Eu, Presidente - políticas culturais

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Braga é uma cidade bimilenária de importância histórica e cultural inegável, mas infelizmente as políticas culturais da Câmara Municipal têm sido erráticas e sem um rumo definido.

Apesar da resiliência, dedicação e esforço de muitas instituições privadas, Braga é hoje um concelho sem uma estratégia cultural, sendo o Theatro Circo exemplo disso mesmo. Urge inverter este rumo. Já a partir das próximas eleições.

Neste sentido, se fosse Presidente da CM de Braga, que medidas proporia para a política cultural do concelho? Como potenciar as infraestruturas existentes, através de uma nova forma de encarar a cultura em Braga? E o que sugere para o Theatro Circo, mais um dos exemplos da má gestão socialista?

Deixe-nos a sua opinião e contribua para um programa verdadeiramente regenerador para Braga.

Modelo de gestão para o Theatro Circo

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Sabia que...

Ricardo Rio propôs a constituição de uma Fundação para a gestão do Teatro Circo de Braga em Julho de 2005? 

Ricardo Rio defendeu que o Teatro Circo de Braga, a mais nobre sala de espectáculos desta cidade e uma das mais imponentes no plano nacional, deveria ser gerido por uma Fundação criada para o efeito, assim beneficiando das vantagens legais, fiscais e operacionais deste modelo jurídico para sustentar um esquema de financiamento e um modelo de programação consentâneos com o potencial deste equipamento. A solução da CM de Braga foi outra e nestes anos, a sua gestão tem sido oscilante e nem sempre tem alcançado os objectivos que se pretendia para a cidade, com pouco envolvimento de privados que poderiam ser uma mais valia para o Theatro Circo. O tempo provou que Ricardo Rio tinha razão na altura. 

Para o líder da Coligação “PSD/PP/PPM” à Autarquia de Braga, impunha-se que o Teatro Circo fosse um espaço privilegiado do esforço de descentralização cultural do país, o que exigia a assunção de um compromisso financeiro plurianual entre a Câmara, o Ministério da Cultura e vários mecenas privados. 

O debate acerca da gestão do Teatro Circo surgiu quando o Presidente da autarquia anunciava a sua abertura do espaço, sem que estivesse consolidada qualquer ideia para os três pilares de actividade do Teatro Circo: o seu modelo de gestão, o esquema de financiamento e o modelo de programação a seguir. 

Para Ricardo Rio a Fundação era a forma jurídica proposta para a entidade gestora do Teatro Circo, considerando que a mesma permitia uma melhor convergência entre a prossecução do interesse público e a realização das expectativas dos vários públicos-alvo (nomeadamente, os agentes económicos e a sociedade civil que se pretendia envolver no projecto). 

Ao contrário do invocado pelo Partido Socialista de Braga, este modelo não consubstanciava uma alienação de património público, porquanto apenas seria necessária a transferência temporária do gozo deste centenário edifício – propriedade da Câmara Municipal de Braga desde 1987 – a favor da Fundação Teatro Circo, através da atribuição de um direito real (em abstracto, a propriedade, o direito de superfície ou o direito de usufruto). 

No que respeita à programação, Rio defendia a ideia de fazer do Teatro Circo um pólo aglutinador de todas as artes do espectáculo (teatro, música, cinema, dança, etc.) e um espaço de acolhimento para outro tipo de actividades, com uma programação intensa, diversificada e pautada por padrões de elevada qualidade e ecletismo. 

Neste contexto, Ricardo Rio mostrava-se ainda preocupado com formação de recursos humanos necessários para a produção dos espectáculos, pelo que sugeriu a aposta na criação de um Instituto de Apoio ao Desenvolvimento das Artes e das Indústrias Criativas, que pudesse assumir, no domínio da produção e logística, como suporte de uma “indústria local de cultura”. 

Neste contexto, face a objectivos tão abrangentes, a opção de entregar a gestão deste equipamento à CTB - Companhia de Teatro de Braga seria uma opção minimalista que poderia acarretar a não rentabilização adequada do espaço, como se tem vindo a confirmar. 

Ainda que, para Ricardo Rio, a CTB deveria ser a mais relevante entidade do renovado Teatro Circo, a esta deveriam juntar-se outros agrupamentos culturais do Concelho, que poderiam contribuir para a concretização das metas estratégicas atribuídas à Sala de Espectáculos. 

