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Ricardo Rio visitou Centro Social e Paroquial de Mire de Tibães

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Câmara Municipal tem de colaborar ativamente com as instituições sociais 

Integrado num ciclo de contactos com diversos agentes de diferentes âmbitos de atuação, Ricardo Rio visitou o Centro Social e Paroquial de Mire de Tibães. Herminio Silva, tesoureiro da instituição, e José Magalhães, candidato dos “Juntos Por Braga” à Junta de Freguesia de Mire de Tibães, acompanharam Rio durante esta iniciativa.

Como explicou Herminio Silva, o Centro Social, que se encontra a funcionar desde Maio de 2010, tem as valências de Lar, Centro de dia, Apoio Domiciliário e Cantina Social. “Ao todo, apoiamos 70 idosos, sendo que em termos da cantina social são 65 as pessoas que ajudamos. Temos ainda 24 colaboradores que estão pessoas diretamente empregadas pelo centro. É muita gente envolvida e a beneficiar da nossa atuação”, salientou. 

Segundo o líder do “Juntos Por Braga”, este Centro é um espaço que tem várias valências que vêm colmatar necessidades efetivas da população desta zona do concelho. “O apoio social que esta instituição presta à população, em especial à mais idosa, é de extrema importância e contribui para preencher uma lacuna que existe neste território”, sublinhou.

Ricardo Rio notou que este é um espaço diferente do habitual, já que tem a tradição e o historial de ser construído graças ao espirito empreendedor, voluntário, dedicado e extremamente empenhado de todos os que contribuíram para a sua criação, nomeadamente o grupo “Mulheres em Movimento”. “É de saudar esse esforço e força de vontade de todos os que contribuíram para que, ao longo dos anos, se dessem os passos necessários para angariar os fundos que permitiram tornar este projeto numa realidade. É um excelente exemplo de intervenção cívica e responsabilidade social”, elogiou. 

Nesse sentido, também Herminio Silva destacou o papel do grupo “Mulheres em Movimento” como “fulcral” para a existência do projeto. “São elas a espinha dorsal do Centro em termos de angariação de fundos, sendo uma das principais razões que permite a nossa sobrevivência. Temos de agradecer o seu trabalho, esforço e dedicação a esta causa tão nobre”, adiantou. 

Por seu turno, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga enfatizou que é responsabilidade dos organismos públicos colaborar ativamente com esta instituição. “Tanto a Junta de Freguesia como a Câmara Municipal têm a obrigação de colaborar com este projeto, ajudando à concretização das suas ambições, à realização de iniciativas que possam garantir a sustentabilidade financeira no futuro e incentivando o dinamismo próprio da instituição”, evidenciou Rio, que se mostrou muito satisfeito com o projeto da Loja Social que o Centro pretende concretizar em breve para ajudar os mais carenciados. 

Para Ricardo Rio, e tendo em conta a situação de crise que vivemos, é urgente que a Câmara Municipal de Braga constitua parcerias com as valências sociais, no sentido de lhe facultar meios para, de forma indireta, obterem novas fontes de receita. “Estas são situações que merecem a atenção e capacidade de concretização por parte da autarquia, que tem de dar sinas fortes de que está presente e disponível para apoiar”, afirmou. 

Equilíbrio das contas é essencial 

Herminio Silva considerou o equilíbrio das contas como o principal objetivo para o futuro próximo da instituição. “Temos ainda alguns encargos que têm de ser liquidados, fruto de empréstimos bancários contraídos. Queremos ultrapassar os próximos dois anos com tranquilidade, lidando com os encargos que nos afligem e aliviando as nossas responsabilidades financeiras. Depois, pensaremos no alargamento em termos de oferta de lar, que é uma necessidade muito premente na zona”, garantiu. 

Já José Magalhães, candidato dos “Juntos Por Braga” à Junta de Freguesia de Mire de Tibães, afiançou que fará o que estiver ao seu alcance para ajudar a instituição a atingir os seus objetivos. “Pretendo uma Junta de Freguesia que esteja ao lado das suas instituições e da sua população. Nesse sentido, queremos contribuir para dinamizar algumas iniciativas que ajudem o Centro e contribuir com apoio logístico sempre que necessário. Este Centro presta um serviço de enorme valor à população e temos de saber potenciar os nossos recursos”, concluiu.

Ricardo Rio visitou Centro Cultural e Social de Santo Adrião

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Centro de Santo Adrião é espaço de referência e um exemplo na cidade 

Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, participou na Sardinhada de S. Pedro da Terceira idade dos utentes do Centro Cultural e Social de Santo Adrião (CCSSA). João Sousa, Presidente do Centro, e João Pires, Presidente da Junta de Freguesia de S. Lázaro, acompanharam Rio durante este convívio. 

