Agenda 21 para Braga

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Sabia que ... 

Em 2002 Ricardo Rio, enquanto Deputado Municipal, apresentou a proposta da Agenda 21 Braga, para dar corpo aos objectivos das Cimeiras do Rio, em 1992 e de Joanesburgo de 2002? Esse plano de desenvolvimento estratégico pretendia transformar Braga numa referência na boa gestão dos recursos e indicadores de qualidade de vida dos cidadãos, nomeadamente na qualidade do ambiente e no acesso aos valores do património natural e cultural. O executivo socialista seguiu outro caminho e hoje Braga está longe de ser um concelho bem classificado segundo as boas regras internacionais em termos do desenvolvimento sustentável.

A Agenda 21 pretendia incorporar nos componentes de desenvolvimento os factores ambientais. Este documento pretendia dar corpo aos objectivos das Cimeiras do Rio, em 1992, e de Joanesburgo, no corrente ano, expressando a necessidade de se elaborar uma estratégia de desenvolvimento sustentável a vários níveis, tendo em vista “satisfazer as necessidades presentes sem comprometer a capacidade de as gerações futuras satisfazerem as suas próprias necessidades". O plano assentava em três pilares essenciais: o desenvolvimento económico, a coesão social e a protecção do ambiente. 

A concretização desse objectivo requeria uma participação activa e interessada dos cidadãos, das universidades, das empresas, das Organizações não Governamentais e de muitas outra instituições da sociedade civil. As autarquias locais tinham e têm uma responsabilidade acrescida no domínio da preservação do ambiente, da promoção da qualidade de vida e, em geral, da prossecução de um desenvolvimento sustentável. Desse modo, as Agendas 21 locais consubstanciavam um planeamento e uma gestão mais consistente de processos e métodos sistemáticos e integrados para a sustentabilidade local, funcionando como um plano estratégico a nível municipal de longo prazo, que contribuiriam para o desenvolvimento sustentável, e um plano operacional dirigido à acção a curto prazo. 

Considerava-se então que as preocupações no nosso concelho com o ambiente e a qualidade de vida deram origem a uma ainda adolescente Divisão de Ambiente, Jardins e Espaços Verdes, após deliberação da Assembleia Municipal, que não contava com mais de 12 anos de actividade. Nessa época a conceituada revista Fórum Ambiente considerava Braga como a 15ª pior autarquia no domínio ambiental, com base num conjunto de 18 indicadores ligados ao ordenamento do território e ao saneamento básico. Passado 11 anos, a situação não é muito melhor. As preocupações com matérias ligadas ao ambiente permanecem ainda no topo da preocupação dos Bracarenses, seja das freguesias rurais ou urbanas, e os problemas permanecem por resolver. Entre as soluções apresentadas na altura, falava-se já na criação de um Parque Eco-Monumental para as Sete Fontes, ainda hoje em cima da mesa, o reforço das áreas verdes e de lazer no concelho, a definição de um Plano de Urbanização para o Vale de Lamaçães ou o combate ao crescimento urbano desordenado. 

Dentro desse enquadramento, Ricardo Rio propunha na altura uma urgente elaboração de um documento estratégico e orientador que garantisse a elaboração de um diagnóstico, uma ampla discussão pública sobre as questões ambientais e a definição de medidas a executar a médio e longo prazo. Nesse sentido, propôs através do seu Grupo Parlamentar uma moção na Assembleia Municipal para a elaboração da Agenda 21 de Braga. O desafio ao executivo municipal era claro: seguir o mesmo tipo de planeamento estratégico, abrangente e participado, também em matéria de desenvolvimento sustentável, contribuindo para um aumento da educação ambiental e da participação pública a este nível. 

Se a CM de Braga tivesse seguido as propostas Ricardo Rio, hoje o nosso concelho seria certamente uma cidade mais sustentável e amiga do ambiente. Infelizmente, não foi esse o rumo seguido. 

Eu, Presidente - Espaços verdes

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Braga cresceu nas últimas décadas, transformando-se na terceira maior cidade do país, logo atrás de Lisboa e do Porto. Mas esse desenvolvimento demográfico não foi devidamente acompanhado pelo aparecimento de novos espaços verdes. Sabemos que depois da era do betão, e após cometidos demasiados erros urbanísticos, especialmente aqueles contra a qualidade de vida das pessoas e o património Bracarense, é necessária uma nova era para Braga.

É nesse sentido que temos vindo a recolher contributos, sendo que esta semana pretendemos saber, se fosse Presidente da Câmara, que medidas implementaria para criar mais zonas verdes em Braga? Que espaços deviam ser criados e onde? O que devia ser prioridade no sector ambiental e de lazer? Tendo consciência que os tempos em que vivemos são de restrições orçamentais em todo o país, e as contas da CM de Braga também a isso obrigarão no futuro, pedimos contributos realistas e que tenham possibilidade de ser concretizados.

É desta forma que pretendemos continuar a construir o nosso projecto político para Braga para os próximos 12 anos. Porque todos juntos trabalhamos melhor! Por Braga!

