Ricardo Rio visitou plantação de Kiwis

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Minho tem condições de exceção para a produção de kiwis de ótima qualidade


Inserido num ciclo de visitas a agentes que atuam no sector primário do tecido económico local, Ricardo Rio visitou uma exploração privada de Kiwis situada em São Pedro de Oliveira. O líder do “Juntos Por Braga” esteve acompanhado pelo Engenheiro Rui Rua, administrador da empresa Frutas Douro ao Minho, uma associação que abrange cerca de 81 produtores e que é responsável pela comercialização dos Kiwis produzidos na região do Minho, representando cerca de 30% de toda a produção nacional. 

Conforme explicou Rui Rua, o local visitado é um exemplo da reconversão de uma exploração de primeira geração, que se está a modernizar, potenciando a qualidade do produto e a compatibilização com o ambiente, para que se consiga uma produção mais significativa atendendo às novas técnicas que estão a ser utilizadas. “O Kiwi é o exemplo de um fruto que se coaduna e compatibiliza muito bem com as características ambientais e edafoclimáticas da nossa zona, sendo que é um produto que se tem revelado extremamente rentável”, afirmou o administrador da Douro ao Minho.

Dadas essas características favoráveis da região, o Kiwi português é mesmo considerado um dos “melhores do mundo”. “Podemos afirmar que é um privilégio do Minho, em concreto, reunir condições especiais para a produção do kiwi, que pode e deve ser potenciado”, disse Ricardo Rio, salientando que se trata de um produto com um mercado nacional em expansão e bem posicionado no mercado internacional, onde está referenciado como um produto de “qualidade de excelência”.

Quanto à comercialização do kiwi, Rui Rua chamou a atenção para o facto do processo dever ser articulado com as associações organizadas para o efeito, permitindo essa solução a existência de condições de conservação, calibração e comercialização do fruto que dão garantias de retorno para os agricultores. “A fase de comercialização é sempre uma dificuldade com que este tipo de produto se confronta. Há exemplos de boas práticas no nosso sector em que os agricultores, participando em associações de produtores, têm direito não só a um acompanhamento técnico permanente para a sua produção, como também a um aconselhamento sobre como devem conseguir o escoamento da produção”, sublinhou Rua. 

A concorrência das grandes superfícies comerciais, que têm ao seu dispor um sistema de grande distribuição e, consequentemente, preços mais reduzidos, colocam vários entraves aos proprietários das explorações. De forma a contornar esta situação, a grande aposta tem sido a vertente da exportação. “A nossa porta de saída passa por compatibilizar o mercado interno com o externo. Felizmente, o nosso kiwi tem mercado interno e também muita saída externa, devido à sua excelente qualidade. Temos sido abordados e até pressionados com bastante frequência pelos comerciantes espanhóis, que pretendem comercializar mais o nosso kiwi”, explicou Rua.

Firmino Marques é o candidato a Vice Presidente da Câmara

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Firmino Marques, actual Presidente da Junta de Freguesia de S. Victor será o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Braga, caso os Bracarenses confiem o seu voto à candidatura liderada por Ricardo Rio. 

Nos termos do acordo da coligação "Juntos por Braga", e independentemente do ordenamento dos candidatos nas listas eleitorais, Ricardo Rio avançou com a designação do seu Vice-Presidente, dissipando as poucas dúvidas que poderiam existir num recente encontro com os Autarcas dos Executivos liderados pelo "Juntos por Braga" nas diferentes Freguesias do Concelho, ao assumir que o mesmo será o autarca de S. Victor. 

"Firmino Marques é hoje, por força da lei, o nosso único Presidente de Junta que não se pode voltar a candidatar. Mas este é também o momento de beneficiar da sua extraordinária capacidade de trabalho, da sua competência e dedicação à causa pública e da sua sempre presente sensibilidade para os reais problemas dos cidadãos em prol do trabalho que será desenvolvido pelo futuro Executivo Municipal.", garantiu aos presentes. 

Desde 2001 a liderar o executivo da freguesia de S. Victor, Firmino Marques é Licenciado em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa e Pós-Graduado em Direito das Autarquias Locais e Urbanismo, pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto. 

Autarca desde os 18 anos de idade, revalidou pela terceira vez consecutiva, em 2009, e com maioria absoluta, o seu mandato como Presidente de uma Junta de Freguesia, que suplanta em número de eleitores (>20.000) mais de 54% dos concelhos de Portugal. Num percurso de cidadania exemplar, iniciado no Liceu Sá de Miranda, onde viu ser-lhe confiada a responsabilidade de ser o primeiro Presidente da primeira Associação de Estudantes do mesmo (1976/1977), Firmino Marques prepara-se, aos 54 anos de idade, para abraçar um novo desafio na sua actividade política e numa vida ao serviço dos Bracarenses.

