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Tu, Presidente - Braga no Verão

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Na semana passada entrámos no Verão, estação do ano que é sinónima de férias, diversão e descanso, e perguntámos aos Bracarenses o que poderia ser feito para tornar o nosso concelho mais atractivo nesta estação do ano. Como se pode observar, recebemos várias boas propostas para o futuro de Braga. Obrigado a todos!

Fernanda Santos Bons concertos, animação cultural, bibliotecas de rua, dias culturais e desportivos, uma merenda à moda antiga, poesia de rua, um Peddy-paper para todos na cidade, cinema para todas as idades( filmes portugueses antigos) entre outras.
 





Rui Feio de Azevedo Para além do que disse a Fernanda, seria necessário levantar muitas lajes e cimento para plantar árvores! Há zonas do centro que, nestes dias de canícula, atingem os 50 graus!!! E que dizer dos parques infantis sem sombras para as crianças?!... Quem é suficientemente louco para ir para o centro?
 





Teresa Ferreira estou de acordo com animação na cidade, mas não com no centro histórico como na rua D.PAIO MENDES com os bares a por música alta na rua todos os fins de semana, pois não respeitam quem lá nasceu e sempre viveu. Principalmente idosos crianças e pessoas com doenças graves Desculpe SR. DR. RICARDO RIO peço o favor de ter isso em conta, como pessoa idónea desta cidade. 





Eduardo Pereira É difícil, em Portugal, fazer uma cidade do interior bater-se com as costeiras quando o assunto é o Verão. O apelo da praia é muito forte e, nesse aspecto, as localidades do interior que possuem praias fluviais são das que estão mais habilitadas a poder atrair mais gente. 

Não estado Braga inserida nesse grupo, é preciso procurar bem dentro daquilo que há para oferecer. Animação é um dos pontos mais populares - mas tem de haver cartazes suficientemente abrangentes para agradar a todos os públicos. E não quero dizer, com isto, que se convide o Tony Carreira num dia e a Mariza no outro. Esses terão o seu lugar, mas há muitas bandas, portuguesas e estrangeiras, algumas consagradas e outras quase desconhecidas (veja-se Orangotang) que facilmente se podem tornar em grandes atracções sem se ir cair sempre no mesmo - aquele "mesmo" que se vê todos os dias no Portugal no Coração. Até se podia fazer uma espécie de "rotação temática", com um dia da semana dedicado a um estilo musical - dava-se espaço a todos e não se sobrecarregava a carteira do público, mas mantinha-se a animação diária. É caro? É provável que sim, mas sem dinheiro pouco se faz, no que toca a atrair turistas. 
Outra ideia podia ser a da promoção de um determinado produto típico da cidade na noite bracarense, seja um petisco, uma bebida ou um doce, e conseguir que grande parte dos estabelecimentos o venda a preços reduzidos. Quase como uma "happy-hour" dos mais procurados. Bem divulgado, pode ser um incentivo a que muita gente saia de casa para beber um café, tomar um copo e aproveitar o tal desconto, que seria limitado a um dia ou um fim-de-semana. 
Finalmente, também poderia ser interessante promover actividades que apelem ao envolvimento da população, como maratonas fotográficas, provas de orientação, geocaching, peddy-paper, passeios de bicicleta (com corte de algumas ruas) ou visitas guiadas nocturnas a lugares menos conhecidos. Estas actividades teriam um valor de inscrição meramente simbólico e levariam a que os participantes se envolvessem de forma mais pessoal com a cidade. As iniciativas com maior adesão deveriam passar a ter carácter regular, fosse ele mensal ou anual. 
No capítulo das visitas guiadas, a atmosfera nocturna pode potenciar o interesse do público, especialmente se o percurso for acompanhado de uma boa história sobre os lugares. Há relatos de catacumbas, túneis e ruínas no subsolo do centro histórico que, a existirem, seriam excelentes pontos de atracção turística para moradores e visitantes. 
Escusado será dizer que nada disto resulta se o cuidado com a preservação arquitectónica, a iluminação e a limpeza da cidade não estiver sempre no topo das prioridades.
 





Elisabete Azevedo Sombra e árvores em vez de tanto betão, mais animação cultural (não quer dizer só ranchos folclóricos.





Victor Seco Aposta na autenticidade.





Jorge Cunha A festa da cerveja !!!
 





Lúcia Machado Braga vai ser transformada numa cidade bem mais linda para todos os Bracarenses tenho a certeza absoluta que vai ser um grande Presidente. 

Ana Martins Ciclovias, espaços verdes, horários alargados no centro histórico 





Paulo Novais Cultura. Concertos. Teatro ao ar livre. Cinema. Feiras de artesanato, arte, de desporto, lazer, etc à semelhança da feira romana. Um anfiteatro ao ar livre para este tipo de espectáculos. Talvez o velhinho e histórico estádio 1º de Maio. Seria uma forma nostálgica de devolver o estádio mítico à população.





Alberto César Atrair empresas de sucesso para combater o desemprego 





Graça Moreira Ricardo Rio eu penso que o centro histórico deveria ter condições para atrair os jovens a residirem ali e alguma diversão também a fim de que não seja um deserto... como mostra a foto. Está tudo concentrado em Gualtar, junto ao Campus, e realmente é difícil, com o que existe, atraí-los para o centro da cidade. Isto é uma opinião. Claro que também deveria haver mais actividades, tal como acima já foi dito, também.
 





Angelo Sousa Teremos que potenciar 2 pólos distintos: durante o dia só um bom parque da cidade com piscina, lago, árvores, diversões para as crianças, com água: Durante a noite potenciar a dinamização com bares, espetáculos de rua no CENTRO DA CIDADE
.





Joao Nuno Vieira Beiramar Eu não tenho duvidas que será o futuro Presidente de Braga. 





Karter Mendes Os Turistas que visitem a nossa Linda cidade, queixam-se que no Verão á falta de animação no Centro Histórico ,se não forem algumas Juntas o promover com Noites de Fado.





Joao Nuno Vieira Beiramar Infelizmente assistimos à destruição do Centro Histórico. Como Bracarense custa-me a ver o que representava o Centro há 20 anos e agora vou ao centro e está completamente às moscas. Vamos todos com Ricardo Rio fazer renascer o Centro Histórico da nossa linda e amada BRAGA.





Pedro Guimarães Em 1º lugar, voltar a dar relevo às festas de S. João, com iniciativas de bom-gosto, originais e menos "pimba" (com aquele budjet, até eu faria melhor); 2º alterar o nosso centro de cidade, de pedra e árido (obras ridículas, as concluídas à escassas semanas com os resultados que se tem visto); 3º "lavar" a cara da rua do Souto, a mais nobre rua do nosso centro; 4º posteriormente, um investimento devidamente estudado em adereços ornamentais e actividades "diferentes" que surpreendam as pessoas no centro; 5º música, música e mais música, por todo o centro, com qualidade e volume controlado; 6º sessões de cinema ao ar livre (criar condições confortáveis e originais com comes-e-bebes e espaços de lazer); 7º actividades para miúdos, uma vez que há pouca oferta, tirando uma semana por ano no PEB (não somos uma das cidades mais novas da europa?); 8ª via internet ou outros meios, comunicar actividades de relevo camarárias, ao maior nº de pessoas... sei lá... tanto que fazer... Será capaz, Sr. Presidente.

