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Ricardo Rio participou na Caminhada “24 Horas Sem Fumo”

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Iniciativa é uma forma de promover o convívio e a união entre as pessoas de Merelim S. Pedro 

Ricardo Rio participou na quarta edição da Caminhada “24 Horas Sem Fumo”, tendo integrado o grupo que caminhou durante a hora de encerramento desta iniciativa, onde estavam também Firmino Marques, o Presidente da Junta de Freguesia de Merelim S. Pedro, Ricardo Ferreira, o Presidente da Assembleia de Freguesia, Raúl Rodrigues, e outros membros do executivo. Este evento, que decorreu durante 24 horas ininterruptamente na pista do parque da freguesia de Merelim São Pedro, iniciou-se às 19 Horas de Sexta-Feira e encerrou à mesma hora de Sábado, contando com a participação de mais de 600 pessoas, que percorreram entre 2500 a 3000 quilómetros. 

Segundo o líder do “Juntos Por Braga”, este tipo de iniciativas é essencial para agregar e mobilizar as pessoas da freguesia para momentos lúdicos, solidários e de incentivo às práticas de vida saudáveis. “Foi com muito gosto que participei e caminhei nesta ultima hora do evento, que se repete mais uma vez neste parque muito agradável em Merelim S. Pedro”, salientou. 

Para Ricardo Rio, o facto de a Junta de Merelim S. Pedro conseguir efetuar estas iniciativas sem qualquer tipo de apoios por parte da autarquia valoriza ainda mais o esforço e o trabalho que tem sido desenvolvido pelo executivo liderado por Ricardo Ferreira. 

“Como vem sendo demonstrado em múltiplas ocasiões, esta Junta de Freguesia tem conseguido, com iniciativas deste género, agregar a freguesia e reforçar o sentimento de identidade e união - e fá-lo sem contar com qualquer tipo de apoio camarário. Viemos também aqui com o objetivo de dar um estímulo adicional a este executivo para continuar a efetuar o excelente trabalho que tem vindo a ser feito, apesar das inúmeras dificuldades”, enfatizou. 

Ricardo Ferreira, Presidente da Junta de Freguesia de Merelim S. Pedro, garantiu que mais uma vez, e apesar do frio e do muito vento que se fez sentir, a Caminhada Sem Fumo foi um enorme sucesso. “Nesta edição não tivemos a ajuda das condições climatéricas, mas isso não impediu que as pessoas participassem. Tivemos sempre grupos de pessoas a caminhar durante as 24 horas e o balanço final só pode ser muito positivo”, afirmou. 

Como explicou Ricardo Ferreira, esta atividade, organizada pela Junta de Freguesia, tem como principais objetivos promover a prática do desporto e alertar para os malefícios do consumo de tabaco. “Mas esta é também uma forma de juntar os habitantes de Merelim S. Pedro num ambiente de festa e salutar convívio. É para nós excecional e um motivo de enorme orgulho ver a festa que as pessoas fazem e o gosto com que participam. Tivemos desde crianças até idosos com 80 e 90 anos a participar”, disse, notando que esse tipo de iniciativas não existiam anteriormente na freguesia. 

No final, a Junta de Freguesia ofereceu música e um porco no espeto às muitas pessoas que se quiseram juntar às comemorações do encerramento da caminhada.

"Rampa da Falperra é essencial do ponto de vista turístico e económico"

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Ricardo Rio completou percurso da Rampa da Falperra

Ricardo Rio, ao volante de um Abarth 500, completou o percurso da 34ª Rampa Internacional da Falperra, que se realiza durante este fim-de-semana. A iniciativa do líder do “Juntos Por Braga” foi uma forma simbólica de este manifestar o seu apoio inequívoco a uma prova com forte tradição no Concelho e que é um dos principais factores de atracção de turistas para a cidade. 

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, a Rampa da Falperra, que esteve em risco de não se realizar este ano por falta de verbas e até de sair do calendário de provas da FIA, é essencial não só do ponto de vista desportivo, mas essencialmente do ponto de vista turístico e económico. 