Eu, Presidente - Agricultura e Pecuária

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Na semana em que se realiza uma das mais emblemáticas feiras de Braga e do Norte de Portugal - a AGRO -, e tendo presente que o Concelho de Braga tem ainda uma vasta parcela do seu território de matriz predominantemente rural, centramos hoje a atenção no Sector Primário.
Assim, e como vem já sendo hábito, pedimos a sua participação na definição de um novo conjunto de políticas municipais, centrando-nos hoje na Agricultura e Pecuária. 
Que políticas/iniciativas deve a Câmara desenvolver? Que carências identifica nestes sectores? Como conciliar a Braga urbana com a Braga rural?

Ricardo Rio visitou exploração Agropecuária

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REAP prepara-se para impor regras desadequadas em relação à realidade das explorações da região 

No âmbito de um conjunto de visitas a agentes que atuam no sector primário do tecido económico local, Ricardo Rio visitou uma exploração agropecuária privada em São Pedro de Oliveira. Esta foi uma oportunidade para o líder do “Juntos Por Braga” conhecer de forma mais detalhada as dificuldades e apreensões dos proprietários de explorações. As crescentes dificuldades para aquisição de rações e as regras rígidas que em breve serão impostas pelo Regime do Exercício da Atividade Pecuária (REAP) são as principais preocupações dos proprietários, que temem mesmo pelo futuro dos seus negócios. 

“A subida do preço das rações, que era já extremamente elevado e que tem vindo a subir de forma bem mais agravada do que o preço pelo pagamento do leite, é uma fonte de obstáculos para os proprietários deste tipo de explorações”, salientou Rio, recordando ainda que os valores pagos pelo preço do leite aos proprietários são considerados “muito baixos” em relação aos custos e investimento global do negócio: “Estes dois fatores juntos tornam muito complicada a sustentabilidade económica deste negócio”. 

Mas a principal preocupação dos proprietários centra-se com as novas imposições do REAP, que se prevê que em breve introduza imperativos de qualificação das instalações que obrigam a investimentos de tal forma elevados que põem seriamente em causa a viabilidade das explorações agropecuárias na região. “As pessoas estão muito apreensivas com as alterações que se avizinham e que colocam em causa a própria continuidade dos seus negócios”, garantiu o candidato à Câmara Municipal de Braga, enfatizando que o quadro legal que se prepara para entrar em vigor está “desadequado” da realidade que se vive no Minho. 

“Esta exploração que visitamos caracteriza-se por ser uma exploração intermédia, típica da nossa região e que se replica um pouco por todas as freguesias do concelho de Braga. É este o contexto do negócio na zona, pelo que é natural que os proprietários vejam com enorme preocupação a introdução de medidas que, face ao contexto, são muito difíceis ou mesmo impossíveis de pôr em prática”, garantiu Rio. 

Nesse sentido, os exploradores esperam a colaboração e a intervenção das instituições responsáveis para melhorar o panorama da agropecuária na região. “Cabe também à autarquia a obrigação de amplificar estas problemáticas e de procurar sensibilizar o Ministério da Agricultura para esta situação, colaborando com o mesmo no sentido de encontrar soluções compatíveis e viáveis”, referiu Rio, sustentando qua a regulamentação foi pensada para a realidade de outras partes do país. 

Da parte da autarquia, Rio referiu ainda que esta deve criar condições que facilitem e desonerem as obras de adaptação que os produtores poderão ter que desenvolver, assim como aproveitar estas explorações agropecuárias no sentido de as utilizar numa perspetiva de sensibilização da comunidade escolar. 

O autarca do “Juntos Por Braga” chamou a atenção para o facto de terem encerrado recentemente um elevado número de explorações, sendo que as existentes vivem constantemente ameaçadas pelas dificuldades do mercado e pelas exigências desproporcionadas do REAP. Grande parte dos exploradores considera “menos penoso” encerrar as explorações do que suportar as alterações que o REAP exige. 

Por fim, Ricardo Rio lembrou que a Agricultura e Pecuária são sectores que, ao longo do tempo, têm merecido uma atenção especial por parte do “Juntos Por Braga”, que sempre defenderam que a cidade tem de manter uma base económica diversificada e na qual são essenciais os sectores mais tradicionais. “Seja pelo peso que os mesmos ainda representam em matéria de emprego e criação de riqueza para muitas famílias do Concelho, seja pela necessidade de aproveitamento dos recursos existentes no meio rural, seja até por uma lógica de apoio à criação de fontes para a crucial auto-sustentação alimentar, estes são sectores que merecem a nossa profunda atenção e que sempre encontraram em nós um porta-voz das suas legítimas reivindicações”, concluiu. 

