma exata e coesa o funcionamento e objetivos do Theatro Circo e de todas os outros equipamentos culturais, defendendo uma complementaridade estratégica na programação. “Temos de perceber que cidade é que queremos. Estamos num fim de um ciclo e hoje o olhar que se tem sobre Braga é muito diferente do que acontecia há 20 anos atrás; tem de se ter obrigatoriamente uma perceção mais vasta de território”, acredita, evidenciando que após se anexar essa ideia de território, será muito mais fácil atingir a sustentação, racionar o financiamento e potenciar as capacidades de produção e programação.

Por fim, Rui Madeira destacou que as linhas estratégicas atuais do Theatro Circo passam principalmente pela valorização da criação artística nacional, pela ligação à Lusofonia e à Europa, nomeadamente à Galiza, e pela formação dos públicos.

Miguel Bandeira candidato a Vereador pelo “Juntos Por Braga”

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Miguel Bandeira vai ser candidato a Vereador no número cinco da lista a apresentar pelo “Juntos Por Braga" à Câmara Municipal de Braga. Com 53 anos, casado e pai de 2 filhos, é professor na Universidade do Minho. Geógrafo com especialidade em técnicas de ordenamento e planeamento do território. Licenciado pela Universidade do Porto, Mestre pela Universidade de Coimbra e Doutor pela Universidade do Minho. 

Fez os primeiros estudos em S. Lázaro e no Liceu Sá de Miranda, onde desempenhou pela primeira vez funções associativas em 1974. Representou o ABC no princípio dos anos de 1970, na então secção de atletismo, e participou na mesma época na dinamização e relançamento do basquetebol em Braga. É dirigente da ASPA há mais de 20 anos, do qual foi seu presidente, e é sócio honorário das associações culturais “Bravos da Boa Luz” e “Braga +”. Foi ainda membro da Comissão de Toponímia da Câmara Municipal de Braga durante 10 anos. Participou na fundação da Associação Cívica Arco-íris (Braga). 

Foi até ao início do presente ano Presidente do Instituto de Ciências Sociais da Universidade. Lecciona(ou) nas Licenciaturas de Geografia e Planeamento, de Arquitectura (Pólo de Guimarães), e Sociologia, História e Comunicação Social (Pólo de Braga) da Universidade do Minho. Orienta em parceria e individualmente, e integra Júris de diversas teses de Doutoramento (Geografia, Arquitectura, Sociologia e História) e de Mestrado (Geografia, Arquitectura, Ciências da Comunicação, História, Sociologia e Património e Turismo), na Universidade do Minho. 

Exerce ainda as funções de Director do Curso de Doutoramento em Geografia da Universidade do Minho. No domínio da organização da actividade científica é investigador integrado no Centro de Estudos em Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT) (Universidades de Coimbra, Porto e Minho) e membro associado do Centro de Investigação em Ciências Sociais (CICS) (UM), tendo exercido as funções de Secretário-Geral da Fundação Centro de Estudos Euroregionais Galiza - Norte de Portugal (CEER) e membro da Direcção Executiva da Comissão Nacional de Geografia.

Participa em projectos de formação de Professores em Moçambique e Timor. Realizou numerosos estudos nas áreas da Geografia Urbana e Urbanismo, bem como: Geografia Cultural/Histórica; Património Cultural e Natural; Planeamento e Ordenamento do Território; Planeamento Estratégico; Geografia Política; e História de Portugal Moderna e Contemporânea, no âmbito do qual tem realizado diversas publicações, participado em projectos interdisciplinares de investigação e proferido, por convite, inúmeras conferências.

Ricardo Rio distribuiu flores às Mães Bracarenses

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Mães Bracarenses são exemplo de força e coragem 

Como forma de comemorar o Dia da Mãe e de homenagear simbolicamente todas as mães Bracarenses, Ricardo Rio e Firmino Marques ofereceram flores no centro da cidade. A iniciativa foi um sucesso e contou com uma forte adesão por parte dos cidadãos, que acompanharam Rio e Marques durante todo o evento, juntando-se a um grupo que integrava Autarcas de diversas Freguesias. 

