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Ricardo Rio visitou empresa “APC - Instrumentos Musicais”

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Empresa é uma referência de qualidade a nível mundial na produção de instrumentos de corda
No seguimento de um ciclo de contactos com agentes de diversos âmbitos de atuação, Ricardo Rio visitou a empresa “APC - Instrumentos Musicais”, sediada em Celeirós. António Pinto de Carvalho, dono e fundador da empresa, acompanhou Rio durante esta iniciativa. 

A APC é uma empresa que iniciou a sua atividade em 1976 e que se tornou uma verdadeira referência a nível mundial na produção de instrumentos de corda. “Fabricamos vários tipos de instrumentos, desde as guitarras clássica, folk, eletroacústica e portuguesa, passando pelos bandolins, cavaquinhos, etc. Esta foi uma arte que aprendi com o meu avô e a que dei continuidade, felizmente com enorme sucesso. Os nossos produtos são reconhecidos a nível internacional como sendo de qualidade superior”, afirmou António Carvalho. 

De acordo com o líder dos “Juntos Por Braga”, esta é uma empresa que, por via da imensa variedade e qualidade dos instrumentos que produz, é hoje reconhecida por mercados de todas as partes do globo, o que é algo de muito significativo e demonstrativo de que é perfeitamente possível produzir produtos de excelência em Braga. “Se formos capazes de nos posicionar, de identificarmos os nichos de mercado e de trabalharmos bem a procura desses mesmos mercados, por certo conseguimos trazer para Braga mais projetos que vão assegurar a criação de postos de trabalho e um volume maior de faturação e da riqueza no concelho”, assegurou, salientando que a autarquia deve ser um parceiro do tecido empresarial, sendo sua responsabilidade fornecer todas as condições às empresas para estas poderem obter sucesso. 

Por seu turno, António Carvalho salientou que a Câmara Municipal poderia facilitar e ajudar ao andamento de alguns processos, sobretudo em termos de licenciamento. “Seria importante que algo se alterasse ao nível da atenção que a autarquia dá às empresas”, afirmou, sublinhando que espera mudanças no próximo ciclo de gestão municipal: “É sempre bom que exista mudança, porque com ela vêm novas ideias e novas maneiras de estar e de atender as pessoas”.

Na ocasião, Ricardo Rio lançou ainda o desafio ao dono da APC de colocar o nome de Braga nas etiquetas dos produtos, levando assim a referência da cidade a todas as partes do mundo onde vendem os seus instrumentos e junto dos grandes artistas internacionais. “Da mesma forma que atualmente fazem questão de ter nas etiquetas a inscrição ´By APC, Made in Portugal’, seria também um orgulho ver o nome de Braga associado”, desafiou Rio. 

Por fim, António Carvalho enfatizou que, apesar da crise que se faz sentir a nível europeu, as perspetivas para o futuro da empresa são ótimas. “É verdade que o negócio na Europa não está famoso, sobretudo no que se refere aos prazos de pagamento. Mas temos outros mercados que estamos a começar a explorar, como é o caso da Rússia, e o facto de exportarmos mais de 75% da nossa produção dá-nos muita segurança”, garantiu.


Ricardo Rio visitou empresa “Novo Modelo Europa”

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Aposta na modernidade e na inovação é o segredo do sucesso da empresa no mercado 

Ricardo Rio, líder dos “Juntos Por Braga”, visitou a empresa “Novo Modelo Europa”, sediada em Priscos. Manuel Correia, dono e fundador da empresa, acompanhou Rio durante a iniciativa. 

A Novo Modelo Europa, fundada em 1994, desenvolve a sua atividade principal na construção civil e obras públicas, estando focalizada estrategicamente na construção metálica, carpintarias e mobiliário, fachadas em vidro, alumínio e painéis leves. “Somos uma empresa que se tem vindo a afirmar no mercado pelo seu valor e dinamismo, sendo que procuramos sempre manter os mais elevados níveis de serviço, promovendo as práticas empresariais e ambientais responsáveis”, salientou Manuel Correia, garantido que a empresa se rege pelos princípios do rigor e da qualidade, palavras-chave que permitiram um crescimento sustentado ao longo dos anos. 

