Casa do Professor é parceiro essencial na concretização de projetos sociais, educativos e culturais

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No âmbito de um conjunto de contactos que os “Juntos Por Braga” têm desenvolvido com agentes de diversas áreas - no sentido de promover a proximidade e um diálogo conjunto com as forças vivas da cidade e de encontrar caminhos e soluções para construir uma cidade melhor –, Ricardo Rio visitou a Casa do Professor, uma instituição de solidariedade social criada em 1979 e que tem como objetivos criar laços de convívio e união entre a comunidade escolar e a promoção cultural, desportiva, recreativa e social. Hilário Sousa, Presidente da Casa do Professor desde 2009, acompanhou Rio durante esta iniciativa. 

Segundo o líder do “Juntos Por Braga”, este contacto com a Casa do Professor foi uma “obrigação e um imperativo de consciência”, dada a relevância social do projeto, a população que abrange e as atividades que desenvolve e que estão “fortemente intrincadas” com a comunidade Bracarense. “Este é um projeto extremamente meritório e fundamental para a cidade de Braga. Procuraremos fortalecer a ligação com a Casa do Professor e apoiar a concretização dos novos e ambiciosos projetos que estão a desenvolver no domínio social, educativo ou cultural”, salientou Rio. 

O candidato à Presidência da Câmara de Braga considerou a Casa do Professor, e todos aqueles que ela representa, como interlocutores essenciais dos desafios que os “Juntos Por Braga” querem lançar e concretizar no futuro. “No que se refere à ligação às comunidades escolares, à promoção do reforço da atividade cultural ou ao fortalecimento das respostas sociais que já hoje são prestadas à classe docente, a Casa do Professor é um aliado indispensável do trabalho que queremos desenvolver”, afirmou Rio, que enfatizou de forma particular a importância dos novos projetos que pretende implementar em termos de contributo para a inclusão e para a qualificação do desempenho junto das comunidades escolares do concelho. 

Por seu turno, Hilário Sousa destacou que a Casa do Professor tem como prioridade atual reforçar a sua dimensão social e de apoio solidário aos professores, num contexto de grandes dificuldades económicas e sociais como o que estamos a atravessar. “Temos estado atentos às necessidades tanto dos professores como das escolas, e pretendemos continuar a apostar no apoio social, formativo, cultural ou lúdico-recreativo. Este são laços de humanização que não podem deixar de estar presentes na nossa estrutura e que têm de ser sempre uma das marcas da nossa atuação”, garantiu. 

O Presidente da Casa do Professor destacou a “enorme conquista” que foi a abertura das novas instalações da instituição em 2006, na Avenida Central. “Conforme fomos crescendo, fomos também alimentando o sonho de termos uma estrutura física que conjugasse os serviços administrativos e uma valência social. Este foi um sonho que mobilizou muitas pessoas, que confiaram que um dia seria possível. Esse dia chegou em 2006 e atualmente é com enorme orgulho que dispomos de um Lar residencial na Casa do Professor”, declarou Hilário Sousa, que apontou ainda o Centro de Formação - que contribui para o desenvolvimento profissional de Educadores de Infância e de Professores dos Ensino Básico e Secundário - como uma das âncoras do sucesso da instituição. 

Para Ricardo Rio, esta é a prova de que o “trabalho, a perseverança e o esforço” são recompensados e dão origem a “obras fantásticas”. “Este é sem dúvida um exemplo do valor da dedicação e um prémio para todos os envolvidos. Braga só tem a agradecer aos mentores deste projeto que hoje está ao dispor dos seus associados e pronto para lhes dar uma preciosa ajuda, especialmente no sector social”, elogiou.

A criação do Conselho Municipal de Juventude

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Sabia que... 