Ricardo Rio defende implementação de Plano de Valorização Ambiental das Freguesias

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A propósito da evocação do Dia da Terra, com que a comunidade internacional procura afirmar o seu compromisso com a preservação ambiental e a sustentabilidade, o líder do “Juntos por Braga”, Ricardo Rio, reiterou o seu compromisso com a total inversão da política ambiental seguida pela Autarquia de Braga. 

“Depois de tantos anos de negligência e destruição do seu ambiente, os Bracarenses estão fartos de promessas à boca das urnas, de renaturalizações, de rearborizações e de outras pretensas correcções dos muitos erros cometidos”, referiu. 

“Braga é um Concelho que dispõe de um enorme potencial ambiental, seja pelo que ainda resta dos seus pulmões (Bom Jesus, Falperra e Picoto), seja pelos seus cursos de água – com especial destaque para o Rio Cávado, seja ainda pela afirmação de espaços como o Parque da Ponte ou o Parque Eco-Monumental das Sete Fontes”, acrescentou o candidato a Presidente da Câmara Municipal de Braga.

Daí que, no seu entendimento, este seja o momento para a Autarquia assumir um “compromisso sério” com a valorização ambiental do Concelho, numa abordagem “estrategicamente sustentada”, capaz de “valorizar os recursos existentes” e de “mitigar as ameaças para a qualidade ambiental do Concelho, ao nível dos diferentes tipos de poluição, dos danos provocados pelas más políticas urbanísticas e do inexistente ordenamento do território”.

Na óptica do “Juntos por Braga“, se apenas os responsáveis da maioria socialista ainda não percebem a importância de uma efectiva disseminação de espaços verdes para fruição pela população, de uma cabal preservação dos cursos de água locais (que nos casos do Rio Este e do Rio Torto / Ribeira de Panoias chegam a constituir-se como ameaça para a segurança de pessoas e bens), de uma abrangente política de sensibilização ambiental, de uma rigorosa e criteriosa política de racionalização energética e de iniciativas inovadoras em matéria de gestão dos resíduos urbanos, nada é tão eloquente do desleixo a que a Autarquia votou a área a Ambiental quanto a lógica de serviços mínimos adoptada para a implementação da Agenda 21 Local, proposta pelo então Deputado Municipal, Ricardo Rio, há já mais de uma década. 


Ricardo Rio compromete-se com Plano de Valorização Ambiental das Freguesias 

Tendo em vista a actuação da futura gestão municipal, Ricardo Rio defendeu que a área ambiental é um óptimo exemplo do que deve ser uma abordagem estratégica, com um planeamento claro e com uma visão construída num diálogo contínuo com os agentes de proximidade do território. 

Assim, o mesmo sugeriu que a Câmara Municipal de Braga deve elaborar e implementar um Plano de Valorização Ambiental das Freguesias assente num diagnóstico participado com as diversas Juntas de Freguesia, em que sejam priorizadas as acções em cada uma delas em matéria de Resíduos Sólidos Urbanos, Água, Águas Residuais, Ruído, Qualidade do Ar, Gestão energética, Praias Fluviais, Energia, Espaços Verdes, Espaços Agro-Florestais, Educação Ambiental, Biodiversidade, Ocupação e uso dos Solos, Recursos Hídricos e Gestão Ambiental. 

A este diagnóstico deve seguir-se a definição das acções prioritárias por Freguesia e a composição do Plano Plurianual de Valorização Ambiental, inserto no Plano Plurianual de Investimentos da Câmara Municipal, de forma a viabilizar a sua monitorização e acompanhamento regular e a posterior revisão (em função da eventual emergência de novas prioridades locais). 

Assim, concluiu Rio, “a valorização ambiental enquanto contributo para a qualidade de vida das populações é tratada de forma equilibrada por todo o território do Concelho”.

Tu, Presidente - Desporto

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Esta semana recebemos diversos contributos para a política desportiva do Concelho de Braga. Mais apoio ao desporto amador, a necessidade de fomento da prática desportiva entre os mais jovens, a construção de pequenas infraestruturas desportivas, como ciclovias ou a recuperação do Parque Radical foram alguns dos tópicos que nos foram enviados. Como tem sido habitual nesta rubrica, excelentes ideias que ajudarão a fortalecer o projecto político que apresentaremos a todos os Bracarenses para os próximos 12 anos. 

Rui Feio de Azevedo O ecletismo no desporto amador e profissional tem sido desde sempre uma das grandes bandeiras do líder da Coligação Juntos por Braga, relevando os benefícios e mais valias para os seus praticantes. À margem da sua actividade política, Ricardo Rio tem revelado ser um cidadão bracarense atento à realidade concelhia neste domínio que tão bem conhece e que espelha nos inúmeros artigos de opinião publicados na imprensa local. Este seu conhecimento e sensibilidade para o fenómeno desportivo em geral dar-lhe-à certamente as ferramentas necessárias enquanto máximo responsável da autarquia para que possa fazer uma gestão mais criteriosa dos recursos municipais disponíveis neste domínio, viabilizando-se assim uma redistribuição mais equitativa dos dinheiros públicos. À margem desta questão, seria interessante também perceber o que fazer aos equipamentos disponíveis em algumas freguesias que estão desaproveitados - e com custos de manutenção elevados - e que resultaram de uma política populista e despesista que hipotecou as gerações vindouras. Por outro lado, seria igualmente importante promover a manutenção do Parque Desportivo da Rodovia que, felizmente, resistiu à voracidade da especulação imobiliária, assim como proceder à reestruturação e alargamento da ciclovia que se encontra degradada e sem condições de segurança. A escassez dos recursos financeiros não permite sonhar com grandes investimentos nesta área, mas a criação na zona norte da cidade de um complexo desportivo à imagem do Parque Desportivo da Rodovia seria um investimento a ter em conta para a melhoria substancial da qualidade de vida dos bracarenses. 