Na ocasião, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga salientou que o CCSSA é uma instituição de enorme importância não só no contexto da freguesia, mas em todo o concelho. “Em Braga, todos reconhecem a vossa instituição como um espaço de referência. A população que auxiliam, as empresas, as instituições sociais, as entidades públicas e os parceiros que foram angariando ao longo do tempo têm esta instituição como um verdadeiro exemplo pelo trabalho que faz”, elogiou. 

Ricardo Rio sublinhou o enorme mérito do Presidente João Sousa e dos colaboradores da CCSSA pelo trabalho que têm vindo a desenvolver ao longo destes 30 anos de existência da instituição. “Não há instituição nenhuma que viva sem as pessoas e sem servir as pessoas. Se o Centro completa 30 anos da forma que o faz e gozando do respeito que todos lhe têm, é porque seguramente trabalhou muito bem. E quem trabalhou muito bem foram as pessoas que deram corpo a este projeto, aqueles que avançaram com ele, o lideraram, e procuram sempre dar a melhor atenção aos idosos e às crianças que auxiliam”, afirmou. 

Para o líder do “Juntos Por Braga”, o CCSSA é uma entidade viva que aproveitou a oportunidade criada de interagir os idosos com a população jovem, através do projeto “Synergia”, agregando à sua volta várias valências que dão resposta a necessidades da comunidade e seguimento a projetos desenvolvidas para a mesma. “Quando há instituições com esta capacidade para ir ao encontro dos problemas das pessoas, é motivo de enorme tranquilidade para os responsáveis autárquicos. A Câmara Municipal não tem de se substituir a estas instituições, mas tem, isso sim, de dar condições para fazerem o vosso trabalho da melhor forma possível. Contem connosco para vos ajudar a concretizar os projetos que têm pela frente e a serem cada vez melhores”, concluiu Rio, enaltecendo ainda o trabalho incansável da Junta de Freguesia de S. Lázaro e do seu Presidente, João Pires, na procura de garantir que o CCSSA tem todas as condições necessárias para efetuar o seu trabalho. 

Alargamento do Lar é projeto apara o futuro 

Por seu turno, João Sousa, Presidente e fundador do CCSSA, reforçou que tem de haver uma maior solidariedade e espirito de parceria entre as diversas IPSS´s do concelho, para que as populações possam usufruir de um serviço social mais completo e eficaz. “Deveríamos ser mais unidos e fomentar o trabalho em rede. Nós temos forças que podíamos repartir e temos necessidades que outros poderiam cobrir. Todos ficariam mais bem-servidos se isso acontecesse”, garantiu. 

No que se refere ao apoio às crianças, o CCSSA tem as valências de creche, jardim-de-infância, ATL, CATL e CAT. Quanto aos idosos, possui apoio domiciliário, Centro de Dia e Lar. “Fruto da crise que vivemos, há muito mais pessoas a pedir apoio, sobretudo para a Terceira Idade, já que na parte de creche e jardim-de-infância a cidade está bem coberta”, explicou, notando que o grande projeto de futuro para a instituição passa pelo aumento para mais do dobro da capacidade do lar: “Mas mesmo com o alargamento, o que vamos resolver será uma gota de água num mar de dificuldades que as famílias atravessam. Aliás, muitos dos idosos que temos no Centro de Dia estão em condições físicas e psicológicas muito deterioradas. Já deveriam estar em lar, se houvesse espaço para tal”. 

Por fim, João Sousa mostrou-se esperançoso no futuro, apesar das dificuldades económicas e sociais que acabam por afetar o funcionamento da instituição. “Temos 90 funcionários e felizmente respira-se paz e tranquilidade nesta casa. A contenção obriga-nos a um esforço muito grande mas não há nenhuma preocupação excessiva e cumprimos à risca com as nossas obrigações. Estamos também atentos a todas as ajudam que conseguimos obter, desde associados a benfeitores e amigos que compreendem a nossa obra e fazem gosto em contribuir”, afirmou, agradecendo o espirito solidário dessas pessoas.

Braga tem de despartidarizar as políticas municipais na área social

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A Juventude Social-democrata e a Juventude Popular, sob a égide do “Juntos Por Braga”, realizaram uma Conferência subordinada ao tema “Políticas Sociais para Braga”. O debate realizou-se no auditório do Instituto Monsenhor Airosa - que encheu por completo - e teve como moderadora Filomena Bordalo (ex-diretora do Centro Regional de Segurança Social de Braga). 

Os oradores foram Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, Manuel Vieira, Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Deficientes de Braga (APD), Rui Barreira, Diretor do Centro Distrital de Braga da Segurança Social, e José Maria Carneiro Costa, Presidente da Assembleia-geral da Associação de Moradores das Lameiras de Vila Nova de Famalicão. 