A instalação de um Conselho Municipal de Juventude (CMJ) em Braga é uma proposta antiga da coligação “Juntos Por Braga”, mesmo antes ser obrigatório após a lei de 10 de Fevereiro de 2012? Diversas vezes o executivo camarário foi chamado a responder por Ricardo Rio sobre o motivo pelo qual não avançava o CMJ, tendo quase sempre ficado sem resposta. Na passada sexta-feira, o executivo socialista levou, finalmente, à Assembleia Municipal a constituição do CMJ, todavia a incompetência voltou a ser a sua imagem de marca neste dossier. Foi apresentado um regulamento incongruente, repleto de erros de substância e de forma, o que impossibilitou a sua aprovação imediata. 

A instalação de um Conselho Municipal de Juventude, nos termos prescritos na Lei nº6 de 2012, que alterou a Lei nº8 de 2009, é, há muito, um desígnio da coligação “Juntos Por Braga”, que através das suas estruturas juvenis, JSD e JP, sempre demonstrou o seu desagrado pelo executivo camarário desobedecer à lei, não dando voz às associações juvenis de todo o Concelho. Por diversas vezes, as estruturas tiveram a oportunidade de se manifestar, alertando para a falta gravosa que vinha sendo cometida pelo executivo socialista. Estas manifestações de preocupação sempre tiverem acolhimento em Ricardo Rio, que várias vezes fez questão de levar o tema às reuniões do executivo. 

A JSD chegou mesmo a avançar com a intenção de apresentar uma queixa junto da Provedoria de Justiça, sendo que só após essa ameaça é que a Câmara Municipal avançou com a proposta de regulamento para a instalação do CMJ. 

A Lei nº6 é de 10 de Fevereiro de 2012, precisamente o ano em que Braga foi Capital Europeia da Juventude. Também por aqui se pode, tristemente, observar mais uma oportunidade perdida para esta organização. 

Não teria sido positivo um CMJ activo e que legitimamente auscultasse e representasse as estruturas de juventude? Não existem desculpas ou falta de oportunidades para a não concretização deste desígnio. 


Mais vale tarde do que nunca... Ou o que nasce torto dificilmente se endireita? 


O regulamento de instalação do CMJ em Braga esteve para ser votado na passada sexta-feira, em sede de Assembleia Municipal. Devia, mas foram detectados erros inacreditáveis no regulamento e algumas omissões, pelo que o mesmo deverá agora baixar à Comissão de Educação, Cultura, Desporto e Juventude para que seja corrigido. Mais um adiamento devido à incompetência do executivo socialista. 

Será que as associações juvenis de Braga foram auscultadas neste processo? Será que foram pedidos contributos para a criação deste Regulamento? A conclusão a que se chega é que, de facto, as estruturas juvenis do concelho sempre foram menosprezadas por este executivo, e não será, certamente, por alterações de oratória provocadas por questões eleitorais que o sentimento entre o movimento associativo mudará. 


O que é o Conselho Municipal da Juventude? 


O Conselho Municipal da Juventude é um orgão consultivo, criado pela Lei nº8/2009, alterada pela Lei nº6/2012. 

No seu artigo 2º, a lei afirma que o “conselho municipal é o orgão consultivo do município sobre matérias relacionadas com políticas de juventude”. Os fins que prossegue estão prescritos no artigo 3º da lei. Salienta-se a colaboração na definição e execução das políticas municipais de juventude. 

Apesar de consultivo, o CMJ tem competências bem definidas por lei (artigo 7º nº1). Deste modo, tem de emitir parecer obrigatório sobre as seguintes matérias: linhas de orientação gerais da política municipal para a juventude, constantes do plano anual de actividades; orçamento municipal, no que respeita às dotações afectas às políticas de juventude e às políticas sectoriais com aquelas conexas; Projectos de regulamentos e posturas municipais que versem sobre matérias que respeitem às políticas de juventude. 

Têm assento no conselho municipal todas as associações juvenis inscritas no concelho, assim como as associações de estudantes do ensino básico, secundário e superior de instituições inscritas no concelho. 

Como vemos, este orgão poderá ser a base de uma verdadeira política de juventude no concelho de Braga. Uma política que sempre foi esquecida pelo actual executivo, como o demonstra a negligência e desprezo com que a implantação do CMJ em Braga foi tratada.

