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Ricardo Rio visitou Associação dos Antigos Estudantes da Universidade do Minho

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Ligação entre a cidade e a Universidade do Minho deve ser desígnio prioritário 

Englobado no ciclo de contactos que tem vindo a ser levado a cabo pelo “Juntos Por Braga” com vários agentes do concelho de diversas áreas de atuação - e que tem por objetivo principal promover uma dinâmica de proximidade e diálogo com as forças vivas da cidade -, Ricardo Rio visitou a Associação dos Antigos Estudantes da Universidade do Minho (AAEUM). Francisco Pimentel Torres, Presidente da Associação desde Fevereiro, acompanhou Rio ao longo desta iniciativa. 

O líder do “Juntos Por Braga” salientou que este encontro se revestiu de grande importância estratégica, já que é “fundamental” que a Câmara Municipal estreite as relações com todos os agentes da Universidade do Minho. “E essas relações têm de ser estabelecidas com os que hoje participam ativamente na vida académica, mas também com os ex-alunos, que foram aqui formados e que hoje são agentes fundamentais do desenvolvimento do concelho nos vários domínios da sua intervenção profissional e social”, sublinhou. 

Como explicou Francisco Pimentel, o principal propósito da associação, que completa 24 anos em Setembro, passa mesmo por fazer a ligação entre a Universidade do Minho e a cidade. “A melhor maneira de atingir esse objetivo é envolver a autarquia, a UM, os agentes da cidade e a própria associação nesse desígnio”, disse, garantindo que atualmente se verifica um “divórcio” entre a autarquia de Braga e a UM, que muito prejudica a cidade. 

“É função de uma associação de antigos estudantes, que agora são parte integrante da comunidade desta cidade, ajudar a estabelecer essa ligação, fazendo crescer as relações e lutando para que o caminho seja o melhor”, garantiu Francisco Pimentel. 

Nesse sentido, Ricardo Rio reiterou que é essencial que a autarquia desenvolva uma parceria estratégica com a AAEUM, no sentido de potenciar iniciativas que apoiem estes antigos alunos e fortaleçam os projetos dos ex-alunos. “A autarquia tem de acompanhar a concretização desses projetos e auscultar esta associação para encontrar as melhores soluções, tirando proveito dos recursos de que a AAEUM dispõe”, acredita. 

Para Ricardo Rio, existem duas vertentes que devem ser tomadas em conta relativamente à relação da autarquia com a UM. “Primeiro, a Câmara Municipal tem de ter noção de que toda esta comunidade académica no ativo representa também cidadãos Bracarenses - alguns provisoriamente adquiridos - que merecem respostas cabais às suas necessidades, sejam elas em termos de segurança, mobilidade, animação cultural ou oferta lúdica para potenciar o seu envolvimento efetivo com a cidade”, apontou Rio, notando de seguida que, uma vez concluída essa formação académica, os antigos estudantes, representados pela AAEUM, são um foco determinante de “potencial crescimento, de atração de investimento e de dinamização da cidade que merece ser acarinhado e que merece estabelecer todo o tipo de colaborações com a autarquia para que isso seja o mais efetivo possível”.

Ricardo Rio visitou Centro de Formação de Mazagão

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Centro de Formação é instrumento fundamental para combater o desemprego

No âmbito de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho que atuam na área educativa, e que tem por finalidade principal desenvolver uma política de proximidade baseada no diálogo e na convergência de ideias, Ricardo Rio visitou a Unidade de Formação de Mazagão. António Pinheiro, Diretor do Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga desde Novembro de 2012, acompanhou Rio durante a visita. A entrada em funcionamento deste Centro de Formação Profissional ocorreu em 1989, tendo sido inaugurado em 1990.

O líder do “Juntos Por Braga” salientou que, na atual conjuntura económica, é fundamental que existam instrumentos que apoiem a qualificação dos recursos humanos e o espírito empreendedor, e que dessa forma permitam o reforço dos níveis de empregabilidade. “O trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Centro de Formação de Mazagão é extremamente importante, tendo vindo a dar uma resposta bastante positiva do ponto de vista do impacto dos formandos que por aqui passam no tecido económico local”, afirmou. 

