Eu, Presidente - Desporto

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O desporto, de há muitos anos a esta parte, é uma marca da cidade de Braga, fazendo-se representar entre os melhores nas suas várias modalidades. Exemplo disso é a vitória deste fim-de-semana do SC de Braga na Taça da Liga. Mas o desporto não se resume ao futebol, devendo as políticas municipais ser muito mais abrangentes, potenciando não só as diversas modalidades de competição, como também a prática desportiva de recreação, fomentando uma democratização no acesso ao desporto e consequente desenvolvimento integral do indivíduo e a formação multidisciplinar dos mais jovens.

Por tudo isto, esta semana queremos saber a sua opinião sobre quais as políticas desportivas que devem ser promovidas pela autarquia. Quais os investimentos que devem ser realizados? Que tipo de eventos deve o município promover ou apoiar? Qual o relacionamento que a CM de Braga deve ter com as colectividades?

Envie-nos o seu contributo e ajude-nos a fortalecer o nosso projecto para Braga.

Ricardo Rio visitou Associação Unidos do Parque da Ponte

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Falta de Segurança é a principal lacuna do Parque


No seguimento de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho que atuam em diversas áreas, e que têm por objetivo o desenvolvimento de uma política de proximidade assente no diálogo e na convergência de ideias, Ricardo Rio visitou a Associação Unidos do Parque da Ponte. Esta visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de forma mais detalhada quais os anseios e preocupações desta Associação. José Ramôa Barbosa, Presidente dos Unidos do Parque da Ponte, acompanhou Rio durante esta iniciativa, assim como João Pires, presidente da Junta de Freguesia de S. Lázaro.

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, esta é uma Associação que tem vindo a desenvolver um trabalho muito importante de aproveitamento e dinamização do Parque da Ponte. “É de extrema importância que se crie uma dinâmica capaz de atrair as pessoas para esta zona e, nesse sentido, esta Associação tem dado um contributo valioso”, afirmou Rio.

A Associação acolhe diariamente muitos cidadãos Bracarenses reformados que vêm disfrutar de momentos lúdicos e de diversas atividades no Parque da Ponte. “Temos associados de diversas áreas de Braga que aqui se juntam para conviver e usufruir deste magnífico Parque”, referiu José Ramôa.    

No entanto, Ricardo Rio chamou a atenção para os problemas de segurança que continuam a afetar o Parque e que necessitam de ser resolvidos “urgentemente”. “Pelos testemunhos que ouvimos durante esta visita, ficamos a saber que há neste momento riscos ao nível da segurança e que as pessoas não se sentem totalmente seguras quando usufruem do Parque. Esta é uma lacuna que merece toda a atenção da autarquia, que deve tomar rapidamente as medidas que se impõem ao nível da vigilância para tornar esta zona atrativa”, salientou Rio, garantindo que apesar de o Parque ter sido requalificado, ainda não atrai o número suficiente de pessoas para mitigar esse problema.

Também José Ramôa pediu uma maior atenção para o problema da segurança, recordando que o próprio edifício-sede da Associação foi alvo de um assalto há cerca de três meses. “A principal queixa dos nossos associados prende-se com a questão da segurança. Esta é uma zona bastante aprazível da cidade e que merece uma maior atenção e carinho tanto por pate da autarquia como de todos os Bracarenses. É uma pena que se afastem pessoas do Parque apenas por falta de segurança”, lamentou.

Por fim, Ricardo Rio reiterou a sua intenção em colaborar ativamente na prossecução de todas as atividades levadas a cabo pela Associação. “Está é uma zona que tem ainda falhas ao nível da animação e capacidade para atrair um número significativo de pessoas. Queremos inverter essa tendência e dar uma nova vida ao Parque da Ponte, pelo que estamos totalmente disponíveis para colaborar tanto com esta Associação como com outras que tenham por objetivo principal revitalizar e animar o Parque”, garantiu.     

Ricardo Rio visitou Agrupamento de Escolas de Nogueira

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Sucesso do Agrupamento de Escolas de Nogueira é exemplo a seguir por todo o concelho


Englobado num ciclo de contactos com diversos agentes do concelho que atuam na área da educação, cujo objetivo passa por desenvolver com eles uma política baseada no diálogo e na proximidade, Ricardo Rio visitou a Escola EB 2,3 de Nogueira, sede do Agrupamento de Escolas de Nogueira. José Matos, Diretor do Agrupamento, e Sandra Roma, Vice-Diretora, acompanharam Rio durante esta iniciativa. Atualmente, o Agrupamento engloba 14 escolas, divididas por várias freguesias, e tem cerca de 1640 alunos inscritos.

Para o líder do “Juntos Por Braga”, esta visita foi uma ótima oportunidade para conhecer mais de perto o “excelente” trabalho que tem vindo a ser desenvolvido neste Agrupamento. “Esta é a demonstração cabal de que quando há uma liderança capaz e o envolvimento quase que diria apaixonado de todos os docentes, os resultados aparecem”, salientou, garantindo que quando assim acontece, “evidentemente” que o corolário lógico é o” sucesso” e o “bem-estar” dos alunos.