Finalmente, o Teatro Circo deveria posicionar-se como espaço privilegiado para a realização de iniciativas de formação cultural, quer com vista à criação e fidelização de novos públicos, quer como complemento à formação artística dos jovens Bracarenses. 

Só assim, defendeia Ricardo Rio, o Teatro Circo poderia assumir o seu papel na criação das bases para a realização do projecto Braga - Capital Europeia da Cultura 2012, em que esta Coligação se manifestava fortemente empenhada, o que acabou por não se concretizar. 

8 anos depois, estas questões levantadas por Ricardo Rio tiveram eco na realidade... Hoje olhamos para o Teatro Circo como um espaço não de todos, mas de alguns... 

Braga precisa de uma oferta eclética em termos culturais, Braga precisa de CULTURA, algo que este executivo sempre descurou nos últimos 37 anos... Braga precisa, assim, de um Teatro Circo de todos e para todos... 

Tu, Presidente - Centro Histórico

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Na semana passada pedimos contributos para a revitalização do Centro Histórico de Braga. Além das imensas partilhas e gostos, recebemos dezenas de contributos válidos para devolver vida  a este nobre espaço da cidade de Braga. Obrigado a todos os que desta forma estão a ajudar-nos a preparar este projecto de uma forma mais equilibrada e com o contributo daqueles que realmente interessam: os Bracarenses. Aqui ficam as ideias que nos enviaram. 





Karl Donnelly Incentivos para as pessoas para abrir lojas. Subsídios de rendas ou uso de lugares que foram deixadas sem uso há anos. Um teto de renda em que as pessoas não são abusados e incapaz de prosperar devido a rendas excessivamente elevados 





Ana Rodas Apostar mais na cultura. E o parque da Ponte? Porque não animar este local da cidade? Anda às moscas... Estou convencida que muitos Bracarenses nunca puseram lá os pés. Deveriam apostar em outros locais da cidade! O Parque da Ponte é um deles. 





Luis Pereira Uma forma de revitalizar o centro histórico será repovoa-lo, tem que se fixar as pessoas para que sintam o espaço comum, como seu. De forma a poder-se criar pequenas comunidades de vizinhos que estabelecem relações entre si e o espaço que habitam. Uma das formas de isto acontecer seria revitalizar imóveis com estratégias de baixo custo. Com rendas baixas os jovens que não são avessos á mudança, aproveitariam a oportunidade criada. Atrás dos jovens, vinham pequenos comércios, bares, etc, o que atrairia mais jovens. Partilha de gabinetes de trabalho com valores baixo, etc.





Armanda Pires O centro é lindo....mas realmente necessita de ser revigorado. Há que pensar muito bem antes de estragar o que está bem feito. Há que construir e nunca destruir. 





Sofia Guise a quantidade de estacionamento pago no centro acho que é o principal motivo de não ir passear ao centro. 





Sandra Martins sou moradora no centro da cidade desde que nasci, a única coisa que vejo é cada vez mais dificuldade em conseguir chegar a casa!!!menos estacionamento, mas parcómetros, de que vale ter uma avença de estacionamento(em que tenho de pagar para a ter)quando, se quiser ir a casa durante o dia por qualquer motivo não tenho onde estacionar o carro e ainda tenho que pagar mais o parque. 





Mia Oliveira Cultura. Artistas de rua. Pôr o Theatro Circo a funcionar como deve ser e acabar com a cultura só para a elite. A cultura é de todos. Policiamento, (para segurança, para andarem à caço do ladrão e não à caça da multa), tanto de dia como à noite - o Parque da Ponte é um exemplo de falta de policiamento. Pôr quem percebe de cultura a sério à frente de programas para a cidade que envolvam não só a música, mas cinema, teatro, dança. Fazer do S. Geraldo uma sala de espectáculos.


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Conferência de Imprensa

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Serafim Rebelo, Vereador do "Juntos Por Braga", criticou os subsídios no valor de 60 mil euros atribuídos pela autarquia a 39 freguesias que se destinam a patrocinar processos judiciais para impugnar a reforma administrativa autárquica. O vereador abordou também o negócio do parque aquático e do hotel nas piscinas olímpicas.

Uma Santa Páscoa

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Caro(a) Amigo(a),


No mais solene dos dias da "Semana Maior" de Braga, não posso conter o testemunho de que vivo sempre este período com redobrada alegria.


