Archive for Abril 2013

"Juntos Por Real" propõem à CM de Braga reforço da segurança na variante de Real

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Reunida em sessão ordinária em 29 de Abril, a Assembleia de Freguesia de Real teve como principal ponto da ordem de trabalhos a Apreciação e votação do Relatório de Gestão e Documentos de Prestação de Contas da Junta de Freguesia do ano de 2012.

Na abertura dos trabalhos, e no ponto antes da ordem do dia, a Coligação Juntos por Real apresentou uma proposta recomendando à Câmara Municipal de Braga a colocação de iluminação nas passadeiras da variante de Real, nomeadamente na rotunda junto às escolas, com o respectivo reforço de luz nos postes adjacentes. Recomendação esta que já havia sido feita em 23 de Setembro de 2011, continuando o perigo existente nestas passadeiras por resolver. Assim, e por a posição da autarquia Bracarense se ter ficado por um estudo a efectuar em relação à matéria, entendeu a Coligação que a Assembleia de Freguesia de Real exorta-se uma vez mais a Câmara Municipal de Braga a diligenciar rapidamente medidas no sentido de minorar a perigosidade das passadeiras na variante de Real, no entanto os eleitos do Partido Socialista chumbaram a recomendação. Na apreciação e votação do Relatório de Gestão e Contas, a Coligação Juntos por Braga solicitou esclarecimentos ao Sr. Presidente da Junta sobre algumas das despesas efectuadas (e critérios) e leu a sua declaração de voto (junto em anexo), votando contra este Relatório alegando a sua execução baixa, e a indefinição de uma política estrutural para a Freguesia nos mais variados campos de acção.

Ricardo Rio visitou Associação em Maximinos

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Leões do Penedo desenvolvem um trabalho social de enorme relevância

Englobado num ciclo de contactos com vários agentes do concelho de diversas áreas de atuação, que tem por finalidade o desenvolvimento de uma política assente na proximidade e no diálogo, Ricardo Rio visitou a associação Leões do Penedo Futebol Clube. João Monteiro, Presidente do clube há 12 anos, acompanhou Rio durante esta visita, bem como Luís Pedroso, Tesoureiro da Junta de Freguesia de Maximinos.

Como explicou João Monteiro, o principal objetivo do clube, que tem mais de 250 associados, passa por tirar a população sénior da solidão em que vive no dia-a-dia. “É para que isso que serve esta associação e é esse o papel que assumimos claramente. Já por isso oferecemos às pessoas que nos visitam vários entretenimentos, como noites de karaoke, passeios quase gratuitos, festivais de folclore, eventos desportivos, e muitas outras atividades de caráter cultural, social e de lazer”, salientou.

O líder do “Juntos Por Braga” notou que é para si, enquanto responsável autárquico, um motivo de “tranquilidade e satisfação” ver no terreno associações como os Leões do Penedo, que têm uma fantástica organização e capacidade para atrair tanta e tanta gente para, de uma forma especial, passarem o tempo de forma lúdica e formativa. “Nestes tempos difíceis que agora vivemos, é fundamental que as pessoas, em especial as de mais idade, possam conviver e criar laços de amizade entre si. Esses laços são preciosos porque servem para se ajudarem uns aos outros nas dificuldades e naquilo que mais precisam”, afirmou.

Nesse sentido, Ricardo Rio congratulou a associação por esta capacidade “pouco comum” de juntar as pessoas mais idosas e de lhes dar algum entretenimento. “A verdade é que para quem quer praticar futebol ou futsal, existem muitas opções no concelho e mesmo na freguesia. Este clube é muito mais do que isso, desenvolve um trabalho social de enaltecer e para o qual não existem muitas alternativas”, disse, garantindo que este tipo de associações desempenham um papel “inestimável” em todos os territórios e devem merecer sempre a colaboração das Juntas de Freguesia e da Câmara Municipal.

A nível desportivo, os Leões do Penedo têm apenas a modalidade de pesca. Essa é uma opção que João Monteiro, analisando o período de grandes dificuldades que o país atravessa, considerou lógica. “O futebol faz alguma falta mas acho que, da forma como a vida está, as prioridades de investimento têm de se centrar precisamente em quem mais precisa. O país está a mudar e nós também mudamos. Quem mais precisa agora é a população sénior que não tem família. Temos de ser nós o braço direito dessas pessoas, retirá-las de casa e da escuridão e dar-lhes uma nova vida aqui”, sublinhou, enfatizando a muita aderência das pessoas às diversas atividades realizadas pela associação.

Ricardo Rio, falando diretamente ao Presidente e aos associados do Leões do Penedo presentes na iniciativa, deixou uma garantia: “Quando for eleito para comandar os destinos da Câmara Municipal, este clube pode contar com toda a colaboração da autarquia para levar a efeito o seu plano de atividades, que é ao mesmo tempo ambicioso e meritório. Este é o tipo de associações cujo trabalho, destinado àqueles que mais precisam, tem de ser obrigatoriamente incentivado e valorizado”.

O candidato à Presidência da Câmara de Braga referiu ainda a importância da Junta de Freguesia de Maximinos, que de forma consistente e responsável tem apoiado os Leões do Penedo. “Este é um apoio que vocês muito merecem pela importância do trabalho que têm vindo a desenvolver e que todos esperamos que continuem a desenvolver por longos anos”, reforçou.

Também João Monteiro apontou a Junta de Maximinos como parceiro de eleição do Leões do Penedo. “A Junta tem-nos dado uma ajuda preciosa a diversos níveis. Para além disso, têm sempre a preocupação e o cuidado de se certificarem que está tido a funcionar corretamente com a associação”, garantiu.

Eu, Presidente - Parque Exposições de Braga

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Inaugurado em 1981, o Parque de Exposições de Braga deveria ser uma estrutura de referência na região, dotada de condições únicas para a realização de feiras, exposições, congressos e outros eventos de carácter sócio-cultural e desportivo. Compostos por diversas áreas distintas, como a Grande Nave, um Auditório com capacidade para 1204 lugares, pequenas salas e uma extensa área exterior, o PEB poderia ser um pólo de atracção do concelho de Braga.

Desde há alguns anos, estas instalações são geridas por uma empresa municipal criada para o efeito, a “Parque de Exposições de Braga EM”.

No entanto, a sua degradação nos últimos anos fez com que se tenha tornado num edifício com poucas condições para receber quer visitantes quer expositores. 
Se fosse Presidente da Câmara Municipal de Braga, o que faria para dinamizar este espaço? Quais as actividades que gostaria de ver realizadas? Que investimentos deveriam ser feitos? Quais as parcerias a estabelecer? Como conciliar com outros equipamentos e projectos?

É desta forma que procuramos envolver todos os Bracarenses num projecto para a cidade num horizonte de 12 anos. Porque juntos trabalhamos melhor. Porque estamos, verdadeiramente, Juntos Por Braga!

Ricardo Rio participou em sessão de esclarecimento em Merelim S. Pedro

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Inserido num ciclo de contactos que os “Juntos Por Braga” têm promovido em diversas freguesias do concelho, e que tem como principal objetivo ouvir as preocupações das populações em relação à sua freguesia e ao concelho, Ricardo Rio participou numa sessão de esclarecimento em Merelim S. Pedro. Ricardo Ferreira, Presidente da Junta de Freguesia, esteve ao lado de Rio durante esta iniciativa. O líder do “Juntos Por Braga” aproveitou ainda a ocasião para visitar alguns locais da freguesia e falar diretamente com os cidadãos.

Ricardo Ferreira salientou as várias dificuldades porque o seu executivo tem passado desde que tomou posse em 2009, acusando a autarquia de não ter investido “um cêntimo” na freguesia. “É importante que as pessoas saibam que a Câmara Municipal não tem contribuído em absolutamente nada para o que tem sido feito em termos de obras. Esta falta de investimento prejudica o nosso trabalho e prejudica fundamentalmente toda a população, que merecia outro respeito e tratamento”, afirmou, sublinhado que apesar a falta de verbas disponibilizadas pela autarquia, tanto o seu executivo como a população de Merelim S. Pedro têm conseguido fazer “muito mais com menos”.

Segundo o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, o que está a acontecer em Merelim S. Pedro não é caso único e é bem demonstrativo da política de atribuição de verbas discriminatória da Câmara Municipal. “Esta é uma autarquia que não olha a meios para atingir os seus fins estritamente políticos e que prefere votar uma freguesia ao esquecimento para condicionar a atuação da Junta de Freguesia, sem olhar sequer para as necessidades da população”, criticou Rio, lamentando que as populações que tiveram o “bom senso e a coragem” de optar por candidaturas alternativas tenham de sofrer consequências dessa escolha.