Rio apontou o envolvimento dos docentes reformados com o Agrupamento de escolas como um exemplo da dedicação, do carinho e do afeto que têm pelo Agrupamento. “Tivemos oportunidade de constatar o grande envolvimento que os docentes reformados ainda mantêm com a Escola e que resulta na criação dos amigos do Agrupamento de Nogueira, que estão neste momento a participar ativamente em várias atividades não letivas. É uma excelente forma de ajudar a escola e os alunos e também de os próprios docentes reformados ocuparem os seus tempos livres”, referiu.

Segundo o candidato à Presidência da Câmara Municipal, o êxito alcançado por este Agrupamento é um fator de “tranquilidade” para quem tem responsabilidades autárquicas. “É com enorme satisfação e orgulho que observo o trabalho que aqui se tem efetuado, que pode e deve ser estimulado e replicado, como felizmente vai acontecendo, na maioria das escolas do concelho”, afirmou.

Rio enfatizou que esta visita, à semelhança do que já tinha acontecido anteriormente, permitiu ganhar consciência para o problema do défice de financiamento para a componente do Ensino Básico, que não está contemplado e que no concelho de Braga vive uma grande indefinição em termos de quem é que pode e deve prestar esse mesmo apoio. “Nestes casos, vai valendo o apoio e colaboração das Juntas de Freguesia para contornar essas dificuldades. Como mais uma vez comprovamos neste Agrupamento, as Juntas têm uma relação exemplar com as escolas integrantes do Agrupamento de Nogueira”, disse.

Ricardo Rio visitou Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte

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Associação desenvolve trabalho meritório na ocupação dos tempos livres da população idosa

No seguimento de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho e de diversas áreas de atuação, que tem por finalidade desenvolver uma política baseada no diálogo e na proximidade com as forças vivas da cidade, Ricardo Rio visitou a Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte. Acácio Gomes, Presidente da Associação fundada em 1998, acompanhou Rio durante a visita. 

Segundo o líder do “Juntos Por Braga”, este é um excelente exemplo de uma Associação com grande vitalidade e com um número muito considerável de associados, cerca de cento e trinta. “Esta Associação tem vindo a desenvolver um trabalho muito meritório na ocupação dos tempos livres da população mais idosa e reformada, reunindo homens e mulheres oriundos de vários pontos do concelho de Braga, e não exclusivamente desta zona de S. lázaro”, salientou. 

O candidato à Presidência da Câmara de Braga enfatizou que esta Associação merece ver concretizada a sua aspiração de ser o gestor exclusivo do edifício do Parque da Ponte onde, desde 2005, exercem a sua atividade. “Este é um edifício notável que está aqui guardado no coração do Parque. A cedência da gestão a esta Associação permitirá que os próprios se sintam mais responsáveis pela manutenção deste equipamento. Em paralelo com isso, fará com que se desenvolvam nesta zona envolvente todo um conjunto de atividades de natureza lúdica e cultural em que eles possam participar”, acredita. 

Também Acácio Gomes reforçou a importância de ser a Associação que lidera a gerir os destinos do edifico, referindo que dessa forma será possível a criação de “laços afetivos” fundamentais entre os associados e o edifício: “Esses laços permitirão não só impulsionar a nossa instituição e permitir que esta tenha um funcionamento mais dinâmico, como ainda farão com que tenhamos um cuidado adicional na conservação e manutenção da casa”. 

Durante a visita, o Presidente da Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte chamou a atenção para o facto de o Parque ter pouco vigilância, criando um sentimento de insegurança entre as pessoas que o frequentam. “Apesar da requalificação, esta é uma zona que continua um pouco isolada e com pouca vida. Esse fator, conjugado com lacunas na vigilância, criam insegurança não só aos nossos associados, como às próprias pessoas que aqui passeiam ou praticam desporto”, afirmou, referindo que é essencial que se encontrem formas de cativar mais pessoas para esta zona: “Muito se pode fazer para animar o Parque. Por exemplo, no S. João é importante que se estenda a iluminação até aqui. São pormenores que podem fazer toda a diferença”. 

Nesse sentido, Rio sublinhou que um dos objetivos da gestão municipal deve passar por atrair cada vez mais pessoas para o Parque da Ponte. “Uma vez que este espaço foi finalmente requalificado, é agora altura para que os Bracarenses o sintam cada vez mais como seu, que sintam seguros para disfrutar o parque e para que possam aqui, através das atividades de animação que podem ser desenvolvidas, vir a desfrutar cada vez mais deste espaço nobre da nossa cidade”, concluiu. 

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Prestação de contas de 2012 da CMB

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Ricardo Rio na conferência de imprensa desta manhã falou sobre o documento de prestação de contas da Câmara Municipal de Braga para 2012. O líder dos "Juntos Por Braga" afirmou que as contas não dão garantias de conformidade com a realidade, anunciando a intenção de avançar com uma auditoria.

