Tu, Presidente - Transportes Públicos

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Mais uma rúbrica "Eu, Presidente", desta vez dedicada aos Transportes Públicos de Braga, e mais uma ronda de respostas no Facebook, onde se incluem algumas bem interessantes. O esforço desta candidatura permanece idêntico: ouvir e receber contributos válidos para poderem ajudarem-nos a apresentar o melhor programa para a gestão do concelho de Braga nos próximos anos. Aqui ficam os contributos que recebemos. 

Ricardo Jorge Freitas É um tema bastante mais complexo do que se pensa! Primeiro porque é preciso fazer com que os Transportes Públicos sejam atrativos do ponto de vista prático e do preço. Em Braga é extremamente caro andar de autocarro e não tem muitas vantagens se comparado com o automóvel. Este ultimo, em Braga, tem sempre a prioridade quando se projecta o tráfego automóvel. Que tal um plano que dê prioridade aos pedestres, aos ciclistas, aos Transportes Públicos? Conheço um excelente exemplo que é Barcelona. Vivi lá nos últimos 5 anos e pegar no carro era algo que só fazia ao fim-de-semana para passear. 

Rui Feio de Azevedo Para além de terem sido sempre a grande bandeira eleitoral do PS em Braga, - sendo inclusivamente usados para acções de campanha - a verdade é que os TUB permitiram sobretudo dar qualidade de vida aos cidadãos das freguesias rurais que trabalham no eixo urbano e fazem a sua vida diária no centro. Eu diria que os TUB, até ao momento, só cumpriram os objectivos de mobilidade entre a cidade e as freguesias urbanas, contribuindo inclusivamente para a fixação saudável de população nessas freguesias localizadas fora do perímetro urbano. Se eu fosse presidente da Câmara de Braga, para além de manter e reforçar essa estratégia - que agora parece ser quebrada com a redução de autocarros e de linhas - , tudo faria para massificar o uso dos TUB também no eixo urbano, criando mais faixas BUS pela cidade e promovendo a aquisição de veículos eléctricos destinados especificamente à zona pedonal, com imposição do limite de velocidade de 10 Kms/h e a garantia das condições totais de segurança. À imagem do comboio da ACB que faz as delícias das crianças na altura do Natal, penso que seria possível estudar-se uma forma de levar transporte ao miolo urbano, de forma a também poder dinamizar-se o comércio tradicional. Poderia pensar-se, por exemplo, numa ligação da Senhora-a-Branca até ao Arco da Porta Nova e outra até ao Campo da Vinha, via Rua dos Capelistas. Por outro lado, e comungando a opinião já formulada por um cidadão, avaliaria a hipótese de fixar preços dos bilhetes mais apelativos que estimulassem o seu uso. É que, num autocarro de 52 lugares, valerá mais a pena ter uma média de 45 utentes por autocarro a 1,10 euros, do que 15 a 1,60 euros... Em conclusão, e dado que todas as grandes cidades europeias dispõem de transportes eficazes e seguros nos centros urbanos, não se percebe porque é que Braga ainda não encontrou uma fórmula de sucesso nesta área! 

Francisco Grilo O problema dos TUB é sobretudo da gestão horária, dos arruamentos e dos comportamentos dos utentes, estacionamentos, falta de linhas rápidas na malha urbana, circuitos demasiado longos e tortuosos e, sobretudo, da configuração da cidade e da forma como os autocarros têm de contornar o problema do eixo sul/norte, na Avenida 31 de Janeiro, que obriga todas as linhas de maior procura, entre a Estação e Gualtar, a ter de utilizar os eixos da Rua 25 de Abril, Largo da Senhora A Branca, Rua D. Pedro V, Rua de S. Victor e Rua Nova de Santa Cruz. A acessibilidade pelos TUB em Braga, resulta em quebras horárias demasiado longas, que não são compensadas por reforço ou linhas alternativas. Os horários e a diversidade de alternativas, não permite uma utilização continuada ou então exige uma grande paciência e, na maioria das vezes, compensa mais ir a pé!...

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Ricardo Rio visitou Clube de Golfe de Braga

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Golfe é argumento turístico a aproveitar 

Na ocasião em que Portugal celebrou o Dia do Golfe, Ricardo Rio assinalou a data com uma visita ao Clube de Golfe de Braga, que se localiza em Palmeira, participando no “Open Day” que este clube promoveu no seu Driving range nesta Freguesia de Braga. Manuel Filipe Lopes, Paulo Pimenta e Carlos Peixoto da Direcção do Clube e João Russel, Presidente da Junta de Freguesia da Palmeira, acompanharam a Delegação “Juntos por Braga” durante a iniciativa. 

