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Ricardo Rio visitou exploração Agropecuária

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REAP prepara-se para impor regras desadequadas em relação à realidade das explorações da região 

No âmbito de um conjunto de visitas a agentes que atuam no sector primário do tecido económico local, Ricardo Rio visitou uma exploração agropecuária privada em São Pedro de Oliveira. Esta foi uma oportunidade para o líder do “Juntos Por Braga” conhecer de forma mais detalhada as dificuldades e apreensões dos proprietários de explorações. As crescentes dificuldades para aquisição de rações e as regras rígidas que em breve serão impostas pelo Regime do Exercício da Atividade Pecuária (REAP) são as principais preocupações dos proprietários, que temem mesmo pelo futuro dos seus negócios. 

“A subida do preço das rações, que era já extremamente elevado e que tem vindo a subir de forma bem mais agravada do que o preço pelo pagamento do leite, é uma fonte de obstáculos para os proprietários deste tipo de explorações”, salientou Rio, recordando ainda que os valores pagos pelo preço do leite aos proprietários são considerados “muito baixos” em relação aos custos e investimento global do negócio: “Estes dois fatores juntos tornam muito complicada a sustentabilidade económica deste negócio”. 

Mas a principal preocupação dos proprietários centra-se com as novas imposições do REAP, que se prevê que em breve introduza imperativos de qualificação das instalações que obrigam a investimentos de tal forma elevados que põem seriamente em causa a viabilidade das explorações agropecuárias na região. “As pessoas estão muito apreensivas com as alterações que se avizinham e que colocam em causa a própria continuidade dos seus negócios”, garantiu o candidato à Câmara Municipal de Braga, enfatizando que o quadro legal que se prepara para entrar em vigor está “desadequado” da realidade que se vive no Minho. 

“Esta exploração que visitamos caracteriza-se por ser uma exploração intermédia, típica da nossa região e que se replica um pouco por todas as freguesias do concelho de Braga. É este o contexto do negócio na zona, pelo que é natural que os proprietários vejam com enorme preocupação a introdução de medidas que, face ao contexto, são muito difíceis ou mesmo impossíveis de pôr em prática”, garantiu Rio. 

Nesse sentido, os exploradores esperam a colaboração e a intervenção das instituições responsáveis para melhorar o panorama da agropecuária na região. “Cabe também à autarquia a obrigação de amplificar estas problemáticas e de procurar sensibilizar o Ministério da Agricultura para esta situação, colaborando com o mesmo no sentido de encontrar soluções compatíveis e viáveis”, referiu Rio, sustentando qua a regulamentação foi pensada para a realidade de outras partes do país. 

Da parte da autarquia, Rio referiu ainda que esta deve criar condições que facilitem e desonerem as obras de adaptação que os produtores poderão ter que desenvolver, assim como aproveitar estas explorações agropecuárias no sentido de as utilizar numa perspetiva de sensibilização da comunidade escolar. 

O autarca do “Juntos Por Braga” chamou a atenção para o facto de terem encerrado recentemente um elevado número de explorações, sendo que as existentes vivem constantemente ameaçadas pelas dificuldades do mercado e pelas exigências desproporcionadas do REAP. Grande parte dos exploradores considera “menos penoso” encerrar as explorações do que suportar as alterações que o REAP exige. 

Por fim, Ricardo Rio lembrou que a Agricultura e Pecuária são sectores que, ao longo do tempo, têm merecido uma atenção especial por parte do “Juntos Por Braga”, que sempre defenderam que a cidade tem de manter uma base económica diversificada e na qual são essenciais os sectores mais tradicionais. “Seja pelo peso que os mesmos ainda representam em matéria de emprego e criação de riqueza para muitas famílias do Concelho, seja pela necessidade de aproveitamento dos recursos existentes no meio rural, seja até por uma lógica de apoio à criação de fontes para a crucial auto-sustentação alimentar, estes são sectores que merecem a nossa profunda atenção e que sempre encontraram em nós um porta-voz das suas legítimas reivindicações”, concluiu. 

Ricardo Rio visitou Feira de Produtos Biológicos

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Falta de divulgação e de condições no Mercado do Carandá são principais obstáculos

Inserido num conjunto de visitas a vários agentes comerciais da região, os “Juntos Por Braga” visitaram a Feira de Produtos Biológicos, que se realiza semanalmente no Mercado Cultural do Carandá. 

Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, salientou que esta visita é uma forma de apoiar a divulgação da Feira, uma das necessidades mais sentidas por parte dos comerciantes que procuram escoar os seus produtos. “Os comerciantes desta Feira sentem-se um pouco abandonados e sem grande promoção de uma iniciativa que é extremamente importante e meritória. Este é um sector agrícola que é hoje uma nova aposta de futuro e que merece o carinho de todas a as autoridades públicas e de todos os cidadãos”, enfatizou Rio. 

Para o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, que durante a visita ouviu com atenção as queixas e aspirações dos comerciantes, é importante que se criem condições de incentivo a esta mesma atividade, para que haja capacidade para os vendedores escoarem os produtos de forma mais regular possível. “Esta Feira decorre no Mercado Cultural do Carandá, mas tal como foi dito por vários comerciantes, era essencial que pontualmente a Feira se realizasse no centro da cidade, o que permitiria atingir um público maior e publicitar o evento de forma mais eficaz”, sublinhou, afirmando de seguida que a Câmara Municipal de Braga não se pode demitir da responsabilidade de apoiar este sector. 