CSI Braga juntou mais de 200 pessoas à descoberta do património Bracarense

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A iniciativa “CSI Braga – Cidade Sob Investigação”, que se realizou neste fim-de-semana, ficou marcada pela enorme adesão do público. Foram mais de 200 pessoas e de 39 equipas que estiveram presentes nesta atividade, num dia de sol que convidava à participação. Muitos jovens e também adultos juntaram-se para uma tarde de descoberta do património arquitetónico e cultural Bracarense. Esta iniciativa, promovida pela Juventude Social-Democrata, pela Juventude Popular e pela JovemCoop, sob a égide do “Juntos Por Braga”, consistiu num peddy-paper que levou os participantes a conhecer melhor a história de vários monumentos emblemáticos da cidade. Os principais objetivos eram promover o património bracarense e consciencializar os cidadãos para a necessidade da sua preservação e valorização. 

A organização lançou o desafio para que cada cidadão fosse um agente de mudança, colocando o património sob investigação e contribuindo para a promoção patrimonial da nossa cidade, e os Bracarenses responderam ao apelo. O grande desafio passou por fomentar a Identidade através da educação para o património, sendo o peddy paper um modo divertido para que, em família e de forma descontraída, se estimulasse o interesse das pessoas pelo alargado número de bens patrimoniais que a cidade detém. 

Ricardo Rio esteve entre os participantes neste Peddy-Paper. O líder do “Juntos Por Braga” considerou que o evento foi um “enorme sucesso” e salientou que a adesão acima das expetativas é a “prova” de que os Bracarenses estão verdadeiramente interessados no seu património e preocupados com a forma “negligente” como este está a ser gerido pela autarquia. “Esta foi uma excelente actividade para que Braga sinta o património como um ativo importante e para que haja uma maior consciencialização entre as pessoas do valor da nossa história. Esse maior conhecimento e interesse aumentam a responsabilidade de cada cidadão perante a cidade e perante a defesa do nosso vasto legado, que tem mais de dois mil anos de história e é uma das nossas maiores riquezas”, sublinhou. 

Nesse sentido, também Ricardo Silva, líder da JovemCoop, reforçou que é preciso respeitar o muito património que continua “escondido ou maltratado”, isto para que a fórmula de “betão sobre património” não se volte a repetir em Braga. 

“A nossa finalidade com esta iniciativa é responsabilizar os políticos para aquilo que é preciso fazer em relação ao património e, ao mesmo tempo, colocar os cidadãos a conhecer a sua história e o estado de determinados monumentos, alertando assim os cidadãos para alguns atentados que se estão a cometer. Estou certo de que ambos os objetivos foram atingidos”, acredita Ricardo Silva. 

O “CSI Braga” foi enquadrado nas comemorações do “Dia Internacional dos Monumentos e Sítios”, cujo tema proposto para este ano - o património da educação - promovido em Portugal através da Direção Geral do Património Cultural sob o tema "PATRIMÓNIO + EDUCAÇÃO= IDENTIDADE", foca a importância de duas realidades paralelas - o património e a educação - com vista ao fomento da identidade territorial. 

Os três primeiros classificados nesta iniciativa receberam como prémio diversas atividades radicais na DIverLanhoso. E face ao sucesso da iniciativa, no final ficou a promessa por parte da organização de que a mesma terá continuidade e de que em breve que se irá realizar o “CSI Braga 2”.

Tu, Presidente - Políticas Culturais

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Esta semana recebemos contributos sobre as políticas culturais para a Braga. Mais uma vez muitas e boas ideias foram partilhadas com esta candidatura, fortalecendo o nosso projecto. Vamos continuar neste processo de auscultação dos Bracarenses através das Redes Sociais, pois deste modo, não só estamos a dar voz aos principais interessados, como estamos aumentar a qualidade do projecto que vamos apresentar aos Bracarenses nas próximas eleições autárquicas. Mais uma vez, muito obrigado a todos. Porque Juntos Somos Mais Fortes!

Aqui ficam as ideias que nos enviaram:

Bruno Almeida Eu diria que este é o momento certo de juntar a Câmara/Cultura aos espaços disponíveis na cidade e neste exemplo em concreto o Theatro Circo que a sua gestão de conteúdos e programação é muito mal aproveitado. porque aqui torna-se tão fácil procurar exemplo da cidade vizinha: Guimarães com uma sala como o Centro de Artes e Espectáculos de Guimarães (CAE São Mamede), que em nada se pode comparar ao nosso mítico TheatroCirco. Consegue ter uma programa regularmente atractivo e que por enumeras vezes já me fez ir lá para ver as tão faladas peças de teatro, eventos de comédia concertos tudo que esta na actualidade em destaque passa nesta sala. Isto só se pode porque há acordos certamente entre a direcção da sala e as respectivas promotoras dos espectáculos (a UAU talvez a maior neste momentos, traz sempre os seus novos espectáculos a Guimarães e bem podiam vir também a Braga), algo que isto não se revê na sala da nossa Cidade. Sem falar que quando conseguimos ter a sorte de um Espectáculo apresentar-se no Theatro Circo os preços são sempre superiores ao mesmo espectáculo na cidade vizinha o que é uma pena. Esta na hora de termos a mesma oferta Cultural que a cidade vizinha ou ate a cidade do Porto! acho que não estamos a pedir de mais, com uma sala como o Theatro Circo acho que nada é pedir de mais!! outro exemplo é o Teatro Municipal de Vila do Conde que só para mostrar o como eles "mimam" os Vila-condenses, a agenda cultural do mês de Março e Abril tem entre muitos outros espectáculos, concerto dos Virgem Sutra,dos DEOLINDA!!, as peças Reis Da Comédia, LAR DOCE LAR (Maria Rueff e Joaquim Monchique), o espectáculo do Mágico Mário Daniel e também teve recentemente concerto da Fadista Ana Moura. Em dois meses conseguem ter aquilo que Braga não vê num ano??? faz algum sentido? se estas cidades conseguem dar esta oferta cultural aos seus habitantes porquê Braga não há de poder? espero que seja este o "grito" de revolta e o início da era de mudança. Deve se ter como objectivo que todos os artistas queiram e façam questão de vir atuar/ representar a esta emblemática sala que todos sempre realçam a beleza da mesma e acolhimento que o público Bracarense sempre lhes dão. 
Espero que sejam destes tipo de comentários que procuram com este tópico e que o meu contributo seja útil para uma melhoria da Futura Administração que poderá ter o Theatro Circo.

Angelo Sousa Creio que a aproximação/ligação á Universidade do Minho é uma forma inteligente de dinamizar a cultura. UM é sinónimo de: Juventude, arte, dinamismo, inovação (não aproveitar é uma falta de inteligência. 





José Carlos Silva Abrir as portas do Theatro Circo à cidade, às pessoas e não só a meia dúzia. Quase sempre tenho que sair de Braga para assistir a espetáculos ao meu gosto, é pena. Sairei sempre de alguma maneira, mas adoraria que a minha cidade tivesse mais oferta e mais variada e que eu não saísse tantas vezes. Por isso, só o Theatro Circo não chega e é preciso mais uma ou duas salas de media/grande dimensão para albergar uma oferta mais variada de espetáculos, além de espaços ao ar livre que se propiciem a espetáculos no Verão e vontade para os fazer, porque público para assistir já se viu que há. O PEB precisa de ser requalificado, claro, e a zona envolvente também, o S.Geraldo??? Eu sei que não está nas mãos da Câmara, mas que raio de cidade é a nossa, que com uma enorme falta de espaços culturais, deixa uma sala como o S. Geraldo fechada.  Além disto é preciso animar as ruas no Verão e nas alturas de festas como na Páscoa. A Braga Romana precisa de bem mais rigor histórico e de um período de comemorações mais alargado. De certeza que há mais coisas que queria dizer mas por agora vai ter que chegar! 





