Ricardo Rio visitou Associação dos Antigos Estudantes da Universidade do Minho

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Ligação entre a cidade e a Universidade do Minho deve ser desígnio prioritário 

Englobado no ciclo de contactos que tem vindo a ser levado a cabo pelo “Juntos Por Braga” com vários agentes do concelho de diversas áreas de atuação - e que tem por objetivo principal promover uma dinâmica de proximidade e diálogo com as forças vivas da cidade -, Ricardo Rio visitou a Associação dos Antigos Estudantes da Universidade do Minho (AAEUM). Francisco Pimentel Torres, Presidente da Associação desde Fevereiro, acompanhou Rio ao longo desta iniciativa. 

O líder do “Juntos Por Braga” salientou que este encontro se revestiu de grande importância estratégica, já que é “fundamental” que a Câmara Municipal estreite as relações com todos os agentes da Universidade do Minho. “E essas relações têm de ser estabelecidas com os que hoje participam ativamente na vida académica, mas também com os ex-alunos, que foram aqui formados e que hoje são agentes fundamentais do desenvolvimento do concelho nos vários domínios da sua intervenção profissional e social”, sublinhou. 

Como explicou Francisco Pimentel, o principal propósito da associação, que completa 24 anos em Setembro, passa mesmo por fazer a ligação entre a Universidade do Minho e a cidade. “A melhor maneira de atingir esse objetivo é envolver a autarquia, a UM, os agentes da cidade e a própria associação nesse desígnio”, disse, garantindo que atualmente se verifica um “divórcio” entre a autarquia de Braga e a UM, que muito prejudica a cidade. 

“É função de uma associação de antigos estudantes, que agora são parte integrante da comunidade desta cidade, ajudar a estabelecer essa ligação, fazendo crescer as relações e lutando para que o caminho seja o melhor”, garantiu Francisco Pimentel. 

Nesse sentido, Ricardo Rio reiterou que é essencial que a autarquia desenvolva uma parceria estratégica com a AAEUM, no sentido de potenciar iniciativas que apoiem estes antigos alunos e fortaleçam os projetos dos ex-alunos. “A autarquia tem de acompanhar a concretização desses projetos e auscultar esta associação para encontrar as melhores soluções, tirando proveito dos recursos de que a AAEUM dispõe”, acredita. 

Para Ricardo Rio, existem duas vertentes que devem ser tomadas em conta relativamente à relação da autarquia com a UM. “Primeiro, a Câmara Municipal tem de ter noção de que toda esta comunidade académica no ativo representa também cidadãos Bracarenses - alguns provisoriamente adquiridos - que merecem respostas cabais às suas necessidades, sejam elas em termos de segurança, mobilidade, animação cultural ou oferta lúdica para potenciar o seu envolvimento efetivo com a cidade”, apontou Rio, notando de seguida que, uma vez concluída essa formação académica, os antigos estudantes, representados pela AAEUM, são um foco determinante de “potencial crescimento, de atração de investimento e de dinamização da cidade que merece ser acarinhado e que merece estabelecer todo o tipo de colaborações com a autarquia para que isso seja o mais efetivo possível”.

Ricardo Rio visitou "Nova Comédia Bracarense"

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Câmara tem de aproveitar dinâmica cultural das Associações Bracarenses

No âmbito de um conjunto de contactos com diversos agentes culturais do concelho, que têm por finalidade estabelecer com eles uma política de diálogo e proximidade, Ricardo Rio visitou a Companhia de Teatro “Nova Comédia Bracarense”. Carlos Barbosa, Presidente da Companhia fundada em 1990, acompanhou Rio durante a iniciativa.

Esta visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de forma mais detalhada o funcionamento e as dificuldades desta companhia de teatro amador. “Foi com grande satisfação que pudemos assistir a um excerto de um ensaio desta companhia e, de seguida, discutir com os seus elementos algumas ideias relativamente ao panorama do teatro e da cultura em Braga”, salientou Rio.

O candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga defendeu aqueles que devem ser alguns dos princípios de atuação da Câmara Municipal em matéria de relacionamento com os movimentos culturais, enfatizando que é “fundamental” que se trate com equidade e justiça as diversas instituições, reconhecendo o trabalho muito meritório que associações como a Nova Comédia Bracarense desenvolvem de há muitos anos a esta parte. “A Câmara Municipal tem que deixar claros os critérios dos apoios concedidos e que saber aproveitar a disponibilidade generosa de muitos que desenvolvem esta atividade de forma quase voluntária”, garantiu.

Fomentar a participação de novos públicos nas atividades culturais e, neste caso concreto, disseminar o gosto pelo teatro pela população são objetivos que, de acordo com Ricardo Rio, deveriam ser prioritários. “Só se a autarquia manifestar um verdadeiro interesse por estas questões se poderá voltar a potenciar uma verdadeira dinâmica cultural no Concelho. É essencial e urgente reforçar a oferta cultual concelhia através das políticas de descentralização cultural e de intercâmbios culturais entre os grupos de outros concelhos, de forma a promovermos uma cidade culta e onde a cultura seja um ativo estratégico capaz de fomentar a participação dos cidadãos”, acredita Rio.

Para além dos apoios pontuais aos espetáculos efetuados pela “Nova Comédia Bracarense” nas várias freguesias do concelho, o autarca do “Juntos Por Braga” considerou igualmente importante que seja dado um maior apoio logístico a estas coletividades, em matérias tão diversas quanto os meios técnicos, o transporte ou a promoção dos eventos.

A outro nível, Ricardo Rio quer que a atuação da Câmara “potencie o aproveitamento dos espaços existentes, sejam eles os auditórios de Juntas de Freguesia ou os equipamentos de maior envergadura, como é o caso do Parque de Exposições e do Theatro Circo”, sublinhou, afirmando que este último deve estar aberto para receber todas as instituições culturais do concelho.

Valorizar as Sete Fontes

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Sabia que...

O complexo das Sete Fontes é Monumento Nacional desde 2011? Para tal suceder, muito se deveu a actuação da Junta de Freguesia de S. Victor, em especial do seu presidente Firmino Marques, de entidades como a ASPA e a JovemCoop e de muitos cidadãos Bracarenses, que lutaram pela defesa deste importante monumento do Concelho. Durante todo este processo, a CM de Braga sempre olhou para este monumento como um fardo inconveniente, mostrando o desrespeito pelo património de Braga e pelos Bracarenses. Um dos compromissos de Ricardo Rio é precisamente a criação de um Parque Eco-Monumental para a área envolvente às Sete Fontes.

O executivo socialista fechou os olhos à destruição do património. Potenciou e facilitou a especulação imobiliária na área envolvente. Nunca desenvolveu um projecto para a salvaguarda deste espaço, um espaço que é de todos os Bracarenses e com reconhecida importância. O executivo socialista foi também um obstáculo à promoção e divulgação do monumento, quando a Junta de Freguesia de S. Victor o tentou fazer, vetando mesmo a promoção de visitas organizadas por esta a este complexo. Em suma, Nada Fez!

Por outro lado, cedo os responsáveis pela Coligação “Juntos por Braga”, liderados por Ricardo Rio, se deram conta da importância deste monumento patrimonial de Braga. De facto, Ricardo Rio vestiu a camisola de defesa do Complexo das Sete Fontes, acompanhando os desígnios da Junta de Freguesia de S. Victor, participou em diversas iniciativas promovidas pela Junta, pela ASPA e JovemCoop para a defesa das “Sete Fontes”.

Uma das propostas de Ricardo Rio para a promoção e defesa do Complexo das Sete Fontes é a criação de um Parque Eco-Monumental, dirigido à fruição pública e salvaguarda do monumento. Aliás, este parque seria parte do chamado “Quadrado Verde”, Parque da Ponte-Rodovia-Sete Fontes-Parque Norte, que há muito faz parte das orientações programáticas da Coligação para a gestão municipal.