“Merelim S. Pedro assistiu a um trabalho notável em circunstâncias adversas, com benefícios para a freguesia que qualquer um pode facilmente constatar. E uma coisa é certa: quem trabalhou desta forma durante este mandato, trabalhará muito melhor quando estivermos à frente dos destinos da Câmara Municipal de Braga, onde iremos pugnar por tratar todas as freguesias por igual e em função das suas necessidades”, garantiu Rio.

Nesse sentido, o Presidente da Junta apontou o sector cultural como uma aposta “claramente ganha”. “A freguesia estava completamente adormecida, sem nenhum tipo de atividade. Neste momento, temos atividades de todo o género: danças de salão, marchas populares, vários grupos musicais, uma escola de viola e concertinas, etc. Podemos não fazer obras, mas fazemos obras e isso é que é fundamental”, garantiu.

“Espero que isto seja para continuar e que as pessoas de Merelim continuem a mostrar a força e o valor que realmente têm e que esteve demasiado tempo escondido”, disse Ricardo Ferreira.

Por outro lado, o Presidente da Junta notou ainda que o seu executivo foi obrigado a lidar com uma herança financeira muito pesada. “A Junta estava com um défice muito elevado. Agora, a dívida está totalmente controlada, e essa foi outra grande vitória da nossa parte”, reforçou.

Ricardo Rio fez questão de elogiar e reconhecer a capacidade da Junta para mobilizar as pessoas da freguesia e as coletividades, estimulando o seu trabalho. “Os grupos culturais, associativos e desportivos de Merelim S. Pedro têm uma dinâmica fantástica. Também muitas outras atividades pontuais que aqui se desenrolam, como o dia freguesia ou o dia sem fumo, são muito mobilizadoras e devem deixar cheios de orgulho os habitantes da freguesia”, enfatizou.





União de freguesias obriga a intensificação do diálogo


Ricardo Rio salientou que se vive um contexto especial, fruto da Reforma Administrativa Autárquica que vai unir Merelim S. Pedro e Frossos. “Este é um momento de responsabilidade adicional para todos os protagonistas locais, porque o esforço de desenvolvimento feito nesta freguesia tem de ser agora estendido a um território mais alargado, reconhecendo e respeitando a identidade de cada uma das freguesias”, afirmou, notando que este será um desafio acrescido para a população e autarcas, que têm de intensificar o diálogo: “Uma das responsabilidades da Câmara passa por dotar as Juntas de Freguesia de meios para trabalhar mais próximos das populações. Mais do que uma necessidade, essa é agora uma obrigação”.

O líder do “Juntos Por Braga” voltou ainda a abordar a necessidade urgente de implementação do Plano de Valorização Ambiental das Freguesias, defendendo que essa é uma área que precisa de uma abordagem estratégica, com um planeamento claro e com uma visão construída num diálogo contínuo com os agentes de proximidade do território.

A concluir, o líder do “Juntos Por Braga não esqueceu que, no caso da cedência a uma associação do edifício da escola da Pateira, a freguesia de Merelim S. Pedro foi testemunha de uma iniciativa de discriminação político-partidária e de utilização de meios públicos em benefício de uma candidatura. “Foi uma iniciativa que violou deliberações do executivo municipal e que pôs em causa compromissos assumidos coma população”, lamentou.



Presentes nesta sessão de esclarecimento estiveram ainda responsáveis da Escola EB1 de Merelim S. Pedro, que apontaram várias lacunas na escola – como a existência de fibrocimento e as infiltrações -, que carece de uma intervenção rápida de forma a dar condições de segurança e aprendizagem aos alunos que a frequentam.

Tu, Presidente - Espaços Verdes

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Esta semana recebemos vários contributos para mudar a política ambiental de Braga e criar mais zonas verdes. Ideias válidas e aplicáveis, como tem sido mote nesta rubrica que criamos para valorizar o projecto que vamos apresentar a todos os Bracarenses nas próximas eleições autárquicas. Muito obrigado a todos os que têm contribuido para esta iniciativa.

Rui Feio de Azevedo Para além da manutenção dos poucos espaços verdes da extensa zona urbana inserida no planalto que vai de Lamaçães a Dume, seria estratégico relançar a cidade para o vale do Cávado onde ainda é possível desenharem-se parques e corredores verdes e acalentar o sonho de muitos bracarenses de abraçar o rio Cávado. Com esta política a médio e longo prazo seria viável perspectivar uma cidade com a Baixa junto ao rio e a Alta do casco histórico, tal e qual Lisboa, Porto e Coimbra. Mas a esperança é a ultima a morrer, porque há responsáveis da autarquia a prometerem quatro grandes áreas verdes... a norte, sul, este e oeste da cidade! Eu pessoalmente só acredito nesta promessa se forem parques sintéticos e a preço de saldo. 

Manuela Pereira Partilho da opinião do Sr. Rui Azevedo. Ainda é possível a construção de uma zona verde para a nossa cidade. Sabemos que estamos num período difícil mas ainda iremos a tempo. Mais vale tarde que nunca. 

Elisio Vieira Caros Bracarenses o pouco que já deve ser difícil fazer mas com muito esforço TEM QUE SER FEITO é SALVAR as SETE FONTES e tornar está zona tipo um parque da CIDADE, mas cuidado com os interesses económicos dos proprietários e não deixar sair de lá nem mais uma PEDRA, atenção que BRAGA já tem Jardineiros a mais no quadro, não é só fazer JARDINS! boa noite 

Tomás River O problema é que com o desordenamento urbanístico de Braga, já não há uma área verde grande disponível (50 hectares no mínimo, mas o ideal seriam 100 hectares), para fazer um Parque Verde (como o Parque da Cidade do Porto), pois o concelho de Braga está todo ocupado por construção densa e dispersa. Braga é o exemplo de mau planeamento urbanístico. 

Ricardo Veloso Vila Nova de Famalicão está a tornar-se um exemplo nacional de como se pode transformar num território verde, parques, jardins, arborização obrigatória em todos os passeios, e ruas... Parque de Cidades contínuos... renaturalização e valorização das linhas de água e novo enquadramento... aumento da biodiversidade e valorização das espécies autóctones da região norte... etc etc... 

Luis Sancho Sobre a temática dos espaços verdes... 

1) ESPAÇOS VERDES (propriamente ditos )

1.1) Parques do Triângulo Turístico 

a) Começar as negociações com as Confrarias do Bom Jesus, Sameiro e Falperra (eventualmente também com a Câmara Municipal de Guimarães, já que parte da zona da Falperra parece pertencer a esse município) 

b) estabelecimento dum (ou mais) percurso(s) pedestre(s) que permitam passear desde a zona de Fraião até à Falperra, daí até ao Sameiro e requalificação do percurso daí para o Bom Jesus. 

c) promover, em colaboração com as competentes associações da cidade, a vigilância anti-incêndios e a reflorestação com árvores autóctones da área. 

1.2) Parque dos Arcebispos 

Na zona norte, estabelecer um «parque da cidade» - uma área tão grande quanto possível, que abranja terrenos agrícolas e não só, num projeto ambiental, cívico e associativo. 

1.3) Incredible Edibles - lançar este projeto às escolas e associações do concelho, potenciando o aproveitamento das várias 'nesgas' de terreno que ainda vai havendo pela cidade, como foi já feito em algumas cidades do Reino Unido, como Tomorden ( http://www.incredible-edible-todmorden.co.uk/; http://incredibleediblenetwork.org.uk/ ; http://www.youtube.com/watch?v=4KmKoj4RSZw

1.4) Outras zonas/parques menores 

a) parque do Vale d'Este na zona oriental do concelho? 

b) criação dum espaço verde por freguesia, com uma área mínima definida pela Câmara, onde podem estar também alguns equipamentos como coreto/área de espetáculos, parque infantil, bancos e mesas, zona de piquenique. Isto teria que ser muito bem controlado para evitar os exageros nos equipamentos. 

1.5) Proibir o abate de árvores com mais de 10 anos (exceto em caso de manifesto perigo ou doença), exceto pinheiros e eucaliptos e obrigar à reflorestação da mesma área com duas árvores por cada uma abatida, sendo pelo menos uma duma espécie autóctone (parte também dum plano ambiental de progressiva substituição dos eucaliptos que destroem os solos) 

1.6) promover concursos de 'embelezamento' das praças, ruas e casas da cidade, algo que potencia também o espírito de pertença 

1.7) Dinamizar as áreas verdes com atividades culturais, associativas e desportivas, de forma a recriar a típica ligação dos bracarenses com os seus espaços públicos, hoje tão limitados à típica 'festarola brejeira' (que também deve ter o seu espaço!). Por exemplo, oferecer Wi-Fi gratuito (com a devida salvaguarda do equipamento, claro) aos munícipes nos parques! 