“Estamos a falar de um evento que chama mais de 200 mil visitantes a Braga, e este é um número que não pode nem deve ser ignorado. Nesse sentido, a prova tem de ser considerada uma prioridade por parte da Autarquia, que deve desenvolver todos os esforços para que esta se continue a realizar”, salientou, enfatizando a enorme importância económica da iniciativa para o comércio da região, numa altura em que o concelho tem “tão poucos eventos capazes de atrair pessoas de fora e de dinamizar a economia”. “Só quem sente o ambiente que se vive aqui por estes dias consegue avaliar o impacto de uma realização destas”, garantiu. 

O carro conduzido por Ricardo Rio tinha inscrito na frente e nos lados os slogans “Juntos Pela Falperra” e “Falperra Sempre”, ilustrando bem o apoio que os “Juntos Por Braga” sempre deram à prova, efetuando todos os esforços ao seu alcance para que esta reunisse as condições para se realizar e, mais importante ainda, para que não se condenasse irreversivelmente ao desaparecimento uma iniciativa pela qual os Bracarenses nutrem grande carinho. 

Rio aproveitou ainda a oportunidade para agradecer os esforços incansáveis do Clube Automóvel do Minho (CAM) e mais especificamente do seu Presidente, Barbosa Ferreira, na organização da prova. “Se hoje os Bracarenses e os visitantes podem usufruir deste fim de semana desportivo, muito o devem ao trabalho do CAM e do seu Presidente que, apesar de todos os obstáculos no percurso, sempre acreditaram que era possível contornar as dificuldades e realizar a Rampa. Este sucesso é muito deles e estão de parabéns pelo que conseguiram”, afirmou. 

O líder do “Juntos Por Braga” fez votos de que a competição, de grande qualidade e prestígio reconhecido internacionalmente, decorra de forma normal, em segurança e em ambiente de festa e convívio, para que todos os concorrentes, equipas técnicas e público possam desfrutar e divertir-se durante esta iniciativa.

Ricardo Rio visitou Associação em Maximinos

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Leões do Penedo desenvolvem um trabalho social de enorme relevância

Englobado num ciclo de contactos com vários agentes do concelho de diversas áreas de atuação, que tem por finalidade o desenvolvimento de uma política assente na proximidade e no diálogo, Ricardo Rio visitou a associação Leões do Penedo Futebol Clube. João Monteiro, Presidente do clube há 12 anos, acompanhou Rio durante esta visita, bem como Luís Pedroso, Tesoureiro da Junta de Freguesia de Maximinos.

Como explicou João Monteiro, o principal objetivo do clube, que tem mais de 250 associados, passa por tirar a população sénior da solidão em que vive no dia-a-dia. “É para que isso que serve esta associação e é esse o papel que assumimos claramente. Já por isso oferecemos às pessoas que nos visitam vários entretenimentos, como noites de karaoke, passeios quase gratuitos, festivais de folclore, eventos desportivos, e muitas outras atividades de caráter cultural, social e de lazer”, salientou.

O líder do “Juntos Por Braga” notou que é para si, enquanto responsável autárquico, um motivo de “tranquilidade e satisfação” ver no terreno associações como os Leões do Penedo, que têm uma fantástica organização e capacidade para atrair tanta e tanta gente para, de uma forma especial, passarem o tempo de forma lúdica e formativa. “Nestes tempos difíceis que agora vivemos, é fundamental que as pessoas, em especial as de mais idade, possam conviver e criar laços de amizade entre si. Esses laços são preciosos porque servem para se ajudarem uns aos outros nas dificuldades e naquilo que mais precisam”, afirmou.