Eu, Presidente - Políticas de Juventude

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Braga é, reconhecidamente, uma das cidades mais jovens de Portugal, sendo até há poucos anos, a mais jovem da Europa. Este é, de facto, um potencial que tem de ser explorado pelo autarquia. O dinamismo empregue pelos jovens Bracarenses é uma marca do nosso concelho. Apesar da inércia que pautou a gestão das últimas décadas, o esforço empregue por diversas associações juvenis e de organizações, Braga é uma cidade dinâmica e activa.

Este semana, no Eu, Presidente, queremos auscultar a sociedade bracarense no que respeita às políticas de Juventude. Quais os principais planos de acção que gostariam de ver apresentados por esta candidatura? Quais são os principais problemas que os jovens encontram? Como potenciar e colaborar com as associações juvenis?

Eu, Presidente - Sessão de Apresentação

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Como sabe, terá lugar no próximo dia 9 a apresentação da candidatura do Dr. Ricardo Rio à Presidência da Câmara Municipal de Braga. Daí que esta semana lhe lancemos um desafio diferente: qual seria a frase que gostaria de ouvir no discurso do Dr. Ricardo Rio?

Tu, Presidente - Braga Romana

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Na semana passada, na rubrica "Eu, Presidente", pedimos contributos para melhorar o "Braga Romana". Mais uma vez recebemos várias ideias. Obrigado a todos os que têm participado nesta iniciativa, pois estão a valorizar imenso o nosso projecto.

Angelo Sousa Queria enaltecer a iniciativa que deve sempre permanecer, com melhorias constantes. Aproveito para ir registando algumas ideias de melhorias: 
a) delimitar (tipo muralhas) a cidade romana e colocar Gverreiros romanos nas entradas (idêntico ao ocorrido no acampamento militar);
b) Ter uma "loja" na CMB com apetrechos romanos (panos vermelhos, roupas) para serem vendidos (sem lucro) aos comerciais e ás pessoas que são antecipadamente informadas da necessidade de participarem;
c) possuir fixados e distribuir programas das actividades;
d) não permitir que sejam comercializado produtos que não sejam da época romana;
e) cortejo mais pequeno (limitar a quantidade de pessoas por grupo) e desfilar mais carros (armas de guerra);
f) criar um local (do tipo largo do paço, ou termas romanas) para fazer uma festa romana, onde só pode entrar quem estiver vestido à romano ou dessa época;
g) criar mais sinalizações da rua "romanas";
h) CRIAR A MOEDA ROMANA ( "denário"?), existir locais de cambio e obrigar a pagar nessa moeda, e os comerciais depois iriam no final cambiar para euros. 



Jorge Paraiso Ter cá a televisão que é paga pelos nossos impostos...
 





José Carlos Silva Neste tipo de eventos há sempre espaço para melhorias e aqui há espaço de sobra, apesar das melhorias ao longo de todas as edições. Assim à primeira vista vejo algumas melhorias a fazer. Mais dias de Braga Romana, mais actividades, envolver ainda mais a cidade e a comunidade e mais rigor histórico, aliás acho que muito rigor histórico é essencial para o crescimento do evento. Claro que há que ter em atenção as possibilidades dos cofres da cidade, mas também uma aposta firme trás retorno, não é.





Isabel Pimenta Parece-me que um evento como este que envolve tantas escolas, associações... deveria ter tido uma cobertura melhor a nível da comunicação social. Este departamento de marketing que temos em Braga é mesmo fraquinho!





Maria Candida Cerqueira particularmente gostei. No entanto vi muitos elogios aos organizadores e não embarquei nisso uma vez que os membros da Câmara Municipal não fizeram mais que a sua obrigação, pois para isso foram eleitos. Melhorar é sempre bom e gostaria que fosse mais divulgada pois Braga merece estar no mapa da comunicação social particularmente na televisão.





Antonio Lourenço Paiva Eu penso que na Bracara Romana, só se deviam vender artigos relacionados com a época. Conforme está mais parece o São João. 





Manuela Pereira Excelente nicho de mercado para a nossa cidade. 





Filipe Macedo Aprender um pouco mais com as sextas 13 de Montalegre e motivar ainda mais a população a participar na temática, seja na indumentária, seja nas casas. Mas foi muito boa este ano e cada vez melhor. 





Alice Diez Botelho Falta a televisão, o evento e bom e merecia ser mostrado. 





Filipe Macedo Fazer regressar a concentração de motas de Braga, subordinada ao tema claro. Iria trazer muita gente de todo o País.

Eu, Presidente - Braga Romana

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Decorreu este último fim de semana a Braga Romana, um evento que pretende recriar, na zona histórica da cidade, a época dos Romanos. O sucesso deste programa cultural da cidade mede-se pelo elevado número de visitantes e expositores.

Esta semana, na rubrica Eu, Presidente lançamos um novo desafio aos bracarenses. O que pensa da Braga Romana? Que melhorias gostaria de ver neste certame? Quais os principais problemas que pode apontar? Partilhe a sua opinião e contribua!

Eu, Presidente - Braga verdadeiramente Digital

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Há não muito tempo, a Câmara Municipal de Braga procurou afirmar Braga como uma cidade tecnológica, contando para o efeito com um vultuoso financiamento público e comunitário através do Programa “Braga Digital”.

Vários milhões de Euros depois, enquanto uns se interrogam sobre a efectiva aplicação dessas verbas, muitos questionam as limitações que a Autarquia ainda apresenta ao nível da sua qualificação tecnológica: um Data Center quase ao abandono, interfaces arcaicos dos serviços com os cidadãos, plataformas digitais pouco atractivas e funcionais, um claro desaproveitamento das infra-estruturas de comunicações existentes.

Por tudo isto, cumpre-nos hoje perguntar: quais seriam as suas prioridades (ao nível de investimentos e / ou políticas) para fazer de Braga uma cidade verdadeiramente Digital?

Eu, Presidente - Protecção Cívil

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A Protecção Civil deve ser uma das funções prioritárias de um Município, uma preocupação constante em responder de forma eficaz e oportuna a qualquer situação de emergência.

Esta semana, na rubrica “Eu, Presidente”, damos destaque à Protecção Civil. Neste sentido, gostaríamos de saber quais são as principais necessidades do nosso Concelho? Que recursos serão necessários? Que investimentos os bracarenses idealizam nesta área? Que políticas devem ser assumidas pelo próximo Presidente da Câmara para melhorar o serviço prestado a todos os bracarenses?

Tu, Presidente - Casa das Convertidas

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Na semana passada, antes de saberem do polémico negócio que envolve os parentes do Presidente da Câmara Municipal de Braga, esta foi a opinião expressa pelos Bracarenses sobre a recuperação da Casa das Convertidas.  





Rui Milhão É pena que o Convento de S. Francisco em Real veja uma vez mais uma oportunidade de recuperação passar ao lado. A argumentação de que não há financiamento para o projecto parece-me um pouco fraca. Pois se parece haver para financiar a pousada na casa das Convertidas, também haveria para a edificar em Real. A CMB vai avançar para a expropriação nas Convertidas sem certezas? 