1. Proibir em definitivo as «adaptações» e descaraterizações das áreas verdes existentes, como o Eng. Mesquita Machado se esmerou a fazer (particularmente na Av. Central) 

1.9) «Revigorar» o sistema de fontes da cidade (de preferência usando água «natural» e não dos serviços municipalizados. As fontes permitem tornar mais agradável o ambiente no verão e, em conjunto com espaços verdes (que deveriam totalizar no mínimo 20% da área da cidade...) formam um sistema de climatização natural.

1.10) progressiva substituição de plantas (especialmente relva!) por plantas de menor manutenção e maior resistência - além de tornar mais barata a manutenção, torna mais sustentável a área verde e mais utilizável (por exemplo, colocar uma grama espessa que permita caminhar sobre ela 

Plenário marcado pela confiança na vitória nas eleições autárquicas

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“Somos a única candidatura que tem um projeto de futuro para Braga”

O Plenário concelhio que o PSD de Braga realizou este fim-de-semana, no auditório do Hotel Mercure, ficou marcado pela forte confiança na vitória do “Juntos Por Braga” nas eleições autárquicas que se avizinham. “Somos a única candidatura que tem um projeto de futuro para Braga”, afirmou Ricardo Rio durante a sua intervenção aos militantes, salientando que o atual executivo municipal está “completamente esgotado” e não é capaz de apresentar uma “única ideia útil” para o desenvolvimento do concelho. 

Rio notou que uma das preocupações fundamentais do “Juntos Por Braga” tem sido a de, para todas as áreas de intervenção municipal e para todas as esferas da gestão política autárquica, apresentar aos Bracarenses várias propostas, alternativas e projetos concretos. “Esta é a grande diferença que tem pautado o nosso comportamento ao longo dos anos e que os cidadãos por certo reconhecem. Área por área, freguesia por freguesia, sempre fomos capazes de elencar os objetivos desta candidatura e de apresentar propostas concretas para o futuro de Braga”, garantiu. 

O candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga enfatizou que esta será uma luta “dura e árdua”, contra um Partido Socialista que está muito mais empenhado em “perpetuar-se” no poder do que em servir a cidade. “Os membros do PS de Braga estão a defender agora tudo aquilo que, ao longo dos anos em que exerceram funções autárquicas, não foram capazes nem tiveram interesse em fazer. Aqueles que contribuíram para descurar o nosso património e meio ambiente e para desvalorizar equipamentos e espaços como as Sete Fontes, não podem vir fazer de conta que são os seus primeiros defensores; aqueles que nada fizeram para promover o turismo ou captar investimento para o nosso concelho, não podem dizer que têm agora no bolso as soluções ideais para promover a marca Braga no exterior”, afirmou Rio, sublinhando que há uma total falta de “credibilidade e confiança” na candidatura do PS de Braga, que tem vindo a dar inúmeras provas do seu desespero, em prejuízo dos interesses dos cidadãos e da própria Democracia. 

Nesse sentido, Rio salientou que é fundamental continuar a constituir equipas fortes e trabalhar de forma incansável para conquistar a confiança dos Bracarenses. “Temos de seguir o nosso caminho e mostrar que somos diferentes. Vamos continuar a afirmar as nossas propostas e a enriquecê-las, apesar de temos já hoje um programa completamente estruturado e propostas consolidadas prontas para serem imediatamente colocadas em práticas ”, garantiu Rio, afirmando que, através dos debates promovidos pelo “Juntos Por Braga” e dos vários contactos com instituições, o caminho passa por continuar a enriquecer o programa eleitoral e recolher os contributos valiosos da sociedade para formatar uma ideia e um projeto para a cidade. 

Por outro lado, o autarca fez um apelo aos presentes para, de uma forma cada vez mais próxima e em complemento com o que já se vai fazendo, serem porta-vozes da mudança e fazerem chegar as propostas do “Juntos Por Braga” aos cidadãos. “Tendo nós esse património valiosíssimo, que é o conjunto de ideias em todas as áreas para desenvolver e potenciar a cidade, o objetivo tem de passar por fazer chegar essa mensagem ao maior número de pessoas. Na medida do possível, sejam vocês também agentes de mudança e de distribuição dessa informação”, pediu Rio. 

A finalizar, o líder do “Juntos Por Braga”, garantiu que esta é uma candidatura que tem à sua volta muita gente de enorme valor e capaz de fazer a diferença. “É precisamente porque acredito no valor das pessoas que nos rodeiam e no trabalho que temos vindo a desenvolver, e por ter acreditado desde a primeira hora que é caminhando que se faz caminho, que vamos continuar a caminhar e só iremos parar na Câmara Municipal de Braga”, concluiu. 


Autarcas desenvolvem trabalho fundamental 

O plenário do PSD de Braga ficou ainda marcado pelas muitas intervenções do público, que na sua maior parte foram no sentido de dar o apoio inequívoco à candidatura encabeçada por Ricardo Rio. “Braga necessita urgentemente de uma inversão de políticas, antes que seja tarde demais para recuperar o tempo perdido. Temos as pessoas certas, e que já deram várias provas disso, para liderar a cidade no sentido do desenvolvimento, da inovação e do progresso. Podem contar connosco”, afirmaram os militantes. 

A escolha de Firmino Marques para assumir as funções de Vice-Presidente foi também muito elogiada pelos militantes, que consideraram que o trabalho efetuado pela autarca na freguesia de S. Vítor é bem demonstrativo da sua enorme qualidade e da sua vontade em trabalhar em prol da cidade e dos Bracarenses. 

Durante a sua intervenção, Firmino Marques afirmou que é fundamental que esta continue a ser uma candidatura que ultrapassa as fronteiras do partido. “Este é um projeto que sempre envolveu a participação e o apoio de pessoas de todos os quadrantes políticos, incluindo independentes e pessoas de esquerda e direita. É uma das nossas grandes forças”, afiançou. 

Por seu turno, João Granja, Presidente da Comissão Política de Secção do PSD de Braga, fez questão de enaltecer o trabalho dos autarcas do “Juntos Por Braga” nas várias freguesias do concelho. “É devido ao vosso trabalho incansável e de qualidade inquestionável que temos vindo a crescer e a ganhar a confiança das pessoas. Tenho consciência de que é muitas vezes um trabalho duro e recheado de obstáculos, mas que os Bracarenses muito agradecem. E uma coisa posso garantir: são bem visíveis a todos as diferenças para melhor nas freguesias lideradas por executivos do ´Juntos Por Braga`, e as populações sentem mesma essa diferença no seu dia-a-dia”, afirmou.     

Este sábado Ricardo Rio visita Merelim S. Pedro

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Amanhã, dia 27 de Abril, Ricardo Rio passará a manhã na Freguesia de Merelim S. Pedro. 

Caso pretenda acompanhar o nosso candidato poderá dirigir-se às 10 horas na Junta de Freguesia de Merelim S. Pedro.

Juntos, Por Braga!

Manuel Carvalho apresentou candidatura

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O atual Presidente da Junta de Freguesia de Este S. Pedro, Manuel Carvalho anunciou esta manhã, tal como já tinhamos avançado ontem, a sua candidatura à liderança da equipa do “Juntos por Braga” para as próximas eleições autárquicas na união de Freguesias de Este S. Pedro e Este S. Mamede. O anúncio ocorreu junto à capela de S. Sebastião, em S. Mamede de Este, e foi inserido num conjunto de contactos de Ricardo Rio e Firmino Marques com a população das duas freguesias. 

Nesta ocasião, Manuel Carvalho salientou a sua “enorme felicidade” pela presença de Ricardo Rio e Firmino Marques, que apelidou mesmo de “autarca modelo” a nível nacional. “É também extremamente importante ver que estão aqui presentes muitas pessoas das duas freguesias. É uma adesão que me enche de orgulho”, afirmou. 

Ricardo Rio aproveitou o momento para dar uma palavra de apoio “inequívoco” à candidatura de Manuel Carvalho, que tem feito um trabalho notável à frente dos destinos de Este S. Pedro. “Esta candidatura tem todas as condições para, em conjunto com as populações e com os grupos de trabalho que tem presentes no terreno nas duas freguesias, corporizar uma solução vencedora e de trabalho em benefício de ambas”, acredita o líder do “Juntos Por Braga”. 

Trabalhar num ambiente de harmonia e colaboração entre Este S. Pedro e Este S. Mamede é o principal objetivo de Manuel Carvalho. “Apesar de me ter manifestado contra a reforma administrativa autárquica, esta é uma realidade incontornável e com a qual temos de saber lidar. Nesse sentido, e para benefício da população, decidi meter mãos à obra e dar continuidade ao trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em Este S. Pedro, alagando-o também para Este S. Mamede, freguesia que conheço perfeitamente. Estou convicto que continuaremos a contribuir para o desenvolvimento desta zona e que as coisas correrão pelo melhor” garantiu. 