Nesse sentido, Ricardo Rio congratulou a associação por esta capacidade “pouco comum” de juntar as pessoas mais idosas e de lhes dar algum entretenimento. “A verdade é que para quem quer praticar futebol ou futsal, existem muitas opções no concelho e mesmo na freguesia. Este clube é muito mais do que isso, desenvolve um trabalho social de enaltecer e para o qual não existem muitas alternativas”, disse, garantindo que este tipo de associações desempenham um papel “inestimável” em todos os territórios e devem merecer sempre a colaboração das Juntas de Freguesia e da Câmara Municipal.

A nível desportivo, os Leões do Penedo têm apenas a modalidade de pesca. Essa é uma opção que João Monteiro, analisando o período de grandes dificuldades que o país atravessa, considerou lógica. “O futebol faz alguma falta mas acho que, da forma como a vida está, as prioridades de investimento têm de se centrar precisamente em quem mais precisa. O país está a mudar e nós também mudamos. Quem mais precisa agora é a população sénior que não tem família. Temos de ser nós o braço direito dessas pessoas, retirá-las de casa e da escuridão e dar-lhes uma nova vida aqui”, sublinhou, enfatizando a muita aderência das pessoas às diversas atividades realizadas pela associação.

Ricardo Rio, falando diretamente ao Presidente e aos associados do Leões do Penedo presentes na iniciativa, deixou uma garantia: “Quando for eleito para comandar os destinos da Câmara Municipal, este clube pode contar com toda a colaboração da autarquia para levar a efeito o seu plano de atividades, que é ao mesmo tempo ambicioso e meritório. Este é o tipo de associações cujo trabalho, destinado àqueles que mais precisam, tem de ser obrigatoriamente incentivado e valorizado”.

O candidato à Presidência da Câmara de Braga referiu ainda a importância da Junta de Freguesia de Maximinos, que de forma consistente e responsável tem apoiado os Leões do Penedo. “Este é um apoio que vocês muito merecem pela importância do trabalho que têm vindo a desenvolver e que todos esperamos que continuem a desenvolver por longos anos”, reforçou.

Também João Monteiro apontou a Junta de Maximinos como parceiro de eleição do Leões do Penedo. “A Junta tem-nos dado uma ajuda preciosa a diversos níveis. Para além disso, têm sempre a preocupação e o cuidado de se certificarem que está tido a funcionar corretamente com a associação”, garantiu.

Tu, Presidente - Desporto

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Esta semana recebemos diversos contributos para a política desportiva do Concelho de Braga. Mais apoio ao desporto amador, a necessidade de fomento da prática desportiva entre os mais jovens, a construção de pequenas infraestruturas desportivas, como ciclovias ou a recuperação do Parque Radical foram alguns dos tópicos que nos foram enviados. Como tem sido habitual nesta rubrica, excelentes ideias que ajudarão a fortalecer o projecto político que apresentaremos a todos os Bracarenses para os próximos 12 anos. 

Rui Feio de Azevedo O ecletismo no desporto amador e profissional tem sido desde sempre uma das grandes bandeiras do líder da Coligação Juntos por Braga, relevando os benefícios e mais valias para os seus praticantes. À margem da sua actividade política, Ricardo Rio tem revelado ser um cidadão bracarense atento à realidade concelhia neste domínio que tão bem conhece e que espelha nos inúmeros artigos de opinião publicados na imprensa local. Este seu conhecimento e sensibilidade para o fenómeno desportivo em geral dar-lhe-à certamente as ferramentas necessárias enquanto máximo responsável da autarquia para que possa fazer uma gestão mais criteriosa dos recursos municipais disponíveis neste domínio, viabilizando-se assim uma redistribuição mais equitativa dos dinheiros públicos. À margem desta questão, seria interessante também perceber o que fazer aos equipamentos disponíveis em algumas freguesias que estão desaproveitados - e com custos de manutenção elevados - e que resultaram de uma política populista e despesista que hipotecou as gerações vindouras. Por outro lado, seria igualmente importante promover a manutenção do Parque Desportivo da Rodovia que, felizmente, resistiu à voracidade da especulação imobiliária, assim como proceder à reestruturação e alargamento da ciclovia que se encontra degradada e sem condições de segurança. A escassez dos recursos financeiros não permite sonhar com grandes investimentos nesta área, mas a criação na zona norte da cidade de um complexo desportivo à imagem do Parque Desportivo da Rodovia seria um investimento a ter em conta para a melhoria substancial da qualidade de vida dos bracarenses. 