Eu, Presidente (Turismo)

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Esta semana focamos a sua atenção numa área que vamos discutir na próxima sexta-feira, na tertúlia que se realiza sob a égide do “Juntos Por Braga”, “Oportunidades de desenvolvimento turístico para Braga. 

O desafio que lançamos é este: se fosse Presidente da Câmara Municipal de Braga que medidas tomaria para desenvolver o turismo para Braga? Que áreas considera que deveriam ser uma prioridade da autarquia na promoção turística do concelho? O que mudaria em relação às políticas actuais?

Deixe-nos aqui a sua opinião ou na página de Facebook. Participe! Divulgue!

Tu, Presidente

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Há uma semana lançamos um desafio no Facebook: convidar os nossos seguidores a assumir o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Braga por um dia, dando oportunidade de se pronunciar sobre diferentes temáticas que contendem com a esfera municipal. Todas as semanas haverá um tema novo. 

Na semana passada, e em consonância com a visita que Ricardo Rio fez à empresa municipal, o tema foi a BragaHabit. Aqui ficam registados os testemunhos reunidos na semana passada, que poderão também serem utilizados como contributos para este projecto. 

Dina Vieira de Castro - Analisaria os contratos de renda mais elevada rapidamente! Revia os contratos antigos com 25 anos ou mais. 

Ana Cláudia Vaz - Eu apoiava a celebração de contratos de arrendamento para jovens famílias no centro da cidade em imóveis que estivessem devolutos mas com condições de habitabilidade. 

Pedro Borges Macedo - Em primeiro lugar, todos os bairros sociais deveriam ter iluminação pública suficiente para tornar mais agradável a vivência nesses locais. A escolha das cores dos edifícios deveriam ser sóbrias e não, como acontece por exemplo em Santa Tecla, que de dia até fere os olhos... A Gestão dos edifícios deve ser efectuada com uma maior preocupação na aplicação de materiais duradouros e resistentes para que as manutenções não sejam recorrentes. Deverão também efectuar obras de reparação com planeamento. As condições de arrendamento das pessoas carenciadas devem estar bem estipuladas para que em caso de incumprimento haja o direito da C.M. de expulsar os condóminos que danifiquem o património Municipal, que estejam envolvidos em actos ilícitos, etc... Na área exterior dos bairros seria interessante pensar em rearranjos urbanísticos com pequenas áreas verdes que tornassem mais agradável a vivência nesses bairros. Deveria também haver uma parceria com o pelouro da cultura para trazer actividades culturais a esses bairros com a existência de teatros de rua, concertos de musica clássica, etc.. Seria interessante também, conseguir uma parceria com uma instituição com o objectivo de dar apoio extra escolar aos meninos desses bairros para diminuir o abandono escolar e elucidar os pais para a importância dos estudos no século XXI. Apoiar a criação de postos de PSP para que houvesse uma menor tendência para a utilização desses bairros para o Tráfico de droga. Quanto a construção de novos bairros nem pensar e acho que a C. M. de Braga deveria pensar que a criação de "guetos" nunca foi a melhor opção. O Rico, o remediado e o pobre devem conviver em sociedade pois há uma maior tendência de uma melhor convivência aumentando a probabilidade de um futuro mais risonho para as gerações vindouras que acabam por se interligar. 

Anabela Rodrigues - Aluguer de casas no centro histórico da Cidade a preços mais convidativos de maneira a apoiar principalmente os jovens e assim iriamos ter um centro mais movimentado e não uma zona deserta como esta neste momento, quem tem o subsidio rever esses arrendamentos para que não existam injustiças... 

Ângelo Sousa - A Brahabit nesta deveria urgentemente apoiar até juridicamente os inquilinos reformados a responderem aos senhorios sobre os novos contratos de arrendamentos ( a legislação nova permite que um velhinho posso ser colocado na rua se não souber responder á carta de aumento superior a 1000% da renda. 