Ricardo Rio salientou que esta foi uma oportunidade para conhecer de forma mais detalhada as preocupações da Direção do clube relativamente à evolução deste desporto no concelho. “Assumimos a nossa vontade de colaborar com o Clube de Golfe, no sentido de dotarmos a cidade de Braga de infra-estruturas para a prática deste desporto que possam funcionar como um elemento complementar à oferta turística já existente no concelho”, afirmou. 

O Clube de Golfe de Braga não dispõe de campo para a prática de modalidade, servindo apenas como clube formador de golfistas. “Os jogadores que formamos nas nossas instalações são obrigados a migrar para outros clubes de forma a darem seguimento ao seu crescimento, dada a inexistência de um campo no concelho”, lamentou Manuel Lopes, garantindo que o campo serviria como pólo para ligar as pessoas à cidade e ao próprio clube: “Essa é a nossa principal ambição e um objetivo pelo qual temos vindo a lutar e a fazer todos os esforços. Acreditamos que, a médio-prazo, o campo de golfe seja uma realidade”. 

Manuel Lopes enfatizou que, apesar das dificuldades económicas com que vivem, o Clube de Golfe de Braga é considerado um dos dez melhores clubes sem campo do país, tendo um número significativo de sócios residentes que levam a que seja possível “produzir” obra. “Em 2009, concluímos que era importante refrescar a cara a este espaço e fizemos obras de requalificação. Criamos estruturas próprias para o treino e, hoje em dia, podemos orgulhar-nos de ter tudo o que é necessário para se aprender a praticar a modalidade”, declarou, sublinhando que este tem sido um dos melhores cartões-de-visita do clube na cidade e no exterior: “Estas obras permitiram-nos atrair mais pessoas e fazer com que o golfe na nossa região tenha condições para singrar e ter pessoas à altura de competir a nível nacional e internacional”. 

Também Ricardo Rio se mostrou empenhado em colaborar no esforço que tem vindo a ser desenvolvido pelo Clube de Golfe para democratizar a prática do desporto em Braga. “Para isso ser conseguido, é necessária uma articulação da modalidade com o desporto escolar, desenvolver um conjunto de iniciativas de abertura à população com a colaboração da Autarquia e sobretudo a qualificação das infra-estruturas que são insuficientes para as necessidades dos muitos praticantes desta modalidade no nosso concelho”, disse. 

Por seu turno, Manuel Lopes assinalou a “extrema importância” de se estabelecer parcerias com as escolas. “Só apostando nos jovens é que teremos sucesso na divulgação da modalidade. Atualmente, temos um núcleo constituído que integra vários professores de educação física, e através desse núcleo queremos chegar às escolas e implementar o golfe como uma modalidade extracurricular. Da nossa parte, temos todo o interesse no desenvolvimento destas parcerias e estamos sempre recetivos a projeto nesse sentido que nos sejam apresentados”, reforçou.

Acessos necessitam de melhoramentos
A fraca qualidade dos acessos para o Clube de Golfe foi outro dos assuntos discutidos durante a visita. De acordo com Manuel Lopes, a dificuldade das pessoas em aceder ao clube prejudica imenso o seu funcionamento. “É urgente um melhoramento destes acessos, que afastam muita gente de visitar e frequentar as nossas instalações” assegurou. 

Ricardo Rio reconheceu o esforço que a Junta de Freguesia de Palmeira tem feito com o intuito de resolver esta situação, mas exigiu uma intervenção rápida da Câmara Municipal. “Apesar destes acessos terem vindo a ser paulatinamente melhorados pela Junta de Freguesia, a Câmara Municipal tem-se demitido de qualificar uma zona que acaba por ser um espaço de visita no concelho, o que é claramente uma estratégia errada do ponto de vista das opções municipais”, criticou. 

Conselho Estratégico Municipal para Braga

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Sabia que… 


Em Março de 2010 a coligação “Juntos Por Braga”, através do Prof. Carlos Bernardo, apresentou na Assembleia Municipal uma proposta de criação do Conselho Estratégico Municipal? Entre os vários objectivos propostos, considerava-se que seria uma “"um organismo capaz de pensar o futuro de Braga, prever a sua evolução e propor projectos e políticas estratégicas"”, apontando caminhos para o futuro a médio e longo prazo do concelho de Braga? O que fez o PS e a maioria no executivo no seguimento desta proposta? Nada, como quase sempre sucede quando não observam ganhos eleitorais imediatos. 