Durante a sua intervenção, Ricardo Rio garantiu que cabe ao novo executivo municipal a responsabilidade de melhorar e valorizar o que já tem sido feito em termos de trabalho social em Braga. “Vamos aproveitar as novas sugestões e ideias que temos para tentar melhorar o apoio social com todos estes contributos de enorme valia que vamos recolhendo. Estou certo de que temos um plano diferente e bem melhor para implementar, mas sempre numa lógica incremental relativamente ao que tem sido desenvolvido”, salientou. 

Rio lembrou que uma das propostas já apresentadas pelo “Juntos Por Braga” à autarquia contemplava a criação de um Provedor do cidadão com deficiência, algo que defende que seria extremamente benéfico. “É muito importante introduzir permanentemente, na discussão de todas as políticas municipais, alguém que possa fazer o escrutínio em nome das próprias associações e cidadãos com deficiência, para acautelar e salvaguardar o interesse dessa população alvo”, garantiu, salientando que noutras autarquias esta é uma experiência que se está a revelar um sucesso e um contributo “diferenciador”. 

Referindo-se às acessibilidades na cidade, o líder do “Juntos Por Braga” enfatizou que é urgente incluir, numa ótica de intervenção no espaço publico, a preocupação com a mobilidade de toda a população, incluindo deficientes, idosos ou pessoas que passeiam com carrinhos de bebé. “E quando falamos em acessibilidades, não nos cingimos apenas ao espaço público, mas também ao edificado e aos equipamentos de gestão municipal. É lamentável que em Braga tenhamos tantos casos de desrespeito pelas necessidades destes cidadãos em equipamentos como o Estádio Municipal, o Theatro Circo ou o próprio edifício da autarquia”, afirmou, lembrando que um cidadão em cadeira de rodas está atualmente “impossibilitado” de ser vereador municipal, devido ao facto de não ter qualquer possibilidade de aceder às reuniões municipais que se realizam no 1º piso da autarquia. 

No que se refere aos recentes problemas de pagamento de estacionamento dos cidadãos com deficiência em ruas com parquímetros - que estão a indignar a população deficiente -, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga deixou a garantia de apresentar brevemente uma proposta de alteração do regulamento, de forma a isentá-los do pagamento desse valor. “Em Braga, havia um pacto de bom senso entre a autarquia e a polícia municipal, que nunca multou nenhuma pessoa que estacionasse num lugar reservado para cidadãos com deficiência que se incluísse numa faixa de estacionamento pago. Desde a privatização que tudo mudou de forma inexplicável”, criticou Rio, considerando que esta atitude é uma enorme “falta de respeito” para com os deficientes.

Falando sobre o trabalho das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), Ricardo Rio sublinhou que é muito devido ao seu esforço que é possível acorrer às necessidades das diversas franjas da população, dos mais carenciados passando por aqueles que necessitam apenas de especial atenção, como as crianças e os idosos. “É obrigação de qualquer autarquia contribuir para potenciar o trabalho das IPSS´s e os seus recursos, numa ótica de subsidiariedade e de respeito pela sua identidade”, acredita, reforçando que a Câmara Municipal tem de “despartidarizar” as políticas municipais relativas à gestão da rede social e à colaboração com as IPSS´s. 

De forma a garantir a sustentabilidade das IPSS´s, Rio acrescentou que é fundamental aligeirar o ónus sobre essas instituições do ponto de vista dos recursos que são absorvidos pela autarquia, em termos de tarifas, taxas, licenças e outros serviços municipais. “Por outro lado, cabe ao município dotar as IPSS´s de meios adicionais, sejam eles financeiros, humanos ou de outra natureza. Das nossas propostas fazem parte questões tão importantes como a criação de um banco de voluntários ou de medicamentos, assim como de uma central de compras que permitiria ganhar escala e reduzir substancialmente os custos na aquisição de determinados bens e serviços”, apontou, garantindo que estas são ajudas que não custam recursos à Câmara e que podem aligeirar as dificuldades das IPSS. 

10% da população sofre de deficiência e exige melhores condições 

Por seu tuno, Manuel Vieira, Vice-Presidente da APD, afirmou que, segundo os últimos estudos, estima-se que cerca de 10% da população nacional sofra de algum tipo de deficiência. “Esta é a prova de que se trata de uma franja grande da população que necessita de melhores condições de vida, não só em termos de saúde, mas também ao nível social e profissional”, afirmou, destacando a vertente profissional como o principal flagelo da população com deficiência: “Infelizmente, os primeiros a sofrer na pele os efeitos da crise e do desemprego são as pessoas com deficiência, que perdem assim o seu meio de subsistência. E sem emprego não é possível a integração”. 

