Eu, Presidente

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Esta semana debruçamo-nos sobre que tipo de apoios sociais deve prestar a autarquia. O país vive uma situação de emergência nacional e, infelizmente, são muitos os que passam por graves problemas de ordem financeira. As autarquias não podem resolver o problema por si, mas podem contribuir imenso para o atenuar, ajudando as famílias e as pessoas que mais precisam.

Se fosse Presidente da CM de Braga, quais os apoios sociais que considera que deveriam ser garantidos pela Autarquia? Que tipo de apoios deveriam ser dados directamente às famílias, ou às Instituições Particulares de Solidariedade Social? 

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Braga necessita de uma revolução em termos de estratégia turística

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A Juventude Social-democrata e a Juventude Popular, sob a égide do “Juntos Por Braga”, realizaram uma Conferência subordinada ao tema “Oportunidades de desenvolvimento turístico para Braga”.

O debate realizou-se no auditório do Hotel S. Vicente - que encheu por completo - e teve como oradores Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, Luís Ferreira, Especialista em Planeamento Estratégico em Turismo, Carmen Prado, ex- Secretária General para o Turismo da Xunta de Galicia, e Agostinho Peixoto, Presidente da Associação de Profissionais de Turismo de Portugal. 

Durante a sua intervenção, Ricardo Rio garantiu que, neste ciclo de conferências que os “Juntos Por Braga” têm vindo a organizar, viu confirmada a sua perceção de que Braga necessita de uma revolução em matéria de turismo. “Precisamos, acima de tudo, de uma verdadeira revolução na estratégia turística, que é praticamente inexistente. É fundamental termos a noção de que, enquanto mais-valia económica, o turismo é um fator essencial para o futuro de Braga”, afirmou. 

O líder do “Juntos Por Braga” lembrou que, na atual conjuntura económica, com a crescente dificuldade de criação de novos atrativos em termos de emprego e de fixação de recursos, o turismo tem todas as condições para ser uma grande mais-valia e até a principal solução em termos de desenvolvimento económico da nossa cidade. “Mas para que isso aconteça é preciso começar pelo princípio, o que implica dar condições de atratibilidade turística à cidade. Isso só acontece dando boas condições de qualidade de vida aos habitantes da cidade”, lembrou Rio, recordando que primeiro é crucial dar uma melhor Braga aos Bracarenses, para que aqueles que nos visitam sintam essa melhor cidade e a desejem visitar. 

O candidato à Presidência da Câmara de Braga afirmou que é preciso que a autarquia aposte em diversas áreas, como a qualificação ambiental, a dinamização cultural, a valorização e fruição do património ou a mobilidade e acessibilidade ao centro em termos de transporte. “O turismo é algo que é transversal a todas a políticas municipais. Braga tem de saber olhar para os seus recursos endógenos e temos múltiplos atrativos que dão um imenso valor turístico a Braga - a qualidade da gastronomia, o valor do nosso património monumental e da nossa história, a interação entre o mundo rural e o mundo urbano e toda a componente ligada ao turismo religioso ou até ao turismo de negócio de que agora tanto se fala”. 

Ricardo Rio enfatizou que é fundamental também que a cidade tenha uma estratégia que permita desenvolver atividades de animação, e nesse sentido lembrou um conjunto de eventos que são já fonte de atração turística. “A Semana Santa, o S. João ou a Rampa da Falperra são ótimos exemplos. Mas é preciso que, em conjunto com estas iniciativas pontuais, exista uma animação e atividade constante que seja capaz de atrair turistas ao centro da cidade”, realçou. 

Por fim, o autarca do “Juntos Por Braga” referiu a questão da promoção como fator crucial para o sucesso. “A Câmara Municipal tem tido uma atitude demissionária e incompetente na promoção turística no exterior. Os agentes políticos têm de ser os agentes facilitadores dessa mesma promoção e, dessa forma, agregar os agentes para promover as capacidades turísticas da cidade. Isso não está a acontecer atualmente”, criticou, terminando com um sinal de esperança para o futuro: “Isto só se resolve passando da inquietação à indignação, e da indignação à ação. Todos os que estão aqui presentes, e muitos outros Bracarenses que não se revêm nas políticas deste executivo, são os agentes de mudança que vão permitir alterar esta situação”. 


Ligação à Galiza é fundamental 

Carmen Prado, ex- Secretária General para o Turismo da Xunta de Galicia, falou da necessidade de colaboração entre Portugal, e em especial o Norte do país, e a Galiza, assim como das diversas áreas em que é possível concretizar essa parceria. “A cooperação e a valorização das nossas vantagens comuns e a procura de soluções criativas e inovadoras é o caminho para melhorar a conjuntura atual. O esforço partilhado sempre é mais fácil de suportar”, afirmou, salientado que Braga terá fieis aliados turísticos do outro lado da fronteira. 

Por seu turno, Luís Ferreira, Especialista em Planeamento Estratégico em Turismo, falou da importância da concretização dos planos estratégicos. “O plano estratégico é para ser implementado e não para ficar bem na prateleira do Gabinete do Presidente da Câmara. É importante ser consequente, e isso passo por perceber o impacto do turismo no destino”; afirmou, garantindo que, para que isso aconteça, é importante ter-se consciência das transformações, dinâmicas, prosperidade, iniciativas e impactos do turismo na comunidade local. 

Por fim, Agostinho Peixoto, Presidente da Associação de Profissionais de Turismo de Portugal, enfatizou a importância de se perceber o turismo de uma forma transversal. “Tudo é turismo, e é muito importante que este seja um conceito que esteja bem presente para os nossos políticos, Precisamos de uma cidade limpa e seguro, transitável, organizada, etc. Tudo isto é turismo e tudo isto conta”, realçou.  