A proposta da criação do Conselho Estratégico Municipal previa um organismo capaz de pensar o futuro de Braga, prever a sua evolução e propor projectos e políticas estratégicas. Tal Conselho Estratégico teria como missão, o “estudo de problemas relacionados com as atribuições próprias da autarquia”, designadamente os seus planos de desenvolvimento económico a médio e longo prazo, a sua política de fixação de investimento externo e, sobretudo, a promoção dos seus bens e serviços em mercados externos. De facto, o modelo de crescimento de Braga baseado na expansão urbana esgotou-se, e a sua capacidade de crescimento endógeno chegou ao limite. Por isso, seria necessário repensar o perfil de especialização da sua oferta, orientando-a essencialmente para a procura externa. Estas seriam missões essenciais do Conselho Estratégico. Contudo, o Conselho teria também a missão de pensar em projectos que respondam a desafios críticos que só podem ser resolvidos a nível supra-municipal, e que por isso exigem coordenação com outras autarquias, como seja o da mobilidade. Teria também a missão de apresentar os seus estudos e propostas à Assembleia que os apreciaria e, se os aprovasse, passá-los-ia à vereação para eventual implementação. 

Esta proposta da coligação “Juntos Por Braga”, previa uma composição suprapartidária, com representantes de todos os partidos mas também personalidades da sociedade civil, pessoas com experiência de desenvolvimento regional e de prospectiva, dominando bem os indicadores que caracterizam a região e o país. Foi mais uma oportunidade perdida para o desenvolvimento estratégico de Braga.

Tomada de Posse da Juventude Popular de Braga

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Cerimónia de tomada de posse da Comissão Política Concelhia da Juventude Popular de Braga, que reconduziu Francisco Mota como líder, com excerto da intervenção de Ricardo Rio.

Ricardo Rio quer continuar a “dar asas às Andorinhas”

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Incluído num conjunto de contactos de auscultação dos diversos agentes que atuam na área social, Ricardo Rio reuniu com a Associação de Moradores do Bairro das Andorinhas, localizado na freguesia de São Vicente. Esta foi uma iniciativa que permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber a realidade que se vive na zona e os principais problemas com que os moradores têm de lidar no seu dia-a-dia. 

O candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga mostrou-se muito satisfeito com a evolução que o Bairro das Andorinhas tem registado, muito por força do trabalho de “dedicação inexcedível” que tem sido desenvolvido pela Associação de Moradores. “Esta visita permitiu-nos confirmar a perceção que já tínhamos de que este é um Bairro que tem tido, ao longo dos últimos anos, uma evolução exemplar e onde os problemas existentes são residuais”, sublinhou, garantindo que a Associação de Moradores - reativada há dez anos após um período de inatividade - é um verdadeiro aliado da Autarquia no acompanhamento da realidade local: “Com as múltiplas iniciativas que levam a cabo, sejam elas de carácter social, lúdico ou de apoio solidário, contribuem para que a qualidade de vida no bairro, em todos os domínios, seja crescente”. 

Rio enfatizou que hoje se pode “respirar tranquilidade e conforto” no Bairro das Andorinhas. “É, de facto, um bairro acolhedor e que serve de exemplo para outras zonas mais sensíveis do nosso território. O trabalho levado a cabo pela Associação de Moradores merece todo o carinho por parte da autarquia e, mais do que isso, todo o estímulo para ser replicado noutros locais também”, afirmou. 

Flávio Vieira, Presidente da Associação de Moradores, fez um balanço “extremamente positivo” do que têm sido estes dez anos de trabalho da Associação. “Combatemos o mau ambiente que existia no Bairro, conseguimos melhorar os espaços verdes, cortar o trânsito no interior do Bairro e impor novos hábitos para os habitantes”, destacou. Para Flávio Vieira, o panorama do Bairro não pode ser comparado com o que era no passado: “Em comparação, é evidente que o Bairro melhorou imenso, quer em termos físicos, com a renovação dos exteriores das habitações e dos espaços verdes, quer em termos do próprio ambiente e convivência entre moradores, que é agora muito mais harmonioso e baseado no respeito mútuo”.

O Presidente da Associação de Moradores afirmou ser importante lutar contra o preconceito que ainda persiste relativamente ao Bairro e que não tem qualquer adesão à realidade. “Ao contrário do que muitas pessoas pensam, esta é uma zona segura e onde se vive bem. Da nossa parte, fica o convite a todos os interessados para nos visitarem, tal como o Dr. Ricardo Rio está a fazer, e constatarem por si próprios que os preconceitos não têm qualquer fundamento”, garantiu.

CSI Braga - Cidade Sob Investigação

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CSI Braga - Cidade Sob Investigação pretende ser um evento de promoção do património bracarense e de consciencialização para a necessidade da sua preservação e valorização. Colocando o património da cidade de Braga sob investigação por parte de um conjunto de investigadores – os cidadãos – esta iniciativa põe os bracarenses a desvendar pormenores que fazem parte da história da cidade, contribuindo para que descubram as suas próprias raízes.