Já José Maria Carneiro Costa explicou de que forma o trabalho da Associação de Moradores das Lameiras, que conta com 29 anos de existência, contribuiu para a afirmação do complexo habitacional das Lameiras como uma zona tranquila e com qualidade de vida. “Orientamos a nossa ação na promoção da solidariedade social, educação, habitação, saúde, cultura e desporto a partir da infância, juventude, família e terceira idade. Temos desenvolvido, ao longo destes anos diversas ações junto de vários organismos oficiais, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida dos residentes do Bairro das Lameiras e da população das zonas circundantes”, realçou, garantindo que hoje em dia as Lameiras são uma zona ótima para se morar e onde todos têm acesso às oportunidades para construir uma vida de sucesso: “As pessoas são o mais importante e cabe aos cidadãos a responsabilidade de intervir e de meter mãos à obra. Aos agentes políticos devem servir como facilitadores e potenciadores destes movimentos, mas é dos cidadãos que eles devem nascer”. 

A finalizar, Rui Barreira assumiu-se como um apaixonado das instituições de solidariedade social e afirmou acreditar muito no trabalho que estas desenvolvem. “São instituições que, com conhecimento de causa, afeto e em proximidade com as pessoas, fazem muito mais com menos. Os municípios têm de assumir um papel fundamental no apoio e na coordenação destas IPSS, reforçando o seu papel como elemento agregador na área social”, disse. O Diretor do Centro Distrital de Braga da Segurança Social afirmou também que é necessário acabar com um espirito de concorrência e rivalidade negativa estre estas valências, que devem ser complementares entre si e abranger a maior área territorial possível. “Foram cometidos erros no passado e construídos equipamentos desfasados da realidade, que dificilmente seriam sustentáveis. Está na altura de se construir uma rede capaz de potenciar e tornar viáveis estas valências ao longo do território”.

Ricardo Rio visitou Associação Unidos do Parque da Ponte

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Falta de Segurança é a principal lacuna do Parque


No seguimento de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho que atuam em diversas áreas, e que têm por objetivo o desenvolvimento de uma política de proximidade assente no diálogo e na convergência de ideias, Ricardo Rio visitou a Associação Unidos do Parque da Ponte. Esta visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de forma mais detalhada quais os anseios e preocupações desta Associação. José Ramôa Barbosa, Presidente dos Unidos do Parque da Ponte, acompanhou Rio durante esta iniciativa, assim como João Pires, presidente da Junta de Freguesia de S. Lázaro.

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, esta é uma Associação que tem vindo a desenvolver um trabalho muito importante de aproveitamento e dinamização do Parque da Ponte. “É de extrema importância que se crie uma dinâmica capaz de atrair as pessoas para esta zona e, nesse sentido, esta Associação tem dado um contributo valioso”, afirmou Rio.

A Associação acolhe diariamente muitos cidadãos Bracarenses reformados que vêm disfrutar de momentos lúdicos e de diversas atividades no Parque da Ponte. “Temos associados de diversas áreas de Braga que aqui se juntam para conviver e usufruir deste magnífico Parque”, referiu José Ramôa.    

No entanto, Ricardo Rio chamou a atenção para os problemas de segurança que continuam a afetar o Parque e que necessitam de ser resolvidos “urgentemente”. “Pelos testemunhos que ouvimos durante esta visita, ficamos a saber que há neste momento riscos ao nível da segurança e que as pessoas não se sentem totalmente seguras quando usufruem do Parque. Esta é uma lacuna que merece toda a atenção da autarquia, que deve tomar rapidamente as medidas que se impõem ao nível da vigilância para tornar esta zona atrativa”, salientou Rio, garantindo que apesar de o Parque ter sido requalificado, ainda não atrai o número suficiente de pessoas para mitigar esse problema.

Também José Ramôa pediu uma maior atenção para o problema da segurança, recordando que o próprio edifício-sede da Associação foi alvo de um assalto há cerca de três meses. “A principal queixa dos nossos associados prende-se com a questão da segurança. Esta é uma zona bastante aprazível da cidade e que merece uma maior atenção e carinho tanto por pate da autarquia como de todos os Bracarenses. É uma pena que se afastem pessoas do Parque apenas por falta de segurança”, lamentou.

Por fim, Ricardo Rio reiterou a sua intenção em colaborar ativamente na prossecução de todas as atividades levadas a cabo pela Associação. “Está é uma zona que tem ainda falhas ao nível da animação e capacidade para atrair um número significativo de pessoas. Queremos inverter essa tendência e dar uma nova vida ao Parque da Ponte, pelo que estamos totalmente disponíveis para colaborar tanto com esta Associação como com outras que tenham por objetivo principal revitalizar e animar o Parque”, garantiu.     

Ricardo Rio visitou Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte

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Associação desenvolve trabalho meritório na ocupação dos tempos livres da população idosa

No seguimento de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho e de diversas áreas de atuação, que tem por finalidade desenvolver uma política baseada no diálogo e na proximidade com as forças vivas da cidade, Ricardo Rio visitou a Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte. Acácio Gomes, Presidente da Associação fundada em 1998, acompanhou Rio durante a visita. 

