Eu, Presidente

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Quais as alterações que sugere na gestão dos TUB? Que tipo de serviços considera que funcionam bem e quais os que são disfuncionais e prejudicam as pessoas? O que faria se fosse Presidente da Câmara Municipal de Braga neste sector vital para milhares de Bracarenses?

Deixe-nos as suas sugestões e contribua para o projecto que estamos a construir para Braga, que se deseja um esforço colectivo na procura de um concelho mais bem gerido e ao serviço dos seus cidadãos. 

Partilhe, Divulgue, acima de tudo, deixe-nos a sua opinião!

Santuário do Bom Jesus

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Sabia que...

Já em Julho de 2009, Ricardo Rio defendeu a existência de uma ampla parceria entre a Câmara Municipal de Braga e a Confraria do Bom de Jesus, com vista à prossecução de objectivos comuns na preservação do património natural e monumental, a melhoria de condições de fruição do Bom Jesus quer pelos Bracarenses, quer pelos milhares de turistas que o visitam e para a dinamização do espaço, com a organização de actividades lúdicas, culturais e desportivas. Mas infelizmente, passado quatro anos, pouco ou nada foi feito para aprofundar a relação entre estas duas instituições, no benefício do Bom Jesus, uma das imagens de Braga para o país e para o mundo. Ricardo Rio é também, desde o inicio, um entusiasta da candidatura do Santuário do Bom Jesus a Património da Humanidade. 

Essa posição surgiu em resposta ao repto lançado na época pelo Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, e pelo Cónego João Paulo Abreu, que aquando da apresentação de alguns projectos da Confraria, apelaram a um maior envolvimento dos Bracarenses no processo de requalificação do espaço eco-monumental, quer através do mecenato, quer através de um movimento social, que preserve a “mais célebre imagem turística de Braga”.

O líder da Coligação “Juntos por Braga” defendeu na época um maior envolvimento do executivo camarário na defesa e promoção do Bom Jesus de Braga. Segundo Ricardo Rio, o executivo poderia ser um parceiro na apresentação de candidaturas da Confraria, ou exercer a sua magistratura de influência junto dos Ministérios que tutelam estas  áreas.

O papel da Câmara Municipal seria também importante na sensibilização dos empresários da região, promovendo o mecenato de apoio ao esforço de recuperação do Bom Jesus.

Por outro lado, a Câmara teria todas as condições para, por exemplo, criar trilhos de manutenção ou de BTT na zona florestal, para promover iniciativas culturais  ou para criar um núcleo museológico em torno do singular parque infantil existente, apenas para citar alguns exemplos.

A resposta do executivo socialista foi dada mais tarde. Em visita do Eng.º Mesquita Machado ao local, o autarca assumiu a disponibilidade para colaborar com a Confraria, oferendo o que lhe “foi solicitado”: a pavimentação da zona de entrada do Bom Jesus, mediante a transferência da calçada da Rua da Infantaria nº8. Para o executivo socialista, com a sua falta de visão estratégica e uma manta curta de criatividade, o seu papel, no que ao Bom Jesus diz respeito, ficou comprido. E desde então, pouco ou nada se fez, da parte da autarquia, para valorizar este fantástico espaço da cidade, da região e do país. Espera-se que a UNESCO corresponda ao desejado por todos os Bracarenses e classifique o Santuário do Bom Jesus como Património da Humanidade, como realmente merece. 

Para Braga e para os Bracarenses, muito ficou por fazer...

Braga precisa, urgentemente, de um executivo diferente, que seja capaz de projectar Braga para o estatuto que merece... Braga como destino turístico de excelência, Braga como cidade que respeita e promove o seu património, Braga como uma cidade com vida e dinâmica...

Uma Braga de todos e para todos.. Por isso estamos, “Juntos por Braga”!!

Francisco Mota tomou posse como Presidente da Comissão Política Concelhia da JP de Braga

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“Bem-vindos à casa da melhor Juventude Partidária do CDS-PP no país, a JP de Braga”. Foi desta forma que Francisco Mota iniciou o seu discurso durante a cerimónia de tomada de posse da Comissão Política Concelhia da Juventude Popular de Braga, que se realizou na Quinta Abadia D`Este. Francisco Mota foi reconduzido como líder da JP de Braga e, nesta ocasião, fez questão de lembrar o prémio Adelino Amaro da Costa que a estrutura recebeu pela primeira vez no mês passado. “É uma distinção que nos enche de orgulho mas também de muita responsabilidade para o futuro. Trata-se de uma justa recompensa pelo trabalho incansável que toda esta equipa tem vindo a efetuar em prol da cidade”, garantiu. 

O líder da JP de Braga salientou que a estrutura está totalmente empenhada no apoio à candidatura de Ricardo Rio para a Presidência da Câmara Municipal de Braga. “Como sempre aconteceu, podes contar connosco para o que for preciso”, referiu, falando diretamente para o líder do “Juntos Por Braga”. “Sabemos que Ricardo Rio é o homem certo para voltar a colocar Braga no rumo do desenvolvimento e do progresso”, afirmou Francisco Mota, enfatizando que está convencido de que no próximo mês de Outubro a cidade vai iniciar a “onda de mudança” de que há muito está necessitada. 

Por seu turno, também Ricardo Rio destacou que o prémio conquistado pela JP de Braga é o reconhecimento de que valeu a pena todo o trabalho desenvolvido em benefício de Braga. “É o melhor testemunho do valor do trabalho que o Francisco Mota e toda a sua equipa estão a desenvolver em benefício de todos os Bracarenses”. 