Tu, Presidente

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Há uma semana convidámos os nossos seguidores no Facebook a assumir o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Braga por um dia, dando a oportunidade de se apresentarem propostas para a promoção turístico do concelho.

Recebemos respostas muito interessantes e pertinentes, que certamente levaremos em conta na elaboração do nosso projecto para Braga. Também devido a esse objectivo, vamos colocar aqui semanalmente as respostas que formos recebendo. Amanhã será lançado outro tema para discussão.

Entretanto, ficam aqui as propostas que recebemos: 

Marina Lemos: Em relação às políticas actuais mudaria o presidente actual, era a maior ajuda que poderia dar a Braga e trocava-o pelo Ricardo Rio. Espero que num futuro próximo seja isso que venha a acontecer...Quanto ao resto, Braga em si precisa de mais atenção, e não mais cimento. 

Glória Ferreira: Promoveria mais Tibães, S. Frutuoso, Sete Fontes, Fonte do Ídolo e outras zonas emblemáticas da cidade. Promoveria mais a Semana Santa noutros países que não apenas os europeus e reavivaria as tradições Joaninas! 

Luís Sancho: na minha opinião, Braga deve capitalizar a sua história e a sua localização. O Turismo Religioso deve ser uma das grandes apostas, em íntima colaboração com a Arquidiocese, fazendo valer: 
1) a antiguidade da Igreja Bracarense; 
2) o enorme património religioso histórico edificado e não só (por exemplo, Braga tem um rito eucarístico próprio, algo quase único na igreja ocidental); 
3) o enorme património cultural da Arquidiocese, da Universidade do Minho, da Universidade Católica e da autarquia bracarense é imenso e deve ser conhecido e divulgado 
4) a localização quase a «meio-caminho» entre Santiago de Compostela (200Km) e Fátima (250Km), 
5) boas acessibilidades, a menos de 50Km dum dos principais aeroportos nacionais e a 30 Km do único Parque Nacional. 
Assim, algumas sugestões mais concretas, sem nenhuma ordem: 
- colaborar com a Confraria do Bom Jesus para declarar o Santuário como Património da Humanidade; pensar em algo semelhante para o Sameiro. 
- colaborar com a Arquidiocese na potenciação das solenidades da Semana Santa; 
- criar roteiros (em papel e/ou digitais) com percursos pedestres pelo centro e não só, com explicações mais ou menos elaboradas dos locais e sua história, em parceria com instituições credíveis 
- criar um serviço de «guias turísticos» voluntários ou ao abrigo de programas do IPJ que, nos tempos altos de turismo estejam em pontos estratégicos para explicar aos turistas (em tempos, existiu o "Scout Tourist Service" em Braga na Semana Santa e no Verão, organizado pelos Escuteiros de Braga) 
- mais "tabuletas" informativas em locais de interesse 
- construção dum percurso pedestre seguro (e não berma de estrada) entre os pontos do «Triângulo Turístico» 
- declaração de zona protegida do «Triângulo Turístico» o mais abrangente possível, impedindo novas construções na encosta Norte dos montes abrangidos. 
- investimento em publicidade nos mercados alvo (parcerias CMB-Arquidiocese-Associação Comercial - outros) 
- concursos de embelezamento das áreas centrais áreas comerciais e residenciais); 
- recriar, reavivar ou encenar cerimoniais e tradições que efetivamente fazem parte da história bracarenses; 
- incentivar congressos sobre a história de Braga em colaboração com a UM, a UCP e os museus bracarenses 
- rever a posição de Braga no Turismo de Viver Portugal
- criar um bilhete que dê para várias instituições museológicas 
- tornar a chegada a Braga mais 'amigável' colocando um mini-posto de turismo na estação de comboios, e na central de camionagem colocar indicações para o posto de turismo. 
- facilitar a criação de hotéis para os vários leques etários ou económicos, principalmente os dois extremos (turismo sénior e de jovens adultos) 
- urbanização (zoning) duma área de diversão noturna sem residentes que sejam incomodados. 
- apoiar o associativismo, especialmente aquele que traz estrangeiros a Braga; 
- chamar as associações de jovens a dinamizarem programas de animação na cidade; 
- na medida do possível, incentivar a constituição de Associações de Moradores e/ou Comerciantes com a finalidade específica (sem prejuízo das demais previstas na lei) do embelezamento de zonas determinadas 
- delinear, marcar e divulgar itinerários de peregrinação (Santiago, Fátima, São Bentinho, Sameiro, Peneda, etc.), de preferência em colaboração com outras autarquias e mesmo com outras instituições como Confrarias, Associações de Amigos, etc. 
Parece-me que, a nível de turismo, precisamos fundamentalmente de criar sinergias entre os vários parceiros interessados e a CMB poderá assumir um papel charneira nisso e de ideias. 
O outro grande trunfo histórico de Braga é a sua herança romana, mas acho que o atual presidente da CMB fez tanto para destruir a enorme herança nos seus primeiros anos (a «urbanização» da colina de Maximinos, por exemplo) que agora pouco mais se consegue do que aquelas fantochadas da «feira romana», só para não ser medieval... 

Ricardo Rio comemorou Dia Internacional da Mulher com Autarcas do “Juntos Por Braga”

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Como forma de comemorar o Dia Internacional da Mulher, que se celebrou no dia 8 de Março, Ricardo Rio almoçou com diversas eleitas do “Juntos Por Braga” para os diversos órgãos locais (Assembleia Municipal, Câmara Municipal, Assembleias de Freguesia e Juntas de Freguesia).