Artur Caldeira Bom, procurarei isenção no meu comentário, tal como o sou no meu dia a dia, criticando o que é de criticar, elogiando o que é de elogiar, independentemente da cor partidária, sistema aliás que se encontra actualmente falido de credibilidade, pelo menos ao nível dos cidadãos mais conscientes e conhecedores. De facto em Braga, que Cultura? Existe? Penso que não ou, se quisermos ser mais optimistas, existem pequenos focos culturais mas que passam bastante despercebidos. Vereação cultural? Nah! Não existe há muito... E é neste meio aculturado que flutua o Theatro Circo, administrado por incompetentes afilhados políticos que nada mais fazem do que aguardar o alto salário ao fim do mês e literalmente queimar orçamento em meia dúzia de eventos. Estando eu ligado ao espectáculo, sei bem do que falo. Theatro Crico que tem uma equipa técnica que me merece todo o respeito pelo seu profissionalismo e desempenho! Mas apenas esta equipa!!! O que fazer? No meu entender deveria em primeiro lugar ser criada uma verdadeira vereação da cultura, algo que a terceira cidade do país merece sobretudo pelas suas tradições a este nível. Por outro lado, a Cultura é sem dúvida sinónimo de evolução social e humana, para além de ser a actividade que mais negócio paralelo movimenta (não falo de economia paralela mas sim de movimento económico paralelo aos eventos: hotéis, restaurantes, recordações... ...). Esta vereação tem de assumir a coordenação da actividade cultural da cidade, fazendo com que exista uma verdadeira agenda cultural bem distribuída nos espaços e no tempo e não deixar que eventos se sobreponham enquanto noutros períodos reina o marasmo. É óbvio que a esta vereação não é suposto promover tudo; porém é sim sua obrigação coordenar. Após isto, chegamos ao Theatro Circo como chegamos a outros espaços. Aí, há que atribuir orçamentos mas racionais e bem orientados, com programações que abarquem o gosto das assistências e não dos programadores! E, sem ceder ao mau gosto (e gostos sim, discutem-se e até evoluem!), podemos ter espectáculos mais acessíveis com um bom nível de qualidade. E há tão bons intérpretes em várias áreas neste país para preencher um cartaz recheado de qualidade com recursos financeiros razoáveis!!! Eu próprio já apresentei propostas aceites sem pestanejar noutros locais e que no Theatro Circo ainda nem resposta tiveram! E falo de nomes que só por si encheriam a sala!!! O Theatro Circo merece que seja despejada uma "espécie" de companhia de teatro que não se sabe bem o que é e que serviu pata monopolizar o Theatro em muitas situações. Merece a realização de ciclos musicais temáticos (música clássica, fado, jazz, pop, world music... ... ...) que podem ter um nome mais sonante por ciclo mas que podem ser preenchidos por artistas menos conhecidos mas de alto valor. E isso também é serviço educativo!! E devem valorizar-se os nomes locais, claro. Só não deve é deixar-se que algumas entidades "tomem de assalto" o Theatro Circo para não passar simplesmente de umas mãos para outras! E espectáculos de cachet nulo (como os que são oferecidos por estabelecimentos como o Conservatório de Braga com os seus alunos) não deverão nunca concorrer com os espectáculos dos profissionais, nem tão-pouco substituí-los! Sob pena de aqueles alunos um dia, já profissionais, virem a sofrer o mesmo!!! Indo já este comentário bastante longo, termino com esta pergunta: porque não se procuram as pessoas que realmente sabem e estão ligadas a cada actividade para dirigirem /ou coordenarem essas áreas? Qual o preconceito? Ou o receio? Será mesmo necessário ter cartão partidário para ter mérito

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Ricardo Rio visitou Feira de Produtos Biológicos

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Falta de divulgação e de condições no Mercado do Carandá são principais obstáculos

Inserido num conjunto de visitas a vários agentes comerciais da região, os “Juntos Por Braga” visitaram a Feira de Produtos Biológicos, que se realiza semanalmente no Mercado Cultural do Carandá. 

Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, salientou que esta visita é uma forma de apoiar a divulgação da Feira, uma das necessidades mais sentidas por parte dos comerciantes que procuram escoar os seus produtos. “Os comerciantes desta Feira sentem-se um pouco abandonados e sem grande promoção de uma iniciativa que é extremamente importante e meritória. Este é um sector agrícola que é hoje uma nova aposta de futuro e que merece o carinho de todas a as autoridades públicas e de todos os cidadãos”, enfatizou Rio. 

Para o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, que durante a visita ouviu com atenção as queixas e aspirações dos comerciantes, é importante que se criem condições de incentivo a esta mesma atividade, para que haja capacidade para os vendedores escoarem os produtos de forma mais regular possível. “Esta Feira decorre no Mercado Cultural do Carandá, mas tal como foi dito por vários comerciantes, era essencial que pontualmente a Feira se realizasse no centro da cidade, o que permitiria atingir um público maior e publicitar o evento de forma mais eficaz”, sublinhou, afirmando de seguida que a Câmara Municipal de Braga não se pode demitir da responsabilidade de apoiar este sector. 

“Não é suficiente arranjar um espaço para a realização da Feira e de seguida ignorar por completo as necessidades dos comerciantes. A autarquia tem de se envolver mais neste projeto e ajudar os comerciantes a terem sucesso, caso contrário será complicado esta Feira continuar a existir”, sublinhou. 

Elisabete Costa, uma das Comerciante que participa na Feira de Produtos Biológicos em Braga, afirmou que para além dos problemas de divulgação, também o próprio espaço do Mercado Cultural do Carandá tem alguns problemas que afastam os clientes. “Este espaço é pouco atrativo porque está constantemente a ser vandalizado, e muito pouco se tem feito para inverter esta situação. Desta forma, é muito difícil atrair clientes e revitalizar esta zona”, afirmou.

Ricardo Rio reuniu com ACES de Braga Médico de família

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Ricardo Rio reuniu com a direção do Agrupamento de Centros de Saúde Cávado I - Braga (ACES), entidade que é responsável pela gestão dos antigos Centros de Saúde de Braga I, II e III, uma zona que abrange cerca de 192 mil utentes. 