Rui Manuel Pereira Se por um lado devemos apoiar a marca Sporting Clube de Braga como bandeira de uma cidade e de uma região, em todas as vertentes, não é menos verdade que este concelho tem que ser bem mais do que isso. Urge, hoje, pensar no desporto em todas as modalidades e aí ainda temos muito que andar. Porque deixamos de ser a capital do andebol e do atletismo? Devemos apostar no apoio à formação, quer desportiva quer associativa para que os clubes que tão bem formavam no passado reapareçam. Catapultar, no atletismo, a pista do estádio 1º de Maio, tentando que as grandes provas de atletismo regressem a este palco em detrimento da pista Gémeos Castro. Ainda no atletismo dar nova vida ao Meeting de São João. Fazer desta prova um baluarte de Braga. Garantir que espaços que a autarquia possui, como os relvados sintéticos e as piscinas municipais, sejam usados pelas escolas das áreas geográficas, quer para aulas de Educação Física, quer para o desporto escolar. Potencializar o desporto com igualdade de sexos, ou seja, apostar também no desporto no feminino. 

Henrique Castro Primeiro de tudo é preciso acabar com a atribuição pouco transparente e pontualmente tendenciosa de apoios desportivos. É necessário elaborar um documento que defina quais os critérios para se ter acesso a esses apoios Municipais e/ou das Juntas de Freguesia e os montantes possíveis em função da modalidade, nº de atletas em formação, resultados esperados, .... Em termos de espaços desportivos é necessário optimizar a utilização dos existentes ou a construir através da respetiva partilhar por mais que uma freguesia ou coletividade. 

Francisco Grilo As estruturas camarárias desportivas bracarenses estão hoje afetas a um público ávido da prática lúdica do desporto e da ocupação de tempos livres, a exemplo dos campos desportivos da rodovia, das camélias e da pista do Estádio 1º de Maio. As piscinas têm uma utilização sazonal, eminentemente durante o verão. No inverno funcionam as escassas piscinas da Rodovia, que necessitam de um fomento de modernização e melhoria das suas condições, perdidas para a concorrência privada dos ginásios. Os custos de acesso às estruturas camarárias pagas são caros, pouco diversificados e concessionados. Por isso para rentabilizar estas estruturas, não apenas nas valências já habituais do futebol, natação e atletismo, muitos outras poderiam ser criadas ou abertas à fruição dos munícipes. E não apenas as edificadas. É possível também atribuir e gerir espaços públicos organizá-los e dá-los à fruição dos munícipes. Não se cometam é erros de palmatória, com custos excessivos e de má concessão, como a ciclovia de Lamaçães/Fraião que, felizmente está a ser adotada pelos utentes das caminhadas do fim da tarde. Temos espaços que poderiam funcionar como "cativadores". Falta é animação e organização. A nossa cidade é avessa à utilidade da bicicleta, porquê? Nos espaços abertos e jardins não se promovem as atividades físicas lúdicas porque não há nenhum apelo e espaço para tal. Temos, se queremos, fugir para fora, arquitetar com os grupos ou coletividades circuitos exploratórios para atividades ao ar-livre. E as modalidades desportivas coletivas, onde poderão ser praticadas? A não ser nos pavilhões gimnodesportivos privados ou das escolas, mesmo os que há afetos às juntas de freguesia, têm uma reserva horária ou intensiva utilização. Não há na CM Braga um pelouro forte de dinamização da vertente lúdica-desportiva. Concessiona-se tudo às coletividades. Os caminhos rústicos, dos pinhais e das linhas de água, junto ao Cávado e Homem, poderiam ser valorizados. Criar circuitos de manutenção física, de bicicleta, pedestres e de orientação. Motivar as escolas e criar ligações permanentes de afetividade com as suas iniciativas. Coordená-las e geri-las a nível local. Falta a linguagem para operacionalizar as ideias, boas práticas e conjugar vontades. Criar os roteiros das peregrinações e dotá-las de estruturas. Rentabilizá-las não apenas nos dias eventuais do Sameiro, São Bentinho e Santiago de Compostela. Conjugar os outros municípios vizinhos a fornecer o mesmo desafio...