“Não é suficiente arranjar um espaço para a realização da Feira e de seguida ignorar por completo as necessidades dos comerciantes. A autarquia tem de se envolver mais neste projeto e ajudar os comerciantes a terem sucesso, caso contrário será complicado esta Feira continuar a existir”, sublinhou. 

Elisabete Costa, uma das Comerciante que participa na Feira de Produtos Biológicos em Braga, afirmou que para além dos problemas de divulgação, também o próprio espaço do Mercado Cultural do Carandá tem alguns problemas que afastam os clientes. “Este espaço é pouco atrativo porque está constantemente a ser vandalizado, e muito pouco se tem feito para inverter esta situação. Desta forma, é muito difícil atrair clientes e revitalizar esta zona”, afirmou.

Ricardo Rio reuniu com ACES de Braga Médico de família

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Ricardo Rio reuniu com a direção do Agrupamento de Centros de Saúde Cávado I - Braga (ACES), entidade que é responsável pela gestão dos antigos Centros de Saúde de Braga I, II e III, uma zona que abrange cerca de 192 mil utentes. 

Ricardo Rio salientou que apesar da atividade do ACES de Braga não recair diretamente na esfera de influência da Câmara Municipal, esta visita é importante porque a saúde é uma área crucial para a vida do concelho e que afeta os cidadãos de uma forma transversal. “Esta é uma área que exige um envolvimento e um acompanhamento permanente por parte da autarquia. Nesse sentido, viemos expressar a nossa preocupação com as debilidades de resposta que ainda existem em Braga, nomeadamente em termos de médicos de família, já que muitos utentes do nosso concelho continuam a não ter acesso a esse serviço”, sublinhou. 

José Manuel Cardoso, Diretor-Executivo do ACES de Braga, apontou também o número de utentes sem médico de família - cerca de 42 mil pessoas - como o principal problema do ACES. “É um facto sobejamente conhecido e que afeta a população do concelho. Estamos a lutar com todas as nossas forças para que esta situação se possa resolver e para que Braga não tenha utentes sem médico de família”, garantiu. 

O líder do “Juntos Por Braga” afirmou estar muito satisfeito com as várias diligências que o ACES de Braga está a realizar no sentido de suprir essa lacuna. “Ficamos com a certeza de que, da parte do ACES, tudo está a ser feito para que esta situação se resolva o mais rapidamente possível, em específico com a reivindicação junto do Ministério da Saúde para colocação de mais médicos, alargamento da bolsa de horas contratadas a serviços externos e abertura de novas unidades de saúde familiares”, confirmou. 

O responsável máximo do ACES de Braga afirmou ainda que os cuidados de saúde primários estão a atravessar um período de reforma que se iniciou há já alguns anos, e cujas principais mais-valias têm sido a forma exemplar como os seus profissionais têm aderido e a criação de novas Unidades de Saúde Familiar. “Foi ótimo que os ´Juntos Por Braga´ tenham tido a iniciativa de conhecer mais de perto esta realidade. Foi uma reunião muito frutífera porque demos a conhecer toda a estrutura do ACES, assim como dificuldades que encaramos no dia-a-dia no exercício das nossas funções e atividades”, disse José Manuel Cardoso.

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"TUB têm de servir as necessidades de transporte de toda a população"

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Ricardo Rio e vários vereadores da coligação “Juntos Por Braga” visitaram os Transportes Urbanos de Braga (TUB), tendo sido acompanhados por Carlos Malainho, Presidente do conselho de administração dos TUB. De acordo com Ricardo Rio, esta foi uma excelente oportunidade para conhecer de “fio-a-pavio” as instalações da empresa e discutir as várias questões que contendem com a sua gestão. Rio mostrou-se preocupado com a sustentabilidade económico-financeira dos TUB. “Antes de mais, é fundamental garantir esse aspeto, porque só se isso estiver assegurado é que poderemos continuar a prestar um serviço de qualidade, a melhorar o desempenho, a recompensar os trabalhadores e a garantir o funcionamento desta empresa nos moldes atuais”, destacou.

Por outro lado, o candidato à presidência da Câmara de Braga salientou que é fundamental que a empresa continue a prestar um serviço público aos cidadãos, servindo toda a população do concelho nas suas necessidades de acesso ao trabalho ou deslocação para o centro da cidade. “Esse é um serviço que tem de ser prestado da forma mais cabal possível e, neste aspeto concreto, alertamos a empresa para as consequências que a presente reestruturação da rede tem provocado, dando eco dos muitos problemas que nos chegaram de diversas freguesias”, afirmou.

No entanto, o líder do “Juntos Por Braga” mostrou-se satisfeito com a abertura demonstrada pela administração para introduzir correções e melhoramentos nas opções que têm vindo a ser tomadas, de acordo com as reivindicações que sejam feitas por parte dos populares e que sejam encaminhadas para a administração.

“Todos temos a obrigação de lutar para termos o melhor serviço possível em temos de transportes públicos. Portanto fica aqui um apelo: quem se sentir lesado com a reestruturação e sinta que não tem um serviço compatível com as suas necessidades, faça chegar essa reivindicação á administração dos TUB”, disse Rio.