Ricardo Rio aproveitou a ocasião para “prestar tributo” a todas as Mães de Braga e desejar-lhes um muito feliz dia. “Ser Mãe é, sem dúvida, um dos maiores presentes da vida. Gostava de felicitar todas as Mães Bracarenses e, de forma especial, a melhor do mundo: a minha, claro!”, brincou Rio, quando se cruzou também com a sua mãe em plena Rua do Souto. 

O líder do “Juntos Por Braga” referiu que se a cidade ainda hoje é reconhecidamente jovem, muito se deve à coragem e à força de todos aqueles que, mesmo em circunstâncias cada vez mais difíceis, não desistem de embarcar na maravilhosa aventura de serem pais e mães. 

“Mesmo sabendo os inúmeros desafios que vão ter que enfrentar na incerteza das respostas sociais a que vão ter acesso; da qualidade da educação dos seus filhos; das oportunidades de lazer, acesso à cultura e à prática desportiva que ajudarão à sua formação social e humana; mesmo conscientes das dificuldades de acesso ao emprego; de fixação junto das suas famílias e de exercício de uma cidadania plena, é de congratular a coragem das jovens mães Bracarenses que, perante as adversidades, decidiram ter filhos e abraçar com força a maternidade”, realçou. 

Ricardo Rio garantiu que fará tudo o que estiver ao seu alcance para apoiar a natalidade e as famílias Bracarenses, e que irá trabalhar no sentido de transformar Braga numa cidade de futuro e numa terra de oportunidades para os mais novos. 

Segundo o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, é muito importante que os jovens casais sintam segurança e confiança no futuro dos seus filhos no momento de optarem por ser pais. “Mais do que um compromisso político, esta é também a resposta às preocupações que partilho enquanto pai. Primeiro, é fundamental que Braga ofereça condições para cativar os jovens e que lhes permita construírem a sua vida no concelho, o que inclui terem filhos. Depois, é essencial que as crianças encontrem em Braga todas as condições para crescerem com qualidade de vida e com acesso a todo o tipo de oportunidades para o seu futuro”, sublinhou

Eu, Presidente - Pousada da Juventude

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Braga é, sem sombra de dúvidas, um dos concelhos mais jovens de Portugal. A inexistência, no nosso concelho, de uma Pousada da Juventude com as condições necessárias para prestar este tipo de serviço (a actual está demasiado degradada e não corresponde já às necessidades), torna premente e indispensável a construção de uma nova Pousada da Juventude. 

Este semana, gostaríamos de saber qual a sua opinião sobre a Pousada de Juventude de Braga. Qual a sua solução? Concorda com a reabilitação da Casa das Convertidas? Qual a importância da Pousada na dinamização de políticas de Juventude?

Tu, Presidente - Parque de Exposições de Braga

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Esta semana, no Eu, Presidente, pedimos aos bracarenses que enviassem contributos sobre a dinamização do Parque de Exposições de Braga. Recebemos ideias válidas e preocupações atentas de alguns cidadãos. É neste sentido que continuamos a contar com a sua participação na construção e valorização de um melhor projecto para a nossa cidade, Braga. 

Luísa Lopes por este andar o teatro circo vai na mesma direcção, não se compreende que um espaço deste calibre não tenha espetáculos de alto nível, parece que Braga não tem nada onde possa acolher os nossos e outros artistas, a nível cultural Guimarães está muito à frente. 

Francisco Pimentel Eis um péssimo exemplo urbanístico, um aborto e um elefante branco, além de tapar toda uma potencial via entre a avenida da liberdade e Maximinos, estragou o rio, o parque da cidade (ponte) e a paisagem, já que a sua construção é provinciana e de mau gosto. por fim a sua parca utilidade, desportiva= zero, congressos= raros, então temos a AGRO, uma feira caduca que vive ainda da fama do passado. Este PEB é mais uma prova da pouca cultura da edilidade, uma prova de parolice, de quem nunca viajou e viu exemplos de como se devem fazer as coisas. Braga infelizmente está cheia deste tipo de barbaridades, mais de uma por cada ano de governação de Mesquita Machado, Galécia, central camionagem sem saída e sem interface à estação, granjinhos, centro comercial avenida, túnel, Pizza Hut no campo da vinha, circular Júlio Fragata, Picoto, Enguardas, Fujacal, ghetos dos ciganos, rio este canalizado etc... É BOM VIVER EM BRAGA... É, MAS PODIA SER MUITO MELHOR. 