Francisco Grilo O caso da pousada da juventude que foi discutido para a programação e tendo como resposta a Capital Europeia da Juventude 2012, comprometeu inicialmente a recuperação do edifício do Convento de São Frutuoso, em Real. Parecia bem encaminhado, como qualquer projeto do CEJ2012. No entanto a indefinição posterior deixou em aberto a solução, apontando-se o que agora se projeta para a Casa das Convertidas na Avenida Central. Ambos os locais mereceriam uma atenção especial, tratando-se de imóveis em acentuada degradação e em locais privilegiados que poderão capitalizar a urgente recuperação. A fruição da Casa das Convertidas, merece uma atenção redobrada, dado a que se assiste à sua eminente depauperação patrimonial, num edifício e área que é central e poderá valorizar aquela zona tão despovoada. Note-se que o edifício do Convento de São Frutuoso, também ele em ruínas, terá uma necessidade de afetação utilitária, porque não para os seniores ou polo museológico/arqueológico do período antigo pós romano. 

Domingos Da Silva Abreu Tanto quanto julgo saber a tutela da Casa das Convertidas é do Ministério da Administração Interna. A recuperação da Casa das Convertidas é URGENTE. Se não se poder fazer tudo de uma vez, que seja feita por fases. Quanto à instalação da pousada da Juventude, já emiti a minha opinião. Instalações, devolutas, da Escola Dr. Francisco Sanches em S. Victor. 

João Queiroga Não conheço o interior da "Casa das Convertidas" como também desconheço a quem pertence a posse da propriedade! Como, certamente, a generalidade dos Bracarenses, acho que é imperativo e urgente o reaproveitamento desta estrutura, que, há muito, fica mal na fotografia do centro histórico da cidade, de preferência com uma finalidade cultural! Quanto a mim, há outro edifício no coração da cidade, muito mal aproveitado, que clama outra dignidade e um reaproveitamento urgente! O edifício da antiga Escola Comercial, paredes meias com a velha muralha da cidade, uma traça magnífica, com umas belas arcadas na sua face poente! Que belo hotel de charme aqui se instalava!... 

Domingos Da Silva Abreu Conheço o interior da "Casa das Convertidas". Todo o imóvel merece ser recuperado e posto à disposição dos bracarenses e de todos aqueles que visitam. Já para ali ser instalada a Pousada da Juventude, tenho muitas reservas, não só pela falta de espaço, como pelo perigo de se adaptarem os existentes fazendo desaparecer grande parte da riqueza arquitectónica do edifício. Temos alternativa para a instalação da Pousada da Juventude em Braga para tal defendo as antigas instalações da Escola Francisco Sanches. Bons acessos para viaturas e utentes para além de espaços interiores e exteriores com dignidade para uma Pousada da Juventude. 

Manuel Gomes Alves Transformar tão qualificado edifício numa pousada de juventude é assinar o seu óbito! Uma pousada de juventude requer outras condições físicas e espaciais, de preferência junto às principais redes de transportes nacionais e internacionais.... 

Tania Martinho Concordo com a reabilitação do edifico na Avenida Central. Braga precisa de uma boa Pousada da Juventude. Mas não basta existir... terá de ser bem divulgada, junto dos parceiros de negócios apropriados, quer nacionais quer internacionais, com uma estratégia de comunicação a curto e longo prazo, com recursos humanos especializados, sem servir para as cunhas da cidade. 

Jose Arteiro É claro que uma pousada da juventude naquele local era benéfico, não só pelo equipamento em si, mas também para dar vida ao centro da cidade, que se encontra desprovido de habitantes. Tenho dito ! 





César Vilar Será que vai ser reabilitada a Casa das Convertidas? Eu concordo a 100 % mas mantenham a fachada devidamente arranjada e não a convertam como nos antigos correios.

Filomena Macedo Atendendo a situação económica, não me parece bem ,haver investimentos destas proporções assim para já, uma vez que é urgente. Restaurar este edifício ,seguindo a traça original, não deve ser uma obra muito barata, para fazer mal já temos que chegue. Naturalmente haverá uma outra solução e os jovens serão muito bem recebidos.Com as dificuldades que todos estamos a atravessar, tem que se dar prioridade as necessidades urgentes 

Maria Rebelo Concordo plenamente invistam o dinheiro no nosso património não em obras faraónicas de fachada só com o intuito de caçar votos aos eleitores menos atentos !!!
  
Rui Pedra Estão a espera de que para recuperar este monumento? À espera que caia em ruína para depois deitarem tudo a baixo, para construir um qualquer mamarracho de cimento? 

José Carlos Silva Recuperar sim e nunca será demasiado cedo, mas acho que usar o Convento das convertidas para uma pousada da juventude adulterará demais algo que se devia manter o mais fiel possível ao original, recupera-se/estraga-se demasiado nesta cidade. Quanto à pousada ir para Real, acho que foge demasiado ao centro da cidade e perde o seu propósito, no entanto era muito bom recuperar (e não estragar!) o Convento de S. Francisco. 

Jorge Louro A pousada da juventude deveria ser uma das âncoras para a revitalização do centro e a ideia de a levar para Real foi um enorme erro. Ultrapassado esse erro, porque não estudar outras localizações? Não há outras possíveis localizações que a Casa das Convertidas? Julgo que sim. E na última Assembleia de S. Victor foi aprovada uma moção, por todas as forças políticas presentes, que entendeu isso (também o PS). Desde logo porque há o edifício antigo da Francisco Sanches, porque a adaptação da Casa das Convertidas a uma pousada poderá levantar problemas na conciliação do património (Monumento Nacional) e porque poderão existir outras localizações. Se a isto juntarmos a ideia que para haver uma pousada na Casa das Convertidas é preciso comprar as casas ao lado (que depois vamos descobrir pertencerem aos de sempre) há que reflectir duas vezes sobre as motivações desta “conversão” às Convertidas. 

Henrique Castro A Coligação Juntos por Braga deve liderar a escolha da nova localização da Pousada da Juventude cuja proximidade ao centro histórico, que precisa de ser dinamizado, deve ser o principal critério. A proposta inicial dos Socialistas era um disparate, no entanto já se preparam para fazer passar a ideia que o Centro da cidade também era a sua localização preferida.


Tu, Presidente - Parque de Exposições de Braga

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Esta semana, no Eu, Presidente, pedimos aos bracarenses que enviassem contributos sobre a dinamização do Parque de Exposições de Braga. Recebemos ideias válidas e preocupações atentas de alguns cidadãos. É neste sentido que continuamos a contar com a sua participação na construção e valorização de um melhor projecto para a nossa cidade, Braga. 

Luísa Lopes por este andar o teatro circo vai na mesma direcção, não se compreende que um espaço deste calibre não tenha espetáculos de alto nível, parece que Braga não tem nada onde possa acolher os nossos e outros artistas, a nível cultural Guimarães está muito à frente. 

Francisco Pimentel Eis um péssimo exemplo urbanístico, um aborto e um elefante branco, além de tapar toda uma potencial via entre a avenida da liberdade e Maximinos, estragou o rio, o parque da cidade (ponte) e a paisagem, já que a sua construção é provinciana e de mau gosto. por fim a sua parca utilidade, desportiva= zero, congressos= raros, então temos a AGRO, uma feira caduca que vive ainda da fama do passado. Este PEB é mais uma prova da pouca cultura da edilidade, uma prova de parolice, de quem nunca viajou e viu exemplos de como se devem fazer as coisas. Braga infelizmente está cheia deste tipo de barbaridades, mais de uma por cada ano de governação de Mesquita Machado, Galécia, central camionagem sem saída e sem interface à estação, granjinhos, centro comercial avenida, túnel, Pizza Hut no campo da vinha, circular Júlio Fragata, Picoto, Enguardas, Fujacal, ghetos dos ciganos, rio este canalizado etc... É BOM VIVER EM BRAGA... É, MAS PODIA SER MUITO MELHOR. 