Rio aproveitou a oportunidade para agradecer o valioso contributo da JP de Braga na concretização do projeto do “Juntos Por Braga”. “Ao longo destes anos em que lidero esta candidatura, tenho contado sempre uma enorme dedicação e entrega da JP neste projeto, e tem sido muito por força desse trabalho que conseguimos realizações que vão ao encontro das aspirações dos bracarenses”, afirmou. 

Para o candidato à Presidência da Câmara de Braga, é tempo de se olhar para o futuro e de se inverter o rumo que tem sido seguido na cidade - o que só poderá acontecer com uma vitória do “Juntos por Braga” nas próximas autárquicas. “A JP tem sido e será um aliado essencial nessa luta. É uma estrutura que tem acompanhado a realidade do concelho, sempre junto das instituições e dos cidadãos. E tem dado uma especial atenção às questões que mais diretamente dizem respeito aos jovens, como a inexistência do Conselho Municipal da Juventude ou o fracasso que constituiu a Capital Europeia da Juventude”, destacou. 

Tu, Presidente!

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Nesta última semana pedimos contributos sobre que tipo de apoios sociais deve prestar a Autarquia, nomeadamente quais os que deveriam ser garantidos pela Autarquia, que tipo de apoios deveriam ser dados directamente às famílias, ou às Instituições Particulares de Solidariedade Social. Mais uma vez recebemos respostas muito interessantes e pertinentes. 

As propostas que recebemos: 


 
Rui Milhão As desigualdades sociais e económicas constituem, indiscutivelmente, um dos principais desafios ao desenvolvimento e aos direitos humanos no nosso século, havendo uma consciencialização da necessidade de adequar e promover políticas inclusivas de combate à pobreza e à exclusão social. 

A Câmara Municipal de Braga, enquanto estrutura de poder local e por isso mais próxima dos cidadãos, tem que reconhecer o papel determinante da sociedade civil como mobilizadora de novas metodologias capazes de inverter os factores geradores de pobreza. O importante é, sem dúvida, a provisão social, incentivar processos de participação social, processos de inclusão e de respeito pela cidadania. 

A CMB tem que criar um novo modelo de inclusão social que aposte nas parcerias como meio para uma nova política social mais activa e atenta, tendo para isso que criar um Programa de Apoio à Acção Social, em obediência aos princípios de transparência, rigor e imparcialidade, composto por uma série de iniciativas. Seria fundamental que este Programa tivesse um: - Gabinete de Acção Social, que centra-se o seu trabalho na prestação de todo o tipo de apoios necessários para a reversão da situação de carência sócio-económica, habitacional, e de saúde, no sentido da promoção da qualidade de vida das famílias/pessoas que a ele recorrem. - Gabinete de Intervenção Psicológica, a vulnerabilidade em que os agregados familiares se poderão encontrar face a situações diversas, decorrentes da gestão diária das suas vivências familiares, de emprego, de saúde, habitacionais e sócio-económicas, podem conduzir a fragilidades em termos cognitivos, perante as quais impera uma adequada intervenção. Em suma, através da dinâmica deste gabinete, seriam criadas estratégias para a alteração de condutas/perspectivas da pessoa com a qual se está a intervir, de forma a promover o seu bem-estar psicológico e, consequentemente, o bem-estar de quem a rodeia.

Ainda no âmbito deste Programa de Apoio à Acção Social a CMB deveria apostar numa série de iniciativas ou sub-programas tais como: - Braga Ajuda Amiga - que teria como principais objetivos a satisfação das necessidades básicas das famílias, em situação de grave carência económica (nomeadamente a nível alimentar), a promoção de medidas de inclusão social destas famílias, através da articulação dos recursos locais, de forma a agilizar e qualificar novas respostas sociais. - Criar um Banco Local de Voluntariado. - Criação do Espaço Braga Família: O aumento flagrante de vítimas de violência doméstica, leva a uma maior consciencialização da necessidade de intervenção nesta área. Paralelamente, as consequências nefastas inerentes a esta temática, implicam que se desencadeiem acções ao nível do Município, no que se refere a medidas de prevenção primária, secundária e terciária. 

Neste contexto, implementar o Espaço “Braga Família”, nos Serviços de Acção Social da Câmara, através do qual técnicos trabalhassem no sentido da promoção da protecção das vítimas que a ele recorram, exercendo as suas funções sempre em estreita articulação com os diversos serviços responsáveis no âmbito da erradicação da situação de violência doméstica, seria uma enorme mais valia na Acção Social. - Criação do "clube Braga Idade Sénior", através do qual promovem-se, ciclicamente, actividades de lazer de carácter recreativo e cultural, no sentido de proporcionar momentos de bem-estar e melhoria da qualidade de vida dos menos jovens aderentes, possibilitando-lhes um dia diferente, mais dinâmico e aprazível.





Rui Feio de Azevedo A concessão de apoios do foro social às famílias e às IPSS's depende obviamente da disponibilidade financeira da autarquia, pelo que, em primeira instância, preocupar-me-ia em garantir um fundo considerável destinado ao efeito, com a contribuição das empresas e dos mecenas da região. Depois, essas preocupações iriam centrar-se na satisfação das necessidades básicas das famílias carenciadas, de modo a poder garantir-se, entre outros objectivos, habitação social e o acesso à educação dos jovens carenciados com o apoio da autarquia. Esse papel de intervenção social poderia também ser dividido com as IPSS's, fruto de acordos efectivos de cooperação com o Município bracarense.

Ordenamento do Território e Desenvolvimento das Cidades em debate

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Afirmação do poder local é fundamental para o crescimento sustentável das regiões 


Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, e Assunção Cristas, Vice-Presidente do CDS-PP, foram os oradores numa conferência subordinada ao tema “Ordenamento do Território/Desenvolvimento das Cidades”. A iniciativa realizou-se no Hotel Mercure - cujo auditório encheu por completo - e teve uma participação muito ativa do público, que ao longo da sessão levantou várias questões aos oradores. Assunção Cristas aproveitou ainda a visita a Braga para subscrever a candidatura de inscrição do Bom Jesus do Monte na Lista de Património Mundial.