Visita à Edigma

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Braga tem condições para ser uma referência mundial a nível tecnológico

No seguimento de um ciclo de contactos com diversos agentes económicos do concelho, que têm como principal objetivo promover um clima de diálogo e proximidade com os mesmos, Ricardo Rio visitou a Edigma, uma empresa tecnológica que se dedica ao desenvolvimento de soluções e projetos interativos baseados em multitoque e reconhecimento gestual. Durante esta visita, o líder do “Juntos Por Braga” foi acompanhado por Miguel Fonseca e Miguel Oliveira, administradores da empresa. 

De acordo com Ricardo Rio, a Edigma é um excelente exemplo de uma empresa inovadora e que está na vanguarda do desenvolvimento tecnológico de Braga. “Este é um sector no qual tem de fazer uma aposta consistente e estrutural, promovendo uma ligação mais estreita entre a Universidade do Minho, os agentes empresariais e o próprio INL”, afirmou, salientando que é fundamental que exista também um reforço do espírito de colaboração entre as várias empresas do sector e entre as próprias empresas e a autarquia, para que a marca Braga se possa afirmar no ainda mais no exterior. 

“Esta área tecnológica tem condições para ser um fator de diferenciação competitiva do nosso concelho e de promoção de um novo paradigma de desenvolvimento no exterior. Se formos capazes de captar novos investimentos, vamos também conseguir criar novas empresas e consequentemente mais postos de trabalho e diminuir o desemprego, que é uma das grandes prioridades que temos para o futuro do nosso concelho”, enfatizou o candidato à Presidência da Câmara de Braga. 

Também Miguel Fonseca partilhou da opinião de Ricardo Rio, considerando mesmo que Braga pode ser uma “referência mundial” em termos tecnológicos: “Braga tem a possibilidade de ser considerada cada vez mais uma cidade tecnológica, e cabe a nós e à autarquia a responsabilidade de transformar Braga nesse sentido”. 

Para o administrador da Edigma, Braga tem um potencial enorme que não está a ser minimamente aproveitado. “Temos um potencial que é real, que já existe, e que precisa apenas de ser explorado. Existem imensas empresas tecnológicas em Braga, que são cada vez melhores. Há que criar um ecossistema à volta deste sector”, sublinhou, garantindo que a criação de um parque tecnológico na cidade seria a melhor solução: “Dessa forma, seriam mais fáceis as relações entre as diversas empresas e daí resultariam mais sinergias e negócios. E mais negócios é sinonimo de mais emprego, mais know-how e mais riqueza para a comunidade local”. 

Segundo Miguel Fonseca, é necessário que se perceba rapidamente que a cidade só pode ser uma referência a nível mundial se existir esse espirito de cooperação. “Sozinhos, valemos pouco. Mas todos juntos, certamente que podemos estabelecer um ambiente propício para nos desenvolvermos e puxarmos uns pelos outros. É aí que a Câmara Municipal tem de assumir um papel de facilitador, criando as condições para que as empresas possam trabalhar em conjunto”, disse. 

Sucesso alcançado com pessoas da Universidade do Minho 

Por outro lado, dentro do espectro de atuação da empresa, Ricardo Rio notou que alguns produtos produzidos pela Edigma podem ser adaptados à própria utilização municipal. “Seja do ponto de vista concelhio, seja do ponto de vista dos serviços municipais, o aproveitamento desta tecnologia pode ser um excelente investimento a realizar no futuro próximo pela autarquia, tanto para aproximar os serviços da câmara dos cidadãos como para alargar o leque de informações que são disponibilizadas a todos aqueles que nos visitam”, acredita. 

Por fim, Miguel Fonseca mostrou orgulho no facto da empresa ter crescimentos anuais que estão à volta dos 50% e de empregar já cerca de 50 pessoas. “Temos um produto diferenciador, trabalhamos no mercado mundial e vendemos para cerca de 100 países. E isto consegue-se com pessoas de Braga, saídas da Universidade do Minho e com muita vontade de vencer no mercado mundial”, finalizou.

Braga de lés-a-lés: São Victor

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Hoje lançamos aqui um novo desafio para aqueles que consideram mais interessante a gestão da proximidade face às questões do Município, percorrendo assim as diversas Freguesias do Concelho.
Tendo em conta que Firmino Marques cessará funções no próximo mês de Outubro, quais as prioridades que o próximo Presidente da Junta de Freguesia de São Victor deverá assumir? Que iniciativas deverá desenvolver?
 

Deixe aqui as suas respostas ou no Facebook.

