Agostinho Soares é candidato à União de Freguesias de Crespos e S. Paio de Pousada

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Agostinho Soares tem 44 anos, é natural de Moure, Povoa de Lanhoso e frequentou a escola primária na freguesia de S. Paio de Pousada. Casado com 2 filhos é empresário no ramo das peças e acessórios de automóveis. Em 2009 liderou a lista da coligação “Juntos por Braga” candidata à Junta de Freguesia de Crespos, obtendo uma vitória histórica. 

Em 2013 é candidato às freguesias agregadas, Crespos e S. Paio de Pousada. “Tornar Crespos uma freguesia referencia do vale do Cávado” foi o lema da sua candidatura em 2009. No próximo mandato pretende “potenciar as mais valias existentes nas duas freguesias ”. Com larga experiencia na área de gestão é reconhecido pelo rigor, seriedade, iniciativa e um enorme sentido de responsabilidade.

"Juntos Por Real" propõem à CM de Braga reforço da segurança na variante de Real

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Reunida em sessão ordinária em 29 de Abril, a Assembleia de Freguesia de Real teve como principal ponto da ordem de trabalhos a Apreciação e votação do Relatório de Gestão e Documentos de Prestação de Contas da Junta de Freguesia do ano de 2012.

Na abertura dos trabalhos, e no ponto antes da ordem do dia, a Coligação Juntos por Real apresentou uma proposta recomendando à Câmara Municipal de Braga a colocação de iluminação nas passadeiras da variante de Real, nomeadamente na rotunda junto às escolas, com o respectivo reforço de luz nos postes adjacentes. Recomendação esta que já havia sido feita em 23 de Setembro de 2011, continuando o perigo existente nestas passadeiras por resolver. Assim, e por a posição da autarquia Bracarense se ter ficado por um estudo a efectuar em relação à matéria, entendeu a Coligação que a Assembleia de Freguesia de Real exorta-se uma vez mais a Câmara Municipal de Braga a diligenciar rapidamente medidas no sentido de minorar a perigosidade das passadeiras na variante de Real, no entanto os eleitos do Partido Socialista chumbaram a recomendação. Na apreciação e votação do Relatório de Gestão e Contas, a Coligação Juntos por Braga solicitou esclarecimentos ao Sr. Presidente da Junta sobre algumas das despesas efectuadas (e critérios) e leu a sua declaração de voto (junto em anexo), votando contra este Relatório alegando a sua execução baixa, e a indefinição de uma política estrutural para a Freguesia nos mais variados campos de acção.

Ricardo Rio visitou Associação em Maximinos

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Leões do Penedo desenvolvem um trabalho social de enorme relevância

Englobado num ciclo de contactos com vários agentes do concelho de diversas áreas de atuação, que tem por finalidade o desenvolvimento de uma política assente na proximidade e no diálogo, Ricardo Rio visitou a associação Leões do Penedo Futebol Clube. João Monteiro, Presidente do clube há 12 anos, acompanhou Rio durante esta visita, bem como Luís Pedroso, Tesoureiro da Junta de Freguesia de Maximinos.

Como explicou João Monteiro, o principal objetivo do clube, que tem mais de 250 associados, passa por tirar a população sénior da solidão em que vive no dia-a-dia. “É para que isso que serve esta associação e é esse o papel que assumimos claramente. Já por isso oferecemos às pessoas que nos visitam vários entretenimentos, como noites de karaoke, passeios quase gratuitos, festivais de folclore, eventos desportivos, e muitas outras atividades de caráter cultural, social e de lazer”, salientou.

O líder do “Juntos Por Braga” notou que é para si, enquanto responsável autárquico, um motivo de “tranquilidade e satisfação” ver no terreno associações como os Leões do Penedo, que têm uma fantástica organização e capacidade para atrair tanta e tanta gente para, de uma forma especial, passarem o tempo de forma lúdica e formativa. “Nestes tempos difíceis que agora vivemos, é fundamental que as pessoas, em especial as de mais idade, possam conviver e criar laços de amizade entre si. Esses laços são preciosos porque servem para se ajudarem uns aos outros nas dificuldades e naquilo que mais precisam”, afirmou.

Nesse sentido, Ricardo Rio congratulou a associação por esta capacidade “pouco comum” de juntar as pessoas mais idosas e de lhes dar algum entretenimento. “A verdade é que para quem quer praticar futebol ou futsal, existem muitas opções no concelho e mesmo na freguesia. Este clube é muito mais do que isso, desenvolve um trabalho social de enaltecer e para o qual não existem muitas alternativas”, disse, garantindo que este tipo de associações desempenham um papel “inestimável” em todos os territórios e devem merecer sempre a colaboração das Juntas de Freguesia e da Câmara Municipal.

A nível desportivo, os Leões do Penedo têm apenas a modalidade de pesca. Essa é uma opção que João Monteiro, analisando o período de grandes dificuldades que o país atravessa, considerou lógica. “O futebol faz alguma falta mas acho que, da forma como a vida está, as prioridades de investimento têm de se centrar precisamente em quem mais precisa. O país está a mudar e nós também mudamos. Quem mais precisa agora é a população sénior que não tem família. Temos de ser nós o braço direito dessas pessoas, retirá-las de casa e da escuridão e dar-lhes uma nova vida aqui”, sublinhou, enfatizando a muita aderência das pessoas às diversas atividades realizadas pela associação.

Ricardo Rio, falando diretamente ao Presidente e aos associados do Leões do Penedo presentes na iniciativa, deixou uma garantia: “Quando for eleito para comandar os destinos da Câmara Municipal, este clube pode contar com toda a colaboração da autarquia para levar a efeito o seu plano de atividades, que é ao mesmo tempo ambicioso e meritório. Este é o tipo de associações cujo trabalho, destinado àqueles que mais precisam, tem de ser obrigatoriamente incentivado e valorizado”.