Durante a sua intervenção, Ricardo Rio enfatizou que, nas atuais circunstâncias, é fundamental que exista uma afirmação crescente de um poder local “dinâmico” e capaz de concretizar os “anseios” dos cidadãos. “As dificuldades de gestão da administração central fazem com que a tendência natural seja o reforço da capacitação e das competências do poder local, com um maior equilíbrio na distribuição de recursos entre o que é gerido centralmente e localmente”, afirmou. 

Para o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, prevalece ainda uma lógica de centralização nas decisões e na atribuição de recursos em termos de investimentos que tem de ser rapidamente corrigida. “Essa é uma realidade que necessita de ser alterada, sob pena de se colocar em causa a capacidade de intervenção de cada uma das cidades e até o potencial de desenvolvimento de todo o território”, alertou, salientando que a lei das finanças locais não é capaz de estimular a “capacidade empreendedora e o espirito de iniciativa” das autarquias locais, de as “responsabilizar pela positiva” e também de permitir que não sejam tão dependentes de “estratégias erróneas” do ponto de vista do desenvolvimento local. 

Nesse mesmo sentido, Assunção Cristas notou que é importante ter-se bem presente a ideia de que o desenvolvimento “tem de nascer da base para o topo e não o contrário”. “É verdade que somos nós que temos as ferramentas legislativas e financeiras, mas estas têm de ser suficientemente desenhadas para irem ao encontro de uma amplitude diferente de situações, para um território que é diverso e muito diferente. Só dessa forma é que faz sentido o investimento e este se torna produtivo”. 

A Vice-Presidente do CDS-PP salientou que as redes e as parcerias que se estabelecem nas diversas regiões do país têm uma geometria necessariamente variável e que não cabe ao governo impor um modelo ou dizer como os fundos devem ser aplicados. “Queremos que as várias regiões tenham a liberdade para se organizarem da forma como melhor entenderem. O mais importante é deixarmos que as oportunidades sejam aproveitadas pelas diferentes zonas do país”, referiu, notando que quando os autarcas lhe perguntam o que pode fazer por uma qualquer zona do país, a sua resposta é invariavelmente a mesma: “Faremos aquilo que vocês forem capazes de fazer”.

Assunção Cristas lamentou ainda que, no passado, os investimentos não tenham tido o critério desejável, com muito dinheiro a ser gasto em projetos incapazes de se tornarem uma “âncora reprodutivo” dessas mesmas verbas. “E os portugueses perguntam-se: que emprego sustentável esse investimento criou? Que riqueza fundada criou para as regiões e populações? Que pessoas conseguiu atrair? A sensação que fica é que alguma coisa terá falhado, porque o investimento foi grande e o crescimento que esse investimento poderia potenciar nunca chegou a acontecer”, assegurou, garantindo que os erros do passado nãose podem repetir e que este é o momento para se fazer melhor e diferente. 


Estímulo da atividade económica é “prioridade das prioridades 

O líder do “Juntos Por Braga” expressou também o desejo de tornar a cidade mais competitiva e de apostar no estímulo da atividade económica, que considerou a “prioridade das prioridades”. “Seja por uma questão de geração e aproveitamento de recursos, seja pelo combate ao desemprego – que é um enorme flagelo social -, seja pela capacidade de fixação das populações e atratividade desses mesmos recursos, é essencial que Braga possa ser competitiva do ponto de vista económico”, garantiu, salientando que para atingir esse desígnio é fundamental uma ligação mais forte com a Universidade e com as associações empresariais e comerciais, assim como um reforço do investimento em termos de espaços de incubação de empresas e de captação de investimentos. 

Por fim, Rio chamou a atenção para o facto de Braga necessitar urgentemente de um conjunto de estratégias de crescimento que valorizem os seus focos de competitividade - e que nunca teve durante os anos de governação do executivo socialista da câmara. “Está na altura de recomeçar. A cidade cresceu sem saber para onde ia e sem saber como se poderia tornar mais rica, aproveitando os recursos que ia gerando. Temos de começar por definir uma visão da governação municipal a longo prazo e com objetivos claros e mensuráveis”, afirmou, criticando o facto de a autarquia continuar a esbanjar recursos de forma irresponsável e muito pouco rigorosa: “Não se pode gastar oito milhões de euros numa piscina olímpica que não sai da estrutura e que não serve absolutamente ninguém, ao mesmo tempo que se deixa fugir uma valência capaz de atrair enorme riqueza turística como era a Bracalândia. Isto releva o desnorte e a incapacidade da Câmara Municipal em gerir racionalmente os recursos que tem ao seu dispor”.

Apoios ao sector cultural e financiamento do GNRation

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Em conferência de imprensa, Ricardo Rio criticou a ausência de uma estratégia na atribuição de apoios para o sector cultural e lamentou a falta de abertura da Câmara Municipal em discutir o modelo de gestão do GNRation com os vários agentes.

Manuais Escolares para o 1º Ciclo do Ensino Básico

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Sabia que...

Ricardo Rio e os Vereadores da coligação “Juntos Por Braga” apresentaram em Junho de 2011 uma proposta ao Executivo Municipal para generalizar a oferta dos Manuais Escolares a todos os alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico, a exemplo do que sucede noutros concelhos? A maioria socialista reprovou essa proposta, pois, segundo Mesquita Machado, a Câmara não deve ajudar os ricos. Por isso, se hoje não recebe os Manuais Escolares gratuitamente é porque é rico de acordo com os padrões do Partido Socialista de Braga. Este é um compromisso assumido por Ricardo Rio com os Bracarenses e que será cumprido caso seja eleito Presidente da Câmara.