Rio afiançou que é essencial que se criem este tipo de respostas “rápidas e eficazes”, orientadas para a reconversão de ativos que estejam envolvidos em processos de reestruturação de empresas e para iniciativas de qualificação de potenciais empreendedores, dentro de uma lógica de ligação mais próxima com os grandes empreendedores do concelho e com a própria autarquia. 

Como referiu António Pinheiro, o Centro de Mazagão tem atualmente em funcionamento mais de 40 cursos de aprendizagem, sendo que, por ano, passam à volta de 10 mil formandos nas diversas modalidades de Formação disponibilizadas. “São muitas pessoas e são números bem eloquentes da importância da formação profissional. Tendo em conta o flagelo do desemprego que afeta o país, esta é uma maneira de procurar a reconversão dos alunos e de lhes permitir terem saídas profissionais. Temos taxas de 80% a 90% de empregabilidade dos formandos que daqui saem”, garantiu. 

Nesse sentido, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga registou que este é um trabalho que tem de continuar a ser incentivado e apoiado, especialmente no que se refere à articulação com o ensino tradicional, tutelado pelo Ministério da Educação. “É essencial que exista uma maior complementaridade entre o Centro de Formação e as instituições de ensino no nosso concelho. Atualmente são várias as Escolas que oferecem cursos profissionais, pelo que a existência de uma logica de parceria se justifica cada vez mais”, enfatizou. 

Por outro lado, Rio notou que outro fator fundamental passa pela integração crescente da comunidade empresarial no Centro de Formação Mazagão, para que haja uma logica de resposta eficaz e imediata para aquilo que são as suas necessidades em termos de contratação a cada momento. “Esse é um trabalho que tem sido feito pelo Centro de forma notável, mas neste sector há sempre espaço para melhorar e alguma coisa mais a fazer”, reforçou. 

Também António Pinheiro enfatizou a ligação do Centro de Formação às empresas, chamando a atenção para o facto de os formandos terem a “empregabilidade à porta”. “Aqui em Mazagão temos a vantagem de ter uma alta percentagem de colocações dos jovens, isto porque as empresas estão em sintonia connosco. É o nosso principal cartão-de-visita e agente de distinção, trabalhamos em sintonia com as empresas, que precisam e querem os nossos formandos”, sublinhou. 

Ricardo Rio visitou Agrupamento de Escolas de Nogueira

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Sucesso do Agrupamento de Escolas de Nogueira é exemplo a seguir por todo o concelho


Englobado num ciclo de contactos com diversos agentes do concelho que atuam na área da educação, cujo objetivo passa por desenvolver com eles uma política baseada no diálogo e na proximidade, Ricardo Rio visitou a Escola EB 2,3 de Nogueira, sede do Agrupamento de Escolas de Nogueira. José Matos, Diretor do Agrupamento, e Sandra Roma, Vice-Diretora, acompanharam Rio durante esta iniciativa. Atualmente, o Agrupamento engloba 14 escolas, divididas por várias freguesias, e tem cerca de 1640 alunos inscritos.

Para o líder do “Juntos Por Braga”, esta visita foi uma ótima oportunidade para conhecer mais de perto o “excelente” trabalho que tem vindo a ser desenvolvido neste Agrupamento. “Esta é a demonstração cabal de que quando há uma liderança capaz e o envolvimento quase que diria apaixonado de todos os docentes, os resultados aparecem”, salientou, garantindo que quando assim acontece, “evidentemente” que o corolário lógico é o” sucesso” e o “bem-estar” dos alunos.