A alegria dos que revigoram a sua fé na afirmação de um Cristo redentor e que bebem do seu exemplo de sacrifício em prol dos outros;


A alegria de todos quantos participam voluntariamente em cada um dos actos do Programa da Semana Santa, como corolário de um longo ano de empenho e dedicação;


A alegria dos milhares que nos visitam e que desfrutam do muito que temos para oferecer;


A alegria da preservação das tradições populares mais genuínas, qual legado vivo de uma História bimilenar;


A alegria do reencontro que sempre se proporciona de parentes, amigos e vizinhos, num convívio que nos ajuda a minorar as agruras dos dias cinzentos.


Juntos, Acreditamos.


Votos de uma Santa Páscoa!

Ricardo Rio


"Desejo de mudança é transversal a todas as freguesias de Braga "

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Ricardo Rio reuniu com autarcas do “Juntos Por Braga”

Os representantes dos executivos liderados pelo “Juntos Por Braga” estiveram reunidos no Hotel Mercure, numa reunião de trabalho que teve como objetivo preparar as eleições autárquicas que se avizinham. “É preciso devolver Braga aos Bracarenses” foi uma das frases mais ouvidas durante esta iniciativa, com diversos autarcas a expressarem o seu total apoio e confiança na vitória de Ricardo Rio na corrida para a Presidência da Câmara Municipal de Braga. 

“Temos um longo caminho a percorrer até às eleições. Conto com o empenho e o esforço de todos para que, no final desta caminhada, possamos vencer e colocar Braga no rumo do progresso e da inovação”, afirmou Ricardo Rio, que chamou a atenção para as “inúmeras” dificuldades que irão surgir durante o percurso: “Não haja ilusões, esta será uma luta árdua, e só com muito trabalho e determinação poderemos vencer uma gestão socialista que já esgotou o seu prazo de validade mas que deseja perpetuar-se no poder, em prejuízo dos interesses dos Bracarenses. Cabe-nos a nós, dia após dia, a responsabilidade de continuar a demonstrar que somos uma alternativa sólida, dinâmica e moderna, capaz de conduzir a uma muito melhor gestão de Braga e das freguesias do concelho”. 

Nesse sentido, os autarcas presentes na reunião salientaram a necessidade de mudança que sentem nas suas freguesias, que não querem “mais do mesmo”. “É bem evidente o desejo de mudança que existe nas pessoas. Este executivo socialista não está a responder minimamente aos interesses dos cidadãos, tendo seguido uma política despesista e irresponsável que tem trazido imensos prejuízos à cidade. Ricardo Rio fará muito melhor do que foi feito até hoje pelo município e pelos Bracarenses”, afirmaram, garantido que, dentro das suas responsabilidades, tudo farão para que Rio seja o próximo Presidente da Câmara de Braga. 

Esta reunião, onde estiveram praticamente todos os Presidentes de Junta de Freguesia eleitos pelo “Juntos Por Braga”, foi também uma óptima oportunidade para todos os autarcas trocarem impressões e experiências relativamente ao trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em cada freguesia. 

“Estas iniciativas são extremamente importantes, porque permitem uma troca de experiências muito enriquecedora para os presentes, que levam as boas práticas realizadas noutras zonas para as suas freguesias e podem ir mais facilmente ao encontro das pretensões dos cidadãos”, afirmou Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”. 

A terminar, Ricardo Rio deixou aos autarcas presentes uma mensagem de confiança e agradecimento: “O trabalho que todos têm realizado em prol das vossas freguesias tem sido inexcedível e merecedor de todos os elogios. Esse é um mérito que os Bracarenses reconhecem ao ´Juntos Por Braga´, e as freguesias que lideramos já estão a sentir os ventos de mudança. Estou certo de que, se trabalharmos em conjunto, teremos uma grande vitória nas próximas eleições autárquicas“.

Braga de lés-a-lés - São Victor

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Na semana passada lançamos um desafio: até às eleições vamos percorrer todas as freguesias e perguntar-vos as prioridades para cada uma delas nos próximos quatro anos. A primeira foi São Victor, que obteve algumas reacções interessantes. Amanhã iremos lançar um novo desafio sobre outra freguesia. Entretanto, deixamos aqui os contributos que recebemos para São Victor. 