Segundo o líder do “Juntos Por Braga”, este é um excelente exemplo de uma Associação com grande vitalidade e com um número muito considerável de associados, cerca de cento e trinta. “Esta Associação tem vindo a desenvolver um trabalho muito meritório na ocupação dos tempos livres da população mais idosa e reformada, reunindo homens e mulheres oriundos de vários pontos do concelho de Braga, e não exclusivamente desta zona de S. lázaro”, salientou. 

O candidato à Presidência da Câmara de Braga enfatizou que esta Associação merece ver concretizada a sua aspiração de ser o gestor exclusivo do edifício do Parque da Ponte onde, desde 2005, exercem a sua atividade. “Este é um edifício notável que está aqui guardado no coração do Parque. A cedência da gestão a esta Associação permitirá que os próprios se sintam mais responsáveis pela manutenção deste equipamento. Em paralelo com isso, fará com que se desenvolvam nesta zona envolvente todo um conjunto de atividades de natureza lúdica e cultural em que eles possam participar”, acredita. 

Também Acácio Gomes reforçou a importância de ser a Associação que lidera a gerir os destinos do edifico, referindo que dessa forma será possível a criação de “laços afetivos” fundamentais entre os associados e o edifício: “Esses laços permitirão não só impulsionar a nossa instituição e permitir que esta tenha um funcionamento mais dinâmico, como ainda farão com que tenhamos um cuidado adicional na conservação e manutenção da casa”. 

Durante a visita, o Presidente da Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte chamou a atenção para o facto de o Parque ter pouco vigilância, criando um sentimento de insegurança entre as pessoas que o frequentam. “Apesar da requalificação, esta é uma zona que continua um pouco isolada e com pouca vida. Esse fator, conjugado com lacunas na vigilância, criam insegurança não só aos nossos associados, como às próprias pessoas que aqui passeiam ou praticam desporto”, afirmou, referindo que é essencial que se encontrem formas de cativar mais pessoas para esta zona: “Muito se pode fazer para animar o Parque. Por exemplo, no S. João é importante que se estenda a iluminação até aqui. São pormenores que podem fazer toda a diferença”. 

Nesse sentido, Rio sublinhou que um dos objetivos da gestão municipal deve passar por atrair cada vez mais pessoas para o Parque da Ponte. “Uma vez que este espaço foi finalmente requalificado, é agora altura para que os Bracarenses o sintam cada vez mais como seu, que sintam seguros para disfrutar o parque e para que possam aqui, através das atividades de animação que podem ser desenvolvidas, vir a desfrutar cada vez mais deste espaço nobre da nossa cidade”, concluiu. 

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Tu, Presidente!

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Nesta última semana pedimos contributos sobre que tipo de apoios sociais deve prestar a Autarquia, nomeadamente quais os que deveriam ser garantidos pela Autarquia, que tipo de apoios deveriam ser dados directamente às famílias, ou às Instituições Particulares de Solidariedade Social. Mais uma vez recebemos respostas muito interessantes e pertinentes. 

As propostas que recebemos: 


 
Rui Milhão As desigualdades sociais e económicas constituem, indiscutivelmente, um dos principais desafios ao desenvolvimento e aos direitos humanos no nosso século, havendo uma consciencialização da necessidade de adequar e promover políticas inclusivas de combate à pobreza e à exclusão social. 

A Câmara Municipal de Braga, enquanto estrutura de poder local e por isso mais próxima dos cidadãos, tem que reconhecer o papel determinante da sociedade civil como mobilizadora de novas metodologias capazes de inverter os factores geradores de pobreza. O importante é, sem dúvida, a provisão social, incentivar processos de participação social, processos de inclusão e de respeito pela cidadania. 

A CMB tem que criar um novo modelo de inclusão social que aposte nas parcerias como meio para uma nova política social mais activa e atenta, tendo para isso que criar um Programa de Apoio à Acção Social, em obediência aos princípios de transparência, rigor e imparcialidade, composto por uma série de iniciativas. Seria fundamental que este Programa tivesse um: - Gabinete de Acção Social, que centra-se o seu trabalho na prestação de todo o tipo de apoios necessários para a reversão da situação de carência sócio-económica, habitacional, e de saúde, no sentido da promoção da qualidade de vida das famílias/pessoas que a ele recorrem. - Gabinete de Intervenção Psicológica, a vulnerabilidade em que os agregados familiares se poderão encontrar face a situações diversas, decorrentes da gestão diária das suas vivências familiares, de emprego, de saúde, habitacionais e sócio-económicas, podem conduzir a fragilidades em termos cognitivos, perante as quais impera uma adequada intervenção. Em suma, através da dinâmica deste gabinete, seriam criadas estratégias para a alteração de condutas/perspectivas da pessoa com a qual se está a intervir, de forma a promover o seu bem-estar psicológico e, consequentemente, o bem-estar de quem a rodeia.