Rio apontou o envolvimento dos docentes reformados com o Agrupamento de escolas como um exemplo da dedicação, do carinho e do afeto que têm pelo Agrupamento. “Tivemos oportunidade de constatar o grande envolvimento que os docentes reformados ainda mantêm com a Escola e que resulta na criação dos amigos do Agrupamento de Nogueira, que estão neste momento a participar ativamente em várias atividades não letivas. É uma excelente forma de ajudar a escola e os alunos e também de os próprios docentes reformados ocuparem os seus tempos livres”, referiu.

Segundo o candidato à Presidência da Câmara Municipal, o êxito alcançado por este Agrupamento é um fator de “tranquilidade” para quem tem responsabilidades autárquicas. “É com enorme satisfação e orgulho que observo o trabalho que aqui se tem efetuado, que pode e deve ser estimulado e replicado, como felizmente vai acontecendo, na maioria das escolas do concelho”, afirmou.

Rio enfatizou que esta visita, à semelhança do que já tinha acontecido anteriormente, permitiu ganhar consciência para o problema do défice de financiamento para a componente do Ensino Básico, que não está contemplado e que no concelho de Braga vive uma grande indefinição em termos de quem é que pode e deve prestar esse mesmo apoio. “Nestes casos, vai valendo o apoio e colaboração das Juntas de Freguesia para contornar essas dificuldades. Como mais uma vez comprovamos neste Agrupamento, as Juntas têm uma relação exemplar com as escolas integrantes do Agrupamento de Nogueira”, disse.

Ricardo Rio visitou Universidade Católica de Braga

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Autarquia deve manter uma relação de maior proximidade com Universidade Católica 

No seguimento de um ciclo de contactos com agentes da área educativa, que tem por finalidade estabelecer uma política de diálogo e proximidade, Ricardo Rio reuniu com João Duque, Presidente do Centro Regional de Braga da Universidade Católica Portuguesa. A iniciativa permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” conhecer de forma mais detalhada a realidade da Universidade Católica em Braga, assim como os problemas com que se confronta. O Centro Regional de Braga lecciona onze licenciaturas e mais de 20 mestrados, contando com cerca de 1200 alunos inscritos, divididos entre as três Faculdades – Faculdade de Ciências Socias, Filosofia e Teologia. 

Rio lembrou que esta é uma das instituições universitárias de maior relevo na nossa cidade, sendo muitas vezes “esquecida” como um parceiro crucial no relacionamento que a autarquia deve manter com estas instituições. “Neste caso concreto, até porque os cursos aqui leccionados são muito vocacionados para a área local - seja no domínio do serviço social, seja na vertente de turismo ou na vertente artística - há inúmeras possibilidade de colaboração e enriquecimento do trabalho de parte a parte”, salientou o autarca do “Juntos Por Braga”, que sublinhou que esse é um trabalho que tem de ser aprofundado ao longo dos próximos tempos, para que a comunidade da região possa sair beneficiada. 

Nesse sentido, também João Duque reconheceu que a colaboração entre Universidade e autarquia pode e deve ser intensificada. “Há alguns projetos que já articulamos com a autarquia, mais ao nível do apoio social aos nossos alunos, especificamente os provenientes de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, e da segurança do espaço da Universidade. Mas a verdade é que temos possibilidades e material para impulsionar muitos mais projetos conjuntos com a autarquia que possam servir a população local”, afirmou. 

A juntar a isso, Ricardo Rio enfatizou que o facto de a Universidade Católica de Braga receber alunos estrangeiros nas suas licenciaturas obriga a Câmara Municipal a desenvolver condições de atratividade para esses alunos. “Temos de ter bem presente que, embora o grosso dos alunos da Universidade Católica seja natural de Braga, há uma parcela muito significativa de estrangeiros que começam a ingressar esta universidade, nos seus diferentes cursos. E seja ao nível da promoção da qualidade de vida de Braga, que julgamos ser um excelente argumento competitivo da nossa cidade, seja na criação de condições para que esses jovens se possam fixar no centro da cidade, cabe à autarquia a responsabilidade de trabalhar no sentido de fazer com que esses alunos apreciem a sua estadia em Braga”, disse Rio. 