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, esta é uma empresa que está num patamar de grande qualidade em termos de modernidade das suas instalações e dos serviços que desenvolve. “É essa capacidade que diferencia esta empresa e que tem conseguido alavancar não só uma presença bastante positiva no mercado nacional, mas também uma expansão contínua para mercados estrangeiros”, sublinhou. 

Nesse sentido, Rio felicitou a empresa pela capacidade de investimento e inovação demonstradas, que possibilitam a geração de riqueza para a cidade e a criação de vários postos de trabalho. “Queremos contribuir para que estes tipos de estruturas empresariais tenham todas as condições para triunfar em Braga, fortalecendo o tecido económico e a empregabilidade no nosso concelho. Ao contrário do que tem sucedido na atual gestão municipal, será prioridade dos ´Juntos Por Braga´ garantir que isso acontece”, afirmou. 

Por seu turno, Manuel Correia afirmou que o mercado externo é a principal aposta da empresa. “Estamos a exportar 45% da nossa produção para o estrangeiro, nomeadamente França e Angola. O mercado interno, como sabemos, diminuiu e o nosso sucesso depende muito das exportações, onde temos novas perspetivas ótimas para o futuro. Já no próximo ano, queremos estar a exportar cerca de 75% dos nossos produtos”, enfatizou. 

A Novo Modelo Europa mudou-se para Priscos há cerca de 5 anos, tendo a mudança de instalações representado um investimento elevado que o dono da empresa garante que “valeu a pena”. “Foi um risco, mas só apostando é que podemos ter retorno. Fizemos um grande investimento, que foi desde a compra dos terrenos, à construção das instalações e à compra dos equipamentos, que são todos novos. Felizmente, a opção está a dar frutos”, concluiu, congratulando-se pelo facto de desde o início do ano a empresa ter admitido mais 13 colaboradores, num total de 129.

Ricardo Rio visitou grupo “O Setenta”

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Parque Industrial de Adaúfe merece melhores condições de acessibilidade 

Ricardo Rio visitou o grupo “O Setenta”, que integra as empresas Serralharia “O Setenta”, “PerfilNorte” e a “Colaborante”. Todas estas empresas estão situadas no Parque Industrial de Adaúfe. José Correia Fernandes, fundador do “O Setenta”, acompanhou Rio durante esta iniciativa. A visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de forma mais detalhada o funcionamento deste grupo e auscultar os empresários relativamente às condições oferecidas pelo Parque Industrial de Adaúfe.

Como explicou o Presidente do “O Setenta”, este grupo dedica-se principalmente a quatro áreas: estruturas metálicas; trabalho em chapa e em perfis ligeiros, caixilharia em alumínio e trabalhos em Inox. “É verdade que estamos a trabalhar para o mercado estrangeiro, mas sobretudo a Serralharia sempre se dedicou mais ao mercado interno. Felizmente, já temos trabalho que chegue até ao final do ano, que é uma garantia de que podemos manter todas as cerca de 250 pessoas que empregamos”, afirmou, notando que não ter de despedir ninguém é uma das suas “missões”. 

Segundo Rio, o grupo “O Setenta” é já uma referência no sector da construção no concelho, com uma larga experiência consolidada ao longo dos anos. “É com enorme felicidade que vemos que este conjunto de empresas tem registado uma forte presença exportadora e um crescimento sustentado, que é algo que lhes permite aguentar os efeitos da crise que se faz sentir. Faremos o que estiver ao nosso alcance para proporcionar a este grupo, assim como aos restantes, as condições de trabalho para que possam ter sucesso na sua atividade”, salientou, garantindo que é responsabilidade da Câmara Municipal reforçar a competitividade económica de Braga. 

Na ocasião, José Correia Fernandes afirmou que as suas empresas já estão sediadas no Parque Industrial de Adaúfe há mais de 15 anos. “Globalmente estamos satisfeitos, sobretudo porque temos segurança, uma vez que o parque durante a noite é encerrado, evitando os assaltos que antigamente se faziam sentir. Mas em termos de acessos há muito por fazer”, assegurou. 

