Ricardo Rio visitou Feira de Produtos Biológicos

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Falta de divulgação e de condições no Mercado do Carandá são principais obstáculos

Inserido num conjunto de visitas a vários agentes comerciais da região, os “Juntos Por Braga” visitaram a Feira de Produtos Biológicos, que se realiza semanalmente no Mercado Cultural do Carandá. 

Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, salientou que esta visita é uma forma de apoiar a divulgação da Feira, uma das necessidades mais sentidas por parte dos comerciantes que procuram escoar os seus produtos. “Os comerciantes desta Feira sentem-se um pouco abandonados e sem grande promoção de uma iniciativa que é extremamente importante e meritória. Este é um sector agrícola que é hoje uma nova aposta de futuro e que merece o carinho de todas a as autoridades públicas e de todos os cidadãos”, enfatizou Rio. 

Para o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, que durante a visita ouviu com atenção as queixas e aspirações dos comerciantes, é importante que se criem condições de incentivo a esta mesma atividade, para que haja capacidade para os vendedores escoarem os produtos de forma mais regular possível. “Esta Feira decorre no Mercado Cultural do Carandá, mas tal como foi dito por vários comerciantes, era essencial que pontualmente a Feira se realizasse no centro da cidade, o que permitiria atingir um público maior e publicitar o evento de forma mais eficaz”, sublinhou, afirmando de seguida que a Câmara Municipal de Braga não se pode demitir da responsabilidade de apoiar este sector. 

“Não é suficiente arranjar um espaço para a realização da Feira e de seguida ignorar por completo as necessidades dos comerciantes. A autarquia tem de se envolver mais neste projeto e ajudar os comerciantes a terem sucesso, caso contrário será complicado esta Feira continuar a existir”, sublinhou. 

Elisabete Costa, uma das Comerciante que participa na Feira de Produtos Biológicos em Braga, afirmou que para além dos problemas de divulgação, também o próprio espaço do Mercado Cultural do Carandá tem alguns problemas que afastam os clientes. “Este espaço é pouco atrativo porque está constantemente a ser vandalizado, e muito pouco se tem feito para inverter esta situação. Desta forma, é muito difícil atrair clientes e revitalizar esta zona”, afirmou.

Ricardo Rio reuniu com ACES de Braga Médico de família

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Ricardo Rio reuniu com a direção do Agrupamento de Centros de Saúde Cávado I - Braga (ACES), entidade que é responsável pela gestão dos antigos Centros de Saúde de Braga I, II e III, uma zona que abrange cerca de 192 mil utentes. 

Ricardo Rio salientou que apesar da atividade do ACES de Braga não recair diretamente na esfera de influência da Câmara Municipal, esta visita é importante porque a saúde é uma área crucial para a vida do concelho e que afeta os cidadãos de uma forma transversal. “Esta é uma área que exige um envolvimento e um acompanhamento permanente por parte da autarquia. Nesse sentido, viemos expressar a nossa preocupação com as debilidades de resposta que ainda existem em Braga, nomeadamente em termos de médicos de família, já que muitos utentes do nosso concelho continuam a não ter acesso a esse serviço”, sublinhou. 

José Manuel Cardoso, Diretor-Executivo do ACES de Braga, apontou também o número de utentes sem médico de família - cerca de 42 mil pessoas - como o principal problema do ACES. “É um facto sobejamente conhecido e que afeta a população do concelho. Estamos a lutar com todas as nossas forças para que esta situação se possa resolver e para que Braga não tenha utentes sem médico de família”, garantiu. 

O líder do “Juntos Por Braga” afirmou estar muito satisfeito com as várias diligências que o ACES de Braga está a realizar no sentido de suprir essa lacuna. “Ficamos com a certeza de que, da parte do ACES, tudo está a ser feito para que esta situação se resolva o mais rapidamente possível, em específico com a reivindicação junto do Ministério da Saúde para colocação de mais médicos, alargamento da bolsa de horas contratadas a serviços externos e abertura de novas unidades de saúde familiares”, confirmou. 