Pedro Borges de Macedo São Victor deveria pensar em tentar regenerar as zonas da Rua Nova de Santa Cruz, Rua de D Pedro V, Rua de S. Domingos pois tem muitos edifícios num estado de degradação avançado. A Fábrica Confiança é um desses edifícios. Acho também que falta pensar no embelezamento das zonas habitacionais mais recentes da freguesia, dotando-a de passeios agradáveis e funcionais, esculturas modernistas e recantos verdes mais bem tratados. No entanto, devo dizer que o Presidente cessante fez no global um excelente trabalho à frente da maior freguesia do Concelho e muitas vezes sem o apoio merecido do Edil Municipal... 

Vítor Gonçalves Criação de uma entrada exclusivamente pedonal para o Novo Hospital, através do diálogo com a administração do hospital, a Este (potenciava muito esta zona), em conjunto com melhoria das acessibilidades à zona em questão (esta melhoria já se encontra em fase de "pré-execução"). Zelar pela preservação das Sete Fontes. Sentido único (descendente) na rua Quinta da Armada, no troço dentro do Bairro da Alegria. Corredor Bus na rua Nova de Santa Cruz e semaforização inteligente (alternância entre circulação de autocarros num sentido e autocarros e carros no outro) na rua D. Pedro V. Aqui estão algumas medidas que, não exigindo um avultado investimento económico, resolveriam alguns problemas e contribuiriam para o desenvolvimento da freguesia de São Vitor. 

Rui Feio de Azevedo A ligação da Rua D. Pedro V à Rua Nova de Santa Cruz é absolutamente essencial. Com esta ligação permitir-se-á abraçar a vasta população académica do campus de Gualtar da UM com todas as vantagens que se conhecem. Outro grande desiderato que os são victorianos, e Firmino Marques mais do que ninguém, pretendem ver alcançado é a recuperação das Sete Fontes e a salvaguarda do espaço verde adjacente. Se S. Victor vir concretizado este grande projecto afirmar-se-á com toda a certeza no panorama turístico local, regional e nacional, uma vez que será possível a fruição de um espaço monumental e de um parque verde na cidade de grande dimensão. 

Sameiro Maria Implementação de processos de Agenda 21 Local nas Freguesias, para potenciar políticas de proximidade, uma vez que, os líderes eleitos pela população, trabalham em parceria com os vários sectores da comunidade (cidadãos, organizações locais e empresas privadas) na elaboração de um Plano de Acção, por forma a implementar a sustentabilidade ao nível local. 

"TUB têm de servir as necessidades de transporte de toda a população"

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Ricardo Rio e vários vereadores da coligação “Juntos Por Braga” visitaram os Transportes Urbanos de Braga (TUB), tendo sido acompanhados por Carlos Malainho, Presidente do conselho de administração dos TUB. De acordo com Ricardo Rio, esta foi uma excelente oportunidade para conhecer de “fio-a-pavio” as instalações da empresa e discutir as várias questões que contendem com a sua gestão. Rio mostrou-se preocupado com a sustentabilidade económico-financeira dos TUB. “Antes de mais, é fundamental garantir esse aspeto, porque só se isso estiver assegurado é que poderemos continuar a prestar um serviço de qualidade, a melhorar o desempenho, a recompensar os trabalhadores e a garantir o funcionamento desta empresa nos moldes atuais”, destacou.

Por outro lado, o candidato à presidência da Câmara de Braga salientou que é fundamental que a empresa continue a prestar um serviço público aos cidadãos, servindo toda a população do concelho nas suas necessidades de acesso ao trabalho ou deslocação para o centro da cidade. “Esse é um serviço que tem de ser prestado da forma mais cabal possível e, neste aspeto concreto, alertamos a empresa para as consequências que a presente reestruturação da rede tem provocado, dando eco dos muitos problemas que nos chegaram de diversas freguesias”, afirmou.

No entanto, o líder do “Juntos Por Braga” mostrou-se satisfeito com a abertura demonstrada pela administração para introduzir correções e melhoramentos nas opções que têm vindo a ser tomadas, de acordo com as reivindicações que sejam feitas por parte dos populares e que sejam encaminhadas para a administração.

“Todos temos a obrigação de lutar para termos o melhor serviço possível em temos de transportes públicos. Portanto fica aqui um apelo: quem se sentir lesado com a reestruturação e sinta que não tem um serviço compatível com as suas necessidades, faça chegar essa reivindicação á administração dos TUB”, disse Rio.