Adelaide Monteiro Melo Era bom que dinamizassem aquele espaço, quer como centro acolhedor de feiras e exposições, quer como centro de actividades culturais / recreativas. 

Elisio Vieira De salientar que não era só para Feiras, mas também para o desporto (ABC) e realizaram um jogo do qual eu estive presente e viram que não era acolhedor e houve depois umas provas de Atletismo e hoje realizam umas provas a nível escolar e mais nada... 

Henrique Castro 1º tornaria o espaço mais moderno e adequado para inventos no domínio do turismo, novas tecnologias, industria, .... 2º Celebraria parcerias com a FIL e Exponor; 3º Faria protocolos com os principais hotéis de Braga e procuraria atrair as grandes empresas nacionais e internacionais para ai fazerem os seus seminários, reuniões gerais, divulgação dos seus produtos, etc. 

Leite Paulo Não se deu importância ao edifício em si, mas também ao espaço envolvente. Ponham os olhos no multiusos de Guimarães, faz inveja ás melhores cidades do país. Desde concertos de grupos musicais a exposições de entretenimento passando pela cultura e desporto. 

João Queiroga Muito me sugere o desafio que aqui coloca, Dr. Ricardo! Atrevo-me ao risco de apenas duas dicas; Esqueçamos, tanto quanto nos for possível, aquele que se transformou já num elefante branco, o chamado Parque Norte e olhemos para a zona do Parque de Exposições como a melhor, senão única, zona de lazer no centro da cidade!... Mantendo a multifuncionalidade, da economia ao lazer, do desporto às actividades socioculturais, de um espaço público como este, qualquer intervenção aqui tem de ter em conta toda a envolvência deste espaço, desde a beira rio até aos terrenos do Parque de Campismo, passando pelo Parque da Ponte, antigo estádio, pavilhão e campos de treino, piscinas, campos de treino das Camélias e, claro está, pelo Parque de Exposições. Acredito que se não possa fazer tudo ao mesmo tempo e que alguma coisa mais ou menos desgarrada se vem fazendo já, sobretudo nos últimos meses de mandato, mas que qualquer intervenção futura nesta área, obedeça a um plano integrado capaz de olhar para todo aquele espaço no seu todo e potenciar as sinergias que já hoje estão no terreno. 

Forum Braga XXI O Parque de Exposições não deve ser um edifício isolado mas o ponto central de um complexo destinado a receber eventos de grande dimensão e à promoção da imagem Braga. 

Pedro Gonçalves Pereira Beatriz, sem querer entrar em polémicas... muito do que diz vai precisamente ao encontro da visão da actual administração do Parque. Acredito que o seu comentário possa estar influenciado por aquilo que é mais visível (Quim Barreiros...), mas na verdade o grande esforço tem sido o de transformar o Parque num indutor ao desenvolvimento e dinamismo do tecido empresarial da região. Infelizmente o trabalho de contactos e estabelecimento de acordos não é "atómico" leva o seu tempo. Mas o caminho definido está correcto. Vamos dar tempo ao tempo que o mandato da actual administração já está a produzir resultados. 

Beatriz Lamas Oliveira Art É verdade que degradação nos últimos anos fez com que se tenha tornado num edifício com poucas condições para receber quer visitantes quer expositores. Mas também a organização que dinamiza o espaço tem uma concepção muito pobrezinha, suburbana e popularucha do que é um Parque de exposições. Era preciso que as Feiras e Congressos tivessem uma perspectiva de organização mais urbana e se ligasse mais aqui aos nossos vizinhos da Galiza... no mínimo! E que aumentasse a área de interesses com programas culturais que ultrapassassem Quim Barreiros e Ágatas. 

Luís Freire Por experiências anteriores, não tem condições para Desporto nem para eventos musicais.

Eu, Presidente - Parque Exposições de Braga

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Inaugurado em 1981, o Parque de Exposições de Braga deveria ser uma estrutura de referência na região, dotada de condições únicas para a realização de feiras, exposições, congressos e outros eventos de carácter sócio-cultural e desportivo. Compostos por diversas áreas distintas, como a Grande Nave, um Auditório com capacidade para 1204 lugares, pequenas salas e uma extensa área exterior, o PEB poderia ser um pólo de atracção do concelho de Braga.

Desde há alguns anos, estas instalações são geridas por uma empresa municipal criada para o efeito, a “Parque de Exposições de Braga EM”.

No entanto, a sua degradação nos últimos anos fez com que se tenha tornado num edifício com poucas condições para receber quer visitantes quer expositores. 
Se fosse Presidente da Câmara Municipal de Braga, o que faria para dinamizar este espaço? Quais as actividades que gostaria de ver realizadas? Que investimentos deveriam ser feitos? Quais as parcerias a estabelecer? Como conciliar com outros equipamentos e projectos?

É desta forma que procuramos envolver todos os Bracarenses num projecto para a cidade num horizonte de 12 anos. Porque juntos trabalhamos melhor. Porque estamos, verdadeiramente, Juntos Por Braga!

Tu, Presidente - Espaços Verdes

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Esta semana recebemos vários contributos para mudar a política ambiental de Braga e criar mais zonas verdes. Ideias válidas e aplicáveis, como tem sido mote nesta rubrica que criamos para valorizar o projecto que vamos apresentar a todos os Bracarenses nas próximas eleições autárquicas. Muito obrigado a todos os que têm contribuido para esta iniciativa.

Rui Feio de Azevedo Para além da manutenção dos poucos espaços verdes da extensa zona urbana inserida no planalto que vai de Lamaçães a Dume, seria estratégico relançar a cidade para o vale do Cávado onde ainda é possível desenharem-se parques e corredores verdes e acalentar o sonho de muitos bracarenses de abraçar o rio Cávado. Com esta política a médio e longo prazo seria viável perspectivar uma cidade com a Baixa junto ao rio e a Alta do casco histórico, tal e qual Lisboa, Porto e Coimbra. Mas a esperança é a ultima a morrer, porque há responsáveis da autarquia a prometerem quatro grandes áreas verdes... a norte, sul, este e oeste da cidade! Eu pessoalmente só acredito nesta promessa se forem parques sintéticos e a preço de saldo. 

Manuela Pereira Partilho da opinião do Sr. Rui Azevedo. Ainda é possível a construção de uma zona verde para a nossa cidade. Sabemos que estamos num período difícil mas ainda iremos a tempo. Mais vale tarde que nunca. 

Elisio Vieira Caros Bracarenses o pouco que já deve ser difícil fazer mas com muito esforço TEM QUE SER FEITO é SALVAR as SETE FONTES e tornar está zona tipo um parque da CIDADE, mas cuidado com os interesses económicos dos proprietários e não deixar sair de lá nem mais uma PEDRA, atenção que BRAGA já tem Jardineiros a mais no quadro, não é só fazer JARDINS! boa noite 

Tomás River O problema é que com o desordenamento urbanístico de Braga, já não há uma área verde grande disponível (50 hectares no mínimo, mas o ideal seriam 100 hectares), para fazer um Parque Verde (como o Parque da Cidade do Porto), pois o concelho de Braga está todo ocupado por construção densa e dispersa. Braga é o exemplo de mau planeamento urbanístico. 