O responsável máximo do ACES de Braga afirmou ainda que os cuidados de saúde primários estão a atravessar um período de reforma que se iniciou há já alguns anos, e cujas principais mais-valias têm sido a forma exemplar como os seus profissionais têm aderido e a criação de novas Unidades de Saúde Familiar. “Foi ótimo que os ´Juntos Por Braga´ tenham tido a iniciativa de conhecer mais de perto esta realidade. Foi uma reunião muito frutífera porque demos a conhecer toda a estrutura do ACES, assim como dificuldades que encaramos no dia-a-dia no exercício das nossas funções e atividades”, disse José Manuel Cardoso.

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Juntos, Somos Mais!

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Ricardo Rio deixa uma mensagem de agradecimento aos seus quase 8000 seguidores na página do Facebook.

CSI Braga - o vídeo

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Esta é mais uma acção de incentivo à cidadania e à promoção do património que os "Juntos por Braga", juntamente com a JovemCoop, levam a cabo, desta feita no registo descontraído de um evento como um peddy- papper. Esta iniciativa decorre no próximo dia 6 de Abril entre as 14h e as 17h e é aberta a quem nela quiser participar, bastando, para tanto, a inscrição através de email para geral@juntosporbraga.com.

A Rampa da Falperra

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Sabia que… 


A realização da Rampa da Falperra deste ano esteve em perigo, depois da CM de Braga ter recusado um apoio ao Clube Automóvel do Minho (CAM) para a sua organização?

Ricardo Rio, em Novembro de 2012, reuniu com o CAM onde defendeu que a Rampa da Falperra é um evento marcante da cidade, sendo mesmo um dos principais motivos de atração turística do concelho, e por isso, declarou na altura, o empenho total para a sua realização.

Cada edição da Rampa da Falperra traz a Braga mais de 200 mil visitantes só num fim de semana e o retorno financeiro que ultrapassa em muito o apoio financeiro que foi pedido à CM de Braga, demonstrando assim falta de visão para uma aposta consistente no Turismo

As dificuldades de financiamento da Rampa da Falperra, que colocavam em sério risco a realização da prova deste ano, foram o principal tema abordado. Barbosa Ferreira salientou que a realização da Rampa poderia estar hipotecada devido à necessidade de se fazerem obras na pista, nomeadamente na colocação de rails que estejam de acordo com especificações da FIA. Outro aspeto seria despesa com o policiamento. “Pedimos à Câmara Municipal de Braga que nos ajudasse com 100 mil euros na organização da prova, valor suficiente para cobrir essas duas despesas. Infelizmente, a resposta foi negativa”. Ferreira Barbosa esclareceu que desses 100 mil euros, 70 mil euros são para a colocação dos rails e, assim sendo, são um investimento único que não tem de ser reposto todos os anos. 

Segundo Barbosa Ferreira, o apoio da Câmara Municipal teria “retorno imediato”, já que a Rampa da Falperra acolhe mais de 200 mil visitantes e cerca de mil concorrentes (pilotos e equipas) num só fim de semana, o que se traduz num impacto ”muito positivo” sobre a economia local. 

Ricardo Rio foi intransigente na defesa da importância de se assegurar a continuidade da prova, lembrando que a Rampa da Falperra sempre foi um evento marcante para a cidade, sendo mesmo um dos principais motivos de atração turística do concelho. “Temos de olhar para a prova sobre o prisma desportivo e sobre o prisma turístico e económico. Nesse sentido, aquilo que nós desde sempre defendemos, mais afincadamente ainda durante o período da sua interrupção, foi que a Rampa da Falperra deveria ser uma prioridade da governação municipal

A recusa taxativa da Câmara Municipal em apoiar a realização da prova mereceu fortes críticas de Ricardo Rio. “Esta decisão é a prova cabal de que esta Câmara Municipal é gerida sem qualquer tipo de visão estratégica para a cidade ou preocupações pelas questões realmente importantes para Braga”, declarou, afirmando ainda que a Câmara de Braga com enorme facilidade poderá constatar que o retorno financeiro, resultante da presença em Braga de mais de 200 mil pessoas para assistir à Rampa, ultrapassa em muito os apoios pedidos pela CAM para conseguir realizar a prova. 

Felizmente, o CAM conseguiu reunir os apoios necessários para organizar a 34ª Rampa Internacional da Falperra, que se vai realizar em Maio. Mas esta é, mais uma, prova da falta de visão estratégia do executivo socialista para o turismo da cidade.