O candidato à Presidência da Câmara de Braga referiu ainda a importância da Junta de Freguesia de Maximinos, que de forma consistente e responsável tem apoiado os Leões do Penedo. “Este é um apoio que vocês muito merecem pela importância do trabalho que têm vindo a desenvolver e que todos esperamos que continuem a desenvolver por longos anos”, reforçou.

Também João Monteiro apontou a Junta de Maximinos como parceiro de eleição do Leões do Penedo. “A Junta tem-nos dado uma ajuda preciosa a diversos níveis. Para além disso, têm sempre a preocupação e o cuidado de se certificarem que está tido a funcionar corretamente com a associação”, garantiu.

Eu, Presidente - Parque Exposições de Braga

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Inaugurado em 1981, o Parque de Exposições de Braga deveria ser uma estrutura de referência na região, dotada de condições únicas para a realização de feiras, exposições, congressos e outros eventos de carácter sócio-cultural e desportivo. Compostos por diversas áreas distintas, como a Grande Nave, um Auditório com capacidade para 1204 lugares, pequenas salas e uma extensa área exterior, o PEB poderia ser um pólo de atracção do concelho de Braga.

Desde há alguns anos, estas instalações são geridas por uma empresa municipal criada para o efeito, a “Parque de Exposições de Braga EM”.

No entanto, a sua degradação nos últimos anos fez com que se tenha tornado num edifício com poucas condições para receber quer visitantes quer expositores. 
Se fosse Presidente da Câmara Municipal de Braga, o que faria para dinamizar este espaço? Quais as actividades que gostaria de ver realizadas? Que investimentos deveriam ser feitos? Quais as parcerias a estabelecer? Como conciliar com outros equipamentos e projectos?

É desta forma que procuramos envolver todos os Bracarenses num projecto para a cidade num horizonte de 12 anos. Porque juntos trabalhamos melhor. Porque estamos, verdadeiramente, Juntos Por Braga!

Ricardo Rio participou em sessão de esclarecimento em Merelim S. Pedro

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Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm promovido em diversas freguesias do concelho, e que tem como principal objetivo ouvir as preocupações das populações em relação à sua freguesia e ao concelho, Ricardo Rio participou numa sessão de esclarecimento em Merelim S. Pedro. Ricardo Ferreira, Presidente da Junta de Freguesia, esteve ao lado de Rio durante esta iniciativa. O líder do “Juntos Por Braga” aproveitou ainda a ocasião para visitar alguns locais da freguesia e falar diretamente com os cidadãos.

Ricardo Ferreira salientou as várias dificuldades porque o seu executivo tem passado desde que tomou posse em 2009, acusando a autarquia de não ter investido “um cêntimo” na freguesia. “É importante que as pessoas saibam que a Câmara Municipal não tem contribuído em absolutamente nada para o que tem sido feito em termos de obras. Esta falta de investimento prejudica o nosso trabalho e prejudica fundamentalmente toda a população, que merecia outro respeito e tratamento”, afirmou, sublinhado que apesar a falta de verbas disponibilizadas pela autarquia, tanto o seu executivo como a população de Merelim S. Pedro têm conseguido fazer “muito mais com menos”.

Segundo o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, o que está a acontecer em Merelim S. Pedro não é caso único e é bem demonstrativo da política de atribuição de verbas discriminatória da Câmara Municipal. “Esta é uma autarquia que não olha a meios para atingir os seus fins estritamente políticos e que prefere votar uma freguesia ao esquecimento para condicionar a atuação da Junta de Freguesia, sem olhar sequer para as necessidades da população”, criticou Rio, lamentando que as populações que tiveram o “bom senso e a coragem” de optar por candidaturas alternativas tenham de sofrer consequências dessa escolha.

“Merelim S. Pedro assistiu a um trabalho notável em circunstâncias adversas, com benefícios para a freguesia que qualquer um pode facilmente constatar. E uma coisa é certa: quem trabalhou desta forma durante este mandato, trabalhará muito melhor quando estivermos à frente dos destinos da Câmara Municipal de Braga, onde iremos pugnar por tratar todas as freguesias por igual e em função das suas necessidades”, garantiu Rio.

Nesse sentido, o Presidente da Junta apontou o sector cultural como uma aposta “claramente ganha”. “A freguesia estava completamente adormecida, sem nenhum tipo de atividade. Neste momento, temos atividades de todo o género: danças de salão, marchas populares, vários grupos musicais, uma escola de viola e concertinas, etc. Podemos não fazer obras, mas fazemos obras e isso é que é fundamental”, garantiu.

“Espero que isto seja para continuar e que as pessoas de Merelim continuem a mostrar a força e o valor que realmente têm e que esteve demasiado tempo escondido”, disse Ricardo Ferreira.

Por outro lado, o Presidente da Junta notou ainda que o seu executivo foi obrigado a lidar com uma herança financeira muito pesada. “A Junta estava com um défice muito elevado. Agora, a dívida está totalmente controlada, e essa foi outra grande vitória da nossa parte”, reforçou.

Ricardo Rio fez questão de elogiar e reconhecer a capacidade da Junta para mobilizar as pessoas da freguesia e as coletividades, estimulando o seu trabalho. “Os grupos culturais, associativos e desportivos de Merelim S. Pedro têm uma dinâmica fantástica. Também muitas outras atividades pontuais que aqui se desenrolam, como o dia freguesia ou o dia sem fumo, são muito mobilizadoras e devem deixar cheios de orgulho os habitantes da freguesia”, enfatizou.