Ricardo Veloso Vila Nova de Famalicão está a tornar-se um exemplo nacional de como se pode transformar num território verde, parques, jardins, arborização obrigatória em todos os passeios, e ruas... Parque de Cidades contínuos... renaturalização e valorização das linhas de água e novo enquadramento... aumento da biodiversidade e valorização das espécies autóctones da região norte... etc etc... 

Luis Sancho Sobre a temática dos espaços verdes... 

1) ESPAÇOS VERDES (propriamente ditos )

1.1) Parques do Triângulo Turístico 

a) Começar as negociações com as Confrarias do Bom Jesus, Sameiro e Falperra (eventualmente também com a Câmara Municipal de Guimarães, já que parte da zona da Falperra parece pertencer a esse município) 

b) estabelecimento dum (ou mais) percurso(s) pedestre(s) que permitam passear desde a zona de Fraião até à Falperra, daí até ao Sameiro e requalificação do percurso daí para o Bom Jesus. 

c) promover, em colaboração com as competentes associações da cidade, a vigilância anti-incêndios e a reflorestação com árvores autóctones da área. 

1.2) Parque dos Arcebispos 

Na zona norte, estabelecer um «parque da cidade» - uma área tão grande quanto possível, que abranja terrenos agrícolas e não só, num projeto ambiental, cívico e associativo. 

1.3) Incredible Edibles - lançar este projeto às escolas e associações do concelho, potenciando o aproveitamento das várias 'nesgas' de terreno que ainda vai havendo pela cidade, como foi já feito em algumas cidades do Reino Unido, como Tomorden ( http://www.incredible-edible-todmorden.co.uk/; http://incredibleediblenetwork.org.uk/ ; http://www.youtube.com/watch?v=4KmKoj4RSZw

1.4) Outras zonas/parques menores 

a) parque do Vale d'Este na zona oriental do concelho? 

b) criação dum espaço verde por freguesia, com uma área mínima definida pela Câmara, onde podem estar também alguns equipamentos como coreto/área de espetáculos, parque infantil, bancos e mesas, zona de piquenique. Isto teria que ser muito bem controlado para evitar os exageros nos equipamentos. 

1.5) Proibir o abate de árvores com mais de 10 anos (exceto em caso de manifesto perigo ou doença), exceto pinheiros e eucaliptos e obrigar à reflorestação da mesma área com duas árvores por cada uma abatida, sendo pelo menos uma duma espécie autóctone (parte também dum plano ambiental de progressiva substituição dos eucaliptos que destroem os solos) 

1.6) promover concursos de 'embelezamento' das praças, ruas e casas da cidade, algo que potencia também o espírito de pertença 

1.7) Dinamizar as áreas verdes com atividades culturais, associativas e desportivas, de forma a recriar a típica ligação dos bracarenses com os seus espaços públicos, hoje tão limitados à típica 'festarola brejeira' (que também deve ter o seu espaço!). Por exemplo, oferecer Wi-Fi gratuito (com a devida salvaguarda do equipamento, claro) aos munícipes nos parques! 

1. Proibir em definitivo as «adaptações» e descaraterizações das áreas verdes existentes, como o Eng. Mesquita Machado se esmerou a fazer (particularmente na Av. Central) 

1.9) «Revigorar» o sistema de fontes da cidade (de preferência usando água «natural» e não dos serviços municipalizados. As fontes permitem tornar mais agradável o ambiente no verão e, em conjunto com espaços verdes (que deveriam totalizar no mínimo 20% da área da cidade...) formam um sistema de climatização natural.

1.10) progressiva substituição de plantas (especialmente relva!) por plantas de menor manutenção e maior resistência - além de tornar mais barata a manutenção, torna mais sustentável a área verde e mais utilizável (por exemplo, colocar uma grama espessa que permita caminhar sobre ela 

Eu, Presidente - Espaços verdes

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Braga cresceu nas últimas décadas, transformando-se na terceira maior cidade do país, logo atrás de Lisboa e do Porto. Mas esse desenvolvimento demográfico não foi devidamente acompanhado pelo aparecimento de novos espaços verdes. Sabemos que depois da era do betão, e após cometidos demasiados erros urbanísticos, especialmente aqueles contra a qualidade de vida das pessoas e o património Bracarense, é necessária uma nova era para Braga.

É nesse sentido que temos vindo a recolher contributos, sendo que esta semana pretendemos saber, se fosse Presidente da Câmara, que medidas implementaria para criar mais zonas verdes em Braga? Que espaços deviam ser criados e onde? O que devia ser prioridade no sector ambiental e de lazer? Tendo consciência que os tempos em que vivemos são de restrições orçamentais em todo o país, e as contas da CM de Braga também a isso obrigarão no futuro, pedimos contributos realistas e que tenham possibilidade de ser concretizados.

É desta forma que pretendemos continuar a construir o nosso projecto político para Braga para os próximos 12 anos. Porque todos juntos trabalhamos melhor! Por Braga!

Tu, Presidente - Desporto

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Esta semana recebemos diversos contributos para a política desportiva do Concelho de Braga. Mais apoio ao desporto amador, a necessidade de fomento da prática desportiva entre os mais jovens, a construção de pequenas infraestruturas desportivas, como ciclovias ou a recuperação do Parque Radical foram alguns dos tópicos que nos foram enviados. Como tem sido habitual nesta rubrica, excelentes ideias que ajudarão a fortalecer o projecto político que apresentaremos a todos os Bracarenses para os próximos 12 anos. 

Rui Feio de Azevedo O ecletismo no desporto amador e profissional tem sido desde sempre uma das grandes bandeiras do líder da Coligação Juntos por Braga, relevando os benefícios e mais valias para os seus praticantes. À margem da sua actividade política, Ricardo Rio tem revelado ser um cidadão bracarense atento à realidade concelhia neste domínio que tão bem conhece e que espelha nos inúmeros artigos de opinião publicados na imprensa local. Este seu conhecimento e sensibilidade para o fenómeno desportivo em geral dar-lhe-à certamente as ferramentas necessárias enquanto máximo responsável da autarquia para que possa fazer uma gestão mais criteriosa dos recursos municipais disponíveis neste domínio, viabilizando-se assim uma redistribuição mais equitativa dos dinheiros públicos. À margem desta questão, seria interessante também perceber o que fazer aos equipamentos disponíveis em algumas freguesias que estão desaproveitados - e com custos de manutenção elevados - e que resultaram de uma política populista e despesista que hipotecou as gerações vindouras. Por outro lado, seria igualmente importante promover a manutenção do Parque Desportivo da Rodovia que, felizmente, resistiu à voracidade da especulação imobiliária, assim como proceder à reestruturação e alargamento da ciclovia que se encontra degradada e sem condições de segurança. A escassez dos recursos financeiros não permite sonhar com grandes investimentos nesta área, mas a criação na zona norte da cidade de um complexo desportivo à imagem do Parque Desportivo da Rodovia seria um investimento a ter em conta para a melhoria substancial da qualidade de vida dos bracarenses. 

Rui Manuel Pereira Se por um lado devemos apoiar a marca Sporting Clube de Braga como bandeira de uma cidade e de uma região, em todas as vertentes, não é menos verdade que este concelho tem que ser bem mais do que isso. Urge, hoje, pensar no desporto em todas as modalidades e aí ainda temos muito que andar. Porque deixamos de ser a capital do andebol e do atletismo? Devemos apostar no apoio à formação, quer desportiva quer associativa para que os clubes que tão bem formavam no passado reapareçam. Catapultar, no atletismo, a pista do estádio 1º de Maio, tentando que as grandes provas de atletismo regressem a este palco em detrimento da pista Gémeos Castro. Ainda no atletismo dar nova vida ao Meeting de São João. Fazer desta prova um baluarte de Braga. Garantir que espaços que a autarquia possui, como os relvados sintéticos e as piscinas municipais, sejam usados pelas escolas das áreas geográficas, quer para aulas de Educação Física, quer para o desporto escolar. Potencializar o desporto com igualdade de sexos, ou seja, apostar também no desporto no feminino. 