Rui Manuel Pereira Se por um lado devemos apoiar a marca Sporting Clube de Braga como bandeira de uma cidade e de uma região, em todas as vertentes, não é menos verdade que este concelho tem que ser bem mais do que isso. Urge, hoje, pensar no desporto em todas as modalidades e aí ainda temos muito que andar. Porque deixamos de ser a capital do andebol e do atletismo? Devemos apostar no apoio à formação, quer desportiva quer associativa para que os clubes que tão bem formavam no passado reapareçam. Catapultar, no atletismo, a pista do estádio 1º de Maio, tentando que as grandes provas de atletismo regressem a este palco em detrimento da pista Gémeos Castro. Ainda no atletismo dar nova vida ao Meeting de São João. Fazer desta prova um baluarte de Braga. Garantir que espaços que a autarquia possui, como os relvados sintéticos e as piscinas municipais, sejam usados pelas escolas das áreas geográficas, quer para aulas de Educação Física, quer para o desporto escolar. Potencializar o desporto com igualdade de sexos, ou seja, apostar também no desporto no feminino. 

Henrique Castro Primeiro de tudo é preciso acabar com a atribuição pouco transparente e pontualmente tendenciosa de apoios desportivos. É necessário elaborar um documento que defina quais os critérios para se ter acesso a esses apoios Municipais e/ou das Juntas de Freguesia e os montantes possíveis em função da modalidade, nº de atletas em formação, resultados esperados, .... Em termos de espaços desportivos é necessário optimizar a utilização dos existentes ou a construir através da respetiva partilhar por mais que uma freguesia ou coletividade. 

Francisco Grilo As estruturas camarárias desportivas bracarenses estão hoje afetas a um público ávido da prática lúdica do desporto e da ocupação de tempos livres, a exemplo dos campos desportivos da rodovia, das camélias e da pista do Estádio 1º de Maio. As piscinas têm uma utilização sazonal, eminentemente durante o verão. No inverno funcionam as escassas piscinas da Rodovia, que necessitam de um fomento de modernização e melhoria das suas condições, perdidas para a concorrência privada dos ginásios. Os custos de acesso às estruturas camarárias pagas são caros, pouco diversificados e concessionados. Por isso para rentabilizar estas estruturas, não apenas nas valências já habituais do futebol, natação e atletismo, muitos outras poderiam ser criadas ou abertas à fruição dos munícipes. E não apenas as edificadas. É possível também atribuir e gerir espaços públicos organizá-los e dá-los à fruição dos munícipes. Não se cometam é erros de palmatória, com custos excessivos e de má concessão, como a ciclovia de Lamaçães/Fraião que, felizmente está a ser adotada pelos utentes das caminhadas do fim da tarde. Temos espaços que poderiam funcionar como "cativadores". Falta é animação e organização. A nossa cidade é avessa à utilidade da bicicleta, porquê? Nos espaços abertos e jardins não se promovem as atividades físicas lúdicas porque não há nenhum apelo e espaço para tal. Temos, se queremos, fugir para fora, arquitetar com os grupos ou coletividades circuitos exploratórios para atividades ao ar-livre. E as modalidades desportivas coletivas, onde poderão ser praticadas? A não ser nos pavilhões gimnodesportivos privados ou das escolas, mesmo os que há afetos às juntas de freguesia, têm uma reserva horária ou intensiva utilização. Não há na CM Braga um pelouro forte de dinamização da vertente lúdica-desportiva. Concessiona-se tudo às coletividades. Os caminhos rústicos, dos pinhais e das linhas de água, junto ao Cávado e Homem, poderiam ser valorizados. Criar circuitos de manutenção física, de bicicleta, pedestres e de orientação. Motivar as escolas e criar ligações permanentes de afetividade com as suas iniciativas. Coordená-las e geri-las a nível local. Falta a linguagem para operacionalizar as ideias, boas práticas e conjugar vontades. Criar os roteiros das peregrinações e dotá-las de estruturas. Rentabilizá-las não apenas nos dias eventuais do Sameiro, São Bentinho e Santiago de Compostela. Conjugar os outros municípios vizinhos a fornecer o mesmo desafio...