Falta de planeamento urbanístico é obstáculo para os TUB

As dificuldades de acessibilidades e a falta de planeamento urbanístico da cidade também foram alvo de críticas por parte de Ricardo Rio, que considerou que estes são fatores que condicionam de forma inequívoca o serviço de transportes públicos. “Não é possível pensar os transportes sem pensar primeiro nessas questões. Braga cresceu de forma muito pouco amigável para os transportes públicos, o que condicionou muito as soluções que poderiam ser introduzidas do ponto de vista da mobilidade dos cidadãos”, enfatizou, sublinhando que é preciso combater essa realidade e melhorar, na medida, do possível essa situação: “Para isso, defendemos que sejam introduzidas novas formas de transporte no centro pedonal da cidade, que seja reforçada a aposta nas ciclovias e na utilização das bicicletas e que os transportes aumentam a sua eficiência, quer em termos de frequência de oferta de circulação, quer em termos de diversidade e cumprimento de horários”.

Esse foi um fator que mereceu a concordância de Carlos Malainho, que deixou um lamento pelas dificuldades provocadas pela inexistência de um planeamento urbanístico eficaz. ”Muitos dos problemas que surgem têm por base o planeamento da cidade. É extremamente complicado para nós encontrar soluções que sejam ao mesmo tempo eficazes e respeitadoras do princípio da rentabilização dos recursos”, afirmou.

Finalmente, durante a reunião foi também debatida a relação dos TUB com o poder central. Neste aspeto, Rio mostrou-se apreensivo com a “discriminação histórica” dos TUB relativamente às outras transportadoras de Lisboa e Porto. “Tanto Braga como as outras cidades do país merecem o mesmo tipo de investimento e o mesmo tipo de apoio que as transportadoras de Lisboa e Porto usufruem, e que acabam por favorecer diretamente os cidadãos, que dispõem de frotas renovadas e de condições de tarifários mais compatíveis”, concluiu.

Ricardo Rio visitou Clube de Golfe de Braga

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Golfe é argumento turístico a aproveitar 

Na ocasião em que Portugal celebrou o Dia do Golfe, Ricardo Rio assinalou a data com uma visita ao Clube de Golfe de Braga, que se localiza em Palmeira, participando no “Open Day” que este clube promoveu no seu Driving range nesta Freguesia de Braga. Manuel Filipe Lopes, Paulo Pimenta e Carlos Peixoto da Direcção do Clube e João Russel, Presidente da Junta de Freguesia da Palmeira, acompanharam a Delegação “Juntos por Braga” durante a iniciativa. 

Ricardo Rio salientou que esta foi uma oportunidade para conhecer de forma mais detalhada as preocupações da Direção do clube relativamente à evolução deste desporto no concelho. “Assumimos a nossa vontade de colaborar com o Clube de Golfe, no sentido de dotarmos a cidade de Braga de infra-estruturas para a prática deste desporto que possam funcionar como um elemento complementar à oferta turística já existente no concelho”, afirmou. 

O Clube de Golfe de Braga não dispõe de campo para a prática de modalidade, servindo apenas como clube formador de golfistas. “Os jogadores que formamos nas nossas instalações são obrigados a migrar para outros clubes de forma a darem seguimento ao seu crescimento, dada a inexistência de um campo no concelho”, lamentou Manuel Lopes, garantindo que o campo serviria como pólo para ligar as pessoas à cidade e ao próprio clube: “Essa é a nossa principal ambição e um objetivo pelo qual temos vindo a lutar e a fazer todos os esforços. Acreditamos que, a médio-prazo, o campo de golfe seja uma realidade”. 

Manuel Lopes enfatizou que, apesar das dificuldades económicas com que vivem, o Clube de Golfe de Braga é considerado um dos dez melhores clubes sem campo do país, tendo um número significativo de sócios residentes que levam a que seja possível “produzir” obra. “Em 2009, concluímos que era importante refrescar a cara a este espaço e fizemos obras de requalificação. Criamos estruturas próprias para o treino e, hoje em dia, podemos orgulhar-nos de ter tudo o que é necessário para se aprender a praticar a modalidade”, declarou, sublinhando que este tem sido um dos melhores cartões-de-visita do clube na cidade e no exterior: “Estas obras permitiram-nos atrair mais pessoas e fazer com que o golfe na nossa região tenha condições para singrar e ter pessoas à altura de competir a nível nacional e internacional”. 

Também Ricardo Rio se mostrou empenhado em colaborar no esforço que tem vindo a ser desenvolvido pelo Clube de Golfe para democratizar a prática do desporto em Braga. “Para isso ser conseguido, é necessária uma articulação da modalidade com o desporto escolar, desenvolver um conjunto de iniciativas de abertura à população com a colaboração da Autarquia e sobretudo a qualificação das infra-estruturas que são insuficientes para as necessidades dos muitos praticantes desta modalidade no nosso concelho”, disse. 

Por seu turno, Manuel Lopes assinalou a “extrema importância” de se estabelecer parcerias com as escolas. “Só apostando nos jovens é que teremos sucesso na divulgação da modalidade. Atualmente, temos um núcleo constituído que integra vários professores de educação física, e através desse núcleo queremos chegar às escolas e implementar o golfe como uma modalidade extracurricular. Da nossa parte, temos todo o interesse no desenvolvimento destas parcerias e estamos sempre recetivos a projeto nesse sentido que nos sejam apresentados”, reforçou.