Eu, Presidente

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Quais as alterações que sugere na gestão dos TUB? Que tipo de serviços considera que funcionam bem e quais os que são disfuncionais e prejudicam as pessoas? O que faria se fosse Presidente da Câmara Municipal de Braga neste sector vital para milhares de Bracarenses?

Deixe-nos as suas sugestões e contribua para o projecto que estamos a construir para Braga, que se deseja um esforço colectivo na procura de um concelho mais bem gerido e ao serviço dos seus cidadãos. 

Partilhe, Divulgue, acima de tudo, deixe-nos a sua opinião!

Santuário do Bom Jesus

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Sabia que...

Já em Julho de 2009, Ricardo Rio defendeu a existência de uma ampla parceria entre a Câmara Municipal de Braga e a Confraria do Bom de Jesus, com vista à prossecução de objectivos comuns na preservação do património natural e monumental, a melhoria de condições de fruição do Bom Jesus quer pelos Bracarenses, quer pelos milhares de turistas que o visitam e para a dinamização do espaço, com a organização de actividades lúdicas, culturais e desportivas. Mas infelizmente, passado quatro anos, pouco ou nada foi feito para aprofundar a relação entre estas duas instituições, no benefício do Bom Jesus, uma das imagens de Braga para o país e para o mundo. Ricardo Rio é também, desde o inicio, um entusiasta da candidatura do Santuário do Bom Jesus a Património da Humanidade. 

Essa posição surgiu em resposta ao repto lançado na época pelo Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, e pelo Cónego João Paulo Abreu, que aquando da apresentação de alguns projectos da Confraria, apelaram a um maior envolvimento dos Bracarenses no processo de requalificação do espaço eco-monumental, quer através do mecenato, quer através de um movimento social, que preserve a “mais célebre imagem turística de Braga”.

O líder da Coligação “Juntos por Braga” defendeu na época um maior envolvimento do executivo camarário na defesa e promoção do Bom Jesus de Braga. Segundo Ricardo Rio, o executivo poderia ser um parceiro na apresentação de candidaturas da Confraria, ou exercer a sua magistratura de influência junto dos Ministérios que tutelam estas  áreas.

O papel da Câmara Municipal seria também importante na sensibilização dos empresários da região, promovendo o mecenato de apoio ao esforço de recuperação do Bom Jesus.

Por outro lado, a Câmara teria todas as condições para, por exemplo, criar trilhos de manutenção ou de BTT na zona florestal, para promover iniciativas culturais  ou para criar um núcleo museológico em torno do singular parque infantil existente, apenas para citar alguns exemplos.

A resposta do executivo socialista foi dada mais tarde. Em visita do Eng.º Mesquita Machado ao local, o autarca assumiu a disponibilidade para colaborar com a Confraria, oferendo o que lhe “foi solicitado”: a pavimentação da zona de entrada do Bom Jesus, mediante a transferência da calçada da Rua da Infantaria nº8. Para o executivo socialista, com a sua falta de visão estratégica e uma manta curta de criatividade, o seu papel, no que ao Bom Jesus diz respeito, ficou comprido. E desde então, pouco ou nada se fez, da parte da autarquia, para valorizar este fantástico espaço da cidade, da região e do país. Espera-se que a UNESCO corresponda ao desejado por todos os Bracarenses e classifique o Santuário do Bom Jesus como Património da Humanidade, como realmente merece. 

Para Braga e para os Bracarenses, muito ficou por fazer...

Braga precisa, urgentemente, de um executivo diferente, que seja capaz de projectar Braga para o estatuto que merece... Braga como destino turístico de excelência, Braga como cidade que respeita e promove o seu património, Braga como uma cidade com vida e dinâmica...

Uma Braga de todos e para todos.. Por isso estamos, “Juntos por Braga”!!

Francisco Mota tomou posse como Presidente da Comissão Política Concelhia da JP de Braga

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“Bem-vindos à casa da melhor Juventude Partidária do CDS-PP no país, a JP de Braga”. Foi desta forma que Francisco Mota iniciou o seu discurso durante a cerimónia de tomada de posse da Comissão Política Concelhia da Juventude Popular de Braga, que se realizou na Quinta Abadia D`Este. Francisco Mota foi reconduzido como líder da JP de Braga e, nesta ocasião, fez questão de lembrar o prémio Adelino Amaro da Costa que a estrutura recebeu pela primeira vez no mês passado. “É uma distinção que nos enche de orgulho mas também de muita responsabilidade para o futuro. Trata-se de uma justa recompensa pelo trabalho incansável que toda esta equipa tem vindo a efetuar em prol da cidade”, garantiu. 