Ricardo Rio visitou Associação dos Antigos Estudantes da Universidade do Minho

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Ligação entre a cidade e a Universidade do Minho deve ser desígnio prioritário 

Englobado no ciclo de contactos que tem vindo a ser levado a cabo pelo “Juntos Por Braga” com vários agentes do concelho de diversas áreas de atuação - e que tem por objetivo principal promover uma dinâmica de proximidade e diálogo com as forças vivas da cidade -, Ricardo Rio visitou a Associação dos Antigos Estudantes da Universidade do Minho (AAEUM). Francisco Pimentel Torres, Presidente da Associação desde Fevereiro, acompanhou Rio ao longo desta iniciativa. 

O líder do “Juntos Por Braga” salientou que este encontro se revestiu de grande importância estratégica, já que é “fundamental” que a Câmara Municipal estreite as relações com todos os agentes da Universidade do Minho. “E essas relações têm de ser estabelecidas com os que hoje participam ativamente na vida académica, mas também com os ex-alunos, que foram aqui formados e que hoje são agentes fundamentais do desenvolvimento do concelho nos vários domínios da sua intervenção profissional e social”, sublinhou. 

Como explicou Francisco Pimentel, o principal propósito da associação, que completa 24 anos em Setembro, passa mesmo por fazer a ligação entre a Universidade do Minho e a cidade. “A melhor maneira de atingir esse objetivo é envolver a autarquia, a UM, os agentes da cidade e a própria associação nesse desígnio”, disse, garantindo que atualmente se verifica um “divórcio” entre a autarquia de Braga e a UM, que muito prejudica a cidade. 

“É função de uma associação de antigos estudantes, que agora são parte integrante da comunidade desta cidade, ajudar a estabelecer essa ligação, fazendo crescer as relações e lutando para que o caminho seja o melhor”, garantiu Francisco Pimentel. 

Nesse sentido, Ricardo Rio reiterou que é essencial que a autarquia desenvolva uma parceria estratégica com a AAEUM, no sentido de potenciar iniciativas que apoiem estes antigos alunos e fortaleçam os projetos dos ex-alunos. “A autarquia tem de acompanhar a concretização desses projetos e auscultar esta associação para encontrar as melhores soluções, tirando proveito dos recursos de que a AAEUM dispõe”, acredita. 

Para Ricardo Rio, existem duas vertentes que devem ser tomadas em conta relativamente à relação da autarquia com a UM. “Primeiro, a Câmara Municipal tem de ter noção de que toda esta comunidade académica no ativo representa também cidadãos Bracarenses - alguns provisoriamente adquiridos - que merecem respostas cabais às suas necessidades, sejam elas em termos de segurança, mobilidade, animação cultural ou oferta lúdica para potenciar o seu envolvimento efetivo com a cidade”, apontou Rio, notando de seguida que, uma vez concluída essa formação académica, os antigos estudantes, representados pela AAEUM, são um foco determinante de “potencial crescimento, de atração de investimento e de dinamização da cidade que merece ser acarinhado e que merece estabelecer todo o tipo de colaborações com a autarquia para que isso seja o mais efetivo possível”.

Ricardo Rio visitou "Nova Comédia Bracarense"

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Câmara tem de aproveitar dinâmica cultural das Associações Bracarenses

No âmbito de um conjunto de contactos com diversos agentes culturais do concelho, que têm por finalidade estabelecer com eles uma política de diálogo e proximidade, Ricardo Rio visitou a Companhia de Teatro “Nova Comédia Bracarense”. Carlos Barbosa, Presidente da Companhia fundada em 1990, acompanhou Rio durante a iniciativa.

Esta visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de forma mais detalhada o funcionamento e as dificuldades desta companhia de teatro amador. “Foi com grande satisfação que pudemos assistir a um excerto de um ensaio desta companhia e, de seguida, discutir com os seus elementos algumas ideias relativamente ao panorama do teatro e da cultura em Braga”, salientou Rio.

O candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga defendeu aqueles que devem ser alguns dos princípios de atuação da Câmara Municipal em matéria de relacionamento com os movimentos culturais, enfatizando que é “fundamental” que se trate com equidade e justiça as diversas instituições, reconhecendo o trabalho muito meritório que associações como a Nova Comédia Bracarense desenvolvem de há muitos anos a esta parte. “A Câmara Municipal tem que deixar claros os critérios dos apoios concedidos e que saber aproveitar a disponibilidade generosa de muitos que desenvolvem esta atividade de forma quase voluntária”, garantiu.

Fomentar a participação de novos públicos nas atividades culturais e, neste caso concreto, disseminar o gosto pelo teatro pela população são objetivos que, de acordo com Ricardo Rio, deveriam ser prioritários. “Só se a autarquia manifestar um verdadeiro interesse por estas questões se poderá voltar a potenciar uma verdadeira dinâmica cultural no Concelho. É essencial e urgente reforçar a oferta cultual concelhia através das políticas de descentralização cultural e de intercâmbios culturais entre os grupos de outros concelhos, de forma a promovermos uma cidade culta e onde a cultura seja um ativo estratégico capaz de fomentar a participação dos cidadãos”, acredita Rio.

