As Sete Fontes e o Património Bracarense

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(João Marques, Ricardo Silva, Ricardo Rio e Raúl Rodrigues)

Sabia que...

A coligação “Juntos Por Braga” propôs a concretização de um Parque Eco-Monumental para as Sete Fontes, que contemple a preservação do antigo complexo hidráulico do século XVIII, proposta essa que o executivo socialista sempre recusou? A defesa do património Bracarense tem sido uma das prioridades de Ricardo Rio, em contraste com a posição prejudicial que a CM de Braga sempre teve em relação ao riquíssimo espólio patrimonial do concelho. 

Ricardo Rio, numa visita promovida às Sete Fontes a18 de Abril de 2011, em conjunto com a Junta de S. Victor, a Jovem Coop e a ASPA, defendeu que “o peso na consciência dos responsáveis municipais pelo abandono a que votaram as Sete Fontes ao longo dos anos, não deve servir de justificação para esta lógica deliberada de esconder as Sete Fontes dos olhos dos cidadãos, tanto mais que se trata hoje de um Monumento Nacional que devia estar ao alcance de todos”. 

Ao longo destes anos Ricardo Rio tem emitido diversas posições para defesa e salvaguarda do património Bracarense, depois dos actos lesivos cometidos deliberadamente nas últimas décadas pela gestão socialista, que conta com Vítor Sousa na linha da frente na defesa desse legado. Mais, não basta agora, num acto de contrição pouco convincente e que poucos considerarão sincero, dizer que está interessado na defesa do património, quando no passado as suas acções terem sido em sentido diametralmente contrário a esta nova retórica. 

A defesa do Património será uma das apostas de um executivo camarário liderado por Ricardo Rio, em consonância com o que sempre tem defendido nesta matéria. E as diferentes propostas que tem apresentado para o sector, como o desenvolvimento do Parque Eco-Monumental das Sete Fontes, será uma realidade num futuro próximo.

O Braga visto de Braga

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Comecemos pelo óbvio: o Braga é o “clube da terra” e, enquanto tal, deverá captar o apreço bairrista dos locais, já não com a condescendência com as agruras de outros tempos mas com a convicção de que estão de facto a torcer por um dos melhores em todas as competições em que participa, seja no futebol, seja em qualquer outra modalidade.

É por isso que ainda hoje agradeço a minha filiação infantil e a presença contínua nas bancadas do 1º de Maio e no Campo da Ponte ao meu avô, Moura Machado, como espero que um dia também as minhas filhas me venham agradecer o facto de terem sido inscritas no seu clube de sempre desde o dia em que nasceram.

E, na mesma linha, é com especial apreço que acompanho as iniciativas com cariz pioneiro que a Direcção do Clube vem desenvolvendo junto da comunidade educativa e todas as outras que têm promovido um estreitamento da relação entre o Clube, os Bracarenses e todos os habitantes dos concelhos minhotos, região de que o Braga se pode assumir como verdadeiro representante.

Assim se explica, quase com naturalidade, e em linha com o crescimento desportivo, financeiro e de prestígio dos últimos anos, o atingir da mítica marca dos 30.000 sócios a que o clube chegou na passada semana.

Dito isto, em Braga ou em qualquer outra parte do mundo, não é “pecado” não se ser adepto do clube local, tanto mais que as paixões clubísticas envolvem circunstâncias e condicionantes quase mais insondáveis do que as que determinam o próprio amor em abstracto

Mas, e este é um grande mas, mesmo para aqueles Bracarenses que não desejem o sucesso desportivo do Braga, ou que o vejam como uma importante ameaça às vitórias dos seus clubes de eleição, o Braga não pode ser ignorado nas suas dimensões social, cultural e económica.

Em primeiro lugar, e sem prejuízo do trabalho (até porque com muito menos recursos) igualmente meritório que um sem número de colectividades realiza nesta esfera, a verdade é que, do ponto de vista estatístico, no conjunto das diferentes modalidades, o Braga acaba por absorver uma percentagem significativa dos jovens que aderem à prática desportiva e beneficiam da formação social e humana que a mesma proporciona.

Em segundo lugar, a envolvência em torno do Braga acaba por reforçar o nível de identidade da Comunidade, com os sucessos do clube a contribuírem para o reforço da nossa auto-estima colectiva e para a nossa afirmação fora das nossas fronteiras.