Ricardo Rio defendeu na época que a distribuição gratuita dos Manuais Escolares do 1º Ciclo era (e será) um compromisso claro da Autarquia com esta área da Educação e um apoio relevante para muitos milhares de famílias de Bracarenses que têm que suportar este encargo no início de cada ano lectivo.

Mais a mais, considerando que esses auxílios económicos da Autarquia apenas cobrem hoje as famílias que têm acesso aos primeiros dois escalões do abono de família, será caso para perguntar se uma família com um rendimento anual superior a 6.000 Euros já não precisa deste tipo de apoio.

Recorde-se que esta é já uma prática generalizada em muitas Câmaras Municipais do País (como as nossas vizinhas Póvoa de Lanhoso, Vila Nova de Famalicão e Barcelos - onde foi adoptada pelo Executivo Socialista) e até por Juntas de Freguesia, como acontece em Crespos, Braga.

Em muitas dessas Autarquias, esses apoios são conjugados com a atribuição de Bolsas de Estudo aos diferentes graus de ensino (o que não acontece em Braga) e com a disponibilização de outros materiais, como os hoje bastante disseminados "Manuais digitais" (pen drives com os livros e fichas de actividades para desenvolver na sala de aula ou em casa).

Sobre este aspecto, foi elucidativa a resposta do Presidente da Câmara e da Vereadora da Educação quanto à recusa de oferta desses Manuais Digitais: "- Em Braga não faz sentido porque não dispomos de quadros interactivos..."

Eu, Presidente

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Esta semana debruçamo-nos sobre que tipo de apoios sociais deve prestar a autarquia. O país vive uma situação de emergência nacional e, infelizmente, são muitos os que passam por graves problemas de ordem financeira. As autarquias não podem resolver o problema por si, mas podem contribuir imenso para o atenuar, ajudando as famílias e as pessoas que mais precisam.

Se fosse Presidente da CM de Braga, quais os apoios sociais que considera que deveriam ser garantidos pela Autarquia? Que tipo de apoios deveriam ser dados directamente às famílias, ou às Instituições Particulares de Solidariedade Social? 

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Braga necessita de uma revolução em termos de estratégia turística

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A Juventude Social-democrata e a Juventude Popular, sob a égide do “Juntos Por Braga”, realizaram uma Conferência subordinada ao tema “Oportunidades de desenvolvimento turístico para Braga”.

O debate realizou-se no auditório do Hotel S. Vicente - que encheu por completo - e teve como oradores Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, Luís Ferreira, Especialista em Planeamento Estratégico em Turismo, Carmen Prado, ex- Secretária General para o Turismo da Xunta de Galicia, e Agostinho Peixoto, Presidente da Associação de Profissionais de Turismo de Portugal. 

Durante a sua intervenção, Ricardo Rio garantiu que, neste ciclo de conferências que os “Juntos Por Braga” têm vindo a organizar, viu confirmada a sua perceção de que Braga necessita de uma revolução em matéria de turismo. “Precisamos, acima de tudo, de uma verdadeira revolução na estratégia turística, que é praticamente inexistente. É fundamental termos a noção de que, enquanto mais-valia económica, o turismo é um fator essencial para o futuro de Braga”, afirmou. 

O líder do “Juntos Por Braga” lembrou que, na atual conjuntura económica, com a crescente dificuldade de criação de novos atrativos em termos de emprego e de fixação de recursos, o turismo tem todas as condições para ser uma grande mais-valia e até a principal solução em termos de desenvolvimento económico da nossa cidade. “Mas para que isso aconteça é preciso começar pelo princípio, o que implica dar condições de atratibilidade turística à cidade. Isso só acontece dando boas condições de qualidade de vida aos habitantes da cidade”, lembrou Rio, recordando que primeiro é crucial dar uma melhor Braga aos Bracarenses, para que aqueles que nos visitam sintam essa melhor cidade e a desejem visitar. 

O candidato à Presidência da Câmara de Braga afirmou que é preciso que a autarquia aposte em diversas áreas, como a qualificação ambiental, a dinamização cultural, a valorização e fruição do património ou a mobilidade e acessibilidade ao centro em termos de transporte. “O turismo é algo que é transversal a todas a políticas municipais. Braga tem de saber olhar para os seus recursos endógenos e temos múltiplos atrativos que dão um imenso valor turístico a Braga - a qualidade da gastronomia, o valor do nosso património monumental e da nossa história, a interação entre o mundo rural e o mundo urbano e toda a componente ligada ao turismo religioso ou até ao turismo de negócio de que agora tanto se fala”. 

Ricardo Rio enfatizou que é fundamental também que a cidade tenha uma estratégia que permita desenvolver atividades de animação, e nesse sentido lembrou um conjunto de eventos que são já fonte de atração turística. “A Semana Santa, o S. João ou a Rampa da Falperra são ótimos exemplos. Mas é preciso que, em conjunto com estas iniciativas pontuais, exista uma animação e atividade constante que seja capaz de atrair turistas ao centro da cidade”, realçou. 

Por fim, o autarca do “Juntos Por Braga” referiu a questão da promoção como fator crucial para o sucesso. “A Câmara Municipal tem tido uma atitude demissionária e incompetente na promoção turística no exterior. Os agentes políticos têm de ser os agentes facilitadores dessa mesma promoção e, dessa forma, agregar os agentes para promover as capacidades turísticas da cidade. Isso não está a acontecer atualmente”, criticou, terminando com um sinal de esperança para o futuro: “Isto só se resolve passando da inquietação à indignação, e da indignação à ação. Todos os que estão aqui presentes, e muitos outros Bracarenses que não se revêm nas políticas deste executivo, são os agentes de mudança que vão permitir alterar esta situação”. 