Braga de lés-a-lés - Maximinos, Sé e Cividade

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Esta semana colocamos nos holofotes uma nova unidade administrativa da cidade de Braga, criada ao abrigo da reforma administrativa: a União das Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade.

Neste novo contexto, queremos saber quais é que devem ser as prioridades para esta parte da cidade? Que tipo de projectos devem ser desenvolvidos? Deixe-nos a sua opinião e ajude-nos a construir uma Braga mais forte, mais coesa e mais solidária.

Juntos Somos Mais Fortes! Por Braga!

Eu, Presidente - políticas culturais

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Braga é uma cidade bimilenária de importância histórica e cultural inegável, mas infelizmente as políticas culturais da Câmara Municipal têm sido erráticas e sem um rumo definido.

Apesar da resiliência, dedicação e esforço de muitas instituições privadas, Braga é hoje um concelho sem uma estratégia cultural, sendo o Theatro Circo exemplo disso mesmo. Urge inverter este rumo. Já a partir das próximas eleições.

Neste sentido, se fosse Presidente da CM de Braga, que medidas proporia para a política cultural do concelho? Como potenciar as infraestruturas existentes, através de uma nova forma de encarar a cultura em Braga? E o que sugere para o Theatro Circo, mais um dos exemplos da má gestão socialista?

Deixe-nos a sua opinião e contribua para um programa verdadeiramente regenerador para Braga.

Modelo de gestão para o Theatro Circo

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Sabia que...

Ricardo Rio propôs a constituição de uma Fundação para a gestão do Teatro Circo de Braga em Julho de 2005? 

Ricardo Rio defendeu que o Teatro Circo de Braga, a mais nobre sala de espectáculos desta cidade e uma das mais imponentes no plano nacional, deveria ser gerido por uma Fundação criada para o efeito, assim beneficiando das vantagens legais, fiscais e operacionais deste modelo jurídico para sustentar um esquema de financiamento e um modelo de programação consentâneos com o potencial deste equipamento. A solução da CM de Braga foi outra e nestes anos, a sua gestão tem sido oscilante e nem sempre tem alcançado os objectivos que se pretendia para a cidade, com pouco envolvimento de privados que poderiam ser uma mais valia para o Theatro Circo. O tempo provou que Ricardo Rio tinha razão na altura. 

Para o líder da Coligação “PSD/PP/PPM” à Autarquia de Braga, impunha-se que o Teatro Circo fosse um espaço privilegiado do esforço de descentralização cultural do país, o que exigia a assunção de um compromisso financeiro plurianual entre a Câmara, o Ministério da Cultura e vários mecenas privados. 

O debate acerca da gestão do Teatro Circo surgiu quando o Presidente da autarquia anunciava a sua abertura do espaço, sem que estivesse consolidada qualquer ideia para os três pilares de actividade do Teatro Circo: o seu modelo de gestão, o esquema de financiamento e o modelo de programação a seguir. 

Para Ricardo Rio a Fundação era a forma jurídica proposta para a entidade gestora do Teatro Circo, considerando que a mesma permitia uma melhor convergência entre a prossecução do interesse público e a realização das expectativas dos vários públicos-alvo (nomeadamente, os agentes económicos e a sociedade civil que se pretendia envolver no projecto). 

Ao contrário do invocado pelo Partido Socialista de Braga, este modelo não consubstanciava uma alienação de património público, porquanto apenas seria necessária a transferência temporária do gozo deste centenário edifício – propriedade da Câmara Municipal de Braga desde 1987 – a favor da Fundação Teatro Circo, através da atribuição de um direito real (em abstracto, a propriedade, o direito de superfície ou o direito de usufruto). 

No que respeita à programação, Rio defendia a ideia de fazer do Teatro Circo um pólo aglutinador de todas as artes do espectáculo (teatro, música, cinema, dança, etc.) e um espaço de acolhimento para outro tipo de actividades, com uma programação intensa, diversificada e pautada por padrões de elevada qualidade e ecletismo. 

Neste contexto, Ricardo Rio mostrava-se ainda preocupado com formação de recursos humanos necessários para a produção dos espectáculos, pelo que sugeriu a aposta na criação de um Instituto de Apoio ao Desenvolvimento das Artes e das Indústrias Criativas, que pudesse assumir, no domínio da produção e logística, como suporte de uma “indústria local de cultura”. 