Acessos necessitam de melhoramentos
A fraca qualidade dos acessos para o Clube de Golfe foi outro dos assuntos discutidos durante a visita. De acordo com Manuel Lopes, a dificuldade das pessoas em aceder ao clube prejudica imenso o seu funcionamento. “É urgente um melhoramento destes acessos, que afastam muita gente de visitar e frequentar as nossas instalações” assegurou. 

Ricardo Rio reconheceu o esforço que a Junta de Freguesia de Palmeira tem feito com o intuito de resolver esta situação, mas exigiu uma intervenção rápida da Câmara Municipal. “Apesar destes acessos terem vindo a ser paulatinamente melhorados pela Junta de Freguesia, a Câmara Municipal tem-se demitido de qualificar uma zona que acaba por ser um espaço de visita no concelho, o que é claramente uma estratégia errada do ponto de vista das opções municipais”, criticou. 

Visita à Edigma

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Braga tem condições para ser uma referência mundial a nível tecnológico

No seguimento de um ciclo de contactos com diversos agentes económicos do concelho, que têm como principal objetivo promover um clima de diálogo e proximidade com os mesmos, Ricardo Rio visitou a Edigma, uma empresa tecnológica que se dedica ao desenvolvimento de soluções e projetos interativos baseados em multitoque e reconhecimento gestual. Durante esta visita, o líder do “Juntos Por Braga” foi acompanhado por Miguel Fonseca e Miguel Oliveira, administradores da empresa. 

De acordo com Ricardo Rio, a Edigma é um excelente exemplo de uma empresa inovadora e que está na vanguarda do desenvolvimento tecnológico de Braga. “Este é um sector no qual tem de fazer uma aposta consistente e estrutural, promovendo uma ligação mais estreita entre a Universidade do Minho, os agentes empresariais e o próprio INL”, afirmou, salientando que é fundamental que exista também um reforço do espírito de colaboração entre as várias empresas do sector e entre as próprias empresas e a autarquia, para que a marca Braga se possa afirmar no ainda mais no exterior. 

“Esta área tecnológica tem condições para ser um fator de diferenciação competitiva do nosso concelho e de promoção de um novo paradigma de desenvolvimento no exterior. Se formos capazes de captar novos investimentos, vamos também conseguir criar novas empresas e consequentemente mais postos de trabalho e diminuir o desemprego, que é uma das grandes prioridades que temos para o futuro do nosso concelho”, enfatizou o candidato à Presidência da Câmara de Braga. 

Também Miguel Fonseca partilhou da opinião de Ricardo Rio, considerando mesmo que Braga pode ser uma “referência mundial” em termos tecnológicos: “Braga tem a possibilidade de ser considerada cada vez mais uma cidade tecnológica, e cabe a nós e à autarquia a responsabilidade de transformar Braga nesse sentido”. 

Para o administrador da Edigma, Braga tem um potencial enorme que não está a ser minimamente aproveitado. “Temos um potencial que é real, que já existe, e que precisa apenas de ser explorado. Existem imensas empresas tecnológicas em Braga, que são cada vez melhores. Há que criar um ecossistema à volta deste sector”, sublinhou, garantindo que a criação de um parque tecnológico na cidade seria a melhor solução: “Dessa forma, seriam mais fáceis as relações entre as diversas empresas e daí resultariam mais sinergias e negócios. E mais negócios é sinonimo de mais emprego, mais know-how e mais riqueza para a comunidade local”. 

Segundo Miguel Fonseca, é necessário que se perceba rapidamente que a cidade só pode ser uma referência a nível mundial se existir esse espirito de cooperação. “Sozinhos, valemos pouco. Mas todos juntos, certamente que podemos estabelecer um ambiente propício para nos desenvolvermos e puxarmos uns pelos outros. É aí que a Câmara Municipal tem de assumir um papel de facilitador, criando as condições para que as empresas possam trabalhar em conjunto”, disse. 

Sucesso alcançado com pessoas da Universidade do Minho 

Por outro lado, dentro do espectro de atuação da empresa, Ricardo Rio notou que alguns produtos produzidos pela Edigma podem ser adaptados à própria utilização municipal. “Seja do ponto de vista concelhio, seja do ponto de vista dos serviços municipais, o aproveitamento desta tecnologia pode ser um excelente investimento a realizar no futuro próximo pela autarquia, tanto para aproximar os serviços da câmara dos cidadãos como para alargar o leque de informações que são disponibilizadas a todos aqueles que nos visitam”, acredita. 

Por fim, Miguel Fonseca mostrou orgulho no facto da empresa ter crescimentos anuais que estão à volta dos 50% e de empregar já cerca de 50 pessoas. “Temos um produto diferenciador, trabalhamos no mercado mundial e vendemos para cerca de 100 países. E isto consegue-se com pessoas de Braga, saídas da Universidade do Minho e com muita vontade de vencer no mercado mundial”, finalizou.

Ricardo Rio visitou Agrupamento de Lamaçães

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Integração do Jardim-de-infância na Escola Primária é uma prioridade

No seguimento de um conjunto de encontros com agentes da área educativa - e que têm por objetivo incentivar a aproximação às comunidades escolares, perceber as suas dinâmicas, os seus projetos e as suas necessidades em cada momento -, Ricardo Rio visitou diversas Escolas que fazem parte do Agrupamento de Lamaçães. João Dantas, Diretor do Agrupamento, acompanhou Rio durante a iniciativa. 