União de freguesias obriga a intensificação do diálogo


Ricardo Rio salientou que se vive um contexto especial, fruto da Reforma Administrativa Autárquica que vai unir Merelim S. Pedro e Frossos. “Este é um momento de responsabilidade adicional para todos os protagonistas locais, porque o esforço de desenvolvimento feito nesta freguesia tem de ser agora estendido a um território mais alargado, reconhecendo e respeitando a identidade de cada uma das freguesias”, afirmou, notando que este será um desafio acrescido para a população e autarcas, que têm de intensificar o diálogo: “Uma das responsabilidades da Câmara passa por dotar as Juntas de Freguesia de meios para trabalhar mais próximos das populações. Mais do que uma necessidade, essa é agora uma obrigação”.

O líder do “Juntos Por Braga” voltou ainda a abordar a necessidade urgente de implementação do Plano de Valorização Ambiental das Freguesias, defendendo que essa é uma área que precisa de uma abordagem estratégica, com um planeamento claro e com uma visão construída num diálogo contínuo com os agentes de proximidade do território.

A concluir, o líder do “Juntos Por Braga não esqueceu que, no caso da cedência a uma associação do edifício da escola da Pateira, a freguesia de Merelim S. Pedro foi testemunha de uma iniciativa de discriminação político-partidária e de utilização de meios públicos em benefício de uma candidatura. “Foi uma iniciativa que violou deliberações do executivo municipal e que pôs em causa compromissos assumidos coma população”, lamentou.



Presentes nesta sessão de esclarecimento estiveram ainda responsáveis da Escola EB1 de Merelim S. Pedro, que apontaram várias lacunas na escola – como a existência de fibrocimento e as infiltrações -, que carece de uma intervenção rápida de forma a dar condições de segurança e aprendizagem aos alunos que a frequentam.

Tu, Presidente - Espaços Verdes

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Esta semana recebemos vários contributos para mudar a política ambiental de Braga e criar mais zonas verdes. Ideias válidas e aplicáveis, como tem sido mote nesta rubrica que criamos para valorizar o projecto que vamos apresentar a todos os Bracarenses nas próximas eleições autárquicas. Muito obrigado a todos os que têm contribuido para esta iniciativa.

Rui Feio de Azevedo Para além da manutenção dos poucos espaços verdes da extensa zona urbana inserida no planalto que vai de Lamaçães a Dume, seria estratégico relançar a cidade para o vale do Cávado onde ainda é possível desenharem-se parques e corredores verdes e acalentar o sonho de muitos bracarenses de abraçar o rio Cávado. Com esta política a médio e longo prazo seria viável perspectivar uma cidade com a Baixa junto ao rio e a Alta do casco histórico, tal e qual Lisboa, Porto e Coimbra. Mas a esperança é a ultima a morrer, porque há responsáveis da autarquia a prometerem quatro grandes áreas verdes... a norte, sul, este e oeste da cidade! Eu pessoalmente só acredito nesta promessa se forem parques sintéticos e a preço de saldo. 

Manuela Pereira Partilho da opinião do Sr. Rui Azevedo. Ainda é possível a construção de uma zona verde para a nossa cidade. Sabemos que estamos num período difícil mas ainda iremos a tempo. Mais vale tarde que nunca. 

Elisio Vieira Caros Bracarenses o pouco que já deve ser difícil fazer mas com muito esforço TEM QUE SER FEITO é SALVAR as SETE FONTES e tornar está zona tipo um parque da CIDADE, mas cuidado com os interesses económicos dos proprietários e não deixar sair de lá nem mais uma PEDRA, atenção que BRAGA já tem Jardineiros a mais no quadro, não é só fazer JARDINS! boa noite 

Tomás River O problema é que com o desordenamento urbanístico de Braga, já não há uma área verde grande disponível (50 hectares no mínimo, mas o ideal seriam 100 hectares), para fazer um Parque Verde (como o Parque da Cidade do Porto), pois o concelho de Braga está todo ocupado por construção densa e dispersa. Braga é o exemplo de mau planeamento urbanístico. 

Ricardo Veloso Vila Nova de Famalicão está a tornar-se um exemplo nacional de como se pode transformar num território verde, parques, jardins, arborização obrigatória em todos os passeios, e ruas... Parque de Cidades contínuos... renaturalização e valorização das linhas de água e novo enquadramento... aumento da biodiversidade e valorização das espécies autóctones da região norte... etc etc... 

Luis Sancho Sobre a temática dos espaços verdes... 

1) ESPAÇOS VERDES (propriamente ditos )

1.1) Parques do Triângulo Turístico 

a) Começar as negociações com as Confrarias do Bom Jesus, Sameiro e Falperra (eventualmente também com a Câmara Municipal de Guimarães, já que parte da zona da Falperra parece pertencer a esse município) 

b) estabelecimento dum (ou mais) percurso(s) pedestre(s) que permitam passear desde a zona de Fraião até à Falperra, daí até ao Sameiro e requalificação do percurso daí para o Bom Jesus. 

c) promover, em colaboração com as competentes associações da cidade, a vigilância anti-incêndios e a reflorestação com árvores autóctones da área. 

1.2) Parque dos Arcebispos 

Na zona norte, estabelecer um «parque da cidade» - uma área tão grande quanto possível, que abranja terrenos agrícolas e não só, num projeto ambiental, cívico e associativo. 