Rui Milhão - Baseando-se em critérios de proximidade a BragaHabit deveria exercer uma gestão integrada, participada e descentralizada, apoiando-se em estruturas funcionais, ágeis e eficazes, localizadas em gabinetes situados nos bairros, nos quais trabalham equipas multidisciplinares, e por um gabinete itinerante, com funções definidas nas 3 áreas de gestão: financeiras, patrimonial e social. 

A BragaHabit deveria ter como missão, promover a qualidade de vida, a integração social e a autonomia das populações residentes, tornando os bairros geridos, nas vertentes social, patrimonial e financeira, em unidades sustentáveis e com forte sentimento de pertença. Valorizando a Orientação para os moradores, a Inovação e a Responsabilidade Social.

Conferência “Oportunidades de desenvolvimento turístico para Braga”

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A Juventude Social-Democrata e a Juventude Popular, sob a égide do “Juntos por Braga”, promovem no próximo dia 8 de Março (Sexta-feira), pelas 21h30, no Hotel de S. Vicente (Largo de Infias, Frente ao Liceu Sá de Miranda), um debate subordinado ao tema “Oportunidades de desenvolvimento turístico para Braga”. A conferência será acompanhada por uma degustação de produtos regionais.

O debate terá como oradores Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, Luís Ferreira, Especialista em Planeamento Estratégico em Turismo, Carmen Prado, ex- Secretária General para o Turismo da Xunta de Galicia, e Agostinho Peixoto, Presidente da Associação de Profissionais de Turismo de Portugal. 

Esta iniciativa está inserida no ciclo de debates “Braga 2025 – Refletir Juntos, Por Braga”, que pretende promover a reflexão e o debate numa perspectiva de construção de diretrizes para o desenvolvimento da cidade. Os “Juntos por Braga” dão voz à sociedade civil, aos agentes e às instituições, procurando através do diálogo e da opinião concertada de todos delinear uma visão estratégica de governação até 2025, numa atitude de olhar o futuro e no sentido de melhor construir o presente. 

Num contexto de competitividade dos territórios, importa refletir sobre o posicionamento das cidades como destinos turísticos e perceber como o turismo pode e deve contribuir para um posicionamento competitivo e diferenciador. Por outro lado, interessa analisar o contributo do planeamento em turismo no desenvolvimento local/regional e de que forma este pode sustentar/potenciar a melhoria da qualidade de vida da comunidade. 

“Planeamento Estratégico em Turismo: os desafios da competitividade” será o tema abordado por Luís Ferreira, doutor em Ciências Económicas e Empresariais (USC) e especialista em Planeamento Estratégico em Turismo. Luís Ferreira é também professor Coordenador do ISCET para a área do Turismo; coordenador do Mestrado em Turismo e Desenvolvimento de Negócios e da Pós-graduação em Turismo e Gestão Hoteleira; investigador do Centro de Investigação Interdisciplinar e de Intervenção Comunitária (CIIIC) e responsável pela Coordenação de Projetos de Investigação. 

Maria Carmen Pardo - doutoranda em turismo, deputada autonómica do Parlamento de Galicia (porta voz relaciones exteriores) e ex- Secretaria General para o Turismo (Xunta de Galicia) – irá refletir sobre as oportunidades de desenvolvimento turístico no quadro da ligação à Galiza, partilhando também algumas das iniciativas que vêm sendo desenvolvidas do outro lado da fronteira. 

Agostinho Peixoto, Pós-graduado em Desenvolvimento Local e Regional e com MBA em Gestão de destinos turísticos (IPDT/ Universidade Fernando Pessoa), é atualmente responsável pelo serviço de apoio ao investidor da entidade regional Porto e Norte de Portugal e Presidente da Associação de Profissionais de Turismo de Portugal. A sua intervenção irá centrar-se nas oportunidades de Investimento no Turismo, nos apoios ao investimento e ao envolvimento de agentes para desenvolvimento de projetos turísticos e nas especificidades do investimento no turismo em Braga. 