Falta de planeamento urbanístico é obstáculo para os TUB

As dificuldades de acessibilidades e a falta de planeamento urbanístico da cidade também foram alvo de críticas por parte de Ricardo Rio, que considerou que estes são fatores que condicionam de forma inequívoca o serviço de transportes públicos. “Não é possível pensar os transportes sem pensar primeiro nessas questões. Braga cresceu de forma muito pouco amigável para os transportes públicos, o que condicionou muito as soluções que poderiam ser introduzidas do ponto de vista da mobilidade dos cidadãos”, enfatizou, sublinhando que é preciso combater essa realidade e melhorar, na medida, do possível essa situação: “Para isso, defendemos que sejam introduzidas novas formas de transporte no centro pedonal da cidade, que seja reforçada a aposta nas ciclovias e na utilização das bicicletas e que os transportes aumentam a sua eficiência, quer em termos de frequência de oferta de circulação, quer em termos de diversidade e cumprimento de horários”.

Esse foi um fator que mereceu a concordância de Carlos Malainho, que deixou um lamento pelas dificuldades provocadas pela inexistência de um planeamento urbanístico eficaz. ”Muitos dos problemas que surgem têm por base o planeamento da cidade. É extremamente complicado para nós encontrar soluções que sejam ao mesmo tempo eficazes e respeitadoras do princípio da rentabilização dos recursos”, afirmou.

Finalmente, durante a reunião foi também debatida a relação dos TUB com o poder central. Neste aspeto, Rio mostrou-se apreensivo com a “discriminação histórica” dos TUB relativamente às outras transportadoras de Lisboa e Porto. “Tanto Braga como as outras cidades do país merecem o mesmo tipo de investimento e o mesmo tipo de apoio que as transportadoras de Lisboa e Porto usufruem, e que acabam por favorecer diretamente os cidadãos, que dispõem de frotas renovadas e de condições de tarifários mais compatíveis”, concluiu.

Eu, Presidente - Centro Histórico de Braga

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O Centro Histórico de Braga é, inegavelmente, uma das mais valias da cidade, e uma das áreas que vai merecer mais atenção de uma gestão camarária liderada por Ricardo Rio. Infelizmente, nos últimos anos perdeu vida e animação, e ao mesmo tempo, uma boa parte do seu património foi delapidado através de intervenções pouco rigorosas e adequadas. Nas últimas semanas, em virtude da questão dos parcómetros e da alteração efectuada nos TUB, o tema da desertificação do Centro Histórico de Braga tem sido tema de discussão na cidade e também nesta plataforma. Aproveitando que esta semana assinala-se em Portugal o Dia Nacional dos Centros Históricos, pretendemos receber contributos sobre este tema tão relevante para o futuro de Braga.

Se fosse Presidente da CM de Braga, que medidas proporia para revitalizar o Centro Histórico de Braga, potenciando-o como uma mais valia turística e patrimonial do concelho? Como proteger o património e devolver a animação que outras cidades, muitas delas com menor riqueza patrimonial e histórica, exibem? Como revitalizar o comércio local e trazer mais gente para o centro da cidade? Deixe-nos a sua opinião e ajude-nos a apresentar aos Bracarenses um programa verdadeiramente regenerador para Braga.

Tu, Presidente - Transportes Públicos

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Mais uma rúbrica "Eu, Presidente", desta vez dedicada aos Transportes Públicos de Braga, e mais uma ronda de respostas no Facebook, onde se incluem algumas bem interessantes. O esforço desta candidatura permanece idêntico: ouvir e receber contributos válidos para poderem ajudarem-nos a apresentar o melhor programa para a gestão do concelho de Braga nos próximos anos. Aqui ficam os contributos que recebemos. 

Ricardo Jorge Freitas É um tema bastante mais complexo do que se pensa! Primeiro porque é preciso fazer com que os Transportes Públicos sejam atrativos do ponto de vista prático e do preço. Em Braga é extremamente caro andar de autocarro e não tem muitas vantagens se comparado com o automóvel. Este ultimo, em Braga, tem sempre a prioridade quando se projecta o tráfego automóvel. Que tal um plano que dê prioridade aos pedestres, aos ciclistas, aos Transportes Públicos? Conheço um excelente exemplo que é Barcelona. Vivi lá nos últimos 5 anos e pegar no carro era algo que só fazia ao fim-de-semana para passear. 