O líder do “Juntos Por Braga” realçou o trabalho pedagógico “muito positivo” que está a ser desenvolvido por toda a comunidade educativa em Lamaçães, em especial no que se refere à inclusão social e educativa de cidadãos com necessidades especiais. “Este Agrupamento desenvolve um esforço notável para integrar essa população e dar-lhe todas as condições para poderem obter sucesso escolar”, salientou. 

Rio destacou que também ao nível da interação com a comunidade em que está inserido o Agrupamento de Lamaçães tem efetuado um “excelente trabalho”: “Prova disso são os sucessos desportivos que estes alunos obtêm e que têm abrilhantado a nossa cidade, lançando vários jovens para a prática competitiva ao mais alto nível em diversas modalidades, mas em especial no badminton e voleibol”. 

Por outro lado, o candidato à Presidência da Câmara de Braga notou as realidades muito distintas entre si que encontrou durante a visita às várias escolas do Agrupamento. “Deparamo-nos com situações que merecem uma intervenção por parte do município, sendo o mais evidente e urgente de todos o projeto de requalificação da escola EB1 do Bairro Duarte Pacheco”, afirmou, enfatizando que os “Juntos Por Braga” vão apoiar a pretensão do Agrupamento de reinstalar nessa escola o Jardim-de-Infância atualmente localizado no complexo Bracara Augusta e que não dispõe das melhores condições para as crianças. 

“Vamos apoiar o projeto da instalação de três novas salas na Escola EB1 para concretizar essa mudança, de maneira a que se possa dotar o Jardim-de-Infância de melhores condições de funcionamento e criar algumas sinergias com a população que frequenta o 1º ciclo”, garantiu Rio, que lembrou que também neste contexto são dadas respostas essências às necessidades da população de surdos não só do concelho, mas de todo o distrito de Braga. 

João Dantas, Diretor do Agrupamento, afirmou que o projeto de requalificação já está na Câmara Municipal, que se terá mesmo comprometido a ceder um espaço contíguo na Escola do Bairro Duarte Pacheco para instalação do novo espaço do Jardim-de-Infância Bracara Augusta. “Agora, é preciso que todos estes planos saiam do papel e efetivamente se concretizem. Da nossa parte, continuamos a aguardar tranquilos, porque o compromisso existe, e esperamos que, para bem das crianças, em breve esta questão seja desbloqueado e se possa resolver”, disse, ao mesmo tempo que pediu à Câmara Municipal uma atitude de maior abertura e diálogo. 

Segundo João Dantas, após a conclusão dessas obras, o Agrupamento terá conseguido reunir todas as condições de satisfação para a comunidade. “ Obviamente que há sempre coisas a melhorar, mas acho que após a integração do Jardim-de-Infância na Escola EB1, esta comunidade educativa poder-se-á orgulhar de ter os seus filhos num Agrupamento que lhes garante condições para atingir o sucesso e para, no futuro, integrarem o nosso tecido social com prazer e satisfação”, afiançou. 

A concluir a visita, Ricardo Rio esteve no novo centro escolar de Lamaçães, um equipamento que, na sua ótica, é extremamente positivo e que tem prestado um serviço relevante à comunidade. No entanto, deixou alguns reparos: “Este centro apenas tem duas salas de Jardim-de-infância, ao invés das três que seriam desejáveis e que permitiriam precisamente cobrir os três anos. O enquadramento urbanístico também não é o mais desejável para um equipamento desta natureza”, notou Rio, que apesar destes fatores considerou que a escola reúne ótimas condições para os alunos que a frequentam. 

Reunião com D. Jorge Ortiga

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Ricardo Rio reuniu com o Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, numa reunião que teve como objetivo promover o estreitamento dos laços e uma lógica de colaboração com a Diocese. Durante o encontro, Ricardo Rio reafirmou que a Câmara Municipal de Braga nunca pode estar contra a igreja.

Ricardo Rio reuniu com Arcebispo Primaz

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Câmara Municipal de Braga nunca pode estar contra a Igreja 

Num esforço no sentido de promover o diálogo, o estreitamento dos laços e uma lógica de colaboração entre aquelas que os “Juntos Por Braga” consideram que são duas das instituições mais relevantes e decisivas no contexto da comunidade Bracarense - a Arquidiocese e a Câmara Municipal -, Ricardo Rio reuniu com o Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga.

Durante a reunião, Ricardo Rio salientou essa mesma necessidade de uma relação e de uma colaboração mais próxima com a Arquidiocese como forma de dar resposta às necessidades da população. “Braga tem tudo ganhar se a autarquia se empenhar em desenvolver iniciativas e projetos conjuntos com a Arquidiocese, uma instituição incontornável na cidade. A Câmara nunca pode estar contra a Igreja - tal como nunca pode estar contra a Universidade ou contra as associações empresariais -, porque só numa lógica de subsidiariedade e de parceria é que podemos desenvolver projetos que sirvam o bem comum”, salientou Rio. 