Neste contexto, face a objectivos tão abrangentes, a opção de entregar a gestão deste equipamento à CTB - Companhia de Teatro de Braga seria uma opção minimalista que poderia acarretar a não rentabilização adequada do espaço, como se tem vindo a confirmar. 

Ainda que, para Ricardo Rio, a CTB deveria ser a mais relevante entidade do renovado Teatro Circo, a esta deveriam juntar-se outros agrupamentos culturais do Concelho, que poderiam contribuir para a concretização das metas estratégicas atribuídas à Sala de Espectáculos. 

Finalmente, o Teatro Circo deveria posicionar-se como espaço privilegiado para a realização de iniciativas de formação cultural, quer com vista à criação e fidelização de novos públicos, quer como complemento à formação artística dos jovens Bracarenses. 

Só assim, defendeia Ricardo Rio, o Teatro Circo poderia assumir o seu papel na criação das bases para a realização do projecto Braga - Capital Europeia da Cultura 2012, em que esta Coligação se manifestava fortemente empenhada, o que acabou por não se concretizar. 

8 anos depois, estas questões levantadas por Ricardo Rio tiveram eco na realidade... Hoje olhamos para o Teatro Circo como um espaço não de todos, mas de alguns... 

Braga precisa de uma oferta eclética em termos culturais, Braga precisa de CULTURA, algo que este executivo sempre descurou nos últimos 37 anos... Braga precisa, assim, de um Teatro Circo de todos e para todos... 

Tu, Presidente - Centro Histórico

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Na semana passada pedimos contributos para a revitalização do Centro Histórico de Braga. Além das imensas partilhas e gostos, recebemos dezenas de contributos válidos para devolver vida  a este nobre espaço da cidade de Braga. Obrigado a todos os que desta forma estão a ajudar-nos a preparar este projecto de uma forma mais equilibrada e com o contributo daqueles que realmente interessam: os Bracarenses. Aqui ficam as ideias que nos enviaram. 





Karl Donnelly Incentivos para as pessoas para abrir lojas. Subsídios de rendas ou uso de lugares que foram deixadas sem uso há anos. Um teto de renda em que as pessoas não são abusados e incapaz de prosperar devido a rendas excessivamente elevados 





Ana Rodas Apostar mais na cultura. E o parque da Ponte? Porque não animar este local da cidade? Anda às moscas... Estou convencida que muitos Bracarenses nunca puseram lá os pés. Deveriam apostar em outros locais da cidade! O Parque da Ponte é um deles. 





Luis Pereira Uma forma de revitalizar o centro histórico será repovoa-lo, tem que se fixar as pessoas para que sintam o espaço comum, como seu. De forma a poder-se criar pequenas comunidades de vizinhos que estabelecem relações entre si e o espaço que habitam. Uma das formas de isto acontecer seria revitalizar imóveis com estratégias de baixo custo. Com rendas baixas os jovens que não são avessos á mudança, aproveitariam a oportunidade criada. Atrás dos jovens, vinham pequenos comércios, bares, etc, o que atrairia mais jovens. Partilha de gabinetes de trabalho com valores baixo, etc.





Armanda Pires O centro é lindo....mas realmente necessita de ser revigorado. Há que pensar muito bem antes de estragar o que está bem feito. Há que construir e nunca destruir. 





Sofia Guise a quantidade de estacionamento pago no centro acho que é o principal motivo de não ir passear ao centro. 





Sandra Martins sou moradora no centro da cidade desde que nasci, a única coisa que vejo é cada vez mais dificuldade em conseguir chegar a casa!!!menos estacionamento, mas parcómetros, de que vale ter uma avença de estacionamento(em que tenho de pagar para a ter)quando, se quiser ir a casa durante o dia por qualquer motivo não tenho onde estacionar o carro e ainda tenho que pagar mais o parque. 





Mia Oliveira Cultura. Artistas de rua. Pôr o Theatro Circo a funcionar como deve ser e acabar com a cultura só para a elite. A cultura é de todos. Policiamento, (para segurança, para andarem à caço do ladrão e não à caça da multa), tanto de dia como à noite - o Parque da Ponte é um exemplo de falta de policiamento. Pôr quem percebe de cultura a sério à frente de programas para a cidade que envolvam não só a música, mas cinema, teatro, dança. Fazer do S. Geraldo uma sala de espectáculos.