Rui Feio de Azevedo Para além de terem sido sempre a grande bandeira eleitoral do PS em Braga, - sendo inclusivamente usados para acções de campanha - a verdade é que os TUB permitiram sobretudo dar qualidade de vida aos cidadãos das freguesias rurais que trabalham no eixo urbano e fazem a sua vida diária no centro. Eu diria que os TUB, até ao momento, só cumpriram os objectivos de mobilidade entre a cidade e as freguesias urbanas, contribuindo inclusivamente para a fixação saudável de população nessas freguesias localizadas fora do perímetro urbano. Se eu fosse presidente da Câmara de Braga, para além de manter e reforçar essa estratégia - que agora parece ser quebrada com a redução de autocarros e de linhas - , tudo faria para massificar o uso dos TUB também no eixo urbano, criando mais faixas BUS pela cidade e promovendo a aquisição de veículos eléctricos destinados especificamente à zona pedonal, com imposição do limite de velocidade de 10 Kms/h e a garantia das condições totais de segurança. À imagem do comboio da ACB que faz as delícias das crianças na altura do Natal, penso que seria possível estudar-se uma forma de levar transporte ao miolo urbano, de forma a também poder dinamizar-se o comércio tradicional. Poderia pensar-se, por exemplo, numa ligação da Senhora-a-Branca até ao Arco da Porta Nova e outra até ao Campo da Vinha, via Rua dos Capelistas. Por outro lado, e comungando a opinião já formulada por um cidadão, avaliaria a hipótese de fixar preços dos bilhetes mais apelativos que estimulassem o seu uso. É que, num autocarro de 52 lugares, valerá mais a pena ter uma média de 45 utentes por autocarro a 1,10 euros, do que 15 a 1,60 euros... Em conclusão, e dado que todas as grandes cidades europeias dispõem de transportes eficazes e seguros nos centros urbanos, não se percebe porque é que Braga ainda não encontrou uma fórmula de sucesso nesta área! 

Francisco Grilo O problema dos TUB é sobretudo da gestão horária, dos arruamentos e dos comportamentos dos utentes, estacionamentos, falta de linhas rápidas na malha urbana, circuitos demasiado longos e tortuosos e, sobretudo, da configuração da cidade e da forma como os autocarros têm de contornar o problema do eixo sul/norte, na Avenida 31 de Janeiro, que obriga todas as linhas de maior procura, entre a Estação e Gualtar, a ter de utilizar os eixos da Rua 25 de Abril, Largo da Senhora A Branca, Rua D. Pedro V, Rua de S. Victor e Rua Nova de Santa Cruz. A acessibilidade pelos TUB em Braga, resulta em quebras horárias demasiado longas, que não são compensadas por reforço ou linhas alternativas. Os horários e a diversidade de alternativas, não permite uma utilização continuada ou então exige uma grande paciência e, na maioria das vezes, compensa mais ir a pé!...

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Ricardo Rio visitou Clube de Golfe de Braga

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Golfe é argumento turístico a aproveitar 

Na ocasião em que Portugal celebrou o Dia do Golfe, Ricardo Rio assinalou a data com uma visita ao Clube de Golfe de Braga, que se localiza em Palmeira, participando no “Open Day” que este clube promoveu no seu Driving range nesta Freguesia de Braga. Manuel Filipe Lopes, Paulo Pimenta e Carlos Peixoto da Direcção do Clube e João Russel, Presidente da Junta de Freguesia da Palmeira, acompanharam a Delegação “Juntos por Braga” durante a iniciativa. 

Ricardo Rio salientou que esta foi uma oportunidade para conhecer de forma mais detalhada as preocupações da Direção do clube relativamente à evolução deste desporto no concelho. “Assumimos a nossa vontade de colaborar com o Clube de Golfe, no sentido de dotarmos a cidade de Braga de infra-estruturas para a prática deste desporto que possam funcionar como um elemento complementar à oferta turística já existente no concelho”, afirmou. 

O Clube de Golfe de Braga não dispõe de campo para a prática de modalidade, servindo apenas como clube formador de golfistas. “Os jogadores que formamos nas nossas instalações são obrigados a migrar para outros clubes de forma a darem seguimento ao seu crescimento, dada a inexistência de um campo no concelho”, lamentou Manuel Lopes, garantindo que o campo serviria como pólo para ligar as pessoas à cidade e ao próprio clube: “Essa é a nossa principal ambição e um objetivo pelo qual temos vindo a lutar e a fazer todos os esforços. Acreditamos que, a médio-prazo, o campo de golfe seja uma realidade”. 