1.3) Incredible Edibles - lançar este projeto às escolas e associações do concelho, potenciando o aproveitamento das várias 'nesgas' de terreno que ainda vai havendo pela cidade, como foi já feito em algumas cidades do Reino Unido, como Tomorden ( http://www.incredible-edible-todmorden.co.uk/; http://incredibleediblenetwork.org.uk/ ; http://www.youtube.com/watch?v=4KmKoj4RSZw

1.4) Outras zonas/parques menores 

a) parque do Vale d'Este na zona oriental do concelho? 

b) criação dum espaço verde por freguesia, com uma área mínima definida pela Câmara, onde podem estar também alguns equipamentos como coreto/área de espetáculos, parque infantil, bancos e mesas, zona de piquenique. Isto teria que ser muito bem controlado para evitar os exageros nos equipamentos. 

1.5) Proibir o abate de árvores com mais de 10 anos (exceto em caso de manifesto perigo ou doença), exceto pinheiros e eucaliptos e obrigar à reflorestação da mesma área com duas árvores por cada uma abatida, sendo pelo menos uma duma espécie autóctone (parte também dum plano ambiental de progressiva substituição dos eucaliptos que destroem os solos) 

1.6) promover concursos de 'embelezamento' das praças, ruas e casas da cidade, algo que potencia também o espírito de pertença 

1.7) Dinamizar as áreas verdes com atividades culturais, associativas e desportivas, de forma a recriar a típica ligação dos bracarenses com os seus espaços públicos, hoje tão limitados à típica 'festarola brejeira' (que também deve ter o seu espaço!). Por exemplo, oferecer Wi-Fi gratuito (com a devida salvaguarda do equipamento, claro) aos munícipes nos parques! 

1. Proibir em definitivo as «adaptações» e descaraterizações das áreas verdes existentes, como o Eng. Mesquita Machado se esmerou a fazer (particularmente na Av. Central) 

1.9) «Revigorar» o sistema de fontes da cidade (de preferência usando água «natural» e não dos serviços municipalizados. As fontes permitem tornar mais agradável o ambiente no verão e, em conjunto com espaços verdes (que deveriam totalizar no mínimo 20% da área da cidade...) formam um sistema de climatização natural.

1.10) progressiva substituição de plantas (especialmente relva!) por plantas de menor manutenção e maior resistência - além de tornar mais barata a manutenção, torna mais sustentável a área verde e mais utilizável (por exemplo, colocar uma grama espessa que permita caminhar sobre ela 

Plenário marcado pela confiança na vitória nas eleições autárquicas

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“Somos a única candidatura que tem um projeto de futuro para Braga”

O Plenário concelhio que o PSD de Braga realizou este fim-de-semana, no auditório do Hotel Mercure, ficou marcado pela forte confiança na vitória do “Juntos Por Braga” nas eleições autárquicas que se avizinham. “Somos a única candidatura que tem um projeto de futuro para Braga”, afirmou Ricardo Rio durante a sua intervenção aos militantes, salientando que o atual executivo municipal está “completamente esgotado” e não é capaz de apresentar uma “única ideia útil” para o desenvolvimento do concelho. 

Rio notou que uma das preocupações fundamentais do “Juntos Por Braga” tem sido a de, para todas as áreas de intervenção municipal e para todas as esferas da gestão política autárquica, apresentar aos Bracarenses várias propostas, alternativas e projetos concretos. “Esta é a grande diferença que tem pautado o nosso comportamento ao longo dos anos e que os cidadãos por certo reconhecem. Área por área, freguesia por freguesia, sempre fomos capazes de elencar os objetivos desta candidatura e de apresentar propostas concretas para o futuro de Braga”, garantiu. 

O candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga enfatizou que esta será uma luta “dura e árdua”, contra um Partido Socialista que está muito mais empenhado em “perpetuar-se” no poder do que em servir a cidade. “Os membros do PS de Braga estão a defender agora tudo aquilo que, ao longo dos anos em que exerceram funções autárquicas, não foram capazes nem tiveram interesse em fazer. Aqueles que contribuíram para descurar o nosso património e meio ambiente e para desvalorizar equipamentos e espaços como as Sete Fontes, não podem vir fazer de conta que são os seus primeiros defensores; aqueles que nada fizeram para promover o turismo ou captar investimento para o nosso concelho, não podem dizer que têm agora no bolso as soluções ideais para promover a marca Braga no exterior”, afirmou Rio, sublinhando que há uma total falta de “credibilidade e confiança” na candidatura do PS de Braga, que tem vindo a dar inúmeras provas do seu desespero, em prejuízo dos interesses dos cidadãos e da própria Democracia. 

Nesse sentido, Rio salientou que é fundamental continuar a constituir equipas fortes e trabalhar de forma incansável para conquistar a confiança dos Bracarenses. “Temos de seguir o nosso caminho e mostrar que somos diferentes. Vamos continuar a afirmar as nossas propostas e a enriquecê-las, apesar de temos já hoje um programa completamente estruturado e propostas consolidadas prontas para serem imediatamente colocadas em práticas ”, garantiu Rio, afirmando que, através dos debates promovidos pelo “Juntos Por Braga” e dos vários contactos com instituições, o caminho passa por continuar a enriquecer o programa eleitoral e recolher os contributos valiosos da sociedade para formatar uma ideia e um projeto para a cidade. 

Por outro lado, o autarca fez um apelo aos presentes para, de uma forma cada vez mais próxima e em complemento com o que já se vai fazendo, serem porta-vozes da mudança e fazerem chegar as propostas do “Juntos Por Braga” aos cidadãos. “Tendo nós esse património valiosíssimo, que é o conjunto de ideias em todas as áreas para desenvolver e potenciar a cidade, o objetivo tem de passar por fazer chegar essa mensagem ao maior número de pessoas. Na medida do possível, sejam vocês também agentes de mudança e de distribuição dessa informação”, pediu Rio. 