Banco de Germoplasma é um recurso estratégico fundamental para Braga e para Portugal

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Integrado num ciclo de contactos com várias instituições do concelho ligadas ao sector primário, ao qual os “Juntos Por Braga” têm dado uma especial atenção neste período, Ricardo Rio visitou o Banco Português de Germoplasma Vegetal, localizado na Quinta de São José, na freguesia de São Pedro de Merelim. Ana Maria Barata, Responsável pelo Banco, acompanhou Rio durante a iniciativa. 

Como explicou Ana Maria Barata, cabe ao Banco de Germoplasma a responsabilidade de conservar os recursos genéticos vegetais. “A nossa missão passa por fazer a colheita, conservação, caracterização e documentação de todo o material de recursos genéticos do país. Este é o único Banco de Germoplasma existente em Portugal e tem cerca de 45 mil variedades conservadas de diferentes espécies e origens a nível nacional, incluindo Açores e Madeira - representando mais de 90% do volume de material conservado no País”, afirmou. 

Durante a visita, o líder do “Juntos Por Braga” salientou que é de “toda a justiça” considerar o Banco de Germoplasma uma estrutura que, do ponto de vista da sua área de atuação, é um ativo tão estratégico para Braga e para a região como é, numa vertente diferente, o Instituto Ibérico de Nanotecnologia. “Estes Bancos são uma prioridade estratégica para as Nações e para as principais organizações internacionais que trabalham na esfera da agricultura e da alimentação. Cada vez mais se verificam casos de escassez de determinadas espécies ou de dificuldades de sobrevivência de certos produtos agrícolas, o que é bem ilustrativo do valor que se tem de atribuir a projetos desta natureza”, declarou. 

Para Ricardo Rio, os responsáveis autárquicos Bracarenses têm a obrigação de encetarem todas as diligências ao seu alcance no sentido de contribuírem, na medida das suas competências, para a sustentabilidade deste projeto e para a sua permanência na cidade. “Temos muito a ganhar com a localização deste Banco em Braga. Estamos na vanguarda do trabalho que é feito em termos da preservação das espécies vegetais”, referiu. 

No que se refere à atividade corrente do Banco de Germoplasma, o candidato à Presidência da Câmara de Braga enfatizou que é possível a autarquia aprofundar o relacionamento com esta instituição, à semelhança do que acontece já com outras autarquias do país. “É importante que se estabeleçam outras áreas de cooperação no domínio da sensibilização e do apoio à produção com o próprio Banco. Espero que o próximo executivo autárquico venha a seguir esse caminho, de modo a que também por essa via o concelho possa tirar partido da instalação em Braga do Banco de Germoplasma”, sublinhou. 

Braga de Lés-a-lés - Gualtar

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Esta semana, o Braga de Lés-a-lés visita Gualtar, uma freguesia com elevada importância no concelho bracarense, onde está sediada a Universidade do Minho.

Como sempre, gostaríamos de saber que projectos deveriam ser desenvolvidos nesta freguesia? Quais as prioridades de intervenção e os principais problemas? Deixe-nos a sua opinião para, juntos, conseguirmos construir uma Braga melhor!

A TUREL e a CM de Braga

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Sabia que…

A Câmara Municipal de Braga não faz parte da Cooperativa TUREL, entidade que agrega diversas autarquias, associações, confrarias e irmandades religiosas e fundações privadas, que se destina a promover o turismo cultural e religioso do norte do país? Apesar de estar sediada em Braga, e de ser uma luta antiga do “Juntos Por Braga” que diversas vezes defendeu a adesão da CM de Braga à TUREL, o executivo socialista sempre recusou essa pretensão. Assim se demonstra a incoerência daqueles que apregoam a promoção do Turismo Religioso e não colaboram com a entidade que, até ao momento, mais fez pela afirmação desta vertente de afirmação turística no Norte de Portugal.

Ricardo Rio defendeu já em 2009 a elaboração de um Plano Integrado para o Turismo Bracarense, que elencasse as áreas de intervenção prioritárias (na vertente gastronómica ou patrimonial, no turismo de negócios, religioso, cultural ou científico) e assumisse o compromisso de reforçar o seu potencial de afirmação. Na época, Ricardo Rio questionou, entre outros aspectos, se Braga poderia subsistir sem uma Sala de Feiras e Congressos condigna que sucedesse ao tão degradado quanto abandonado Parque de Exposições. Não deverá qualquer turista que chegue ao Aeroporto Sá Carneiro ter informação acessível sobre este Concelho/Região? Poderá Braga manter-se à margem da competitiva luta que se trava pelo acolhimento de eventos nacionais e internacionais de diversa índole? Não deverá o fomento do turismo religioso ir muito além do período das Solenidades da Semana Santa?

Já na época, Ricardo Rio considerou o turismo religioso uma área nevrálgica para Braga, razão pela qual a CM de Braga deveria ter outra postura, ao invocar a sua recusa sistemática de adesão à TUREL. Sobre esta entidade, Mesquita Machado disse "não ter especial interesse".