E, finalmente, o Braga gera hoje uma dinâmica económica considerável, não apenas no âmbito dos recursos que movimenta mas, sobretudo, na capacidade que tem de projectar a imagem do Concelho e da Região, de funcionar como atractivo turístico e como catalisador para que muitos sintam a curiosidade de nos visitar.

E é hoje, graças ao trabalho a que António Salvador deu outra dimensão, um clube de Braga, muito mais do que um clube municipal.

Publicado no Diário do Minho no dia 28 de Fevereiro de 2013

Oportunidades de desenvolvimento turístico para Braga

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No próximo dia 8 de Março, terá sequência o Ciclo de Debates “Braga 2025” promovido pelo “Juntos por Braga” através da JSD e da JP. A iniciativa irá decorrer às 21h30 no Hotel S. Vicente. Desta feita, a iniciativa versará a temática do Turismo, contando para o efeito com as intervenções de:


Luís Ferreira - Doutor em Ciências Económicas Empresariais (UCS)

Especialista em Planeamento Estratégico em Turismo.

Maria Carmen Pardo - Doutoranda em Turismo

Ex- Secretaria General para o Turismo - Xunta de Galícia

Agostinho Peixoto

Presidente da APTP - Associação de Profissionais de Turismo de Portugal


Participe! Divulgue pelos seus contactos! Juntos, pensamos e fazemos futuro!

Eu, Presidente

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Hoje, iniciamos uma nova rubrica na Página de Facebook, que mais vem reforçar o espírito de incentivo à sua participação neste projecto.

Sem ter que passar pelo processo eleitoral, convidámo-lo a assumir o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Braga por um dia, dando-lhe oportunidade de se pronunciar sobre diferentes temáticas que contendem com a esfera municipal.

Esta semana, focamos a sua atenção numa empresa municipal – a BragaHabit -, desafiando-o(a) a expressar a sua opinião sobre a actividade desta empresa no âmbito das políticas de habitação e do apoio social do Município.

Se fosse Presidente da Câmara Municipal de Braga o que esperaria do trabalho desta empresa? Que medidas tomaria? A que iniciativas daria continuidade?


Juntos, fazemos futuro!”

2500 gostos no Facebook

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Atingimos esta noite os 2500 gostos na página de Facebook. Obrigado a todos. Continuem a apoiar e a divulgar este espaço. Vamos ajudar Ricardo Rio a mudar Braga!

Juntos, Somos Mais. Por Braga!

Ricardo Rio participou em fórum online com Bracarenses

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Ricardo Rio participou num fórum de perguntas e respostas online. A iniciativa, organizada pelo fórum Autárquicas 2013, foi uma oportunidade para todos os interessados colocarem questões ao líder do “Juntos Por Braga” que, durante uma hora e meia, esteve ligado à internet e disponível para esclarecer todas as dúvidas colocadas pelos muitos participantes sobre os mais diversos temas da atualidade bracarense.

Para Ricardo Rio, esta foi uma iniciativa “inovadora” e bastante interessante na ótica do contacto direto com os cidadãos. “Procuramos sempre investir numa estratégia de proximidade com as pessoas, porque acreditamos que só auscultando os agentes conseguimos desenvolver políticas que vão ao encontro das suas reais necessidades”, salientou.

Nesse sentido, o líder do “Juntos Por Braga” destacou que esta é mais uma “ótima forma” de estar ligado aos bracarenses. “Sabemos a importância da internet e a ferramenta de comunicação poderosa que é. Na impossibilidade do contacto pessoal direto com todos, este é uma excelente meio de darmos feedback às pessoas”, afirmou.

Durante a sessão, que versou um conjunto vasto de temas, Ricardo Rio disse estar convicto de que 2013 será o ano do “coroar” de todo um trabalho de construção de um projeto alternativo de governação da Câmara Municipal. “Hoje, os Bracarenses conhecem, apreciam e apoiam muitas das nossas propostas, valorizam a nossa postura e antecipam as vantagens que só uma mudança efetiva da gestão da autarquia pode propiciar”, acredita.