O líder da JP de Braga salientou que a estrutura está totalmente empenhada no apoio à candidatura de Ricardo Rio para a Presidência da Câmara Municipal de Braga. “Como sempre aconteceu, podes contar connosco para o que for preciso”, referiu, falando diretamente para o líder do “Juntos Por Braga”. “Sabemos que Ricardo Rio é o homem certo para voltar a colocar Braga no rumo do desenvolvimento e do progresso”, afirmou Francisco Mota, enfatizando que está convencido de que no próximo mês de Outubro a cidade vai iniciar a “onda de mudança” de que há muito está necessitada. 

Por seu turno, também Ricardo Rio destacou que o prémio conquistado pela JP de Braga é o reconhecimento de que valeu a pena todo o trabalho desenvolvido em benefício de Braga. “É o melhor testemunho do valor do trabalho que o Francisco Mota e toda a sua equipa estão a desenvolver em benefício de todos os Bracarenses”. 

Rio aproveitou a oportunidade para agradecer o valioso contributo da JP de Braga na concretização do projeto do “Juntos Por Braga”. “Ao longo destes anos em que lidero esta candidatura, tenho contado sempre uma enorme dedicação e entrega da JP neste projeto, e tem sido muito por força desse trabalho que conseguimos realizações que vão ao encontro das aspirações dos bracarenses”, afirmou. 

Para o candidato à Presidência da Câmara de Braga, é tempo de se olhar para o futuro e de se inverter o rumo que tem sido seguido na cidade - o que só poderá acontecer com uma vitória do “Juntos por Braga” nas próximas autárquicas. “A JP tem sido e será um aliado essencial nessa luta. É uma estrutura que tem acompanhado a realidade do concelho, sempre junto das instituições e dos cidadãos. E tem dado uma especial atenção às questões que mais diretamente dizem respeito aos jovens, como a inexistência do Conselho Municipal da Juventude ou o fracasso que constituiu a Capital Europeia da Juventude”, destacou. 

Tu, Presidente!

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Nesta última semana pedimos contributos sobre que tipo de apoios sociais deve prestar a Autarquia, nomeadamente quais os que deveriam ser garantidos pela Autarquia, que tipo de apoios deveriam ser dados directamente às famílias, ou às Instituições Particulares de Solidariedade Social. Mais uma vez recebemos respostas muito interessantes e pertinentes. 

As propostas que recebemos: 


 
Rui Milhão As desigualdades sociais e económicas constituem, indiscutivelmente, um dos principais desafios ao desenvolvimento e aos direitos humanos no nosso século, havendo uma consciencialização da necessidade de adequar e promover políticas inclusivas de combate à pobreza e à exclusão social. 

A Câmara Municipal de Braga, enquanto estrutura de poder local e por isso mais próxima dos cidadãos, tem que reconhecer o papel determinante da sociedade civil como mobilizadora de novas metodologias capazes de inverter os factores geradores de pobreza. O importante é, sem dúvida, a provisão social, incentivar processos de participação social, processos de inclusão e de respeito pela cidadania. 

A CMB tem que criar um novo modelo de inclusão social que aposte nas parcerias como meio para uma nova política social mais activa e atenta, tendo para isso que criar um Programa de Apoio à Acção Social, em obediência aos princípios de transparência, rigor e imparcialidade, composto por uma série de iniciativas. Seria fundamental que este Programa tivesse um: - Gabinete de Acção Social, que centra-se o seu trabalho na prestação de todo o tipo de apoios necessários para a reversão da situação de carência sócio-económica, habitacional, e de saúde, no sentido da promoção da qualidade de vida das famílias/pessoas que a ele recorrem. - Gabinete de Intervenção Psicológica, a vulnerabilidade em que os agregados familiares se poderão encontrar face a situações diversas, decorrentes da gestão diária das suas vivências familiares, de emprego, de saúde, habitacionais e sócio-económicas, podem conduzir a fragilidades em termos cognitivos, perante as quais impera uma adequada intervenção. Em suma, através da dinâmica deste gabinete, seriam criadas estratégias para a alteração de condutas/perspectivas da pessoa com a qual se está a intervir, de forma a promover o seu bem-estar psicológico e, consequentemente, o bem-estar de quem a rodeia.

Ainda no âmbito deste Programa de Apoio à Acção Social a CMB deveria apostar numa série de iniciativas ou sub-programas tais como: - Braga Ajuda Amiga - que teria como principais objetivos a satisfação das necessidades básicas das famílias, em situação de grave carência económica (nomeadamente a nível alimentar), a promoção de medidas de inclusão social destas famílias, através da articulação dos recursos locais, de forma a agilizar e qualificar novas respostas sociais. - Criar um Banco Local de Voluntariado. - Criação do Espaço Braga Família: O aumento flagrante de vítimas de violência doméstica, leva a uma maior consciencialização da necessidade de intervenção nesta área. Paralelamente, as consequências nefastas inerentes a esta temática, implicam que se desencadeiem acções ao nível do Município, no que se refere a medidas de prevenção primária, secundária e terciária. 