Na verdade, e passados quatro anos, as perguntas colocadas pelo “Juntos Por Braga” tiveram uma resposta clara da TUREL, que tem vindo a desenvolver uma actividade muito pertinente na promoção do turismo religioso no Norte do país. “Não é a TUREL uma entidade que tem feito um trabalho útil para a promoção e dinamização desta componente turística? Este sector ganha, ou não, com a existência de entidades que actuem de forma orientada para cada uma das suas vertentes, estabelecendo as pontes necessárias entre os vários actores institucionais, públicos e privados?” Duas respostas afirmativas a estas questões, que justificariam que a autarquia Bracarense emendasse o erro e aderisse à TUREL. Ora um dos compromissos de Ricardo Rio é que a Câmara Municipal de Braga não se colocará à margem do estabelecimento de uma parceria activa com os agentes que mais dinamizam esta vertente no terreno, seja ao nível da TUREL ou de novas entidades que contendam com esta área.

Ricardo Rio visitou Universidade Católica de Braga

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Autarquia deve manter uma relação de maior proximidade com Universidade Católica 

No seguimento de um ciclo de contactos com agentes da área educativa, que tem por finalidade estabelecer uma política de diálogo e proximidade, Ricardo Rio reuniu com João Duque, Presidente do Centro Regional de Braga da Universidade Católica Portuguesa. A iniciativa permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” conhecer de forma mais detalhada a realidade da Universidade Católica em Braga, assim como os problemas com que se confronta. O Centro Regional de Braga lecciona onze licenciaturas e mais de 20 mestrados, contando com cerca de 1200 alunos inscritos, divididos entre as três Faculdades – Faculdade de Ciências Socias, Filosofia e Teologia. 

Rio lembrou que esta é uma das instituições universitárias de maior relevo na nossa cidade, sendo muitas vezes “esquecida” como um parceiro crucial no relacionamento que a autarquia deve manter com estas instituições. “Neste caso concreto, até porque os cursos aqui leccionados são muito vocacionados para a área local - seja no domínio do serviço social, seja na vertente de turismo ou na vertente artística - há inúmeras possibilidade de colaboração e enriquecimento do trabalho de parte a parte”, salientou o autarca do “Juntos Por Braga”, que sublinhou que esse é um trabalho que tem de ser aprofundado ao longo dos próximos tempos, para que a comunidade da região possa sair beneficiada. 

Nesse sentido, também João Duque reconheceu que a colaboração entre Universidade e autarquia pode e deve ser intensificada. “Há alguns projetos que já articulamos com a autarquia, mais ao nível do apoio social aos nossos alunos, especificamente os provenientes de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, e da segurança do espaço da Universidade. Mas a verdade é que temos possibilidades e material para impulsionar muitos mais projetos conjuntos com a autarquia que possam servir a população local”, afirmou. 

A juntar a isso, Ricardo Rio enfatizou que o facto de a Universidade Católica de Braga receber alunos estrangeiros nas suas licenciaturas obriga a Câmara Municipal a desenvolver condições de atratividade para esses alunos. “Temos de ter bem presente que, embora o grosso dos alunos da Universidade Católica seja natural de Braga, há uma parcela muito significativa de estrangeiros que começam a ingressar esta universidade, nos seus diferentes cursos. E seja ao nível da promoção da qualidade de vida de Braga, que julgamos ser um excelente argumento competitivo da nossa cidade, seja na criação de condições para que esses jovens se possam fixar no centro da cidade, cabe à autarquia a responsabilidade de trabalhar no sentido de fazer com que esses alunos apreciem a sua estadia em Braga”, disse Rio. 

Por seu turno, João Duque reforçou que os jovens provenientes de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa podem assumir um papel importante não só no meio académico, mas também na vida da própria cidade, assim a autarquia os consiga integrar. “Existem perspetivas de alargamento do número de estudantes provenientes desses países, sendo que no futuro podem constituir um grupo significativo e ter um papel interessante no desenvolvimento da cidade”, acredita.

Ricardo Rio visitou plantação de Kiwis

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Minho tem condições de exceção para a produção de kiwis de ótima qualidade


Inserido num ciclo de visitas a agentes que atuam no sector primário do tecido económico local, Ricardo Rio visitou uma exploração privada de Kiwis situada em São Pedro de Oliveira. O líder do “Juntos Por Braga” esteve acompanhado pelo Engenheiro Rui Rua, administrador da empresa Frutas Douro ao Minho, uma associação que abrange cerca de 81 produtores e que é responsável pela comercialização dos Kiwis produzidos na região do Minho, representando cerca de 30% de toda a produção nacional. 

Conforme explicou Rui Rua, o local visitado é um exemplo da reconversão de uma exploração de primeira geração, que se está a modernizar, potenciando a qualidade do produto e a compatibilização com o ambiente, para que se consiga uma produção mais significativa atendendo às novas técnicas que estão a ser utilizadas. “O Kiwi é o exemplo de um fruto que se coaduna e compatibiliza muito bem com as características ambientais e edafoclimáticas da nossa zona, sendo que é um produto que se tem revelado extremamente rentável”, afirmou o administrador da Douro ao Minho.