Ricardo Rio salientou que apesar da atividade do ACES de Braga não recair diretamente na esfera de influência da Câmara Municipal, esta visita é importante porque a saúde é uma área crucial para a vida do concelho e que afeta os cidadãos de uma forma transversal. “Esta é uma área que exige um envolvimento e um acompanhamento permanente por parte da autarquia. Nesse sentido, viemos expressar a nossa preocupação com as debilidades de resposta que ainda existem em Braga, nomeadamente em termos de médicos de família, já que muitos utentes do nosso concelho continuam a não ter acesso a esse serviço”, sublinhou. 

José Manuel Cardoso, Diretor-Executivo do ACES de Braga, apontou também o número de utentes sem médico de família - cerca de 42 mil pessoas - como o principal problema do ACES. “É um facto sobejamente conhecido e que afeta a população do concelho. Estamos a lutar com todas as nossas forças para que esta situação se possa resolver e para que Braga não tenha utentes sem médico de família”, garantiu. 

O líder do “Juntos Por Braga” afirmou estar muito satisfeito com as várias diligências que o ACES de Braga está a realizar no sentido de suprir essa lacuna. “Ficamos com a certeza de que, da parte do ACES, tudo está a ser feito para que esta situação se resolva o mais rapidamente possível, em específico com a reivindicação junto do Ministério da Saúde para colocação de mais médicos, alargamento da bolsa de horas contratadas a serviços externos e abertura de novas unidades de saúde familiares”, confirmou. 

O responsável máximo do ACES de Braga afirmou ainda que os cuidados de saúde primários estão a atravessar um período de reforma que se iniciou há já alguns anos, e cujas principais mais-valias têm sido a forma exemplar como os seus profissionais têm aderido e a criação de novas Unidades de Saúde Familiar. “Foi ótimo que os ´Juntos Por Braga´ tenham tido a iniciativa de conhecer mais de perto esta realidade. Foi uma reunião muito frutífera porque demos a conhecer toda a estrutura do ACES, assim como dificuldades que encaramos no dia-a-dia no exercício das nossas funções e atividades”, disse José Manuel Cardoso.

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Juntos, Somos Mais!

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Ricardo Rio deixa uma mensagem de agradecimento aos seus quase 8000 seguidores na página do Facebook.

CSI Braga - o vídeo

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Esta é mais uma acção de incentivo à cidadania e à promoção do património que os "Juntos por Braga", juntamente com a JovemCoop, levam a cabo, desta feita no registo descontraído de um evento como um peddy- papper. Esta iniciativa decorre no próximo dia 6 de Abril entre as 14h e as 17h e é aberta a quem nela quiser participar, bastando, para tanto, a inscrição através de email para geral@juntosporbraga.com.

A Rampa da Falperra

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Sabia que… 


A realização da Rampa da Falperra deste ano esteve em perigo, depois da CM de Braga ter recusado um apoio ao Clube Automóvel do Minho (CAM) para a sua organização?

Ricardo Rio, em Novembro de 2012, reuniu com o CAM onde defendeu que a Rampa da Falperra é um evento marcante da cidade, sendo mesmo um dos principais motivos de atração turística do concelho, e por isso, declarou na altura, o empenho total para a sua realização.

Cada edição da Rampa da Falperra traz a Braga mais de 200 mil visitantes só num fim de semana e o retorno financeiro que ultrapassa em muito o apoio financeiro que foi pedido à CM de Braga, demonstrando assim falta de visão para uma aposta consistente no Turismo

As dificuldades de financiamento da Rampa da Falperra, que colocavam em sério risco a realização da prova deste ano, foram o principal tema abordado. Barbosa Ferreira salientou que a realização da Rampa poderia estar hipotecada devido à necessidade de se fazerem obras na pista, nomeadamente na colocação de rails que estejam de acordo com especificações da FIA. Outro aspeto seria despesa com o policiamento. “Pedimos à Câmara Municipal de Braga que nos ajudasse com 100 mil euros na organização da prova, valor suficiente para cobrir essas duas despesas. Infelizmente, a resposta foi negativa”. Ferreira Barbosa esclareceu que desses 100 mil euros, 70 mil euros são para a colocação dos rails e, assim sendo, são um investimento único que não tem de ser reposto todos os anos. 

Segundo Barbosa Ferreira, o apoio da Câmara Municipal teria “retorno imediato”, já que a Rampa da Falperra acolhe mais de 200 mil visitantes e cerca de mil concorrentes (pilotos e equipas) num só fim de semana, o que se traduz num impacto ”muito positivo” sobre a economia local. 