Se por um lado temos o desrespeito do património de Braga, por parte do actual executivo socialista, assistimos a uma ambição de o promover, respeitar e salvaguardar por parte dos “Juntos por Braga” e do seu líder Ricardo Rio. A organização, recentemente, do CSI - Cidade Sob Investigação, onde participaram mais de 200 pessoas, foi mais uma mostra da vontade que existe em divulgar e respeitar o património que esta maravilhosa cidade possui.

É tempo de dignificar a nossa cidade, defender e respeitar o seu património. É tempo de, realmente, valorizar Braga, mas valorizá-la com acções, não com promessas de quem teve 17 anos para o fazer e... Nada Fez.

Para isso, estamos “Juntos Por Braga”.

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

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Para assinalar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, amanhã vamos dar destaque ao Património de Braga, uma das componentes mais importantes, e esquecidas, do Concelho. Para valorizar verdeiradamente Braga, ao longo do dia de amanhã vamos colocar em destaque no Facebook alguns dos mais importantes monumentos Bracarenses. Envie-nos o seu monumento preferido para o email geral@ricardorio.pt, que também publicaremos.

Divulgue, apoie e participe nesta iniciativa.

Juntos, Por uma Braga Mais Forte!

Ricardo Rio visitou Centro de Formação de Mazagão

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Centro de Formação é instrumento fundamental para combater o desemprego

No âmbito de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho que atuam na área educativa, e que tem por finalidade principal desenvolver uma política de proximidade baseada no diálogo e na convergência de ideias, Ricardo Rio visitou a Unidade de Formação de Mazagão. António Pinheiro, Diretor do Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga desde Novembro de 2012, acompanhou Rio durante a visita. A entrada em funcionamento deste Centro de Formação Profissional ocorreu em 1989, tendo sido inaugurado em 1990.

O líder do “Juntos Por Braga” salientou que, na atual conjuntura económica, é fundamental que existam instrumentos que apoiem a qualificação dos recursos humanos e o espírito empreendedor, e que dessa forma permitam o reforço dos níveis de empregabilidade. “O trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Centro de Formação de Mazagão é extremamente importante, tendo vindo a dar uma resposta bastante positiva do ponto de vista do impacto dos formandos que por aqui passam no tecido económico local”, afirmou. 

Rio afiançou que é essencial que se criem este tipo de respostas “rápidas e eficazes”, orientadas para a reconversão de ativos que estejam envolvidos em processos de reestruturação de empresas e para iniciativas de qualificação de potenciais empreendedores, dentro de uma lógica de ligação mais próxima com os grandes empreendedores do concelho e com a própria autarquia. 

Como referiu António Pinheiro, o Centro de Mazagão tem atualmente em funcionamento mais de 40 cursos de aprendizagem, sendo que, por ano, passam à volta de 10 mil formandos nas diversas modalidades de Formação disponibilizadas. “São muitas pessoas e são números bem eloquentes da importância da formação profissional. Tendo em conta o flagelo do desemprego que afeta o país, esta é uma maneira de procurar a reconversão dos alunos e de lhes permitir terem saídas profissionais. Temos taxas de 80% a 90% de empregabilidade dos formandos que daqui saem”, garantiu. 

Nesse sentido, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga registou que este é um trabalho que tem de continuar a ser incentivado e apoiado, especialmente no que se refere à articulação com o ensino tradicional, tutelado pelo Ministério da Educação. “É essencial que exista uma maior complementaridade entre o Centro de Formação e as instituições de ensino no nosso concelho. Atualmente são várias as Escolas que oferecem cursos profissionais, pelo que a existência de uma logica de parceria se justifica cada vez mais”, enfatizou. 

Por outro lado, Rio notou que outro fator fundamental passa pela integração crescente da comunidade empresarial no Centro de Formação Mazagão, para que haja uma logica de resposta eficaz e imediata para aquilo que são as suas necessidades em termos de contratação a cada momento. “Esse é um trabalho que tem sido feito pelo Centro de forma notável, mas neste sector há sempre espaço para melhorar e alguma coisa mais a fazer”, reforçou. 