Manuel Carvalho apontou ainda o reforço da componente social como grande prioridade para o seu mandato. “Na atual conjuntura, é sem dúvida o setor que mais afeta as pessoas, que estão a passar por momentos de dificuldade. É nossa obrigação dar um apoio social efetivo e desenvolver uma política de proximidade com os cidadãos mais necessitados”, enfatizou, sublinhando de seguida que também a educação e o ambiente - com a defesa da requalificação do Rio Este, suas margens e afluentes – serão temas prioritários para a sua candidatura. A finalizar, o autarca deixou uma promessa: “Uma coisa possa já garantir: vamos desenvolver uma política de colaboração mútua entre as duas freguesias que agora se vão unir, sem prejuízo de nenhuma e sempre num patamar de igualdade”. 

Segundo Manuel Carvalho, mantém-se cada vez mais atual o lema que presidiu à sua candidatura em 2009: “Unir para Desenvolver”, desta feita no contexto de um território alargado mas com diversas afinidades e carências por resolver. 

Manuel Carvalho lidera candidatura à União de Freguesias de Este S. Pedro e Este S. Mamede

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O actual Presidente da Junta de Freguesia de Este S. Pedro, Manuel Carvalho, vai também liderar a equipa do “Juntos por Braga” que se candidatará às Eleições Autárquicas de 2013 na União de Freguesias de Este S. Pedro e Este S. Mamede.

Manuel Carvalho tem 64 anos, é natural de Este S. Pedro, casado, com 5 filhos. Desenvolve a sua actividade profissional – entalhador – na freguesia. Foi um dos fundadores do Este F. C., também é associado de S. Mamede F.C., onde já foi treinador. É um candidato conhecedor da Freguesia de Este S. Mamede e dos seus costumes. Liderou a lista do “Juntos por Braga” em 2009, depois de ter exercido funções autárquicas em vários mandatos anteriores na Freguesia de Este S. Pedro.

Segundo Manuel Carvalho, mantém-se cada vez mais actual o lema que presidiu à sua candidatura em 2009: “Unir para Desenvolver”, desta feita no contexto de um território alargado mas com diversas afinidades e carências por resolver.

Ricardo Rio visita as Freguesias de Este S. Pedro e Este S. Mamede

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Amanhã, dia 25 de Abril, Ricardo Rio passará a manhã nas Freguesias de Este S. Pedro e Este S. Mamede.

Caso pretenda acompanhar o nosso candidato poderá dirigir-se ao adro da Igreja de Este S. Pedro (pelas 10:00) ou à Junta de Freguesia de Este S. Mamede (pelas 11:00).  

Agenda 21 para Braga

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Sabia que ... 

Em 2002 Ricardo Rio, enquanto Deputado Municipal, apresentou a proposta da Agenda 21 Braga, para dar corpo aos objectivos das Cimeiras do Rio, em 1992 e de Joanesburgo de 2002? Esse plano de desenvolvimento estratégico pretendia transformar Braga numa referência na boa gestão dos recursos e indicadores de qualidade de vida dos cidadãos, nomeadamente na qualidade do ambiente e no acesso aos valores do património natural e cultural. O executivo socialista seguiu outro caminho e hoje Braga está longe de ser um concelho bem classificado segundo as boas regras internacionais em termos do desenvolvimento sustentável.

A Agenda 21 pretendia incorporar nos componentes de desenvolvimento os factores ambientais. Este documento pretendia dar corpo aos objectivos das Cimeiras do Rio, em 1992, e de Joanesburgo, no corrente ano, expressando a necessidade de se elaborar uma estratégia de desenvolvimento sustentável a vários níveis, tendo em vista “satisfazer as necessidades presentes sem comprometer a capacidade de as gerações futuras satisfazerem as suas próprias necessidades". O plano assentava em três pilares essenciais: o desenvolvimento económico, a coesão social e a protecção do ambiente. 

A concretização desse objectivo requeria uma participação activa e interessada dos cidadãos, das universidades, das empresas, das Organizações não Governamentais e de muitas outra instituições da sociedade civil. As autarquias locais tinham e têm uma responsabilidade acrescida no domínio da preservação do ambiente, da promoção da qualidade de vida e, em geral, da prossecução de um desenvolvimento sustentável. Desse modo, as Agendas 21 locais consubstanciavam um planeamento e uma gestão mais consistente de processos e métodos sistemáticos e integrados para a sustentabilidade local, funcionando como um plano estratégico a nível municipal de longo prazo, que contribuiriam para o desenvolvimento sustentável, e um plano operacional dirigido à acção a curto prazo. 

Considerava-se então que as preocupações no nosso concelho com o ambiente e a qualidade de vida deram origem a uma ainda adolescente Divisão de Ambiente, Jardins e Espaços Verdes, após deliberação da Assembleia Municipal, que não contava com mais de 12 anos de actividade. Nessa época a conceituada revista Fórum Ambiente considerava Braga como a 15ª pior autarquia no domínio ambiental, com base num conjunto de 18 indicadores ligados ao ordenamento do território e ao saneamento básico. Passado 11 anos, a situação não é muito melhor. As preocupações com matérias ligadas ao ambiente permanecem ainda no topo da preocupação dos Bracarenses, seja das freguesias rurais ou urbanas, e os problemas permanecem por resolver. Entre as soluções apresentadas na altura, falava-se já na criação de um Parque Eco-Monumental para as Sete Fontes, ainda hoje em cima da mesa, o reforço das áreas verdes e de lazer no concelho, a definição de um Plano de Urbanização para o Vale de Lamaçães ou o combate ao crescimento urbano desordenado. 

Dentro desse enquadramento, Ricardo Rio propunha na altura uma urgente elaboração de um documento estratégico e orientador que garantisse a elaboração de um diagnóstico, uma ampla discussão pública sobre as questões ambientais e a definição de medidas a executar a médio e longo prazo. Nesse sentido, propôs através do seu Grupo Parlamentar uma moção na Assembleia Municipal para a elaboração da Agenda 21 de Braga. O desafio ao executivo municipal era claro: seguir o mesmo tipo de planeamento estratégico, abrangente e participado, também em matéria de desenvolvimento sustentável, contribuindo para um aumento da educação ambiental e da participação pública a este nível. 

Se a CM de Braga tivesse seguido as propostas Ricardo Rio, hoje o nosso concelho seria certamente uma cidade mais sustentável e amiga do ambiente. Infelizmente, não foi esse o rumo seguido. 

Eu, Presidente - Espaços verdes

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Braga cresceu nas últimas décadas, transformando-se na terceira maior cidade do país, logo atrás de Lisboa e do Porto. Mas esse desenvolvimento demográfico não foi devidamente acompanhado pelo aparecimento de novos espaços verdes. Sabemos que depois da era do betão, e após cometidos demasiados erros urbanísticos, especialmente aqueles contra a qualidade de vida das pessoas e o património Bracarense, é necessária uma nova era para Braga.

É nesse sentido que temos vindo a recolher contributos, sendo que esta semana pretendemos saber, se fosse Presidente da Câmara, que medidas implementaria para criar mais zonas verdes em Braga? Que espaços deviam ser criados e onde? O que devia ser prioridade no sector ambiental e de lazer? Tendo consciência que os tempos em que vivemos são de restrições orçamentais em todo o país, e as contas da CM de Braga também a isso obrigarão no futuro, pedimos contributos realistas e que tenham possibilidade de ser concretizados.

É desta forma que pretendemos continuar a construir o nosso projecto político para Braga para os próximos 12 anos. Porque todos juntos trabalhamos melhor! Por Braga!

Ricardo Rio defende implementação de Plano de Valorização Ambiental das Freguesias

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A propósito da evocação do Dia da Terra, com que a comunidade internacional procura afirmar o seu compromisso com a preservação ambiental e a sustentabilidade, o líder do “Juntos por Braga”, Ricardo Rio, reiterou o seu compromisso com a total inversão da política ambiental seguida pela Autarquia de Braga. 

“Depois de tantos anos de negligência e destruição do seu ambiente, os Bracarenses estão fartos de promessas à boca das urnas, de renaturalizações, de rearborizações e de outras pretensas correcções dos muitos erros cometidos”, referiu. 

“Braga é um Concelho que dispõe de um enorme potencial ambiental, seja pelo que ainda resta dos seus pulmões (Bom Jesus, Falperra e Picoto), seja pelos seus cursos de água – com especial destaque para o Rio Cávado, seja ainda pela afirmação de espaços como o Parque da Ponte ou o Parque Eco-Monumental das Sete Fontes”, acrescentou o candidato a Presidente da Câmara Municipal de Braga.