Ainda no âmbito deste Programa de Apoio à Acção Social a CMB deveria apostar numa série de iniciativas ou sub-programas tais como: - Braga Ajuda Amiga - que teria como principais objetivos a satisfação das necessidades básicas das famílias, em situação de grave carência económica (nomeadamente a nível alimentar), a promoção de medidas de inclusão social destas famílias, através da articulação dos recursos locais, de forma a agilizar e qualificar novas respostas sociais. - Criar um Banco Local de Voluntariado. - Criação do Espaço Braga Família: O aumento flagrante de vítimas de violência doméstica, leva a uma maior consciencialização da necessidade de intervenção nesta área. Paralelamente, as consequências nefastas inerentes a esta temática, implicam que se desencadeiem acções ao nível do Município, no que se refere a medidas de prevenção primária, secundária e terciária. 

Neste contexto, implementar o Espaço “Braga Família”, nos Serviços de Acção Social da Câmara, através do qual técnicos trabalhassem no sentido da promoção da protecção das vítimas que a ele recorram, exercendo as suas funções sempre em estreita articulação com os diversos serviços responsáveis no âmbito da erradicação da situação de violência doméstica, seria uma enorme mais valia na Acção Social. - Criação do "clube Braga Idade Sénior", através do qual promovem-se, ciclicamente, actividades de lazer de carácter recreativo e cultural, no sentido de proporcionar momentos de bem-estar e melhoria da qualidade de vida dos menos jovens aderentes, possibilitando-lhes um dia diferente, mais dinâmico e aprazível.





Rui Feio de Azevedo A concessão de apoios do foro social às famílias e às IPSS's depende obviamente da disponibilidade financeira da autarquia, pelo que, em primeira instância, preocupar-me-ia em garantir um fundo considerável destinado ao efeito, com a contribuição das empresas e dos mecenas da região. Depois, essas preocupações iriam centrar-se na satisfação das necessidades básicas das famílias carenciadas, de modo a poder garantir-se, entre outros objectivos, habitação social e o acesso à educação dos jovens carenciados com o apoio da autarquia. Esse papel de intervenção social poderia também ser dividido com as IPSS's, fruto de acordos efectivos de cooperação com o Município bracarense.

Manuais Escolares para o 1º Ciclo do Ensino Básico

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Sabia que...

Ricardo Rio e os Vereadores da coligação “Juntos Por Braga” apresentaram em Junho de 2011 uma proposta ao Executivo Municipal para generalizar a oferta dos Manuais Escolares a todos os alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico, a exemplo do que sucede noutros concelhos? A maioria socialista reprovou essa proposta, pois, segundo Mesquita Machado, a Câmara não deve ajudar os ricos. Por isso, se hoje não recebe os Manuais Escolares gratuitamente é porque é rico de acordo com os padrões do Partido Socialista de Braga. Este é um compromisso assumido por Ricardo Rio com os Bracarenses e que será cumprido caso seja eleito Presidente da Câmara.

Ricardo Rio defendeu na época que a distribuição gratuita dos Manuais Escolares do 1º Ciclo era (e será) um compromisso claro da Autarquia com esta área da Educação e um apoio relevante para muitos milhares de famílias de Bracarenses que têm que suportar este encargo no início de cada ano lectivo.

Mais a mais, considerando que esses auxílios económicos da Autarquia apenas cobrem hoje as famílias que têm acesso aos primeiros dois escalões do abono de família, será caso para perguntar se uma família com um rendimento anual superior a 6.000 Euros já não precisa deste tipo de apoio.

Recorde-se que esta é já uma prática generalizada em muitas Câmaras Municipais do País (como as nossas vizinhas Póvoa de Lanhoso, Vila Nova de Famalicão e Barcelos - onde foi adoptada pelo Executivo Socialista) e até por Juntas de Freguesia, como acontece em Crespos, Braga.

Em muitas dessas Autarquias, esses apoios são conjugados com a atribuição de Bolsas de Estudo aos diferentes graus de ensino (o que não acontece em Braga) e com a disponibilização de outros materiais, como os hoje bastante disseminados "Manuais digitais" (pen drives com os livros e fichas de actividades para desenvolver na sala de aula ou em casa).

Sobre este aspecto, foi elucidativa a resposta do Presidente da Câmara e da Vereadora da Educação quanto à recusa de oferta desses Manuais Digitais: "- Em Braga não faz sentido porque não dispomos de quadros interactivos..."

Eu, Presidente

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Esta semana debruçamo-nos sobre que tipo de apoios sociais deve prestar a autarquia. O país vive uma situação de emergência nacional e, infelizmente, são muitos os que passam por graves problemas de ordem financeira. As autarquias não podem resolver o problema por si, mas podem contribuir imenso para o atenuar, ajudando as famílias e as pessoas que mais precisam.