Esta iniciativa foi uma oportunidade para promover o convívio e a boa disposição e, numa vertente mais séria, para realçar a importância crescente das mulheres na sociedade e na política. “É com grande satisfação e orgulho que me vejo rodeado de tantas mulheres com responsabilidades políticas activas e que têm uma palavra a dizer quanto aos destinos do nosso Concelho. É sinal de que estamos a caminhar no sentido certo”, afirmou Rio. 

O líder do “Juntos Por Braga” salientou que, na luta pela igualdade plena das mulheres na sociedade, há sempre mais alguma coisa a fazer. “Apesar de termos evoluído imenso, é possível fazer mais e melhor. Da nossa parte, sempre lutamos pelo princípio da igualdade de oportunidades e vocês são o melhor exemplo disso”, referiu, falando directamente às mulheres presentes no almoço. 

Rio recordou que os “Juntos Por Braga” candidataram em 2009 cerca de 3 centenas de mulheres aos diversos órgãos autárquicos, incluindo quatro candidatas à Presidência de Juntas de Freguesia (em Lamas, Morreira, Passos S. Julião e Dume). Destas, cerca de uma centena foi eleita para os vários órgãos locais, encontrando-se em funções e em cargos de grande responsabilidade. 

“O nosso critério de escolha sempre foi a qualidade das pessoas para servirem a população Bracarense, independentemente de serem homens ou mulheres. É uma questão de justiça a que a recente lei apenas acrescentou condicionantes matemáticas na respectiva ordenação nas listas”, garantiu. 

A concluir, Rio deixou um agradecimento a todas as mulheres presentes pelo trabalho fantástico que têm efectuado nos diversos cargos que ocupam. “Vocês são, sem sombra de dúvida, uma das principais razões para o sucesso do trabalho que temos vindo a desenvolver”, enfatizou Rio, que salientou ainda que as mulheres acrescentam elementos fundamentais à gestão das Autarquias, “pelo seu bom senso, pela sua capacidade de trabalho, pela sua criatividade e pela especial sensibilidade”. 

Por seu turno, as eleitas do “Juntos Por Braga” agradeceram a iniciativa e comprometeram-se a continuar a desenvolver um trabalho meritório em prol do progresso da cidade. “Agradecemos os elogios e queremos, no futuro, assumir um papel ainda mais determinante na política Bracarense, contribuindo para envolver cada vez mais mulheres no projecto de mudança liderado pelo Dr. Ricardo Rio”, garantiram. 

“Este é o momento ideal para nos lembrarmos que a luta pela igualdade é uma luta que não se esgota. Ao longo do tempo, as mulheres têm dado inúmeras provas de que são capazes de trabalhar de forma igual ou melhor do que os homens, e é esse valor que queremos ver reconhecido. E se é verdade que os progressos nesta área são imensos, também não deixa de ser verdade que, em questões como o desemprego, a precariedade, a remuneração salarial ou a exclusão, ainda existe alguma discriminação”, concluíram.

Ricardo Rio visitou Agrupamento de Lamaçães

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Integração do Jardim-de-infância na Escola Primária é uma prioridade

No seguimento de um conjunto de encontros com agentes da área educativa - e que têm por objetivo incentivar a aproximação às comunidades escolares, perceber as suas dinâmicas, os seus projetos e as suas necessidades em cada momento -, Ricardo Rio visitou diversas Escolas que fazem parte do Agrupamento de Lamaçães. João Dantas, Diretor do Agrupamento, acompanhou Rio durante a iniciativa. 

O líder do “Juntos Por Braga” realçou o trabalho pedagógico “muito positivo” que está a ser desenvolvido por toda a comunidade educativa em Lamaçães, em especial no que se refere à inclusão social e educativa de cidadãos com necessidades especiais. “Este Agrupamento desenvolve um esforço notável para integrar essa população e dar-lhe todas as condições para poderem obter sucesso escolar”, salientou. 

Rio destacou que também ao nível da interação com a comunidade em que está inserido o Agrupamento de Lamaçães tem efetuado um “excelente trabalho”: “Prova disso são os sucessos desportivos que estes alunos obtêm e que têm abrilhantado a nossa cidade, lançando vários jovens para a prática competitiva ao mais alto nível em diversas modalidades, mas em especial no badminton e voleibol”. 

Por outro lado, o candidato à Presidência da Câmara de Braga notou as realidades muito distintas entre si que encontrou durante a visita às várias escolas do Agrupamento. “Deparamo-nos com situações que merecem uma intervenção por parte do município, sendo o mais evidente e urgente de todos o projeto de requalificação da escola EB1 do Bairro Duarte Pacheco”, afirmou, enfatizando que os “Juntos Por Braga” vão apoiar a pretensão do Agrupamento de reinstalar nessa escola o Jardim-de-Infância atualmente localizado no complexo Bracara Augusta e que não dispõe das melhores condições para as crianças. 

“Vamos apoiar o projeto da instalação de três novas salas na Escola EB1 para concretizar essa mudança, de maneira a que se possa dotar o Jardim-de-Infância de melhores condições de funcionamento e criar algumas sinergias com a população que frequenta o 1º ciclo”, garantiu Rio, que lembrou que também neste contexto são dadas respostas essências às necessidades da população de surdos não só do concelho, mas de todo o distrito de Braga. 

João Dantas, Diretor do Agrupamento, afirmou que o projeto de requalificação já está na Câmara Municipal, que se terá mesmo comprometido a ceder um espaço contíguo na Escola do Bairro Duarte Pacheco para instalação do novo espaço do Jardim-de-Infância Bracara Augusta. “Agora, é preciso que todos estes planos saiam do papel e efetivamente se concretizem. Da nossa parte, continuamos a aguardar tranquilos, porque o compromisso existe, e esperamos que, para bem das crianças, em breve esta questão seja desbloqueado e se possa resolver”, disse, ao mesmo tempo que pediu à Câmara Municipal uma atitude de maior abertura e diálogo. 