Apoio à Formação Desportiva

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Sabia que...

Em 2006 Ricardo Rio apresentou ao executivo camarário uma proposta de Regulamento para a criação de um Programa de Apoio à Formação Desportiva, que foi chumbado pela maioria socialista? O mesmo destino tiveram os quase 30 contratos-programa com clubes desportivos locais apresentados em 2007. É esta a política de apoio e fomento ao desporto que a maioria socialista tanto apregoa? O contínuo desinteresse pelos jovens do concelho, pelas colectividades locais que lutam diariamente para proporcionar condições de boas práticas desportivas a jovens e menos jovens, esta sim, é uma imagem de marca do executivo socialista.

Em Janeiro de 2006, a Coligação “Juntos por Braga” apresentou, pela mão dos seus vereadores, uma proposta de regulamento para a criação de um Programa de Apoio à Formação Desportiva. Considerando que a actividade desportia assume progressivamente uma maior presença e protagonismo nas sociedades modernas enquanto sinónimo da qualidade de vida das populações. De uma prática desportiva regular resultam, também, aspectos de grande significado para a formação física, cultural e cívica da generalidade dos cidadãos, com particular ênfase para as camadas mais jovens da população.
Sendo Braga uma das cidades mais jovens de todo o país, era desiderato da Coligação a criação de condições materiais para a afirmação de novos valores no panorama desportivo nacional.

Em linhas gerais, o Regulamento para a criação de um Programa de Apoio Desportivo pretendia assumir-se como um documento regulador dos mecanismos de acesso aos apoios municipais por parte dos Clubes/Associações Desportivas, procurando estabelecer com objectividade as condições de acesso, o cálculo dos apoios a atribuir pela Autarquia e, bem assim, o calendário de todo o processo de candidatura.

Deste modo, permitiria ampliar a prática desportiva dos cidadãos bracarenses, aumento o número de praticantes nas diversas modalidades, fomentar a formação desportiva juvenil em todo o concelho, garantindo uma igualdade de oportunidades e reforçar as boas práticas de gestão desportiva, realçando a existência de escalões de formação, a promoção da boa conduta desportiva e a recusa da violência Com isto, procurava-se integrar a actividade desportiva do Concelho nos objectivos comuns de educação pelo desporto, de hábitos de vida saudáveis e de solidariedade colectiva. Seriam elegíveis para este Programa todos as Entidades Desportivas do concelho, desde que legalmente constítuidas e com a situação contributiva devidamente regularizada. Nos moldes deste Programa, todas as candidaturas elígiveis teriam uma compensação financeira a atribuir pela Câmara Municipal, de acordo com o valor pago pela Entidade na inscrição de jovens atletas na Associação/Federação responsável pela competição.

Apesar de se recusar a aprovar as diversas propostas dos vereadores da Coligação, o executivo da Câmara aprovou em 2012 o pagamento das inscrições de atletas dos escalões de formação dos Clubes de Futebol do Concelho. Mais uma vez, o executivo acatou, posteriormente e parcialmente, uma proposta dos vereadores da oposição.

No entanto, Braga quer e precisa de mais. Precisa de uma política desportiva que seja transversal a todas as modalidades e a todos os bracarenses. 

Para isso, estamos Juntos, Por Braga!!!