Também António Pinheiro enfatizou a ligação do Centro de Formação às empresas, chamando a atenção para o facto de os formandos terem a “empregabilidade à porta”. “Aqui em Mazagão temos a vantagem de ter uma alta percentagem de colocações dos jovens, isto porque as empresas estão em sintonia connosco. É o nosso principal cartão-de-visita e agente de distinção, trabalhamos em sintonia com as empresas, que precisam e querem os nossos formandos”, sublinhou. 

Apoio à Formação Desportiva

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Sabia que...

Em 2006 Ricardo Rio apresentou ao executivo camarário uma proposta de Regulamento para a criação de um Programa de Apoio à Formação Desportiva, que foi chumbado pela maioria socialista? O mesmo destino tiveram os quase 30 contratos-programa com clubes desportivos locais apresentados em 2007. É esta a política de apoio e fomento ao desporto que a maioria socialista tanto apregoa? O contínuo desinteresse pelos jovens do concelho, pelas colectividades locais que lutam diariamente para proporcionar condições de boas práticas desportivas a jovens e menos jovens, esta sim, é uma imagem de marca do executivo socialista.

Em Janeiro de 2006, a Coligação “Juntos por Braga” apresentou, pela mão dos seus vereadores, uma proposta de regulamento para a criação de um Programa de Apoio à Formação Desportiva. Considerando que a actividade desportia assume progressivamente uma maior presença e protagonismo nas sociedades modernas enquanto sinónimo da qualidade de vida das populações. De uma prática desportiva regular resultam, também, aspectos de grande significado para a formação física, cultural e cívica da generalidade dos cidadãos, com particular ênfase para as camadas mais jovens da população.
Sendo Braga uma das cidades mais jovens de todo o país, era desiderato da Coligação a criação de condições materiais para a afirmação de novos valores no panorama desportivo nacional.

Em linhas gerais, o Regulamento para a criação de um Programa de Apoio Desportivo pretendia assumir-se como um documento regulador dos mecanismos de acesso aos apoios municipais por parte dos Clubes/Associações Desportivas, procurando estabelecer com objectividade as condições de acesso, o cálculo dos apoios a atribuir pela Autarquia e, bem assim, o calendário de todo o processo de candidatura.

Deste modo, permitiria ampliar a prática desportiva dos cidadãos bracarenses, aumento o número de praticantes nas diversas modalidades, fomentar a formação desportiva juvenil em todo o concelho, garantindo uma igualdade de oportunidades e reforçar as boas práticas de gestão desportiva, realçando a existência de escalões de formação, a promoção da boa conduta desportiva e a recusa da violência Com isto, procurava-se integrar a actividade desportiva do Concelho nos objectivos comuns de educação pelo desporto, de hábitos de vida saudáveis e de solidariedade colectiva. Seriam elegíveis para este Programa todos as Entidades Desportivas do concelho, desde que legalmente constítuidas e com a situação contributiva devidamente regularizada. Nos moldes deste Programa, todas as candidaturas elígiveis teriam uma compensação financeira a atribuir pela Câmara Municipal, de acordo com o valor pago pela Entidade na inscrição de jovens atletas na Associação/Federação responsável pela competição.

Apesar de se recusar a aprovar as diversas propostas dos vereadores da Coligação, o executivo da Câmara aprovou em 2012 o pagamento das inscrições de atletas dos escalões de formação dos Clubes de Futebol do Concelho. Mais uma vez, o executivo acatou, posteriormente e parcialmente, uma proposta dos vereadores da oposição.

No entanto, Braga quer e precisa de mais. Precisa de uma política desportiva que seja transversal a todas as modalidades e a todos os bracarenses. 

Para isso, estamos Juntos, Por Braga!!!

CSI Braga - o vídeo

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A iniciativa "CSI Braga - Cidade Sob Investigação" ficou marcada pela enorme adesão do público. Foram mais de 200 pessoas e de 39 equipas que estiveram presentes nesta atividade. Muitos jovens e também adultos juntaram-se para uma tarde de descoberta do património arquitetónico e cultural Bracarense.