Daí que, no seu entendimento, este seja o momento para a Autarquia assumir um “compromisso sério” com a valorização ambiental do Concelho, numa abordagem “estrategicamente sustentada”, capaz de “valorizar os recursos existentes” e de “mitigar as ameaças para a qualidade ambiental do Concelho, ao nível dos diferentes tipos de poluição, dos danos provocados pelas más políticas urbanísticas e do inexistente ordenamento do território”.

Na óptica do “Juntos por Braga“, se apenas os responsáveis da maioria socialista ainda não percebem a importância de uma efectiva disseminação de espaços verdes para fruição pela população, de uma cabal preservação dos cursos de água locais (que nos casos do Rio Este e do Rio Torto / Ribeira de Panoias chegam a constituir-se como ameaça para a segurança de pessoas e bens), de uma abrangente política de sensibilização ambiental, de uma rigorosa e criteriosa política de racionalização energética e de iniciativas inovadoras em matéria de gestão dos resíduos urbanos, nada é tão eloquente do desleixo a que a Autarquia votou a área a Ambiental quanto a lógica de serviços mínimos adoptada para a implementação da Agenda 21 Local, proposta pelo então Deputado Municipal, Ricardo Rio, há já mais de uma década. 


Ricardo Rio compromete-se com Plano de Valorização Ambiental das Freguesias 

Tendo em vista a actuação da futura gestão municipal, Ricardo Rio defendeu que a área ambiental é um óptimo exemplo do que deve ser uma abordagem estratégica, com um planeamento claro e com uma visão construída num diálogo contínuo com os agentes de proximidade do território. 

Assim, o mesmo sugeriu que a Câmara Municipal de Braga deve elaborar e implementar um Plano de Valorização Ambiental das Freguesias assente num diagnóstico participado com as diversas Juntas de Freguesia, em que sejam priorizadas as acções em cada uma delas em matéria de Resíduos Sólidos Urbanos, Água, Águas Residuais, Ruído, Qualidade do Ar, Gestão energética, Praias Fluviais, Energia, Espaços Verdes, Espaços Agro-Florestais, Educação Ambiental, Biodiversidade, Ocupação e uso dos Solos, Recursos Hídricos e Gestão Ambiental. 

A este diagnóstico deve seguir-se a definição das acções prioritárias por Freguesia e a composição do Plano Plurianual de Valorização Ambiental, inserto no Plano Plurianual de Investimentos da Câmara Municipal, de forma a viabilizar a sua monitorização e acompanhamento regular e a posterior revisão (em função da eventual emergência de novas prioridades locais). 

Assim, concluiu Rio, “a valorização ambiental enquanto contributo para a qualidade de vida das populações é tratada de forma equilibrada por todo o território do Concelho”.

Tu, Presidente - Desporto

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Esta semana recebemos diversos contributos para a política desportiva do Concelho de Braga. Mais apoio ao desporto amador, a necessidade de fomento da prática desportiva entre os mais jovens, a construção de pequenas infraestruturas desportivas, como ciclovias ou a recuperação do Parque Radical foram alguns dos tópicos que nos foram enviados. Como tem sido habitual nesta rubrica, excelentes ideias que ajudarão a fortalecer o projecto político que apresentaremos a todos os Bracarenses para os próximos 12 anos. 

Rui Feio de Azevedo O ecletismo no desporto amador e profissional tem sido desde sempre uma das grandes bandeiras do líder da Coligação Juntos por Braga, relevando os benefícios e mais valias para os seus praticantes. À margem da sua actividade política, Ricardo Rio tem revelado ser um cidadão bracarense atento à realidade concelhia neste domínio que tão bem conhece e que espelha nos inúmeros artigos de opinião publicados na imprensa local. Este seu conhecimento e sensibilidade para o fenómeno desportivo em geral dar-lhe-à certamente as ferramentas necessárias enquanto máximo responsável da autarquia para que possa fazer uma gestão mais criteriosa dos recursos municipais disponíveis neste domínio, viabilizando-se assim uma redistribuição mais equitativa dos dinheiros públicos. À margem desta questão, seria interessante também perceber o que fazer aos equipamentos disponíveis em algumas freguesias que estão desaproveitados - e com custos de manutenção elevados - e que resultaram de uma política populista e despesista que hipotecou as gerações vindouras. Por outro lado, seria igualmente importante promover a manutenção do Parque Desportivo da Rodovia que, felizmente, resistiu à voracidade da especulação imobiliária, assim como proceder à reestruturação e alargamento da ciclovia que se encontra degradada e sem condições de segurança. A escassez dos recursos financeiros não permite sonhar com grandes investimentos nesta área, mas a criação na zona norte da cidade de um complexo desportivo à imagem do Parque Desportivo da Rodovia seria um investimento a ter em conta para a melhoria substancial da qualidade de vida dos bracarenses. 

Rui Manuel Pereira Se por um lado devemos apoiar a marca Sporting Clube de Braga como bandeira de uma cidade e de uma região, em todas as vertentes, não é menos verdade que este concelho tem que ser bem mais do que isso. Urge, hoje, pensar no desporto em todas as modalidades e aí ainda temos muito que andar. Porque deixamos de ser a capital do andebol e do atletismo? Devemos apostar no apoio à formação, quer desportiva quer associativa para que os clubes que tão bem formavam no passado reapareçam. Catapultar, no atletismo, a pista do estádio 1º de Maio, tentando que as grandes provas de atletismo regressem a este palco em detrimento da pista Gémeos Castro. Ainda no atletismo dar nova vida ao Meeting de São João. Fazer desta prova um baluarte de Braga. Garantir que espaços que a autarquia possui, como os relvados sintéticos e as piscinas municipais, sejam usados pelas escolas das áreas geográficas, quer para aulas de Educação Física, quer para o desporto escolar. Potencializar o desporto com igualdade de sexos, ou seja, apostar também no desporto no feminino. 

Henrique Castro Primeiro de tudo é preciso acabar com a atribuição pouco transparente e pontualmente tendenciosa de apoios desportivos. É necessário elaborar um documento que defina quais os critérios para se ter acesso a esses apoios Municipais e/ou das Juntas de Freguesia e os montantes possíveis em função da modalidade, nº de atletas em formação, resultados esperados, .... Em termos de espaços desportivos é necessário optimizar a utilização dos existentes ou a construir através da respetiva partilhar por mais que uma freguesia ou coletividade. 

Francisco Grilo As estruturas camarárias desportivas bracarenses estão hoje afetas a um público ávido da prática lúdica do desporto e da ocupação de tempos livres, a exemplo dos campos desportivos da rodovia, das camélias e da pista do Estádio 1º de Maio. As piscinas têm uma utilização sazonal, eminentemente durante o verão. No inverno funcionam as escassas piscinas da Rodovia, que necessitam de um fomento de modernização e melhoria das suas condições, perdidas para a concorrência privada dos ginásios. Os custos de acesso às estruturas camarárias pagas são caros, pouco diversificados e concessionados. Por isso para rentabilizar estas estruturas, não apenas nas valências já habituais do futebol, natação e atletismo, muitos outras poderiam ser criadas ou abertas à fruição dos munícipes. E não apenas as edificadas. É possível também atribuir e gerir espaços públicos organizá-los e dá-los à fruição dos munícipes. Não se cometam é erros de palmatória, com custos excessivos e de má concessão, como a ciclovia de Lamaçães/Fraião que, felizmente está a ser adotada pelos utentes das caminhadas do fim da tarde. Temos espaços que poderiam funcionar como "cativadores". Falta é animação e organização. A nossa cidade é avessa à utilidade da bicicleta, porquê? Nos espaços abertos e jardins não se promovem as atividades físicas lúdicas porque não há nenhum apelo e espaço para tal. Temos, se queremos, fugir para fora, arquitetar com os grupos ou coletividades circuitos exploratórios para atividades ao ar-livre. E as modalidades desportivas coletivas, onde poderão ser praticadas? A não ser nos pavilhões gimnodesportivos privados ou das escolas, mesmo os que há afetos às juntas de freguesia, têm uma reserva horária ou intensiva utilização. Não há na CM Braga um pelouro forte de dinamização da vertente lúdica-desportiva. Concessiona-se tudo às coletividades. Os caminhos rústicos, dos pinhais e das linhas de água, junto ao Cávado e Homem, poderiam ser valorizados. Criar circuitos de manutenção física, de bicicleta, pedestres e de orientação. Motivar as escolas e criar ligações permanentes de afetividade com as suas iniciativas. Coordená-las e geri-las a nível local. Falta a linguagem para operacionalizar as ideias, boas práticas e conjugar vontades. Criar os roteiros das peregrinações e dotá-las de estruturas. Rentabilizá-las não apenas nos dias eventuais do Sameiro, São Bentinho e Santiago de Compostela. Conjugar os outros municípios vizinhos a fornecer o mesmo desafio...