(pode ler a participação de Ricardo Rio aqui)

Visita de Ricardo Rio à APD

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Ricardo Rio defende apoios equitativos para todo o Desporto adaptado  


Integrado no ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm promovido com diversos agentes da área social e que tem como finalidade estabelecer com eles uma política de proximidade e diálogo, Ricardo Rio visitou a Associação Portuguesa de Deficientes. 

A APD foi criada em 1982 e trabalha no sentido de garantir a integração e inclusão na sociedade das pessoas com deficiência. “Fazemos o atendimento, acompanhamento e encaminhamento de pessoas com deficiência. Temos também um gabinete de apoio psicológico e social e desenvolvemos inúmeras atividades culturais, recreativas e desportivas”, disse Rosa Guimarães, Presidente da APD. 

Durante a visita, foram abordadas de forma genérica um conjunto de questões que afetam a população deficiente como a mobilidade, os transportes ou as acessibilidades em edifícios públicos. 

“Não é fácil conseguir que os deficientes tenham possibilidade de se deslocarem com facilidade e, dessa forma, serem verdadeiramente independentes. Braga já é uma cidade que oferece melhores condições e que tem algumas situações resolvidas, como é o caso da acessibilidade ao transporte, mas há ainda muita coisa para fazer”, afirmou a Presidente da APD. 

Ricardo Rio referiu que é fundamental que exista um “cuidado permanente” da autarquia para que os deficientes possam ter as condições necessárias para levar uma vida normal. “A nível de acessibilidades as coisas nunca estão completamente resolvidas, é um trabalho constante. Há sempre algo que se pode fazer melhor, evoluções que é necessário acompanhar. Temos a obrigação de fazer com que a cidade tenha todas as condições para os deficientes terem uma vida sem restrições”, assinalou, chamando a atenção para o facto de alguns edifícios em Braga, alguns deles de construção recente, não disporem das acessibilidades ideais para os deficientes. “É algo que, por certo, merecerá um especial cuidado da nossa parte”, referiu Rio.

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Apoios na área de acção social

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Sabia que...


A Coligação “Juntos por Braga” apresentou a 25 de Fevereiro de 2010, numa reunião do executivo camarário, uma proposta para criação de um regulamento de enquadramento do apoio às instituições que prossigam actividades na área da Acção Social? Proposta essa que foi reprovada pela maioria socialista no executivo...



Neste contexto, pedia-se ao executivo municipal que solicitasse aos serviços da Câmara Municipal a redação de um regulamento que deveria ser, posteriormente, submetido a este órgão e à Assembleia Municipal. Na proposta, a Coligação apresentava um conjunto de ideias a implementar, separando as propostas como Apoios de Natureza Financeira e não Financeira.


De entre as primeiras, salientava-se:

a) Apoio financeiro a actividades, não regulares, e consideradas de interesse relevante para os Munícipes, através da concessão de subsídios pontuais;

b) Apoio financeiro para obras de conservação e beneficiação das instalações, designadamente quando respeitar à segurança dos equipamentos, até ao montante de 25.000€ (Vinte e Cinco Mil Euros);

c) Cedência de terrenos municipais para a construção de equipamentos sociais;

d) Apoio financeiro na construção de equipamentos sociais de 10% do montante financiado por verbas nacionais ou comunitárias;

e) Apoio a outras iniciativas/projectos/programas da iniciativa municipal e ao abrigo de protocolos de parceria.

Nos apoios não financeiros, apresentavam-se importantes propostas, tais como:

a) Cedência de espaços físicos, equipamentos e outros meios técnicos e logísticos;

b) Divulgação das iniciativas e dos projectos prosseguidos pelas entidades destinatárias;

c) Facultar a possibilidade do Município ser uma plataforma de criação de parcerias institucionais inter-municipais, numa óptica de crescente operacionalização e alargamento de âmbito da Rede Social;

d) Apoio técnico na elaboração de candidaturas a financiamentos públicos e comunitários para as diferentes entidades parceiras;

e) Elaboração de projectos de arquitectura para a construção de equipamentos sociais;

f) Elaboração de projectos de arquitectura para os arranjos exteriores. 

Braga dispõe de uma rede alargada de instituições que, em várias áreas de intervenção, desenvolvem actividade na área da Acção Social, dando resposta às múltiplas necessidades dos mais carenciados. É do conhecimento geral que, por inúmeras vezes, estas próprias instituições passam por dificuldades.