Sobre o Parque Industrial de Adaúfe, e indo ao encontro das queixas efetuadas por muitos empresários, Ricardo Rio salientou que esta é uma zona de acolhimento industrial que, pela sua “enorme” importância, merece, “no mínimo”, um investimento por parte do Município no sentido de criar melhores condições de acessibilidade e de sinalização. “As más condições dos acessos são uma das principais lacunas deste espaço, que deve ser resolvido o mais brevemente possível para criar maiores fatores de atratividade para as empresas aqui sediadas”, enfatizou. 

Por fim, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga reforçou que conta com estas empresas como parceiros “incontornáveis” de uma estratégia de desenvolvimento de apoio ao investimento e de criação de emprego que os “Juntos Por Braga” querem desenvolver e alimentar para o futuro da cidade. 

Antes da visita ao grupo “O Setenta”, Ricardo Rio visitou ainda as instalações da empresa Ferreira da Costa & Irmãos, Lda, que se dedica ao fabrico de produtos subsidiários à indústria. O Presidente da empresa, Domingos Ferreira da Costa, fez também questão de alertar Rio para os problemas relacionados com as acessibilidades ao Parque Industrial.

Ricardo Rio entregou Certificados na Adere-Minho

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Autarquia de Braga deve ter Adere-Minho como parceira e aproveitar experiência de sucesso 

Ricardo Rio, líder do “Juntos Por Braga”, entregou Certificados de Formação Profissional aos formandos que concluíram Ações Modulares nas áreas de Informática, Apoio à Criança, Hotelaria e Comércio na Adere-Minho. Os Certificados entregues por Rio corresponderam a ações de formação que tiveram lugar em Braga. A cerimónia de entrega dos diplomas contou ainda com a presença de Abílio Vilaça, Presidente da Adere-Minho, e com a participação especial do conhecido Chef Hernâni Ermida, que efetuou um Show Cooking de receitas saudáveis que colocou à disposição de todos os presentes. 

Como explicou Abílio Vilaça, a Adere-Minho - Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho -, fundada em 14 de Setembro de 1990, tem como objetivos principais a valorização do potencial endógeno do Minho e a promoção do desenvolvimento integrado da região. “Para atingir esses fins, estabelecemos protocolos de colaboração e cooperação com várias instituições públicas e privadas tais como Cooperativas, Associações, Câmaras, IPSS, Santa Casa Misericórdia, Bancos, etc”, salientou. 

Por seu turno, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga fez questão de iniciar o seu discurso com um agradecimento pelo convite endereçado para estar presente nesta iniciativa em Vila Verde. “É com enorme orgulho e felicidade que participo nesta cerimónia. Vocês são a prova e a marca do trabalho de grande valor que tem sido desenvolvido ao longo destes anos pela Adere-Minho”, afirmou. 

Para Ricardo Rio, este é um projeto notável e que tem tido resultados evidentes. “O importante nestas iniciativas é que se veja os resultados e, neste caso, eles são bem visíveis. A Câmara Municipal de Braga deve ter a Adere-Minho como parceira ativa, de forma a aproveitar também em Braga a experiência de sucesso que aqui estão a desenvolver em Vila Verde”, defendeu, salvaguardado que em Braga essa experiência teria de ser necessariamente ajustada, dados os diferentes contextos e realidades dos dois concelhos. “Braga é uma terra de artes e ofícios muito relevantes e que merecem ser preservados e valorizados, nomeadamente através da preparação de novos profissionais para o desenvolvimento dessas atividades no futuro”. 

Esforço de adquirir competências “irá dar frutos” 

Nesse sentido, o Presidente da Adere-Minho acrescentou que a instituição pretende continuar a desenvolver laços de cooperação e de associativismo ativo para a promoção do bem comum na região. “A dinamização do nosso tecido económico depende muito do trabalho conjunto entre as várias entidades, aproveitando cada uma o que a outra tem de melhor e sabendo conjugar esforços. Da nossa parte, estaremos sempre disponíveis para contribuir para o desenvolvimento local e para a qualificação dos agentes de desenvolvimento da região”, afirmou. 