A finalizar, o líder do “Juntos Por Braga”, garantiu que esta é uma candidatura que tem à sua volta muita gente de enorme valor e capaz de fazer a diferença. “É precisamente porque acredito no valor das pessoas que nos rodeiam e no trabalho que temos vindo a desenvolver, e por ter acreditado desde a primeira hora que é caminhando que se faz caminho, que vamos continuar a caminhar e só iremos parar na Câmara Municipal de Braga”, concluiu. 


Autarcas desenvolvem trabalho fundamental 

O plenário do PSD de Braga ficou ainda marcado pelas muitas intervenções do público, que na sua maior parte foram no sentido de dar o apoio inequívoco à candidatura encabeçada por Ricardo Rio. “Braga necessita urgentemente de uma inversão de políticas, antes que seja tarde demais para recuperar o tempo perdido. Temos as pessoas certas, e que já deram várias provas disso, para liderar a cidade no sentido do desenvolvimento, da inovação e do progresso. Podem contar connosco”, afirmaram os militantes. 

A escolha de Firmino Marques para assumir as funções de Vice-Presidente foi também muito elogiada pelos militantes, que consideraram que o trabalho efetuado pela autarca na freguesia de S. Vítor é bem demonstrativo da sua enorme qualidade e da sua vontade em trabalhar em prol da cidade e dos Bracarenses. 

Durante a sua intervenção, Firmino Marques afirmou que é fundamental que esta continue a ser uma candidatura que ultrapassa as fronteiras do partido. “Este é um projeto que sempre envolveu a participação e o apoio de pessoas de todos os quadrantes políticos, incluindo independentes e pessoas de esquerda e direita. É uma das nossas grandes forças”, afiançou. 

Por seu turno, João Granja, Presidente da Comissão Política de Secção do PSD de Braga, fez questão de enaltecer o trabalho dos autarcas do “Juntos Por Braga” nas várias freguesias do concelho. “É devido ao vosso trabalho incansável e de qualidade inquestionável que temos vindo a crescer e a ganhar a confiança das pessoas. Tenho consciência de que é muitas vezes um trabalho duro e recheado de obstáculos, mas que os Bracarenses muito agradecem. E uma coisa posso garantir: são bem visíveis a todos as diferenças para melhor nas freguesias lideradas por executivos do ´Juntos Por Braga`, e as populações sentem mesma essa diferença no seu dia-a-dia”, afirmou.     

Este sábado Ricardo Rio visita Merelim S. Pedro

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Amanhã, dia 27 de Abril, Ricardo Rio passará a manhã na Freguesia de Merelim S. Pedro. 

Caso pretenda acompanhar o nosso candidato poderá dirigir-se às 10 horas na Junta de Freguesia de Merelim S. Pedro.

Juntos, Por Braga!

Manuel Carvalho apresentou candidatura

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O atual Presidente da Junta de Freguesia de Este S. Pedro, Manuel Carvalho anunciou esta manhã, tal como já tinhamos avançado ontem, a sua candidatura à liderança da equipa do “Juntos por Braga” para as próximas eleições autárquicas na união de Freguesias de Este S. Pedro e Este S. Mamede. O anúncio ocorreu junto à capela de S. Sebastião, em S. Mamede de Este, e foi inserido num conjunto de contactos de Ricardo Rio e Firmino Marques com a população das duas freguesias. 

Nesta ocasião, Manuel Carvalho salientou a sua “enorme felicidade” pela presença de Ricardo Rio e Firmino Marques, que apelidou mesmo de “autarca modelo” a nível nacional. “É também extremamente importante ver que estão aqui presentes muitas pessoas das duas freguesias. É uma adesão que me enche de orgulho”, afirmou. 

Ricardo Rio aproveitou o momento para dar uma palavra de apoio “inequívoco” à candidatura de Manuel Carvalho, que tem feito um trabalho notável à frente dos destinos de Este S. Pedro. “Esta candidatura tem todas as condições para, em conjunto com as populações e com os grupos de trabalho que tem presentes no terreno nas duas freguesias, corporizar uma solução vencedora e de trabalho em benefício de ambas”, acredita o líder do “Juntos Por Braga”. 

Trabalhar num ambiente de harmonia e colaboração entre Este S. Pedro e Este S. Mamede é o principal objetivo de Manuel Carvalho. “Apesar de me ter manifestado contra a reforma administrativa autárquica, esta é uma realidade incontornável e com a qual temos de saber lidar. Nesse sentido, e para benefício da população, decidi meter mãos à obra e dar continuidade ao trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em Este S. Pedro, alagando-o também para Este S. Mamede, freguesia que conheço perfeitamente. Estou convicto que continuaremos a contribuir para o desenvolvimento desta zona e que as coisas correrão pelo melhor” garantiu. 

Manuel Carvalho apontou ainda o reforço da componente social como grande prioridade para o seu mandato. “Na atual conjuntura, é sem dúvida o setor que mais afeta as pessoas, que estão a passar por momentos de dificuldade. É nossa obrigação dar um apoio social efetivo e desenvolver uma política de proximidade com os cidadãos mais necessitados”, enfatizou, sublinhando de seguida que também a educação e o ambiente - com a defesa da requalificação do Rio Este, suas margens e afluentes – serão temas prioritários para a sua candidatura. A finalizar, o autarca deixou uma promessa: “Uma coisa possa já garantir: vamos desenvolver uma política de colaboração mútua entre as duas freguesias que agora se vão unir, sem prejuízo de nenhuma e sempre num patamar de igualdade”. 