Dadas essas características favoráveis da região, o Kiwi português é mesmo considerado um dos “melhores do mundo”. “Podemos afirmar que é um privilégio do Minho, em concreto, reunir condições especiais para a produção do kiwi, que pode e deve ser potenciado”, disse Ricardo Rio, salientando que se trata de um produto com um mercado nacional em expansão e bem posicionado no mercado internacional, onde está referenciado como um produto de “qualidade de excelência”.

Quanto à comercialização do kiwi, Rui Rua chamou a atenção para o facto do processo dever ser articulado com as associações organizadas para o efeito, permitindo essa solução a existência de condições de conservação, calibração e comercialização do fruto que dão garantias de retorno para os agricultores. “A fase de comercialização é sempre uma dificuldade com que este tipo de produto se confronta. Há exemplos de boas práticas no nosso sector em que os agricultores, participando em associações de produtores, têm direito não só a um acompanhamento técnico permanente para a sua produção, como também a um aconselhamento sobre como devem conseguir o escoamento da produção”, sublinhou Rua. 

A concorrência das grandes superfícies comerciais, que têm ao seu dispor um sistema de grande distribuição e, consequentemente, preços mais reduzidos, colocam vários entraves aos proprietários das explorações. De forma a contornar esta situação, a grande aposta tem sido a vertente da exportação. “A nossa porta de saída passa por compatibilizar o mercado interno com o externo. Felizmente, o nosso kiwi tem mercado interno e também muita saída externa, devido à sua excelente qualidade. Temos sido abordados e até pressionados com bastante frequência pelos comerciantes espanhóis, que pretendem comercializar mais o nosso kiwi”, explicou Rua.

Firmino Marques é o candidato a Vice Presidente da Câmara

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Firmino Marques, actual Presidente da Junta de Freguesia de S. Victor será o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Braga, caso os Bracarenses confiem o seu voto à candidatura liderada por Ricardo Rio. 

Nos termos do acordo da coligação "Juntos por Braga", e independentemente do ordenamento dos candidatos nas listas eleitorais, Ricardo Rio avançou com a designação do seu Vice-Presidente, dissipando as poucas dúvidas que poderiam existir num recente encontro com os Autarcas dos Executivos liderados pelo "Juntos por Braga" nas diferentes Freguesias do Concelho, ao assumir que o mesmo será o autarca de S. Victor. 

"Firmino Marques é hoje, por força da lei, o nosso único Presidente de Junta que não se pode voltar a candidatar. Mas este é também o momento de beneficiar da sua extraordinária capacidade de trabalho, da sua competência e dedicação à causa pública e da sua sempre presente sensibilidade para os reais problemas dos cidadãos em prol do trabalho que será desenvolvido pelo futuro Executivo Municipal.", garantiu aos presentes. 

Desde 2001 a liderar o executivo da freguesia de S. Victor, Firmino Marques é Licenciado em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa e Pós-Graduado em Direito das Autarquias Locais e Urbanismo, pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto. 

Autarca desde os 18 anos de idade, revalidou pela terceira vez consecutiva, em 2009, e com maioria absoluta, o seu mandato como Presidente de uma Junta de Freguesia, que suplanta em número de eleitores (>20.000) mais de 54% dos concelhos de Portugal. Num percurso de cidadania exemplar, iniciado no Liceu Sá de Miranda, onde viu ser-lhe confiada a responsabilidade de ser o primeiro Presidente da primeira Associação de Estudantes do mesmo (1976/1977), Firmino Marques prepara-se, aos 54 anos de idade, para abraçar um novo desafio na sua actividade política e numa vida ao serviço dos Bracarenses.

Eu, Presidente - Agricultura e Pecuária

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Na semana em que se realiza uma das mais emblemáticas feiras de Braga e do Norte de Portugal - a AGRO -, e tendo presente que o Concelho de Braga tem ainda uma vasta parcela do seu território de matriz predominantemente rural, centramos hoje a atenção no Sector Primário.
Assim, e como vem já sendo hábito, pedimos a sua participação na definição de um novo conjunto de políticas municipais, centrando-nos hoje na Agricultura e Pecuária. 
Que políticas/iniciativas deve a Câmara desenvolver? Que carências identifica nestes sectores? Como conciliar a Braga urbana com a Braga rural?

Ricardo Rio visitou exploração Agropecuária

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REAP prepara-se para impor regras desadequadas em relação à realidade das explorações da região 

No âmbito de um conjunto de visitas a agentes que atuam no sector primário do tecido económico local, Ricardo Rio visitou uma exploração agropecuária privada em São Pedro de Oliveira. Esta foi uma oportunidade para o líder do “Juntos Por Braga” conhecer de forma mais detalhada as dificuldades e apreensões dos proprietários de explorações. As crescentes dificuldades para aquisição de rações e as regras rígidas que em breve serão impostas pelo Regime do Exercício da Atividade Pecuária (REAP) são as principais preocupações dos proprietários, que temem mesmo pelo futuro dos seus negócios. 