Ligação à Galiza é fundamental 

Carmen Prado, ex- Secretária General para o Turismo da Xunta de Galicia, falou da necessidade de colaboração entre Portugal, e em especial o Norte do país, e a Galiza, assim como das diversas áreas em que é possível concretizar essa parceria. “A cooperação e a valorização das nossas vantagens comuns e a procura de soluções criativas e inovadoras é o caminho para melhorar a conjuntura atual. O esforço partilhado sempre é mais fácil de suportar”, afirmou, salientado que Braga terá fieis aliados turísticos do outro lado da fronteira. 

Por seu turno, Luís Ferreira, Especialista em Planeamento Estratégico em Turismo, falou da importância da concretização dos planos estratégicos. “O plano estratégico é para ser implementado e não para ficar bem na prateleira do Gabinete do Presidente da Câmara. É importante ser consequente, e isso passo por perceber o impacto do turismo no destino”; afirmou, garantindo que, para que isso aconteça, é importante ter-se consciência das transformações, dinâmicas, prosperidade, iniciativas e impactos do turismo na comunidade local. 

Por fim, Agostinho Peixoto, Presidente da Associação de Profissionais de Turismo de Portugal, enfatizou a importância de se perceber o turismo de uma forma transversal. “Tudo é turismo, e é muito importante que este seja um conceito que esteja bem presente para os nossos políticos, Precisamos de uma cidade limpa e seguro, transitável, organizada, etc. Tudo isto é turismo e tudo isto conta”, realçou.  

Tu, Presidente

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Há uma semana convidámos os nossos seguidores no Facebook a assumir o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Braga por um dia, dando a oportunidade de se apresentarem propostas para a promoção turístico do concelho.

Recebemos respostas muito interessantes e pertinentes, que certamente levaremos em conta na elaboração do nosso projecto para Braga. Também devido a esse objectivo, vamos colocar aqui semanalmente as respostas que formos recebendo. Amanhã será lançado outro tema para discussão.

Entretanto, ficam aqui as propostas que recebemos: 

Marina Lemos: Em relação às políticas actuais mudaria o presidente actual, era a maior ajuda que poderia dar a Braga e trocava-o pelo Ricardo Rio. Espero que num futuro próximo seja isso que venha a acontecer...Quanto ao resto, Braga em si precisa de mais atenção, e não mais cimento. 

Glória Ferreira: Promoveria mais Tibães, S. Frutuoso, Sete Fontes, Fonte do Ídolo e outras zonas emblemáticas da cidade. Promoveria mais a Semana Santa noutros países que não apenas os europeus e reavivaria as tradições Joaninas! 

Luís Sancho: na minha opinião, Braga deve capitalizar a sua história e a sua localização. O Turismo Religioso deve ser uma das grandes apostas, em íntima colaboração com a Arquidiocese, fazendo valer: 
1) a antiguidade da Igreja Bracarense; 
2) o enorme património religioso histórico edificado e não só (por exemplo, Braga tem um rito eucarístico próprio, algo quase único na igreja ocidental); 
3) o enorme património cultural da Arquidiocese, da Universidade do Minho, da Universidade Católica e da autarquia bracarense é imenso e deve ser conhecido e divulgado 
4) a localização quase a «meio-caminho» entre Santiago de Compostela (200Km) e Fátima (250Km), 
5) boas acessibilidades, a menos de 50Km dum dos principais aeroportos nacionais e a 30 Km do único Parque Nacional. 
Assim, algumas sugestões mais concretas, sem nenhuma ordem: 
- colaborar com a Confraria do Bom Jesus para declarar o Santuário como Património da Humanidade; pensar em algo semelhante para o Sameiro. 
- colaborar com a Arquidiocese na potenciação das solenidades da Semana Santa; 
- criar roteiros (em papel e/ou digitais) com percursos pedestres pelo centro e não só, com explicações mais ou menos elaboradas dos locais e sua história, em parceria com instituições credíveis 
- criar um serviço de «guias turísticos» voluntários ou ao abrigo de programas do IPJ que, nos tempos altos de turismo estejam em pontos estratégicos para explicar aos turistas (em tempos, existiu o "Scout Tourist Service" em Braga na Semana Santa e no Verão, organizado pelos Escuteiros de Braga) 
- mais "tabuletas" informativas em locais de interesse 
- construção dum percurso pedestre seguro (e não berma de estrada) entre os pontos do «Triângulo Turístico» 
- declaração de zona protegida do «Triângulo Turístico» o mais abrangente possível, impedindo novas construções na encosta Norte dos montes abrangidos. 
- investimento em publicidade nos mercados alvo (parcerias CMB-Arquidiocese-Associação Comercial - outros) 
- concursos de embelezamento das áreas centrais áreas comerciais e residenciais); 
- recriar, reavivar ou encenar cerimoniais e tradições que efetivamente fazem parte da história bracarenses; 
- incentivar congressos sobre a história de Braga em colaboração com a UM, a UCP e os museus bracarenses 
- rever a posição de Braga no Turismo de Viver Portugal
- criar um bilhete que dê para várias instituições museológicas 
- tornar a chegada a Braga mais 'amigável' colocando um mini-posto de turismo na estação de comboios, e na central de camionagem colocar indicações para o posto de turismo. 
- facilitar a criação de hotéis para os vários leques etários ou económicos, principalmente os dois extremos (turismo sénior e de jovens adultos) 
- urbanização (zoning) duma área de diversão noturna sem residentes que sejam incomodados. 
- apoiar o associativismo, especialmente aquele que traz estrangeiros a Braga; 
- chamar as associações de jovens a dinamizarem programas de animação na cidade; 
- na medida do possível, incentivar a constituição de Associações de Moradores e/ou Comerciantes com a finalidade específica (sem prejuízo das demais previstas na lei) do embelezamento de zonas determinadas 
- delinear, marcar e divulgar itinerários de peregrinação (Santiago, Fátima, São Bentinho, Sameiro, Peneda, etc.), de preferência em colaboração com outras autarquias e mesmo com outras instituições como Confrarias, Associações de Amigos, etc. 
Parece-me que, a nível de turismo, precisamos fundamentalmente de criar sinergias entre os vários parceiros interessados e a CMB poderá assumir um papel charneira nisso e de ideias. 
O outro grande trunfo histórico de Braga é a sua herança romana, mas acho que o atual presidente da CMB fez tanto para destruir a enorme herança nos seus primeiros anos (a «urbanização» da colina de Maximinos, por exemplo) que agora pouco mais se consegue do que aquelas fantochadas da «feira romana», só para não ser medieval... 