Manuel Lopes enfatizou que, apesar das dificuldades económicas com que vivem, o Clube de Golfe de Braga é considerado um dos dez melhores clubes sem campo do país, tendo um número significativo de sócios residentes que levam a que seja possível “produzir” obra. “Em 2009, concluímos que era importante refrescar a cara a este espaço e fizemos obras de requalificação. Criamos estruturas próprias para o treino e, hoje em dia, podemos orgulhar-nos de ter tudo o que é necessário para se aprender a praticar a modalidade”, declarou, sublinhando que este tem sido um dos melhores cartões-de-visita do clube na cidade e no exterior: “Estas obras permitiram-nos atrair mais pessoas e fazer com que o golfe na nossa região tenha condições para singrar e ter pessoas à altura de competir a nível nacional e internacional”. 

Também Ricardo Rio se mostrou empenhado em colaborar no esforço que tem vindo a ser desenvolvido pelo Clube de Golfe para democratizar a prática do desporto em Braga. “Para isso ser conseguido, é necessária uma articulação da modalidade com o desporto escolar, desenvolver um conjunto de iniciativas de abertura à população com a colaboração da Autarquia e sobretudo a qualificação das infra-estruturas que são insuficientes para as necessidades dos muitos praticantes desta modalidade no nosso concelho”, disse. 

Por seu turno, Manuel Lopes assinalou a “extrema importância” de se estabelecer parcerias com as escolas. “Só apostando nos jovens é que teremos sucesso na divulgação da modalidade. Atualmente, temos um núcleo constituído que integra vários professores de educação física, e através desse núcleo queremos chegar às escolas e implementar o golfe como uma modalidade extracurricular. Da nossa parte, temos todo o interesse no desenvolvimento destas parcerias e estamos sempre recetivos a projeto nesse sentido que nos sejam apresentados”, reforçou.

Acessos necessitam de melhoramentos
A fraca qualidade dos acessos para o Clube de Golfe foi outro dos assuntos discutidos durante a visita. De acordo com Manuel Lopes, a dificuldade das pessoas em aceder ao clube prejudica imenso o seu funcionamento. “É urgente um melhoramento destes acessos, que afastam muita gente de visitar e frequentar as nossas instalações” assegurou. 

Ricardo Rio reconheceu o esforço que a Junta de Freguesia de Palmeira tem feito com o intuito de resolver esta situação, mas exigiu uma intervenção rápida da Câmara Municipal. “Apesar destes acessos terem vindo a ser paulatinamente melhorados pela Junta de Freguesia, a Câmara Municipal tem-se demitido de qualificar uma zona que acaba por ser um espaço de visita no concelho, o que é claramente uma estratégia errada do ponto de vista das opções municipais”, criticou. 

Conselho Estratégico Municipal para Braga

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Sabia que… 


Em Março de 2010 a coligação “Juntos Por Braga”, através do Prof. Carlos Bernardo, apresentou na Assembleia Municipal uma proposta de criação do Conselho Estratégico Municipal? Entre os vários objectivos propostos, considerava-se que seria uma “"um organismo capaz de pensar o futuro de Braga, prever a sua evolução e propor projectos e políticas estratégicas"”, apontando caminhos para o futuro a médio e longo prazo do concelho de Braga? O que fez o PS e a maioria no executivo no seguimento desta proposta? Nada, como quase sempre sucede quando não observam ganhos eleitorais imediatos. 

A proposta da criação do Conselho Estratégico Municipal previa um organismo capaz de pensar o futuro de Braga, prever a sua evolução e propor projectos e políticas estratégicas. Tal Conselho Estratégico teria como missão, o “estudo de problemas relacionados com as atribuições próprias da autarquia”, designadamente os seus planos de desenvolvimento económico a médio e longo prazo, a sua política de fixação de investimento externo e, sobretudo, a promoção dos seus bens e serviços em mercados externos. De facto, o modelo de crescimento de Braga baseado na expansão urbana esgotou-se, e a sua capacidade de crescimento endógeno chegou ao limite. Por isso, seria necessário repensar o perfil de especialização da sua oferta, orientando-a essencialmente para a procura externa. Estas seriam missões essenciais do Conselho Estratégico. Contudo, o Conselho teria também a missão de pensar em projectos que respondam a desafios críticos que só podem ser resolvidos a nível supra-municipal, e que por isso exigem coordenação com outras autarquias, como seja o da mobilidade. Teria também a missão de apresentar os seus estudos e propostas à Assembleia que os apreciaria e, se os aprovasse, passá-los-ia à vereação para eventual implementação. 