Eu, Presidente - Desporto

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O desporto, de há muitos anos a esta parte, é uma marca da cidade de Braga, fazendo-se representar entre os melhores nas suas várias modalidades. Exemplo disso é a vitória deste fim-de-semana do SC de Braga na Taça da Liga. Mas o desporto não se resume ao futebol, devendo as políticas municipais ser muito mais abrangentes, potenciando não só as diversas modalidades de competição, como também a prática desportiva de recreação, fomentando uma democratização no acesso ao desporto e consequente desenvolvimento integral do indivíduo e a formação multidisciplinar dos mais jovens.

Por tudo isto, esta semana queremos saber a sua opinião sobre quais as políticas desportivas que devem ser promovidas pela autarquia. Quais os investimentos que devem ser realizados? Que tipo de eventos deve o município promover ou apoiar? Qual o relacionamento que a CM de Braga deve ter com as colectividades?

Envie-nos o seu contributo e ajude-nos a fortalecer o nosso projecto para Braga.

Ricardo Rio visitou Associação Unidos do Parque da Ponte

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Falta de Segurança é a principal lacuna do Parque


No seguimento de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho que atuam em diversas áreas, e que têm por objetivo o desenvolvimento de uma política de proximidade assente no diálogo e na convergência de ideias, Ricardo Rio visitou a Associação Unidos do Parque da Ponte. Esta visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de forma mais detalhada quais os anseios e preocupações desta Associação. José Ramôa Barbosa, Presidente dos Unidos do Parque da Ponte, acompanhou Rio durante esta iniciativa, assim como João Pires, presidente da Junta de Freguesia de S. Lázaro.

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, esta é uma Associação que tem vindo a desenvolver um trabalho muito importante de aproveitamento e dinamização do Parque da Ponte. “É de extrema importância que se crie uma dinâmica capaz de atrair as pessoas para esta zona e, nesse sentido, esta Associação tem dado um contributo valioso”, afirmou Rio.

A Associação acolhe diariamente muitos cidadãos Bracarenses reformados que vêm disfrutar de momentos lúdicos e de diversas atividades no Parque da Ponte. “Temos associados de diversas áreas de Braga que aqui se juntam para conviver e usufruir deste magnífico Parque”, referiu José Ramôa.    

No entanto, Ricardo Rio chamou a atenção para os problemas de segurança que continuam a afetar o Parque e que necessitam de ser resolvidos “urgentemente”. “Pelos testemunhos que ouvimos durante esta visita, ficamos a saber que há neste momento riscos ao nível da segurança e que as pessoas não se sentem totalmente seguras quando usufruem do Parque. Esta é uma lacuna que merece toda a atenção da autarquia, que deve tomar rapidamente as medidas que se impõem ao nível da vigilância para tornar esta zona atrativa”, salientou Rio, garantindo que apesar de o Parque ter sido requalificado, ainda não atrai o número suficiente de pessoas para mitigar esse problema.

Também José Ramôa pediu uma maior atenção para o problema da segurança, recordando que o próprio edifício-sede da Associação foi alvo de um assalto há cerca de três meses. “A principal queixa dos nossos associados prende-se com a questão da segurança. Esta é uma zona bastante aprazível da cidade e que merece uma maior atenção e carinho tanto por pate da autarquia como de todos os Bracarenses. É uma pena que se afastem pessoas do Parque apenas por falta de segurança”, lamentou.

Por fim, Ricardo Rio reiterou a sua intenção em colaborar ativamente na prossecução de todas as atividades levadas a cabo pela Associação. “Está é uma zona que tem ainda falhas ao nível da animação e capacidade para atrair um número significativo de pessoas. Queremos inverter essa tendência e dar uma nova vida ao Parque da Ponte, pelo que estamos totalmente disponíveis para colaborar tanto com esta Associação como com outras que tenham por objetivo principal revitalizar e animar o Parque”, garantiu.     