Por seu turno, João Duque reforçou que os jovens provenientes de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa podem assumir um papel importante não só no meio académico, mas também na vida da própria cidade, assim a autarquia os consiga integrar. “Existem perspetivas de alargamento do número de estudantes provenientes desses países, sendo que no futuro podem constituir um grupo significativo e ter um papel interessante no desenvolvimento da cidade”, acredita.

Manuais Escolares para o 1º Ciclo do Ensino Básico

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Sabia que...

Ricardo Rio e os Vereadores da coligação “Juntos Por Braga” apresentaram em Junho de 2011 uma proposta ao Executivo Municipal para generalizar a oferta dos Manuais Escolares a todos os alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico, a exemplo do que sucede noutros concelhos? A maioria socialista reprovou essa proposta, pois, segundo Mesquita Machado, a Câmara não deve ajudar os ricos. Por isso, se hoje não recebe os Manuais Escolares gratuitamente é porque é rico de acordo com os padrões do Partido Socialista de Braga. Este é um compromisso assumido por Ricardo Rio com os Bracarenses e que será cumprido caso seja eleito Presidente da Câmara.

Ricardo Rio defendeu na época que a distribuição gratuita dos Manuais Escolares do 1º Ciclo era (e será) um compromisso claro da Autarquia com esta área da Educação e um apoio relevante para muitos milhares de famílias de Bracarenses que têm que suportar este encargo no início de cada ano lectivo.

Mais a mais, considerando que esses auxílios económicos da Autarquia apenas cobrem hoje as famílias que têm acesso aos primeiros dois escalões do abono de família, será caso para perguntar se uma família com um rendimento anual superior a 6.000 Euros já não precisa deste tipo de apoio.

Recorde-se que esta é já uma prática generalizada em muitas Câmaras Municipais do País (como as nossas vizinhas Póvoa de Lanhoso, Vila Nova de Famalicão e Barcelos - onde foi adoptada pelo Executivo Socialista) e até por Juntas de Freguesia, como acontece em Crespos, Braga.

Em muitas dessas Autarquias, esses apoios são conjugados com a atribuição de Bolsas de Estudo aos diferentes graus de ensino (o que não acontece em Braga) e com a disponibilização de outros materiais, como os hoje bastante disseminados "Manuais digitais" (pen drives com os livros e fichas de actividades para desenvolver na sala de aula ou em casa).

Sobre este aspecto, foi elucidativa a resposta do Presidente da Câmara e da Vereadora da Educação quanto à recusa de oferta desses Manuais Digitais: "- Em Braga não faz sentido porque não dispomos de quadros interactivos..."

Ricardo Rio visitou Agrupamento de Lamaçães

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Integração do Jardim-de-infância na Escola Primária é uma prioridade

No seguimento de um conjunto de encontros com agentes da área educativa - e que têm por objetivo incentivar a aproximação às comunidades escolares, perceber as suas dinâmicas, os seus projetos e as suas necessidades em cada momento -, Ricardo Rio visitou diversas Escolas que fazem parte do Agrupamento de Lamaçães. João Dantas, Diretor do Agrupamento, acompanhou Rio durante a iniciativa. 

O líder do “Juntos Por Braga” realçou o trabalho pedagógico “muito positivo” que está a ser desenvolvido por toda a comunidade educativa em Lamaçães, em especial no que se refere à inclusão social e educativa de cidadãos com necessidades especiais. “Este Agrupamento desenvolve um esforço notável para integrar essa população e dar-lhe todas as condições para poderem obter sucesso escolar”, salientou. 

Rio destacou que também ao nível da interação com a comunidade em que está inserido o Agrupamento de Lamaçães tem efetuado um “excelente trabalho”: “Prova disso são os sucessos desportivos que estes alunos obtêm e que têm abrilhantado a nossa cidade, lançando vários jovens para a prática competitiva ao mais alto nível em diversas modalidades, mas em especial no badminton e voleibol”. 