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Conferência de Imprensa

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Serafim Rebelo, Vereador do "Juntos Por Braga", criticou os subsídios no valor de 60 mil euros atribuídos pela autarquia a 39 freguesias que se destinam a patrocinar processos judiciais para impugnar a reforma administrativa autárquica. O vereador abordou também o negócio do parque aquático e do hotel nas piscinas olímpicas.

Uma Santa Páscoa

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Caro(a) Amigo(a),


No mais solene dos dias da "Semana Maior" de Braga, não posso conter o testemunho de que vivo sempre este período com redobrada alegria.


A alegria dos que revigoram a sua fé na afirmação de um Cristo redentor e que bebem do seu exemplo de sacrifício em prol dos outros;


A alegria de todos quantos participam voluntariamente em cada um dos actos do Programa da Semana Santa, como corolário de um longo ano de empenho e dedicação;


A alegria dos milhares que nos visitam e que desfrutam do muito que temos para oferecer;


A alegria da preservação das tradições populares mais genuínas, qual legado vivo de uma História bimilenar;


A alegria do reencontro que sempre se proporciona de parentes, amigos e vizinhos, num convívio que nos ajuda a minorar as agruras dos dias cinzentos.


Juntos, Acreditamos.


Votos de uma Santa Páscoa!

Ricardo Rio


"Desejo de mudança é transversal a todas as freguesias de Braga "

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Ricardo Rio reuniu com autarcas do “Juntos Por Braga”

Os representantes dos executivos liderados pelo “Juntos Por Braga” estiveram reunidos no Hotel Mercure, numa reunião de trabalho que teve como objetivo preparar as eleições autárquicas que se avizinham. “É preciso devolver Braga aos Bracarenses” foi uma das frases mais ouvidas durante esta iniciativa, com diversos autarcas a expressarem o seu total apoio e confiança na vitória de Ricardo Rio na corrida para a Presidência da Câmara Municipal de Braga. 

“Temos um longo caminho a percorrer até às eleições. Conto com o empenho e o esforço de todos para que, no final desta caminhada, possamos vencer e colocar Braga no rumo do progresso e da inovação”, afirmou Ricardo Rio, que chamou a atenção para as “inúmeras” dificuldades que irão surgir durante o percurso: “Não haja ilusões, esta será uma luta árdua, e só com muito trabalho e determinação poderemos vencer uma gestão socialista que já esgotou o seu prazo de validade mas que deseja perpetuar-se no poder, em prejuízo dos interesses dos Bracarenses. Cabe-nos a nós, dia após dia, a responsabilidade de continuar a demonstrar que somos uma alternativa sólida, dinâmica e moderna, capaz de conduzir a uma muito melhor gestão de Braga e das freguesias do concelho”. 

Nesse sentido, os autarcas presentes na reunião salientaram a necessidade de mudança que sentem nas suas freguesias, que não querem “mais do mesmo”. “É bem evidente o desejo de mudança que existe nas pessoas. Este executivo socialista não está a responder minimamente aos interesses dos cidadãos, tendo seguido uma política despesista e irresponsável que tem trazido imensos prejuízos à cidade. Ricardo Rio fará muito melhor do que foi feito até hoje pelo município e pelos Bracarenses”, afirmaram, garantido que, dentro das suas responsabilidades, tudo farão para que Rio seja o próximo Presidente da Câmara de Braga. 

Esta reunião, onde estiveram praticamente todos os Presidentes de Junta de Freguesia eleitos pelo “Juntos Por Braga”, foi também uma óptima oportunidade para todos os autarcas trocarem impressões e experiências relativamente ao trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em cada freguesia. 

“Estas iniciativas são extremamente importantes, porque permitem uma troca de experiências muito enriquecedora para os presentes, que levam as boas práticas realizadas noutras zonas para as suas freguesias e podem ir mais facilmente ao encontro das pretensões dos cidadãos”, afirmou Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”. 