Ricardo Rio visitou Associação dos Antigos Estudantes da Universidade do Minho

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Ligação entre a cidade e a Universidade do Minho deve ser desígnio prioritário 

Englobado no ciclo de contactos que tem vindo a ser levado a cabo pelo “Juntos Por Braga” com vários agentes do concelho de diversas áreas de atuação - e que tem por objetivo principal promover uma dinâmica de proximidade e diálogo com as forças vivas da cidade -, Ricardo Rio visitou a Associação dos Antigos Estudantes da Universidade do Minho (AAEUM). Francisco Pimentel Torres, Presidente da Associação desde Fevereiro, acompanhou Rio ao longo desta iniciativa. 

O líder do “Juntos Por Braga” salientou que este encontro se revestiu de grande importância estratégica, já que é “fundamental” que a Câmara Municipal estreite as relações com todos os agentes da Universidade do Minho. “E essas relações têm de ser estabelecidas com os que hoje participam ativamente na vida académica, mas também com os ex-alunos, que foram aqui formados e que hoje são agentes fundamentais do desenvolvimento do concelho nos vários domínios da sua intervenção profissional e social”, sublinhou. 

Como explicou Francisco Pimentel, o principal propósito da associação, que completa 24 anos em Setembro, passa mesmo por fazer a ligação entre a Universidade do Minho e a cidade. “A melhor maneira de atingir esse objetivo é envolver a autarquia, a UM, os agentes da cidade e a própria associação nesse desígnio”, disse, garantindo que atualmente se verifica um “divórcio” entre a autarquia de Braga e a UM, que muito prejudica a cidade. 

“É função de uma associação de antigos estudantes, que agora são parte integrante da comunidade desta cidade, ajudar a estabelecer essa ligação, fazendo crescer as relações e lutando para que o caminho seja o melhor”, garantiu Francisco Pimentel. 

Nesse sentido, Ricardo Rio reiterou que é essencial que a autarquia desenvolva uma parceria estratégica com a AAEUM, no sentido de potenciar iniciativas que apoiem estes antigos alunos e fortaleçam os projetos dos ex-alunos. “A autarquia tem de acompanhar a concretização desses projetos e auscultar esta associação para encontrar as melhores soluções, tirando proveito dos recursos de que a AAEUM dispõe”, acredita. 

Para Ricardo Rio, existem duas vertentes que devem ser tomadas em conta relativamente à relação da autarquia com a UM. “Primeiro, a Câmara Municipal tem de ter noção de que toda esta comunidade académica no ativo representa também cidadãos Bracarenses - alguns provisoriamente adquiridos - que merecem respostas cabais às suas necessidades, sejam elas em termos de segurança, mobilidade, animação cultural ou oferta lúdica para potenciar o seu envolvimento efetivo com a cidade”, apontou Rio, notando de seguida que, uma vez concluída essa formação académica, os antigos estudantes, representados pela AAEUM, são um foco determinante de “potencial crescimento, de atração de investimento e de dinamização da cidade que merece ser acarinhado e que merece estabelecer todo o tipo de colaborações com a autarquia para que isso seja o mais efetivo possível”.

Ricardo Rio visitou "Nova Comédia Bracarense"

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Câmara tem de aproveitar dinâmica cultural das Associações Bracarenses

No âmbito de um conjunto de contactos com diversos agentes culturais do concelho, que têm por finalidade estabelecer com eles uma política de diálogo e proximidade, Ricardo Rio visitou a Companhia de Teatro “Nova Comédia Bracarense”. Carlos Barbosa, Presidente da Companhia fundada em 1990, acompanhou Rio durante a iniciativa.

Esta visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de forma mais detalhada o funcionamento e as dificuldades desta companhia de teatro amador. “Foi com grande satisfação que pudemos assistir a um excerto de um ensaio desta companhia e, de seguida, discutir com os seus elementos algumas ideias relativamente ao panorama do teatro e da cultura em Braga”, salientou Rio.

O candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga defendeu aqueles que devem ser alguns dos princípios de atuação da Câmara Municipal em matéria de relacionamento com os movimentos culturais, enfatizando que é “fundamental” que se trate com equidade e justiça as diversas instituições, reconhecendo o trabalho muito meritório que associações como a Nova Comédia Bracarense desenvolvem de há muitos anos a esta parte. “A Câmara Municipal tem que deixar claros os critérios dos apoios concedidos e que saber aproveitar a disponibilidade generosa de muitos que desenvolvem esta atividade de forma quase voluntária”, garantiu.

Fomentar a participação de novos públicos nas atividades culturais e, neste caso concreto, disseminar o gosto pelo teatro pela população são objetivos que, de acordo com Ricardo Rio, deveriam ser prioritários. “Só se a autarquia manifestar um verdadeiro interesse por estas questões se poderá voltar a potenciar uma verdadeira dinâmica cultural no Concelho. É essencial e urgente reforçar a oferta cultual concelhia através das políticas de descentralização cultural e de intercâmbios culturais entre os grupos de outros concelhos, de forma a promovermos uma cidade culta e onde a cultura seja um ativo estratégico capaz de fomentar a participação dos cidadãos”, acredita Rio.

Para além dos apoios pontuais aos espetáculos efetuados pela “Nova Comédia Bracarense” nas várias freguesias do concelho, o autarca do “Juntos Por Braga” considerou igualmente importante que seja dado um maior apoio logístico a estas coletividades, em matérias tão diversas quanto os meios técnicos, o transporte ou a promoção dos eventos.

A outro nível, Ricardo Rio quer que a atuação da Câmara “potencie o aproveitamento dos espaços existentes, sejam eles os auditórios de Juntas de Freguesia ou os equipamentos de maior envergadura, como é o caso do Parque de Exposições e do Theatro Circo”, sublinhou, afirmando que este último deve estar aberto para receber todas as instituições culturais do concelho.

Valorizar as Sete Fontes

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Sabia que...

O complexo das Sete Fontes é Monumento Nacional desde 2011? Para tal suceder, muito se deveu a actuação da Junta de Freguesia de S. Victor, em especial do seu presidente Firmino Marques, de entidades como a ASPA e a JovemCoop e de muitos cidadãos Bracarenses, que lutaram pela defesa deste importante monumento do Concelho. Durante todo este processo, a CM de Braga sempre olhou para este monumento como um fardo inconveniente, mostrando o desrespeito pelo património de Braga e pelos Bracarenses. Um dos compromissos de Ricardo Rio é precisamente a criação de um Parque Eco-Monumental para a área envolvente às Sete Fontes.

O executivo socialista fechou os olhos à destruição do património. Potenciou e facilitou a especulação imobiliária na área envolvente. Nunca desenvolveu um projecto para a salvaguarda deste espaço, um espaço que é de todos os Bracarenses e com reconhecida importância. O executivo socialista foi também um obstáculo à promoção e divulgação do monumento, quando a Junta de Freguesia de S. Victor o tentou fazer, vetando mesmo a promoção de visitas organizadas por esta a este complexo. Em suma, Nada Fez!

Por outro lado, cedo os responsáveis pela Coligação “Juntos por Braga”, liderados por Ricardo Rio, se deram conta da importância deste monumento patrimonial de Braga. De facto, Ricardo Rio vestiu a camisola de defesa do Complexo das Sete Fontes, acompanhando os desígnios da Junta de Freguesia de S. Victor, participou em diversas iniciativas promovidas pela Junta, pela ASPA e JovemCoop para a defesa das “Sete Fontes”.

Uma das propostas de Ricardo Rio para a promoção e defesa do Complexo das Sete Fontes é a criação de um Parque Eco-Monumental, dirigido à fruição pública e salvaguarda do monumento. Aliás, este parque seria parte do chamado “Quadrado Verde”, Parque da Ponte-Rodovia-Sete Fontes-Parque Norte, que há muito faz parte das orientações programáticas da Coligação para a gestão municipal.

Se por um lado temos o desrespeito do património de Braga, por parte do actual executivo socialista, assistimos a uma ambição de o promover, respeitar e salvaguardar por parte dos “Juntos por Braga” e do seu líder Ricardo Rio. A organização, recentemente, do CSI - Cidade Sob Investigação, onde participaram mais de 200 pessoas, foi mais uma mostra da vontade que existe em divulgar e respeitar o património que esta maravilhosa cidade possui.