Para além dos apoios pontuais aos espetáculos efetuados pela “Nova Comédia Bracarense” nas várias freguesias do concelho, o autarca do “Juntos Por Braga” considerou igualmente importante que seja dado um maior apoio logístico a estas coletividades, em matérias tão diversas quanto os meios técnicos, o transporte ou a promoção dos eventos.

A outro nível, Ricardo Rio quer que a atuação da Câmara “potencie o aproveitamento dos espaços existentes, sejam eles os auditórios de Juntas de Freguesia ou os equipamentos de maior envergadura, como é o caso do Parque de Exposições e do Theatro Circo”, sublinhou, afirmando que este último deve estar aberto para receber todas as instituições culturais do concelho.

Valorizar as Sete Fontes

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Sabia que...

O complexo das Sete Fontes é Monumento Nacional desde 2011? Para tal suceder, muito se deveu a actuação da Junta de Freguesia de S. Victor, em especial do seu presidente Firmino Marques, de entidades como a ASPA e a JovemCoop e de muitos cidadãos Bracarenses, que lutaram pela defesa deste importante monumento do Concelho. Durante todo este processo, a CM de Braga sempre olhou para este monumento como um fardo inconveniente, mostrando o desrespeito pelo património de Braga e pelos Bracarenses. Um dos compromissos de Ricardo Rio é precisamente a criação de um Parque Eco-Monumental para a área envolvente às Sete Fontes.

O executivo socialista fechou os olhos à destruição do património. Potenciou e facilitou a especulação imobiliária na área envolvente. Nunca desenvolveu um projecto para a salvaguarda deste espaço, um espaço que é de todos os Bracarenses e com reconhecida importância. O executivo socialista foi também um obstáculo à promoção e divulgação do monumento, quando a Junta de Freguesia de S. Victor o tentou fazer, vetando mesmo a promoção de visitas organizadas por esta a este complexo. Em suma, Nada Fez!

Por outro lado, cedo os responsáveis pela Coligação “Juntos por Braga”, liderados por Ricardo Rio, se deram conta da importância deste monumento patrimonial de Braga. De facto, Ricardo Rio vestiu a camisola de defesa do Complexo das Sete Fontes, acompanhando os desígnios da Junta de Freguesia de S. Victor, participou em diversas iniciativas promovidas pela Junta, pela ASPA e JovemCoop para a defesa das “Sete Fontes”.

Uma das propostas de Ricardo Rio para a promoção e defesa do Complexo das Sete Fontes é a criação de um Parque Eco-Monumental, dirigido à fruição pública e salvaguarda do monumento. Aliás, este parque seria parte do chamado “Quadrado Verde”, Parque da Ponte-Rodovia-Sete Fontes-Parque Norte, que há muito faz parte das orientações programáticas da Coligação para a gestão municipal.

Se por um lado temos o desrespeito do património de Braga, por parte do actual executivo socialista, assistimos a uma ambição de o promover, respeitar e salvaguardar por parte dos “Juntos por Braga” e do seu líder Ricardo Rio. A organização, recentemente, do CSI - Cidade Sob Investigação, onde participaram mais de 200 pessoas, foi mais uma mostra da vontade que existe em divulgar e respeitar o património que esta maravilhosa cidade possui.

É tempo de dignificar a nossa cidade, defender e respeitar o seu património. É tempo de, realmente, valorizar Braga, mas valorizá-la com acções, não com promessas de quem teve 17 anos para o fazer e... Nada Fez.

Para isso, estamos “Juntos Por Braga”.

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

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Para assinalar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, amanhã vamos dar destaque ao Património de Braga, uma das componentes mais importantes, e esquecidas, do Concelho. Para valorizar verdeiradamente Braga, ao longo do dia de amanhã vamos colocar em destaque no Facebook alguns dos mais importantes monumentos Bracarenses. Envie-nos o seu monumento preferido para o email geral@ricardorio.pt, que também publicaremos.

Divulgue, apoie e participe nesta iniciativa.

Juntos, Por uma Braga Mais Forte!

Ricardo Rio visitou Centro de Formação de Mazagão

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Centro de Formação é instrumento fundamental para combater o desemprego

No âmbito de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho que atuam na área educativa, e que tem por finalidade principal desenvolver uma política de proximidade baseada no diálogo e na convergência de ideias, Ricardo Rio visitou a Unidade de Formação de Mazagão. António Pinheiro, Diretor do Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga desde Novembro de 2012, acompanhou Rio durante a visita. A entrada em funcionamento deste Centro de Formação Profissional ocorreu em 1989, tendo sido inaugurado em 1990.

O líder do “Juntos Por Braga” salientou que, na atual conjuntura económica, é fundamental que existam instrumentos que apoiem a qualificação dos recursos humanos e o espírito empreendedor, e que dessa forma permitam o reforço dos níveis de empregabilidade. “O trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Centro de Formação de Mazagão é extremamente importante, tendo vindo a dar uma resposta bastante positiva do ponto de vista do impacto dos formandos que por aqui passam no tecido económico local”, afirmou. 

Rio afiançou que é essencial que se criem este tipo de respostas “rápidas e eficazes”, orientadas para a reconversão de ativos que estejam envolvidos em processos de reestruturação de empresas e para iniciativas de qualificação de potenciais empreendedores, dentro de uma lógica de ligação mais próxima com os grandes empreendedores do concelho e com a própria autarquia. 