“A subida do preço das rações, que era já extremamente elevado e que tem vindo a subir de forma bem mais agravada do que o preço pelo pagamento do leite, é uma fonte de obstáculos para os proprietários deste tipo de explorações”, salientou Rio, recordando ainda que os valores pagos pelo preço do leite aos proprietários são considerados “muito baixos” em relação aos custos e investimento global do negócio: “Estes dois fatores juntos tornam muito complicada a sustentabilidade económica deste negócio”. 

Mas a principal preocupação dos proprietários centra-se com as novas imposições do REAP, que se prevê que em breve introduza imperativos de qualificação das instalações que obrigam a investimentos de tal forma elevados que põem seriamente em causa a viabilidade das explorações agropecuárias na região. “As pessoas estão muito apreensivas com as alterações que se avizinham e que colocam em causa a própria continuidade dos seus negócios”, garantiu o candidato à Câmara Municipal de Braga, enfatizando que o quadro legal que se prepara para entrar em vigor está “desadequado” da realidade que se vive no Minho. 

“Esta exploração que visitamos caracteriza-se por ser uma exploração intermédia, típica da nossa região e que se replica um pouco por todas as freguesias do concelho de Braga. É este o contexto do negócio na zona, pelo que é natural que os proprietários vejam com enorme preocupação a introdução de medidas que, face ao contexto, são muito difíceis ou mesmo impossíveis de pôr em prática”, garantiu Rio. 

Nesse sentido, os exploradores esperam a colaboração e a intervenção das instituições responsáveis para melhorar o panorama da agropecuária na região. “Cabe também à autarquia a obrigação de amplificar estas problemáticas e de procurar sensibilizar o Ministério da Agricultura para esta situação, colaborando com o mesmo no sentido de encontrar soluções compatíveis e viáveis”, referiu Rio, sustentando qua a regulamentação foi pensada para a realidade de outras partes do país. 

Da parte da autarquia, Rio referiu ainda que esta deve criar condições que facilitem e desonerem as obras de adaptação que os produtores poderão ter que desenvolver, assim como aproveitar estas explorações agropecuárias no sentido de as utilizar numa perspetiva de sensibilização da comunidade escolar. 

O autarca do “Juntos Por Braga” chamou a atenção para o facto de terem encerrado recentemente um elevado número de explorações, sendo que as existentes vivem constantemente ameaçadas pelas dificuldades do mercado e pelas exigências desproporcionadas do REAP. Grande parte dos exploradores considera “menos penoso” encerrar as explorações do que suportar as alterações que o REAP exige. 

Por fim, Ricardo Rio lembrou que a Agricultura e Pecuária são sectores que, ao longo do tempo, têm merecido uma atenção especial por parte do “Juntos Por Braga”, que sempre defenderam que a cidade tem de manter uma base económica diversificada e na qual são essenciais os sectores mais tradicionais. “Seja pelo peso que os mesmos ainda representam em matéria de emprego e criação de riqueza para muitas famílias do Concelho, seja pela necessidade de aproveitamento dos recursos existentes no meio rural, seja até por uma lógica de apoio à criação de fontes para a crucial auto-sustentação alimentar, estes são sectores que merecem a nossa profunda atenção e que sempre encontraram em nós um porta-voz das suas legítimas reivindicações”, concluiu. 

CSI Braga juntou mais de 200 pessoas à descoberta do património Bracarense

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A iniciativa “CSI Braga – Cidade Sob Investigação”, que se realizou neste fim-de-semana, ficou marcada pela enorme adesão do público. Foram mais de 200 pessoas e de 39 equipas que estiveram presentes nesta atividade, num dia de sol que convidava à participação. Muitos jovens e também adultos juntaram-se para uma tarde de descoberta do património arquitetónico e cultural Bracarense. Esta iniciativa, promovida pela Juventude Social-Democrata, pela Juventude Popular e pela JovemCoop, sob a égide do “Juntos Por Braga”, consistiu num peddy-paper que levou os participantes a conhecer melhor a história de vários monumentos emblemáticos da cidade. Os principais objetivos eram promover o património bracarense e consciencializar os cidadãos para a necessidade da sua preservação e valorização. 

A organização lançou o desafio para que cada cidadão fosse um agente de mudança, colocando o património sob investigação e contribuindo para a promoção patrimonial da nossa cidade, e os Bracarenses responderam ao apelo. O grande desafio passou por fomentar a Identidade através da educação para o património, sendo o peddy paper um modo divertido para que, em família e de forma descontraída, se estimulasse o interesse das pessoas pelo alargado número de bens patrimoniais que a cidade detém. 