Também D. Jorge Ortiga se mostrou agradado com esta possibilidade de manter um diálogo aberto e livre com os “Juntos Por Braga”. “É sempre um prazer encontrar-me com pessoas que procuram interessar-se, preocupar-se e empenhar-se com o bem comum. Não tenho qualquer receio de me encontrar com as diversas entidades partidárias, pois só através do diálogo é que seremos capazes de encontrar os melhores caminhos para nós e para o povo”, transmitiu, considerando um “dever” esta atitude de partilha, colaboração e presença na vida social 

“Esta é uma postura que prezo muito e que estimo, de diálogo e nunca de imposição, nunca de alguém que se sente senhor da verdade, mas que tem a alegria de poder partilhar as suas inquietações, os seus sonhos e projetos. Isto é, o que de melhor gostaria de ver implementado na nossa cidade”, assegurou o Arcebispo Primaz, que se mostrou totalmente disponível para ouvir e dar sugestões relativamente aos assuntos que possam interessar aos Bracarenses. 


Turismo religioso e valorização do património são apostas essenciais 

O líder do “Juntos Por Braga” aproveitou o encontro para reafirmar a urgência de implementação de uma outra dinâmica do ponto de vista da aposta turística e em particular da promoção do turismo religioso, que pode tornar-se um “fantástico cartão-de-visita” da cidade no exterior. “Braga tem um património religiosos inestimável, que não tem sido devidamente utilizado e do qual a cidade não retira grandes benefícios em termos de capacidade de promoção e atratividade do turismo religioso e patrimonial internacional”, criticou, enfatizando que essa aposta no turismo religioso pode ser determinante para o impulso económico de Braga e, consequentemente, para a criação de postos de trabalho, combatendo aquele que é um dos grandes flagelos do concelho, o desemprego. 

Ainda nesse âmbito, Rio destacou o potencial da esfera artesanal que em Braga tem uma “vasta tradição”: “O domínio da arte sacra pode também ser valorizado e gerar aqui uma nova dinâmica económica em torno desta arte e ofício”. 

A nível social, Ricardo Rio destacou a necessidade de se reforçar as respostas que já hoje estão a ser desenvolvidas no terreno por parte das várias instituições ligadas à Igreja. “No atual contexto de grandes dificuldades sociais e económicas, é premente fortalecer as competências dessas instituições ligadas à Igreja, que têm efetuado um trabalho fantástico para mitigar as carências de muitas pessoas”, expôs, salientando que cabe ao executivo municipal a responsabilidade de apoiar estes projetos no contexto da rede social do concelho. 

Nesse mesmo sentido, D. Jorge Ortiga mostrou-se muito preocupado tanto com o desemprego como com o aumento dos casos de carência em Braga, destacando que este é o momento de fazer convergir intenções e vontades para que as pessoas possam viver melhor. “A Igreja tem feito o seu trabalho na área social, mas pode e quer fazer muito mais. Assim, vamos continuar, com o objetivo de criar condições de vida mais dignas para todos e não apenas para alguns”, afirmou o Arcebispo, que apelidou a igreja de “advogado” dos mais pobres e necessitados. 

Por fim, também no domínio cultural Ricardo Rio considerou que as várias instituições que contendem com a Diocese, e neste caso concreto a própria Universidade Católica, podem ajudar a criar uma outra dinâmica na cidade. “É essencial dar continuidade à organização de ventos que em ligação à Igreja, ao património, à música e ao conhecimento venham reforçar a dinâmica cultural de Braga”. 

A reunião encerrou com o líder do “Juntos Por Braga” a oferecer uma lembrança a D. Jorge Ortiga por ocasião do seu aniversário. 

Casa do Professor é parceiro essencial na concretização de projetos sociais, educativos e culturais

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No âmbito de um conjunto de contactos que os “Juntos Por Braga” têm desenvolvido com agentes de diversas áreas - no sentido de promover a proximidade e um diálogo conjunto com as forças vivas da cidade e de encontrar caminhos e soluções para construir uma cidade melhor –, Ricardo Rio visitou a Casa do Professor, uma instituição de solidariedade social criada em 1979 e que tem como objetivos criar laços de convívio e união entre a comunidade escolar e a promoção cultural, desportiva, recreativa e social. Hilário Sousa, Presidente da Casa do Professor desde 2009, acompanhou Rio durante esta iniciativa. 

Segundo o líder do “Juntos Por Braga”, este contacto com a Casa do Professor foi uma “obrigação e um imperativo de consciência”, dada a relevância social do projeto, a população que abrange e as atividades que desenvolve e que estão “fortemente intrincadas” com a comunidade Bracarense. “Este é um projeto extremamente meritório e fundamental para a cidade de Braga. Procuraremos fortalecer a ligação com a Casa do Professor e apoiar a concretização dos novos e ambiciosos projetos que estão a desenvolver no domínio social, educativo ou cultural”, salientou Rio. 

O candidato à Presidência da Câmara de Braga considerou a Casa do Professor, e todos aqueles que ela representa, como interlocutores essenciais dos desafios que os “Juntos Por Braga” querem lançar e concretizar no futuro. “No que se refere à ligação às comunidades escolares, à promoção do reforço da atividade cultural ou ao fortalecimento das respostas sociais que já hoje são prestadas à classe docente, a Casa do Professor é um aliado indispensável do trabalho que queremos desenvolver”, afirmou Rio, que enfatizou de forma particular a importância dos novos projetos que pretende implementar em termos de contributo para a inclusão e para a qualificação do desempenho junto das comunidades escolares do concelho. 