Ricardo Rio visitou Agrupamento de Escolas de Nogueira

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Sucesso do Agrupamento de Escolas de Nogueira é exemplo a seguir por todo o concelho


Englobado num ciclo de contactos com diversos agentes do concelho que atuam na área da educação, cujo objetivo passa por desenvolver com eles uma política baseada no diálogo e na proximidade, Ricardo Rio visitou a Escola EB 2,3 de Nogueira, sede do Agrupamento de Escolas de Nogueira. José Matos, Diretor do Agrupamento, e Sandra Roma, Vice-Diretora, acompanharam Rio durante esta iniciativa. Atualmente, o Agrupamento engloba 14 escolas, divididas por várias freguesias, e tem cerca de 1640 alunos inscritos.

Para o líder do “Juntos Por Braga”, esta visita foi uma ótima oportunidade para conhecer mais de perto o “excelente” trabalho que tem vindo a ser desenvolvido neste Agrupamento. “Esta é a demonstração cabal de que quando há uma liderança capaz e o envolvimento quase que diria apaixonado de todos os docentes, os resultados aparecem”, salientou, garantindo que quando assim acontece, “evidentemente” que o corolário lógico é o” sucesso” e o “bem-estar” dos alunos.

Rio apontou o envolvimento dos docentes reformados com o Agrupamento de escolas como um exemplo da dedicação, do carinho e do afeto que têm pelo Agrupamento. “Tivemos oportunidade de constatar o grande envolvimento que os docentes reformados ainda mantêm com a Escola e que resulta na criação dos amigos do Agrupamento de Nogueira, que estão neste momento a participar ativamente em várias atividades não letivas. É uma excelente forma de ajudar a escola e os alunos e também de os próprios docentes reformados ocuparem os seus tempos livres”, referiu.

Segundo o candidato à Presidência da Câmara Municipal, o êxito alcançado por este Agrupamento é um fator de “tranquilidade” para quem tem responsabilidades autárquicas. “É com enorme satisfação e orgulho que observo o trabalho que aqui se tem efetuado, que pode e deve ser estimulado e replicado, como felizmente vai acontecendo, na maioria das escolas do concelho”, afirmou.

Rio enfatizou que esta visita, à semelhança do que já tinha acontecido anteriormente, permitiu ganhar consciência para o problema do défice de financiamento para a componente do Ensino Básico, que não está contemplado e que no concelho de Braga vive uma grande indefinição em termos de quem é que pode e deve prestar esse mesmo apoio. “Nestes casos, vai valendo o apoio e colaboração das Juntas de Freguesia para contornar essas dificuldades. Como mais uma vez comprovamos neste Agrupamento, as Juntas têm uma relação exemplar com as escolas integrantes do Agrupamento de Nogueira”, disse.

Ricardo Rio visitou Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte

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Associação desenvolve trabalho meritório na ocupação dos tempos livres da população idosa

No seguimento de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho e de diversas áreas de atuação, que tem por finalidade desenvolver uma política baseada no diálogo e na proximidade com as forças vivas da cidade, Ricardo Rio visitou a Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte. Acácio Gomes, Presidente da Associação fundada em 1998, acompanhou Rio durante a visita. 

Segundo o líder do “Juntos Por Braga”, este é um excelente exemplo de uma Associação com grande vitalidade e com um número muito considerável de associados, cerca de cento e trinta. “Esta Associação tem vindo a desenvolver um trabalho muito meritório na ocupação dos tempos livres da população mais idosa e reformada, reunindo homens e mulheres oriundos de vários pontos do concelho de Braga, e não exclusivamente desta zona de S. lázaro”, salientou. 

O candidato à Presidência da Câmara de Braga enfatizou que esta Associação merece ver concretizada a sua aspiração de ser o gestor exclusivo do edifício do Parque da Ponte onde, desde 2005, exercem a sua atividade. “Este é um edifício notável que está aqui guardado no coração do Parque. A cedência da gestão a esta Associação permitirá que os próprios se sintam mais responsáveis pela manutenção deste equipamento. Em paralelo com isso, fará com que se desenvolvam nesta zona envolvente todo um conjunto de atividades de natureza lúdica e cultural em que eles possam participar”, acredita. 