Neste contexto, implementar o Espaço “Braga Família”, nos Serviços de Acção Social da Câmara, através do qual técnicos trabalhassem no sentido da promoção da protecção das vítimas que a ele recorram, exercendo as suas funções sempre em estreita articulação com os diversos serviços responsáveis no âmbito da erradicação da situação de violência doméstica, seria uma enorme mais valia na Acção Social. - Criação do "clube Braga Idade Sénior", através do qual promovem-se, ciclicamente, actividades de lazer de carácter recreativo e cultural, no sentido de proporcionar momentos de bem-estar e melhoria da qualidade de vida dos menos jovens aderentes, possibilitando-lhes um dia diferente, mais dinâmico e aprazível.





Rui Feio de Azevedo A concessão de apoios do foro social às famílias e às IPSS's depende obviamente da disponibilidade financeira da autarquia, pelo que, em primeira instância, preocupar-me-ia em garantir um fundo considerável destinado ao efeito, com a contribuição das empresas e dos mecenas da região. Depois, essas preocupações iriam centrar-se na satisfação das necessidades básicas das famílias carenciadas, de modo a poder garantir-se, entre outros objectivos, habitação social e o acesso à educação dos jovens carenciados com o apoio da autarquia. Esse papel de intervenção social poderia também ser dividido com as IPSS's, fruto de acordos efectivos de cooperação com o Município bracarense.

Ordenamento do Território e Desenvolvimento das Cidades em debate

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Afirmação do poder local é fundamental para o crescimento sustentável das regiões 


Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, e Assunção Cristas, Vice-Presidente do CDS-PP, foram os oradores numa conferência subordinada ao tema “Ordenamento do Território/Desenvolvimento das Cidades”. A iniciativa realizou-se no Hotel Mercure - cujo auditório encheu por completo - e teve uma participação muito ativa do público, que ao longo da sessão levantou várias questões aos oradores. Assunção Cristas aproveitou ainda a visita a Braga para subscrever a candidatura de inscrição do Bom Jesus do Monte na Lista de Património Mundial.

Durante a sua intervenção, Ricardo Rio enfatizou que, nas atuais circunstâncias, é fundamental que exista uma afirmação crescente de um poder local “dinâmico” e capaz de concretizar os “anseios” dos cidadãos. “As dificuldades de gestão da administração central fazem com que a tendência natural seja o reforço da capacitação e das competências do poder local, com um maior equilíbrio na distribuição de recursos entre o que é gerido centralmente e localmente”, afirmou. 

Para o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, prevalece ainda uma lógica de centralização nas decisões e na atribuição de recursos em termos de investimentos que tem de ser rapidamente corrigida. “Essa é uma realidade que necessita de ser alterada, sob pena de se colocar em causa a capacidade de intervenção de cada uma das cidades e até o potencial de desenvolvimento de todo o território”, alertou, salientando que a lei das finanças locais não é capaz de estimular a “capacidade empreendedora e o espirito de iniciativa” das autarquias locais, de as “responsabilizar pela positiva” e também de permitir que não sejam tão dependentes de “estratégias erróneas” do ponto de vista do desenvolvimento local. 

Nesse mesmo sentido, Assunção Cristas notou que é importante ter-se bem presente a ideia de que o desenvolvimento “tem de nascer da base para o topo e não o contrário”. “É verdade que somos nós que temos as ferramentas legislativas e financeiras, mas estas têm de ser suficientemente desenhadas para irem ao encontro de uma amplitude diferente de situações, para um território que é diverso e muito diferente. Só dessa forma é que faz sentido o investimento e este se torna produtivo”. 

A Vice-Presidente do CDS-PP salientou que as redes e as parcerias que se estabelecem nas diversas regiões do país têm uma geometria necessariamente variável e que não cabe ao governo impor um modelo ou dizer como os fundos devem ser aplicados. “Queremos que as várias regiões tenham a liberdade para se organizarem da forma como melhor entenderem. O mais importante é deixarmos que as oportunidades sejam aproveitadas pelas diferentes zonas do país”, referiu, notando que quando os autarcas lhe perguntam o que pode fazer por uma qualquer zona do país, a sua resposta é invariavelmente a mesma: “Faremos aquilo que vocês forem capazes de fazer”.