Esta proposta da coligação “Juntos Por Braga”, previa uma composição suprapartidária, com representantes de todos os partidos mas também personalidades da sociedade civil, pessoas com experiência de desenvolvimento regional e de prospectiva, dominando bem os indicadores que caracterizam a região e o país. Foi mais uma oportunidade perdida para o desenvolvimento estratégico de Braga.

Tomada de Posse da Juventude Popular de Braga

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Cerimónia de tomada de posse da Comissão Política Concelhia da Juventude Popular de Braga, que reconduziu Francisco Mota como líder, com excerto da intervenção de Ricardo Rio.

Ricardo Rio quer continuar a “dar asas às Andorinhas”

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Incluído num conjunto de contactos de auscultação dos diversos agentes que atuam na área social, Ricardo Rio reuniu com a Associação de Moradores do Bairro das Andorinhas, localizado na freguesia de São Vicente. Esta foi uma iniciativa que permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber a realidade que se vive na zona e os principais problemas com que os moradores têm de lidar no seu dia-a-dia. 

O candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga mostrou-se muito satisfeito com a evolução que o Bairro das Andorinhas tem registado, muito por força do trabalho de “dedicação inexcedível” que tem sido desenvolvido pela Associação de Moradores. “Esta visita permitiu-nos confirmar a perceção que já tínhamos de que este é um Bairro que tem tido, ao longo dos últimos anos, uma evolução exemplar e onde os problemas existentes são residuais”, sublinhou, garantindo que a Associação de Moradores - reativada há dez anos após um período de inatividade - é um verdadeiro aliado da Autarquia no acompanhamento da realidade local: “Com as múltiplas iniciativas que levam a cabo, sejam elas de carácter social, lúdico ou de apoio solidário, contribuem para que a qualidade de vida no bairro, em todos os domínios, seja crescente”. 

Rio enfatizou que hoje se pode “respirar tranquilidade e conforto” no Bairro das Andorinhas. “É, de facto, um bairro acolhedor e que serve de exemplo para outras zonas mais sensíveis do nosso território. O trabalho levado a cabo pela Associação de Moradores merece todo o carinho por parte da autarquia e, mais do que isso, todo o estímulo para ser replicado noutros locais também”, afirmou. 

Flávio Vieira, Presidente da Associação de Moradores, fez um balanço “extremamente positivo” do que têm sido estes dez anos de trabalho da Associação. “Combatemos o mau ambiente que existia no Bairro, conseguimos melhorar os espaços verdes, cortar o trânsito no interior do Bairro e impor novos hábitos para os habitantes”, destacou. Para Flávio Vieira, o panorama do Bairro não pode ser comparado com o que era no passado: “Em comparação, é evidente que o Bairro melhorou imenso, quer em termos físicos, com a renovação dos exteriores das habitações e dos espaços verdes, quer em termos do próprio ambiente e convivência entre moradores, que é agora muito mais harmonioso e baseado no respeito mútuo”.

O Presidente da Associação de Moradores afirmou ser importante lutar contra o preconceito que ainda persiste relativamente ao Bairro e que não tem qualquer adesão à realidade. “Ao contrário do que muitas pessoas pensam, esta é uma zona segura e onde se vive bem. Da nossa parte, fica o convite a todos os interessados para nos visitarem, tal como o Dr. Ricardo Rio está a fazer, e constatarem por si próprios que os preconceitos não têm qualquer fundamento”, garantiu.

CSI Braga - Cidade Sob Investigação

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CSI Braga - Cidade Sob Investigação pretende ser um evento de promoção do património bracarense e de consciencialização para a necessidade da sua preservação e valorização. Colocando o património da cidade de Braga sob investigação por parte de um conjunto de investigadores – os cidadãos – esta iniciativa põe os bracarenses a desvendar pormenores que fazem parte da história da cidade, contribuindo para que descubram as suas próprias raízes.