Também Acácio Gomes reforçou a importância de ser a Associação que lidera a gerir os destinos do edifico, referindo que dessa forma será possível a criação de “laços afetivos” fundamentais entre os associados e o edifício: “Esses laços permitirão não só impulsionar a nossa instituição e permitir que esta tenha um funcionamento mais dinâmico, como ainda farão com que tenhamos um cuidado adicional na conservação e manutenção da casa”. 

Durante a visita, o Presidente da Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte chamou a atenção para o facto de o Parque ter pouco vigilância, criando um sentimento de insegurança entre as pessoas que o frequentam. “Apesar da requalificação, esta é uma zona que continua um pouco isolada e com pouca vida. Esse fator, conjugado com lacunas na vigilância, criam insegurança não só aos nossos associados, como às próprias pessoas que aqui passeiam ou praticam desporto”, afirmou, referindo que é essencial que se encontrem formas de cativar mais pessoas para esta zona: “Muito se pode fazer para animar o Parque. Por exemplo, no S. João é importante que se estenda a iluminação até aqui. São pormenores que podem fazer toda a diferença”. 

Nesse sentido, Rio sublinhou que um dos objetivos da gestão municipal deve passar por atrair cada vez mais pessoas para o Parque da Ponte. “Uma vez que este espaço foi finalmente requalificado, é agora altura para que os Bracarenses o sintam cada vez mais como seu, que sintam seguros para disfrutar o parque e para que possam aqui, através das atividades de animação que podem ser desenvolvidas, vir a desfrutar cada vez mais deste espaço nobre da nossa cidade”, concluiu. 

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Prestação de contas de 2012 da CMB

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Ricardo Rio na conferência de imprensa desta manhã falou sobre o documento de prestação de contas da Câmara Municipal de Braga para 2012. O líder dos "Juntos Por Braga" afirmou que as contas não dão garantias de conformidade com a realidade, anunciando a intenção de avançar com uma auditoria.

Banco de Germoplasma é um recurso estratégico fundamental para Braga e para Portugal

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Integrado num ciclo de contactos com várias instituições do concelho ligadas ao sector primário, ao qual os “Juntos Por Braga” têm dado uma especial atenção neste período, Ricardo Rio visitou o Banco Português de Germoplasma Vegetal, localizado na Quinta de São José, na freguesia de São Pedro de Merelim. Ana Maria Barata, Responsável pelo Banco, acompanhou Rio durante a iniciativa. 

Como explicou Ana Maria Barata, cabe ao Banco de Germoplasma a responsabilidade de conservar os recursos genéticos vegetais. “A nossa missão passa por fazer a colheita, conservação, caracterização e documentação de todo o material de recursos genéticos do país. Este é o único Banco de Germoplasma existente em Portugal e tem cerca de 45 mil variedades conservadas de diferentes espécies e origens a nível nacional, incluindo Açores e Madeira - representando mais de 90% do volume de material conservado no País”, afirmou. 

Durante a visita, o líder do “Juntos Por Braga” salientou que é de “toda a justiça” considerar o Banco de Germoplasma uma estrutura que, do ponto de vista da sua área de atuação, é um ativo tão estratégico para Braga e para a região como é, numa vertente diferente, o Instituto Ibérico de Nanotecnologia. “Estes Bancos são uma prioridade estratégica para as Nações e para as principais organizações internacionais que trabalham na esfera da agricultura e da alimentação. Cada vez mais se verificam casos de escassez de determinadas espécies ou de dificuldades de sobrevivência de certos produtos agrícolas, o que é bem ilustrativo do valor que se tem de atribuir a projetos desta natureza”, declarou. 

Para Ricardo Rio, os responsáveis autárquicos Bracarenses têm a obrigação de encetarem todas as diligências ao seu alcance no sentido de contribuírem, na medida das suas competências, para a sustentabilidade deste projeto e para a sua permanência na cidade. “Temos muito a ganhar com a localização deste Banco em Braga. Estamos na vanguarda do trabalho que é feito em termos da preservação das espécies vegetais”, referiu. 