Por outro lado, o candidato à Presidência da Câmara de Braga notou as realidades muito distintas entre si que encontrou durante a visita às várias escolas do Agrupamento. “Deparamo-nos com situações que merecem uma intervenção por parte do município, sendo o mais evidente e urgente de todos o projeto de requalificação da escola EB1 do Bairro Duarte Pacheco”, afirmou, enfatizando que os “Juntos Por Braga” vão apoiar a pretensão do Agrupamento de reinstalar nessa escola o Jardim-de-Infância atualmente localizado no complexo Bracara Augusta e que não dispõe das melhores condições para as crianças. 

“Vamos apoiar o projeto da instalação de três novas salas na Escola EB1 para concretizar essa mudança, de maneira a que se possa dotar o Jardim-de-Infância de melhores condições de funcionamento e criar algumas sinergias com a população que frequenta o 1º ciclo”, garantiu Rio, que lembrou que também neste contexto são dadas respostas essências às necessidades da população de surdos não só do concelho, mas de todo o distrito de Braga. 

João Dantas, Diretor do Agrupamento, afirmou que o projeto de requalificação já está na Câmara Municipal, que se terá mesmo comprometido a ceder um espaço contíguo na Escola do Bairro Duarte Pacheco para instalação do novo espaço do Jardim-de-Infância Bracara Augusta. “Agora, é preciso que todos estes planos saiam do papel e efetivamente se concretizem. Da nossa parte, continuamos a aguardar tranquilos, porque o compromisso existe, e esperamos que, para bem das crianças, em breve esta questão seja desbloqueado e se possa resolver”, disse, ao mesmo tempo que pediu à Câmara Municipal uma atitude de maior abertura e diálogo. 

Segundo João Dantas, após a conclusão dessas obras, o Agrupamento terá conseguido reunir todas as condições de satisfação para a comunidade. “ Obviamente que há sempre coisas a melhorar, mas acho que após a integração do Jardim-de-Infância na Escola EB1, esta comunidade educativa poder-se-á orgulhar de ter os seus filhos num Agrupamento que lhes garante condições para atingir o sucesso e para, no futuro, integrarem o nosso tecido social com prazer e satisfação”, afiançou. 

A concluir a visita, Ricardo Rio esteve no novo centro escolar de Lamaçães, um equipamento que, na sua ótica, é extremamente positivo e que tem prestado um serviço relevante à comunidade. No entanto, deixou alguns reparos: “Este centro apenas tem duas salas de Jardim-de-infância, ao invés das três que seriam desejáveis e que permitiriam precisamente cobrir os três anos. O enquadramento urbanístico também não é o mais desejável para um equipamento desta natureza”, notou Rio, que apesar destes fatores considerou que a escola reúne ótimas condições para os alunos que a frequentam. 

Casa do Professor é parceiro essencial na concretização de projetos sociais, educativos e culturais

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No âmbito de um conjunto de contactos que os “Juntos Por Braga” têm desenvolvido com agentes de diversas áreas - no sentido de promover a proximidade e um diálogo conjunto com as forças vivas da cidade e de encontrar caminhos e soluções para construir uma cidade melhor –, Ricardo Rio visitou a Casa do Professor, uma instituição de solidariedade social criada em 1979 e que tem como objetivos criar laços de convívio e união entre a comunidade escolar e a promoção cultural, desportiva, recreativa e social. Hilário Sousa, Presidente da Casa do Professor desde 2009, acompanhou Rio durante esta iniciativa. 

Segundo o líder do “Juntos Por Braga”, este contacto com a Casa do Professor foi uma “obrigação e um imperativo de consciência”, dada a relevância social do projeto, a população que abrange e as atividades que desenvolve e que estão “fortemente intrincadas” com a comunidade Bracarense. “Este é um projeto extremamente meritório e fundamental para a cidade de Braga. Procuraremos fortalecer a ligação com a Casa do Professor e apoiar a concretização dos novos e ambiciosos projetos que estão a desenvolver no domínio social, educativo ou cultural”, salientou Rio. 