É tempo de dignificar a nossa cidade, defender e respeitar o seu património. É tempo de, realmente, valorizar Braga, mas valorizá-la com acções, não com promessas de quem teve 17 anos para o fazer e... Nada Fez.

Para isso, estamos “Juntos Por Braga”.

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

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Para assinalar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, amanhã vamos dar destaque ao Património de Braga, uma das componentes mais importantes, e esquecidas, do Concelho. Para valorizar verdeiradamente Braga, ao longo do dia de amanhã vamos colocar em destaque no Facebook alguns dos mais importantes monumentos Bracarenses. Envie-nos o seu monumento preferido para o email geral@ricardorio.pt, que também publicaremos.

Divulgue, apoie e participe nesta iniciativa.

Juntos, Por uma Braga Mais Forte!

Ricardo Rio visitou Centro de Formação de Mazagão

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Centro de Formação é instrumento fundamental para combater o desemprego

No âmbito de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho que atuam na área educativa, e que tem por finalidade principal desenvolver uma política de proximidade baseada no diálogo e na convergência de ideias, Ricardo Rio visitou a Unidade de Formação de Mazagão. António Pinheiro, Diretor do Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga desde Novembro de 2012, acompanhou Rio durante a visita. A entrada em funcionamento deste Centro de Formação Profissional ocorreu em 1989, tendo sido inaugurado em 1990.

O líder do “Juntos Por Braga” salientou que, na atual conjuntura económica, é fundamental que existam instrumentos que apoiem a qualificação dos recursos humanos e o espírito empreendedor, e que dessa forma permitam o reforço dos níveis de empregabilidade. “O trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Centro de Formação de Mazagão é extremamente importante, tendo vindo a dar uma resposta bastante positiva do ponto de vista do impacto dos formandos que por aqui passam no tecido económico local”, afirmou. 

Rio afiançou que é essencial que se criem este tipo de respostas “rápidas e eficazes”, orientadas para a reconversão de ativos que estejam envolvidos em processos de reestruturação de empresas e para iniciativas de qualificação de potenciais empreendedores, dentro de uma lógica de ligação mais próxima com os grandes empreendedores do concelho e com a própria autarquia. 

Como referiu António Pinheiro, o Centro de Mazagão tem atualmente em funcionamento mais de 40 cursos de aprendizagem, sendo que, por ano, passam à volta de 10 mil formandos nas diversas modalidades de Formação disponibilizadas. “São muitas pessoas e são números bem eloquentes da importância da formação profissional. Tendo em conta o flagelo do desemprego que afeta o país, esta é uma maneira de procurar a reconversão dos alunos e de lhes permitir terem saídas profissionais. Temos taxas de 80% a 90% de empregabilidade dos formandos que daqui saem”, garantiu. 

Nesse sentido, o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga registou que este é um trabalho que tem de continuar a ser incentivado e apoiado, especialmente no que se refere à articulação com o ensino tradicional, tutelado pelo Ministério da Educação. “É essencial que exista uma maior complementaridade entre o Centro de Formação e as instituições de ensino no nosso concelho. Atualmente são várias as Escolas que oferecem cursos profissionais, pelo que a existência de uma logica de parceria se justifica cada vez mais”, enfatizou. 

Por outro lado, Rio notou que outro fator fundamental passa pela integração crescente da comunidade empresarial no Centro de Formação Mazagão, para que haja uma logica de resposta eficaz e imediata para aquilo que são as suas necessidades em termos de contratação a cada momento. “Esse é um trabalho que tem sido feito pelo Centro de forma notável, mas neste sector há sempre espaço para melhorar e alguma coisa mais a fazer”, reforçou. 

Também António Pinheiro enfatizou a ligação do Centro de Formação às empresas, chamando a atenção para o facto de os formandos terem a “empregabilidade à porta”. “Aqui em Mazagão temos a vantagem de ter uma alta percentagem de colocações dos jovens, isto porque as empresas estão em sintonia connosco. É o nosso principal cartão-de-visita e agente de distinção, trabalhamos em sintonia com as empresas, que precisam e querem os nossos formandos”, sublinhou. 

Apoio à Formação Desportiva

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Sabia que...

Em 2006 Ricardo Rio apresentou ao executivo camarário uma proposta de Regulamento para a criação de um Programa de Apoio à Formação Desportiva, que foi chumbado pela maioria socialista? O mesmo destino tiveram os quase 30 contratos-programa com clubes desportivos locais apresentados em 2007. É esta a política de apoio e fomento ao desporto que a maioria socialista tanto apregoa? O contínuo desinteresse pelos jovens do concelho, pelas colectividades locais que lutam diariamente para proporcionar condições de boas práticas desportivas a jovens e menos jovens, esta sim, é uma imagem de marca do executivo socialista.

Em Janeiro de 2006, a Coligação “Juntos por Braga” apresentou, pela mão dos seus vereadores, uma proposta de regulamento para a criação de um Programa de Apoio à Formação Desportiva. Considerando que a actividade desportia assume progressivamente uma maior presença e protagonismo nas sociedades modernas enquanto sinónimo da qualidade de vida das populações. De uma prática desportiva regular resultam, também, aspectos de grande significado para a formação física, cultural e cívica da generalidade dos cidadãos, com particular ênfase para as camadas mais jovens da população.
Sendo Braga uma das cidades mais jovens de todo o país, era desiderato da Coligação a criação de condições materiais para a afirmação de novos valores no panorama desportivo nacional.

Em linhas gerais, o Regulamento para a criação de um Programa de Apoio Desportivo pretendia assumir-se como um documento regulador dos mecanismos de acesso aos apoios municipais por parte dos Clubes/Associações Desportivas, procurando estabelecer com objectividade as condições de acesso, o cálculo dos apoios a atribuir pela Autarquia e, bem assim, o calendário de todo o processo de candidatura.

Deste modo, permitiria ampliar a prática desportiva dos cidadãos bracarenses, aumento o número de praticantes nas diversas modalidades, fomentar a formação desportiva juvenil em todo o concelho, garantindo uma igualdade de oportunidades e reforçar as boas práticas de gestão desportiva, realçando a existência de escalões de formação, a promoção da boa conduta desportiva e a recusa da violência Com isto, procurava-se integrar a actividade desportiva do Concelho nos objectivos comuns de educação pelo desporto, de hábitos de vida saudáveis e de solidariedade colectiva. Seriam elegíveis para este Programa todos as Entidades Desportivas do concelho, desde que legalmente constítuidas e com a situação contributiva devidamente regularizada. Nos moldes deste Programa, todas as candidaturas elígiveis teriam uma compensação financeira a atribuir pela Câmara Municipal, de acordo com o valor pago pela Entidade na inscrição de jovens atletas na Associação/Federação responsável pela competição.

Apesar de se recusar a aprovar as diversas propostas dos vereadores da Coligação, o executivo da Câmara aprovou em 2012 o pagamento das inscrições de atletas dos escalões de formação dos Clubes de Futebol do Concelho. Mais uma vez, o executivo acatou, posteriormente e parcialmente, uma proposta dos vereadores da oposição.

No entanto, Braga quer e precisa de mais. Precisa de uma política desportiva que seja transversal a todas as modalidades e a todos os bracarenses. 

Para isso, estamos Juntos, Por Braga!!!

CSI Braga - o vídeo

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A iniciativa "CSI Braga - Cidade Sob Investigação" ficou marcada pela enorme adesão do público. Foram mais de 200 pessoas e de 39 equipas que estiveram presentes nesta atividade. Muitos jovens e também adultos juntaram-se para uma tarde de descoberta do património arquitetónico e cultural Bracarense.

Eu, Presidente - Desporto

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O desporto, de há muitos anos a esta parte, é uma marca da cidade de Braga, fazendo-se representar entre os melhores nas suas várias modalidades. Exemplo disso é a vitória deste fim-de-semana do SC de Braga na Taça da Liga. Mas o desporto não se resume ao futebol, devendo as políticas municipais ser muito mais abrangentes, potenciando não só as diversas modalidades de competição, como também a prática desportiva de recreação, fomentando uma democratização no acesso ao desporto e consequente desenvolvimento integral do indivíduo e a formação multidisciplinar dos mais jovens.

Por tudo isto, esta semana queremos saber a sua opinião sobre quais as políticas desportivas que devem ser promovidas pela autarquia. Quais os investimentos que devem ser realizados? Que tipo de eventos deve o município promover ou apoiar? Qual o relacionamento que a CM de Braga deve ter com as colectividades?

Envie-nos o seu contributo e ajude-nos a fortalecer o nosso projecto para Braga.