Por seu turno, Hilário Sousa destacou que a Casa do Professor tem como prioridade atual reforçar a sua dimensão social e de apoio solidário aos professores, num contexto de grandes dificuldades económicas e sociais como o que estamos a atravessar. “Temos estado atentos às necessidades tanto dos professores como das escolas, e pretendemos continuar a apostar no apoio social, formativo, cultural ou lúdico-recreativo. Este são laços de humanização que não podem deixar de estar presentes na nossa estrutura e que têm de ser sempre uma das marcas da nossa atuação”, garantiu. 

O Presidente da Casa do Professor destacou a “enorme conquista” que foi a abertura das novas instalações da instituição em 2006, na Avenida Central. “Conforme fomos crescendo, fomos também alimentando o sonho de termos uma estrutura física que conjugasse os serviços administrativos e uma valência social. Este foi um sonho que mobilizou muitas pessoas, que confiaram que um dia seria possível. Esse dia chegou em 2006 e atualmente é com enorme orgulho que dispomos de um Lar residencial na Casa do Professor”, declarou Hilário Sousa, que apontou ainda o Centro de Formação - que contribui para o desenvolvimento profissional de Educadores de Infância e de Professores dos Ensino Básico e Secundário - como uma das âncoras do sucesso da instituição. 

Para Ricardo Rio, esta é a prova de que o “trabalho, a perseverança e o esforço” são recompensados e dão origem a “obras fantásticas”. “Este é sem dúvida um exemplo do valor da dedicação e um prémio para todos os envolvidos. Braga só tem a agradecer aos mentores deste projeto que hoje está ao dispor dos seus associados e pronto para lhes dar uma preciosa ajuda, especialmente no sector social”, elogiou.

Ricardo Rio defende alargamento da área de intervenção da Bragahabit

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Inserido num ciclo de contactos no terreno com agentes de diversas áreas que os “Juntos Por Braga” têm desenvolvido, Ricardo Rio visitou a BragaHabit, uma empresa municipal que tem como principal objetivo dar apoio à população mais carenciada ao nível do acesso à habitação e desenvolver um conjunto de iniciativas complementares na área educativa e social. João Nogueira, administrador da BragaHabit, acompanhou Rio, Firmino Marques, Filomena Bordalo e Leonor Pizarro durante a visita. 

Para o líder do “Juntos Por Braga”, as objecções que têm sido colocadas ao desempenho da BragaHabit centram-se “no domínio estratégico, relativamente às áreas de actuação e às políticas que a mesma desenvolve mais do que na gestão operacional da sua actividade central”. 

Para o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, esta empresa municipal deve “apoiar a promoção do arrendamento jovem no centro da cidade, articular-se com as Juntas de Freguesia na promoção de habitações de custo controlado na periferia, assumir-se como motor dos processos de reabilitação urbana do edificado no Centro Histórico e, entre outras esferas possíveis de intervenção, aprofundar a ligação às associações de moradores de todas as urbanizações do Concelho, e não apenas das zonas de habitação social”. 

Quanto aos apoios hoje prestados à população mais carenciada, Rio defendeu que “no que concerne às respostas sociais para quem mais precisa, não há divisões de carácter ideológico ou político”. “Quem quer que esteja à frente dos destinos da Câmara Municipal tem que desenvolver todos os esforços ao seu alcance para acorrer de forma célere e capaz a quem mais necessita”, frisou. 

Daí que, Ricardo Rio tenha enaltecido o diálogo “franco e aberto” mantido com a Administração da empresa no decurso de uma reunião que se prolongou por várias horas e que escrutinou todas as áreas de intervenção desta Empresa Municipal. “Lamentavelmente, a cultura da maioria socialista do Executivo tem apontado no sentido de cumprir apenas os requisitos formais de apreciação da actividade das empresas municipais neste Órgão, preterindo mesmo a presença dos representantes da Administração das Empresas nas reuniões em que os seus documentos estratégicos são apreciados”, concluiu. 

Visita de Ricardo Rio à APD

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Ricardo Rio defende apoios equitativos para todo o Desporto adaptado  


Integrado no ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm promovido com diversos agentes da área social e que tem como finalidade estabelecer com eles uma política de proximidade e diálogo, Ricardo Rio visitou a Associação Portuguesa de Deficientes. 

A APD foi criada em 1982 e trabalha no sentido de garantir a integração e inclusão na sociedade das pessoas com deficiência. “Fazemos o atendimento, acompanhamento e encaminhamento de pessoas com deficiência. Temos também um gabinete de apoio psicológico e social e desenvolvemos inúmeras atividades culturais, recreativas e desportivas”, disse Rosa Guimarães, Presidente da APD. 

Durante a visita, foram abordadas de forma genérica um conjunto de questões que afetam a população deficiente como a mobilidade, os transportes ou as acessibilidades em edifícios públicos. 

“Não é fácil conseguir que os deficientes tenham possibilidade de se deslocarem com facilidade e, dessa forma, serem verdadeiramente independentes. Braga já é uma cidade que oferece melhores condições e que tem algumas situações resolvidas, como é o caso da acessibilidade ao transporte, mas há ainda muita coisa para fazer”, afirmou a Presidente da APD. 