Segundo João Dantas, após a conclusão dessas obras, o Agrupamento terá conseguido reunir todas as condições de satisfação para a comunidade. “ Obviamente que há sempre coisas a melhorar, mas acho que após a integração do Jardim-de-Infância na Escola EB1, esta comunidade educativa poder-se-á orgulhar de ter os seus filhos num Agrupamento que lhes garante condições para atingir o sucesso e para, no futuro, integrarem o nosso tecido social com prazer e satisfação”, afiançou. 

A concluir a visita, Ricardo Rio esteve no novo centro escolar de Lamaçães, um equipamento que, na sua ótica, é extremamente positivo e que tem prestado um serviço relevante à comunidade. No entanto, deixou alguns reparos: “Este centro apenas tem duas salas de Jardim-de-infância, ao invés das três que seriam desejáveis e que permitiriam precisamente cobrir os três anos. O enquadramento urbanístico também não é o mais desejável para um equipamento desta natureza”, notou Rio, que apesar destes fatores considerou que a escola reúne ótimas condições para os alunos que a frequentam. 

Ricardo Rio exige mais informação para os cidadãos

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Tendo em conta os sucessivos atropelos administrativos e formais, a incoerência entre diferentes peças produzidas pela Autarquia e a desconformidade destas com a realidade no terreno, Ricardo Rio exigiu hoje de manhã em Conferência de Imprensa a revogação do Despacho do Presidente da Câmara Municipal de 1/07/2003 que viabilizava a instalação de parquímetros em 90 ruas do centro da cidade e a produção de nova deliberação de que constem exclusivamente as ruas em que os mesmo já estão instalados. 

Pode obter mais informações sobre esta e outras matérias relevantes relativas a este processo no vídeo disponibilizado pela TV Minho: 


Desta tomada de posição, resultou a proposta a submeter à próxima reunião do Executivo Municipal abaixo apresentada:


PROPOSTA 

Considerando que:
i) Por Despacho do Presidente da Câmara Municipal de Braga de 1 de Julho de 2003 (depois vertido para o Edital 144/2003) se abre a possibilidade de instalação de parquímetros em cerca de 90 artérias desta cidade, através da mera publicitação de tal decisão por parte da Autarquia;

ii) Apesar de tal prorrogativa, a Autarquia restringiu até ao início deste ano, e numa lógica de bom senso e de defesa do interesse público, a instalação de parquímetros a um leque restrito de artérias do centro da cidade, de matriz predominantemente comercial;

iii) Na sequência da errónea decisão de concessão a privados da gestão das zonas de estacionamento pago, entendeu também a maioria socialista do Executivo Municipal proceder o alargamento das zonas de estacionamento de duração limitada num conjunto de 27 artérias listadas no Edital nº 11/2013;

iv) Pese embora as sucessivas correcções ao Regulamento em vigor, não é possível hoje identificar de forma clara quais são as zonas efectivamente abrangidas pela colocação de parquímetros, prejudicando significativamente a transparência da gestão municipal e a defesa do interesse e do acesso à informação pelos cidadãos;

v) A consulta do Regulamento e respectivos anexos induzem os cidadãos numa clara confusão, na medida em que omitem ruas que já estavam abrangidas por parquímetros e incluem ruas hoje de natureza pedonal, o que atesta da falta de rigor da elaboração de tais documentos, muito por força da reacção à pressão pública sobre esta matéria;

vi) Os Bracarenses têm o direito de saber, de forma clara e objetiva, em que zonas da cidade é obrigatório pagar o estacionamento à superfície, e compete à Câmara Municipal de Braga fornecer essa informação aos munícipes de forma directa e acessível para todos;

vii) É necessário clarificar rapidamente quais as intenções da Autarquia, no presente e no futuro, relativamente ao alargamento das zonas de estacionamento pago, que a Câmara ainda está legitimada a efetuar segundo o Despacho de 1 de Julho de 2003,


Submete-se à apreciação do Executivo da Câmara Municipal de Braga, reunido em sessão ordinária, a 14 de Março de 2012, as seguintes propostas. Deve a Câmara Municipal de Braga proceder:

a) à revogação imediata do Despacho do Senhor Presidente de Câmara, do dia 1 de Julho de 2003, posteriormente vertido para o Edital nº 144/2003;

b) à elaboração de uma nova deliberação do Executivo Municipal em que sejam efectivamente especificadas quais as artérias abrangidas pelo regulamento de estacionamento pago à superfície e onde podem ser instalados parquímetros;

c) à publicitação legal da deliberação referida na alínea anterior, com indicação expressa de que o mesmo substitui todos os editais anteriores.

Braga, 7 de Março de 2013
Os Vereadores eleitos pelo PSD e pelo CDS-PP

Reunião com D. Jorge Ortiga

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Ricardo Rio reuniu com o Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, numa reunião que teve como objetivo promover o estreitamento dos laços e uma lógica de colaboração com a Diocese. Durante o encontro, Ricardo Rio reafirmou que a Câmara Municipal de Braga nunca pode estar contra a igreja.

Ricardo Rio reuniu com Arcebispo Primaz

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Câmara Municipal de Braga nunca pode estar contra a Igreja 

Num esforço no sentido de promover o diálogo, o estreitamento dos laços e uma lógica de colaboração entre aquelas que os “Juntos Por Braga” consideram que são duas das instituições mais relevantes e decisivas no contexto da comunidade Bracarense - a Arquidiocese e a Câmara Municipal -, Ricardo Rio reuniu com o Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga.