Como referiu António Pinheiro, o Centro de Mazagão tem atualmente em funcionamento mais de 40 cursos de aprendizagem, sendo que, por ano, passam à volta de 10 mil formandos nas diversas modalidades de Formação disponibilizadas. “São muitas pessoas e são números bem eloquentes da importância da formação profissional. Tendo em conta o flagelo do desemprego que afeta o país, esta é uma maneira de procurar a reconversão dos alunos e de lhes permitir terem saídas profissionais. Temos taxas de 80% a 90% de empregabilidade dos formandos que daqui saem”, garantiu. 

Nesse sentido, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga registou que este é um trabalho que tem de continuar a ser incentivado e apoiado, especialmente no que se refere à articulação com o ensino tradicional, tutelado pelo Ministério da Educação. “É essencial que exista uma maior complementaridade entre o Centro de Formação e as instituições de ensino no nosso concelho. Atualmente são várias as Escolas que oferecem cursos profissionais, pelo que a existência de uma logica de parceria se justifica cada vez mais”, enfatizou. 

Por outro lado, Rio notou que outro fator fundamental passa pela integração crescente da comunidade empresarial no Centro de Formação Mazagão, para que haja uma logica de resposta eficaz e imediata para aquilo que são as suas necessidades em termos de contratação a cada momento. “Esse é um trabalho que tem sido feito pelo Centro de forma notável, mas neste sector há sempre espaço para melhorar e alguma coisa mais a fazer”, reforçou. 

Também António Pinheiro enfatizou a ligação do Centro de Formação às empresas, chamando a atenção para o facto de os formandos terem a “empregabilidade à porta”. “Aqui em Mazagão temos a vantagem de ter uma alta percentagem de colocações dos jovens, isto porque as empresas estão em sintonia connosco. É o nosso principal cartão-de-visita e agente de distinção, trabalhamos em sintonia com as empresas, que precisam e querem os nossos formandos”, sublinhou. 

Apoio à Formação Desportiva

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Sabia que...

Em 2006 Ricardo Rio apresentou ao executivo camarário uma proposta de Regulamento para a criação de um Programa de Apoio à Formação Desportiva, que foi chumbado pela maioria socialista? O mesmo destino tiveram os quase 30 contratos-programa com clubes desportivos locais apresentados em 2007. É esta a política de apoio e fomento ao desporto que a maioria socialista tanto apregoa? O contínuo desinteresse pelos jovens do concelho, pelas colectividades locais que lutam diariamente para proporcionar condições de boas práticas desportivas a jovens e menos jovens, esta sim, é uma imagem de marca do executivo socialista.

Em Janeiro de 2006, a Coligação “Juntos por Braga” apresentou, pela mão dos seus vereadores, uma proposta de regulamento para a criação de um Programa de Apoio à Formação Desportiva. Considerando que a actividade desportia assume progressivamente uma maior presença e protagonismo nas sociedades modernas enquanto sinónimo da qualidade de vida das populações. De uma prática desportiva regular resultam, também, aspectos de grande significado para a formação física, cultural e cívica da generalidade dos cidadãos, com particular ênfase para as camadas mais jovens da população.
Sendo Braga uma das cidades mais jovens de todo o país, era desiderato da Coligação a criação de condições materiais para a afirmação de novos valores no panorama desportivo nacional.

Em linhas gerais, o Regulamento para a criação de um Programa de Apoio Desportivo pretendia assumir-se como um documento regulador dos mecanismos de acesso aos apoios municipais por parte dos Clubes/Associações Desportivas, procurando estabelecer com objectividade as condições de acesso, o cálculo dos apoios a atribuir pela Autarquia e, bem assim, o calendário de todo o processo de candidatura.

Deste modo, permitiria ampliar a prática desportiva dos cidadãos bracarenses, aumento o número de praticantes nas diversas modalidades, fomentar a formação desportiva juvenil em todo o concelho, garantindo uma igualdade de oportunidades e reforçar as boas práticas de gestão desportiva, realçando a existência de escalões de formação, a promoção da boa conduta desportiva e a recusa da violência Com isto, procurava-se integrar a actividade desportiva do Concelho nos objectivos comuns de educação pelo desporto, de hábitos de vida saudáveis e de solidariedade colectiva. Seriam elegíveis para este Programa todos as Entidades Desportivas do concelho, desde que legalmente constítuidas e com a situação contributiva devidamente regularizada. Nos moldes deste Programa, todas as candidaturas elígiveis teriam uma compensação financeira a atribuir pela Câmara Municipal, de acordo com o valor pago pela Entidade na inscrição de jovens atletas na Associação/Federação responsável pela competição.

Apesar de se recusar a aprovar as diversas propostas dos vereadores da Coligação, o executivo da Câmara aprovou em 2012 o pagamento das inscrições de atletas dos escalões de formação dos Clubes de Futebol do Concelho. Mais uma vez, o executivo acatou, posteriormente e parcialmente, uma proposta dos vereadores da oposição.