Ricardo Rio comemorou Dia Internacional da Mulher com Autarcas do “Juntos Por Braga”

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Como forma de comemorar o Dia Internacional da Mulher, que se celebrou no dia 8 de Março, Ricardo Rio almoçou com diversas eleitas do “Juntos Por Braga” para os diversos órgãos locais (Assembleia Municipal, Câmara Municipal, Assembleias de Freguesia e Juntas de Freguesia).

Esta iniciativa foi uma oportunidade para promover o convívio e a boa disposição e, numa vertente mais séria, para realçar a importância crescente das mulheres na sociedade e na política. “É com grande satisfação e orgulho que me vejo rodeado de tantas mulheres com responsabilidades políticas activas e que têm uma palavra a dizer quanto aos destinos do nosso Concelho. É sinal de que estamos a caminhar no sentido certo”, afirmou Rio. 

O líder do “Juntos Por Braga” salientou que, na luta pela igualdade plena das mulheres na sociedade, há sempre mais alguma coisa a fazer. “Apesar de termos evoluído imenso, é possível fazer mais e melhor. Da nossa parte, sempre lutamos pelo princípio da igualdade de oportunidades e vocês são o melhor exemplo disso”, referiu, falando directamente às mulheres presentes no almoço. 

Rio recordou que os “Juntos Por Braga” candidataram em 2009 cerca de 3 centenas de mulheres aos diversos órgãos autárquicos, incluindo quatro candidatas à Presidência de Juntas de Freguesia (em Lamas, Morreira, Passos S. Julião e Dume). Destas, cerca de uma centena foi eleita para os vários órgãos locais, encontrando-se em funções e em cargos de grande responsabilidade. 

“O nosso critério de escolha sempre foi a qualidade das pessoas para servirem a população Bracarense, independentemente de serem homens ou mulheres. É uma questão de justiça a que a recente lei apenas acrescentou condicionantes matemáticas na respectiva ordenação nas listas”, garantiu. 

A concluir, Rio deixou um agradecimento a todas as mulheres presentes pelo trabalho fantástico que têm efectuado nos diversos cargos que ocupam. “Vocês são, sem sombra de dúvida, uma das principais razões para o sucesso do trabalho que temos vindo a desenvolver”, enfatizou Rio, que salientou ainda que as mulheres acrescentam elementos fundamentais à gestão das Autarquias, “pelo seu bom senso, pela sua capacidade de trabalho, pela sua criatividade e pela especial sensibilidade”. 

Por seu turno, as eleitas do “Juntos Por Braga” agradeceram a iniciativa e comprometeram-se a continuar a desenvolver um trabalho meritório em prol do progresso da cidade. “Agradecemos os elogios e queremos, no futuro, assumir um papel ainda mais determinante na política Bracarense, contribuindo para envolver cada vez mais mulheres no projecto de mudança liderado pelo Dr. Ricardo Rio”, garantiram. 

“Este é o momento ideal para nos lembrarmos que a luta pela igualdade é uma luta que não se esgota. Ao longo do tempo, as mulheres têm dado inúmeras provas de que são capazes de trabalhar de forma igual ou melhor do que os homens, e é esse valor que queremos ver reconhecido. E se é verdade que os progressos nesta área são imensos, também não deixa de ser verdade que, em questões como o desemprego, a precariedade, a remuneração salarial ou a exclusão, ainda existe alguma discriminação”, concluíram.

Ricardo Rio visitou Agrupamento de Lamaçães

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Integração do Jardim-de-infância na Escola Primária é uma prioridade

No seguimento de um conjunto de encontros com agentes da área educativa - e que têm por objetivo incentivar a aproximação às comunidades escolares, perceber as suas dinâmicas, os seus projetos e as suas necessidades em cada momento -, Ricardo Rio visitou diversas Escolas que fazem parte do Agrupamento de Lamaçães. João Dantas, Diretor do Agrupamento, acompanhou Rio durante a iniciativa. 

O líder do “Juntos Por Braga” realçou o trabalho pedagógico “muito positivo” que está a ser desenvolvido por toda a comunidade educativa em Lamaçães, em especial no que se refere à inclusão social e educativa de cidadãos com necessidades especiais. “Este Agrupamento desenvolve um esforço notável para integrar essa população e dar-lhe todas as condições para poderem obter sucesso escolar”, salientou. 

Rio destacou que também ao nível da interação com a comunidade em que está inserido o Agrupamento de Lamaçães tem efetuado um “excelente trabalho”: “Prova disso são os sucessos desportivos que estes alunos obtêm e que têm abrilhantado a nossa cidade, lançando vários jovens para a prática competitiva ao mais alto nível em diversas modalidades, mas em especial no badminton e voleibol”. 