A terminar, Ricardo Rio deixou aos autarcas presentes uma mensagem de confiança e agradecimento: “O trabalho que todos têm realizado em prol das vossas freguesias tem sido inexcedível e merecedor de todos os elogios. Esse é um mérito que os Bracarenses reconhecem ao ´Juntos Por Braga´, e as freguesias que lideramos já estão a sentir os ventos de mudança. Estou certo de que, se trabalharmos em conjunto, teremos uma grande vitória nas próximas eleições autárquicas“.

Braga de lés-a-lés - São Victor

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Na semana passada lançamos um desafio: até às eleições vamos percorrer todas as freguesias e perguntar-vos as prioridades para cada uma delas nos próximos quatro anos. A primeira foi São Victor, que obteve algumas reacções interessantes. Amanhã iremos lançar um novo desafio sobre outra freguesia. Entretanto, deixamos aqui os contributos que recebemos para São Victor. 

Pedro Borges de Macedo São Victor deveria pensar em tentar regenerar as zonas da Rua Nova de Santa Cruz, Rua de D Pedro V, Rua de S. Domingos pois tem muitos edifícios num estado de degradação avançado. A Fábrica Confiança é um desses edifícios. Acho também que falta pensar no embelezamento das zonas habitacionais mais recentes da freguesia, dotando-a de passeios agradáveis e funcionais, esculturas modernistas e recantos verdes mais bem tratados. No entanto, devo dizer que o Presidente cessante fez no global um excelente trabalho à frente da maior freguesia do Concelho e muitas vezes sem o apoio merecido do Edil Municipal... 

Vítor Gonçalves Criação de uma entrada exclusivamente pedonal para o Novo Hospital, através do diálogo com a administração do hospital, a Este (potenciava muito esta zona), em conjunto com melhoria das acessibilidades à zona em questão (esta melhoria já se encontra em fase de "pré-execução"). Zelar pela preservação das Sete Fontes. Sentido único (descendente) na rua Quinta da Armada, no troço dentro do Bairro da Alegria. Corredor Bus na rua Nova de Santa Cruz e semaforização inteligente (alternância entre circulação de autocarros num sentido e autocarros e carros no outro) na rua D. Pedro V. Aqui estão algumas medidas que, não exigindo um avultado investimento económico, resolveriam alguns problemas e contribuiriam para o desenvolvimento da freguesia de São Vitor. 

Rui Feio de Azevedo A ligação da Rua D. Pedro V à Rua Nova de Santa Cruz é absolutamente essencial. Com esta ligação permitir-se-á abraçar a vasta população académica do campus de Gualtar da UM com todas as vantagens que se conhecem. Outro grande desiderato que os são victorianos, e Firmino Marques mais do que ninguém, pretendem ver alcançado é a recuperação das Sete Fontes e a salvaguarda do espaço verde adjacente. Se S. Victor vir concretizado este grande projecto afirmar-se-á com toda a certeza no panorama turístico local, regional e nacional, uma vez que será possível a fruição de um espaço monumental e de um parque verde na cidade de grande dimensão. 

Sameiro Maria Implementação de processos de Agenda 21 Local nas Freguesias, para potenciar políticas de proximidade, uma vez que, os líderes eleitos pela população, trabalham em parceria com os vários sectores da comunidade (cidadãos, organizações locais e empresas privadas) na elaboração de um Plano de Acção, por forma a implementar a sustentabilidade ao nível local. 

"TUB têm de servir as necessidades de transporte de toda a população"

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Ricardo Rio e vários vereadores da coligação “Juntos Por Braga” visitaram os Transportes Urbanos de Braga (TUB), tendo sido acompanhados por Carlos Malainho, Presidente do conselho de administração dos TUB. De acordo com Ricardo Rio, esta foi uma excelente oportunidade para conhecer de “fio-a-pavio” as instalações da empresa e discutir as várias questões que contendem com a sua gestão. Rio mostrou-se preocupado com a sustentabilidade económico-financeira dos TUB. “Antes de mais, é fundamental garantir esse aspeto, porque só se isso estiver assegurado é que poderemos continuar a prestar um serviço de qualidade, a melhorar o desempenho, a recompensar os trabalhadores e a garantir o funcionamento desta empresa nos moldes atuais”, destacou.