O candidato à Presidência da Câmara de Braga considerou a Casa do Professor, e todos aqueles que ela representa, como interlocutores essenciais dos desafios que os “Juntos Por Braga” querem lançar e concretizar no futuro. “No que se refere à ligação às comunidades escolares, à promoção do reforço da atividade cultural ou ao fortalecimento das respostas sociais que já hoje são prestadas à classe docente, a Casa do Professor é um aliado indispensável do trabalho que queremos desenvolver”, afirmou Rio, que enfatizou de forma particular a importância dos novos projetos que pretende implementar em termos de contributo para a inclusão e para a qualificação do desempenho junto das comunidades escolares do concelho. 

Por seu turno, Hilário Sousa destacou que a Casa do Professor tem como prioridade atual reforçar a sua dimensão social e de apoio solidário aos professores, num contexto de grandes dificuldades económicas e sociais como o que estamos a atravessar. “Temos estado atentos às necessidades tanto dos professores como das escolas, e pretendemos continuar a apostar no apoio social, formativo, cultural ou lúdico-recreativo. Este são laços de humanização que não podem deixar de estar presentes na nossa estrutura e que têm de ser sempre uma das marcas da nossa atuação”, garantiu. 

O Presidente da Casa do Professor destacou a “enorme conquista” que foi a abertura das novas instalações da instituição em 2006, na Avenida Central. “Conforme fomos crescendo, fomos também alimentando o sonho de termos uma estrutura física que conjugasse os serviços administrativos e uma valência social. Este foi um sonho que mobilizou muitas pessoas, que confiaram que um dia seria possível. Esse dia chegou em 2006 e atualmente é com enorme orgulho que dispomos de um Lar residencial na Casa do Professor”, declarou Hilário Sousa, que apontou ainda o Centro de Formação - que contribui para o desenvolvimento profissional de Educadores de Infância e de Professores dos Ensino Básico e Secundário - como uma das âncoras do sucesso da instituição. 

Para Ricardo Rio, esta é a prova de que o “trabalho, a perseverança e o esforço” são recompensados e dão origem a “obras fantásticas”. “Este é sem dúvida um exemplo do valor da dedicação e um prémio para todos os envolvidos. Braga só tem a agradecer aos mentores deste projeto que hoje está ao dispor dos seus associados e pronto para lhes dar uma preciosa ajuda, especialmente no sector social”, elogiou.

O tempo da Universidade do Minho

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Hoje foi tempo de celebrarmos a Universidade do Minho. 

É tempo, também, de seguirmos uma política de verdadeira proximidade entre a cidade e a Universidade materializada em realizações conjuntas. 

É tempo de ouvir e agir…é tempo de explorar sinergias criando riqueza. 

É tempo de incentivar a criação de parcerias baseadas na diversidade, na confiança e em benefícios mútuos. 

É tempo de assumir compromissos…Braga não pode desperdiçar a excelência, a inovação e a competência dos recursos formados e criados na nossa cidade…compromissos ancorados em projectos e que envolvam empresas de bens e serviços. 

É tempo da cidade se empenhar em transmitir as necessidades das populações aos que gerem e aplicam o conhecimento. 

É tempo de investir… 

A Universidade: fornecendo informação, dados, aplicando resultados de investigação e visões de futuro no processo de desenvolvimento sustentável da cidade. 

A cidade: proporcionando oportunidades e campo para a análise e materialização de políticas, planos, metodologias e tecnologias. 

Ambas, contribuindo para a concretização de projectos comunitários de valor. 

Por fim, devo também deixar uma palavra de admiração aos estudantes da Universidade do Minho. Numa época tão difícil a nível global como a que vivemos, é assinalável o seu sentido de responsabilidade social, não apenas nas suas intervenções e realizações, mas fundamentalmente na dimensão das suas causas, valores e ideais. 

É tempo de incutirmos a mesma numa dimensão autárquica, partilhando os mesmos princípios de solidariedade, altruísmo, generosidade e bem comum. 