No entanto, Braga quer e precisa de mais. Precisa de uma política desportiva que seja transversal a todas as modalidades e a todos os bracarenses. 

Para isso, estamos Juntos, Por Braga!!!

CSI Braga - o vídeo

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A iniciativa "CSI Braga - Cidade Sob Investigação" ficou marcada pela enorme adesão do público. Foram mais de 200 pessoas e de 39 equipas que estiveram presentes nesta atividade. Muitos jovens e também adultos juntaram-se para uma tarde de descoberta do património arquitetónico e cultural Bracarense.

Eu, Presidente - Desporto

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O desporto, de há muitos anos a esta parte, é uma marca da cidade de Braga, fazendo-se representar entre os melhores nas suas várias modalidades. Exemplo disso é a vitória deste fim-de-semana do SC de Braga na Taça da Liga. Mas o desporto não se resume ao futebol, devendo as políticas municipais ser muito mais abrangentes, potenciando não só as diversas modalidades de competição, como também a prática desportiva de recreação, fomentando uma democratização no acesso ao desporto e consequente desenvolvimento integral do indivíduo e a formação multidisciplinar dos mais jovens.

Por tudo isto, esta semana queremos saber a sua opinião sobre quais as políticas desportivas que devem ser promovidas pela autarquia. Quais os investimentos que devem ser realizados? Que tipo de eventos deve o município promover ou apoiar? Qual o relacionamento que a CM de Braga deve ter com as colectividades?

Envie-nos o seu contributo e ajude-nos a fortalecer o nosso projecto para Braga.

Ricardo Rio visitou Associação Unidos do Parque da Ponte

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Falta de Segurança é a principal lacuna do Parque


No seguimento de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho que atuam em diversas áreas, e que têm por objetivo o desenvolvimento de uma política de proximidade assente no diálogo e na convergência de ideias, Ricardo Rio visitou a Associação Unidos do Parque da Ponte. Esta visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de forma mais detalhada quais os anseios e preocupações desta Associação. José Ramôa Barbosa, Presidente dos Unidos do Parque da Ponte, acompanhou Rio durante esta iniciativa, assim como João Pires, presidente da Junta de Freguesia de S. Lázaro.

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, esta é uma Associação que tem vindo a desenvolver um trabalho muito importante de aproveitamento e dinamização do Parque da Ponte. “É de extrema importância que se crie uma dinâmica capaz de atrair as pessoas para esta zona e, nesse sentido, esta Associação tem dado um contributo valioso”, afirmou Rio.

A Associação acolhe diariamente muitos cidadãos Bracarenses reformados que vêm disfrutar de momentos lúdicos e de diversas atividades no Parque da Ponte. “Temos associados de diversas áreas de Braga que aqui se juntam para conviver e usufruir deste magnífico Parque”, referiu José Ramôa.    

No entanto, Ricardo Rio chamou a atenção para os problemas de segurança que continuam a afetar o Parque e que necessitam de ser resolvidos “urgentemente”. “Pelos testemunhos que ouvimos durante esta visita, ficamos a saber que há neste momento riscos ao nível da segurança e que as pessoas não se sentem totalmente seguras quando usufruem do Parque. Esta é uma lacuna que merece toda a atenção da autarquia, que deve tomar rapidamente as medidas que se impõem ao nível da vigilância para tornar esta zona atrativa”, salientou Rio, garantindo que apesar de o Parque ter sido requalificado, ainda não atrai o número suficiente de pessoas para mitigar esse problema.

Também José Ramôa pediu uma maior atenção para o problema da segurança, recordando que o próprio edifício-sede da Associação foi alvo de um assalto há cerca de três meses. “A principal queixa dos nossos associados prende-se com a questão da segurança. Esta é uma zona bastante aprazível da cidade e que merece uma maior atenção e carinho tanto por pate da autarquia como de todos os Bracarenses. É uma pena que se afastem pessoas do Parque apenas por falta de segurança”, lamentou.

Por fim, Ricardo Rio reiterou a sua intenção em colaborar ativamente na prossecução de todas as atividades levadas a cabo pela Associação. “Está é uma zona que tem ainda falhas ao nível da animação e capacidade para atrair um número significativo de pessoas. Queremos inverter essa tendência e dar uma nova vida ao Parque da Ponte, pelo que estamos totalmente disponíveis para colaborar tanto com esta Associação como com outras que tenham por objetivo principal revitalizar e animar o Parque”, garantiu.     

Ricardo Rio visitou Agrupamento de Escolas de Nogueira

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Sucesso do Agrupamento de Escolas de Nogueira é exemplo a seguir por todo o concelho


Englobado num ciclo de contactos com diversos agentes do concelho que atuam na área da educação, cujo objetivo passa por desenvolver com eles uma política baseada no diálogo e na proximidade, Ricardo Rio visitou a Escola EB 2,3 de Nogueira, sede do Agrupamento de Escolas de Nogueira. José Matos, Diretor do Agrupamento, e Sandra Roma, Vice-Diretora, acompanharam Rio durante esta iniciativa. Atualmente, o Agrupamento engloba 14 escolas, divididas por várias freguesias, e tem cerca de 1640 alunos inscritos.