Durante a reunião, Ricardo Rio salientou essa mesma necessidade de uma relação e de uma colaboração mais próxima com a Arquidiocese como forma de dar resposta às necessidades da população. “Braga tem tudo ganhar se a autarquia se empenhar em desenvolver iniciativas e projetos conjuntos com a Arquidiocese, uma instituição incontornável na cidade. A Câmara nunca pode estar contra a Igreja - tal como nunca pode estar contra a Universidade ou contra as associações empresariais -, porque só numa lógica de subsidiariedade e de parceria é que podemos desenvolver projetos que sirvam o bem comum”, salientou Rio. 

Também D. Jorge Ortiga se mostrou agradado com esta possibilidade de manter um diálogo aberto e livre com os “Juntos Por Braga”. “É sempre um prazer encontrar-me com pessoas que procuram interessar-se, preocupar-se e empenhar-se com o bem comum. Não tenho qualquer receio de me encontrar com as diversas entidades partidárias, pois só através do diálogo é que seremos capazes de encontrar os melhores caminhos para nós e para o povo”, transmitiu, considerando um “dever” esta atitude de partilha, colaboração e presença na vida social 

“Esta é uma postura que prezo muito e que estimo, de diálogo e nunca de imposição, nunca de alguém que se sente senhor da verdade, mas que tem a alegria de poder partilhar as suas inquietações, os seus sonhos e projetos. Isto é, o que de melhor gostaria de ver implementado na nossa cidade”, assegurou o Arcebispo Primaz, que se mostrou totalmente disponível para ouvir e dar sugestões relativamente aos assuntos que possam interessar aos Bracarenses. 


Turismo religioso e valorização do património são apostas essenciais 

O líder do “Juntos Por Braga” aproveitou o encontro para reafirmar a urgência de implementação de uma outra dinâmica do ponto de vista da aposta turística e em particular da promoção do turismo religioso, que pode tornar-se um “fantástico cartão-de-visita” da cidade no exterior. “Braga tem um património religiosos inestimável, que não tem sido devidamente utilizado e do qual a cidade não retira grandes benefícios em termos de capacidade de promoção e atratividade do turismo religioso e patrimonial internacional”, criticou, enfatizando que essa aposta no turismo religioso pode ser determinante para o impulso económico de Braga e, consequentemente, para a criação de postos de trabalho, combatendo aquele que é um dos grandes flagelos do concelho, o desemprego. 

Ainda nesse âmbito, Rio destacou o potencial da esfera artesanal que em Braga tem uma “vasta tradição”: “O domínio da arte sacra pode também ser valorizado e gerar aqui uma nova dinâmica económica em torno desta arte e ofício”. 

A nível social, Ricardo Rio destacou a necessidade de se reforçar as respostas que já hoje estão a ser desenvolvidas no terreno por parte das várias instituições ligadas à Igreja. “No atual contexto de grandes dificuldades sociais e económicas, é premente fortalecer as competências dessas instituições ligadas à Igreja, que têm efetuado um trabalho fantástico para mitigar as carências de muitas pessoas”, expôs, salientando que cabe ao executivo municipal a responsabilidade de apoiar estes projetos no contexto da rede social do concelho. 

Nesse mesmo sentido, D. Jorge Ortiga mostrou-se muito preocupado tanto com o desemprego como com o aumento dos casos de carência em Braga, destacando que este é o momento de fazer convergir intenções e vontades para que as pessoas possam viver melhor. “A Igreja tem feito o seu trabalho na área social, mas pode e quer fazer muito mais. Assim, vamos continuar, com o objetivo de criar condições de vida mais dignas para todos e não apenas para alguns”, afirmou o Arcebispo, que apelidou a igreja de “advogado” dos mais pobres e necessitados. 

Por fim, também no domínio cultural Ricardo Rio considerou que as várias instituições que contendem com a Diocese, e neste caso concreto a própria Universidade Católica, podem ajudar a criar uma outra dinâmica na cidade. “É essencial dar continuidade à organização de ventos que em ligação à Igreja, ao património, à música e ao conhecimento venham reforçar a dinâmica cultural de Braga”. 

A reunião encerrou com o líder do “Juntos Por Braga” a oferecer uma lembrança a D. Jorge Ortiga por ocasião do seu aniversário. 

Casa do Professor é parceiro essencial na concretização de projetos sociais, educativos e culturais

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No âmbito de um conjunto de contactos que os “Juntos Por Braga” têm desenvolvido com agentes de diversas áreas - no sentido de promover a proximidade e um diálogo conjunto com as forças vivas da cidade e de encontrar caminhos e soluções para construir uma cidade melhor –, Ricardo Rio visitou a Casa do Professor, uma instituição de solidariedade social criada em 1979 e que tem como objetivos criar laços de convívio e união entre a comunidade escolar e a promoção cultural, desportiva, recreativa e social. Hilário Sousa, Presidente da Casa do Professor desde 2009, acompanhou Rio durante esta iniciativa. 

Segundo o líder do “Juntos Por Braga”, este contacto com a Casa do Professor foi uma “obrigação e um imperativo de consciência”, dada a relevância social do projeto, a população que abrange e as atividades que desenvolve e que estão “fortemente intrincadas” com a comunidade Bracarense. “Este é um projeto extremamente meritório e fundamental para a cidade de Braga. Procuraremos fortalecer a ligação com a Casa do Professor e apoiar a concretização dos novos e ambiciosos projetos que estão a desenvolver no domínio social, educativo ou cultural”, salientou Rio. 

O candidato à Presidência da Câmara de Braga considerou a Casa do Professor, e todos aqueles que ela representa, como interlocutores essenciais dos desafios que os “Juntos Por Braga” querem lançar e concretizar no futuro. “No que se refere à ligação às comunidades escolares, à promoção do reforço da atividade cultural ou ao fortalecimento das respostas sociais que já hoje são prestadas à classe docente, a Casa do Professor é um aliado indispensável do trabalho que queremos desenvolver”, afirmou Rio, que enfatizou de forma particular a importância dos novos projetos que pretende implementar em termos de contributo para a inclusão e para a qualificação do desempenho junto das comunidades escolares do concelho. 