Adelaide Monteiro Melo Era bom que dinamizassem aquele espaço, quer como centro acolhedor de feiras e exposições, quer como centro de actividades culturais / recreativas. 

Elisio Vieira De salientar que não era só para Feiras, mas também para o desporto (ABC) e realizaram um jogo do qual eu estive presente e viram que não era acolhedor e houve depois umas provas de Atletismo e hoje realizam umas provas a nível escolar e mais nada... 

Henrique Castro 1º tornaria o espaço mais moderno e adequado para inventos no domínio do turismo, novas tecnologias, industria, .... 2º Celebraria parcerias com a FIL e Exponor; 3º Faria protocolos com os principais hotéis de Braga e procuraria atrair as grandes empresas nacionais e internacionais para ai fazerem os seus seminários, reuniões gerais, divulgação dos seus produtos, etc. 

Leite Paulo Não se deu importância ao edifício em si, mas também ao espaço envolvente. Ponham os olhos no multiusos de Guimarães, faz inveja ás melhores cidades do país. Desde concertos de grupos musicais a exposições de entretenimento passando pela cultura e desporto. 

João Queiroga Muito me sugere o desafio que aqui coloca, Dr. Ricardo! Atrevo-me ao risco de apenas duas dicas; Esqueçamos, tanto quanto nos for possível, aquele que se transformou já num elefante branco, o chamado Parque Norte e olhemos para a zona do Parque de Exposições como a melhor, senão única, zona de lazer no centro da cidade!... Mantendo a multifuncionalidade, da economia ao lazer, do desporto às actividades socioculturais, de um espaço público como este, qualquer intervenção aqui tem de ter em conta toda a envolvência deste espaço, desde a beira rio até aos terrenos do Parque de Campismo, passando pelo Parque da Ponte, antigo estádio, pavilhão e campos de treino, piscinas, campos de treino das Camélias e, claro está, pelo Parque de Exposições. Acredito que se não possa fazer tudo ao mesmo tempo e que alguma coisa mais ou menos desgarrada se vem fazendo já, sobretudo nos últimos meses de mandato, mas que qualquer intervenção futura nesta área, obedeça a um plano integrado capaz de olhar para todo aquele espaço no seu todo e potenciar as sinergias que já hoje estão no terreno. 

Forum Braga XXI O Parque de Exposições não deve ser um edifício isolado mas o ponto central de um complexo destinado a receber eventos de grande dimensão e à promoção da imagem Braga. 

Pedro Gonçalves Pereira Beatriz, sem querer entrar em polémicas... muito do que diz vai precisamente ao encontro da visão da actual administração do Parque. Acredito que o seu comentário possa estar influenciado por aquilo que é mais visível (Quim Barreiros...), mas na verdade o grande esforço tem sido o de transformar o Parque num indutor ao desenvolvimento e dinamismo do tecido empresarial da região. Infelizmente o trabalho de contactos e estabelecimento de acordos não é "atómico" leva o seu tempo. Mas o caminho definido está correcto. Vamos dar tempo ao tempo que o mandato da actual administração já está a produzir resultados. 

Beatriz Lamas Oliveira Art É verdade que degradação nos últimos anos fez com que se tenha tornado num edifício com poucas condições para receber quer visitantes quer expositores. Mas também a organização que dinamiza o espaço tem uma concepção muito pobrezinha, suburbana e popularucha do que é um Parque de exposições. Era preciso que as Feiras e Congressos tivessem uma perspectiva de organização mais urbana e se ligasse mais aqui aos nossos vizinhos da Galiza... no mínimo! E que aumentasse a área de interesses com programas culturais que ultrapassassem Quim Barreiros e Ágatas. 

Luís Freire Por experiências anteriores, não tem condições para Desporto nem para eventos musicais.

Passividade da Autarquia permite que Obras na EM 569-1 se arrastem há mais de um ano

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Ricardo Rio visitou Vimieiro


Inserido num ciclo de contactos com várias freguesias do concelho, Ricardo Rio visitou Vimieiro, aproveitando a ocasião para contactar com a população local - ouvindo atentamente os seus problemas e ambições - e para denunciar as várias lacunas que persistem na freguesia, nomeadamente ao nível dos acessos.