Ricardo Rio foi intransigente na defesa da importância de se assegurar a continuidade da prova, lembrando que a Rampa da Falperra sempre foi um evento marcante para a cidade, sendo mesmo um dos principais motivos de atração turística do concelho. “Temos de olhar para a prova sobre o prisma desportivo e sobre o prisma turístico e económico. Nesse sentido, aquilo que nós desde sempre defendemos, mais afincadamente ainda durante o período da sua interrupção, foi que a Rampa da Falperra deveria ser uma prioridade da governação municipal

A recusa taxativa da Câmara Municipal em apoiar a realização da prova mereceu fortes críticas de Ricardo Rio. “Esta decisão é a prova cabal de que esta Câmara Municipal é gerida sem qualquer tipo de visão estratégica para a cidade ou preocupações pelas questões realmente importantes para Braga”, declarou, afirmando ainda que a Câmara de Braga com enorme facilidade poderá constatar que o retorno financeiro, resultante da presença em Braga de mais de 200 mil pessoas para assistir à Rampa, ultrapassa em muito os apoios pedidos pela CAM para conseguir realizar a prova. 

Felizmente, o CAM conseguiu reunir os apoios necessários para organizar a 34ª Rampa Internacional da Falperra, que se vai realizar em Maio. Mas esta é, mais uma, prova da falta de visão estratégia do executivo socialista para o turismo da cidade.

Braga de lés-a-lés - Maximinos, Sé e Cividade

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Esta semana colocamos nos holofotes uma nova unidade administrativa da cidade de Braga, criada ao abrigo da reforma administrativa: a União das Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade.

Neste novo contexto, queremos saber quais é que devem ser as prioridades para esta parte da cidade? Que tipo de projectos devem ser desenvolvidos? Deixe-nos a sua opinião e ajude-nos a construir uma Braga mais forte, mais coesa e mais solidária.

Juntos Somos Mais Fortes! Por Braga!

Eu, Presidente - políticas culturais

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Braga é uma cidade bimilenária de importância histórica e cultural inegável, mas infelizmente as políticas culturais da Câmara Municipal têm sido erráticas e sem um rumo definido.

Apesar da resiliência, dedicação e esforço de muitas instituições privadas, Braga é hoje um concelho sem uma estratégia cultural, sendo o Theatro Circo exemplo disso mesmo. Urge inverter este rumo. Já a partir das próximas eleições.

Neste sentido, se fosse Presidente da CM de Braga, que medidas proporia para a política cultural do concelho? Como potenciar as infraestruturas existentes, através de uma nova forma de encarar a cultura em Braga? E o que sugere para o Theatro Circo, mais um dos exemplos da má gestão socialista?

Deixe-nos a sua opinião e contribua para um programa verdadeiramente regenerador para Braga.

Modelo de gestão para o Theatro Circo

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Sabia que...

Ricardo Rio propôs a constituição de uma Fundação para a gestão do Teatro Circo de Braga em Julho de 2005? 

Ricardo Rio defendeu que o Teatro Circo de Braga, a mais nobre sala de espectáculos desta cidade e uma das mais imponentes no plano nacional, deveria ser gerido por uma Fundação criada para o efeito, assim beneficiando das vantagens legais, fiscais e operacionais deste modelo jurídico para sustentar um esquema de financiamento e um modelo de programação consentâneos com o potencial deste equipamento. A solução da CM de Braga foi outra e nestes anos, a sua gestão tem sido oscilante e nem sempre tem alcançado os objectivos que se pretendia para a cidade, com pouco envolvimento de privados que poderiam ser uma mais valia para o Theatro Circo. O tempo provou que Ricardo Rio tinha razão na altura. 

Para o líder da Coligação “PSD/PP/PPM” à Autarquia de Braga, impunha-se que o Teatro Circo fosse um espaço privilegiado do esforço de descentralização cultural do país, o que exigia a assunção de um compromisso financeiro plurianual entre a Câmara, o Ministério da Cultura e vários mecenas privados. 

O debate acerca da gestão do Teatro Circo surgiu quando o Presidente da autarquia anunciava a sua abertura do espaço, sem que estivesse consolidada qualquer ideia para os três pilares de actividade do Teatro Circo: o seu modelo de gestão, o esquema de financiamento e o modelo de programação a seguir. 

Para Ricardo Rio a Fundação era a forma jurídica proposta para a entidade gestora do Teatro Circo, considerando que a mesma permitia uma melhor convergência entre a prossecução do interesse público e a realização das expectativas dos vários públicos-alvo (nomeadamente, os agentes económicos e a sociedade civil que se pretendia envolver no projecto). 

Ao contrário do invocado pelo Partido Socialista de Braga, este modelo não consubstanciava uma alienação de património público, porquanto apenas seria necessária a transferência temporária do gozo deste centenário edifício – propriedade da Câmara Municipal de Braga desde 1987 – a favor da Fundação Teatro Circo, através da atribuição de um direito real (em abstracto, a propriedade, o direito de superfície ou o direito de usufruto). 

No que respeita à programação, Rio defendia a ideia de fazer do Teatro Circo um pólo aglutinador de todas as artes do espectáculo (teatro, música, cinema, dança, etc.) e um espaço de acolhimento para outro tipo de actividades, com uma programação intensa, diversificada e pautada por padrões de elevada qualidade e ecletismo. 