Henrique Castro Primeiro de tudo é preciso acabar com a atribuição pouco transparente e pontualmente tendenciosa de apoios desportivos. É necessário elaborar um documento que defina quais os critérios para se ter acesso a esses apoios Municipais e/ou das Juntas de Freguesia e os montantes possíveis em função da modalidade, nº de atletas em formação, resultados esperados, .... Em termos de espaços desportivos é necessário optimizar a utilização dos existentes ou a construir através da respetiva partilhar por mais que uma freguesia ou coletividade. 

Francisco Grilo As estruturas camarárias desportivas bracarenses estão hoje afetas a um público ávido da prática lúdica do desporto e da ocupação de tempos livres, a exemplo dos campos desportivos da rodovia, das camélias e da pista do Estádio 1º de Maio. As piscinas têm uma utilização sazonal, eminentemente durante o verão. No inverno funcionam as escassas piscinas da Rodovia, que necessitam de um fomento de modernização e melhoria das suas condições, perdidas para a concorrência privada dos ginásios. Os custos de acesso às estruturas camarárias pagas são caros, pouco diversificados e concessionados. Por isso para rentabilizar estas estruturas, não apenas nas valências já habituais do futebol, natação e atletismo, muitos outras poderiam ser criadas ou abertas à fruição dos munícipes. E não apenas as edificadas. É possível também atribuir e gerir espaços públicos organizá-los e dá-los à fruição dos munícipes. Não se cometam é erros de palmatória, com custos excessivos e de má concessão, como a ciclovia de Lamaçães/Fraião que, felizmente está a ser adotada pelos utentes das caminhadas do fim da tarde. Temos espaços que poderiam funcionar como "cativadores". Falta é animação e organização. A nossa cidade é avessa à utilidade da bicicleta, porquê? Nos espaços abertos e jardins não se promovem as atividades físicas lúdicas porque não há nenhum apelo e espaço para tal. Temos, se queremos, fugir para fora, arquitetar com os grupos ou coletividades circuitos exploratórios para atividades ao ar-livre. E as modalidades desportivas coletivas, onde poderão ser praticadas? A não ser nos pavilhões gimnodesportivos privados ou das escolas, mesmo os que há afetos às juntas de freguesia, têm uma reserva horária ou intensiva utilização. Não há na CM Braga um pelouro forte de dinamização da vertente lúdica-desportiva. Concessiona-se tudo às coletividades. Os caminhos rústicos, dos pinhais e das linhas de água, junto ao Cávado e Homem, poderiam ser valorizados. Criar circuitos de manutenção física, de bicicleta, pedestres e de orientação. Motivar as escolas e criar ligações permanentes de afetividade com as suas iniciativas. Coordená-las e geri-las a nível local. Falta a linguagem para operacionalizar as ideias, boas práticas e conjugar vontades. Criar os roteiros das peregrinações e dotá-las de estruturas. Rentabilizá-las não apenas nos dias eventuais do Sameiro, São Bentinho e Santiago de Compostela. Conjugar os outros municípios vizinhos a fornecer o mesmo desafio...

Eu, Presidente - Desporto

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O desporto, de há muitos anos a esta parte, é uma marca da cidade de Braga, fazendo-se representar entre os melhores nas suas várias modalidades. Exemplo disso é a vitória deste fim-de-semana do SC de Braga na Taça da Liga. Mas o desporto não se resume ao futebol, devendo as políticas municipais ser muito mais abrangentes, potenciando não só as diversas modalidades de competição, como também a prática desportiva de recreação, fomentando uma democratização no acesso ao desporto e consequente desenvolvimento integral do indivíduo e a formação multidisciplinar dos mais jovens.

Por tudo isto, esta semana queremos saber a sua opinião sobre quais as políticas desportivas que devem ser promovidas pela autarquia. Quais os investimentos que devem ser realizados? Que tipo de eventos deve o município promover ou apoiar? Qual o relacionamento que a CM de Braga deve ter com as colectividades?

Envie-nos o seu contributo e ajude-nos a fortalecer o nosso projecto para Braga.

Eu, Presidente - Agricultura e Pecuária

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Na semana em que se realiza uma das mais emblemáticas feiras de Braga e do Norte de Portugal - a AGRO -, e tendo presente que o Concelho de Braga tem ainda uma vasta parcela do seu território de matriz predominantemente rural, centramos hoje a atenção no Sector Primário.
Assim, e como vem já sendo hábito, pedimos a sua participação na definição de um novo conjunto de políticas municipais, centrando-nos hoje na Agricultura e Pecuária. 
Que políticas/iniciativas deve a Câmara desenvolver? Que carências identifica nestes sectores? Como conciliar a Braga urbana com a Braga rural?

Tu, Presidente - Políticas Culturais

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Esta semana recebemos contributos sobre as políticas culturais para a Braga. Mais uma vez muitas e boas ideias foram partilhadas com esta candidatura, fortalecendo o nosso projecto. Vamos continuar neste processo de auscultação dos Bracarenses através das Redes Sociais, pois deste modo, não só estamos a dar voz aos principais interessados, como estamos aumentar a qualidade do projecto que vamos apresentar aos Bracarenses nas próximas eleições autárquicas. Mais uma vez, muito obrigado a todos. Porque Juntos Somos Mais Fortes!

Aqui ficam as ideias que nos enviaram:

Bruno Almeida Eu diria que este é o momento certo de juntar a Câmara/Cultura aos espaços disponíveis na cidade e neste exemplo em concreto o Theatro Circo que a sua gestão de conteúdos e programação é muito mal aproveitado. porque aqui torna-se tão fácil procurar exemplo da cidade vizinha: Guimarães com uma sala como o Centro de Artes e Espectáculos de Guimarães (CAE São Mamede), que em nada se pode comparar ao nosso mítico TheatroCirco. Consegue ter uma programa regularmente atractivo e que por enumeras vezes já me fez ir lá para ver as tão faladas peças de teatro, eventos de comédia concertos tudo que esta na actualidade em destaque passa nesta sala. Isto só se pode porque há acordos certamente entre a direcção da sala e as respectivas promotoras dos espectáculos (a UAU talvez a maior neste momentos, traz sempre os seus novos espectáculos a Guimarães e bem podiam vir também a Braga), algo que isto não se revê na sala da nossa Cidade. Sem falar que quando conseguimos ter a sorte de um Espectáculo apresentar-se no Theatro Circo os preços são sempre superiores ao mesmo espectáculo na cidade vizinha o que é uma pena. Esta na hora de termos a mesma oferta Cultural que a cidade vizinha ou ate a cidade do Porto! acho que não estamos a pedir de mais, com uma sala como o Theatro Circo acho que nada é pedir de mais!! outro exemplo é o Teatro Municipal de Vila do Conde que só para mostrar o como eles "mimam" os Vila-condenses, a agenda cultural do mês de Março e Abril tem entre muitos outros espectáculos, concerto dos Virgem Sutra,dos DEOLINDA!!, as peças Reis Da Comédia, LAR DOCE LAR (Maria Rueff e Joaquim Monchique), o espectáculo do Mágico Mário Daniel e também teve recentemente concerto da Fadista Ana Moura. Em dois meses conseguem ter aquilo que Braga não vê num ano??? faz algum sentido? se estas cidades conseguem dar esta oferta cultural aos seus habitantes porquê Braga não há de poder? espero que seja este o "grito" de revolta e o início da era de mudança. Deve se ter como objectivo que todos os artistas queiram e façam questão de vir atuar/ representar a esta emblemática sala que todos sempre realçam a beleza da mesma e acolhimento que o público Bracarense sempre lhes dão. 
Espero que sejam destes tipo de comentários que procuram com este tópico e que o meu contributo seja útil para uma melhoria da Futura Administração que poderá ter o Theatro Circo.