É tempo dos agentes políticos locais não hipotecarem mais as oportunidades que a Universidade do Minho tem oferecido à cidade. É tempo de criar políticas atractivas no acesso às infra-estruturas sociais, culturais ou de lazer, políticas que facilitem a mobilidade dos jovens, políticas de regeneração urbana que favoreçam a sua fixação no centro da cidade e que potenciem todo o comércio local. 

É tempo de não se hipotecar mais as gerações futuras da nossa cidade. É tempo de não se hipotecar mais Braga.

Ricardo Rio

Visita à Escola Secundária de Maximinos

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Maior distanciamento entre direção e alunos pode prejudicar trabalho conjunto 


Dando seguimento a um ciclo de contatos com agentes que atuam na área educativa - que tem como principal objetivo auscultar os vários intervenientes e perceber a realidade que se vive no terreno -, Ricardo Rio visitou a Escola Secundária de Maximinos, sede do primeiro Mega-Agrupamento de Escolas em Braga, após a fusão com o Agrupamento Vertical de Escolas Oeste da Colina, em 2010. António Pereira, diretor do Mega-Agrupamento, acompanhou Ricardo Rio durante esta iniciativa.

A visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de que forma está a funcionar o modelo do Mega-Agrupamento de Maximinos. De acordo com António Pereira, não obstante os obstáculos estarem perfeitamente identificados, a adaptação está a ser “exigente”. “Em termos de coordenação, temos vivido situações complexas. O maior distanciamento da direção relativamente aos alunos e professores condicionou um pouco a eficácia e o alcance do nosso trabalho”, afirmou. 

O diretor enfatizou que, apesar das aulas continuarem a decorrer de forma “perfeitamente tranquila e dentro da normalidade”, torna-se mais complicado conseguir resolver os problemas quotidianos dos alunos. “Esta centralização fez com que aumentasse a quantidade de trabalho, exigindo um especial empenho de todos os docentes e responsáveis do agrupamento”, alertou.

António Pereira garantiu ainda que, para conseguirem contrapor as dificuldades criadas por este modelo, os responsáveis do agrupamento têm procurado fomentar espaços “informais de consulta e diálogo” com os representantes de pais e com toda a comunidade educativa.

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Reunião com Associação de Pais da Escola EB 2,3 de Nogueira

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Promoção do diálogo é fundamental para garantir políticas educativas de sucesso


No seguimento de um conjunto de contactos com agentes educativos que têm por objetivo perceber a realidade do sector e os problemas com que se depara, através da auscultação dos seus vários intervenientes, Ricardo Rio reuniu com a Associação de Pais da Escola EB 2,3 de Nogueira. 

Durante o encontro, os representantes da Associação de Pais deram a conhecer as suas reservas e preocupações com o processo de reordenamento/agregação de agrupamentos no concelho de Braga. “Estamos convictos de que estruturas demasiado grandes afastam a escola da comunidade que servem. É necessário bom senso nesta questão, já que a prioridade deve ser sempre a qualidade da escola pública”, afirmou Jorge Mendes, Presidente da associação. 

Para a Associação de Pais, o afastamento territorial entre a direção da escola e os alunos e encarregados de educação pode conduzir ao surgimento de dificuldades a vários níveis. “O aumento da distância vai conduzir, por certo, a um aumento da indisciplina dos alunos e a uma diminuição substancial da importância dos pais enquanto responsáveis pela educação dos seus filhos. Esta é uma medida que necessita de ser repensada e de ter em maior consideração a gestão pedagógica da escola”, acredita Fernanda Carvalho, Presidente da Assembleia da Associação de Pais. 

A aposta numa estrutura de proximidade é, segundo os representantes da associação, a única forma de garantir o sucesso e melhoria dos resultados educativos dos alunos. ”Em espaços grandes e impessoais, é muito mais complicado o desenvolvimento humano dos jovens e a sua inserção harmoniosa na sociedade”, assegurou Jorge Mendes.