No que se refere à atividade corrente do Banco de Germoplasma, o candidato à Presidência da Câmara de Braga enfatizou que é possível a autarquia aprofundar o relacionamento com esta instituição, à semelhança do que acontece já com outras autarquias do país. “É importante que se estabeleçam outras áreas de cooperação no domínio da sensibilização e do apoio à produção com o próprio Banco. Espero que o próximo executivo autárquico venha a seguir esse caminho, de modo a que também por essa via o concelho possa tirar partido da instalação em Braga do Banco de Germoplasma”, sublinhou. 

Braga de Lés-a-lés - Gualtar

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Esta semana, o Braga de Lés-a-lés visita Gualtar, uma freguesia com elevada importância no concelho bracarense, onde está sediada a Universidade do Minho.

Como sempre, gostaríamos de saber que projectos deveriam ser desenvolvidos nesta freguesia? Quais as prioridades de intervenção e os principais problemas? Deixe-nos a sua opinião para, juntos, conseguirmos construir uma Braga melhor!

A TUREL e a CM de Braga

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Sabia que…

A Câmara Municipal de Braga não faz parte da Cooperativa TUREL, entidade que agrega diversas autarquias, associações, confrarias e irmandades religiosas e fundações privadas, que se destina a promover o turismo cultural e religioso do norte do país? Apesar de estar sediada em Braga, e de ser uma luta antiga do “Juntos Por Braga” que diversas vezes defendeu a adesão da CM de Braga à TUREL, o executivo socialista sempre recusou essa pretensão. Assim se demonstra a incoerência daqueles que apregoam a promoção do Turismo Religioso e não colaboram com a entidade que, até ao momento, mais fez pela afirmação desta vertente de afirmação turística no Norte de Portugal.

Ricardo Rio defendeu já em 2009 a elaboração de um Plano Integrado para o Turismo Bracarense, que elencasse as áreas de intervenção prioritárias (na vertente gastronómica ou patrimonial, no turismo de negócios, religioso, cultural ou científico) e assumisse o compromisso de reforçar o seu potencial de afirmação. Na época, Ricardo Rio questionou, entre outros aspectos, se Braga poderia subsistir sem uma Sala de Feiras e Congressos condigna que sucedesse ao tão degradado quanto abandonado Parque de Exposições. Não deverá qualquer turista que chegue ao Aeroporto Sá Carneiro ter informação acessível sobre este Concelho/Região? Poderá Braga manter-se à margem da competitiva luta que se trava pelo acolhimento de eventos nacionais e internacionais de diversa índole? Não deverá o fomento do turismo religioso ir muito além do período das Solenidades da Semana Santa?

Já na época, Ricardo Rio considerou o turismo religioso uma área nevrálgica para Braga, razão pela qual a CM de Braga deveria ter outra postura, ao invocar a sua recusa sistemática de adesão à TUREL. Sobre esta entidade, Mesquita Machado disse "não ter especial interesse".

Na verdade, e passados quatro anos, as perguntas colocadas pelo “Juntos Por Braga” tiveram uma resposta clara da TUREL, que tem vindo a desenvolver uma actividade muito pertinente na promoção do turismo religioso no Norte do país. “Não é a TUREL uma entidade que tem feito um trabalho útil para a promoção e dinamização desta componente turística? Este sector ganha, ou não, com a existência de entidades que actuem de forma orientada para cada uma das suas vertentes, estabelecendo as pontes necessárias entre os vários actores institucionais, públicos e privados?” Duas respostas afirmativas a estas questões, que justificariam que a autarquia Bracarense emendasse o erro e aderisse à TUREL. Ora um dos compromissos de Ricardo Rio é que a Câmara Municipal de Braga não se colocará à margem do estabelecimento de uma parceria activa com os agentes que mais dinamizam esta vertente no terreno, seja ao nível da TUREL ou de novas entidades que contendam com esta área.