O líder do “Juntos Por Braga” chamou a atenção de forma particular para as obras que se arrastam há mais de um ano na Estrada Municipal 569-1, que liga Fradelos a Celeirós e que constitui uma das principais vias de acesso a Vimieiro e a toda a zona circundante. “Grande parte da população de Vimieiro, Priscos e Fradelos vive diariamente o drama de querer passar para Celeirós e aceder ao centro de Braga e não conseguir passar por esta estrada, tendo de encontrar caminhos alternativos para contornar esta situação”, lamentou, perante as inúmeras queixas dos cidadãos locais presentes, que apelidaram esta situação de “vergonhosa e lamentável”.

Ricardo Rio relembrou que esta é uma situação que foi há muito tempo denunciada pelo “Juntos Por Braga” em sede de executivo municipal. “Na altura, fomos surpreendidos com o total desconhecimento dos responsáveis autárquicos da existência destas obras, que teriam obrigatoriamente de ser do seu conhecimento, uma vez que havia o envolvimento da AGERE em parte das obras e até uma alteração da rota normal dos autocarros dos TUB”, sublinhou, garantindo que esta é uma mais um prova da postura “negligente, passiva e irresponsável” da Câmara Municipal neste caso.

Atualmente, a estrada está aberta ao trânsito mas em condições extremamente degradas de circulação. Durante o Inverno, esteve mesmo um longo período intransitável, provocando danos bem visíveis a toda a população envolvente, tanto para os residentes como para os estabelecimentos comercias, cujos negócios estão a ser muito prejudicados. “Nos dias bons, têm de aguentar com o pó que invade as suas casas ou os seus negócios e, nos dias maus, com verdadeiros lamaçais que se criam à sua porta, para lá de toda a degradação provocada nas casas e nas próprias viaturas, com danos difíceis de calcular e que são suportados pelos próprios cidadãos”, criticou, salientando ainda que os moradores dessa rua que utilizam o autocarro têm passado por “grandes tormentos”, já que são largados no alto do Lugar do Souto ou no Parque Industrial de Celeirós e depois têm de caminhar pelo meio da terra, do pó e da lama até chegarem às suas casas.

“Esta situação já se prolongou por um período de tempo muito além do razoável. Está na altura da Câmara Municipal olhar com urgência para este problema e intervir no sentido de o resolver o mais rapidamente possível”, exigiu Rio.

Por fim, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga evidenciou que Vimieiro é praticamente uma ilha, uma vez que para além da estrada municipal 569-1, são vários os acessos que estão em condições de limitada circulação. “A juntar a isso, é uma freguesia que tem registado também um continuo desrespeito por parte da autarquia, como é visível no facto do parque de jogos ter sido completamente arrasado, desde a sede do clube, aos equipamentos para crianças existentes até os espaços comerciais que ali funcionavam e que acabavam por servir bastante população”, afirmou, notando que neste momento as obras do parque de jogos estão interrompidas e sem qualquer perspetiva de conclusão, o que obriga os jovens que praticavam desporto na freguesia a ter de se deslocar para freguesias vizinhas.

Ricardo Rio diz que Braga rural vai liderar mudança de Outubro

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Fernando Araújo, aproveitando a presença de Ricardo Rio no decurso de uma visita à Freguesia de Pedralva para contacto com a população local, anunciou publicamente a sua recandidatura para a liderança da Junta de Freguesia de Pedralva. 

Com 58 anos, casado, pai de dois filhos e aposentado da GNR, Fernando Araújo volta a candidatar-se pelo "Juntos por Braga" à Junta da Freguesia de que é natural e onde viveu toda a sua vida. “Tomei esta decisão fundamentalmente porque considero que mais quatro anos se passaram sem que a Junta de Freguesia pugnasse pelo desenvolvimento da freguesia, continuando esta a estar parada no tempo”, afirmou. 