Ricardo Rio esteve entre os participantes neste Peddy-Paper. O líder do “Juntos Por Braga” considerou que o evento foi um “enorme sucesso” e salientou que a adesão acima das expetativas é a “prova” de que os Bracarenses estão verdadeiramente interessados no seu património e preocupados com a forma “negligente” como este está a ser gerido pela autarquia. “Esta foi uma excelente actividade para que Braga sinta o património como um ativo importante e para que haja uma maior consciencialização entre as pessoas do valor da nossa história. Esse maior conhecimento e interesse aumentam a responsabilidade de cada cidadão perante a cidade e perante a defesa do nosso vasto legado, que tem mais de dois mil anos de história e é uma das nossas maiores riquezas”, sublinhou. 

Nesse sentido, também Ricardo Silva, líder da JovemCoop, reforçou que é preciso respeitar o muito património que continua “escondido ou maltratado”, isto para que a fórmula de “betão sobre património” não se volte a repetir em Braga. 

“A nossa finalidade com esta iniciativa é responsabilizar os políticos para aquilo que é preciso fazer em relação ao património e, ao mesmo tempo, colocar os cidadãos a conhecer a sua história e o estado de determinados monumentos, alertando assim os cidadãos para alguns atentados que se estão a cometer. Estou certo de que ambos os objetivos foram atingidos”, acredita Ricardo Silva. 

O “CSI Braga” foi enquadrado nas comemorações do “Dia Internacional dos Monumentos e Sítios”, cujo tema proposto para este ano - o património da educação - promovido em Portugal através da Direção Geral do Património Cultural sob o tema "PATRIMÓNIO + EDUCAÇÃO= IDENTIDADE", foca a importância de duas realidades paralelas - o património e a educação - com vista ao fomento da identidade territorial. 

Os três primeiros classificados nesta iniciativa receberam como prémio diversas atividades radicais na DIverLanhoso. E face ao sucesso da iniciativa, no final ficou a promessa por parte da organização de que a mesma terá continuidade e de que em breve que se irá realizar o “CSI Braga 2”.

Tu, Presidente - Políticas Culturais

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Esta semana recebemos contributos sobre as políticas culturais para a Braga. Mais uma vez muitas e boas ideias foram partilhadas com esta candidatura, fortalecendo o nosso projecto. Vamos continuar neste processo de auscultação dos Bracarenses através das Redes Sociais, pois deste modo, não só estamos a dar voz aos principais interessados, como estamos aumentar a qualidade do projecto que vamos apresentar aos Bracarenses nas próximas eleições autárquicas. Mais uma vez, muito obrigado a todos. Porque Juntos Somos Mais Fortes!

Aqui ficam as ideias que nos enviaram:

Bruno Almeida Eu diria que este é o momento certo de juntar a Câmara/Cultura aos espaços disponíveis na cidade e neste exemplo em concreto o Theatro Circo que a sua gestão de conteúdos e programação é muito mal aproveitado. porque aqui torna-se tão fácil procurar exemplo da cidade vizinha: Guimarães com uma sala como o Centro de Artes e Espectáculos de Guimarães (CAE São Mamede), que em nada se pode comparar ao nosso mítico TheatroCirco. Consegue ter uma programa regularmente atractivo e que por enumeras vezes já me fez ir lá para ver as tão faladas peças de teatro, eventos de comédia concertos tudo que esta na actualidade em destaque passa nesta sala. Isto só se pode porque há acordos certamente entre a direcção da sala e as respectivas promotoras dos espectáculos (a UAU talvez a maior neste momentos, traz sempre os seus novos espectáculos a Guimarães e bem podiam vir também a Braga), algo que isto não se revê na sala da nossa Cidade. Sem falar que quando conseguimos ter a sorte de um Espectáculo apresentar-se no Theatro Circo os preços são sempre superiores ao mesmo espectáculo na cidade vizinha o que é uma pena. Esta na hora de termos a mesma oferta Cultural que a cidade vizinha ou ate a cidade do Porto! acho que não estamos a pedir de mais, com uma sala como o Theatro Circo acho que nada é pedir de mais!! outro exemplo é o Teatro Municipal de Vila do Conde que só para mostrar o como eles "mimam" os Vila-condenses, a agenda cultural do mês de Março e Abril tem entre muitos outros espectáculos, concerto dos Virgem Sutra,dos DEOLINDA!!, as peças Reis Da Comédia, LAR DOCE LAR (Maria Rueff e Joaquim Monchique), o espectáculo do Mágico Mário Daniel e também teve recentemente concerto da Fadista Ana Moura. Em dois meses conseguem ter aquilo que Braga não vê num ano??? faz algum sentido? se estas cidades conseguem dar esta oferta cultural aos seus habitantes porquê Braga não há de poder? espero que seja este o "grito" de revolta e o início da era de mudança. Deve se ter como objectivo que todos os artistas queiram e façam questão de vir atuar/ representar a esta emblemática sala que todos sempre realçam a beleza da mesma e acolhimento que o público Bracarense sempre lhes dão. 
Espero que sejam destes tipo de comentários que procuram com este tópico e que o meu contributo seja útil para uma melhoria da Futura Administração que poderá ter o Theatro Circo.