Se fosse Presidente da CM de Braga, quais os apoios sociais que considera que deveriam ser garantidos pela Autarquia? Que tipo de apoios deveriam ser dados directamente às famílias, ou às Instituições Particulares de Solidariedade Social? 

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Casa do Professor é parceiro essencial na concretização de projetos sociais, educativos e culturais

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No âmbito de um conjunto de contactos que os “Juntos Por Braga” têm desenvolvido com agentes de diversas áreas - no sentido de promover a proximidade e um diálogo conjunto com as forças vivas da cidade e de encontrar caminhos e soluções para construir uma cidade melhor –, Ricardo Rio visitou a Casa do Professor, uma instituição de solidariedade social criada em 1979 e que tem como objetivos criar laços de convívio e união entre a comunidade escolar e a promoção cultural, desportiva, recreativa e social. Hilário Sousa, Presidente da Casa do Professor desde 2009, acompanhou Rio durante esta iniciativa. 

Segundo o líder do “Juntos Por Braga”, este contacto com a Casa do Professor foi uma “obrigação e um imperativo de consciência”, dada a relevância social do projeto, a população que abrange e as atividades que desenvolve e que estão “fortemente intrincadas” com a comunidade Bracarense. “Este é um projeto extremamente meritório e fundamental para a cidade de Braga. Procuraremos fortalecer a ligação com a Casa do Professor e apoiar a concretização dos novos e ambiciosos projetos que estão a desenvolver no domínio social, educativo ou cultural”, salientou Rio. 

O candidato à Presidência da Câmara de Braga considerou a Casa do Professor, e todos aqueles que ela representa, como interlocutores essenciais dos desafios que os “Juntos Por Braga” querem lançar e concretizar no futuro. “No que se refere à ligação às comunidades escolares, à promoção do reforço da atividade cultural ou ao fortalecimento das respostas sociais que já hoje são prestadas à classe docente, a Casa do Professor é um aliado indispensável do trabalho que queremos desenvolver”, afirmou Rio, que enfatizou de forma particular a importância dos novos projetos que pretende implementar em termos de contributo para a inclusão e para a qualificação do desempenho junto das comunidades escolares do concelho. 

Por seu turno, Hilário Sousa destacou que a Casa do Professor tem como prioridade atual reforçar a sua dimensão social e de apoio solidário aos professores, num contexto de grandes dificuldades económicas e sociais como o que estamos a atravessar. “Temos estado atentos às necessidades tanto dos professores como das escolas, e pretendemos continuar a apostar no apoio social, formativo, cultural ou lúdico-recreativo. Este são laços de humanização que não podem deixar de estar presentes na nossa estrutura e que têm de ser sempre uma das marcas da nossa atuação”, garantiu. 

O Presidente da Casa do Professor destacou a “enorme conquista” que foi a abertura das novas instalações da instituição em 2006, na Avenida Central. “Conforme fomos crescendo, fomos também alimentando o sonho de termos uma estrutura física que conjugasse os serviços administrativos e uma valência social. Este foi um sonho que mobilizou muitas pessoas, que confiaram que um dia seria possível. Esse dia chegou em 2006 e atualmente é com enorme orgulho que dispomos de um Lar residencial na Casa do Professor”, declarou Hilário Sousa, que apontou ainda o Centro de Formação - que contribui para o desenvolvimento profissional de Educadores de Infância e de Professores dos Ensino Básico e Secundário - como uma das âncoras do sucesso da instituição. 

Para Ricardo Rio, esta é a prova de que o “trabalho, a perseverança e o esforço” são recompensados e dão origem a “obras fantásticas”. “Este é sem dúvida um exemplo do valor da dedicação e um prémio para todos os envolvidos. Braga só tem a agradecer aos mentores deste projeto que hoje está ao dispor dos seus associados e pronto para lhes dar uma preciosa ajuda, especialmente no sector social”, elogiou.

Visita de Ricardo Rio à APD

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Ricardo Rio defende apoios equitativos para todo o Desporto adaptado  


Integrado no ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm promovido com diversos agentes da área social e que tem como finalidade estabelecer com eles uma política de proximidade e diálogo, Ricardo Rio visitou a Associação Portuguesa de Deficientes. 

A APD foi criada em 1982 e trabalha no sentido de garantir a integração e inclusão na sociedade das pessoas com deficiência. “Fazemos o atendimento, acompanhamento e encaminhamento de pessoas com deficiência. Temos também um gabinete de apoio psicológico e social e desenvolvemos inúmeras atividades culturais, recreativas e desportivas”, disse Rosa Guimarães, Presidente da APD. 

Durante a visita, foram abordadas de forma genérica um conjunto de questões que afetam a população deficiente como a mobilidade, os transportes ou as acessibilidades em edifícios públicos. 