Por seu turno, Hilário Sousa destacou que a Casa do Professor tem como prioridade atual reforçar a sua dimensão social e de apoio solidário aos professores, num contexto de grandes dificuldades económicas e sociais como o que estamos a atravessar. “Temos estado atentos às necessidades tanto dos professores como das escolas, e pretendemos continuar a apostar no apoio social, formativo, cultural ou lúdico-recreativo. Este são laços de humanização que não podem deixar de estar presentes na nossa estrutura e que têm de ser sempre uma das marcas da nossa atuação”, garantiu. 

O Presidente da Casa do Professor destacou a “enorme conquista” que foi a abertura das novas instalações da instituição em 2006, na Avenida Central. “Conforme fomos crescendo, fomos também alimentando o sonho de termos uma estrutura física que conjugasse os serviços administrativos e uma valência social. Este foi um sonho que mobilizou muitas pessoas, que confiaram que um dia seria possível. Esse dia chegou em 2006 e atualmente é com enorme orgulho que dispomos de um Lar residencial na Casa do Professor”, declarou Hilário Sousa, que apontou ainda o Centro de Formação - que contribui para o desenvolvimento profissional de Educadores de Infância e de Professores dos Ensino Básico e Secundário - como uma das âncoras do sucesso da instituição. 

Para Ricardo Rio, esta é a prova de que o “trabalho, a perseverança e o esforço” são recompensados e dão origem a “obras fantásticas”. “Este é sem dúvida um exemplo do valor da dedicação e um prémio para todos os envolvidos. Braga só tem a agradecer aos mentores deste projeto que hoje está ao dispor dos seus associados e pronto para lhes dar uma preciosa ajuda, especialmente no sector social”, elogiou.

A criação do Conselho Municipal de Juventude

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Sabia que... 


A instalação de um Conselho Municipal de Juventude (CMJ) em Braga é uma proposta antiga da coligação “Juntos Por Braga”, mesmo antes ser obrigatório após a lei de 10 de Fevereiro de 2012? Diversas vezes o executivo camarário foi chamado a responder por Ricardo Rio sobre o motivo pelo qual não avançava o CMJ, tendo quase sempre ficado sem resposta. Na passada sexta-feira, o executivo socialista levou, finalmente, à Assembleia Municipal a constituição do CMJ, todavia a incompetência voltou a ser a sua imagem de marca neste dossier. Foi apresentado um regulamento incongruente, repleto de erros de substância e de forma, o que impossibilitou a sua aprovação imediata. 

A instalação de um Conselho Municipal de Juventude, nos termos prescritos na Lei nº6 de 2012, que alterou a Lei nº8 de 2009, é, há muito, um desígnio da coligação “Juntos Por Braga”, que através das suas estruturas juvenis, JSD e JP, sempre demonstrou o seu desagrado pelo executivo camarário desobedecer à lei, não dando voz às associações juvenis de todo o Concelho. Por diversas vezes, as estruturas tiveram a oportunidade de se manifestar, alertando para a falta gravosa que vinha sendo cometida pelo executivo socialista. Estas manifestações de preocupação sempre tiverem acolhimento em Ricardo Rio, que várias vezes fez questão de levar o tema às reuniões do executivo. 

A JSD chegou mesmo a avançar com a intenção de apresentar uma queixa junto da Provedoria de Justiça, sendo que só após essa ameaça é que a Câmara Municipal avançou com a proposta de regulamento para a instalação do CMJ. 

A Lei nº6 é de 10 de Fevereiro de 2012, precisamente o ano em que Braga foi Capital Europeia da Juventude. Também por aqui se pode, tristemente, observar mais uma oportunidade perdida para esta organização. 

Não teria sido positivo um CMJ activo e que legitimamente auscultasse e representasse as estruturas de juventude? Não existem desculpas ou falta de oportunidades para a não concretização deste desígnio. 


Mais vale tarde do que nunca... Ou o que nasce torto dificilmente se endireita? 


O regulamento de instalação do CMJ em Braga esteve para ser votado na passada sexta-feira, em sede de Assembleia Municipal. Devia, mas foram detectados erros inacreditáveis no regulamento e algumas omissões, pelo que o mesmo deverá agora baixar à Comissão de Educação, Cultura, Desporto e Juventude para que seja corrigido. Mais um adiamento devido à incompetência do executivo socialista. 

Será que as associações juvenis de Braga foram auscultadas neste processo? Será que foram pedidos contributos para a criação deste Regulamento? A conclusão a que se chega é que, de facto, as estruturas juvenis do concelho sempre foram menosprezadas por este executivo, e não será, certamente, por alterações de oratória provocadas por questões eleitorais que o sentimento entre o movimento associativo mudará. 


O que é o Conselho Municipal da Juventude? 


O Conselho Municipal da Juventude é um orgão consultivo, criado pela Lei nº8/2009, alterada pela Lei nº6/2012. 

No seu artigo 2º, a lei afirma que o “conselho municipal é o orgão consultivo do município sobre matérias relacionadas com políticas de juventude”. Os fins que prossegue estão prescritos no artigo 3º da lei. Salienta-se a colaboração na definição e execução das políticas municipais de juventude. 

Apesar de consultivo, o CMJ tem competências bem definidas por lei (artigo 7º nº1). Deste modo, tem de emitir parecer obrigatório sobre as seguintes matérias: linhas de orientação gerais da política municipal para a juventude, constantes do plano anual de actividades; orçamento municipal, no que respeita às dotações afectas às políticas de juventude e às políticas sectoriais com aquelas conexas; Projectos de regulamentos e posturas municipais que versem sobre matérias que respeitem às políticas de juventude. 