Por outro lado, o candidato à Presidência da Câmara de Braga notou as realidades muito distintas entre si que encontrou durante a visita às várias escolas do Agrupamento. “Deparamo-nos com situações que merecem uma intervenção por parte do município, sendo o mais evidente e urgente de todos o projeto de requalificação da escola EB1 do Bairro Duarte Pacheco”, afirmou, enfatizando que os “Juntos Por Braga” vão apoiar a pretensão do Agrupamento de reinstalar nessa escola o Jardim-de-Infância atualmente localizado no complexo Bracara Augusta e que não dispõe das melhores condições para as crianças. 

“Vamos apoiar o projeto da instalação de três novas salas na Escola EB1 para concretizar essa mudança, de maneira a que se possa dotar o Jardim-de-Infância de melhores condições de funcionamento e criar algumas sinergias com a população que frequenta o 1º ciclo”, garantiu Rio, que lembrou que também neste contexto são dadas respostas essências às necessidades da população de surdos não só do concelho, mas de todo o distrito de Braga. 

João Dantas, Diretor do Agrupamento, afirmou que o projeto de requalificação já está na Câmara Municipal, que se terá mesmo comprometido a ceder um espaço contíguo na Escola do Bairro Duarte Pacheco para instalação do novo espaço do Jardim-de-Infância Bracara Augusta. “Agora, é preciso que todos estes planos saiam do papel e efetivamente se concretizem. Da nossa parte, continuamos a aguardar tranquilos, porque o compromisso existe, e esperamos que, para bem das crianças, em breve esta questão seja desbloqueado e se possa resolver”, disse, ao mesmo tempo que pediu à Câmara Municipal uma atitude de maior abertura e diálogo. 

Segundo João Dantas, após a conclusão dessas obras, o Agrupamento terá conseguido reunir todas as condições de satisfação para a comunidade. “ Obviamente que há sempre coisas a melhorar, mas acho que após a integração do Jardim-de-Infância na Escola EB1, esta comunidade educativa poder-se-á orgulhar de ter os seus filhos num Agrupamento que lhes garante condições para atingir o sucesso e para, no futuro, integrarem o nosso tecido social com prazer e satisfação”, afiançou. 

A concluir a visita, Ricardo Rio esteve no novo centro escolar de Lamaçães, um equipamento que, na sua ótica, é extremamente positivo e que tem prestado um serviço relevante à comunidade. No entanto, deixou alguns reparos: “Este centro apenas tem duas salas de Jardim-de-infância, ao invés das três que seriam desejáveis e que permitiriam precisamente cobrir os três anos. O enquadramento urbanístico também não é o mais desejável para um equipamento desta natureza”, notou Rio, que apesar destes fatores considerou que a escola reúne ótimas condições para os alunos que a frequentam. 

Ricardo Rio exige mais informação para os cidadãos

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Tendo em conta os sucessivos atropelos administrativos e formais, a incoerência entre diferentes peças produzidas pela Autarquia e a desconformidade destas com a realidade no terreno, Ricardo Rio exigiu hoje de manhã em Conferência de Imprensa a revogação do Despacho do Presidente da Câmara Municipal de 1/07/2003 que viabilizava a instalação de parquímetros em 90 ruas do centro da cidade e a produção de nova deliberação de que constem exclusivamente as ruas em que os mesmo já estão instalados. 

Pode obter mais informações sobre esta e outras matérias relevantes relativas a este processo no vídeo disponibilizado pela TV Minho: 


Desta tomada de posição, resultou a proposta a submeter à próxima reunião do Executivo Municipal abaixo apresentada:


PROPOSTA 

Considerando que:
i) Por Despacho do Presidente da Câmara Municipal de Braga de 1 de Julho de 2003 (depois vertido para o Edital 144/2003) se abre a possibilidade de instalação de parquímetros em cerca de 90 artérias desta cidade, através da mera publicitação de tal decisão por parte da Autarquia;

ii) Apesar de tal prorrogativa, a Autarquia restringiu até ao início deste ano, e numa lógica de bom senso e de defesa do interesse público, a instalação de parquímetros a um leque restrito de artérias do centro da cidade, de matriz predominantemente comercial;

iii) Na sequência da errónea decisão de concessão a privados da gestão das zonas de estacionamento pago, entendeu também a maioria socialista do Executivo Municipal proceder o alargamento das zonas de estacionamento de duração limitada num conjunto de 27 artérias listadas no Edital nº 11/2013;

iv) Pese embora as sucessivas correcções ao Regulamento em vigor, não é possível hoje identificar de forma clara quais são as zonas efectivamente abrangidas pela colocação de parquímetros, prejudicando significativamente a transparência da gestão municipal e a defesa do interesse e do acesso à informação pelos cidadãos;

v) A consulta do Regulamento e respectivos anexos induzem os cidadãos numa clara confusão, na medida em que omitem ruas que já estavam abrangidas por parquímetros e incluem ruas hoje de natureza pedonal, o que atesta da falta de rigor da elaboração de tais documentos, muito por força da reacção à pressão pública sobre esta matéria;

vi) Os Bracarenses têm o direito de saber, de forma clara e objetiva, em que zonas da cidade é obrigatório pagar o estacionamento à superfície, e compete à Câmara Municipal de Braga fornecer essa informação aos munícipes de forma directa e acessível para todos;

vii) É necessário clarificar rapidamente quais as intenções da Autarquia, no presente e no futuro, relativamente ao alargamento das zonas de estacionamento pago, que a Câmara ainda está legitimada a efetuar segundo o Despacho de 1 de Julho de 2003,


Submete-se à apreciação do Executivo da Câmara Municipal de Braga, reunido em sessão ordinária, a 14 de Março de 2012, as seguintes propostas. Deve a Câmara Municipal de Braga proceder:

a) à revogação imediata do Despacho do Senhor Presidente de Câmara, do dia 1 de Julho de 2003, posteriormente vertido para o Edital nº 144/2003;

b) à elaboração de uma nova deliberação do Executivo Municipal em que sejam efectivamente especificadas quais as artérias abrangidas pelo regulamento de estacionamento pago à superfície e onde podem ser instalados parquímetros;

c) à publicitação legal da deliberação referida na alínea anterior, com indicação expressa de que o mesmo substitui todos os editais anteriores.