Segundo Manuel Carvalho, mantém-se cada vez mais atual o lema que presidiu à sua candidatura em 2009: “Unir para Desenvolver”, desta feita no contexto de um território alargado mas com diversas afinidades e carências por resolver. 

Manuel Carvalho lidera candidatura à União de Freguesias de Este S. Pedro e Este S. Mamede

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O actual Presidente da Junta de Freguesia de Este S. Pedro, Manuel Carvalho, vai também liderar a equipa do “Juntos por Braga” que se candidatará às Eleições Autárquicas de 2013 na União de Freguesias de Este S. Pedro e Este S. Mamede.

Manuel Carvalho tem 64 anos, é natural de Este S. Pedro, casado, com 5 filhos. Desenvolve a sua actividade profissional – entalhador – na freguesia. Foi um dos fundadores do Este F. C., também é associado de S. Mamede F.C., onde já foi treinador. É um candidato conhecedor da Freguesia de Este S. Mamede e dos seus costumes. Liderou a lista do “Juntos por Braga” em 2009, depois de ter exercido funções autárquicas em vários mandatos anteriores na Freguesia de Este S. Pedro.

Segundo Manuel Carvalho, mantém-se cada vez mais actual o lema que presidiu à sua candidatura em 2009: “Unir para Desenvolver”, desta feita no contexto de um território alargado mas com diversas afinidades e carências por resolver.

Ricardo Rio visita as Freguesias de Este S. Pedro e Este S. Mamede

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Amanhã, dia 25 de Abril, Ricardo Rio passará a manhã nas Freguesias de Este S. Pedro e Este S. Mamede.

Caso pretenda acompanhar o nosso candidato poderá dirigir-se ao adro da Igreja de Este S. Pedro (pelas 10:00) ou à Junta de Freguesia de Este S. Mamede (pelas 11:00).  

Agenda 21 para Braga

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Sabia que ... 

Em 2002 Ricardo Rio, enquanto Deputado Municipal, apresentou a proposta da Agenda 21 Braga, para dar corpo aos objectivos das Cimeiras do Rio, em 1992 e de Joanesburgo de 2002? Esse plano de desenvolvimento estratégico pretendia transformar Braga numa referência na boa gestão dos recursos e indicadores de qualidade de vida dos cidadãos, nomeadamente na qualidade do ambiente e no acesso aos valores do património natural e cultural. O executivo socialista seguiu outro caminho e hoje Braga está longe de ser um concelho bem classificado segundo as boas regras internacionais em termos do desenvolvimento sustentável.

A Agenda 21 pretendia incorporar nos componentes de desenvolvimento os factores ambientais. Este documento pretendia dar corpo aos objectivos das Cimeiras do Rio, em 1992, e de Joanesburgo, no corrente ano, expressando a necessidade de se elaborar uma estratégia de desenvolvimento sustentável a vários níveis, tendo em vista “satisfazer as necessidades presentes sem comprometer a capacidade de as gerações futuras satisfazerem as suas próprias necessidades". O plano assentava em três pilares essenciais: o desenvolvimento económico, a coesão social e a protecção do ambiente. 

A concretização desse objectivo requeria uma participação activa e interessada dos cidadãos, das universidades, das empresas, das Organizações não Governamentais e de muitas outra instituições da sociedade civil. As autarquias locais tinham e têm uma responsabilidade acrescida no domínio da preservação do ambiente, da promoção da qualidade de vida e, em geral, da prossecução de um desenvolvimento sustentável. Desse modo, as Agendas 21 locais consubstanciavam um planeamento e uma gestão mais consistente de processos e métodos sistemáticos e integrados para a sustentabilidade local, funcionando como um plano estratégico a nível municipal de longo prazo, que contribuiriam para o desenvolvimento sustentável, e um plano operacional dirigido à acção a curto prazo. 

Considerava-se então que as preocupações no nosso concelho com o ambiente e a qualidade de vida deram origem a uma ainda adolescente Divisão de Ambiente, Jardins e Espaços Verdes, após deliberação da Assembleia Municipal, que não contava com mais de 12 anos de actividade. Nessa época a conceituada revista Fórum Ambiente considerava Braga como a 15ª pior autarquia no domínio ambiental, com base num conjunto de 18 indicadores ligados ao ordenamento do território e ao saneamento básico. Passado 11 anos, a situação não é muito melhor. As preocupações com matérias ligadas ao ambiente permanecem ainda no topo da preocupação dos Bracarenses, seja das freguesias rurais ou urbanas, e os problemas permanecem por resolver. Entre as soluções apresentadas na altura, falava-se já na criação de um Parque Eco-Monumental para as Sete Fontes, ainda hoje em cima da mesa, o reforço das áreas verdes e de lazer no concelho, a definição de um Plano de Urbanização para o Vale de Lamaçães ou o combate ao crescimento urbano desordenado. 

Dentro desse enquadramento, Ricardo Rio propunha na altura uma urgente elaboração de um documento estratégico e orientador que garantisse a elaboração de um diagnóstico, uma ampla discussão pública sobre as questões ambientais e a definição de medidas a executar a médio e longo prazo. Nesse sentido, propôs através do seu Grupo Parlamentar uma moção na Assembleia Municipal para a elaboração da Agenda 21 de Braga. O desafio ao executivo municipal era claro: seguir o mesmo tipo de planeamento estratégico, abrangente e participado, também em matéria de desenvolvimento sustentável, contribuindo para um aumento da educação ambiental e da participação pública a este nível. 

Se a CM de Braga tivesse seguido as propostas Ricardo Rio, hoje o nosso concelho seria certamente uma cidade mais sustentável e amiga do ambiente. Infelizmente, não foi esse o rumo seguido. 