Por fim, Ricardo Rio deixou uma palavra de “estímulo” e “esperança” a todos os formandos que concluíram os seus cursos, enfatizando que no futuro o esforço de estudar e adquirir competências irá “dar frutos”. “Parabéns pelo vosso esforço e por terem tido a força para terminar mais esta etapa da vossa vida. Vocês fizeram a vossa parte. Agora é importante que as outras entidades façam a parte delas, criando condições para que possam demonstrar as aptidões que agora adquiriram e para que desenvolvam projetos próprios que correspondam à realização dos vossos sonhos”, sublinhou, reforçando que propiciar essas mesmas condições será uma das prioridades dos “Juntos Por Braga” quando assumirem a liderança do executivo municipal de Braga.

"Torrestir é excelente exemplo de uma empresa com amor à cidade"

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Ricardo Rio visitou a empresa Torrestir, que se dedica principalmente ao transporte rodoviário de mercadorias. A iniciativa, inserida num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm vindo a promover, permitiu a Rio conhecer de perto o funcionamento da empresa e a realidade do sector no concelho. Fernando Torres, Presidente da Torrestir há 20 anos, acompanhou o líder do “Juntos Por Braga” durante esta iniciativa. 

Como explicou Fernando Torres, o grupo Torrestir, fundado em 1962, engloba cerca de 18 empresas no ramo dos transportes, logística e rent-a-car, empregando mais de 1200 pessoas em todo o país. A sede de todas estas empresas que integram a Torrestir situa-se em Braga, sendo este um aspeto que o Presidente faz questão de assegurar. “Acima de tudo é uma questão de honra. Sou de Braga, cresci em Braga e farei tudo o que estiver ao meu alcance para contribuir para o enriquecimento do concelho. Sediar as empresas na minha cidade é para mim motivo de felicidade e orgulho”, garantiu. 

De acordo com Ricardo Rio, a Torrestir é uma das maiores empresas de Braga e um dos maiores grupos económicos do país. “É de destacar o facto de a Torrestir nunca ter perdido esta ligação às suas raízes, ao ponto de todas as empresas que têm vindo a ser adquiridas, num processo de expansão sustentado e continuado ao longo do tempo, terem vindo a registar a mudança da sua sede para o nosso concelho - contribuindo para a geração de receitas para a autarquia. É, sem dúvida nenhuma, um excelente exemplo”, elogiou. 

Por seu turno, Fernando Torres enfatizou que Braga necessita de uma plataforma logística de forma a atrair investimento para a região. “Esta é uma enorme carência que se faz sentir na zona. É fundamental que exista uma plataforma, com cerca de 100 hectares, que dê condições para acolher empresas, empresários e investimentos de fora”, salientou, reforçando que este seria um investimento da autarquia que traria lucros óbvios e imediatos: “Sem poder, obviamente, quantificar, seriam por certo muitas as empresas que viriam para o concelho e que trariam consigo mais emprego e riqueza que tanta falta fazem a Braga”. 

Nesse sentido, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga confirmou que Braga precisa urgentemente de criar condições de atratividade para mais investimentos, algo que já lhe havia sido transmitido noutros contactos com agentes económicos. “O caso da plataforma logística é uma questão que consideramos óbvia e em que muitos outros concelhos têm vindo a apostar. Esta zona do território está manifestamente desprotegida do ponto de vista da existência de um equipamento dessa natureza”, destacou, reforçando que esse equipamento seria indutor da captação de investimento e que é precisamente neste tipo de condições de atratividade que a autarquia deve investir. 