O turismo em Braga necessita urgentemente de ser pensado e de fazer parte das prioridades estratégicas municipais É fundamental a existência de um programa estratégico para o turismo que, de um modo sustentado e com um conhecimento claro sobre o território, seja capaz de o potenciar e de transformar os nossos recursos endógenos em fatores de atratividade e recurso económico. 

A Juventude Social-democrata, a Juventude Popular e os “Juntos Por Braga” desafiam cada cidadão, cada agente, comerciante e empresário a contribuir para a construção de uma Braga mais competitiva e mais sustentável. 

Ricardo Rio defende alargamento da área de intervenção da Bragahabit

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Inserido num ciclo de contactos no terreno com agentes de diversas áreas que os “Juntos Por Braga” têm desenvolvido, Ricardo Rio visitou a BragaHabit, uma empresa municipal que tem como principal objetivo dar apoio à população mais carenciada ao nível do acesso à habitação e desenvolver um conjunto de iniciativas complementares na área educativa e social. João Nogueira, administrador da BragaHabit, acompanhou Rio, Firmino Marques, Filomena Bordalo e Leonor Pizarro durante a visita. 

Para o líder do “Juntos Por Braga”, as objecções que têm sido colocadas ao desempenho da BragaHabit centram-se “no domínio estratégico, relativamente às áreas de actuação e às políticas que a mesma desenvolve mais do que na gestão operacional da sua actividade central”. 

Para o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, esta empresa municipal deve “apoiar a promoção do arrendamento jovem no centro da cidade, articular-se com as Juntas de Freguesia na promoção de habitações de custo controlado na periferia, assumir-se como motor dos processos de reabilitação urbana do edificado no Centro Histórico e, entre outras esferas possíveis de intervenção, aprofundar a ligação às associações de moradores de todas as urbanizações do Concelho, e não apenas das zonas de habitação social”. 

Quanto aos apoios hoje prestados à população mais carenciada, Rio defendeu que “no que concerne às respostas sociais para quem mais precisa, não há divisões de carácter ideológico ou político”. “Quem quer que esteja à frente dos destinos da Câmara Municipal tem que desenvolver todos os esforços ao seu alcance para acorrer de forma célere e capaz a quem mais necessita”, frisou. 

Daí que, Ricardo Rio tenha enaltecido o diálogo “franco e aberto” mantido com a Administração da empresa no decurso de uma reunião que se prolongou por várias horas e que escrutinou todas as áreas de intervenção desta Empresa Municipal. “Lamentavelmente, a cultura da maioria socialista do Executivo tem apontado no sentido de cumprir apenas os requisitos formais de apreciação da actividade das empresas municipais neste Órgão, preterindo mesmo a presença dos representantes da Administração das Empresas nas reuniões em que os seus documentos estratégicos são apreciados”, concluiu. 

Conferência de imprensa

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Conferência de Imprensa de Ricardo Rio no dia 28 de Fevereiro. O líder do "Juntos Por Braga" falou sobre a reestruturação nos TUB, a Carta Social de Braga, a substituição do Comandante dos Bombeiros Municipais e os problemas do Quadrilátero Urbano.

As Sete Fontes e o Património Bracarense

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(João Marques, Ricardo Silva, Ricardo Rio e Raúl Rodrigues)

Sabia que...

A coligação “Juntos Por Braga” propôs a concretização de um Parque Eco-Monumental para as Sete Fontes, que contemple a preservação do antigo complexo hidráulico do século XVIII, proposta essa que o executivo socialista sempre recusou? A defesa do património Bracarense tem sido uma das prioridades de Ricardo Rio, em contraste com a posição prejudicial que a CM de Braga sempre teve em relação ao riquíssimo espólio patrimonial do concelho. 

Ricardo Rio, numa visita promovida às Sete Fontes a18 de Abril de 2011, em conjunto com a Junta de S. Victor, a Jovem Coop e a ASPA, defendeu que “o peso na consciência dos responsáveis municipais pelo abandono a que votaram as Sete Fontes ao longo dos anos, não deve servir de justificação para esta lógica deliberada de esconder as Sete Fontes dos olhos dos cidadãos, tanto mais que se trata hoje de um Monumento Nacional que devia estar ao alcance de todos”. 