É nessa óptica que se deve apoiar quem apoia, ajudar quem ajuda os outros...

Visita à Associação de Paralisia Cerebral de Braga

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Respostas sociais para cidadãos com paralisia cerebral são fundamentais


De forma a dar seguimento a um conjunto de iniciativas no terreno que pretendem estabelecer o diálogo e o espírito de cooperação entre os “Juntos Por Braga” e os agentes que atuam no âmbito social, Ricardo Rio visitou a Associação de Paralisia Cerebral de Braga (APCB). 

Esta visita permitiu ao candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga perceber melhor o funcionamento desta IPSS e as condicionantes com que tem de lidar. “Foi uma iniciativa extremamente útil no sentido de conhecer o trabalho excecional que esta instituição tem realizado e que tem ajudado várias famílias a ultrapassar as dificuldades inerentes a este problema”, afirmou Rio.

José Luís Alves, Presidente da Associação de Paralisia Cerebral de Braga desde 2004, acompanhou Ricardo Rio durante a visita. O Presidente enfatizou que a APCB tudo faz no sentido de providenciar aos utentes e seus familiares o melhor atendimento possível. “Temos uma equipa extremamente esforçada e empenhada, que está sempre disposta a fazer sacrifícios para ajudar os nossos utentes. É sem dúvida com enorme orgulho que olho para a atividade que aqui desenvolvemos”, garantiu. A APCB atende cerca de 350 utentes por mês e conta com o apoio de 42 funcionários de diversas áreas de atividade.

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O tempo da Universidade do Minho

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Hoje foi tempo de celebrarmos a Universidade do Minho. 

É tempo, também, de seguirmos uma política de verdadeira proximidade entre a cidade e a Universidade materializada em realizações conjuntas. 

É tempo de ouvir e agir…é tempo de explorar sinergias criando riqueza. 

É tempo de incentivar a criação de parcerias baseadas na diversidade, na confiança e em benefícios mútuos. 

É tempo de assumir compromissos…Braga não pode desperdiçar a excelência, a inovação e a competência dos recursos formados e criados na nossa cidade…compromissos ancorados em projectos e que envolvam empresas de bens e serviços. 

É tempo da cidade se empenhar em transmitir as necessidades das populações aos que gerem e aplicam o conhecimento. 

É tempo de investir… 

A Universidade: fornecendo informação, dados, aplicando resultados de investigação e visões de futuro no processo de desenvolvimento sustentável da cidade. 

A cidade: proporcionando oportunidades e campo para a análise e materialização de políticas, planos, metodologias e tecnologias. 

Ambas, contribuindo para a concretização de projectos comunitários de valor. 

Por fim, devo também deixar uma palavra de admiração aos estudantes da Universidade do Minho. Numa época tão difícil a nível global como a que vivemos, é assinalável o seu sentido de responsabilidade social, não apenas nas suas intervenções e realizações, mas fundamentalmente na dimensão das suas causas, valores e ideais. 

É tempo de incutirmos a mesma numa dimensão autárquica, partilhando os mesmos princípios de solidariedade, altruísmo, generosidade e bem comum. 

É tempo dos agentes políticos locais não hipotecarem mais as oportunidades que a Universidade do Minho tem oferecido à cidade. É tempo de criar políticas atractivas no acesso às infra-estruturas sociais, culturais ou de lazer, políticas que facilitem a mobilidade dos jovens, políticas de regeneração urbana que favoreçam a sua fixação no centro da cidade e que potenciem todo o comércio local. 

É tempo de não se hipotecar mais as gerações futuras da nossa cidade. É tempo de não se hipotecar mais Braga.

Ricardo Rio

Visita à Escola Secundária de Maximinos

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Maior distanciamento entre direção e alunos pode prejudicar trabalho conjunto 


Dando seguimento a um ciclo de contatos com agentes que atuam na área educativa - que tem como principal objetivo auscultar os vários intervenientes e perceber a realidade que se vive no terreno -, Ricardo Rio visitou a Escola Secundária de Maximinos, sede do primeiro Mega-Agrupamento de Escolas em Braga, após a fusão com o Agrupamento Vertical de Escolas Oeste da Colina, em 2010. António Pereira, diretor do Mega-Agrupamento, acompanhou Ricardo Rio durante esta iniciativa.

A visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de que forma está a funcionar o modelo do Mega-Agrupamento de Maximinos. De acordo com António Pereira, não obstante os obstáculos estarem perfeitamente identificados, a adaptação está a ser “exigente”. “Em termos de coordenação, temos vivido situações complexas. O maior distanciamento da direção relativamente aos alunos e professores condicionou um pouco a eficácia e o alcance do nosso trabalho”, afirmou. 

O diretor enfatizou que, apesar das aulas continuarem a decorrer de forma “perfeitamente tranquila e dentro da normalidade”, torna-se mais complicado conseguir resolver os problemas quotidianos dos alunos. “Esta centralização fez com que aumentasse a quantidade de trabalho, exigindo um especial empenho de todos os docentes e responsáveis do agrupamento”, alertou.

António Pereira garantiu ainda que, para conseguirem contrapor as dificuldades criadas por este modelo, os responsáveis do agrupamento têm procurado fomentar espaços “informais de consulta e diálogo” com os representantes de pais e com toda a comunidade educativa.

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Braga pelos meus olhos

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(Igreja da Misericórdia)


Envie-nos uma fotografia para o email geral@ricardorio.pt e mostre-nos a sua Braga. A cidade que ama, a cidade que o faz feliz, mas também a Braga que tem de mudar. Este será um espaço vosso.

Sobre o GNRation

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Sabia que... 


O novo espaço GNRation foi proposto pelos “Juntos por Braga” para sede da Capital Europeia da Juventude em 2010? Os concursos de ideias prometidos por Hugo Pires nunca tiveram lugar, tendo a Fundação Bracara Augusta optado por um ajuste directo de 74.950 euros (de assinalar que o valor máximo para um ajuste directo são 75.000 euros!), para a definição do modelo de gestão... 

Todavia, e não fossem suficientes os anteriores malabarismos, eis que surge a “gota de água”: um contrato de arrendamento formalizado entre a Câmara Municipal e a Fundação Bracara Augusta, que prevê uma renda mensal de, imagine-se, 150 euros mensais. 

E agora, qual o futuro do GNRation? Qual a sua missão? Será uma alavanca de progresso para Braga? Ou um expediente para os clientelismos do costume?

Aquilo que começou por ser um espaço aglutinador de iniciativas culturais e empreendedorismo parece agora um local de concessão a espaços lúdicos e comerciais. Creio que se está a desvirtuar o espaço que até tinha recebido a nossa aprovação”, avança Ricardo Rio. O líder da Coligação Juntos Por Braga e candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga queixa-se da falta de transparência do modelo proposto, nomeadamente no que diz respeito à sua gestão. Ricardo Rio questiona mesmo o “porquê desta decisão nesta altura e não em Outubro, altura em que tudo poderia ser decidido pelo próximo executivo.  
(in RUM, 14.02.2013)

Encontro com empresários

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Desenvolver uma política de proximidade é prioridade do “Juntos Por Braga”

Ricardo Rio tomou o pequeno-almoço com um conjunto de empresários bracarenses de diversas áreas de atividade. A iniciativa, que teve por objetivo promover uma conversa informal sobre vários assuntos relacionados com a área empresarial e comercial em Braga, foi promovida pelos empresários António Santos e João Barbosa e decorreu nas instalações da empresa Financeport.

De acordo com os empresários presentes, falta em Braga uma política de maior diálogo e cooperação entre a Câmara Municipal e os comerciantes, o que origina um afastamento da autarquia relativamente à realidade que se vive na cidade.

O líder do “Juntos Por Braga” criticou essa atitude “autista” do executivo municipal que prejudica “gravemente” a atividade empresarial e comercial na cidade. “Temos uma autarquia que se fecha em si mesma e recusa ouvir e envolver outros intervenientes. Essa é uma postura totalmente contrária àquilo que defendemos, a proximidade com os agentes é uma das nossas prioridades”, garantiu Rio, lamentando de seguida que Braga tenha recursos humanos de “grande qualidade” que não estão a são aproveitados.     

Que políticas municipais de juventude para Braga?

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Fomos perguntar a alguns jovens Bracarenses o que pensam sobre as políticas para a juventude na cidade de Braga. A escassez de iniciativas e de animação no centro são as principais lacunas apontadas pelos jovens.