Para o líder do “Juntos Por Braga”, esta visita foi uma ótima oportunidade para conhecer mais de perto o “excelente” trabalho que tem vindo a ser desenvolvido neste Agrupamento. “Esta é a demonstração cabal de que quando há uma liderança capaz e o envolvimento quase que diria apaixonado de todos os docentes, os resultados aparecem”, salientou, garantindo que quando assim acontece, “evidentemente” que o corolário lógico é o” sucesso” e o “bem-estar” dos alunos.

Rio apontou o envolvimento dos docentes reformados com o Agrupamento de escolas como um exemplo da dedicação, do carinho e do afeto que têm pelo Agrupamento. “Tivemos oportunidade de constatar o grande envolvimento que os docentes reformados ainda mantêm com a Escola e que resulta na criação dos amigos do Agrupamento de Nogueira, que estão neste momento a participar ativamente em várias atividades não letivas. É uma excelente forma de ajudar a escola e os alunos e também de os próprios docentes reformados ocuparem os seus tempos livres”, referiu.

Segundo o candidato à Presidência da Câmara Municipal, o êxito alcançado por este Agrupamento é um fator de “tranquilidade” para quem tem responsabilidades autárquicas. “É com enorme satisfação e orgulho que observo o trabalho que aqui se tem efetuado, que pode e deve ser estimulado e replicado, como felizmente vai acontecendo, na maioria das escolas do concelho”, afirmou.

Rio enfatizou que esta visita, à semelhança do que já tinha acontecido anteriormente, permitiu ganhar consciência para o problema do défice de financiamento para a componente do Ensino Básico, que não está contemplado e que no concelho de Braga vive uma grande indefinição em termos de quem é que pode e deve prestar esse mesmo apoio. “Nestes casos, vai valendo o apoio e colaboração das Juntas de Freguesia para contornar essas dificuldades. Como mais uma vez comprovamos neste Agrupamento, as Juntas têm uma relação exemplar com as escolas integrantes do Agrupamento de Nogueira”, disse.

Ricardo Rio visitou Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte

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Associação desenvolve trabalho meritório na ocupação dos tempos livres da população idosa

No seguimento de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho e de diversas áreas de atuação, que tem por finalidade desenvolver uma política baseada no diálogo e na proximidade com as forças vivas da cidade, Ricardo Rio visitou a Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte. Acácio Gomes, Presidente da Associação fundada em 1998, acompanhou Rio durante a visita. 

Segundo o líder do “Juntos Por Braga”, este é um excelente exemplo de uma Associação com grande vitalidade e com um número muito considerável de associados, cerca de cento e trinta. “Esta Associação tem vindo a desenvolver um trabalho muito meritório na ocupação dos tempos livres da população mais idosa e reformada, reunindo homens e mulheres oriundos de vários pontos do concelho de Braga, e não exclusivamente desta zona de S. lázaro”, salientou. 

O candidato à Presidência da Câmara de Braga enfatizou que esta Associação merece ver concretizada a sua aspiração de ser o gestor exclusivo do edifício do Parque da Ponte onde, desde 2005, exercem a sua atividade. “Este é um edifício notável que está aqui guardado no coração do Parque. A cedência da gestão a esta Associação permitirá que os próprios se sintam mais responsáveis pela manutenção deste equipamento. Em paralelo com isso, fará com que se desenvolvam nesta zona envolvente todo um conjunto de atividades de natureza lúdica e cultural em que eles possam participar”, acredita. 

Também Acácio Gomes reforçou a importância de ser a Associação que lidera a gerir os destinos do edifico, referindo que dessa forma será possível a criação de “laços afetivos” fundamentais entre os associados e o edifício: “Esses laços permitirão não só impulsionar a nossa instituição e permitir que esta tenha um funcionamento mais dinâmico, como ainda farão com que tenhamos um cuidado adicional na conservação e manutenção da casa”. 

Durante a visita, o Presidente da Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte chamou a atenção para o facto de o Parque ter pouco vigilância, criando um sentimento de insegurança entre as pessoas que o frequentam. “Apesar da requalificação, esta é uma zona que continua um pouco isolada e com pouca vida. Esse fator, conjugado com lacunas na vigilância, criam insegurança não só aos nossos associados, como às próprias pessoas que aqui passeiam ou praticam desporto”, afirmou, referindo que é essencial que se encontrem formas de cativar mais pessoas para esta zona: “Muito se pode fazer para animar o Parque. Por exemplo, no S. João é importante que se estenda a iluminação até aqui. São pormenores que podem fazer toda a diferença”. 

Nesse sentido, Rio sublinhou que um dos objetivos da gestão municipal deve passar por atrair cada vez mais pessoas para o Parque da Ponte. “Uma vez que este espaço foi finalmente requalificado, é agora altura para que os Bracarenses o sintam cada vez mais como seu, que sintam seguros para disfrutar o parque e para que possam aqui, através das atividades de animação que podem ser desenvolvidas, vir a desfrutar cada vez mais deste espaço nobre da nossa cidade”, concluiu. 

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