Ao longo destes anos Ricardo Rio tem emitido diversas posições para defesa e salvaguarda do património Bracarense, depois dos actos lesivos cometidos deliberadamente nas últimas décadas pela gestão socialista, que conta com Vítor Sousa na linha da frente na defesa desse legado. Mais, não basta agora, num acto de contrição pouco convincente e que poucos considerarão sincero, dizer que está interessado na defesa do património, quando no passado as suas acções terem sido em sentido diametralmente contrário a esta nova retórica. 

A defesa do Património será uma das apostas de um executivo camarário liderado por Ricardo Rio, em consonância com o que sempre tem defendido nesta matéria. E as diferentes propostas que tem apresentado para o sector, como o desenvolvimento do Parque Eco-Monumental das Sete Fontes, será uma realidade num futuro próximo.

O Braga visto de Braga

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Comecemos pelo óbvio: o Braga é o “clube da terra” e, enquanto tal, deverá captar o apreço bairrista dos locais, já não com a condescendência com as agruras de outros tempos mas com a convicção de que estão de facto a torcer por um dos melhores em todas as competições em que participa, seja no futebol, seja em qualquer outra modalidade.

É por isso que ainda hoje agradeço a minha filiação infantil e a presença contínua nas bancadas do 1º de Maio e no Campo da Ponte ao meu avô, Moura Machado, como espero que um dia também as minhas filhas me venham agradecer o facto de terem sido inscritas no seu clube de sempre desde o dia em que nasceram.

E, na mesma linha, é com especial apreço que acompanho as iniciativas com cariz pioneiro que a Direcção do Clube vem desenvolvendo junto da comunidade educativa e todas as outras que têm promovido um estreitamento da relação entre o Clube, os Bracarenses e todos os habitantes dos concelhos minhotos, região de que o Braga se pode assumir como verdadeiro representante.

Assim se explica, quase com naturalidade, e em linha com o crescimento desportivo, financeiro e de prestígio dos últimos anos, o atingir da mítica marca dos 30.000 sócios a que o clube chegou na passada semana.

Dito isto, em Braga ou em qualquer outra parte do mundo, não é “pecado” não se ser adepto do clube local, tanto mais que as paixões clubísticas envolvem circunstâncias e condicionantes quase mais insondáveis do que as que determinam o próprio amor em abstracto

Mas, e este é um grande mas, mesmo para aqueles Bracarenses que não desejem o sucesso desportivo do Braga, ou que o vejam como uma importante ameaça às vitórias dos seus clubes de eleição, o Braga não pode ser ignorado nas suas dimensões social, cultural e económica.

Em primeiro lugar, e sem prejuízo do trabalho (até porque com muito menos recursos) igualmente meritório que um sem número de colectividades realiza nesta esfera, a verdade é que, do ponto de vista estatístico, no conjunto das diferentes modalidades, o Braga acaba por absorver uma percentagem significativa dos jovens que aderem à prática desportiva e beneficiam da formação social e humana que a mesma proporciona.

Em segundo lugar, a envolvência em torno do Braga acaba por reforçar o nível de identidade da Comunidade, com os sucessos do clube a contribuírem para o reforço da nossa auto-estima colectiva e para a nossa afirmação fora das nossas fronteiras.

E, finalmente, o Braga gera hoje uma dinâmica económica considerável, não apenas no âmbito dos recursos que movimenta mas, sobretudo, na capacidade que tem de projectar a imagem do Concelho e da Região, de funcionar como atractivo turístico e como catalisador para que muitos sintam a curiosidade de nos visitar.

E é hoje, graças ao trabalho a que António Salvador deu outra dimensão, um clube de Braga, muito mais do que um clube municipal.