Assunção Cristas lamentou ainda que, no passado, os investimentos não tenham tido o critério desejável, com muito dinheiro a ser gasto em projetos incapazes de se tornarem uma “âncora reprodutivo” dessas mesmas verbas. “E os portugueses perguntam-se: que emprego sustentável esse investimento criou? Que riqueza fundada criou para as regiões e populações? Que pessoas conseguiu atrair? A sensação que fica é que alguma coisa terá falhado, porque o investimento foi grande e o crescimento que esse investimento poderia potenciar nunca chegou a acontecer”, assegurou, garantindo que os erros do passado nãose podem repetir e que este é o momento para se fazer melhor e diferente. 


Estímulo da atividade económica é “prioridade das prioridades 

O líder do “Juntos Por Braga” expressou também o desejo de tornar a cidade mais competitiva e de apostar no estímulo da atividade económica, que considerou a “prioridade das prioridades”. “Seja por uma questão de geração e aproveitamento de recursos, seja pelo combate ao desemprego – que é um enorme flagelo social -, seja pela capacidade de fixação das populações e atratividade desses mesmos recursos, é essencial que Braga possa ser competitiva do ponto de vista económico”, garantiu, salientando que para atingir esse desígnio é fundamental uma ligação mais forte com a Universidade e com as associações empresariais e comerciais, assim como um reforço do investimento em termos de espaços de incubação de empresas e de captação de investimentos. 

Por fim, Rio chamou a atenção para o facto de Braga necessitar urgentemente de um conjunto de estratégias de crescimento que valorizem os seus focos de competitividade - e que nunca teve durante os anos de governação do executivo socialista da câmara. “Está na altura de recomeçar. A cidade cresceu sem saber para onde ia e sem saber como se poderia tornar mais rica, aproveitando os recursos que ia gerando. Temos de começar por definir uma visão da governação municipal a longo prazo e com objetivos claros e mensuráveis”, afirmou, criticando o facto de a autarquia continuar a esbanjar recursos de forma irresponsável e muito pouco rigorosa: “Não se pode gastar oito milhões de euros numa piscina olímpica que não sai da estrutura e que não serve absolutamente ninguém, ao mesmo tempo que se deixa fugir uma valência capaz de atrair enorme riqueza turística como era a Bracalândia. Isto releva o desnorte e a incapacidade da Câmara Municipal em gerir racionalmente os recursos que tem ao seu dispor”.

Apoios ao sector cultural e financiamento do GNRation

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Em conferência de imprensa, Ricardo Rio criticou a ausência de uma estratégia na atribuição de apoios para o sector cultural e lamentou a falta de abertura da Câmara Municipal em discutir o modelo de gestão do GNRation com os vários agentes.

Manuais Escolares para o 1º Ciclo do Ensino Básico

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Sabia que...

Ricardo Rio e os Vereadores da coligação “Juntos Por Braga” apresentaram em Junho de 2011 uma proposta ao Executivo Municipal para generalizar a oferta dos Manuais Escolares a todos os alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico, a exemplo do que sucede noutros concelhos? A maioria socialista reprovou essa proposta, pois, segundo Mesquita Machado, a Câmara não deve ajudar os ricos. Por isso, se hoje não recebe os Manuais Escolares gratuitamente é porque é rico de acordo com os padrões do Partido Socialista de Braga. Este é um compromisso assumido por Ricardo Rio com os Bracarenses e que será cumprido caso seja eleito Presidente da Câmara.

Ricardo Rio defendeu na época que a distribuição gratuita dos Manuais Escolares do 1º Ciclo era (e será) um compromisso claro da Autarquia com esta área da Educação e um apoio relevante para muitos milhares de famílias de Bracarenses que têm que suportar este encargo no início de cada ano lectivo.

Mais a mais, considerando que esses auxílios económicos da Autarquia apenas cobrem hoje as famílias que têm acesso aos primeiros dois escalões do abono de família, será caso para perguntar se uma família com um rendimento anual superior a 6.000 Euros já não precisa deste tipo de apoio.

Recorde-se que esta é já uma prática generalizada em muitas Câmaras Municipais do País (como as nossas vizinhas Póvoa de Lanhoso, Vila Nova de Famalicão e Barcelos - onde foi adoptada pelo Executivo Socialista) e até por Juntas de Freguesia, como acontece em Crespos, Braga.

Em muitas dessas Autarquias, esses apoios são conjugados com a atribuição de Bolsas de Estudo aos diferentes graus de ensino (o que não acontece em Braga) e com a disponibilização de outros materiais, como os hoje bastante disseminados "Manuais digitais" (pen drives com os livros e fichas de actividades para desenvolver na sala de aula ou em casa).

Sobre este aspecto, foi elucidativa a resposta do Presidente da Câmara e da Vereadora da Educação quanto à recusa de oferta desses Manuais Digitais: "- Em Braga não faz sentido porque não dispomos de quadros interactivos..."