Eu, Presidente - Espaços verdes

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Braga cresceu nas últimas décadas, transformando-se na terceira maior cidade do país, logo atrás de Lisboa e do Porto. Mas esse desenvolvimento demográfico não foi devidamente acompanhado pelo aparecimento de novos espaços verdes. Sabemos que depois da era do betão, e após cometidos demasiados erros urbanísticos, especialmente aqueles contra a qualidade de vida das pessoas e o património Bracarense, é necessária uma nova era para Braga.

É nesse sentido que temos vindo a recolher contributos, sendo que esta semana pretendemos saber, se fosse Presidente da Câmara, que medidas implementaria para criar mais zonas verdes em Braga? Que espaços deviam ser criados e onde? O que devia ser prioridade no sector ambiental e de lazer? Tendo consciência que os tempos em que vivemos são de restrições orçamentais em todo o país, e as contas da CM de Braga também a isso obrigarão no futuro, pedimos contributos realistas e que tenham possibilidade de ser concretizados.

É desta forma que pretendemos continuar a construir o nosso projecto político para Braga para os próximos 12 anos. Porque todos juntos trabalhamos melhor! Por Braga!

Ricardo Rio defende implementação de Plano de Valorização Ambiental das Freguesias

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A propósito da evocação do Dia da Terra, com que a comunidade internacional procura afirmar o seu compromisso com a preservação ambiental e a sustentabilidade, o líder do “Juntos por Braga”, Ricardo Rio, reiterou o seu compromisso com a total inversão da política ambiental seguida pela Autarquia de Braga. 

“Depois de tantos anos de negligência e destruição do seu ambiente, os Bracarenses estão fartos de promessas à boca das urnas, de renaturalizações, de rearborizações e de outras pretensas correcções dos muitos erros cometidos”, referiu. 

“Braga é um Concelho que dispõe de um enorme potencial ambiental, seja pelo que ainda resta dos seus pulmões (Bom Jesus, Falperra e Picoto), seja pelos seus cursos de água – com especial destaque para o Rio Cávado, seja ainda pela afirmação de espaços como o Parque da Ponte ou o Parque Eco-Monumental das Sete Fontes”, acrescentou o candidato a Presidente da Câmara Municipal de Braga.

Daí que, no seu entendimento, este seja o momento para a Autarquia assumir um “compromisso sério” com a valorização ambiental do Concelho, numa abordagem “estrategicamente sustentada”, capaz de “valorizar os recursos existentes” e de “mitigar as ameaças para a qualidade ambiental do Concelho, ao nível dos diferentes tipos de poluição, dos danos provocados pelas más políticas urbanísticas e do inexistente ordenamento do território”.

Na óptica do “Juntos por Braga“, se apenas os responsáveis da maioria socialista ainda não percebem a importância de uma efectiva disseminação de espaços verdes para fruição pela população, de uma cabal preservação dos cursos de água locais (que nos casos do Rio Este e do Rio Torto / Ribeira de Panoias chegam a constituir-se como ameaça para a segurança de pessoas e bens), de uma abrangente política de sensibilização ambiental, de uma rigorosa e criteriosa política de racionalização energética e de iniciativas inovadoras em matéria de gestão dos resíduos urbanos, nada é tão eloquente do desleixo a que a Autarquia votou a área a Ambiental quanto a lógica de serviços mínimos adoptada para a implementação da Agenda 21 Local, proposta pelo então Deputado Municipal, Ricardo Rio, há já mais de uma década. 


Ricardo Rio compromete-se com Plano de Valorização Ambiental das Freguesias 

Tendo em vista a actuação da futura gestão municipal, Ricardo Rio defendeu que a área ambiental é um óptimo exemplo do que deve ser uma abordagem estratégica, com um planeamento claro e com uma visão construída num diálogo contínuo com os agentes de proximidade do território. 

Assim, o mesmo sugeriu que a Câmara Municipal de Braga deve elaborar e implementar um Plano de Valorização Ambiental das Freguesias assente num diagnóstico participado com as diversas Juntas de Freguesia, em que sejam priorizadas as acções em cada uma delas em matéria de Resíduos Sólidos Urbanos, Água, Águas Residuais, Ruído, Qualidade do Ar, Gestão energética, Praias Fluviais, Energia, Espaços Verdes, Espaços Agro-Florestais, Educação Ambiental, Biodiversidade, Ocupação e uso dos Solos, Recursos Hídricos e Gestão Ambiental. 

A este diagnóstico deve seguir-se a definição das acções prioritárias por Freguesia e a composição do Plano Plurianual de Valorização Ambiental, inserto no Plano Plurianual de Investimentos da Câmara Municipal, de forma a viabilizar a sua monitorização e acompanhamento regular e a posterior revisão (em função da eventual emergência de novas prioridades locais). 

Assim, concluiu Rio, “a valorização ambiental enquanto contributo para a qualidade de vida das populações é tratada de forma equilibrada por todo o território do Concelho”.

Tu, Presidente - Desporto

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Esta semana recebemos diversos contributos para a política desportiva do Concelho de Braga. Mais apoio ao desporto amador, a necessidade de fomento da prática desportiva entre os mais jovens, a construção de pequenas infraestruturas desportivas, como ciclovias ou a recuperação do Parque Radical foram alguns dos tópicos que nos foram enviados. Como tem sido habitual nesta rubrica, excelentes ideias que ajudarão a fortalecer o projecto político que apresentaremos a todos os Bracarenses para os próximos 12 anos. 