Braga, 7 de Março de 2013
Os Vereadores eleitos pelo PSD e pelo CDS-PP

Reunião com D. Jorge Ortiga

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Ricardo Rio reuniu com o Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, numa reunião que teve como objetivo promover o estreitamento dos laços e uma lógica de colaboração com a Diocese. Durante o encontro, Ricardo Rio reafirmou que a Câmara Municipal de Braga nunca pode estar contra a igreja.

Ricardo Rio reuniu com Arcebispo Primaz

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Câmara Municipal de Braga nunca pode estar contra a Igreja 

Num esforço no sentido de promover o diálogo, o estreitamento dos laços e uma lógica de colaboração entre aquelas que os “Juntos Por Braga” consideram que são duas das instituições mais relevantes e decisivas no contexto da comunidade Bracarense - a Arquidiocese e a Câmara Municipal -, Ricardo Rio reuniu com o Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga.

Durante a reunião, Ricardo Rio salientou essa mesma necessidade de uma relação e de uma colaboração mais próxima com a Arquidiocese como forma de dar resposta às necessidades da população. “Braga tem tudo ganhar se a autarquia se empenhar em desenvolver iniciativas e projetos conjuntos com a Arquidiocese, uma instituição incontornável na cidade. A Câmara nunca pode estar contra a Igreja - tal como nunca pode estar contra a Universidade ou contra as associações empresariais -, porque só numa lógica de subsidiariedade e de parceria é que podemos desenvolver projetos que sirvam o bem comum”, salientou Rio. 

Também D. Jorge Ortiga se mostrou agradado com esta possibilidade de manter um diálogo aberto e livre com os “Juntos Por Braga”. “É sempre um prazer encontrar-me com pessoas que procuram interessar-se, preocupar-se e empenhar-se com o bem comum. Não tenho qualquer receio de me encontrar com as diversas entidades partidárias, pois só através do diálogo é que seremos capazes de encontrar os melhores caminhos para nós e para o povo”, transmitiu, considerando um “dever” esta atitude de partilha, colaboração e presença na vida social 

“Esta é uma postura que prezo muito e que estimo, de diálogo e nunca de imposição, nunca de alguém que se sente senhor da verdade, mas que tem a alegria de poder partilhar as suas inquietações, os seus sonhos e projetos. Isto é, o que de melhor gostaria de ver implementado na nossa cidade”, assegurou o Arcebispo Primaz, que se mostrou totalmente disponível para ouvir e dar sugestões relativamente aos assuntos que possam interessar aos Bracarenses. 


Turismo religioso e valorização do património são apostas essenciais 

O líder do “Juntos Por Braga” aproveitou o encontro para reafirmar a urgência de implementação de uma outra dinâmica do ponto de vista da aposta turística e em particular da promoção do turismo religioso, que pode tornar-se um “fantástico cartão-de-visita” da cidade no exterior. “Braga tem um património religiosos inestimável, que não tem sido devidamente utilizado e do qual a cidade não retira grandes benefícios em termos de capacidade de promoção e atratividade do turismo religioso e patrimonial internacional”, criticou, enfatizando que essa aposta no turismo religioso pode ser determinante para o impulso económico de Braga e, consequentemente, para a criação de postos de trabalho, combatendo aquele que é um dos grandes flagelos do concelho, o desemprego. 

Ainda nesse âmbito, Rio destacou o potencial da esfera artesanal que em Braga tem uma “vasta tradição”: “O domínio da arte sacra pode também ser valorizado e gerar aqui uma nova dinâmica económica em torno desta arte e ofício”. 

A nível social, Ricardo Rio destacou a necessidade de se reforçar as respostas que já hoje estão a ser desenvolvidas no terreno por parte das várias instituições ligadas à Igreja. “No atual contexto de grandes dificuldades sociais e económicas, é premente fortalecer as competências dessas instituições ligadas à Igreja, que têm efetuado um trabalho fantástico para mitigar as carências de muitas pessoas”, expôs, salientando que cabe ao executivo municipal a responsabilidade de apoiar estes projetos no contexto da rede social do concelho. 

Nesse mesmo sentido, D. Jorge Ortiga mostrou-se muito preocupado tanto com o desemprego como com o aumento dos casos de carência em Braga, destacando que este é o momento de fazer convergir intenções e vontades para que as pessoas possam viver melhor. “A Igreja tem feito o seu trabalho na área social, mas pode e quer fazer muito mais. Assim, vamos continuar, com o objetivo de criar condições de vida mais dignas para todos e não apenas para alguns”, afirmou o Arcebispo, que apelidou a igreja de “advogado” dos mais pobres e necessitados. 

Por fim, também no domínio cultural Ricardo Rio considerou que as várias instituições que contendem com a Diocese, e neste caso concreto a própria Universidade Católica, podem ajudar a criar uma outra dinâmica na cidade. “É essencial dar continuidade à organização de ventos que em ligação à Igreja, ao património, à música e ao conhecimento venham reforçar a dinâmica cultural de Braga”. 

A reunião encerrou com o líder do “Juntos Por Braga” a oferecer uma lembrança a D. Jorge Ortiga por ocasião do seu aniversário.