Sobre este aspeto, Ricardo Rio assegurou que o custo de construção da plataforma logística - que traria um “enorme” retorno económico a Braga - seria muito inferior ao que a autarquia dispensou noutros projetos que não têm a mesma utilidade nem produtividade para o nosso concelho. “Por um terço do dinheiro que foi gasto nas ruinas da Piscina Olímpica podíamos construir esta plataforma. É um exemplo bem demonstrativo das prioridades totalmente desfasadas das reais necessidades do concelho que a gestão socialista teima em seguir”, criticou 

Impostos Municipais sobrecarregam empresas 

O Presidente da Torrestir afirmou também que era importante que a autarquia aliviasse o peso fiscal sobre as empresas. “Vivemos uma época complicada, em que se justifica plenamente que Câmara Municipal alivie os impostos que sobrecarregam as empresas, mais concretamente a Derrama. Seria uma forma de tornar a cidade mais competitiva economicamente relativamente aos concelhos vizinhos e de atrair mais empresas para a região”, afirmou. 

Fernando Torres adiantou que a Torrestir faturou cerca de 150 milhões de euros no ano transato, justificando os resultados positivos com a gestão “à moda antiga” que desenvolvem. “Estamos a crescer dois dígitos todos os anos, em contraciclo com o que se passa neste sector. E somos muito competitivos porque fazemos uma gestão à moda antiga, isto é, o que ganhamos é para investir e não investimos mais do que o que ganhamos. Como podem ver, é muito simples o segredo do nosso sucesso e do nosso crescimento paulatino ao longo dos anos”, garantiu.

Banco de Germoplasma é um recurso estratégico fundamental para Braga e para Portugal

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Integrado num ciclo de contactos com várias instituições do concelho ligadas ao sector primário, ao qual os “Juntos Por Braga” têm dado uma especial atenção neste período, Ricardo Rio visitou o Banco Português de Germoplasma Vegetal, localizado na Quinta de São José, na freguesia de São Pedro de Merelim. Ana Maria Barata, Responsável pelo Banco, acompanhou Rio durante a iniciativa. 

Como explicou Ana Maria Barata, cabe ao Banco de Germoplasma a responsabilidade de conservar os recursos genéticos vegetais. “A nossa missão passa por fazer a colheita, conservação, caracterização e documentação de todo o material de recursos genéticos do país. Este é o único Banco de Germoplasma existente em Portugal e tem cerca de 45 mil variedades conservadas de diferentes espécies e origens a nível nacional, incluindo Açores e Madeira - representando mais de 90% do volume de material conservado no País”, afirmou. 

Durante a visita, o líder do “Juntos Por Braga” salientou que é de “toda a justiça” considerar o Banco de Germoplasma uma estrutura que, do ponto de vista da sua área de atuação, é um ativo tão estratégico para Braga e para a região como é, numa vertente diferente, o Instituto Ibérico de Nanotecnologia. “Estes Bancos são uma prioridade estratégica para as Nações e para as principais organizações internacionais que trabalham na esfera da agricultura e da alimentação. Cada vez mais se verificam casos de escassez de determinadas espécies ou de dificuldades de sobrevivência de certos produtos agrícolas, o que é bem ilustrativo do valor que se tem de atribuir a projetos desta natureza”, declarou. 

Para Ricardo Rio, os responsáveis autárquicos Bracarenses têm a obrigação de encetarem todas as diligências ao seu alcance no sentido de contribuírem, na medida das suas competências, para a sustentabilidade deste projeto e para a sua permanência na cidade. “Temos muito a ganhar com a localização deste Banco em Braga. Estamos na vanguarda do trabalho que é feito em termos da preservação das espécies vegetais”, referiu. 

No que se refere à atividade corrente do Banco de Germoplasma, o candidato à Presidência da Câmara de Braga enfatizou que é possível a autarquia aprofundar o relacionamento com esta instituição, à semelhança do que acontece já com outras autarquias do país. “É importante que se estabeleçam outras áreas de cooperação no domínio da sensibilização e do apoio à produção com o próprio Banco. Espero que o próximo executivo autárquico venha a seguir esse caminho, de modo a que também por essa via o concelho possa tirar partido da instalação em Braga do Banco de Germoplasma”, sublinhou. 