Angelo Sousa Creio que a aproximação/ligação á Universidade do Minho é uma forma inteligente de dinamizar a cultura. UM é sinónimo de: Juventude, arte, dinamismo, inovação (não aproveitar é uma falta de inteligência. 





José Carlos Silva Abrir as portas do Theatro Circo à cidade, às pessoas e não só a meia dúzia. Quase sempre tenho que sair de Braga para assistir a espetáculos ao meu gosto, é pena. Sairei sempre de alguma maneira, mas adoraria que a minha cidade tivesse mais oferta e mais variada e que eu não saísse tantas vezes. Por isso, só o Theatro Circo não chega e é preciso mais uma ou duas salas de media/grande dimensão para albergar uma oferta mais variada de espetáculos, além de espaços ao ar livre que se propiciem a espetáculos no Verão e vontade para os fazer, porque público para assistir já se viu que há. O PEB precisa de ser requalificado, claro, e a zona envolvente também, o S.Geraldo??? Eu sei que não está nas mãos da Câmara, mas que raio de cidade é a nossa, que com uma enorme falta de espaços culturais, deixa uma sala como o S. Geraldo fechada.  Além disto é preciso animar as ruas no Verão e nas alturas de festas como na Páscoa. A Braga Romana precisa de bem mais rigor histórico e de um período de comemorações mais alargado. De certeza que há mais coisas que queria dizer mas por agora vai ter que chegar! 





Artur Caldeira Bom, procurarei isenção no meu comentário, tal como o sou no meu dia a dia, criticando o que é de criticar, elogiando o que é de elogiar, independentemente da cor partidária, sistema aliás que se encontra actualmente falido de credibilidade, pelo menos ao nível dos cidadãos mais conscientes e conhecedores. De facto em Braga, que Cultura? Existe? Penso que não ou, se quisermos ser mais optimistas, existem pequenos focos culturais mas que passam bastante despercebidos. Vereação cultural? Nah! Não existe há muito... E é neste meio aculturado que flutua o Theatro Circo, administrado por incompetentes afilhados políticos que nada mais fazem do que aguardar o alto salário ao fim do mês e literalmente queimar orçamento em meia dúzia de eventos. Estando eu ligado ao espectáculo, sei bem do que falo. Theatro Crico que tem uma equipa técnica que me merece todo o respeito pelo seu profissionalismo e desempenho! Mas apenas esta equipa!!! O que fazer? No meu entender deveria em primeiro lugar ser criada uma verdadeira vereação da cultura, algo que a terceira cidade do país merece sobretudo pelas suas tradições a este nível. Por outro lado, a Cultura é sem dúvida sinónimo de evolução social e humana, para além de ser a actividade que mais negócio paralelo movimenta (não falo de economia paralela mas sim de movimento económico paralelo aos eventos: hotéis, restaurantes, recordações... ...). Esta vereação tem de assumir a coordenação da actividade cultural da cidade, fazendo com que exista uma verdadeira agenda cultural bem distribuída nos espaços e no tempo e não deixar que eventos se sobreponham enquanto noutros períodos reina o marasmo. É óbvio que a esta vereação não é suposto promover tudo; porém é sim sua obrigação coordenar. Após isto, chegamos ao Theatro Circo como chegamos a outros espaços. Aí, há que atribuir orçamentos mas racionais e bem orientados, com programações que abarquem o gosto das assistências e não dos programadores! E, sem ceder ao mau gosto (e gostos sim, discutem-se e até evoluem!), podemos ter espectáculos mais acessíveis com um bom nível de qualidade. E há tão bons intérpretes em várias áreas neste país para preencher um cartaz recheado de qualidade com recursos financeiros razoáveis!!! Eu próprio já apresentei propostas aceites sem pestanejar noutros locais e que no Theatro Circo ainda nem resposta tiveram! E falo de nomes que só por si encheriam a sala!!! O Theatro Circo merece que seja despejada uma "espécie" de companhia de teatro que não se sabe bem o que é e que serviu pata monopolizar o Theatro em muitas situações. Merece a realização de ciclos musicais temáticos (música clássica, fado, jazz, pop, world music... ... ...) que podem ter um nome mais sonante por ciclo mas que podem ser preenchidos por artistas menos conhecidos mas de alto valor. E isso também é serviço educativo!! E devem valorizar-se os nomes locais, claro. Só não deve é deixar-se que algumas entidades "tomem de assalto" o Theatro Circo para não passar simplesmente de umas mãos para outras! E espectáculos de cachet nulo (como os que são oferecidos por estabelecimentos como o Conservatório de Braga com os seus alunos) não deverão nunca concorrer com os espectáculos dos profissionais, nem tão-pouco substituí-los! Sob pena de aqueles alunos um dia, já profissionais, virem a sofrer o mesmo!!! Indo já este comentário bastante longo, termino com esta pergunta: porque não se procuram as pessoas que realmente sabem e estão ligadas a cada actividade para dirigirem /ou coordenarem essas áreas? Qual o preconceito? Ou o receio? Será mesmo necessário ter cartão partidário para ter mérito

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Eu, Presidente - políticas culturais

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Braga é uma cidade bimilenária de importância histórica e cultural inegável, mas infelizmente as políticas culturais da Câmara Municipal têm sido erráticas e sem um rumo definido.

Apesar da resiliência, dedicação e esforço de muitas instituições privadas, Braga é hoje um concelho sem uma estratégia cultural, sendo o Theatro Circo exemplo disso mesmo. Urge inverter este rumo. Já a partir das próximas eleições.

Neste sentido, se fosse Presidente da CM de Braga, que medidas proporia para a política cultural do concelho? Como potenciar as infraestruturas existentes, através de uma nova forma de encarar a cultura em Braga? E o que sugere para o Theatro Circo, mais um dos exemplos da má gestão socialista?

Deixe-nos a sua opinião e contribua para um programa verdadeiramente regenerador para Braga.

Tu, Presidente - Centro Histórico

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Na semana passada pedimos contributos para a revitalização do Centro Histórico de Braga. Além das imensas partilhas e gostos, recebemos dezenas de contributos válidos para devolver vida  a este nobre espaço da cidade de Braga. Obrigado a todos os que desta forma estão a ajudar-nos a preparar este projecto de uma forma mais equilibrada e com o contributo daqueles que realmente interessam: os Bracarenses. Aqui ficam as ideias que nos enviaram. 