Publicado no Diário do Minho no dia 28 de Fevereiro de 2013

Oportunidades de desenvolvimento turístico para Braga

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No próximo dia 8 de Março, terá sequência o Ciclo de Debates “Braga 2025” promovido pelo “Juntos por Braga” através da JSD e da JP. A iniciativa irá decorrer às 21h30 no Hotel S. Vicente. Desta feita, a iniciativa versará a temática do Turismo, contando para o efeito com as intervenções de:


Luís Ferreira - Doutor em Ciências Económicas Empresariais (UCS)

Especialista em Planeamento Estratégico em Turismo.

Maria Carmen Pardo - Doutoranda em Turismo

Ex- Secretaria General para o Turismo - Xunta de Galícia

Agostinho Peixoto

Presidente da APTP - Associação de Profissionais de Turismo de Portugal


Participe! Divulgue pelos seus contactos! Juntos, pensamos e fazemos futuro!

Eu, Presidente

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Hoje, iniciamos uma nova rubrica na Página de Facebook, que mais vem reforçar o espírito de incentivo à sua participação neste projecto.

Sem ter que passar pelo processo eleitoral, convidámo-lo a assumir o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Braga por um dia, dando-lhe oportunidade de se pronunciar sobre diferentes temáticas que contendem com a esfera municipal.

Esta semana, focamos a sua atenção numa empresa municipal – a BragaHabit -, desafiando-o(a) a expressar a sua opinião sobre a actividade desta empresa no âmbito das políticas de habitação e do apoio social do Município.

Se fosse Presidente da Câmara Municipal de Braga o que esperaria do trabalho desta empresa? Que medidas tomaria? A que iniciativas daria continuidade?


Juntos, fazemos futuro!”

2500 gostos no Facebook

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Atingimos esta noite os 2500 gostos na página de Facebook. Obrigado a todos. Continuem a apoiar e a divulgar este espaço. Vamos ajudar Ricardo Rio a mudar Braga!

Juntos, Somos Mais. Por Braga!

Ricardo Rio participou em fórum online com Bracarenses

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Ricardo Rio participou num fórum de perguntas e respostas online. A iniciativa, organizada pelo fórum Autárquicas 2013, foi uma oportunidade para todos os interessados colocarem questões ao líder do “Juntos Por Braga” que, durante uma hora e meia, esteve ligado à internet e disponível para esclarecer todas as dúvidas colocadas pelos muitos participantes sobre os mais diversos temas da atualidade bracarense.

Para Ricardo Rio, esta foi uma iniciativa “inovadora” e bastante interessante na ótica do contacto direto com os cidadãos. “Procuramos sempre investir numa estratégia de proximidade com as pessoas, porque acreditamos que só auscultando os agentes conseguimos desenvolver políticas que vão ao encontro das suas reais necessidades”, salientou.

Nesse sentido, o líder do “Juntos Por Braga” destacou que esta é mais uma “ótima forma” de estar ligado aos bracarenses. “Sabemos a importância da internet e a ferramenta de comunicação poderosa que é. Na impossibilidade do contacto pessoal direto com todos, este é uma excelente meio de darmos feedback às pessoas”, afirmou.

Durante a sessão, que versou um conjunto vasto de temas, Ricardo Rio disse estar convicto de que 2013 será o ano do “coroar” de todo um trabalho de construção de um projeto alternativo de governação da Câmara Municipal. “Hoje, os Bracarenses conhecem, apreciam e apoiam muitas das nossas propostas, valorizam a nossa postura e antecipam as vantagens que só uma mudança efetiva da gestão da autarquia pode propiciar”, acredita.

(pode ler a participação de Ricardo Rio aqui)

Visita de Ricardo Rio à APD

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Ricardo Rio defende apoios equitativos para todo o Desporto adaptado  


Integrado no ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm promovido com diversos agentes da área social e que tem como finalidade estabelecer com eles uma política de proximidade e diálogo, Ricardo Rio visitou a Associação Portuguesa de Deficientes. 