Numa breve intervenção, o candidato começou por agradecer a presença e o apoio de Ricardo Rio e dos elementos da sua candidatura, manifestando o orgulho que é receber “o futuro Presidente da Câmara de Braga em Pedralva” e garantido que a sua equipa irá trabalhar afincadamente em benefício da população da freguesia. 

Fernando Araújo reconheceu de seguida a dificuldade do trabalho que será devolver perspectivas de futuro a uma freguesia com características marcadamente rurais e que está estagnada há vários anos, carecendo de apoios a nível social, em específico para a população mais idosa, e de dinâmica cultural e associativa. 

“Numa Freguesia como esta, temos que saber preservar a nossa identidade, a nossa qualidade de vida, o bom ambiente, mas também reforçar os apoios sociais e as oportunidades para os mais jovens”, referiu. 

Segundo Fernando Araújo, a grande prioridade da sua candidatura passa mesmo pelo aumento do apoio social, numa altura em que o país atravessa uma grave crise económica e social. “Nesta fase, é muito importante que as pessoas sintam que a Junta está disponível para as ajudar a ultrapassar as inúmeras dificuldades porque passam no seu dia-a-dia”, salientou, referindo que pretende também abrir um centro de convívio onde as pessoas mais idosas possam socializar durante o dia: “A população sénior necessita urgentemente de um local onde se possa juntar e conviver, combatendo a solidão e passando o tempo de forma lúdica e divertida”. 

Em termos culturais, o candidato à presidência da Junta de Pedralva descreveu a freguesia como “totalmente estagnada”. “Queremos que as pessoas participem muito mais na vida da freguesia. Nesse sentido, vamos desenvolver um conjunto de atividades que têm como objetivo cativar a população e incentivar e dinamizar várias iniciativas lúdicas, culturais e sociais”, garantiu, sublinhando que, apesar de se tratar de uma freguesia rural, Pedralva tem todas as condições para poder desenvolver um trabalho “bem mais profícuo” nessas áreas. 

Braga rural vai liderar mudança de Outubro 

Na circunstância, Ricardo Rio agradeceu a disponibilidade de Fernando Araújo e daqueles que o acompanham nesta candidatura, lembrando que acompanha a Freguesia de Pedralva há vários anos, conhecendo bem de perto a sua realidade e os problemas que esta enfrenta, realçando o facto de também aqui “ter reunido gente muito boa e com muita vontade de trabalhar para o bem da comunidade, sem esperar receber nada em troca”. 

O candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga apelou ainda à necessidade urgente da Mudança e que este é o momento certo para a concretizar. “Pedralva vai ficar muito bem servida com o Fernando Araújo e com a sua equipa”, referiu Rio. 

Ricardo Rio chamou ainda a atenção para o desrespeito com que o atual Executivo olha para as freguesias, achando que, com a colocação de um piso sintético num campo de futebol, ficam resolvidas todas as necessidades das populações. “As freguesias têm muitas outras necessidades bem mais urgentes e que a autarquia tem optado por ignorar. É fundamental que não se prejudiquem os cidadãos que optam por morar em freguesias mais afastadas do centro, como é o caso”, referiu o líder do “Juntos por Braga”, chamando a atenção para as carências que existem na área da Educação e para a necessidade do reforço do Apoio Social, com o aumento do número de idosos e a constante saída dos jovens para outros locais. 

Rio referiu ainda a necessidade imediata de salvaguardar este pulmão do concelho, dotando e reforçando os meios de Proteção Civil para evitar que toda esta área seja dizimada pelos incêndios. 

Para o Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, é essencial que a autarquia tenha consciência da importância de preservar a identidade rural e a boa qualidade de vida em Pedralva. “Esse tem de ser o grande foco, propiciar fatores adicionais de qualidade de vida numa zona onde todos os outros elementos essenciais estão garantidos e, em alguns casos, até são mais favoráveis do que nas freguesias do centro da cidade”, enfatizou. 

Perante o distanciamento da Câmara Municipal face aos anseios destas populações, Ricardo Rio mostrou-se plenamente convicto de que a “mudança de Outubro vai começar nas Freguesias rurais do Concelho”, tendo como ponto de partida a constatação dos ganhos proporcionados pela renovação já concretizada em diversas Juntas de Freguesia da periferia de Braga, com claros benefícios para as populações.