Ricardo Rio referiu que é fundamental que exista um “cuidado permanente” da autarquia para que os deficientes possam ter as condições necessárias para levar uma vida normal. “A nível de acessibilidades as coisas nunca estão completamente resolvidas, é um trabalho constante. Há sempre algo que se pode fazer melhor, evoluções que é necessário acompanhar. Temos a obrigação de fazer com que a cidade tenha todas as condições para os deficientes terem uma vida sem restrições”, assinalou, chamando a atenção para o facto de alguns edifícios em Braga, alguns deles de construção recente, não disporem das acessibilidades ideais para os deficientes. “É algo que, por certo, merecerá um especial cuidado da nossa parte”, referiu Rio.

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Visita à Associação de Paralisia Cerebral de Braga

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Respostas sociais para cidadãos com paralisia cerebral são fundamentais


De forma a dar seguimento a um conjunto de iniciativas no terreno que pretendem estabelecer o diálogo e o espírito de cooperação entre os “Juntos Por Braga” e os agentes que atuam no âmbito social, Ricardo Rio visitou a Associação de Paralisia Cerebral de Braga (APCB). 

Esta visita permitiu ao candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga perceber melhor o funcionamento desta IPSS e as condicionantes com que tem de lidar. “Foi uma iniciativa extremamente útil no sentido de conhecer o trabalho excecional que esta instituição tem realizado e que tem ajudado várias famílias a ultrapassar as dificuldades inerentes a este problema”, afirmou Rio.

José Luís Alves, Presidente da Associação de Paralisia Cerebral de Braga desde 2004, acompanhou Ricardo Rio durante a visita. O Presidente enfatizou que a APCB tudo faz no sentido de providenciar aos utentes e seus familiares o melhor atendimento possível. “Temos uma equipa extremamente esforçada e empenhada, que está sempre disposta a fazer sacrifícios para ajudar os nossos utentes. É sem dúvida com enorme orgulho que olho para a atividade que aqui desenvolvemos”, garantiu. A APCB atende cerca de 350 utentes por mês e conta com o apoio de 42 funcionários de diversas áreas de atividade.

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Visita à Escola Secundária de Maximinos

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Maior distanciamento entre direção e alunos pode prejudicar trabalho conjunto 


Dando seguimento a um ciclo de contatos com agentes que atuam na área educativa - que tem como principal objetivo auscultar os vários intervenientes e perceber a realidade que se vive no terreno -, Ricardo Rio visitou a Escola Secundária de Maximinos, sede do primeiro Mega-Agrupamento de Escolas em Braga, após a fusão com o Agrupamento Vertical de Escolas Oeste da Colina, em 2010. António Pereira, diretor do Mega-Agrupamento, acompanhou Ricardo Rio durante esta iniciativa.

A visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de que forma está a funcionar o modelo do Mega-Agrupamento de Maximinos. De acordo com António Pereira, não obstante os obstáculos estarem perfeitamente identificados, a adaptação está a ser “exigente”. “Em termos de coordenação, temos vivido situações complexas. O maior distanciamento da direção relativamente aos alunos e professores condicionou um pouco a eficácia e o alcance do nosso trabalho”, afirmou. 

O diretor enfatizou que, apesar das aulas continuarem a decorrer de forma “perfeitamente tranquila e dentro da normalidade”, torna-se mais complicado conseguir resolver os problemas quotidianos dos alunos. “Esta centralização fez com que aumentasse a quantidade de trabalho, exigindo um especial empenho de todos os docentes e responsáveis do agrupamento”, alertou.

António Pereira garantiu ainda que, para conseguirem contrapor as dificuldades criadas por este modelo, os responsáveis do agrupamento têm procurado fomentar espaços “informais de consulta e diálogo” com os representantes de pais e com toda a comunidade educativa.

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Reunião com Associação de Pais da Escola EB 2,3 de Nogueira

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Promoção do diálogo é fundamental para garantir políticas educativas de sucesso


No seguimento de um conjunto de contactos com agentes educativos que têm por objetivo perceber a realidade do sector e os problemas com que se depara, através da auscultação dos seus vários intervenientes, Ricardo Rio reuniu com a Associação de Pais da Escola EB 2,3 de Nogueira. 

Durante o encontro, os representantes da Associação de Pais deram a conhecer as suas reservas e preocupações com o processo de reordenamento/agregação de agrupamentos no concelho de Braga. “Estamos convictos de que estruturas demasiado grandes afastam a escola da comunidade que servem. É necessário bom senso nesta questão, já que a prioridade deve ser sempre a qualidade da escola pública”, afirmou Jorge Mendes, Presidente da associação. 

Para a Associação de Pais, o afastamento territorial entre a direção da escola e os alunos e encarregados de educação pode conduzir ao surgimento de dificuldades a vários níveis. “O aumento da distância vai conduzir, por certo, a um aumento da indisciplina dos alunos e a uma diminuição substancial da importância dos pais enquanto responsáveis pela educação dos seus filhos. Esta é uma medida que necessita de ser repensada e de ter em maior consideração a gestão pedagógica da escola”, acredita Fernanda Carvalho, Presidente da Assembleia da Associação de Pais. 

A aposta numa estrutura de proximidade é, segundo os representantes da associação, a única forma de garantir o sucesso e melhoria dos resultados educativos dos alunos. ”Em espaços grandes e impessoais, é muito mais complicado o desenvolvimento humano dos jovens e a sua inserção harmoniosa na sociedade”, assegurou Jorge Mendes.