A APD foi criada em 1982 e trabalha no sentido de garantir a integração e inclusão na sociedade das pessoas com deficiência. “Fazemos o atendimento, acompanhamento e encaminhamento de pessoas com deficiência. Temos também um gabinete de apoio psicológico e social e desenvolvemos inúmeras atividades culturais, recreativas e desportivas”, disse Rosa Guimarães, Presidente da APD. 

Durante a visita, foram abordadas de forma genérica um conjunto de questões que afetam a população deficiente como a mobilidade, os transportes ou as acessibilidades em edifícios públicos. 

“Não é fácil conseguir que os deficientes tenham possibilidade de se deslocarem com facilidade e, dessa forma, serem verdadeiramente independentes. Braga já é uma cidade que oferece melhores condições e que tem algumas situações resolvidas, como é o caso da acessibilidade ao transporte, mas há ainda muita coisa para fazer”, afirmou a Presidente da APD. 

Ricardo Rio referiu que é fundamental que exista um “cuidado permanente” da autarquia para que os deficientes possam ter as condições necessárias para levar uma vida normal. “A nível de acessibilidades as coisas nunca estão completamente resolvidas, é um trabalho constante. Há sempre algo que se pode fazer melhor, evoluções que é necessário acompanhar. Temos a obrigação de fazer com que a cidade tenha todas as condições para os deficientes terem uma vida sem restrições”, assinalou, chamando a atenção para o facto de alguns edifícios em Braga, alguns deles de construção recente, não disporem das acessibilidades ideais para os deficientes. “É algo que, por certo, merecerá um especial cuidado da nossa parte”, referiu Rio.

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Apoios na área de acção social

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Sabia que...


A Coligação “Juntos por Braga” apresentou a 25 de Fevereiro de 2010, numa reunião do executivo camarário, uma proposta para criação de um regulamento de enquadramento do apoio às instituições que prossigam actividades na área da Acção Social? Proposta essa que foi reprovada pela maioria socialista no executivo...



Neste contexto, pedia-se ao executivo municipal que solicitasse aos serviços da Câmara Municipal a redação de um regulamento que deveria ser, posteriormente, submetido a este órgão e à Assembleia Municipal. Na proposta, a Coligação apresentava um conjunto de ideias a implementar, separando as propostas como Apoios de Natureza Financeira e não Financeira.


De entre as primeiras, salientava-se:

a) Apoio financeiro a actividades, não regulares, e consideradas de interesse relevante para os Munícipes, através da concessão de subsídios pontuais;

b) Apoio financeiro para obras de conservação e beneficiação das instalações, designadamente quando respeitar à segurança dos equipamentos, até ao montante de 25.000€ (Vinte e Cinco Mil Euros);

c) Cedência de terrenos municipais para a construção de equipamentos sociais;

d) Apoio financeiro na construção de equipamentos sociais de 10% do montante financiado por verbas nacionais ou comunitárias;

e) Apoio a outras iniciativas/projectos/programas da iniciativa municipal e ao abrigo de protocolos de parceria.

Nos apoios não financeiros, apresentavam-se importantes propostas, tais como:

a) Cedência de espaços físicos, equipamentos e outros meios técnicos e logísticos;

b) Divulgação das iniciativas e dos projectos prosseguidos pelas entidades destinatárias;

c) Facultar a possibilidade do Município ser uma plataforma de criação de parcerias institucionais inter-municipais, numa óptica de crescente operacionalização e alargamento de âmbito da Rede Social;

d) Apoio técnico na elaboração de candidaturas a financiamentos públicos e comunitários para as diferentes entidades parceiras;

e) Elaboração de projectos de arquitectura para a construção de equipamentos sociais;

f) Elaboração de projectos de arquitectura para os arranjos exteriores. 

Braga dispõe de uma rede alargada de instituições que, em várias áreas de intervenção, desenvolvem actividade na área da Acção Social, dando resposta às múltiplas necessidades dos mais carenciados. É do conhecimento geral que, por inúmeras vezes, estas próprias instituições passam por dificuldades.


É nessa óptica que se deve apoiar quem apoia, ajudar quem ajuda os outros...