Têm assento no conselho municipal todas as associações juvenis inscritas no concelho, assim como as associações de estudantes do ensino básico, secundário e superior de instituições inscritas no concelho. 

Como vemos, este orgão poderá ser a base de uma verdadeira política de juventude no concelho de Braga. Uma política que sempre foi esquecida pelo actual executivo, como o demonstra a negligência e desprezo com que a implantação do CMJ em Braga foi tratada.

Eu, Presidente (Turismo)

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Esta semana focamos a sua atenção numa área que vamos discutir na próxima sexta-feira, na tertúlia que se realiza sob a égide do “Juntos Por Braga”, “Oportunidades de desenvolvimento turístico para Braga. 

O desafio que lançamos é este: se fosse Presidente da Câmara Municipal de Braga que medidas tomaria para desenvolver o turismo para Braga? Que áreas considera que deveriam ser uma prioridade da autarquia na promoção turística do concelho? O que mudaria em relação às políticas actuais?

Deixe-nos aqui a sua opinião ou na página de Facebook. Participe! Divulgue!

Tu, Presidente

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Há uma semana lançamos um desafio no Facebook: convidar os nossos seguidores a assumir o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Braga por um dia, dando oportunidade de se pronunciar sobre diferentes temáticas que contendem com a esfera municipal. Todas as semanas haverá um tema novo. 

Na semana passada, e em consonância com a visita que Ricardo Rio fez à empresa municipal, o tema foi a BragaHabit. Aqui ficam registados os testemunhos reunidos na semana passada, que poderão também serem utilizados como contributos para este projecto. 

Dina Vieira de Castro - Analisaria os contratos de renda mais elevada rapidamente! Revia os contratos antigos com 25 anos ou mais. 

Ana Cláudia Vaz - Eu apoiava a celebração de contratos de arrendamento para jovens famílias no centro da cidade em imóveis que estivessem devolutos mas com condições de habitabilidade. 

Pedro Borges Macedo - Em primeiro lugar, todos os bairros sociais deveriam ter iluminação pública suficiente para tornar mais agradável a vivência nesses locais. A escolha das cores dos edifícios deveriam ser sóbrias e não, como acontece por exemplo em Santa Tecla, que de dia até fere os olhos... A Gestão dos edifícios deve ser efectuada com uma maior preocupação na aplicação de materiais duradouros e resistentes para que as manutenções não sejam recorrentes. Deverão também efectuar obras de reparação com planeamento. As condições de arrendamento das pessoas carenciadas devem estar bem estipuladas para que em caso de incumprimento haja o direito da C.M. de expulsar os condóminos que danifiquem o património Municipal, que estejam envolvidos em actos ilícitos, etc... Na área exterior dos bairros seria interessante pensar em rearranjos urbanísticos com pequenas áreas verdes que tornassem mais agradável a vivência nesses bairros. Deveria também haver uma parceria com o pelouro da cultura para trazer actividades culturais a esses bairros com a existência de teatros de rua, concertos de musica clássica, etc.. Seria interessante também, conseguir uma parceria com uma instituição com o objectivo de dar apoio extra escolar aos meninos desses bairros para diminuir o abandono escolar e elucidar os pais para a importância dos estudos no século XXI. Apoiar a criação de postos de PSP para que houvesse uma menor tendência para a utilização desses bairros para o Tráfico de droga. Quanto a construção de novos bairros nem pensar e acho que a C. M. de Braga deveria pensar que a criação de "guetos" nunca foi a melhor opção. O Rico, o remediado e o pobre devem conviver em sociedade pois há uma maior tendência de uma melhor convivência aumentando a probabilidade de um futuro mais risonho para as gerações vindouras que acabam por se interligar. 

Anabela Rodrigues - Aluguer de casas no centro histórico da Cidade a preços mais convidativos de maneira a apoiar principalmente os jovens e assim iriamos ter um centro mais movimentado e não uma zona deserta como esta neste momento, quem tem o subsidio rever esses arrendamentos para que não existam injustiças... 

Ângelo Sousa - A Brahabit nesta deveria urgentemente apoiar até juridicamente os inquilinos reformados a responderem aos senhorios sobre os novos contratos de arrendamentos ( a legislação nova permite que um velhinho posso ser colocado na rua se não souber responder á carta de aumento superior a 1000% da renda. 

Rui Milhão - Baseando-se em critérios de proximidade a BragaHabit deveria exercer uma gestão integrada, participada e descentralizada, apoiando-se em estruturas funcionais, ágeis e eficazes, localizadas em gabinetes situados nos bairros, nos quais trabalham equipas multidisciplinares, e por um gabinete itinerante, com funções definidas nas 3 áreas de gestão: financeiras, patrimonial e social. 

A BragaHabit deveria ter como missão, promover a qualidade de vida, a integração social e a autonomia das populações residentes, tornando os bairros geridos, nas vertentes social, patrimonial e financeira, em unidades sustentáveis e com forte sentimento de pertença. Valorizando a Orientação para os moradores, a Inovação e a Responsabilidade Social.

Conferência “Oportunidades de desenvolvimento turístico para Braga”

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A Juventude Social-Democrata e a Juventude Popular, sob a égide do “Juntos por Braga”, promovem no próximo dia 8 de Março (Sexta-feira), pelas 21h30, no Hotel de S. Vicente (Largo de Infias, Frente ao Liceu Sá de Miranda), um debate subordinado ao tema “Oportunidades de desenvolvimento turístico para Braga”. A conferência será acompanhada por uma degustação de produtos regionais.