Karl Donnelly Incentivos para as pessoas para abrir lojas. Subsídios de rendas ou uso de lugares que foram deixadas sem uso há anos. Um teto de renda em que as pessoas não são abusados e incapaz de prosperar devido a rendas excessivamente elevados 





Ana Rodas Apostar mais na cultura. E o parque da Ponte? Porque não animar este local da cidade? Anda às moscas... Estou convencida que muitos Bracarenses nunca puseram lá os pés. Deveriam apostar em outros locais da cidade! O Parque da Ponte é um deles. 





Luis Pereira Uma forma de revitalizar o centro histórico será repovoa-lo, tem que se fixar as pessoas para que sintam o espaço comum, como seu. De forma a poder-se criar pequenas comunidades de vizinhos que estabelecem relações entre si e o espaço que habitam. Uma das formas de isto acontecer seria revitalizar imóveis com estratégias de baixo custo. Com rendas baixas os jovens que não são avessos á mudança, aproveitariam a oportunidade criada. Atrás dos jovens, vinham pequenos comércios, bares, etc, o que atrairia mais jovens. Partilha de gabinetes de trabalho com valores baixo, etc.





Armanda Pires O centro é lindo....mas realmente necessita de ser revigorado. Há que pensar muito bem antes de estragar o que está bem feito. Há que construir e nunca destruir. 





Sofia Guise a quantidade de estacionamento pago no centro acho que é o principal motivo de não ir passear ao centro. 





Sandra Martins sou moradora no centro da cidade desde que nasci, a única coisa que vejo é cada vez mais dificuldade em conseguir chegar a casa!!!menos estacionamento, mas parcómetros, de que vale ter uma avença de estacionamento(em que tenho de pagar para a ter)quando, se quiser ir a casa durante o dia por qualquer motivo não tenho onde estacionar o carro e ainda tenho que pagar mais o parque. 





Mia Oliveira Cultura. Artistas de rua. Pôr o Theatro Circo a funcionar como deve ser e acabar com a cultura só para a elite. A cultura é de todos. Policiamento, (para segurança, para andarem à caço do ladrão e não à caça da multa), tanto de dia como à noite - o Parque da Ponte é um exemplo de falta de policiamento. Pôr quem percebe de cultura a sério à frente de programas para a cidade que envolvam não só a música, mas cinema, teatro, dança. Fazer do S. Geraldo uma sala de espectáculos.


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Eu, Presidente - Centro Histórico de Braga

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O Centro Histórico de Braga é, inegavelmente, uma das mais valias da cidade, e uma das áreas que vai merecer mais atenção de uma gestão camarária liderada por Ricardo Rio. Infelizmente, nos últimos anos perdeu vida e animação, e ao mesmo tempo, uma boa parte do seu património foi delapidado através de intervenções pouco rigorosas e adequadas. Nas últimas semanas, em virtude da questão dos parcómetros e da alteração efectuada nos TUB, o tema da desertificação do Centro Histórico de Braga tem sido tema de discussão na cidade e também nesta plataforma. Aproveitando que esta semana assinala-se em Portugal o Dia Nacional dos Centros Históricos, pretendemos receber contributos sobre este tema tão relevante para o futuro de Braga.

Se fosse Presidente da CM de Braga, que medidas proporia para revitalizar o Centro Histórico de Braga, potenciando-o como uma mais valia turística e patrimonial do concelho? Como proteger o património e devolver a animação que outras cidades, muitas delas com menor riqueza patrimonial e histórica, exibem? Como revitalizar o comércio local e trazer mais gente para o centro da cidade? Deixe-nos a sua opinião e ajude-nos a apresentar aos Bracarenses um programa verdadeiramente regenerador para Braga.

Tu, Presidente - Transportes Públicos

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Mais uma rúbrica "Eu, Presidente", desta vez dedicada aos Transportes Públicos de Braga, e mais uma ronda de respostas no Facebook, onde se incluem algumas bem interessantes. O esforço desta candidatura permanece idêntico: ouvir e receber contributos válidos para poderem ajudarem-nos a apresentar o melhor programa para a gestão do concelho de Braga nos próximos anos. Aqui ficam os contributos que recebemos. 

Ricardo Jorge Freitas É um tema bastante mais complexo do que se pensa! Primeiro porque é preciso fazer com que os Transportes Públicos sejam atrativos do ponto de vista prático e do preço. Em Braga é extremamente caro andar de autocarro e não tem muitas vantagens se comparado com o automóvel. Este ultimo, em Braga, tem sempre a prioridade quando se projecta o tráfego automóvel. Que tal um plano que dê prioridade aos pedestres, aos ciclistas, aos Transportes Públicos? Conheço um excelente exemplo que é Barcelona. Vivi lá nos últimos 5 anos e pegar no carro era algo que só fazia ao fim-de-semana para passear. 

Rui Feio de Azevedo Para além de terem sido sempre a grande bandeira eleitoral do PS em Braga, - sendo inclusivamente usados para acções de campanha - a verdade é que os TUB permitiram sobretudo dar qualidade de vida aos cidadãos das freguesias rurais que trabalham no eixo urbano e fazem a sua vida diária no centro. Eu diria que os TUB, até ao momento, só cumpriram os objectivos de mobilidade entre a cidade e as freguesias urbanas, contribuindo inclusivamente para a fixação saudável de população nessas freguesias localizadas fora do perímetro urbano. Se eu fosse presidente da Câmara de Braga, para além de manter e reforçar essa estratégia - que agora parece ser quebrada com a redução de autocarros e de linhas - , tudo faria para massificar o uso dos TUB também no eixo urbano, criando mais faixas BUS pela cidade e promovendo a aquisição de veículos eléctricos destinados especificamente à zona pedonal, com imposição do limite de velocidade de 10 Kms/h e a garantia das condições totais de segurança. À imagem do comboio da ACB que faz as delícias das crianças na altura do Natal, penso que seria possível estudar-se uma forma de levar transporte ao miolo urbano, de forma a também poder dinamizar-se o comércio tradicional. Poderia pensar-se, por exemplo, numa ligação da Senhora-a-Branca até ao Arco da Porta Nova e outra até ao Campo da Vinha, via Rua dos Capelistas. Por outro lado, e comungando a opinião já formulada por um cidadão, avaliaria a hipótese de fixar preços dos bilhetes mais apelativos que estimulassem o seu uso. É que, num autocarro de 52 lugares, valerá mais a pena ter uma média de 45 utentes por autocarro a 1,10 euros, do que 15 a 1,60 euros... Em conclusão, e dado que todas as grandes cidades europeias dispõem de transportes eficazes e seguros nos centros urbanos, não se percebe porque é que Braga ainda não encontrou uma fórmula de sucesso nesta área! 

Francisco Grilo O problema dos TUB é sobretudo da gestão horária, dos arruamentos e dos comportamentos dos utentes, estacionamentos, falta de linhas rápidas na malha urbana, circuitos demasiado longos e tortuosos e, sobretudo, da configuração da cidade e da forma como os autocarros têm de contornar o problema do eixo sul/norte, na Avenida 31 de Janeiro, que obriga todas as linhas de maior procura, entre a Estação e Gualtar, a ter de utilizar os eixos da Rua 25 de Abril, Largo da Senhora A Branca, Rua D. Pedro V, Rua de S. Victor e Rua Nova de Santa Cruz. A acessibilidade pelos TUB em Braga, resulta em quebras horárias demasiado longas, que não são compensadas por reforço ou linhas alternativas. Os horários e a diversidade de alternativas, não permite uma utilização continuada ou então exige uma grande paciência e, na maioria das vezes, compensa mais ir a pé!...

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