Eu, Presidente - Desporto

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O desporto, de há muitos anos a esta parte, é uma marca da cidade de Braga, fazendo-se representar entre os melhores nas suas várias modalidades. Exemplo disso é a vitória deste fim-de-semana do SC de Braga na Taça da Liga. Mas o desporto não se resume ao futebol, devendo as políticas municipais ser muito mais abrangentes, potenciando não só as diversas modalidades de competição, como também a prática desportiva de recreação, fomentando uma democratização no acesso ao desporto e consequente desenvolvimento integral do indivíduo e a formação multidisciplinar dos mais jovens.

Por tudo isto, esta semana queremos saber a sua opinião sobre quais as políticas desportivas que devem ser promovidas pela autarquia. Quais os investimentos que devem ser realizados? Que tipo de eventos deve o município promover ou apoiar? Qual o relacionamento que a CM de Braga deve ter com as colectividades?

Envie-nos o seu contributo e ajude-nos a fortalecer o nosso projecto para Braga.

A Rampa da Falperra

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Sabia que… 


A realização da Rampa da Falperra deste ano esteve em perigo, depois da CM de Braga ter recusado um apoio ao Clube Automóvel do Minho (CAM) para a sua organização?

Ricardo Rio, em Novembro de 2012, reuniu com o CAM onde defendeu que a Rampa da Falperra é um evento marcante da cidade, sendo mesmo um dos principais motivos de atração turística do concelho, e por isso, declarou na altura, o empenho total para a sua realização.

Cada edição da Rampa da Falperra traz a Braga mais de 200 mil visitantes só num fim de semana e o retorno financeiro que ultrapassa em muito o apoio financeiro que foi pedido à CM de Braga, demonstrando assim falta de visão para uma aposta consistente no Turismo

As dificuldades de financiamento da Rampa da Falperra, que colocavam em sério risco a realização da prova deste ano, foram o principal tema abordado. Barbosa Ferreira salientou que a realização da Rampa poderia estar hipotecada devido à necessidade de se fazerem obras na pista, nomeadamente na colocação de rails que estejam de acordo com especificações da FIA. Outro aspeto seria despesa com o policiamento. “Pedimos à Câmara Municipal de Braga que nos ajudasse com 100 mil euros na organização da prova, valor suficiente para cobrir essas duas despesas. Infelizmente, a resposta foi negativa”. Ferreira Barbosa esclareceu que desses 100 mil euros, 70 mil euros são para a colocação dos rails e, assim sendo, são um investimento único que não tem de ser reposto todos os anos. 

Segundo Barbosa Ferreira, o apoio da Câmara Municipal teria “retorno imediato”, já que a Rampa da Falperra acolhe mais de 200 mil visitantes e cerca de mil concorrentes (pilotos e equipas) num só fim de semana, o que se traduz num impacto ”muito positivo” sobre a economia local. 

Ricardo Rio foi intransigente na defesa da importância de se assegurar a continuidade da prova, lembrando que a Rampa da Falperra sempre foi um evento marcante para a cidade, sendo mesmo um dos principais motivos de atração turística do concelho. “Temos de olhar para a prova sobre o prisma desportivo e sobre o prisma turístico e económico. Nesse sentido, aquilo que nós desde sempre defendemos, mais afincadamente ainda durante o período da sua interrupção, foi que a Rampa da Falperra deveria ser uma prioridade da governação municipal

A recusa taxativa da Câmara Municipal em apoiar a realização da prova mereceu fortes críticas de Ricardo Rio. “Esta decisão é a prova cabal de que esta Câmara Municipal é gerida sem qualquer tipo de visão estratégica para a cidade ou preocupações pelas questões realmente importantes para Braga”, declarou, afirmando ainda que a Câmara de Braga com enorme facilidade poderá constatar que o retorno financeiro, resultante da presença em Braga de mais de 200 mil pessoas para assistir à Rampa, ultrapassa em muito os apoios pedidos pela CAM para conseguir realizar a prova. 

Felizmente, o CAM conseguiu reunir os apoios necessários para organizar a 34ª Rampa Internacional da Falperra, que se vai realizar em Maio. Mas esta é, mais uma, prova da falta de visão estratégia do executivo socialista para o turismo da cidade.