Visita à Edigma

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Braga tem condições para ser uma referência mundial a nível tecnológico

No seguimento de um ciclo de contactos com diversos agentes económicos do concelho, que têm como principal objetivo promover um clima de diálogo e proximidade com os mesmos, Ricardo Rio visitou a Edigma, uma empresa tecnológica que se dedica ao desenvolvimento de soluções e projetos interativos baseados em multitoque e reconhecimento gestual. Durante esta visita, o líder do “Juntos Por Braga” foi acompanhado por Miguel Fonseca e Miguel Oliveira, administradores da empresa. 

De acordo com Ricardo Rio, a Edigma é um excelente exemplo de uma empresa inovadora e que está na vanguarda do desenvolvimento tecnológico de Braga. “Este é um sector no qual tem de fazer uma aposta consistente e estrutural, promovendo uma ligação mais estreita entre a Universidade do Minho, os agentes empresariais e o próprio INL”, afirmou, salientando que é fundamental que exista também um reforço do espírito de colaboração entre as várias empresas do sector e entre as próprias empresas e a autarquia, para que a marca Braga se possa afirmar no ainda mais no exterior. 

“Esta área tecnológica tem condições para ser um fator de diferenciação competitiva do nosso concelho e de promoção de um novo paradigma de desenvolvimento no exterior. Se formos capazes de captar novos investimentos, vamos também conseguir criar novas empresas e consequentemente mais postos de trabalho e diminuir o desemprego, que é uma das grandes prioridades que temos para o futuro do nosso concelho”, enfatizou o candidato à Presidência da Câmara de Braga. 

Também Miguel Fonseca partilhou da opinião de Ricardo Rio, considerando mesmo que Braga pode ser uma “referência mundial” em termos tecnológicos: “Braga tem a possibilidade de ser considerada cada vez mais uma cidade tecnológica, e cabe a nós e à autarquia a responsabilidade de transformar Braga nesse sentido”. 

Para o administrador da Edigma, Braga tem um potencial enorme que não está a ser minimamente aproveitado. “Temos um potencial que é real, que já existe, e que precisa apenas de ser explorado. Existem imensas empresas tecnológicas em Braga, que são cada vez melhores. Há que criar um ecossistema à volta deste sector”, sublinhou, garantindo que a criação de um parque tecnológico na cidade seria a melhor solução: “Dessa forma, seriam mais fáceis as relações entre as diversas empresas e daí resultariam mais sinergias e negócios. E mais negócios é sinonimo de mais emprego, mais know-how e mais riqueza para a comunidade local”. 

Segundo Miguel Fonseca, é necessário que se perceba rapidamente que a cidade só pode ser uma referência a nível mundial se existir esse espirito de cooperação. “Sozinhos, valemos pouco. Mas todos juntos, certamente que podemos estabelecer um ambiente propício para nos desenvolvermos e puxarmos uns pelos outros. É aí que a Câmara Municipal tem de assumir um papel de facilitador, criando as condições para que as empresas possam trabalhar em conjunto”, disse. 

Sucesso alcançado com pessoas da Universidade do Minho 

Por outro lado, dentro do espectro de atuação da empresa, Ricardo Rio notou que alguns produtos produzidos pela Edigma podem ser adaptados à própria utilização municipal. “Seja do ponto de vista concelhio, seja do ponto de vista dos serviços municipais, o aproveitamento desta tecnologia pode ser um excelente investimento a realizar no futuro próximo pela autarquia, tanto para aproximar os serviços da câmara dos cidadãos como para alargar o leque de informações que são disponibilizadas a todos aqueles que nos visitam”, acredita. 

Por fim, Miguel Fonseca mostrou orgulho no facto da empresa ter crescimentos anuais que estão à volta dos 50% e de empregar já cerca de 50 pessoas. “Temos um produto diferenciador, trabalhamos no mercado mundial e vendemos para cerca de 100 países. E isto consegue-se com pessoas de Braga, saídas da Universidade do Minho e com muita vontade de vencer no mercado mundial”, finalizou.