Ricardo Rio visitou Associação Unidos do Parque da Ponte

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Falta de Segurança é a principal lacuna do Parque


No seguimento de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho que atuam em diversas áreas, e que têm por objetivo o desenvolvimento de uma política de proximidade assente no diálogo e na convergência de ideias, Ricardo Rio visitou a Associação Unidos do Parque da Ponte. Esta visita permitiu ao líder do “Juntos Por Braga” perceber de forma mais detalhada quais os anseios e preocupações desta Associação. José Ramôa Barbosa, Presidente dos Unidos do Parque da Ponte, acompanhou Rio durante esta iniciativa, assim como João Pires, presidente da Junta de Freguesia de S. Lázaro.

De acordo com o candidato à Presidência da Câmara Municipal de Braga, esta é uma Associação que tem vindo a desenvolver um trabalho muito importante de aproveitamento e dinamização do Parque da Ponte. “É de extrema importância que se crie uma dinâmica capaz de atrair as pessoas para esta zona e, nesse sentido, esta Associação tem dado um contributo valioso”, afirmou Rio.

A Associação acolhe diariamente muitos cidadãos Bracarenses reformados que vêm disfrutar de momentos lúdicos e de diversas atividades no Parque da Ponte. “Temos associados de diversas áreas de Braga que aqui se juntam para conviver e usufruir deste magnífico Parque”, referiu José Ramôa.    

No entanto, Ricardo Rio chamou a atenção para os problemas de segurança que continuam a afetar o Parque e que necessitam de ser resolvidos “urgentemente”. “Pelos testemunhos que ouvimos durante esta visita, ficamos a saber que há neste momento riscos ao nível da segurança e que as pessoas não se sentem totalmente seguras quando usufruem do Parque. Esta é uma lacuna que merece toda a atenção da autarquia, que deve tomar rapidamente as medidas que se impõem ao nível da vigilância para tornar esta zona atrativa”, salientou Rio, garantindo que apesar de o Parque ter sido requalificado, ainda não atrai o número suficiente de pessoas para mitigar esse problema.

Também José Ramôa pediu uma maior atenção para o problema da segurança, recordando que o próprio edifício-sede da Associação foi alvo de um assalto há cerca de três meses. “A principal queixa dos nossos associados prende-se com a questão da segurança. Esta é uma zona bastante aprazível da cidade e que merece uma maior atenção e carinho tanto por pate da autarquia como de todos os Bracarenses. É uma pena que se afastem pessoas do Parque apenas por falta de segurança”, lamentou.

Por fim, Ricardo Rio reiterou a sua intenção em colaborar ativamente na prossecução de todas as atividades levadas a cabo pela Associação. “Está é uma zona que tem ainda falhas ao nível da animação e capacidade para atrair um número significativo de pessoas. Queremos inverter essa tendência e dar uma nova vida ao Parque da Ponte, pelo que estamos totalmente disponíveis para colaborar tanto com esta Associação como com outras que tenham por objetivo principal revitalizar e animar o Parque”, garantiu.     

Ricardo Rio visitou Agrupamento de Escolas de Nogueira

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Sucesso do Agrupamento de Escolas de Nogueira é exemplo a seguir por todo o concelho


Englobado num ciclo de contactos com diversos agentes do concelho que atuam na área da educação, cujo objetivo passa por desenvolver com eles uma política baseada no diálogo e na proximidade, Ricardo Rio visitou a Escola EB 2,3 de Nogueira, sede do Agrupamento de Escolas de Nogueira. José Matos, Diretor do Agrupamento, e Sandra Roma, Vice-Diretora, acompanharam Rio durante esta iniciativa. Atualmente, o Agrupamento engloba 14 escolas, divididas por várias freguesias, e tem cerca de 1640 alunos inscritos.

Para o líder do “Juntos Por Braga”, esta visita foi uma ótima oportunidade para conhecer mais de perto o “excelente” trabalho que tem vindo a ser desenvolvido neste Agrupamento. “Esta é a demonstração cabal de que quando há uma liderança capaz e o envolvimento quase que diria apaixonado de todos os docentes, os resultados aparecem”, salientou, garantindo que quando assim acontece, “evidentemente” que o corolário lógico é o” sucesso” e o “bem-estar” dos alunos.

Rio apontou o envolvimento dos docentes reformados com o Agrupamento de escolas como um exemplo da dedicação, do carinho e do afeto que têm pelo Agrupamento. “Tivemos oportunidade de constatar o grande envolvimento que os docentes reformados ainda mantêm com a Escola e que resulta na criação dos amigos do Agrupamento de Nogueira, que estão neste momento a participar ativamente em várias atividades não letivas. É uma excelente forma de ajudar a escola e os alunos e também de os próprios docentes reformados ocuparem os seus tempos livres”, referiu.

Segundo o candidato à Presidência da Câmara Municipal, o êxito alcançado por este Agrupamento é um fator de “tranquilidade” para quem tem responsabilidades autárquicas. “É com enorme satisfação e orgulho que observo o trabalho que aqui se tem efetuado, que pode e deve ser estimulado e replicado, como felizmente vai acontecendo, na maioria das escolas do concelho”, afirmou.

Rio enfatizou que esta visita, à semelhança do que já tinha acontecido anteriormente, permitiu ganhar consciência para o problema do défice de financiamento para a componente do Ensino Básico, que não está contemplado e que no concelho de Braga vive uma grande indefinição em termos de quem é que pode e deve prestar esse mesmo apoio. “Nestes casos, vai valendo o apoio e colaboração das Juntas de Freguesia para contornar essas dificuldades. Como mais uma vez comprovamos neste Agrupamento, as Juntas têm uma relação exemplar com as escolas integrantes do Agrupamento de Nogueira”, disse.

Ricardo Rio visitou Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte

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Associação desenvolve trabalho meritório na ocupação dos tempos livres da população idosa

No seguimento de um ciclo de contactos com vários agentes do concelho e de diversas áreas de atuação, que tem por finalidade desenvolver uma política baseada no diálogo e na proximidade com as forças vivas da cidade, Ricardo Rio visitou a Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte. Acácio Gomes, Presidente da Associação fundada em 1998, acompanhou Rio durante a visita. 

Segundo o líder do “Juntos Por Braga”, este é um excelente exemplo de uma Associação com grande vitalidade e com um número muito considerável de associados, cerca de cento e trinta. “Esta Associação tem vindo a desenvolver um trabalho muito meritório na ocupação dos tempos livres da população mais idosa e reformada, reunindo homens e mulheres oriundos de vários pontos do concelho de Braga, e não exclusivamente desta zona de S. lázaro”, salientou. 

O candidato à Presidência da Câmara de Braga enfatizou que esta Associação merece ver concretizada a sua aspiração de ser o gestor exclusivo do edifício do Parque da Ponte onde, desde 2005, exercem a sua atividade. “Este é um edifício notável que está aqui guardado no coração do Parque. A cedência da gestão a esta Associação permitirá que os próprios se sintam mais responsáveis pela manutenção deste equipamento. Em paralelo com isso, fará com que se desenvolvam nesta zona envolvente todo um conjunto de atividades de natureza lúdica e cultural em que eles possam participar”, acredita. 

Também Acácio Gomes reforçou a importância de ser a Associação que lidera a gerir os destinos do edifico, referindo que dessa forma será possível a criação de “laços afetivos” fundamentais entre os associados e o edifício: “Esses laços permitirão não só impulsionar a nossa instituição e permitir que esta tenha um funcionamento mais dinâmico, como ainda farão com que tenhamos um cuidado adicional na conservação e manutenção da casa”. 

Durante a visita, o Presidente da Associação de Reformados do Interior do Parque da Ponte chamou a atenção para o facto de o Parque ter pouco vigilância, criando um sentimento de insegurança entre as pessoas que o frequentam. “Apesar da requalificação, esta é uma zona que continua um pouco isolada e com pouca vida. Esse fator, conjugado com lacunas na vigilância, criam insegurança não só aos nossos associados, como às próprias pessoas que aqui passeiam ou praticam desporto”, afirmou, referindo que é essencial que se encontrem formas de cativar mais pessoas para esta zona: “Muito se pode fazer para animar o Parque. Por exemplo, no S. João é importante que se estenda a iluminação até aqui. São pormenores que podem fazer toda a diferença”. 

Nesse sentido, Rio sublinhou que um dos objetivos da gestão municipal deve passar por atrair cada vez mais pessoas para o Parque da Ponte. “Uma vez que este espaço foi finalmente requalificado, é agora altura para que os Bracarenses o sintam cada vez mais como seu, que sintam seguros para disfrutar o parque e para que possam aqui, através das atividades de animação que podem ser desenvolvidas, vir a desfrutar cada vez mais deste espaço nobre da nossa cidade”, concluiu. 

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