O debate terá como oradores Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, Luís Ferreira, Especialista em Planeamento Estratégico em Turismo, Carmen Prado, ex- Secretária General para o Turismo da Xunta de Galicia, e Agostinho Peixoto, Presidente da Associação de Profissionais de Turismo de Portugal. 

Esta iniciativa está inserida no ciclo de debates “Braga 2025 – Refletir Juntos, Por Braga”, que pretende promover a reflexão e o debate numa perspectiva de construção de diretrizes para o desenvolvimento da cidade. Os “Juntos por Braga” dão voz à sociedade civil, aos agentes e às instituições, procurando através do diálogo e da opinião concertada de todos delinear uma visão estratégica de governação até 2025, numa atitude de olhar o futuro e no sentido de melhor construir o presente. 

Num contexto de competitividade dos territórios, importa refletir sobre o posicionamento das cidades como destinos turísticos e perceber como o turismo pode e deve contribuir para um posicionamento competitivo e diferenciador. Por outro lado, interessa analisar o contributo do planeamento em turismo no desenvolvimento local/regional e de que forma este pode sustentar/potenciar a melhoria da qualidade de vida da comunidade. 

“Planeamento Estratégico em Turismo: os desafios da competitividade” será o tema abordado por Luís Ferreira, doutor em Ciências Económicas e Empresariais (USC) e especialista em Planeamento Estratégico em Turismo. Luís Ferreira é também professor Coordenador do ISCET para a área do Turismo; coordenador do Mestrado em Turismo e Desenvolvimento de Negócios e da Pós-graduação em Turismo e Gestão Hoteleira; investigador do Centro de Investigação Interdisciplinar e de Intervenção Comunitária (CIIIC) e responsável pela Coordenação de Projetos de Investigação. 

Maria Carmen Pardo - doutoranda em turismo, deputada autonómica do Parlamento de Galicia (porta voz relaciones exteriores) e ex- Secretaria General para o Turismo (Xunta de Galicia) – irá refletir sobre as oportunidades de desenvolvimento turístico no quadro da ligação à Galiza, partilhando também algumas das iniciativas que vêm sendo desenvolvidas do outro lado da fronteira. 

Agostinho Peixoto, Pós-graduado em Desenvolvimento Local e Regional e com MBA em Gestão de destinos turísticos (IPDT/ Universidade Fernando Pessoa), é atualmente responsável pelo serviço de apoio ao investidor da entidade regional Porto e Norte de Portugal e Presidente da Associação de Profissionais de Turismo de Portugal. A sua intervenção irá centrar-se nas oportunidades de Investimento no Turismo, nos apoios ao investimento e ao envolvimento de agentes para desenvolvimento de projetos turísticos e nas especificidades do investimento no turismo em Braga. 

O turismo em Braga necessita urgentemente de ser pensado e de fazer parte das prioridades estratégicas municipais É fundamental a existência de um programa estratégico para o turismo que, de um modo sustentado e com um conhecimento claro sobre o território, seja capaz de o potenciar e de transformar os nossos recursos endógenos em fatores de atratividade e recurso económico. 

A Juventude Social-democrata, a Juventude Popular e os “Juntos Por Braga” desafiam cada cidadão, cada agente, comerciante e empresário a contribuir para a construção de uma Braga mais competitiva e mais sustentável. 

Ricardo Rio defende alargamento da área de intervenção da Bragahabit

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Inserido num ciclo de contactos no terreno com agentes de diversas áreas que os “Juntos Por Braga” têm desenvolvido, Ricardo Rio visitou a BragaHabit, uma empresa municipal que tem como principal objetivo dar apoio à população mais carenciada ao nível do acesso à habitação e desenvolver um conjunto de iniciativas complementares na área educativa e social. João Nogueira, administrador da BragaHabit, acompanhou Rio, Firmino Marques, Filomena Bordalo e Leonor Pizarro durante a visita. 

Para o líder do “Juntos Por Braga”, as objecções que têm sido colocadas ao desempenho da BragaHabit centram-se “no domínio estratégico, relativamente às áreas de actuação e às políticas que a mesma desenvolve mais do que na gestão operacional da sua actividade central”. 

Para o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, esta empresa municipal deve “apoiar a promoção do arrendamento jovem no centro da cidade, articular-se com as Juntas de Freguesia na promoção de habitações de custo controlado na periferia, assumir-se como motor dos processos de reabilitação urbana do edificado no Centro Histórico e, entre outras esferas possíveis de intervenção, aprofundar a ligação às associações de moradores de todas as urbanizações do Concelho, e não apenas das zonas de habitação social”. 

Quanto aos apoios hoje prestados à população mais carenciada, Rio defendeu que “no que concerne às respostas sociais para quem mais precisa, não há divisões de carácter ideológico ou político”. “Quem quer que esteja à frente dos destinos da Câmara Municipal tem que desenvolver todos os esforços ao seu alcance para acorrer de forma célere e capaz a quem mais necessita”, frisou. 

Daí que, Ricardo Rio tenha enaltecido o diálogo “franco e aberto” mantido com a Administração da empresa no decurso de uma reunião que se prolongou por várias horas e que escrutinou todas as áreas de intervenção desta Empresa Municipal. “Lamentavelmente, a cultura da maioria socialista do Executivo tem apontado no sentido de cumprir apenas os requisitos formais de apreciação da actividade das empresas municipais neste Órgão, preterindo mesmo a presença dos representantes da Administração das Empresas nas reuniões em que os seus documentos estratégicos são apreciados”, concluiu. 

Conferência de imprensa

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Conferência de Imprensa de Ricardo Rio no dia 28 de Fevereiro. O líder do "Juntos Por Braga" falou sobre a reestruturação nos TUB, a Carta Social de Braga, a substituição do Comandante dos Bombeiros Municipais e os problemas do Quadrilátero Urbano.