Rui Feio de Azevedo O ecletismo no desporto amador e profissional tem sido desde sempre uma das grandes bandeiras do líder da Coligação Juntos por Braga, relevando os benefícios e mais valias para os seus praticantes. À margem da sua actividade política, Ricardo Rio tem revelado ser um cidadão bracarense atento à realidade concelhia neste domínio que tão bem conhece e que espelha nos inúmeros artigos de opinião publicados na imprensa local. Este seu conhecimento e sensibilidade para o fenómeno desportivo em geral dar-lhe-à certamente as ferramentas necessárias enquanto máximo responsável da autarquia para que possa fazer uma gestão mais criteriosa dos recursos municipais disponíveis neste domínio, viabilizando-se assim uma redistribuição mais equitativa dos dinheiros públicos. À margem desta questão, seria interessante também perceber o que fazer aos equipamentos disponíveis em algumas freguesias que estão desaproveitados - e com custos de manutenção elevados - e que resultaram de uma política populista e despesista que hipotecou as gerações vindouras. Por outro lado, seria igualmente importante promover a manutenção do Parque Desportivo da Rodovia que, felizmente, resistiu à voracidade da especulação imobiliária, assim como proceder à reestruturação e alargamento da ciclovia que se encontra degradada e sem condições de segurança. A escassez dos recursos financeiros não permite sonhar com grandes investimentos nesta área, mas a criação na zona norte da cidade de um complexo desportivo à imagem do Parque Desportivo da Rodovia seria um investimento a ter em conta para a melhoria substancial da qualidade de vida dos bracarenses. 

Rui Manuel Pereira Se por um lado devemos apoiar a marca Sporting Clube de Braga como bandeira de uma cidade e de uma região, em todas as vertentes, não é menos verdade que este concelho tem que ser bem mais do que isso. Urge, hoje, pensar no desporto em todas as modalidades e aí ainda temos muito que andar. Porque deixamos de ser a capital do andebol e do atletismo? Devemos apostar no apoio à formação, quer desportiva quer associativa para que os clubes que tão bem formavam no passado reapareçam. Catapultar, no atletismo, a pista do estádio 1º de Maio, tentando que as grandes provas de atletismo regressem a este palco em detrimento da pista Gémeos Castro. Ainda no atletismo dar nova vida ao Meeting de São João. Fazer desta prova um baluarte de Braga. Garantir que espaços que a autarquia possui, como os relvados sintéticos e as piscinas municipais, sejam usados pelas escolas das áreas geográficas, quer para aulas de Educação Física, quer para o desporto escolar. Potencializar o desporto com igualdade de sexos, ou seja, apostar também no desporto no feminino. 

Henrique Castro Primeiro de tudo é preciso acabar com a atribuição pouco transparente e pontualmente tendenciosa de apoios desportivos. É necessário elaborar um documento que defina quais os critérios para se ter acesso a esses apoios Municipais e/ou das Juntas de Freguesia e os montantes possíveis em função da modalidade, nº de atletas em formação, resultados esperados, .... Em termos de espaços desportivos é necessário optimizar a utilização dos existentes ou a construir através da respetiva partilhar por mais que uma freguesia ou coletividade. 

Francisco Grilo As estruturas camarárias desportivas bracarenses estão hoje afetas a um público ávido da prática lúdica do desporto e da ocupação de tempos livres, a exemplo dos campos desportivos da rodovia, das camélias e da pista do Estádio 1º de Maio. As piscinas têm uma utilização sazonal, eminentemente durante o verão. No inverno funcionam as escassas piscinas da Rodovia, que necessitam de um fomento de modernização e melhoria das suas condições, perdidas para a concorrência privada dos ginásios. Os custos de acesso às estruturas camarárias pagas são caros, pouco diversificados e concessionados. Por isso para rentabilizar estas estruturas, não apenas nas valências já habituais do futebol, natação e atletismo, muitos outras poderiam ser criadas ou abertas à fruição dos munícipes. E não apenas as edificadas. É possível também atribuir e gerir espaços públicos organizá-los e dá-los à fruição dos munícipes. Não se cometam é erros de palmatória, com custos excessivos e de má concessão, como a ciclovia de Lamaçães/Fraião que, felizmente está a ser adotada pelos utentes das caminhadas do fim da tarde. Temos espaços que poderiam funcionar como "cativadores". Falta é animação e organização. A nossa cidade é avessa à utilidade da bicicleta, porquê? Nos espaços abertos e jardins não se promovem as atividades físicas lúdicas porque não há nenhum apelo e espaço para tal. Temos, se queremos, fugir para fora, arquitetar com os grupos ou coletividades circuitos exploratórios para atividades ao ar-livre. E as modalidades desportivas coletivas, onde poderão ser praticadas? A não ser nos pavilhões gimnodesportivos privados ou das escolas, mesmo os que há afetos às juntas de freguesia, têm uma reserva horária ou intensiva utilização. Não há na CM Braga um pelouro forte de dinamização da vertente lúdica-desportiva. Concessiona-se tudo às coletividades. Os caminhos rústicos, dos pinhais e das linhas de água, junto ao Cávado e Homem, poderiam ser valorizados. Criar circuitos de manutenção física, de bicicleta, pedestres e de orientação. Motivar as escolas e criar ligações permanentes de afetividade com as suas iniciativas. Coordená-las e geri-las a nível local. Falta a linguagem para operacionalizar as ideias, boas práticas e conjugar vontades. Criar os roteiros das peregrinações e dotá-las de estruturas. Rentabilizá-las não apenas nos dias eventuais do Sameiro, São Bentinho e Santiago de Compostela. Conjugar os outros municípios vizinhos a fornecer o mesmo desafio...