Por outro lado, o candidato à presidência da Câmara de Braga salientou que é fundamental que a empresa continue a prestar um serviço público aos cidadãos, servindo toda a população do concelho nas suas necessidades de acesso ao trabalho ou deslocação para o centro da cidade. “Esse é um serviço que tem de ser prestado da forma mais cabal possível e, neste aspeto concreto, alertamos a empresa para as consequências que a presente reestruturação da rede tem provocado, dando eco dos muitos problemas que nos chegaram de diversas freguesias”, afirmou.

No entanto, o líder do “Juntos Por Braga” mostrou-se satisfeito com a abertura demonstrada pela administração para introduzir correções e melhoramentos nas opções que têm vindo a ser tomadas, de acordo com as reivindicações que sejam feitas por parte dos populares e que sejam encaminhadas para a administração.

“Todos temos a obrigação de lutar para termos o melhor serviço possível em temos de transportes públicos. Portanto fica aqui um apelo: quem se sentir lesado com a reestruturação e sinta que não tem um serviço compatível com as suas necessidades, faça chegar essa reivindicação á administração dos TUB”, disse Rio.

Falta de planeamento urbanístico é obstáculo para os TUB

As dificuldades de acessibilidades e a falta de planeamento urbanístico da cidade também foram alvo de críticas por parte de Ricardo Rio, que considerou que estes são fatores que condicionam de forma inequívoca o serviço de transportes públicos. “Não é possível pensar os transportes sem pensar primeiro nessas questões. Braga cresceu de forma muito pouco amigável para os transportes públicos, o que condicionou muito as soluções que poderiam ser introduzidas do ponto de vista da mobilidade dos cidadãos”, enfatizou, sublinhando que é preciso combater essa realidade e melhorar, na medida, do possível essa situação: “Para isso, defendemos que sejam introduzidas novas formas de transporte no centro pedonal da cidade, que seja reforçada a aposta nas ciclovias e na utilização das bicicletas e que os transportes aumentam a sua eficiência, quer em termos de frequência de oferta de circulação, quer em termos de diversidade e cumprimento de horários”.

Esse foi um fator que mereceu a concordância de Carlos Malainho, que deixou um lamento pelas dificuldades provocadas pela inexistência de um planeamento urbanístico eficaz. ”Muitos dos problemas que surgem têm por base o planeamento da cidade. É extremamente complicado para nós encontrar soluções que sejam ao mesmo tempo eficazes e respeitadoras do princípio da rentabilização dos recursos”, afirmou.

Finalmente, durante a reunião foi também debatida a relação dos TUB com o poder central. Neste aspeto, Rio mostrou-se apreensivo com a “discriminação histórica” dos TUB relativamente às outras transportadoras de Lisboa e Porto. “Tanto Braga como as outras cidades do país merecem o mesmo tipo de investimento e o mesmo tipo de apoio que as transportadoras de Lisboa e Porto usufruem, e que acabam por favorecer diretamente os cidadãos, que dispõem de frotas renovadas e de condições de tarifários mais compatíveis”, concluiu.

Eu, Presidente - Centro Histórico de Braga

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O Centro Histórico de Braga é, inegavelmente, uma das mais valias da cidade, e uma das áreas que vai merecer mais atenção de uma gestão camarária liderada por Ricardo Rio. Infelizmente, nos últimos anos perdeu vida e animação, e ao mesmo tempo, uma boa parte do seu património foi delapidado através de intervenções pouco rigorosas e adequadas. Nas últimas semanas, em virtude da questão dos parcómetros e da alteração efectuada nos TUB, o tema da desertificação do Centro Histórico de Braga tem sido tema de discussão na cidade e também nesta plataforma. Aproveitando que esta semana assinala-se em Portugal o Dia Nacional dos Centros Históricos, pretendemos receber contributos sobre este tema tão relevante para o futuro de Braga.

Se fosse Presidente da CM de Braga, que medidas proporia para revitalizar o Centro Histórico de Braga, potenciando-o como uma mais valia turística e patrimonial do concelho? Como proteger o património e devolver a animação que outras cidades, muitas delas com menor riqueza patrimonial e histórica, exibem? Como revitalizar o comércio local e trazer mais gente para o centro da cidade? Deixe-nos a sua opinião e ajude-nos a apresentar aos Bracarenses um programa verdadeiramente regenerador para Braga.