Angelo Sousa Creio que a aproximação/ligação á Universidade do Minho é uma forma inteligente de dinamizar a cultura. UM é sinónimo de: Juventude, arte, dinamismo, inovação (não aproveitar é uma falta de inteligência. 





José Carlos Silva Abrir as portas do Theatro Circo à cidade, às pessoas e não só a meia dúzia. Quase sempre tenho que sair de Braga para assistir a espetáculos ao meu gosto, é pena. Sairei sempre de alguma maneira, mas adoraria que a minha cidade tivesse mais oferta e mais variada e que eu não saísse tantas vezes. Por isso, só o Theatro Circo não chega e é preciso mais uma ou duas salas de media/grande dimensão para albergar uma oferta mais variada de espetáculos, além de espaços ao ar livre que se propiciem a espetáculos no Verão e vontade para os fazer, porque público para assistir já se viu que há. O PEB precisa de ser requalificado, claro, e a zona envolvente também, o S.Geraldo??? Eu sei que não está nas mãos da Câmara, mas que raio de cidade é a nossa, que com uma enorme falta de espaços culturais, deixa uma sala como o S. Geraldo fechada.  Além disto é preciso animar as ruas no Verão e nas alturas de festas como na Páscoa. A Braga Romana precisa de bem mais rigor histórico e de um período de comemorações mais alargado. De certeza que há mais coisas que queria dizer mas por agora vai ter que chegar! 





Artur Caldeira Bom, procurarei isenção no meu comentário, tal como o sou no meu dia a dia, criticando o que é de criticar, elogiando o que é de elogiar, independentemente da cor partidária, sistema aliás que se encontra actualmente falido de credibilidade, pelo menos ao nível dos cidadãos mais conscientes e conhecedores. De facto em Braga, que Cultura? Existe? Penso que não ou, se quisermos ser mais optimistas, existem pequenos focos culturais mas que passam bastante despercebidos. Vereação cultural? Nah! Não existe há muito... E é neste meio aculturado que flutua o Theatro Circo, administrado por incompetentes afilhados políticos que nada mais fazem do que aguardar o alto salário ao fim do mês e literalmente queimar orçamento em meia dúzia de eventos. Estando eu ligado ao espectáculo, sei bem do que falo. Theatro Crico que tem uma equipa técnica que me merece todo o respeito pelo seu profissionalismo e desempenho! Mas apenas esta equipa!!! O que fazer? No meu entender deveria em primeiro lugar ser criada uma verdadeira vereação da cultura, algo que a terceira cidade do país merece sobretudo pelas suas tradições a este nível. Por outro lado, a Cultura é sem dúvida sinónimo de evolução social e humana, para além de ser a actividade que mais negócio paralelo movimenta (não falo de economia paralela mas sim de movimento económico paralelo aos eventos: hotéis, restaurantes, recordações... ...). Esta vereação tem de assumir a coordenação da actividade cultural da cidade, fazendo com que exista uma verdadeira agenda cultural bem distribuída nos espaços e no tempo e não deixar que eventos se sobreponham enquanto noutros períodos reina o marasmo. É óbvio que a esta vereação não é suposto promover tudo; porém é sim sua obrigação coordenar. Após isto, chegamos ao Theatro Circo como chegamos a outros espaços. Aí, há que atribuir orçamentos mas racionais e bem orientados, com programações que abarquem o gosto das assistências e não dos programadores! E, sem ceder ao mau gosto (e gostos sim, discutem-se e até evoluem!), podemos ter espectáculos mais acessíveis com um bom nível de qualidade. E há tão bons intérpretes em várias áreas neste país para preencher um cartaz recheado de qualidade com recursos financeiros razoáveis!!! Eu próprio já apresentei propostas aceites sem pestanejar noutros locais e que no Theatro Circo ainda nem resposta tiveram! E falo de nomes que só por si encheriam a sala!!! O Theatro Circo merece que seja despejada uma "espécie" de companhia de teatro que não se sabe bem o que é e que serviu pata monopolizar o Theatro em muitas situações. Merece a realização de ciclos musicais temáticos (música clássica, fado, jazz, pop, world music... ... ...) que podem ter um nome mais sonante por ciclo mas que podem ser preenchidos por artistas menos conhecidos mas de alto valor. E isso também é serviço educativo!! E devem valorizar-se os nomes locais, claro. Só não deve é deixar-se que algumas entidades "tomem de assalto" o Theatro Circo para não passar simplesmente de umas mãos para outras! E espectáculos de cachet nulo (como os que são oferecidos por estabelecimentos como o Conservatório de Braga com os seus alunos) não deverão nunca concorrer com os espectáculos dos profissionais, nem tão-pouco substituí-los! Sob pena de aqueles alunos um dia, já profissionais, virem a sofrer o mesmo!!! Indo já este comentário bastante longo, termino com esta pergunta: porque não se procuram as pessoas que realmente sabem e estão ligadas a cada actividade para dirigirem /ou coordenarem essas áreas? Qual o preconceito? Ou o receio? Será mesmo necessário ter cartão partidário para ter mérito

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