Neste contexto, Ricardo Rio mostrava-se ainda preocupado com formação de recursos humanos necessários para a produção dos espectáculos, pelo que sugeriu a aposta na criação de um Instituto de Apoio ao Desenvolvimento das Artes e das Indústrias Criativas, que pudesse assumir, no domínio da produção e logística, como suporte de uma “indústria local de cultura”. 

Neste contexto, face a objectivos tão abrangentes, a opção de entregar a gestão deste equipamento à CTB - Companhia de Teatro de Braga seria uma opção minimalista que poderia acarretar a não rentabilização adequada do espaço, como se tem vindo a confirmar. 

Ainda que, para Ricardo Rio, a CTB deveria ser a mais relevante entidade do renovado Teatro Circo, a esta deveriam juntar-se outros agrupamentos culturais do Concelho, que poderiam contribuir para a concretização das metas estratégicas atribuídas à Sala de Espectáculos. 

Finalmente, o Teatro Circo deveria posicionar-se como espaço privilegiado para a realização de iniciativas de formação cultural, quer com vista à criação e fidelização de novos públicos, quer como complemento à formação artística dos jovens Bracarenses. 

Só assim, defendeia Ricardo Rio, o Teatro Circo poderia assumir o seu papel na criação das bases para a realização do projecto Braga - Capital Europeia da Cultura 2012, em que esta Coligação se manifestava fortemente empenhada, o que acabou por não se concretizar. 

8 anos depois, estas questões levantadas por Ricardo Rio tiveram eco na realidade... Hoje olhamos para o Teatro Circo como um espaço não de todos, mas de alguns... 

Braga precisa de uma oferta eclética em termos culturais, Braga precisa de CULTURA, algo que este executivo sempre descurou nos últimos 37 anos... Braga precisa, assim, de um Teatro Circo de todos e para todos... 

Tu, Presidente - Centro Histórico

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Na semana passada pedimos contributos para a revitalização do Centro Histórico de Braga. Além das imensas partilhas e gostos, recebemos dezenas de contributos válidos para devolver vida  a este nobre espaço da cidade de Braga. Obrigado a todos os que desta forma estão a ajudar-nos a preparar este projecto de uma forma mais equilibrada e com o contributo daqueles que realmente interessam: os Bracarenses. Aqui ficam as ideias que nos enviaram. 





Karl Donnelly Incentivos para as pessoas para abrir lojas. Subsídios de rendas ou uso de lugares que foram deixadas sem uso há anos. Um teto de renda em que as pessoas não são abusados e incapaz de prosperar devido a rendas excessivamente elevados 





Ana Rodas Apostar mais na cultura. E o parque da Ponte? Porque não animar este local da cidade? Anda às moscas... Estou convencida que muitos Bracarenses nunca puseram lá os pés. Deveriam apostar em outros locais da cidade! O Parque da Ponte é um deles. 





Luis Pereira Uma forma de revitalizar o centro histórico será repovoa-lo, tem que se fixar as pessoas para que sintam o espaço comum, como seu. De forma a poder-se criar pequenas comunidades de vizinhos que estabelecem relações entre si e o espaço que habitam. Uma das formas de isto acontecer seria revitalizar imóveis com estratégias de baixo custo. Com rendas baixas os jovens que não são avessos á mudança, aproveitariam a oportunidade criada. Atrás dos jovens, vinham pequenos comércios, bares, etc, o que atrairia mais jovens. Partilha de gabinetes de trabalho com valores baixo, etc.





Armanda Pires O centro é lindo....mas realmente necessita de ser revigorado. Há que pensar muito bem antes de estragar o que está bem feito. Há que construir e nunca destruir. 





Sofia Guise a quantidade de estacionamento pago no centro acho que é o principal motivo de não ir passear ao centro. 





Sandra Martins sou moradora no centro da cidade desde que nasci, a única coisa que vejo é cada vez mais dificuldade em conseguir chegar a casa!!!menos estacionamento, mas parcómetros, de que vale ter uma avença de estacionamento(em que tenho de pagar para a ter)quando, se quiser ir a casa durante o dia por qualquer motivo não tenho onde estacionar o carro e ainda tenho que pagar mais o parque. 





Mia Oliveira Cultura. Artistas de rua. Pôr o Theatro Circo a funcionar como deve ser e acabar com a cultura só para a elite. A cultura é de todos. Policiamento, (para segurança, para andarem à caço do ladrão e não à caça da multa), tanto de dia como à noite - o Parque da Ponte é um exemplo de falta de policiamento. Pôr quem percebe de cultura a sério à frente de programas para a cidade que envolvam não só a música, mas cinema, teatro, dança. Fazer do S. Geraldo uma sala de espectáculos.


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