“Não é fácil conseguir que os deficientes tenham possibilidade de se deslocarem com facilidade e, dessa forma, serem verdadeiramente independentes. Braga já é uma cidade que oferece melhores condições e que tem algumas situações resolvidas, como é o caso da acessibilidade ao transporte, mas há ainda muita coisa para fazer”, afirmou a Presidente da APD. 

Ricardo Rio referiu que é fundamental que exista um “cuidado permanente” da autarquia para que os deficientes possam ter as condições necessárias para levar uma vida normal. “A nível de acessibilidades as coisas nunca estão completamente resolvidas, é um trabalho constante. Há sempre algo que se pode fazer melhor, evoluções que é necessário acompanhar. Temos a obrigação de fazer com que a cidade tenha todas as condições para os deficientes terem uma vida sem restrições”, assinalou, chamando a atenção para o facto de alguns edifícios em Braga, alguns deles de construção recente, não disporem das acessibilidades ideais para os deficientes. “É algo que, por certo, merecerá um especial cuidado da nossa parte”, referiu Rio.

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Apoios na área de acção social

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Sabia que...


A Coligação “Juntos por Braga” apresentou a 25 de Fevereiro de 2010, numa reunião do executivo camarário, uma proposta para criação de um regulamento de enquadramento do apoio às instituições que prossigam actividades na área da Acção Social? Proposta essa que foi reprovada pela maioria socialista no executivo...



Neste contexto, pedia-se ao executivo municipal que solicitasse aos serviços da Câmara Municipal a redação de um regulamento que deveria ser, posteriormente, submetido a este órgão e à Assembleia Municipal. Na proposta, a Coligação apresentava um conjunto de ideias a implementar, separando as propostas como Apoios de Natureza Financeira e não Financeira.


De entre as primeiras, salientava-se:

a) Apoio financeiro a actividades, não regulares, e consideradas de interesse relevante para os Munícipes, através da concessão de subsídios pontuais;

b) Apoio financeiro para obras de conservação e beneficiação das instalações, designadamente quando respeitar à segurança dos equipamentos, até ao montante de 25.000€ (Vinte e Cinco Mil Euros);

c) Cedência de terrenos municipais para a construção de equipamentos sociais;

d) Apoio financeiro na construção de equipamentos sociais de 10% do montante financiado por verbas nacionais ou comunitárias;

e) Apoio a outras iniciativas/projectos/programas da iniciativa municipal e ao abrigo de protocolos de parceria.

Nos apoios não financeiros, apresentavam-se importantes propostas, tais como:

a) Cedência de espaços físicos, equipamentos e outros meios técnicos e logísticos;

b) Divulgação das iniciativas e dos projectos prosseguidos pelas entidades destinatárias;

c) Facultar a possibilidade do Município ser uma plataforma de criação de parcerias institucionais inter-municipais, numa óptica de crescente operacionalização e alargamento de âmbito da Rede Social;

d) Apoio técnico na elaboração de candidaturas a financiamentos públicos e comunitários para as diferentes entidades parceiras;

e) Elaboração de projectos de arquitectura para a construção de equipamentos sociais;

f) Elaboração de projectos de arquitectura para os arranjos exteriores. 

Braga dispõe de uma rede alargada de instituições que, em várias áreas de intervenção, desenvolvem actividade na área da Acção Social, dando resposta às múltiplas necessidades dos mais carenciados. É do conhecimento geral que, por inúmeras vezes, estas próprias instituições passam por dificuldades.


É nessa óptica que se deve apoiar quem apoia, ajudar quem ajuda os outros...

Visita à Associação de Paralisia Cerebral de Braga

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Respostas sociais para cidadãos com paralisia cerebral são fundamentais


De forma a dar seguimento a um conjunto de iniciativas no terreno que pretendem estabelecer o diálogo e o espírito de cooperação entre os “Juntos Por Braga” e os agentes que atuam no âmbito social, Ricardo Rio visitou a Associação de Paralisia Cerebral de Braga (APCB). 

Esta visita permitiu ao candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga perceber melhor o funcionamento desta IPSS e as condicionantes com que tem de lidar. “Foi uma iniciativa extremamente útil no sentido de conhecer o trabalho excecional que esta instituição tem realizado e que tem ajudado várias famílias a ultrapassar as dificuldades inerentes a este problema”, afirmou Rio.

José Luís Alves, Presidente da Associação de Paralisia Cerebral de Braga desde 2004, acompanhou Ricardo Rio durante a visita. O Presidente enfatizou que a APCB tudo faz no sentido de providenciar aos utentes e seus familiares o melhor atendimento possível. “Temos uma equipa extremamente esforçada e empenhada, que está sempre disposta a fazer sacrifícios para ajudar os nossos utentes. É sem dúvida com enorme orgulho que olho para a atividade que aqui desenvolvemos”, garantiu. A APCB atende cerca de 350 utentes por mês e conta com o apoio de 42 funcionários de diversas áreas de atividade.

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